Mudança de Mãe (IX)

Depois que meu pai foi embora, eu passava todos os dias na casa da minha mãe. Na verdade, me mudei pra lá. A gente morava junto quando meu pai não estava.
A gente fodia como uns loucos, cheguei a comer minha mãe em todos os cantos da casa. No banheiro, na cozinha, na cama dos meus pais, na sala...
Era uma loucura, minha mãe tava solta, todo dia a gente transava pelo menos duas vezes.
Os dias foram passando, e chegou o dia de embarcar no cruzeiro.
— Mãe, quando é que o pai chega?
— Ou hoje à noite ou amanhã.
— Tá bom, então vou pra minha casa hoje, arrumar a mala, caso ele venha hoje à noite.
Mas, mãe, como é que a gente vai foder no cruzeiro? Não consigo ficar 10 dias sem te comer agora...
— Não se preocupa com isso, filho, já tenho tudo planejado. Você só precisa se preocupar em aproveitar a viagem. — Disse minha mãe, bem convicta.
A família toda pegou um ônibus pra nos levar até Barcelona, onde a gente ia embarcar num cruzeiro pelo Mediterrâneo de 10 dias. Eu tava nervoso, ansioso pra viajar. Verdade seja dita, também tava afim de passar um tempo com a família, ia ser legal.
Embarcamos naquele navio gigantesco. Era enorme, não faltava o menor detalhe.
Nos acompanharam até os nossos quartos.
Os quartos eram vizinhos. O dos meus pais e o meu podiam ser unidos ou separados por uma porta.
Era a cabine principal, por onde tinha que passar pra entrar no meu espaço. Tinha banheiro só pra mim, uma cama grande e até um sofá-cama. A única coisa é que, se eu quisesse sair, tinha que passar pelo quarto dos meus pais. Minha mãe tinha pensado bem nisso.
— Filho, gostou do quarto? O seu é um pouco pequeno, mas como você viaja sozinho, acho que dá conta. Além disso, a gente pode ver TV os três juntos; se quiser privacidade, é só fechar a porta.
— Sim, mãe, tá muito bom, gostei. — Falei enquanto meu pai olhava os quartos.
Meu irmão e minha cunhada estavam no quarto ao lado. Era parede com parede com o meu.
Descansamos um rato até que o navio começou a navegar.
Eu sabia que minha mãe e minha cunhada tinham ido fazer compras, mas não sabia o que minha mãe tinha comprado. Tava morrendo de vontade de ver os biquínis que elas compraram. Queria ver minha cunhada de biquíni, nunca tinha visto ela e, sinceramente, embora eu gostasse mais da minha mãe e ela me deixasse mais tarado, não teria problema nenhum em dar uma trepada com minha cunhada. As punhetas que já bati pensando nela...

Saímos toda a família pra dar uma volta pelo navio. Conhecer tudo um pouco.
Era uma cidade pequena dentro de um navio, tinha de tudo: lojas, cassino, bares…
Tínhamos tudo incluído, então decidimos ir tomar umas cervejas todos juntos. A coisa prometia.
Meu irmão e meu pai bebiam como loucos… Que bebedeira esses dois vão pegar. As respectivas mulheres deles tentaram segurar e disseram pra não beberem tanto, mas eles responderam bem convencidos que só se vive uma vez e que tinha que aproveitar.

Passamos a tarde, descemos pra jantar no restaurante e, ao sair, tomamos algo num bar no convés…
Meu pai e meu irmão estavam soltos, bebendo sem parar. Mas finalmente conseguimos levá-los pra cama.
Naquela noite não rolou nada com minha mãe, queríamos ver como ia ser. Meus pais foram pra cama deles e eu fui pro meu camarote.

Pouco tempo depois, uns 20 minutos de estarmos na cama, pude ouvir minha mãe querendo foder com meu pai, mas ele não conseguia.
Me aproximei da porta que separava o quarto e abri um pouco.
Vi minha mãe de tanguinha, tentando fazer meu pai ficar duro. Ela chupava ele, passava os peitos na pica dele… Mas meu pai, nada.
Meu pai só conseguia dizer:
— Deixa pra lá, Pili, não tem jeito. Acho que bebi demais e já não tenho 20 anos, isso não responde.

