Não podia acreditar no que tinha acabado de ver, não dava crédito à foto que minha mãe tinha me mandado. Será que eu tava sonhando?
Peguei o celular e liguei pra minha mãe, queria saber o que tinha rolado pra ela dar essa mudança.
— Oi, mãe, e essa foto? Cê tem certeza que era pra mim?
— Oi, meu filho. Sim, claro, senão pra quem seria? — perguntou minha mãe, surpresa.
— Não, sei lá, mãe, talvez pro seu amante, não sei, me desconcertou. Não esperava que a gente fosse transar de novo. Cê tava tão decidida...
— Que história é essa de amante? O que você sabe disso? Quem me viu? Quem te contou?
— Calma, mãe, ninguém te viu, só eu. Te vi entrando em casa com um cara da minha idade, você tava vestida com a roupa que te dei no seu aniversário. Subi e ouvi que vocês tavam prestes a transar, e saí correndo sem pensar duas vezes.
— Que vergonha, mas por que não me falou nada? Porra, fiz papel de idiota.
— Bom, mãe, não se torture. O que rolou com o cara?
— Era um sobrinho da minha amiga Marta.
Ela me disse uma vez que tinha um sobrinho que era louco por milf, na verdade ela falava que, se quisesse, ele até comeria a própria tia. Como eu já conhecia ele, usei minhas armas de sedução que funcionam tão bem com você e fui procurar ele onde ele trabalhava. Cumprimentei ele e nem precisei convencer, ele topou na hora.
— E aí? Não transou com ele de novo? Não se encontrou mais? — perguntei, intrigado.
— Não, filho. Não curti nada a sensação. Tudo era muito frio. Ele tem uma pica maior que a sua, mas se não sabe usar direito... não adianta nada.
— Não vai tentar de novo, mãe?
— Não, filho. Fiquei pensando muito nessas três semanas, e nem com seu pai, nem com esse cara, curti o mínimo.
Não cheguei a sentir o prazer que você me dá. Não cheguei a ter um orgasmo como os que você me proporciona.
Decidi que a vida é muito curta e quero vivê-la ao máximo, quero continuar aproveitando na cama. Quero continuar me sentindo jovem. Quero acabar com essa vida chata. que carreguei, por tantos anos. Custe o que custar. Mesmo que tenha que fazer com você, não me importa.
—Mãe, fico muito feliz que você tenha tomado essa decisão, fico feliz que você queira viver sua vida ao máximo.
—Então, você vai foder com a sua velha mãe de novo? — disse minha mãe, com a voz melosa.
—Claro, mãe, tô morrendo de vontade de te ter nas minhas mãos e te fazer gozar. Sabe, mãe, eu também transei com outra pessoa depois de ter transado com você, e não gostei nada. Preciso de você. Quero te comer inteira de novo, quero ter noites loucas, como tivemos em Madrid...
—Então amanhã, quando você vier, a gente pode ter uma. Te espero. Tô morrendo de vontade de você me fazer gozar... Te amo, meu rei, até amanhã.
—Até amanhã, mãe. Ah, e veste a roupa da foto, tô morrendo de vontade de ver ao vivo...
Desliguei o telefone. Abri a foto de novo, tava a mil, bati mais uma punheta, daquelas que você goza igual um louco...
Minha mãe me deixava a mil, era capaz de me deixar com o pau duro o dia inteiro.
Ceei um pouco e fui dormir, queria pegar força pro dia seguinte.
A manhã passou devagar, pareceu uma eternidade, mas antes do meio-dia eu já tinha terminado meu trabalho e tava pronto pra voltar pra casa.
Não parei nem pra comer, só pra mijar e descansar um pouco, tava morrendo de vontade de chegar em casa.
Quando já tava quase chegando, umas 19:30, o celular tocou. Era minha mãe.
—O que que é, a rainha dos meus sonhos? — falei, todo feliz.
—Merda, filho, seu pai chegou. Veio passar o fim de semana. Porra, que sorte a nossa. Agora o que a gente faz, filho?
—Porra, que oportunidade, ele passa meses sem vir e agora no último mês veio duas vezes. Parece que quer foder nossos planos. Parece que tá sentindo alguma coisa.
—Que vai sentir nada. Só deu nisso...
—Bom, mãe, tô quase chegando, falta uma hora. A gente inventa uma desculpa e amanhã dá um jeito de dar uma escapada.
—Tá bom, filho, tô morrendo de vontade. Te amo, meu rei.
Segui meu caminho. Tava claro que eu ia ter que esperar mais um dia pra foder com a mamãe, mas naquela mesma noite, eu ia ver ela, dar um beijo nela pelo menos. Depois de um pouco mais de uma hora, cheguei em casa, estacionei na garagem e subi. Tava pensando em como ia fazer no dia seguinte pra comer minha mãe. Abri a porta e fui direto pro meu quarto largar a mala. Quando acendi a luz, quase morri do susto...
— Porra, mãe, que susto você me deu. Quer que eu tenha um troço? Minha nossa.
— É que você não gostou da surpresinha que sua mãe te deu? Não gostou de como sua mamãe se vestiu? — ela disse, deitada na minha cama.
— Gostei, sim, mãe, mas tomei um susto danado, não esperava por você...
— Seu pai tava em casa e eu não podia esperar até amanhã sem ganhar minha ração de sexo que tanto preciso...
Aí, já mais calmo, comecei a ver aquela imagem que tinha visto no dia anterior no meu celular. Minha mãe tava deitada na cama, com aquele body transparente, dava pra ver os mamilos durinhos, aqueles lábios da buceta grossos e carnudos que eu tanto gosto. Não tinha nenhum pelo, a buceta dela era perfeita, coberta por uma espécie de roupão com rendas transparentes... Meu pau não aguentou mais, ia sair da minha calça. Tirei a roupa e me joguei em cima da minha mãe. Nos fundimos num beijo longo, de língua, com muita, muita paixão. Achei que a gente ia morrer por aquele momento. Acariciei a buceta dela pela abertura que o macaquinho me dava, tava completamente encharcada. Minha mãe tava muito puta. Então, enquanto acariciava minha cabeça, ela disse:
— Meu menino gostou da surpresa que eu dei?
— Porra, amei, quase morri do susto, mas gostei muito, muito. Tava puto só de pensar que a gente só ia foder amanhã, mas já vi que você também não aguentava esperar...
— Vamos, amor, não podemos ficar muito tempo. Seu pai tá me esperando pra jantar. Falei pra ele que, como achei que você não vinha, tinha combinado com minhas amigas de sair pra tomar algo. Que Voltaria em umas horas pra jantar...
—Então vamos, mãe, não vamos perder mais tempo…
Beijei o corpo dela inteiro, do lóbulo da orelha até o tornozelo, e voltei subindo com os beijos.
Beijei a buceta molhada dela, já tava mais que pronta pra eu meter, mas eu ainda não queria. Queria que você ficasse ainda mais tesuda...
Parei, bem na buceta dela, minha mãe pegava na minha cabeça pra levar até a boceta, e eu ia chupar, mas fiz ela esperar mais um pouco... Dei mordidinhas nos lábios vaginais, ela tava muito safada.
