A mudança de uma mãe (Parte V)

Fui acordado pela minha mãe, me dando beijinhos no pescoço, já deviam ser umas 10 da manhã.
—Oi, mãe, bom dia, como dormiu a mulher mais gostosa do mundo?
—Querido, muito bem, pra falar a verdade, dormi que nem uma rainha nessa cama enorme. Disse minha mãe toda feliz.
Aí ela se levantou e foi pro banheiro mijar. A visão era espetacular. Puta merda, como minha mãe era gostosa, no dia que completava 54 anos. Pra mim, ela tinha o corpo de uma de 35, tava impressionante…
—Buff, disse minha mãe do banheiro. De novo soltei catarro e sangue. Dessa vez um pouco preocupada. Já vou ver… vou ficar menstruada de novo. Depois de tantos anos… Claro, tanto sexo mexeu com meu organismo por dentro.
—Mãe, não se preocupa, isso é porque ontem você deu três orgasmos pro seu corpo e ele não tá acostumado.
—Sei lá, disse ela meio preocupada, quando voltar pra casa vou no ginecologista. Deixar ele dar a opinião dele.
—Claro que sim, mãe, assim você fica mais tranquila. Falei, enquanto minha mãe voltava pra cama e eu ia mijar.
Eu tinha que sair pra pegar o presente dela. Ela não tinha falado nada do aniversário, e eu ainda nem tinha dado os parabéns. Quanto tempo ia durar esse jogo?
—Mãe, o que a gente vai fazer hoje? Perguntei pra ver se ela soltava algo.
—Sei lá, querido, a gente podia ir ver o Escorial, ou a casa de campo, o zoológico, o parque de diversões ou o Prado. O que você quiser, meu amor.
—Mãe, que tal a gente descer primeiro pra tomar café? Falei, tô com fome.
—Vai, se veste e vamos, disse ela animada.
Enquanto ela vestia uma calcinha fio dental preta de renda e um sutiã combinando com as copas transparentes, eu tava ficando duro de novo. Puta merda, que gostosa. Ela colocou uma legging e uma camiseta, com um moletom esportivo, calçou um tênis Nike e falou:
—Ainda tá assim? Vai, ou vou sozinha.
Fui no armário e vi que ainda tinha umas cuecas limpas, escondi um pouco, tinha que começar o plano pra ir pegar o presente da minha mãe sem ela vir junto. Aí, quando ela se virou, Vesti correndo e ainda por cima a calça jeans, minha mãe não tinha percebido qual eu tinha vestido. Então falei pra ela:
— Mãe, tive que vestir a cueca suja, não tenho mais nenhuma. Preciso comprar umas já.
— Tá bom, filho, depois a gente vai e compra roupa. Não se preocupa... — disse minha mãe, bem convicta.

Descemos pra tomar café da manhã, parecíamos dois namorados. Éramos um casal de namorados com uma diferença de idade, mas que não chamava atenção… Minha mãe estava bem rejuvenescida e não falava nada do aniversário dela. Eu continuei com meu plano.
— Mãe, que tal se eu for agora comprar umas cuecas ali do lado, que tem uma loja? Assim, enquanto isso, se quiser, pode tomar um banho relaxante na jacuzzi… Não demoro nada. Depois a gente sai, dá uma volta pra conhecer algo e compra umas roupas, que acha? — falei, sem dar muito tempo pra ela pensar.
— Bom, como você quiser, meu amor, mas prefiro que o banho na jacuzzi seja com você e que você faça algo divertido comigo — disse ela em voz baixa, enquanto piscava um olho.
— Não demoro nada, não se preocupa, mamãe — falei com voz doce.

Tudo estava preparado, eu a via se perder entre o pessoal na recepção e pensava: como esses anos caem bem nessa mulher. Ela tá de dar água na boca, já podia me deixar meter um belo de um pau nela… Mas a verdade é que tava complicado…

Entrei na joalheria que ficava do lado do hotel, peguei o colar e os brincos que tinha deixado reservados na noite anterior.
— O senhor tem muito bom gosto — disse a vendedora da joalheria. — Sem dúvida, é uma joia linda pra uma jovem. Espero que sua parceira saiba valorizar.
— Com certeza — falei pra vendedora enquanto nos despedíamos.