Minha mãe tava com tesão, mas caiu na cama derrotada, coitada. Se não fosse meu pai, eu metia uma foda daquelas que deixam ela louca. Mas não ia ser o caso.
Eu fui pro meu quarto. cama e fiz uma boa punheta, não queria fazer nada com a minha mãe, sem saber como meu pai dormiria...
Mal consegui pregar o olho, que jeito de roncar do meu pai. Aquilo não era normal, parecia que o navio ia afundar.
Coloquei o ouvido pra ver se meu irmão e minha cunhada estavam transando, mas nada, não ouvi nada. Ou as paredes são muito grossas, ou tão dormindo...
Fui acordado pelo barulho da minha mãe no quarto dela. Do meu quarto, com a porta meio aberta e graças a um espelho, consegui ver minha mãe entrando no banheiro e tomando um banho.
Consegui ver a coitada se masturbando, meu pai tinha deixado ela com tesão ontem à noite e ninguém satisfez ela.
Ouvi meu pai acordando também, aí tomei uma ducha e coloquei a sunga. Queria passar o dia na piscina.
Fui pro quarto dos meus pais.
— Bom dia, como vocês dormiram? — perguntei pros dois.
— Muito bem — respondeu meu pai na lata —, dormi como um homem...
— Gostaria de dizer o mesmo — falou minha mãe. — Mas pra mim foi impossível dormir com os roncos que você solta. Além disso, você bebeu demais e não parou de se mexer a noite toda...
— Não fica brava, mulher, me desculpa — disse meu pai.
— Mãe, eu também ouvi o pai roncando, mas com a porta fechada dá pra ouvir pouco. No meu quarto tem uma cama e um sofá-cama, se você quiser, pode dormir na minha cama e eu fico no sofá-cama. Assim todo mundo descansa, senão os dias vão ficar muito longos e a gente tem que ir passear. Se você não descansar, vai ficar morta, não vai aproveitar nem descansar.
Já tinha colocado meu plano em ação. Se minha mãe dormisse no meu quarto, a gente poderia foder à noite que nem uns loucos...
— Filho, mas não quero invadir sua privacidade, já é o bastante você dividir o quarto com seus pais, pra agora sua mãe dormir no seu quarto porque o marido ronca que nem um urso — protestou minha mãe.
— Mãe, pelo amor de Deus, não fala besteira, pra mim não faz a menor diferença. Não sei pro pai. A gente veio pra aproveitar e se divertir.
—Pra mim tanto faz, disse meu pai. Eu, Pili, o que quero é que você descanse. Tem que entender que passo o dia todo trabalhando, e de carro, então não posso beber, e agora que posso dar uma relaxada... pois me dá vontade.
—Tá bom, sentenciou minha mãe, vou dormir com o menino. Assim todo mundo descansa. Ela disse com voz de indignada...
Minha mãe e eu fomos tomar café, meu pai ficou na cama. Ao sair pela porta do quarto, minha mãe olhou o corredor, viu que não vinha ninguém, e pegou na minha pica.
—Que vontade de chupar ela e enfiar na minha buceta...
Entramos no elevador, como estávamos sozinhos, nos beijamos muito, passamos a mão um no outro pra valer. Nós dois precisávamos de uma boa fodida da nossa.
Pegamos uma mesa pra quatro, caso meu irmão e minha cunhada descessem. Aí falei pra minha mãe:
—Mãe, ontem não rolou nada, hein. Vi você chupando a pica do papai e esfregando os peitos nela, mas ele não conseguiu endurecer. Eu teria te fodido com gosto, mas...
—Pois é, filho, a verdade é que eu tava com muito tesão, queria que você nos ouvisse fodendo, mas não teve jeito. Hoje de manhã no chuveiro tive que fazer uma boa punheta.
—Eu sei, mãe. Do meu quarto, graças aos espelhos, vi você se dando um presente.
Mas enfim, isso é passado. Se hoje à noite você vier no meu quarto, a gente fecha a porta e pode foder. Deixamos o papai beber à vontade no jantar do capitão, e ele dorme como uma pedra a noite inteira.
Não percebe que eu tô fodindo no quarto ao lado a mulher dele, que se dane.
Isso me dá um tesão do caralho, falei bem convencido pra minha mãe.
—É assim que vamos fazer, mas agora cala a boca que a Claudia vem vindo.
Minha cunhada descia sozinha. Sentou com a gente.
—Bom dia, gostosa, falei pra minha cunhada. Descansou? E meu irmão?
—Oi, cunhado, bom, descansar o que se diz descansar...
Esses dois passaram a noite inteira fodendo como loucos, pensei que valente é meu irmão, puxou a mim. Claudia respondeu minhas perguntas…
—Seu irmão não parou de roncar a noite inteira, se mexe mais que navio. Me deixou sem dormir. Já avisei: se hoje for igual, dorme no sofá-cama. — disse ela, irritada.
—Ah, então puxou o pai. Eu vou dormir no quarto do Luisja hoje. O Arturo não me deixou pregar o olho. Vim descansar, não pra estragar as férias.
—E ainda diz que tá de ressaca, que vai ficar na cama… E eu que me vire sozinha. — concluiu Claudia, muito brava.
—Calma, Claudia, não fica assim. Liga pra gente e vem com a gente, deixa ele. — falei, tranquilo.
—É, Luisja, mas você sabe que ontem seu pai e seu irmão passaram a noite bebendo, e acho que vai ser assim a viagem toda.
—Fica fria, pra isso que a gente tá aqui. — falei, amenizando a situação. — Agora vamos pra piscina um pouco, pegar um sol e dar uns mergulhos. Além disso, hoje temos que ficar gostosos pra ceia do capitão, e vai ter que dançar um bocado… Se seus maridos não quiserem, eu tô aqui… Jejeje, falei rindo.