—Porra, filho, para de frescura e de me deixar mais doida e chupa minha buceta de uma vez, que eu vou explodir...
Obedeci, não tínhamos muito tempo.
Chupei a buceta dela, como uma mulher merece, chupei o clitóris, os lábios vaginais, enfiei minha língua, ela tava morrendo de prazer, tava uma louca...
Deito na cama e ela engoliu meu pau inteiro, tava durasso.
Um gemido de prazer saiu da minha boca, quando ela enfiou até as bolas...
Depois de um tempo de boquete, coloquei ela de quatro, na cama, e meti de uma vez.
Enfiei até o fundo, até minhas bolas baterem na buceta madura dela...
—Ahhh, porra, que gostoso, amor... Mais, continua, me mata de prazer, e pensar que eu queria abrir mão desse prazer pra sempre... Não para, porra, não para... enfia maaais...
Comecei a bombar, agarrei os peitos dela enquanto metia, apertei, apertei os bicos dos peitos, ela tava muito safada... Gritava que nem uma louca. Tava morrendo de prazer...
Continuei mais um tempo até minha mãe falar:
—Tá, para, meu amor, para, que eu já gozei um monte de vezes, não aguento mais...
—Já, mãe, mas eu ainda não gozei...
—Isso eu resolvo, meu querido
Deito na cama e ela ficou de joelhos. Começou a chupar meu pau, do jeito que só ela sabia, como a deusa da cama que era. Chupou minhas bolas, lambeu meu pau das bolas até a cabeça, eu tava prestes a explodir...
—Mãe, vou gozar, vou gozar.
Aí ela continuou naquela velocidade um pouco mais, até meu pau começar a soltar jatos de leite como uma louca. Eu gozava litros, não conseguia parar.
Minha mãe diminuiu a velocidade da manada e engoliu toda a minha porra abundante...
— Cada dia gosto mais, adoro a cara que você faz quando goza na minha boca e eu engulo. Só por isso eu engoliria sempre...
— Te amo, Mãe, senti muito a sua falta, sentia falta dessas gozadas...
A gente se beijou de língua um pouco, até que minha mãe falou firme:
— Vamos, tenho que ir, seu pai deve estar me esperando.
— Mãe, vamos tomar banho juntos e depois te levo em casa e janto com vocês.
— Tá bom, filho, mas só tomar banho, nada mais, que seu pai está esperando e não quero dar o menor motivo pra ele desconfiar de algo.
Fomos pro chuveiro, eu ainda tava duro que nem um louco, precisava de mais uma transa. Enquanto minha mãe tirava o sabão com a água, cheguei por trás e esfreguei meu pau na bunda dela, beijei o pescoço... apalpei os peitos dela.
— Filho, você já sabe o que eu falei antes de entrar. Então, pelo amor de Deus, fica quieto e vamos logo. Não dificulta mais...
— Tá bom, Mãe, vamos terminar e nos vestir... Te amo, amanhã tem mais.
A gente se secou, minha mãe vestiu a calcinha transparente que eu escolhi pro casamento com o sutiã combinando que deixava os peitos à mostra...
Mas a roupa era a de sempre. Aquela roupa feia que ela sempre usava.
— Mãe... mas e essa roupa? Filho, eu disse que é aos poucos, a roupa íntima já troquei quase toda, e seu pai nem percebeu...
A gente riu junto, e cinco minutos depois, saímos caminhando pra casa dos meus pais.
Chegamos na casa dos meus pais.
— Oi, pai — gritei, enquanto entrava pela porta.
— E aí, Luisja, que surpresa, como assim por aqui?
— Nada, a mãe me disse que tava por perto e vim te ver e jantar com vocês...
— Fico feliz, muito, como foi em Alicante?
— Foi bem, na verdade, não gosto muito de ficar fora, mas fazer o que, foram só duas semanas.
Minha mãe avisou que o jantar tava pronto. Minha mãe continuava com aqueles Pijamas largos, feios. Mas escondia um corpaço por dentro.
Olhei pra minha mãe e, sinceramente, ela parecia mais feliz, tava com um sorrisinho...
Jantamos e batemos papo por um bom tempo, quando deu meia-noite, e eu ia voltar pra casa, tava caindo uma tempestade muito forte, não tinha levado guarda-chuva, nem carro. Não esperava por isso.
— Luisja, com esse temporal, vai embora pra casa? Você vai se molhar todo e ainda pegar uma pneumonia. Por que não fica aqui pra dormir? — disse minha mãe, convicta.
— Pois é, não é uma má ideia.
— Claro que sim — disse meu pai —, pra isso você tem seu quarto.
— Beleza, então vou ficar, mas vou pra cama. Tô exausto entre a viagem e as semanas de trabalho que tive.
Fui pro meu quarto antigo, e esperei um pouco pra ver o que minha mãe ia fazer. Esperei um tempinho, mas eles não foram dormir. Tavam vendo TV.
Me enfiei na cama e dormi na hora, tava acabado...
Foi minha mãe que me acordou acariciando meu pau.
— Bom dia, querido, gosta de como a mamãe te acorda? — sussurrou no meu ouvido.
Enfiei a mão no pijama da minha mãe e comecei a apalpar os peitos dela, enquanto ela acariciava meu pau já pra fora da cueca.
A gente se deu um belo beijo. A situação me dava tesão, meu pai no quarto ao lado dormindo e minha mãe me masturbando...
Passei a mão na buceta dela, tava molhada, minha mãe tava com tesão.
Mas tivemos que parar com nosso agarro, ouvimos que meu pai tinha levantado.
Minha mãe saiu do quarto voando, fechando a porta, e eu sabia que não ia ficar por isso mesmo. Peguei meu pau e comecei a pensar na minha mãe. Pensei na primeira vez que vi ela pelada, na vez que ela experimentou lingerie na minha frente. Na vez que depilei a buceta dela.
Foi aí que gozei, igual um louco. Que punheta matinal gostosa. Pena que não foi a mamãe que fez.
Saí e tomei um banho, deixei a porta aberta caso minha mãe quisesse entrar, mas ela não entrou.
Me vesti e saí. Café da manhã com meus pais. Meu pai estava tomando café e lendo o jornal no tablet, super tranquilo. Minha mãe me olhava com olhos cheios de tesão, e piscava pra mim. Mandava beijinhos pelas costas do meu pai. Tava claro que ela tava a fim de um rolo...
Como ninguém tomava atitude, eu me manifestei.
— Bom, já que parou de chover, vou pra casa, tenho que lavar roupa e fazer umas coisas…
— É, e eu vou fazer compras — disse minha mãe.
Já tava vendo o que minha mãe queria comprar. Antes de ir às compras, ela queria comprar a carne que tava debaixo da minha calça. Gostei da ideia. Mas logo o plano se fodeu.
— Tá bom — disse meu pai. — Pili, eu vou com você fazer as compras…
— Fica tranquilo, amor, fica em casa descansando se quiser — disse minha mãe, tentando convencer meu pai.
— Fica tranquila, amor, assim eu pego um ar...
Porra, meu pai nunca acompanha minha mãe nas compras, e hoje que eu queria comer ela, ele fode nosso plano... Bom, já vai ter tempo.
Minha mãe foi trocar de roupa e meu pai foi tomar banho. Quando ele fechou a porta do banheiro, corri pro quarto dos meus pais.