Bom, uma coisa já tá resolvida, agora vou buscar a roupa. Indo em direção à loja de roupas, vi uma loja de roupas íntimas, tanto masculinas quanto femininas. Então aproveitei e entrei pra comprar umas cuecas, comprei seis pares. Aí me toquei que também podia dar um presente de lingerie pra minha mãe, assim seria o presente. completo.
—Também queria um conjunto pra minha parceira, falei pra vendedora.
—Claro, senhor, ela respondeu. Já tinha alguma ideia? perguntou.
—Não, pra ser sincero. Me dá uma sugestão, falei pra moça simpática.
—Olha, a gente tem esse conjunto de seda transparente, com calcinha tipo culote que não marca nada na calça, e esse sutiã, com transparência só nos mamilos. É bem provocante e super confortável.
—Tá bom, gostei, vou levar. Falei enquanto sacava o cartão pra pagar.
Bom, o presente já tava tomando forma. Só faltava ir buscar a roupa.
De repente, meu celular tocou. Merda, pensei, certeza que é minha mãe porque tô demorando muito. Mas não, era um número desconhecido…
—Sim, acertei em falar, curioso pra saber quem era.
—Olá, bom dia, o senhor Luis Javier?
Caramba, certeza que é do banco, ou alguém querendo me vender algo.
—Sim, sou eu, quem é?
—Estamos ligando do restaurante xxxx, vimos o e-mail que o senhor mandou ontem perguntando se tínhamos vaga pra jantar. No nosso restaurante, temos uma lista de espera de 2 meses. Mas como é segunda-feira e no horário do almoço, uma reserva foi cancelada. Se o senhor quiser, temos vaga pro almoço. Gostaria de confirmar a reserva?
Porra, que educação, caramba, acho que ia pagar uma fortuna pra comer, mas pela minha mãe, tudo bem.
—Claro, é uma sorte terem vaga. Às 14h, a gente tá lá.
—Não, senhor, disseram do outro lado da linha. Sinto muito informar, mas o horário seria às 15h, não às 14h. Sinto muito mesmo, espero não atrapalhar seus planos. Mil desculpas por não poder atender no horário que o senhor pediu…
Porra, que educação, bom, no preço eles cobram por tudo isso... Mas depois de ter a sorte de conseguir mesa de um dia pro outro, não perderia a oportunidade por nada.
—Ah, perfeito, sem problemas, às 15h a gente tá lá. Muito obrigado.
Cheguei na loja de roupas, onde tinha deixado a roupa reservada. A moça, muito simpática. Ela me mostrou toda a roupa que tinha encomendado, e a gente conferiu os tamanhos. Ela também pegou os sapatos e me deu umas meias de cano curto pra usar com eles… Enquanto embalava tudo e colocava nas sacolas, a moça me disse:
– Você que escolheu a roupa?
– Sim, falei. É o primeiro aniversário de casamento e quero surpreender minha mulher, completei.
– Já vi que você é muito detalhista, sua mulher tem muita sorte…
– Muito obrigado, falei pra atendente simpática, que devia ter a minha idade. Mais uma coisa, como faço pra ir pra seção masculina? perguntei.
– Vem comigo, disse a moça, posso te atender. O que você tá procurando? me perguntou.
– Umas calças sociais, uma camisa, um blazer, algo elegante mas informal. Em 10 minutos eu tinha comprado umas calças chino com uma camisa, um blazer e uns sapatos, nem parecia eu.
Saí em direção ao hotel, já tinha passado mais de uma hora, mas minha mãe não tinha me ligado. Ela tinha se esquecido de mim… Ao passar por uma loja, vi uma bolsa linda, ela ficaria muito gostosa com ela, além de combinar com a roupa que eu tinha comprado pra ela. Tava gastando uma nota, mas me sentia culpado, tantos anos sem comprar nada pra ela.
Bem na porta do hotel tinha uma perfumaria onde comprei um perfume. Queria ter até o menor dos detalhes.
Enquanto subia no elevador, ficava pensando no que minha mãe ia dizer depois da surpresa…
Abri a porta da suíte e comecei a cantar parabéns pra você… Minha mãe tava na jacuzzi, se assustou quando me viu entrar…
– Parabéns, mãe, sai daí e vem abrir seus presentes. Achou que eu ia esquecer? perguntei todo feliz.
– Mas filho, você é louco, todos esses presentes são pra mim? Vou te matar, você deve ter gastado uma fortuna…
– Bom, nem todos, essas duas sacolas são minhas.
– Deixa eu ver, deixa eu ver o que meu menino me deu… e eu achando que você tinha esquecido meu aniversário de novo…
Vi como os olhos dela se encheram de lágrimas de emoção. Já tinha ela na mão…
– Minha nossa, que calças lindas… Lindo", dizia enquanto abria os pacotes, "e essa blusa, minha nossa, um pouco ousada, mas eu gosto... Bom... que sapatos vermelhos, tão lindos. Vamos ver o que mais tem aqui. Mas rapaz, isso sim é um detalhe, essa jaqueta combinando com os sapatos, até meia para combinar, você não deixou nenhum detalhe de fora... Uma bolsa também, uau, como vou ficar gostosa... Mas ainda tem mais?" disse enquanto abria o perfume. "Que cheiro bom...". Quando abriu a lingerie e viu o conjunto, ficou ainda mais surpresa... "é de seda... caramba". Deixei para o final as joias. Quando entreguei e ela abriu, começou a chorar que nem uma louca.