Terminamos de tomar café e fomos pra piscina. Assim que chegamos, nos colocaram nuns espreguiçadeiras, com toalhas e tudo. Isso é luxo.

Aí apareceu a melhor visão do dia: minha mãe e minha cunhada de biquíni. Porra, minha mãe tinha comprado um biquíni normal, e o da minha cunhada também não era nada demais. Nada de fio dental ou biquínis minúsculos, mas adorei ver as duas. Tavam muito gostosas. Pensei que meu irmão era tão idiota quanto meu pai, e que se continuasse assim, ia acontecer com ele o mesmo que com meu pai: iam comer a mulher dele…

Tive que sair correndo pra água, me joguei na piscina. Tinha ficado de pau duro e não dava pra Claudia perceber.
—A água tá uma delícia. Entrem! — gritei de dentro da piscina.
—Vamos pegar sol. — disseram as duas ao mesmo tempo.

Fiquei nadando um pouco e curtindo a água, numa boa.

A manhã passou e já era hora do almoço. Nem meu pai nem meu irmão tinham dado sinal de vida, e suas mulheres se… começavam a ficar irritados, principalmente minha cunhada.
*Olha, são 14h e ela ainda não deu sinal de vida, isso não é nem um pouco normal. Disse já bem irritada minha cunhada.
-Bom, calma, vamos ver se tão no quarto ou onde tão. Falei pra relaxar o clima.
Não estavam longe, estavam no bar tomando uma cerveja e um aperitivo. Fomos até eles.
Minha mãe, como já tá acostumada, não falou nada pro meu pai, mas minha cunhada falou pro meu irmão.
-Já é demais, cadê você se meteu a manhã toda? Depois a gente conversa, falou pro meu irmão meio irritada.
Tava claro que minha cunhada não queria armar o maior barraco ali, mas quando fossem pro quarto, com certeza ia dar uma baita bronca...
Comemos os cinco, já mais de boa. Ficamos conversando sobre o jantar da noite e a gala que a gente tinha que vestir.
"Como me irrita ter que me arrumar pra gala, falou meu irmão. Vim descansar e vestir do jeito que quiser, não de terno.
-Bom, é só uma noite, falei eu, não é pra tanto.
Depois de comer, como tava muito calor, fomos descansar um pouco no quarto.
Bom, meu irmão acho que foi ouvir uma bela bronca...
Nós três deitamos na cama pra ver um pouco de TV.
Eu sozinho e minha mãe com meu pai.
Deviam ter passado umas duas horas, e como meu pai tinha dormido de novo, minha mãe e eu fomos pra piscina. Eu queria ir pra algum lugar pra ver se conseguia foder minha mãe, mas bateram na porta do quarto dos meus pais.
Eram meu irmão e minha cunhada, iam pra piscina e perguntaram se a gente queria ir junto. Esse aí levou uma boa chuva, tá bem calmo.
Nós quatro fomos pra piscina e passamos a tarde entre mergulhos e conversas. Uma cervejinha no bar da piscina, mas pouca coisa.
O jantar era às 22h e já eram 20h30, a gente tinha que tomar banho e se arrumar todo mundo.
Meu pai não sabíamos onde tava, com certeza no bar. Mas quando passamos, não tava lá. Devia estar no quarto.
Subimos pro quarto, ele tava na cama, não tinha se mexido. Masturbando a tarde inteira… que vagabundo.
—Mas Arturo, você não se masturbou a tarde inteira, que preguiçoso você é, ainda por cima nem se preparou pro jantar. Vamos, ande logo, que eu também tenho que tomar banho e não quero chegar atrasada.
—Já vou, mulher, não fica brava. Disse meu pai enquanto entrava no banheiro pra tomar banho.
Eu preparei o terno e me aprontei pra tomar banho. Tomei um banho relaxante, bem tranquilo.
Veio na minha mente a imagem da minha cunhada e da minha mãe de biquíni, e fiquei de pau duro ao lembrar como os lábios da buceta da minha cunhada marcavam no biquíni.
Peguei meu pau e comecei a bater uma boa punheta, tava com tesão o dia todo… Levei uns 5 minutos pra gozar, que punheta mais gostosa. Já tava como novo.
Saí do chuveiro. Minha mãe tava tomando banho e meu pai já tava pronto. Então meu pai disse pra minha mãe:
—Já tô pronto, espero vocês no bar. Tô com muita sede.
Tava claro que não dava tempo de foder minha mãe, faltava menos de uma hora pro jantar. Mas pelo menos, ia me deliciar com o corpo dela.