Minha mãe tava pelada se vestindo…
— Porra, que filho da puta, seu pai fodeu nossa transa. Com o tesão que eu tô. Olha, amor, como minha buceta tá molhadinha — disse minha mãe enquanto abria a buceta e me mostrava a rosadinha dela.
— Não me fala nada, Mãe, assim eu não aguento até segunda quando ele for embora.
Cheguei perto dela, nos beijamos e eu toquei, a buceta dela tava encharcada. A gente tava seguro enquanto desse pra ouvir a água.
Minha mãe tocava meu pau por cima da calça, eu tocava o clitóris dela. Mas nessa hora, a água parou. Eu saí voando pra sala. Quando meu pai saiu do banheiro, minha mãe passou e fechou a porta.
Tava claro que ela ia fazer uma boa punheta, a coitada não aguentava mais, tava muito cachonda.
Pouco depois ela saiu já banhada, pelo tempo que ficou lá dentro, tinha se masturbado gostoso…
Assim que meus pais se aprontaram, saímos de casa, ela pra fazer compras. Comprei com meu pai e fui pra minha casa.
Quando chegamos no portão
— Porra, esqueci o celular lá em cima. Vou buscar — disse meu pai enquanto entrava de novo no prédio…
— Mãe, não me engana, que punheta você bateu no banheiro, hein…
— É, filho, não aguentava mais, tava doida de tesão, e com seu pai enchendo o saco não dava pra segurar. É a primeira vez que me toco, gosto e curto…
— Fico feliz, Mãe, mas como a gente vai fazer? Quando vamos transar?
— Porra, filho, com seu pai não sei, também tô com vontade, mas o que você quer fazer?
— Sei lá, Mãe, mas o tesão da situação me excita pra caralho, fico duro o dia inteiro…
O celular da minha mãe nos tirou da conversa.
— Alô, Roberto. Sim, filho, beleza? Tudo bem? Vale, combinado. Então hoje a gente janta. Tá, amor, eu falo com seu irmão. Um beijo.
— Mãe, o que o Roberto disse? O que ele queria?
— Ele me disse…
Aí meu pai voltou.
— O que foi? — perguntou meu pai.
— Nada, o Roberto acabou de ligar, já que você tá aqui, por que não jantamos todos juntos hoje? Ele pediu pra avisar você também, Luija.
— Tá bom, Mãe, pra mim perfeito. Não tenho nada planejado.
— Então vamos a um restaurante, não quero que você passe o dia todo na cozinha. O tempo tá bom, temos que aproveitar o dia — disse meu pai, bem seguro.
— Boa ideia — disse minha mãe.
— Beleza, então a gente se vê à noite. Quando escolherem o lugar, me avisem o horário. Vou pra casa resolver umas coisas. Tchau.
Fui pra minha casa. Gostei da ideia de jantar a família toda junta, mas também tava doido pra comer minha mãe e não tinha jeito.
Fiquei ocupado em casa o dia todo, às 16h minha mãe ligou.
— Alô, amor, como tá meu pinto?
— Mãe, ele tá morrendo de vontade de meter na sua buceta e gozar que nem uma louca…
— Pois é, filho, não vai dar, seu pai não me dá chance de ir te ver.
Aliás, marcamos pra 20h tomar algo e depois jantar.
— Tá bom, então a gente se vê, se arruma bonita pelo menos. Te amo. Mamãe, acha que na segunda a gente vai poder foder como uns loucos?
- Tomara, querido, senão eu morro de tanto esperar...
A tarde passou, fiquei esperando que a qualquer momento a porta de casa se abrisse e minha mãe aparecesse pra me dar uma foda daquelas boas, mas não. Não foi assim.
Lá pelas 19h, vi que meu sonho não ia se realizar, então entrei no chuveiro e me arrumei. Coloquei a roupa que comprei pro aniversário da minha mãe e fui pro lugar onde a gente tinha combinado.
Quando cheguei, meus pais já tinham chegado, estavam num terraço tomando uma cerveja. Fiquei surpreso ao ver minha mãe. Ela tinha se arrumado toda gostosa. Tava usando a calça preta que dei de presente de aniversário, uma blusa com decote e um blazer. Tinha se maquiado e arrumado um pouco o cabelo. Tava usando os brincos e o colar que dei no dia do aniversário dela… Tava muito gostosa.
Mas o que mais combinava com ela era o sorriso que tinha, a cara de felicidade...
- Oi, tudo bem? Falei pros dois.
- Oi, filho, responderam ao mesmo tempo.
Pedi uma cerveja e batemos um papo, até que chegou meu irmão e minha cunhada. Quando vi minha cunhada, não me chamou tanta atenção como das outras vezes que a via. Olhava pra minha mãe e pra minha cunhada e tinha certeza com qual eu ficaria.
Cláudia, minha cunhada, disse pra minha mãe:
- Pili, como você tá linda, parece mais nova. Olha só como fez bem fazer aniversário. Essa roupa caiu super bem em você.
- Obrigada, filha, disse minha mãe. Foi presente das minhas amigas pelo meu aniversário. Elas sempre diziam que eu me vestia muito antiquada e me deram isso e mais algumas coisas. A verdade é que vesti e gostei. Minha mãe mentiu.
- É, verdade, caiu muito bem em você. Elas têm bom gosto.
Entramos no restaurante e sentamos, minha mãe ficou do meu lado.
Enquanto jantávamos, umas duas vezes minha mãe tocou na minha pica por baixo da toalha, ninguém via onde ela tinha a mão, mas as passadas não eram longas, eram mais Pelo tesão da situação. Eu adorava tudo aquilo.
Quando nos serviram o segundo prato, meu irmão deu uma notícia.
— Sabem, a Claudia e eu vamos ser pais, vocês vão ser avós e você vai ser tio — disse meu irmão entre risadas...
Todo mundo ficou muito, muito feliz, todos demos os parabéns e trocamos beijos. Estávamos todos contentes.
Aí eu pensei: de foder uma mãe, para foder uma avó... hehe
Meu pai se empolgou com a alegria de ser avô e disse:
— Para comemorar, e como esse ano o trabalho foi muito bem, que tal a gente ir toda a família num cruzeiro? O avô paga a viagem.
Porra, por um momento fiquei meio desanimado, ficar 10 dias sem foder com a minha mãe, sei lá...
Continuamos comendo e bebendo mais do que devia por causa da notícia. Mas eu continuava com um tesão do caralho, e ainda mais depois de ter tomado uma garrafa de vinho.
Enfiei a mão por baixo da mesa e acariciei a buceta da minha mãe, ela estava quente. Fiquei a mil.
Pouco depois, minha mãe foi ao banheiro, não demorou mais que uma mijada. Quando voltou, achei que ela tocou na minha Americana que estava na cadeira, mas não vi nada estranho...
Seguimos com as sobremesas e uns gintônicas.
Aí a chamada da natureza fez eu ir ao banheiro mijar.
Enquanto mijava, chegou um WhatsApp. Era da minha mãe. Abri e dizia:
— Não se assuste com o presente que deixei no seu paletó. Não olhe até chegar em casa. Te amo, meu homenzarrão.