— Não mereço tanto — disse toda emocionada.

— Não fala bobagem, mãe, você merece isso e muito mais. Você é a mulher que me deu a vida e lutou tanto por mim. Eu nunca estive tão perto de você. Não podia estragar esse momento... Além disso, para de chorar, que tenho mais uma surpresa...

— Não, filho, já chega, você gastou uma fortuna com tudo isso. Mais surpresas não.

— Bom, eu me sentia em dívida, depois de tantos anos sem ter um gesto assim no seu aniversário, isso era o mínimo...

— Vamos lá se arrumar que temos reserva num restaurante de duas estrelas Michelin... — falei todo feliz.

— Não tenho palavras, filho, um restaurante caro desses onde tudo é uma delícia — disse minha mãe. "Com a vontade que eu tinha de ir num desses um dia."

Minha mãe se aproximou de mim e me deu um beijo na boca. Longo, com amor, com muito amor e desejo. Nossas línguas brincaram um pouco e então, da boca da minha mãe, saíram umas palavras que nunca vou esquecer.

— Meu filho, sabe de uma coisa? Na vida, nem seu pai nem ninguém teve tantos gestos comigo. Nunca ninguém se preocupou tanto comigo. Nunca tive um aniversário como esse. Tenho certeza que nunca vou esquecer, e você também não. Quero que você me faça amor agora mesmo. Quero que você me faça gozar mais que ontem. Quero perder a cabeça. Sei que disse que nunca íamos transar, você e eu, mas agora é a única coisa que quero. Mas vou te pedir uma coisa... coisa.
Me deixou tão gelado, que não sabia o que dizer, não esperava isso... não conseguia acreditar.
—Mãe, que coisa você vai me pedir? minha cabeça conseguiu dizer...
—Quero que a gente faça com camisinha. Não confio que eu possa ovular de novo e engravidar, isso seria um grande erro.
—Mas eu não tenho nenhuma camisinha aqui.
—Então a gente compra, tem centenas de farmácias em Madri.