Quando meu pai foi embora, saí do meu quarto de cueca, à procura da minha mãe. Ela tava nua.
Nos fundimos num beijo longo, com muita paixão, tava quase o dia todo sem dar um beijo bom nela, desde a hora do café da manhã… Acariciei os bicos dos peitos dela, as tetas e a buceta dela, que já tava ficando molhada…
—Fica quieto, filho, deixa pra noite, vamos nos vestir. Além disso, não quero chegar atrasada e nos verem chegando acalorados. A Cláudia é muito esperta e não quero que nos pegue.
—Tá bom, mãe, mas deixa eu pelo menos ver como você se veste. Falei sussurrando no ouvido dela.
—Não, depois à noite você faz o que quiser, mas agora vamos, que não quero chegar atrasada. Anda, se veste e desce pro bar com seu pai, não quero sair do quarto com você e nos verem chegando juntos.
Me vesti rápido, beijei a boca da minha mãe de novo, toquei na buceta dela outra vez e desci pro bar pra tomar uma cerveja com meu pai.
Tomamos um par de cervejas, e pouco depois de estarmos lá, ela apareceu. meu irmão e minha cunhada.
Caralho, como minha cunhada tava gostosa, usava um vestido longo, justo no corpo, ainda não dava pra ver barriga nenhuma, ela é uma delícia. Logo depois apareceu minha mãe, tava com um vestido muito parecido com o da minha cunhada, tava linda maquiada, e com aquele vestido colado no corpo, porra, as duas são uma brasa. Quase pareciam irmãs.
Entramos, no jantar, eu tava feito um animal, só queria que tudo acabasse logo pra ir foder com minha mãe.
Jantamos muito bem, minha mãe cuidava pra não faltar vinho no copo do meu pai, tava claro que queria deixar ele fora de combate. Meu irmão também queria beber, mas minha cunhada segurava ele o tempo todo.
Quando o jantar acabou, fomos pra pista de dança, todo mundo tomou uns cubas-libres.
Meus pais foram dançar, meu irmão e minha cunhada também. Eu fiquei na mesa olhando as mulheres que tinha naquele navio, tinha muita gostosa.
Quando a música acabou, meu pai pediu outro cuba-libre e minha mãe me chamou pra dançar.
— Vamos, filho, dança com sua mãe.
Fui nessa, dançamos uma lenta, não nos encostamos muito porque todo mundo tava olhando, mas ninguém podia ouvir o que a gente falava, então falei pra minha mãe:
— Sabe, mãe, você tá linda pra caralho, tô morrendo de vontade de tirar esse vestido e comer tudo que tem por baixo. Falei todo excitado.
— Calma, tranquilo, não tem pressa. Seu pai tá enchendo a cara, então vai dormir que nem um anjo. E você e eu vamos aproveitar a noite.
— Tô morrendo de vontade.
Sentamos pra tomar outro cuba-libre. A gente tava conversando quando minha cunhada falou:
— Rober, vamos dançar mais uma música.
"Pô, já dançamos uma, não tô a fim", disse meu irmão todo preguiçoso.
— Luisja, você dança?
— Claro que sim, cunhada, vamos.
Começamos a dançar, aí a Claudia me disse:
— Seu pai tá enchendo a cara e seu irmão vai pelo mesmo caminho. Já beberam muito vinho no jantar. Vou levar seu irmão pro quarto. Ele parece um crioulo.
—Clau, deixa ele curtir um pouco. Aproveita a viagem também.
—É, mas depois eu sei o que acontece: amanhã o dia todo na cama e eu sozinha. Amanhã vamos fazer um passeio e seu irmão vai passar o tempo todo reclamando.

A música acabou, fomos pra mesa, minha cunhada disse que queria ir pra cama e meu irmão topou.
Dois a menos, agora mais uns cubas e meu pai também vai pro saco, aí só eu e minha mãe pra fuder.

Pedi outro cuba pro meu pai, minha mãe e eu terminamos o nosso. Já era hora de ir pra cama.
Meu pai tava bem felizão, agarrava minha mãe e cantarolava, minha mãe entrava na brincadeira. Chegamos no quarto e ele se jogou na cama e falou:
—A cama toda pra mim, que beleza vou dormir.
Apagou vestido. Puta merda.
Minha mãe tirou a roupa dele e o enfiou na cama, já tava roncando.

Eu esperava minha mãe no meu quarto.
Minha mãe apareceu no quarto e fechou a porta com tranca. Por via das dúvidas.
Montamos o sofá-cama, caso meu pai entrasse no quarto. Tudo friamente calculado.