Eu morria de curiosidade para saber o que minha mãe tinha deixado no paletó, mas não podia olhar.
Depois do jantar, fui para casa, meu irmão e meus pais foram tomar mais umas num bar.
Quando perdi eles de vista, enfiei a mão no bolso da Americana, e só pelo toque, já sabia o que era.
Minha mãe tinha deixado a calcinha de seda no bolso do paletó para eu fazer uma boa punheta naquela noite. Deus, como eu queria chegar em casa...
Quando estava no elevador, minha mãe me escreveu. — Cuida bem delas, gosto muito delas. Não estraga. Elas ainda têm que estar quentinhas… Até amanhã. Seu pai não tem pressa, vai tomar outro gim-tônica.
Porra, que pena que meu pai não dormiu aqui em casa hoje com a bebedeira que ele vai pegar, não ia perceber nada…
Subi pra casa, fechei a porta e fui direto pro quarto. Meti a mão no meu casaco e tirei a calcinha da minha mãe. É verdade, a parte que encosta na buceta dela tava cheia de fluido vaginal, tava quente. Levei até o nariz e meu pau ficou duro que nem pedra.
Enrolei a calcinha no meu pau, era muito macia. Subi e desci meu pau com a calcinha da minha mãe, ficava com tesão de saber que aquela calcinha, uma hora antes, tava naquela buceta que eu tanto gostava…
Pouco tempo depois, gozei na calcinha da minha mãe, enchi ela toda de porra…
Me meti na cama e dormi que nem um anjo…
Deviam ser umas 9 da manhã, quando senti alguém no corredor de casa. Acendi a luz e minha mãe apareceu na porta do quarto. Minha mãe sempre tem chave da minha casa, entra e sai como se fosse dela.
— Porra, mãe, no fim você vai me matar de infarto. O que cê tá fazendo aqui?
— Porra, filho, que não te faça tanta ilusão que sua mãe vem te comer, hein. Nossa, já vi que ontem você usou o presentinho que te deixei, né, amor? — ela disse, enquanto se despia e se metia na minha cama.
— E o pai? — consegui perguntar enquanto minha mãe já brincava com meu pau.
— Tá morto na cama, com certeza hoje não levanta até a hora do almoço, e ainda são 9:30. Ontem à noite ele e seu irmão pararam com os gim-tônicas. Ficamos até as 4 da madrugada. Tava com muito tesão, pensando na punheta que você ia bater com minha calcinha, e quis foder seu pai, mas não teve jeito.
Não subia pra ele, ele dormiu que nem um urso. Tive que bater uma de novo, não aguentava mais, filho. Seu pai só fez foi roncar que nem um porco a noite toda…
Tava morrendo de vontade de vir te comer. Quando eu chegar em casa, se teu pai já tiver levantado, vou falar que saí com minhas amigas.
A gente se fundiu num beijo longo, enquanto acariciava nossos corpos pelados. Minha mãe tomou a iniciativa e meteu a boca no meu pau, chupou meu pau igual uma louca, subiu, me beijou de novo na boca, enfiou meu pau entre os peitos dela, enquanto subia e descia os peitos, chupava a ponta do meu pau, tava gostando pra caralho.
— Cê tá gostando do que eu tô fazendo, meu rei?
Aí minha mãe montou em cima de mim, colocou a buceta dela no meu pau, e começou a fazer uma punheta com a buceta dela, eu tava adorando, adorando…
Já tava muito excitado, mas queria comer a buceta da minha mãe, precisava disso. Deitei ela na cama e comecei a lamber a buceta dela, sabia que ela tava adorando, ela gemia pra caralho. Apertei os bicos dos peitos dela, enquanto enfiava dois dedos na buceta encharcada dela.
— Bufff, dizia minha mãe, porra, que delícia, tava morrendo de vontade de te foder de novo, mãe, continua, continua, meu amor, ahhh, porra, me fode logo de uma vez. Mete logo, porra, mete logo.
Eu obedeci minha mãe, e enfiei o pau, minha mãe começou a gemer. Deitei na cama e ela montou em cima de mim, subia e descia, pra frente e pra trás. Minha mãe esfregava o clitóris dela na parte de cima do meu pau. Porra, como ela rebolava, peguei nos peitos dela enquanto minha mãe pulava no meu pau.
— Vou gozar, Mãe, vou gozar!
— Goza dentro, enche minha buceta do teu leite, meu amor… porra, que gostoso, tomara que ontem você tivesse me dado uma fodida assim. Tô gostando, tô gostando, ahhh, minha mãe gritava.
Aí eu gozei, gozei como sempre, com uma quantidade enorme…
A gente terminou deitado, os dois na cama.
— Sabe, ontem a Cláudia falou que eu tava muito gostosa com essa roupa.
— Já sei, Mãe, eu tava lá quando ela falou.
— É, mas depois que você foi embora, ela falou de novo, que eu tava mais jovem. Aí ela disse que a gente tinha que marcar um dia pra ir comprar biquínis pro cruzeiro, e perguntou se eu queria que ela fosse junto. E aí ela também compraria uns. Então a gente vai comprar. Alguma roupa também, de quebra. Assim a mudança não vai ficar tão na cara.
— Fico feliz, Mãe. Além disso, assim você não usa mais aqueles maiôs de velha…
Mas, Mãe, como a gente vai fazer? Como vamos ficar 10 dias sem foder? Eu não aguento.
— Não se preocupa com isso, filho, vou dar um jeito, pode deixar. Agora que você e eu vamos foder no cruzeiro, é certeza.
Dei um beijo longo na minha mãe e brinquei com o mamilo dela…
— Vou tomar um banho e ir pra casa antes do seu pai acordar.
Deixei ela ir pro banheiro, depois fui eu. Sem falar nada, uma vez lá dentro não diria nada — se tivesse dito antes, ela teria negado, falando que tava com pressa.
Entrei no chuveiro. Ela levou um susto danado, não esperava por mim ali.
— Porra, filho, que susto. O que cê tá fazendo aqui? Preciso ir, senão seu pai vai acordar.
— Mãe, e vai desperdiçar essa piroca, que tá dura de novo? — falei enquanto me esfregava na bunda dela…
— Você faz o que quer comigo, filho.
Então peguei ela por trás e meti de novo. Dessa vez, desde o começo, eu tava metendo rápido, numa velocidade que minha mãe não demorou pra gritar…
— Porra, já tô no limite, que filho da puta, cê sabe como fazer. Porra, continua… continua, quero mais, quero mais, quero mais pau. Me dá mais forte, maaais, ahhh. Tô gozando, tô gozando. Que delícia, meu Deus. Que prazer, porra.
Minha mãe gozou bem rápido, então se separou de mim e começou a chupar meu pau. Ela chupava muito rápido, queria que eu gozasse logo.
Pouco depois, tirei e gozei na cara dela e nos peitos, enchi ela de leite.
Nós dois nos lavamos e nos secamos. Minha mãe foi pra casa, e eu fiquei mais um tempo na cama. Passar duas horas fodendo com minha mãe me deixava morto…
Fui jantar com meus pais, e assim me despedi do meu pai. Eles disseram que já tinham tudo pronto pro cruzeiro e que a gente parte em 15 dias.