Aí me veio uma ideia na cabeça, não queria foder minha mãe com camisinha. Queria fazer no pelo. Nunca tinha fodido sem camisinha, nunca tive uma parceira fixa pra fazer no pelo e pegar alguma doença ou deixar ela grávida... Foi quando eu disse pra minha mãe:
—Mãe, tenho uma ideia melhor,
—Qual? disse minha mãe, meio surpresa.
—Por que a gente não procura, com o seguro de saúde privado que você tem, um ginecologista em Madri? Com certeza tem muitos e ele dá uma olhada em você? Pra isso servem esses seguros, assim você fica mais tranquila... falei convencido.
Claro, e assim eu posso te foder no pelo, que é o que eu quero... Queria ter a máxima sensação ao meter na buceta que tinha saído 32 anos antes. Queria gozar dentro... Pensei, só pra mim.
—Boa ideia, me dá o celular e a gente procura junto, disse minha mãe, bem convencida.
Em 15 minutos, tínhamos uma consulta às 19h num ginecologista perto do restaurante onde íamos almoçar...
—Agora o que a gente faz? disse minha mãe, enquanto se encostava no meu corpo e me beijava de língua.
—Bom, vamos tomar um banho juntos. Vamos ficar bonitos e vamos almoçar... que tal o plano? gostosa, falei todo romântico...
—Adorei, e depois disso a gente vai fazer amor como dois loucos, meu filho, que já tô morrendo de vontade... A propósito, filho, minha mãe falou de novo, tenho uma ideia antes de entrar no banho. Por que você não põe na internet, que com certeza tem algum vídeo, e eu posso ver como se faz um boquete bem feito. Quero te dar todo o prazer que você me deu.
—Seus desejos são ordens pra mim, mãe.
Pus no Google: "vídeo de coroa chupando pinto de jovem" e Apareceram mais de 100 páginas que eu conhecia bem. Entrei numa que tem vídeos muito bons, abri um que já tinha visto outras vezes. O jovem pega uma coroa, chupa a rola dela até ela gozar na boca dele. Quando apertei o play, minha mãe disse:
— Olha, ela é bem mais velha que ele. Parece eu e você. Disse minha mãe enquanto me dava um beijo.
Ela estava bem atenta e não perdia nenhum detalhe do que a coroa fazia, imitava os movimentos e fazia biquinho igual ela…
— Sabe, filho? Perguntou minha mãe.
— O quê, mãe?
— Pra ser sincera, tô ficando com muito tesão vendo esse vídeo com você. Tô gostando…
Continuamos vendo o vídeo, até o cara gozar na boca dela…
Foi aí que fomos pro chuveiro. Entramos os dois, toquei na buceta da minha mãe, tava bem molhada, pra falar a verdade. Beijei o corpo todo dela, chupei os peitos dela, a buceta dela. Beijei o corpo dela. Comecei a enfiar todos os dedos na buceta dela. Ela me batia uma enquanto os dois já tavam a mil. Então falei pra minha mãe:
— Mãe, e se a gente fizer pelo cu? Assim você não engravida, falei convencido.
— Como? Ela disse.
— É, meter no teu cu, dizem que dá muito prazer. Falei bem seguro.
— Sei não… mas se você quiser, a gente tenta, disse minha mãe meio hesitante.
Passei sabão nos meus dedos e fui enfiando um dedo no cu dela pra dilatar um pouco, passei mais sabão pra lubrificar bem, e enfiei dois dedos. Minha mãe tava relaxada, mas dessa vez não vi ela curtindo.
Eu tava a mil… Porra, tava prestes a comer o cu da minha mãe…
Enfiei o terceiro dedo, já tava entrando bem.
Decidi meter a rola de vez. Ia explodir…
— Mãe, quer tentar agora?
— Sim, quando você quiser, amor.
Peguei ela por trás e coloquei minha rola na entrada do cu dela, tava dura pra caralho…
Fui devagar, brincando e enfiando a pontinha… que visão, minha mãe com o rabo empinado e eu metendo a rola… Mas quando tava com metade da rola dentro, minha mãe me parou.
— Para, amor, isso não tá me dando nada, tá doendo pra caralho. Desde que você Comecei com o dedo, começou a doer e não gostei, desculpa — disse ela, derrotada.
— Sem problemas, Mãe. Pra saber se uma coisa te agrada, tem que experimentar... se não gostar, a gente esquece... e continua brincando.
Eu tava muito tarado, queria meter. Continuei chupando a buceta dela, e quando minha mãe tava prestes a explodir num orgasmo, tentei enfiar a pica na buceta suculenta dela.
Quando coloquei a pica na entrada da buceta lubrificada dela, parei de repente.
— Desculpa, filho, por mais tarada que eu esteja, já te falei que no pelo a gente não vai fazer, desculpa...
— Tá bom, desculpa, mãe. — falei compreensivo.
Então minha mãe se ajoelhou no chuveiro e começou a botar em prática o que tinha aprendido no vídeo... Agora sim, eu gostei...
Como ela chupava bem, dessa vez tava longe de me machucar, dessa vez ia me dar um puta orgasmo. Ver minha mãe de joelhos engolindo minha pica me deixou a mil.
Quis avisar minha mãe da gozada iminente que ia ter.
