Depois de horas transando, minha mãe voltou pro quarto onde estavam hospedados, meu pai tava dormindo e eu decidi esperar ela do lado de fora. Quando vi ela voltando, me aproximei e segurei o braço dela. "Precisamos conversar", falei.
Fomos pro meu quarto, perguntei se ela tinha transado, e ela respondeu que sim. Perguntei de novo por que ela fazia isso, será que não tinha consideração nenhuma pelo meu pai? Ela respondeu que tinha, mas que era algo que fugia do controle dela. Pediu pra eu entender, que meu pai já fazia anos que não dava uma boa foda nela, aliás, nem sequer comia ela direito. No rosto dela dava pra ver uma preocupação e até um certo remorso.
— Filho, me entende, eu sinto pena do teu pai, mas não pretendo parar com isso. É uma experiência nova pra mim e muito prazerosa. Provei coisas que nunca tinha provado antes. Preciso confessar que, na minha idade, é a primeira vez que tenho um orgasmo. Seu pai nunca se preocupou com isso, muitas vezes só chegava bêbado, me comia por uns minutos e pronto. Apesar disso, eu amo ele, foi o único homem na minha vida até pouco tempo atrás. Mas o que tô vivendo agora, não pretendo largar, mesmo que te machuque. Me desculpa... Agora me diz: você ainda pensa em contar pro seu pai?
Eu só escutei ela e fiquei pensando em como podia parar com aquilo. O que era certo é que a parada dela com o vizinho era puro prazer. Pensei que, se ela conseguisse satisfazer isso, simplesmente pararia de procurar ele. Meu pai definitivamente não podia dar o que ela queria, e passou pela minha cabeça que, sendo o outro homem da casa, eu devia ser quem comesse ela pra tudo ficar em segredo. Mas não tive coragem de falar na hora. Finalmente, disse que não contaria nada por enquanto, que ela fosse bem discreta no que fizesse, mas deixei claro que não concordava com o que ela tava fazendo.
Ao ouvir minha resposta, ela me olhou direto, feliz, sorriu, me deu um beijo na bochecha e disse: "Você é um sozinho" e até se atreveu a me perguntar se eu ajudaria a encobrir as saídas dela, respondi que não (embora já estivesse fazendo isso). Nos despedimos, ela saiu, se virou e quando ia começar a andar, me atrevi a dar um tapa na bunda dela. Ela se assustou um pouco, virou a cabeça na minha direção, me deu um sorriso e seguiu o caminho dela. Enquanto andava, observei a bunda dela e como ela mexia. Não consegui evitar uma ereção enquanto a olhava. A partir daquele momento, comecei a pensar em como poderia possuí-la e, ao mesmo tempo, evitar que ela continuasse trepando com o vizinho.
Na manhã seguinte, sugeri aos meus pais que passeássemos todos os dias, nós três. Ela não quis. Disse a ela em segredo que teria as noites para fazer o que quisesse, as manhãs e as tardes seriam nossas. No final, ela aceitou.
Durante o trajeto, ela ficava trocando mensagens no WhatsApp, imagino que com a Sandra. Eu fingia que não estava vendo. Quando voltamos do passeio, perguntei o que fariam à noite. Meu pai disse que só descansaria no hotel. Minha mãe disse que queria ir tomar uns drinques. Meu pai mesmo sugeriu que eu a acompanhasse. Aceitei, e ela ficou feliz. Ele nem imaginava que estava mandando ela pro abate.
Nos encontramos às 9 da noite, descemos pro bar, conversamos um pouco. Perguntei o que ela pretendia fazer naquela noite. Ela respondeu: "O que você acha?" Minutos depois, Sandra e o marido apareceram também pra tomar uns copos. Ela me disse que já era hora de ir embora, que me avisaria quando tivessem terminado. Eu disse que não iria. Ela ficou um pouco irritada, mas não pôde fazer nada. Simplesmente fiquei com eles.
Os copos foram passando e fazendo efeito nos quatro. Começamos a dançar, eu com minha mãe e Sandra com o marido. Em um momento, Sandra me pega pela mão e trocamos de parceiros. Nessa hora, Julián e minha mãe começam a dançar bem colados. Ela se vira e ele começa a esfregar a pica toda na bunda dela. Ela começa a se mexer ritmicamente junto com ele. Sandra começou a fazer o mesmo. comigo.
Finalmente, eles propuseram a gente ir pra onde eles estavam hospedados, tinham trocado de quarto pra um maior e mais confortável, tipo um miniapartamento. Fomos pra lá. Quando entramos, minha mãe e o Julián foram direto pro quarto e trancaram a porta. A mina do Sandra, assim que eles entraram, foi pra cozinha e trouxe mais uns drinks. Ela me perguntou: "Quer olhar ou ouvir?" Eu falei pra ela não ligar as câmeras, ela deu uma gargalhada e a gente brindou.