O que aconteceu nesse cruzeiro, eu conto outro dia.
Continua…
Peguei o celular e liguei pra minha mãe, queria saber o que tinha rolado pra ela dar essa mudança.
— Oi, mãe, e essa foto? Cê tem certeza que era pra mim?
— Oi, meu filho. Sim, claro, senão pra quem seria? — perguntou minha mãe, surpresa.
— Não, sei lá, mãe, talvez pro seu amante, não sei, me desconcertou. Não esperava que a gente fosse transar de novo. Cê tava tão decidida...
— Que história é essa de amante? O que você sabe disso? Quem me viu? Quem te contou?
— Calma, mãe, ninguém te viu, só eu. Te vi entrando em casa com um cara da minha idade, você tava vestida com a roupa que te dei no seu aniversário. Subi e ouvi que vocês tavam prestes a transar, e saí correndo sem pensar duas vezes.
— Que vergonha, mas por que não me falou nada? Porra, fiz papel de idiota.
— Bom, mãe, não se torture. O que rolou com o cara?
— Era um sobrinho da minha amiga Marta.
Ela me disse uma vez que tinha um sobrinho que era louco por milf, na verdade ela falava que, se quisesse, ele até comeria a própria tia. Como eu já conhecia ele, usei minhas armas de sedução que funcionam tão bem com você e fui procurar ele onde ele trabalhava. Cumprimentei ele e nem precisei convencer, ele topou na hora.
— E aí? Não transou com ele de novo? Não se encontrou mais? — perguntei, intrigado.
— Não, filho. Não curti nada a sensação. Tudo era muito frio. Ele tem uma pica maior que a sua, mas se não sabe usar direito... não adianta nada.
— Não vai tentar de novo, mãe?
— Não, filho. Fiquei pensando muito nessas três semanas, e nem com seu pai, nem com esse cara, curti o mínimo.
Não cheguei a sentir o prazer que você me dá. Não cheguei a ter um orgasmo como os que você me proporciona.
Decidi que a vida é muito curta e quero vivê-la ao máximo, quero continuar aproveitando na cama. Quero continuar me sentindo jovem. Quero acabar com essa vida chata. que carreguei, por tantos anos. Custe o que custar. Mesmo que tenha que fazer com você, não me importa.
—Mãe, fico muito feliz que você tenha tomado essa decisão, fico feliz que você queira viver sua vida ao máximo.
—Então, você vai foder com a sua velha mãe de novo? — disse minha mãe, com a voz melosa.
—Claro, mãe, tô morrendo de vontade de te ter nas minhas mãos e te fazer gozar. Sabe, mãe, eu também transei com outra pessoa depois de ter transado com você, e não gostei nada. Preciso de você. Quero te comer inteira de novo, quero ter noites loucas, como tivemos em Madrid...
—Então amanhã, quando você vier, a gente pode ter uma. Te espero. Tô morrendo de vontade de você me fazer gozar... Te amo, meu rei, até amanhã.
—Até amanhã, mãe. Ah, e veste a roupa da foto, tô morrendo de vontade de ver ao vivo...
Desliguei o telefone. Abri a foto de novo, tava a mil, bati mais uma punheta, daquelas que você goza igual um louco...
Minha mãe me deixava a mil, era capaz de me deixar com o pau duro o dia inteiro.
Ceei um pouco e fui dormir, queria pegar força pro dia seguinte.
A manhã passou devagar, pareceu uma eternidade, mas antes do meio-dia eu já tinha terminado meu trabalho e tava pronto pra voltar pra casa.
Não parei nem pra comer, só pra mijar e descansar um pouco, tava morrendo de vontade de chegar em casa.
Quando já tava quase chegando, umas 19:30, o celular tocou. Era minha mãe.
—O que que é, a rainha dos meus sonhos? — falei, todo feliz.
—Merda, filho, seu pai chegou. Veio passar o fim de semana. Porra, que sorte a nossa. Agora o que a gente faz, filho?
—Porra, que oportunidade, ele passa meses sem vir e agora no último mês veio duas vezes. Parece que quer foder nossos planos. Parece que tá sentindo alguma coisa.
—Que vai sentir nada. Só deu nisso...
—Bom, mãe, tô quase chegando, falta uma hora. A gente inventa uma desculpa e amanhã dá um jeito de dar uma escapada.
—Tá bom, filho, tô morrendo de vontade. Te amo, meu rei.
Segui meu caminho. Tava claro que eu ia ter que esperar mais um dia pra foder com a mamãe, mas naquela mesma noite, eu ia ver ela, dar um beijo nela pelo menos. Depois de um pouco mais de uma hora, cheguei em casa, estacionei na garagem e subi. Tava pensando em como ia fazer no dia seguinte pra comer minha mãe. Abri a porta e fui direto pro meu quarto largar a mala. Quando acendi a luz, quase morri do susto...
— Porra, mãe, que susto você me deu. Quer que eu tenha um troço? Minha nossa.
— É que você não gostou da surpresinha que sua mãe te deu? Não gostou de como sua mamãe se vestiu? — ela disse, deitada na minha cama.
— Gostei, sim, mãe, mas tomei um susto danado, não esperava por você...
— Seu pai tava em casa e eu não podia esperar até amanhã sem ganhar minha ração de sexo que tanto preciso...
Aí, já mais calmo, comecei a ver aquela imagem que tinha visto no dia anterior no meu celular. Minha mãe tava deitada na cama, com aquele body transparente, dava pra ver os mamilos durinhos, aqueles lábios da buceta grossos e carnudos que eu tanto gosto. Não tinha nenhum pelo, a buceta dela era perfeita, coberta por uma espécie de roupão com rendas transparentes... Meu pau não aguentou mais, ia sair da minha calça. Tirei a roupa e me joguei em cima da minha mãe. Nos fundimos num beijo longo, de língua, com muita, muita paixão. Achei que a gente ia morrer por aquele momento. Acariciei a buceta dela pela abertura que o macaquinho me dava, tava completamente encharcada. Minha mãe tava muito puta. Então, enquanto acariciava minha cabeça, ela disse:
— Meu menino gostou da surpresa que eu dei?
— Porra, amei, quase morri do susto, mas gostei muito, muito. Tava puto só de pensar que a gente só ia foder amanhã, mas já vi que você também não aguentava esperar...
— Vamos, amor, não podemos ficar muito tempo. Seu pai tá me esperando pra jantar. Falei pra ele que, como achei que você não vinha, tinha combinado com minhas amigas de sair pra tomar algo. Que Voltaria em umas horas pra jantar...
—Então vamos, mãe, não vamos perder mais tempo…
Beijei o corpo dela inteiro, do lóbulo da orelha até o tornozelo, e voltei subindo com os beijos.
Beijei a buceta molhada dela, já tava mais que pronta pra eu meter, mas eu ainda não queria. Queria que você ficasse ainda mais tesuda...
Parei, bem na buceta dela, minha mãe pegava na minha cabeça pra levar até a boceta, e eu ia chupar, mas fiz ela esperar mais um pouco... Dei mordidinhas nos lábios vaginais, ela tava muito safada.
—Porra, filho, para de frescura e de me deixar mais doida e chupa minha buceta de uma vez, que eu vou explodir...