— Vou gozar, mãe, vou gozar — quis avisar, mas ela não fez menção de soltar minha pica até que vários jatos de leite caíram dentro da boca dela. Aí diminuiu a intensidade da mamada, mas continuou chupando mais devagar. Quando soltou, tinha engolido tudo.
— Mãe, você engoliu? — perguntei surpreso.
— Sabe que não gosto, mas te vi tão excitado que por nada nesse mundo eu queria tirar essa pica da minha boca...
— Te amo, Mãe — chupei a boca dela e a buceta até ela explodir num orgasmo, bem gostoso pelos gritos que deu...
Nós nos ensaboamos um ao outro e curtimos mais um tempo nossos corpos pelados dentro da água...
Saímos, e enquanto minha mãe passava creme no corpo e eu olhava, ela disse:
— Filho, adoro transar com você. Agora entendo as pessoas... como elas podem gostar tanto... Te amo muito, muito.
Você vai fazer com que eu nunca esqueça Madrid e esse casamento...
— Eu também não vou esquecer tão fácil, Mãe.
Sentei, de roupão, numa poltrona que tinha no quarto. Então falei pra minha mãe:
– Quero ver como você veste a roupa que te dei, não quero perder como você vai se vestindo.
– Tá bom, então observa como eu faço, disse minha mãe enquanto vestia a calcinha...
Porra, como ficava bem nela. Quando colocou o sutiã, fiquei surpreso, dava pra ver só os bicos dos peitos, que gostosa, tava linda. A calça preta alongava da panturrilha até o tornozelo, era bem justa, ficou como uma luva.
Vestiu a blusa, as rendas deixavam ver o corpo todo menos o sutiã... Ainda bem, pensei, senão os bicos teriam aparecido... Colocou as meias e os sapatos, depois a jaqueta...
Tava espetacular. Ia ficar o dia inteiro olhando pra ela.
– Como tá sua velha mãe? ela perguntou.
– Mãe, não fala besteira. Na loja, falei pra moça que a roupa era pra minha mulher, que a gente tava fazendo um ano de casados. Ela disse que eu tinha muito bom gosto. E olha que ela não te viu vestida, se visse agora, ia dizer que tenho bom gosto mesmo...
Minha mãe deu umas voltas pra eu poder ver bem. Ver ela com aquela roupa íntima e com aquela calça tão apertada fez minha rola dura sair do roupão... Minha mãe olhou pra ela.
Mas nessa hora, o celular da minha mãe tocou.
– É seu pai, ela disse. Alô? respondeu. Muito obrigada, querido, disse minha mãe pro meu pai. Então, sabe, a gente ainda tá em Madri, o chefe do Luisja deu folga pra ele, e a gente ficou mais uns dias em Madri pra conhecer... minha mãe contava toda animada pro meu pai.
Conversaram um tempo, enquanto eu olhava pra minha mãe, com aquele corpaço e tão gostosa. Não tinha jeito de minha rola baixar, pensei em bater uma punheta, mas parecia errado, meu pai tava do outro lado do telefone.
Depois de uns minutos de conversa, minha mãe me passou o telefone. Quando me deu o celular, fez algo que me desmontou.
– Toma, Luisja, seu pai quer falar contigo. Me deu o celular.
– Oi, Pai, beleza aí? Onde cê tá? —Tá? perguntei.
Enquanto esperava resposta do meu pai, minha mãe se ajoelhou na minha frente e começou a chupar minha pica, enquanto eu falava com meu pai. Não acreditei, que tesão me deu...
—Luisja, filho, beleza por aí? Disse meu pai.
—Tudo bem, sem novidades, por aqui estamos passando uns dias...
Se meu pai pudesse ver a cena, teria um troço. Minha mãe assim vestida, eu pelado sentado numa poltrona e minha mãe chupando minha pica. Ele morria de infarto...
—Beleza, filho, pode me fazer um favor?
—Siiim, falei, tava morrendo de tesão e putaria...
—Porra, que sim mais empolgado, disse meu pai. Olha, quando vocês saírem, compra algum agrado pra sua mãe. O que ela quiser, uma joia, roupa, qualquer coisa. Eu te mando um pix com o valor. Beleza, campeão? Já que não posso estar com ela, pelo menos quero ter um gesto.
—Beleza, Pai, deixa comigo. Se cuida, a gente se fala, falei e desliguei.
Minha mãe tava me fazendo um puta boquete, enquanto eu falava com meu pai, que tesão. Não ia demorar pra eu gozar com tanta putaria...
—Vou gozar... Mãe,
—Goza na boquinha do seu amor, gostou de como a mamãe chupou sua pica, enquanto você falava com o corno do seu pai? disse ela, bem segura...
Aí enchi a boca dela de leite de novo...
Dessa vez ela foi no banheiro, cuspiu, enxaguou a boca e saiu pra me dar um beijo na boca.
—Porra, mãe, se eu gostei? Amei, com o pai do outro lado, foi um tesão do caralho...
—Sabe, também fiquei com tesão na situação, disse minha mãe, toda feliz. Finalmente paguei na mesma moeda seu pai, o que ele fez comigo... agora somos dois corno.
Haha rimos juntos...
—Vai, se arruma, disse minha mãe enquanto ia no banheiro se maquiar.
Vesti a roupa que tinha comprado de manhã, quando minha mãe saiu do banheiro.