Daí a pouco começou o barulho da cama batendo na parede, sem parar. "Saúde", ela disse pra mim. Naquele momento, aproveitando o efeito dos drinks, levantei ela e joguei no sofá, beijei ela e tirei direto a saia que ela tava usando. "Que porra você tá fazendo, imbecil?", ela reclamou. Eu não falei nada, só continuei apalpando ela e tirando tudo. Abri as pernas dela e meti tudo de uma vez. Ela começou a rebolar junto comigo, e a gente ficou naquele vai e vem por vários minutos. Depois de um tempo, tirei sem ter gozado e levei minha boca pra buceta gostosa dela e comecei a chupar ela. Ela se deixou fazer. Depois de vários minutos, ela gozou, e eu meti de novo.
Do lado, ainda dava pra ouvir os barulhos da cama enquanto a gente transava no sofá, até que de repente gozei dentro dela. Comecei a encher a buceta dela toda de porra. "Tira! Tira!", ela gritava, mas eu metia mais fundo e só tirei depois de deixar a última gota dentro dela.
A gente se vestiu, e minutos depois minha mãe saiu do quarto com o Julián, os dois pareciam felizes. Eu e Sandra não trocamos uma palavra, a gente se despediu. Na saída, falei pra minha mãe irmos pro meu quarto, que precisava conversar sobre o que tinha rolado. Ela foi comigo. Quando entrei, encostei ela no meu corpo e beijei ela, tava extremamente excitado.
— Filho, o que cê tá fazendo?! — ela perguntou bem alto.
Eu não aguentava mais, só queria possuir ela. Peguei ela pelas nádegas, levantei e sentei ela na mesa que tinha no quarto. Levantei a saia que ela tava usando, ia arrancar a calcinha dela, mas vi que ela não tava de calcinha, perguntei e ela disse que o Julián tinha o costume de ficar com as calcinhas dela toda vez que eles transavam. Na hora não liguei, ela também tava muito excitada, a gente se olhou nos olhos, eu baixei a calça até o joelho, meu pau duro roçando na entrada da buceta dela, nossos olhares grudados um no outro sem piscar, a gente juntou os rostos, nossos narizes se tocando sem se beijar, a respiração muito ofegante, na hora eu meti, e começamos ali, ela sentada na mesa, eu de pé entre as pernas dela, empurrava e puxava sem parar. Ela me segurou pelas nádegas e puxava pra perto dela a cada metida, a gente não falava uma palavra, só transava. Em nenhum momento a gente parou de se olhar nos olhos até que depois de vários minutos eu comecei a gozar tudo dentro dela, sem desviar o olhar ela disse:
— O que a gente fez? Você percebeu? Eu sou sua mãe!!!
Eu não respondi, só tirei ele de dentro, peguei na mão dela e convidei pra deitar na cama, ela foi, sentou e começou a chorar, eu abracei ela, ela encostou o rosto no meu peito, a gente não falou nada. Foram vários minutos de silêncio. Levantei e trouxe um copo d’água “isso não pode se repetir” ela disse. Segurei o queixo dela e levantei o rosto, dei um beijinho, ela não respondeu na hora. Instintivamente a gente começou a tirar o resto da roupa, ela viu meu pau que tinha endurecido de novo, pegou nele e começou a me masturbar. Nessa altura a gente já tava completamente pelado, segurei o queixo dela de novo e beijei ela, dessa vez ela correspondeu ao beijo. Sem dizer uma palavra, deitei ela na cama, percorri o corpo todo dela, o pescoço, os peitos, a bunda, tudo, comecei a masturbar ela, lambi a buceta molhada dela enquanto tocava nos peitos dela.
Depois de vários minutos, subi meu rosto junto com o dela, beijei ela. Com uma mão, eu acariciava os peitos dela; com a outra, ajustava a pica pra meter e começamos de novo. Entrava e saía, ela colocava uma mão no meu peito e com a outra também percorria meu corpo. Num momento, entrelaçamos os dedos das duas mãos, um de cada lado, e a penetração ficou mais forte. Ela se mexia junto comigo, não só recebia prazer, mas se esforçava pra dar também. Sem desviar o olhar, seguimos até eu gozar dentro dela de novo. Terminamos abraçados, como se fôssemos dois apaixonados. Naquele instante, propus que ela terminasse o que tinha com o vizinho e que fosse eu quem a satisfizesse sexualmente. Ela respondeu com outro beijo, o que entendi como uma resposta positiva. Já era quase de manhã, então nos vestimos e ela foi pro quarto dela. Ainda tínhamos vários dias de férias pela frente.