Obedeci, não tínhamos muito tempo.
Chupei a buceta dela, como uma mulher merece, chupei o clitóris, os lábios vaginais, enfiei minha língua, ela tava morrendo de prazer, tava uma louca...
Deito na cama e ela engoliu meu pau inteiro, tava durasso.
Um gemido de prazer saiu da minha boca, quando ela enfiou até as bolas...
Depois de um tempo de boquete, coloquei ela de quatro, na cama, e meti de uma vez.
Enfiei até o fundo, até minhas bolas baterem na buceta madura dela...
—Ahhh, porra, que gostoso, amor... Mais, continua, me mata de prazer, e pensar que eu queria abrir mão desse prazer pra sempre... Não para, porra, não para... enfia maaais...
Comecei a bombar, agarrei os peitos dela enquanto metia, apertei, apertei os bicos dos peitos, ela tava muito safada... Gritava que nem uma louca. Tava morrendo de prazer...
Continuei mais um tempo até minha mãe falar:
—Tá, para, meu amor, para, que eu já gozei um monte de vezes, não aguento mais...
—Já, mãe, mas eu ainda não gozei...
—Isso eu resolvo, meu querido
Deito na cama e ela ficou de joelhos. Começou a chupar meu pau, do jeito que só ela sabia, como a deusa da cama que era. Chupou minhas bolas, lambeu meu pau das bolas até a cabeça, eu tava prestes a explodir...
—Mãe, vou gozar, vou gozar.
Aí ela continuou naquela velocidade um pouco mais, até meu pau começar a soltar jatos de leite como uma louca. Eu gozava litros, não conseguia parar.
Minha mãe diminuiu a velocidade da manada e engoliu toda a minha porra abundante...
— Cada dia gosto mais, adoro a cara que você faz quando goza na minha boca e eu engulo. Só por isso eu engoliria sempre...
— Te amo, Mãe, senti muito a sua falta, sentia falta dessas gozadas...
A gente se beijou de língua um pouco, até que minha mãe falou firme:
— Vamos, tenho que ir, seu pai deve estar me esperando.
— Mãe, vamos tomar banho juntos e depois te levo em casa e janto com vocês.
— Tá bom, filho, mas só tomar banho, nada mais, que seu pai está esperando e não quero dar o menor motivo pra ele desconfiar de algo.
Fomos pro chuveiro, eu ainda tava duro que nem um louco, precisava de mais uma transa. Enquanto minha mãe tirava o sabão com a água, cheguei por trás e esfreguei meu pau na bunda dela, beijei o pescoço... apalpei os peitos dela.
— Filho, você já sabe o que eu falei antes de entrar. Então, pelo amor de Deus, fica quieto e vamos logo. Não dificulta mais...
— Tá bom, Mãe, vamos terminar e nos vestir... Te amo, amanhã tem mais.
A gente se secou, minha mãe vestiu a calcinha transparente que eu escolhi pro casamento com o sutiã combinando que deixava os peitos à mostra...
Mas a roupa era a de sempre. Aquela roupa feia que ela sempre usava.
— Mãe... mas e essa roupa? Filho, eu disse que é aos poucos, a roupa íntima já troquei quase toda, e seu pai nem percebeu...
A gente riu junto, e cinco minutos depois, saímos caminhando pra casa dos meus pais.
Chegamos na casa dos meus pais.
— Oi, pai — gritei, enquanto entrava pela porta.
— E aí, Luisja, que surpresa, como assim por aqui?
— Nada, a mãe me disse que tava por perto e vim te ver e jantar com vocês...
— Fico feliz, muito, como foi em Alicante?
— Foi bem, na verdade, não gosto muito de ficar fora, mas fazer o que, foram só duas semanas.
Minha mãe avisou que o jantar tava pronto. Minha mãe continuava com aqueles Pijamas largos, feios. Mas escondia um corpaço por dentro.
Olhei pra minha mãe e, sinceramente, ela parecia mais feliz, tava com um sorrisinho...
Jantamos e batemos papo por um bom tempo, quando deu meia-noite, e eu ia voltar pra casa, tava caindo uma tempestade muito forte, não tinha levado guarda-chuva, nem carro. Não esperava por isso.
— Luisja, com esse temporal, vai embora pra casa? Você vai se molhar todo e ainda pegar uma pneumonia. Por que não fica aqui pra dormir? — disse minha mãe, convicta.
— Pois é, não é uma má ideia.
— Claro que sim — disse meu pai —, pra isso você tem seu quarto.
— Beleza, então vou ficar, mas vou pra cama. Tô exausto entre a viagem e as semanas de trabalho que tive.
Fui pro meu quarto antigo, e esperei um pouco pra ver o que minha mãe ia fazer. Esperei um tempinho, mas eles não foram dormir. Tavam vendo TV.
Me enfiei na cama e dormi na hora, tava acabado...
Foi minha mãe que me acordou acariciando meu pau.
— Bom dia, querido, gosta de como a mamãe te acorda? — sussurrou no meu ouvido.
Enfiei a mão no pijama da minha mãe e comecei a apalpar os peitos dela, enquanto ela acariciava meu pau já pra fora da cueca.
A gente se deu um belo beijo. A situação me dava tesão, meu pai no quarto ao lado dormindo e minha mãe me masturbando...
Passei a mão na buceta dela, tava molhada, minha mãe tava com tesão.
Mas tivemos que parar com nosso agarro, ouvimos que meu pai tinha levantado.
Minha mãe saiu do quarto voando, fechando a porta, e eu sabia que não ia ficar por isso mesmo. Peguei meu pau e comecei a pensar na minha mãe. Pensei na primeira vez que vi ela pelada, na vez que ela experimentou lingerie na minha frente. Na vez que depilei a buceta dela.
Foi aí que gozei, igual um louco. Que punheta matinal gostosa. Pena que não foi a mamãe que fez.
Saí e tomei um banho, deixei a porta aberta caso minha mãe quisesse entrar, mas ela não entrou.
Me vesti e saí. Café da manhã com meus pais. Meu pai estava tomando café e lendo o jornal no tablet, super tranquilo. Minha mãe me olhava com olhos cheios de tesão, e piscava pra mim. Mandava beijinhos pelas costas do meu pai. Tava claro que ela tava a fim de um rolo...
Como ninguém tomava atitude, eu me manifestei.
— Bom, já que parou de chover, vou pra casa, tenho que lavar roupa e fazer umas coisas…
— É, e eu vou fazer compras — disse minha mãe.
Já tava vendo o que minha mãe queria comprar. Antes de ir às compras, ela queria comprar a carne que tava debaixo da minha calça. Gostei da ideia. Mas logo o plano se fodeu.
— Tá bom — disse meu pai. — Pili, eu vou com você fazer as compras…
— Fica tranquilo, amor, fica em casa descansando se quiser — disse minha mãe, tentando convencer meu pai.
— Fica tranquila, amor, assim eu pego um ar...
Porra, meu pai nunca acompanha minha mãe nas compras, e hoje que eu queria comer ela, ele fode nosso plano... Bom, já vai ter tempo.
Minha mãe foi trocar de roupa e meu pai foi tomar banho. Quando ele fechou a porta do banheiro, corri pro quarto dos meus pais.