Quando ficamos em silêncio, ouvimos um gemido, mas bem baixinho, era minha cunhada.
—Olha seu irmão aí, já fez as pazes com a Cláudia e tá dando a recompensa dela…
—Já pode controlar seus gritos, Mãe, que você viu como se ouve. Não quero que nem meu irmão nem a Cláudia ouçam nada.

Desabotoei o vestido da minha mãe, caiu no chão deslizando por aquele corpo que me deixava tão louco, apareceu um conjunto de lingerie que eu não conhecia.
—Mãe, e esse conjunto? — falei enquanto agarrava ela por trás e esfregava minha piroca dura na bunda dela.
—Comprei outro dia. Gostou?
Era lindo, um conjunto de fio dental totalmente transparente preto, bem macio, com um sutiã transparente que deixava ver as tetas gostosas dela e os bicos durinhos.

Minha mãe tirou minha calça e camisa, começou a chupar meus mamilos, e desceu até puxar minha piroca dura pra fora da cueca. Saiu igual a uma mola.
Começou a chupar bem devagarzinho. Eu acompanhava a cabeça dela. cabeça com minhas mãos.
Depois de um tempo de joelhos chupando meu pau, levantei ela e tirei o sutiã, comecei a chupar seus bicos duros, enquanto passava a mão por dentro da calcinha dela e acariciava sua buceta, estava muito molhada, encharcada, diria eu.
Ela me sentou na cama e começou a fazer um espanhol com os peitos, eu amava.
Peguei ela e tirei a calcinha fio dental, levei até o nariz, cheirava a buceta, que eu ia comer e que tanto adorava foder.
Comi a buceta dela, comi o clitóris, os lábios vaginais, minha mãe gostava muito, escondeu a cabeça debaixo do travesseiro pra ninguém ouvir ela gemer. Continuei por mais um tempo até que ela me parou, me deitou na cama e montou em cima de mim, começou a fazer uma masturbação com a buceta, deslizava muito bem, estava tão lubrificada.
Peguei ela e fizemos um 69, até que eu não aguentava mais e coloquei ela de quatro. Enfiei meu pau até o fundo da buceta molhada dela e comecei a bombar, rápido, aguentei um bom tempo, minha mãe gemia abafada no travesseiro.
— Isso, isso, porra, não para, não para, me mata, filho da puta, que vontade de foder eu tava, continua, continua...
Até que ela gozou igual uma louca, não sei quantas vezes, e caiu exausta na cama. Tirei meu pau e comecei a me masturbar, pedi pra ela chupar. Tava quase gozando, parei, tirei o pau da boca dela e gozei na cara toda dela. Enchi a cara dela de porra, escorrendo até os peitos.
Ela teve que ir no banheiro se limpar.
Quando voltou, descansamos um pouco, mas depois de um tempo a gente voltou a foder de novo igual uns loucos. Largamos três gozadas quase seguidas naquela noite.
Os dias passavam entre passeios, piscina... Comida, bebida. Todo dia a gente dava muita bebida pro meu pai, pra que à noite ele deixasse eu e minha mãe fodendo tranquilos. Ele não percebia nada.
Meu irmão foi perdendo a neura do primeiro dia e deixou minha cunhada meio de lado de novo. Passava quase o dia todo no bar com meu pai. Minha pobre cunhada desistiu dele.
No sexto dia, o mar estava Muito agitado, e tinha ondas enormes, quase todo mundo estava enjoado. Minha mãe não aguentava mais, coitada, passou o tempo todo no quarto vomitando.
Meu irmão, a Cláudia, meu pai e eu, verdade seja dita, não ficamos enjoados com as ondas. Depois do jantar, tomamos uns gintônicos, como fazíamos todo dia antes de dormir.
Tinha um espetáculo de malabares numa espécie de teatro que tinha por lá.
Sugeri irmos ver, mas meu pai e meu irmão disseram que era uma chatice e que iam ficar bebendo alguma coisa.
Aí a Cláudia falou: "Eu vou com você, tô a fim de ver. Além do mais, vocês só pensam em beber."
Partimos rumo ao teatro, eu e minha cunhada.
Sentamos em duas poltronas; verdade seja dita, não tinha muita gente, todo mundo estava nos quartos enjoado.
Foi quando minha cunhada me disse algo que me deixou gelado e que eu não esperava de jeito nenhum. Foi direta ao ponto. Não enrolou.
— Hoje vocês não precisam embebedar seu pai pra poderem foder tranquilos, você e sua mãe, hein.
Fiquei branco, me pegou de surpresa. Não esperava aquilo. Se me picassem, não saía sangue.
— O que você tá dizendo, Clau? Tá maluca? Que besteira é essa? Como você fala uma barbaridade dessas...