—Nossa, filho, que gato, e essa roupa? Tá lindo demais...
—Comprei hoje de manhã, falei. Não queria sair de qualquer jeito, quando vou com uma mulher tão gostosa e elegante.
Coloquei na minha mãe o colgante e os brincos. Ela estava linda... Nos beijamos e nos tocamos um pouco por cima da roupa, brincando...
—Vamos, mãe, temos que pegar um táxi pra ir ao restaurante...
Foi o que fizemos, pegamos um táxi que nos deixou na porta do restaurante, faltavam 20 minutos pra hora do almoço. Tomamos um vermute num terraço perto. O dia estava bonito, a temperatura era ideal...
Às 15h, entramos no restaurante... Todos os pratos estavam deliciosos. Ficamos mais de duas horas comendo.
Serviram 10 pratos de degustação, com muita variedade e pouca comida, mas tudo estava uma delícia.
Minha mãe estava aproveitando como nunca. Bebemos uma garrafa de vinho. Tudo tinha sido perfeito.
Saímos do restaurante por volta das 17h30, faltava uma hora e meia até irmos ao ginecologista.
Estava perto, fomos até a porta e sentamos num terraço pra tomar um gim-tônica.
Estávamos tão à vontade que parecíamos dois namorados.
Minha mãe ficava dizendo o tempo todo como tinha se divertido e o quanto me amava... Dizia que era o melhor aniversário da vida dela.
—Vamos, mãe, são 18h55, você já pode subir, eu espero aqui...
—Não, filho, me acompanha. Se não quiser entrar no consultório, tudo bem, mas pelo menos me acompanha até lá em cima.
Foi o que fiz, entramos no elevador e subimos pro sétimo andar. O sétimo céu era onde eu queria chegar com minha mãe. Mas isso seria depois.
Ao sair do elevador, bem na frente estava a recepção do consultório, com a porta aberta.
—Boa tarde — disse a moça da recepção.
—Oi — dissemos eu e minha mãe.
—Você é a Pilar, né? — perguntou pra minha mãe.
—Sim — respondeu minha mãe.
—Preciso preencher a ficha. Quero seu nome completo, idade e se tem alergias — disse a jovem.
—Meu nome é Pilar García López, não tenho alergia a nada e tenho 54 anos.
Quando minha mãe disse 54 anos, a moça da recepção levantou a cabeça do computador como um raio. Então olhou pra ela de cima a baixo... e disse:
—Você tem mesmo 54 anos? Não parece Não aparenta nada. Eu teria dito que ela tinha uns 45 anos, no máximo. Você está muito bem conservada para a idade. Disse a moça simpática.
— Muito obrigada, respondeu minha mãe, toda contente.
Nos encaminharam para a sala de espera. Depois de 5 minutos, chamaram ela.
— Pilar, disse a enfermeira. Pode entrar.
Minha mãe me entregou a bolsa e foi até ela. Foi então que a enfermeira disse:
— Seu parceiro também pode entrar.
— Ha ha, sorriu minha mãe, não é meu parceiro, é meu filho. E acho que ele não quer entrar…
— Não, não, eu espero aqui, falei pra moça.
— Desculpe, se desculpou a enfermeira, mas te vi tão jovem que pensei que ele era seu namorado-marido… desculpa… me perdoe.
— Sem problemas, disse minha mãe, é um baita elogio me verem tão jovem, e fechou a porta…
Depois de mais de 15 minutos de espera que pra mim foram uma eternidade, minha mãe saiu. Eu tava nervoso, não sei por quê, mas tava…
Minha mãe saiu e fomos assinar na recepção.
— Muito obrigada por tudo, disse minha mãe.
— Obrigada a você, até quando quiser voltar, disse a moça da recepção.
Esperamos o elevador sob o olhar da moça da recepção, o tempo que o elevador demorou foi uma eternidade pra mim…
Quando ele chegou e eu fechei a porta, perguntei pra minha mãe, todo curioso:
— O que ela te disse, mãe?
Então minha mãe me olhou, e pela primeira vez, desde que estávamos nessa, pegou na minha rola por cima da calça e disse:
— Que essa piroca do meu filho pode gozar quantas vezes quiser na buceta da mãe que não vai deixar ela grávida… então vamos pro hotel que isso tem que ser comemorado…
Nos fundimos num beijo de língua apaixonado, até o elevador avisar que tínhamos chegado no térreo.
Já no caminho pro hotel, minha mãe me explicou que a questão da mucosa era normal, ainda mais quando você volta a transar depois da menopausa, que quando você fica muito tempo sem fazer e depois volta a lubrificar, é uma coisa normal.
Que sobre a menstruação que eu esqueci, uma vez que vai, é pra sempre. Que cerca de 15% das mulheres quando Chega a menopausa, elas ficam muito safadas, dá vontade de foder... e minha mãe era uma dessas dos 15%. E ainda morria de vontade de eu comer ela...
No caminho pro hotel, fomos andando, a gente queria dar um passeio e não tava com pressa nenhuma. Falei pra minha mãe que o pai tinha me pedido pra comprar algo pro aniversário dele. O que ela quisesse, então falei.