Minha mãe tava pelada se vestindo…
— Porra, que filho da puta, seu pai fodeu nossa transa. Com o tesão que eu tô. Olha, amor, como minha buceta tá molhadinha — disse minha mãe enquanto abria a buceta e me mostrava a rosadinha dela.
— Não me fala nada, Mãe, assim eu não aguento até segunda quando ele for embora.
Cheguei perto dela, nos beijamos e eu toquei, a buceta dela tava encharcada. A gente tava seguro enquanto desse pra ouvir a água.
Minha mãe tocava meu pau por cima da calça, eu tocava o clitóris dela. Mas nessa hora, a água parou. Eu saí voando pra sala. Quando meu pai saiu do banheiro, minha mãe passou e fechou a porta.
Tava claro que ela ia fazer uma boa punheta, a coitada não aguentava mais, tava muito cachonda.
Pouco depois ela saiu já banhada, pelo tempo que ficou lá dentro, tinha se masturbado gostoso…
Assim que meus pais se aprontaram, saímos de casa, ela pra fazer compras. Comprei com meu pai e fui pra minha casa.
Quando chegamos no portão
— Porra, esqueci o celular lá em cima. Vou buscar — disse meu pai enquanto entrava de novo no prédio…
— Mãe, não me engana, que punheta você bateu no banheiro, hein…
— É, filho, não aguentava mais, tava doida de tesão, e com seu pai enchendo o saco não dava pra segurar. É a primeira vez que me toco, gosto e curto…
— Fico feliz, Mãe, mas como a gente vai fazer? Quando vamos transar?
— Porra, filho, com seu pai não sei, também tô com vontade, mas o que você quer fazer?
— Sei lá, Mãe, mas o tesão da situação me excita pra caralho, fico duro o dia inteiro…
O celular da minha mãe nos tirou da conversa.
— Alô, Roberto. Sim, filho, beleza? Tudo bem? Vale, combinado. Então hoje a gente janta. Tá, amor, eu falo com seu irmão. Um beijo.
— Mãe, o que o Roberto disse? O que ele queria?
— Ele me disse…
Aí meu pai voltou.
— O que foi? — perguntou meu pai.
— Nada, o Roberto acabou de ligar, já que você tá aqui, por que não jantamos todos juntos hoje? Ele pediu pra avisar você também, Luija.
— Tá bom, Mãe, pra mim perfeito. Não tenho nada planejado.
— Então vamos a um restaurante, não quero que você passe o dia todo na cozinha. O tempo tá bom, temos que aproveitar o dia — disse meu pai, bem seguro.
— Boa ideia — disse minha mãe.
— Beleza, então a gente se vê à noite. Quando escolherem o lugar, me avisem o horário. Vou pra casa resolver umas coisas. Tchau.
Fui pra minha casa. Gostei da ideia de jantar a família toda junta, mas também tava doido pra comer minha mãe e não tinha jeito.
Fiquei ocupado em casa o dia todo, às 16h minha mãe ligou.
— Alô, amor, como tá meu pinto?
— Mãe, ele tá morrendo de vontade de meter na sua buceta e gozar que nem uma louca…
— Pois é, filho, não vai dar, seu pai não me dá chance de ir te ver.
Aliás, marcamos pra 20h tomar algo e depois jantar.
— Tá bom, então a gente se vê, se arruma bonita pelo menos. Te amo. Mamãe, acha que na segunda a gente vai poder foder como uns loucos?
- Tomara, querido, senão eu morro de tanto esperar...
A tarde passou, fiquei esperando que a qualquer momento a porta de casa se abrisse e minha mãe aparecesse pra me dar uma foda daquelas boas, mas não. Não foi assim.
Lá pelas 19h, vi que meu sonho não ia se realizar, então entrei no chuveiro e me arrumei. Coloquei a roupa que comprei pro aniversário da minha mãe e fui pro lugar onde a gente tinha combinado.
Quando cheguei, meus pais já tinham chegado, estavam num terraço tomando uma cerveja. Fiquei surpreso ao ver minha mãe. Ela tinha se arrumado toda gostosa. Tava usando a calça preta que dei de presente de aniversário, uma blusa com decote e um blazer. Tinha se maquiado e arrumado um pouco o cabelo. Tava usando os brincos e o colar que dei no dia do aniversário dela… Tava muito gostosa.
Mas o que mais combinava com ela era o sorriso que tinha, a cara de felicidade...
- Oi, tudo bem? Falei pros dois.
- Oi, filho, responderam ao mesmo tempo.
Pedi uma cerveja e batemos um papo, até que chegou meu irmão e minha cunhada. Quando vi minha cunhada, não me chamou tanta atenção como das outras vezes que a via. Olhava pra minha mãe e pra minha cunhada e tinha certeza com qual eu ficaria.
Cláudia, minha cunhada, disse pra minha mãe:
- Pili, como você tá linda, parece mais nova. Olha só como fez bem fazer aniversário. Essa roupa caiu super bem em você.
- Obrigada, filha, disse minha mãe. Foi presente das minhas amigas pelo meu aniversário. Elas sempre diziam que eu me vestia muito antiquada e me deram isso e mais algumas coisas. A verdade é que vesti e gostei. Minha mãe mentiu.
- É, verdade, caiu muito bem em você. Elas têm bom gosto.
Entramos no restaurante e sentamos, minha mãe ficou do meu lado.
Enquanto jantávamos, umas duas vezes minha mãe tocou na minha pica por baixo da toalha, ninguém via onde ela tinha a mão, mas as passadas não eram longas, eram mais Pelo tesão da situação. Eu adorava tudo aquilo.
Quando nos serviram o segundo prato, meu irmão deu uma notícia.
— Sabem, a Claudia e eu vamos ser pais, vocês vão ser avós e você vai ser tio — disse meu irmão entre risadas...
Todo mundo ficou muito, muito feliz, todos demos os parabéns e trocamos beijos. Estávamos todos contentes.
Aí eu pensei: de foder uma mãe, para foder uma avó... hehe
Meu pai se empolgou com a alegria de ser avô e disse:
— Para comemorar, e como esse ano o trabalho foi muito bem, que tal a gente ir toda a família num cruzeiro? O avô paga a viagem.
Porra, por um momento fiquei meio desanimado, ficar 10 dias sem foder com a minha mãe, sei lá...
Continuamos comendo e bebendo mais do que devia por causa da notícia. Mas eu continuava com um tesão do caralho, e ainda mais depois de ter tomado uma garrafa de vinho.
Enfiei a mão por baixo da mesa e acariciei a buceta da minha mãe, ela estava quente. Fiquei a mil.
Pouco depois, minha mãe foi ao banheiro, não demorou mais que uma mijada. Quando voltou, achei que ela tocou na minha Americana que estava na cadeira, mas não vi nada estranho...
Seguimos com as sobremesas e uns gintônicas.
Aí a chamada da natureza fez eu ir ao banheiro mijar.
Enquanto mijava, chegou um WhatsApp. Era da minha mãe. Abri e dizia:
— Não se assuste com o presente que deixei no seu paletó. Não olhe até chegar em casa. Te amo, meu homenzarrão.
Eu morria de curiosidade para saber o que minha mãe tinha deixado no paletó, mas não podia olhar.