— Olha, cunhado, de boba eu não tenho nada. Tive que me virar desde pequena, como você bem sabe. A rua ensina a gente a ficar esperta. Meus pais me abandonaram, e fui de um lado pro outro até arrumar um emprego e começar a viver por conta própria.
Na rua, aprendi a não confiar em nada nem em ninguém e a observar tudo ao meu redor — disse ela, convicta.
— Eu sei disso, Clau, mas daí a dizer que eu como minha mãe... Vai uma distância enorme — falei, me fazendo de ofendido.
— Olha, cunhado, você vai com sua mãe sozinhos pra um casamento, sua mãe muda o jeito de se vestir, fica mais dias com você em Madri, vem com um sorriso que ela não tinha nem eu vi em 8 anos, e olha que a conheço. Ela depilou a buceta. Vocês se devoram com os olhos. No dia do jantar, há duas semanas, você passou a mão nela. Saindo da mesa. E além disso, que coincidência que sempre que seu irmão liga pra sua mãe, você está na casa dela... Me chame de mal pensada, mas tá na cara.
Que filha da puta, a mãe que a pariu, como ela conseguiu perceber.
- Ah, e esqueci de te lembrar que seu quarto é colado no nosso. No primeiro dia vocês tomaram muito cuidado e enfiaram a cabeça da sua mãe debaixo do travesseiro, mas vocês relaxaram e baixaram a guarda. Eu ouvi vocês fodendo a noite toda e pelo menos duas vezes...
Queria que a terra me engolisse, não sabia o que dizer, não sabia o que responder...
- E a depilação da buceta? Também é normal? Tipo, 15 dias antes do casamento, sua mãe tem um matagal de pelos (eu sei porque no vestiário da piscina vi sua mãe pelada, te lembro que vamos nadar toda semana). Ela vai pra Madrid com você pro casamento, eu dei uma espiada no dia que compramos os biquínis e bingo, não tinha um pelo. Mais um sinal, disse minha cunhada bem convencida da investigação dela.
- Não sei o que dizer, Cláudia. Meu irmão ficou sabendo? Você vai contar pra todo mundo?
- Você é burro? Eu não vou contar nada pra ninguém. Seu irmão é igual ao seu pai, não percebe nada. No fim, tá seguindo o mesmo caminho que ele.
- Por favor, não conta nada pra minha mãe, ela morreria de vergonha, falei envergonhado.
- Eu te disse que sou muito esperta, mas muito discreta. Aconteça o que acontecer, nunca vou falar nada, isso é problema de vocês. Não sou ninguém pra julgar como cada um curte o próprio corpo.
- Mas então, por que você me contou? Por que não guardou pra você?
- Vou te falar a verdade. Seu irmão sempre me disse que você faz sucesso com as mulheres, que come quem você quer, que não tem o pau muito grande, mas que deve ser bom na cama, porque as mulheres repetem. Nunca tive coragem de te falar nada com medo de você contar pro seu irmão. Quando ouvi sua mãe gozando, soube que você deve ser bom na cama e, pra ser sincera, desde que estamos no cruzeiro, seu irmão tá passando com a bebida e depois dorme, tô muito excitado. Achei que agora era a hora de descobrir o que você sabe fazer na cama.
- Quer dizer que você quer que a gente dê uma boa trepada. Mas agora? Ou quando voltarmos pra casa?
- Quero agora. Tenho um plano pra amanhã, escuta que vou te contar.
Amanhã à tarde tem excursão, quando formos comer, você e eu vamos comer ostras, nem seus pais nem seu irmão gostam. Eles têm que ver que a gente come só os dois. Depois, quando subirmos pra descansar, a gente fala que passou mal e que não vai na excursão, ficamos no quarto descansando.
Assim, você e eu temos 4 horas pra foder e me mostrar o que faz sua mãe perder a cabeça, disse minha cunhada, enquanto acariciava meu pau por cima da calça.
Puta que pariu, que esperta essa filha da puta, bom, pelo menos em rio revolto, lucro de pescador, eu ia comer ela. Já tava com vontade.
Acabou a função e fomos buscar meu pai e meu irmão. Tavam um pouco mais animados que o normal. Não tinha jeito de levar eles pra cama. No fim, conseguimos.
Quando fui pro quarto, minha mãe tava na minha cama dormindo, não quis nem acordar ela, fui pro sofá e dormi lá.
Na manhã seguinte, minha mãe acordou num relógio. Meu pai não saiu da cama, minha mãe e eu descemos pra tomar café.
- Por que não me acordou ontem à noite? Disse minha mãe
- Não quis te incomodar, você passou o dia vomitando…
- Você é um amor, meu bem.
Quando sentamos, logo apareceu minha cunhada.
- Bom dia, cunhada. Como vocês dormiram?