— Mãe, o que você quer pro presente do pai?
— Não sei, filho, acho que tenho uma ideia.
Que tal comprarmos um conjunto bonito de lingerie pra hoje à noite?
Você gosta muito, e eu fico toda molhada de te ver tão excitado. Assim, quando a gente transar pela primeira vez, e você me ver com o modelito que seu pai vai pagar, a gente curte mais com o tesão da situação.

— Acho uma ideia ótima.

Passamos por uma loja enorme de lingerie, tinha de tudo. Eu podia morar aqui... Amo esse lugar. Logo que entrei pela porta, veio uma vendedora da idade da minha mãe, essa não me chamou muita atenção, pra ser sincero...

— Em que posso ajudar? — disse a senhora.

O mais rápido que pude, respondi pra ela. Não queria estar presente quando minha mãe comprasse o modelito. O que eu queria era que ela me desse uma surpresa e se deixasse aconselhar pela vendedora.

— Sabe, isso pra mim é muito constrangedor — falei pra senhora. — É o aniversário da minha mãe, não somos daqui, e meu pai me pediu pra acompanhar ela a se dar um agrado e eu pagar. E minha santa mãe me trouxe aqui. Eu morro de vergonha... — consegui dizer, fazendo o ofendido.

Minha mãe sacou o jogo na hora e viu por onde eu queria ir. Então entrou na brincadeira e falou pra vendedora:

— Esses jovens, tão modernos e depois ficam com vergonha de vir com a mãe comprar lingerie... Que vergonha, hein? — disse minha mãe, bem risonha.

— A senhora tem toda razão — respondeu a vendedora. — Comigo e meu filho é a mesma coisa, ele tem vergonha de tudo. Me vê pelada, tem vergonha; me vê no banho, tem vergonha... Que Jovem mais estranho… Pois espera sua mãe na porta e a gente avisa pra pagar. Disse a vendedora, enquanto levava minha mãe pra dentro da loja.
Buf, tava elétrico, meu pau ia explodir de novo, só de pensar que em uma hora eu estaria com minha mãe, num conjunto provocante de lingerie e prestes a foder ela… Quase gozei nas calças. Queria ir pro hotel e meter nela logo…
Demoraram uns 20 minutos, mais ou menos, voltaram com três sacolas rindo as duas.
— Passa aqui, jovem, pra pagar. Disse a vendedora sorridente.
Nem sei o que ela tinha comprado, mas paguei 180 euros, puta merda… Enquanto esperava, mandei um WhatsApp pro meu pai e falei que tinha comprado pra mamãe um conjunto de pingente e brincos, e que a dívida era de 250 euros. Ele deu o ok e em 10 minutos já tinha o dinheiro na minha conta. Assim, quando voltasse pra casa e visse o pingente e os brincos, ele ia achar que era o presente, mas na real o presente era o lindo conjunto de lingerie. Paguei a conta e a gente se despediu… Quando já tínhamos saído da loja, minha mãe me contou.
— Gostei da ideia que você teve, assim vou surpreender ele, você vai ver… Vai amar.
Sabe, quando você saiu pra fora, a moça me perguntou a idade. Falei que ia fazer 54, e ela disse que também tinha 54. Que quando a gente entrou, nos confundiu com um casal de namorados, e que eu tava muito bem conservada pra minha idade… Também me contou que o modelito que comprei, ela comprou igual pro amante dela, que tem 30 anos a menos e que eles se divertem pra caralho fodendo juntos. Tão há dois anos nessa e ela se sente como quando tinha 20 anos.
Que o marido já era, então um dia ela decidiu arrumar um amante e meter o pé na tábua. Que tá vivendo a segunda juventude…
— Porra, com a coroa — falei pra minha mãe, que esperta ela. Nós dois rimos.
Chegamos no hotel e subimos pro quarto.
Minha mãe já não aguentava mais esperar. Eu também não.
— Me espera na cama ou no sofá, onde você quiser, agora. Vou sair", falei, enquanto me trancava no banheiro.
Uns 10 minutos depois, que pra mim pareceram 2 horas, a porta do banheiro abriu e minha mãe saiu. Com um modelito que quase fez minha pica explodir de tão gostoso, fiquei louco. Nunca me lembro de estar tão excitado...
Ela estava de dar água na boca, vestindo um body inteiro, totalmente transparente, preto de seda, que deixava os peitos dela de fora e com uma abertura na buceta pra não precisar tirar. Também usava umas meias com renda, com liga na cintura e uns sapatos de verniz preto de 10 cm de salto agulha... Minha nossa, como ela era gostosa. A buceta depilada dela aparecia, dava pra ver aqueles lábios carnudos que ela tinha. Não aguentava mais.
Ela fez uma espécie de dança, enquanto eu não tirava o olho dela... Precisava gozar antes de foder ela, senão, do jeito que eu tava excitado, ia gozar assim que metesse e não queria isso de jeito nenhum...
Minha mãe chegou perto de mim e tirou minha camisa, começou a chupar meus mamilos, enquanto tocava na minha pica por cima da calça. Essa mulher tava solta... Tirou meus sapatos e a calça, puxou minha cueca e minha pica dura saltou como uma mola. Ela pegou e começou a brincar com ela. Colocou na boca e me chupou, muito bem, subia e descia, engolia inteira, chupava minhas bolas, passava a língua por toda a minha pica, eu ia gozar. Então falei pra minha mãe...
— Mãe, chupa até eu gozar, tô muito tarado e se a gente foder assim, assim que meter vou gozar. E não quero que isso aconteça.
Minha mãe não disse nada, continuou no boquete até eu avisar que ia gozar... Continuou mais devagar e engoliu toda a minha porra...
— Vamos, filho, agora é sua vez... — disse minha mãe, toda excitada.
Deitei ela na cama e comecei a beijar o corpo dela devagar, do pescoço até os pés. Fui roçando o corpo dela com meus dedos, os pelos se arrepiaram, ela tava com tesão.
Depois da boa chupada da minha mãe, minha pica não tinha baixado nada, tava pronta pra meter, mas dessa vez não. Tava tão tarado. Continuei beijando minha mãe na boca e desci até a buceta dela. A abertura do body me deixava chupar a buceta dela sem tirar a roupa. Chupei ela, brinquei um pouco com o clitóris dela, enfiei meu dedo na buceta molhada dela, e vi que dessa vez tava bem lubrificada. Tava muito muito molhada. Minha mãe tava a mil. Continuei brincando um pouco mais até que minha mãe me disse:

— Quer me foder de uma vez? Não aguento mais, para de me deixar mais tesuda e mete logo, porra... — disse entre excitada e irritada.

— Vou, mãe, não se impaciente, aproveita o momento.

Então coloquei ela de quatro, não queria foder ela na posição missionária. Queria que ela aproveitasse, e que não parecesse com as outras vezes que ela tinha feito com meu pai.

Na minha frente apareceu aquela buceta carnuda e aquele rabo, puta merda, como ela era gostosa. Chupei a buceta e o cu dela antes de meter o pau, saía muito líquido de tão lubrificada que tava.

Peguei meu pau e coloquei na entrada da buceta pela qual eu tinha saído 32 anos antes.

Quando minha cabeça tocou a buceta quente dela, amei, tava quente... Fui enfiando meu pau devagar, quando tinha enfiado metade, tirei, e enfiei de novo, entrava sozinho. Meti de uma vez inteiro até minhas bolas baterem na buceta dela... Minha mãe deu um grito de prazer...

— Isso, porra, que gostoso, tô morrendo... mete mais, vamos, porra, vamos...

Comecei com uma metida e tirada devagar e fui aumentando a intensidade, nunca tinha fodido no pelo e era uma sensação muito gostosa, nada a ver com foder de camisinha. Continuei e agarrei minha mãe pelos peitos, enquanto o ritmo tava rápido...

— Não para, meu amor, não para, que gostoso, uau, sim, sim, sim, me dá mais, mais, que gostoso — gritava minha mãe.

Minha mãe tava enlouquecendo, nem preciso dizer que tava aproveitando, gemia que nem uma louca. Tive que tampar a boca dela com a mão um pouco, senão o hotel inteiro ia ouvir... continuei um pouco mais, mas tanto tesão junto, estar fodendo minha mãe, com a lingerie que meu pai tinha pago, Foder ela sem camisinha, que eu nunca tinha fodido assim, tava me cobrando. Ia gozar a qualquer momento…
— Mãe, vou gozar, porra, que delícia, não aguento mais, caralho... mãe, como você rebola…
— Sim, filho, sim, goza dentro, quero sentir seu leite quente dentro de mim, eu já gozei pra caralho, gozei quatro ou cinco vezes, pra falar a verdade, perdi as contas...

Aí uma pontada bateu nos meus ovos e enchi a buceta da minha mãe de porra. Não parava de sair jorros de leite do meu pau, diminuí o ritmo mas não parava de gozar... Quando tirei da buceta da minha mãe, meu leite escorria pra todo lado...

— Uff, que delícia — disse minha mãe... — gostei muito mais que tudo. Que prazer é foder com você. Não com o corno do seu pai, que nunca me deu nem um pouquinho de prazer, igual você me deu.
— Eu também gostei muito, mãe, foder você sem camisinha foi o máximo... Te amo...

Caímos exaustos na cama, mas dois minutos depois, nos perdemos em beijos e...
Continua...

2 comentários - A mudança de uma mãe (Parte V)

A se mama ese tipo, a nadie se le para después de venirse se necesita un tiempo, solo q haya tomado unos viagra