Fomos pro meu quarto, perguntei se ela tinha transado, e ela respondeu que sim. Perguntei de novo por que ela fazia isso, será que não tinha consideração nenhuma pelo meu pai? Ela respondeu que tinha, mas que era algo que fugia do controle dela. Pediu pra eu entender, que meu pai já fazia anos que não dava uma boa foda nela, aliás, nem sequer comia ela direito. No rosto dela dava pra ver uma preocupação e até um certo remorso.
— Filho, me entende, eu sinto pena do teu pai, mas não pretendo parar com isso. É uma experiência nova pra mim e muito prazerosa. Provei coisas que nunca tinha provado antes. Preciso confessar que, na minha idade, é a primeira vez que tenho um orgasmo. Seu pai nunca se preocupou com isso, muitas vezes só chegava bêbado, me comia por uns minutos e pronto. Apesar disso, eu amo ele, foi o único homem na minha vida até pouco tempo atrás. Mas o que tô vivendo agora, não pretendo largar, mesmo que te machuque. Me desculpa... Agora me diz: você ainda pensa em contar pro seu pai?
Eu só escutei ela e fiquei pensando em como podia parar com aquilo. O que era certo é que a parada dela com o vizinho era puro prazer. Pensei que, se ela conseguisse satisfazer isso, simplesmente pararia de procurar ele. Meu pai definitivamente não podia dar o que ela queria, e passou pela minha cabeça que, sendo o outro homem da casa, eu devia ser quem comesse ela pra tudo ficar em segredo. Mas não tive coragem de falar na hora. Finalmente, disse que não contaria nada por enquanto, que ela fosse bem discreta no que fizesse, mas deixei claro que não concordava com o que ela tava fazendo.
Ao ouvir minha resposta, ela me olhou direto, feliz, sorriu, me deu um beijo na bochecha e disse: "Você é um sozinho" e até se atreveu a me perguntar se eu ajudaria a encobrir as saídas dela, respondi que não (embora já estivesse fazendo isso). Nos despedimos, ela saiu, se virou e quando ia começar a andar, me atrevi a dar um tapa na bunda dela. Ela se assustou um pouco, virou a cabeça na minha direção, me deu um sorriso e seguiu o caminho dela. Enquanto andava, observei a bunda dela e como ela mexia. Não consegui evitar uma ereção enquanto a olhava. A partir daquele momento, comecei a pensar em como poderia possuí-la e, ao mesmo tempo, evitar que ela continuasse trepando com o vizinho.
Na manhã seguinte, sugeri aos meus pais que passeássemos todos os dias, nós três. Ela não quis. Disse a ela em segredo que teria as noites para fazer o que quisesse, as manhãs e as tardes seriam nossas. No final, ela aceitou.
Durante o trajeto, ela ficava trocando mensagens no WhatsApp, imagino que com a Sandra. Eu fingia que não estava vendo. Quando voltamos do passeio, perguntei o que fariam à noite. Meu pai disse que só descansaria no hotel. Minha mãe disse que queria ir tomar uns drinques. Meu pai mesmo sugeriu que eu a acompanhasse. Aceitei, e ela ficou feliz. Ele nem imaginava que estava mandando ela pro abate.
Nos encontramos às 9 da noite, descemos pro bar, conversamos um pouco. Perguntei o que ela pretendia fazer naquela noite. Ela respondeu: "O que você acha?" Minutos depois, Sandra e o marido apareceram também pra tomar uns copos. Ela me disse que já era hora de ir embora, que me avisaria quando tivessem terminado. Eu disse que não iria. Ela ficou um pouco irritada, mas não pôde fazer nada. Simplesmente fiquei com eles.
Os copos foram passando e fazendo efeito nos quatro. Começamos a dançar, eu com minha mãe e Sandra com o marido. Em um momento, Sandra me pega pela mão e trocamos de parceiros. Nessa hora, Julián e minha mãe começam a dançar bem colados. Ela se vira e ele começa a esfregar a pica toda na bunda dela. Ela começa a se mexer ritmicamente junto com ele. Sandra começou a fazer o mesmo. comigo.
Finalmente, eles propuseram a gente ir pra onde eles estavam hospedados, tinham trocado de quarto pra um maior e mais confortável, tipo um miniapartamento. Fomos pra lá. Quando entramos, minha mãe e o Julián foram direto pro quarto e trancaram a porta. A mina do Sandra, assim que eles entraram, foi pra cozinha e trouxe mais uns drinks. Ela me perguntou: "Quer olhar ou ouvir?" Eu falei pra ela não ligar as câmeras, ela deu uma gargalhada e a gente brindou.