- Bem. Um pouco mal, seu irmão já sabe, ontem ele exagerou na bebida de novo e tá morto, mal chegou no quarto já tinha dormido. Agora não tem quem mexa nele.
- Pois é, igual ao pai. Sentenciou minha mãe.
Terminamos de tomar café e fomos pra piscina. Tava chegando a hora do almoço. Quando a gente se arrumou pra ir pro restaurante, minha cunhada me disse:
- Lembra do plano, ok?
- Sim, fica tranquila, que essa tarde você vai Saber como um homem de verdade fode, você vai saber como se faz um bom cunnilingus. Você vai gozar mil vezes. Falei baixinho, bem convicto.
—Vamos ver se é verdade tudo isso que você disse. Sentenciou a safada da minha cunhada.
Fomos buscar meu pai e meu irmão. Como não estavam no bar…
Sentamos pra comer, pegamos ostras eu e minha cunhada. Os outros só falaram: não sei como vocês conseguem comer isso vivo, que nojo.
Comemos e fomos descansar, ainda faltavam umas duas horas pra excursão.
Subimos pro quarto, e daí a pouco comecei com meu plano.
Fui correndo pro banheiro e fingi que vomitava, saí sem falar nada e voltei pra minha cama.
Repeti a operação de novo.
Chegou a hora de sair pra excursão.
—Vamos, Luisja — disse minha mãe, colocando a cabeça na porta.
—Mãe, vão vocês, caiu mal alguma coisa da comida, não posso ir, tô com muita dor na barriga.
—Foram aquelas ostras — disse minha mãe, convicta. Tá bom, eu também não vou, fico com você.
—Não, mãe, já tá paga a excursão, além disso vou ficar melhor sozinho.
Daí a pouco bateram na porta, era meu irmão.
"A Cláudia não vem, tá vomitando, diz que tá com dor na barriga" — falou meu irmão.
—Pois igual ao seu irmão — disse minha mãe —, tá na cama, uma pena. A porcaria daquelas ostras que comeram, deviam estar estragadas.
—Então o que a gente faz? Ficamos? — disse meu pai.
—Não, porra, vão, por favor, já tá pago, vocês vão ficar olhando a gente vomitar a tarde toda? — falei convicto.
—Tá bom — disse minha mãe —, vamos nós três.
O plano da filha da puta da minha cunhada tinha funcionado, hein, que esperta que era a desgraçada.
—Tchau, se divirtam — falei, me contorcendo na cama, fazendo teatro.
Quando fecharam a porta, chegou uma mensagem da minha cunhada:
—Olha pela escotilha, dá pra ver o ônibus que vai levar eles. Certifica que os três entram e quando ver partir, vem pro meu quarto, ok? Ah, e apaga essa mensagem agora.
Porra, ela tinha tudo friamente calculado, até o menor detalhe. Parecia da CIA.
Vi como embarcavam no ônibus, minha mãe, meu pai e por último meu irmão. O ônibus saiu do porto.
Tomei um banho rápido e fui pro quarto da minha cunhada.
Bati na porta dela, ela só espiou a cabeça pra ter certeza que era eu.
— Entra.
Quando fechou a porta, apareceu minha cunhada com um conjunto de lingerie de tirar o fôlego. Ela tava usando uma calcinha de renda, dava pra ver a buceta dela, com uma única linha vertical de pelos. Tinha um sutiã combinando, que deixava os bicos um pouco à mostra. Umas meias com lacinhos e uma cinta-liga. Fiquei duro na hora.
*— Seu irmão, esse tipo de coisa deixa ele muito tarado. Então imaginei que com você também, — disse enquanto se aproximava e passava a mão no meu pau por cima da calça.
— Porra, olha que gostosa, — virei ela pra admirar aquele corpão. Dei um tapinha na bunda dela.
Minha cunhada se jogou pra soltar minha calça e puxou meu pau pra fora.
— Vamos ver o que você tem aqui, vamos ver o tamanho.
— Bom, não é muito grande, mas assim depiladinha dá vontade de chupar, — disse minha cunhada enquanto engolia meu pau.
Ela sabia o que fazia, enfiava meu pau inteiro até a garganta, tirava, chupava minhas bolas e meu pau inteiro, das bolas até a cabecinha.
Enquanto me chupava, acariciei os bicos duros dela, me parece que isso ia ser sexo, mas sem amor…
Levantei ela do chão, e enquanto ela continuava me batendo uma, enfiei a mão na calcinha dela e toquei na buceta molhada, ela tava com tesão, a safada.
Soltou o sutiã e comecei a chupar os peitos dela e mordiscar os bicos…
— Ahhh, porra, que delícia. Continua, continua… — disse minha cunhada, muito excitada.
Procurei o clitóris dela e comecei a esfregar, ela abriu um pouco as pernas e enfiei dois dedos…
*— Uaaaa, uaaaa, que gostoso, sim, caralho, que gostoso…