Depois do jantar, fui para casa, meu irmão e meus pais foram tomar mais umas num bar.
Quando perdi eles de vista, enfiei a mão no bolso da Americana, e só pelo toque, já sabia o que era.
Minha mãe tinha deixado a calcinha de seda no bolso do paletó para eu fazer uma boa punheta naquela noite. Deus, como eu queria chegar em casa...
Quando estava no elevador, minha mãe me escreveu. — Cuida bem delas, gosto muito delas. Não estraga. Elas ainda têm que estar quentinhas… Até amanhã. Seu pai não tem pressa, vai tomar outro gim-tônica.
Porra, que pena que meu pai não dormiu aqui em casa hoje com a bebedeira que ele vai pegar, não ia perceber nada…
Subi pra casa, fechei a porta e fui direto pro quarto. Meti a mão no meu casaco e tirei a calcinha da minha mãe. É verdade, a parte que encosta na buceta dela tava cheia de fluido vaginal, tava quente. Levei até o nariz e meu pau ficou duro que nem pedra.
Enrolei a calcinha no meu pau, era muito macia. Subi e desci meu pau com a calcinha da minha mãe, ficava com tesão de saber que aquela calcinha, uma hora antes, tava naquela buceta que eu tanto gostava…
Pouco tempo depois, gozei na calcinha da minha mãe, enchi ela toda de porra…
Me meti na cama e dormi que nem um anjo…
Deviam ser umas 9 da manhã, quando senti alguém no corredor de casa. Acendi a luz e minha mãe apareceu na porta do quarto. Minha mãe sempre tem chave da minha casa, entra e sai como se fosse dela.
— Porra, mãe, no fim você vai me matar de infarto. O que cê tá fazendo aqui?
— Porra, filho, que não te faça tanta ilusão que sua mãe vem te comer, hein. Nossa, já vi que ontem você usou o presentinho que te deixei, né, amor? — ela disse, enquanto se despia e se metia na minha cama.
— E o pai? — consegui perguntar enquanto minha mãe já brincava com meu pau.
— Tá morto na cama, com certeza hoje não levanta até a hora do almoço, e ainda são 9:30. Ontem à noite ele e seu irmão pararam com os gim-tônicas. Ficamos até as 4 da madrugada. Tava com muito tesão, pensando na punheta que você ia bater com minha calcinha, e quis foder seu pai, mas não teve jeito.
Não subia pra ele, ele dormiu que nem um urso. Tive que bater uma de novo, não aguentava mais, filho. Seu pai só fez foi roncar que nem um porco a noite toda…
Tava morrendo de vontade de vir te comer. Quando eu chegar em casa, se teu pai já tiver levantado, vou falar que saí com minhas amigas.
A gente se fundiu num beijo longo, enquanto acariciava nossos corpos pelados. Minha mãe tomou a iniciativa e meteu a boca no meu pau, chupou meu pau igual uma louca, subiu, me beijou de novo na boca, enfiou meu pau entre os peitos dela, enquanto subia e descia os peitos, chupava a ponta do meu pau, tava gostando pra caralho.
— Cê tá gostando do que eu tô fazendo, meu rei?
Aí minha mãe montou em cima de mim, colocou a buceta dela no meu pau, e começou a fazer uma punheta com a buceta dela, eu tava adorando, adorando…
Já tava muito excitado, mas queria comer a buceta da minha mãe, precisava disso. Deitei ela na cama e comecei a lamber a buceta dela, sabia que ela tava adorando, ela gemia pra caralho. Apertei os bicos dos peitos dela, enquanto enfiava dois dedos na buceta encharcada dela.
— Bufff, dizia minha mãe, porra, que delícia, tava morrendo de vontade de te foder de novo, mãe, continua, continua, meu amor, ahhh, porra, me fode logo de uma vez. Mete logo, porra, mete logo.
Eu obedeci minha mãe, e enfiei o pau, minha mãe começou a gemer. Deitei na cama e ela montou em cima de mim, subia e descia, pra frente e pra trás. Minha mãe esfregava o clitóris dela na parte de cima do meu pau. Porra, como ela rebolava, peguei nos peitos dela enquanto minha mãe pulava no meu pau.
— Vou gozar, Mãe, vou gozar!
— Goza dentro, enche minha buceta do teu leite, meu amor… porra, que gostoso, tomara que ontem você tivesse me dado uma fodida assim. Tô gostando, tô gostando, ahhh, minha mãe gritava.
Aí eu gozei, gozei como sempre, com uma quantidade enorme…
A gente terminou deitado, os dois na cama.
— Sabe, ontem a Cláudia falou que eu tava muito gostosa com essa roupa.
— Já sei, Mãe, eu tava lá quando ela falou.
— É, mas depois que você foi embora, ela falou de novo, que eu tava mais jovem. Aí ela disse que a gente tinha que marcar um dia pra ir comprar biquínis pro cruzeiro, e perguntou se eu queria que ela fosse junto. E aí ela também compraria uns. Então a gente vai comprar. Alguma roupa também, de quebra. Assim a mudança não vai ficar tão na cara.
— Fico feliz, Mãe. Além disso, assim você não usa mais aqueles maiôs de velha…
Mas, Mãe, como a gente vai fazer? Como vamos ficar 10 dias sem foder? Eu não aguento.
— Não se preocupa com isso, filho, vou dar um jeito, pode deixar. Agora que você e eu vamos foder no cruzeiro, é certeza.
Dei um beijo longo na minha mãe e brinquei com o mamilo dela…
— Vou tomar um banho e ir pra casa antes do seu pai acordar.
Deixei ela ir pro banheiro, depois fui eu. Sem falar nada, uma vez lá dentro não diria nada — se tivesse dito antes, ela teria negado, falando que tava com pressa.
Entrei no chuveiro. Ela levou um susto danado, não esperava por mim ali.
— Porra, filho, que susto. O que cê tá fazendo aqui? Preciso ir, senão seu pai vai acordar.
— Mãe, e vai desperdiçar essa piroca, que tá dura de novo? — falei enquanto me esfregava na bunda dela…
— Você faz o que quer comigo, filho.
Então peguei ela por trás e meti de novo. Dessa vez, desde o começo, eu tava metendo rápido, numa velocidade que minha mãe não demorou pra gritar…
— Porra, já tô no limite, que filho da puta, cê sabe como fazer. Porra, continua… continua, quero mais, quero mais, quero mais pau. Me dá mais forte, maaais, ahhh. Tô gozando, tô gozando. Que delícia, meu Deus. Que prazer, porra.
Minha mãe gozou bem rápido, então se separou de mim e começou a chupar meu pau. Ela chupava muito rápido, queria que eu gozasse logo.
Pouco depois, tirei e gozei na cara dela e nos peitos, enchi ela de leite.
Nós dois nos lavamos e nos secamos. Minha mãe foi pra casa, e eu fiquei mais um tempo na cama. Passar duas horas fodendo com minha mãe me deixava morto…
Fui jantar com meus pais, e assim me despedi do meu pai. Eles disseram que já tinham tudo pronto pro cruzeiro e que a gente parte em 15 dias.
O que aconteceu nesse cruzeiro, eu conto outro dia.
Continua…
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