Daí a pouco começou o barulho da cama batendo na parede, sem parar. "Saúde", ela disse pra mim. Naquele momento, aproveitando o efeito dos drinks, levantei ela e joguei no sofá, beijei ela e tirei direto a saia que ela tava usando. "Que porra você tá fazendo, imbecil?", ela reclamou. Eu não falei nada, só continuei apalpando ela e tirando tudo. Abri as pernas dela e meti tudo de uma vez. Ela começou a rebolar junto comigo, e a gente ficou naquele vai e vem por vários minutos. Depois de um tempo, tirei sem ter gozado e levei minha boca pra buceta gostosa dela e comecei a chupar ela. Ela se deixou fazer. Depois de vários minutos, ela gozou, e eu meti de novo.
Do lado, ainda dava pra ouvir os barulhos da cama enquanto a gente transava no sofá, até que de repente gozei dentro dela. Comecei a encher a buceta dela toda de porra. "Tira! Tira!", ela gritava, mas eu metia mais fundo e só tirei depois de deixar a última gota dentro dela.
A gente se vestiu, e minutos depois minha mãe saiu do quarto com o Julián, os dois pareciam felizes. Eu e Sandra não trocamos uma palavra, a gente se despediu. Na saída, falei pra minha mãe irmos pro meu quarto, que precisava conversar sobre o que tinha rolado. Ela foi comigo. Quando entrei, encostei ela no meu corpo e beijei ela, tava extremamente excitado.
— Filho, o que cê tá fazendo?! — ela perguntou bem alto.
Eu não aguentava mais, só queria possuir ela. Peguei ela pelas nádegas, levantei e sentei ela na mesa que tinha no quarto. Levantei a saia que ela tava usando, ia arrancar a calcinha dela, mas vi que ela não tava de calcinha, perguntei e ela disse que o Julián tinha o costume de ficar com as calcinhas dela toda vez que eles transavam. Na hora não liguei, ela também tava muito excitada, a gente se olhou nos olhos, eu baixei a calça até o joelho, meu pau duro roçando na entrada da buceta dela, nossos olhares grudados um no outro sem piscar, a gente juntou os rostos, nossos narizes se tocando sem se beijar, a respiração muito ofegante, na hora eu meti, e começamos ali, ela sentada na mesa, eu de pé entre as pernas dela, empurrava e puxava sem parar. Ela me segurou pelas nádegas e puxava pra perto dela a cada metida, a gente não falava uma palavra, só transava. Em nenhum momento a gente parou de se olhar nos olhos até que depois de vários minutos eu comecei a gozar tudo dentro dela, sem desviar o olhar ela disse:
— O que a gente fez? Você percebeu? Eu sou sua mãe!!!
Eu não respondi, só tirei ele de dentro, peguei na mão dela e convidei pra deitar na cama, ela foi, sentou e começou a chorar, eu abracei ela, ela encostou o rosto no meu peito, a gente não falou nada. Foram vários minutos de silêncio. Levantei e trouxe um copo d’água “isso não pode se repetir” ela disse. Segurei o queixo dela e levantei o rosto, dei um beijinho, ela não respondeu na hora. Instintivamente a gente começou a tirar o resto da roupa, ela viu meu pau que tinha endurecido de novo, pegou nele e começou a me masturbar. Nessa altura a gente já tava completamente pelado, segurei o queixo dela de novo e beijei ela, dessa vez ela correspondeu ao beijo. Sem dizer uma palavra, deitei ela na cama, percorri o corpo todo dela, o pescoço, os peitos, a bunda, tudo, comecei a masturbar ela, lambi a buceta molhada dela enquanto tocava nos peitos dela.
Depois de vários minutos, subi meu rosto junto com o dela, beijei ela. Com uma mão, eu acariciava os peitos dela; com a outra, ajustava a pica pra meter e começamos de novo. Entrava e saía, ela colocava uma mão no meu peito e com a outra também percorria meu corpo. Num momento, entrelaçamos os dedos das duas mãos, um de cada lado, e a penetração ficou mais forte. Ela se mexia junto comigo, não só recebia prazer, mas se esforçava pra dar também. Sem desviar o olhar, seguimos até eu gozar dentro dela de novo. Terminamos abraçados, como se fôssemos dois apaixonados. Naquele instante, propus que ela terminasse o que tinha com o vizinho e que fosse eu quem a satisfizesse sexualmente. Ela respondeu com outro beijo, o que entendi como uma resposta positiva. Já era quase de manhã, então nos vestimos e ela foi pro quarto dela. Ainda tínhamos vários dias de férias pela frente.
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