Levei ela pra cama, deitei ela, tirei a calcinha e fui direto chupar a buceta dela. Procurei o clitóris com a língua, mexia bem rápido, ela tava muito com tesão. Chupei ele. O clitóris, minha cunhada gritava que nem uma louca. Tava gostando pra caralho. Chupei os lábios da buceta dela e enfiei a língua dentro da xereca dela…
— Continua, caralho, tu que sabe comer buceta. Não teu irmão... Ahhh, não para, porra. Não para, chupa até eu gozar, filho da puta.
Continuei mais um pouco até ela gozar que nem uma louca na minha boca, gozava jorrando. Caralho, como ela ficou.
— Cê tinha razão, ela disse, tu sabe como comer uma buceta e deixar uma mulher bem satisfeita. Não é à toa que tua mãe gosta tanto.
Aí ela voltou a chupar meu pau. Coloquei ela de quatro, e na minha frente apareceu a buceta suculenta dela e o cu dela. Meu pau ficou mais duro do que já tava...
Não falei nada e, de surpresa, enfiei inteiro até as bolas de uma vez.
— Ahhh, porra, me dá logo, não para, vai, buceta, minha cunhada gritava.
Comecei uma metida rápida, minha cunhada tava muito puta, só falava
*Porra, filho da puta, que gostoso, caralho, não para, me dá mais, porra…
Depois de um tempo, ela gozou de novo que nem uma louca, caiu na cama...
Eu ainda não tinha gozado, ainda aguentava mais um pouco…
— Mas o que que cê tem? Cê nunca goza? Minha cunhada disse, deitada na cama. Porra, o merda do teu irmão tem maior, mas aguenta metade do que tu fode.
— Ainda tenho fôlego e vou enfiar nesse teu cu.
— No cu? Nunca me pediram. Mas podemos tentar.
Peguei um pote de lubrificante que tinha na mesinha, coloquei ela de quatro de novo e comecei a dilatar o cu dela com os dedos.
Quando já tava um pouco dilatado, passei bem de lubrificante no meu pau e enfiei inteiro.
— Ahhh, bufff, minha cunhada disse.
No começo doía, mas aos poucos a dor começou a virar prazer… Aumentei um pouco o ritmo da metida, agora ela tava gostando, dei uns tapas no cu dela.
— Cê gosta, hein, putinha… Como cê gosta que teu cunhado te foda, hein, vagabunda, como cê curte quando teu cunhado arrebenta teu cu, hein, porra, como cê me deixa doido, gostosa. Já tava bem tarado
—Sim, sua puta, você fode melhor que o corno do seu irmão, continua, não para, não goza ainda. Continua, continua, ahhhh.
Ela gritava que nem uma louca. Me parou de novo
—Porra, macho, não aguento mais, mas quando você vai gozar, seu filho da puta, vai me arrebentar...
—Ainda aguento mais, mas você podia chupar até eu gozar. Falei.
Ela voltou a chupar minha pica. Acompanhava a cabeça no meu pau.
—Eu aviso, falei precavido pra minha cunhada.
—Não precisa, vou engolir tudo.
Porra, que puta que minha cunhada era, podia ter comido ela antes...
Aguentei mais um pouco, mas já não dava, do meu pau duro saíram jorros de porra em quantidade, minha cunhada não dava conta de engolir tanta porra. Não parava de gozar nem ela de chupar meu pau...
Terminamos os dois exaustos na cama. Já tava fodendo há mais de uma hora... Tava destruído. Aí minha cunhada falou:
—Vamos ver o machão que você é, ainda temos umas duas horas pra foder. Então vamos, quero mais.
Comecei a passar a mão nela e fiquei duro de novo que nem um touro. Fodi ela de novo que nem um louco, minha cunhada gritava que nem uma louca, como ela curtia.
Depois de mais de 3 horas de sexo louco, minha cunhada sentenciou:
*Tá claro que seu irmão levou a pica maior, mas não sabe usar igual você. Você sim sabe fazer uma mulher gozar. Não o corno do seu irmão. Vamos repetir de novo com certeza. Agora me dá uma lata do minibar pra jogar na cama, vou chamar a arrumação pra trocar os lençóis. Caso seu irmão volte e sinta cheiro de homem. Não fala nada nunca e a gente pode foder quantas vezes você quiser. Disse minha cunhada enquanto me acompanhava até a porta e pegava no meu pau de novo.
Nos despedimos, fui pro meu quarto. Mal conseguia andar.
Dormi a noite inteira, nem percebi quando meus pais voltaram...
O cruzeiro tava acabando, minha mãe recebia a ração de pica todo dia, mas minha cunhada não dava, só consegui comer ela mais uma vez no Vestuário da piscina…
Ninguém nunca percebeu que eu como minha mãe e minha cunhada.
Minha mãe também não sabe que eu tô comendo minha cunhada.
Mas por enquanto, continuo comendo as duas. E faço elas gozarem como loucas.
Espero que tenham gostado da nossa história.
Valeu por ler.
FIM...

1 comentários - Mudança de Mãe (IX)