Me tirou do meu sono profundo a vibração do meu celular, na mesinha de cabeceira.
- Alô? - respondi com uma voz de outro mundo.
- Nossa senhora, que voz, - reclamaram do outro lado. Como você se acabou ontem no casamento, hein. Disse Rafa, meu chefe.
- Bom, nem tanto, respondi.
- O que você precisa de mim? Não me faz pensar que não sou capaz, reclamei.
- Nada, cara, só te falar que como na sexta você ficou até tarde pra terminar a obra, e eles ficaram muito satisfeitos, fuck you, festa a semana toda.
- Porra, muito obrigado, verdade que você me deu vida, assim já não volto hoje.
- Acho que não vou conseguir nem dirigir. Falei como pude.
- Vai, Luisja, dormir de novo, belo adormecido. Tchau. Aproveita.
- Valeu, Rafi. Desliguei.
Abri os olhos e processei a volta à vida, foi quando percebi que minha bexiga ia explodir a qualquer momento. Amaldiçoei a quantidade de líquido que bebi na noite anterior.
Quando me levantei e pude ver o quarto, com a pouca luz que entrava pela janela, notei que mais parecia o quarto de uns amantes no cio do que de mãe e filho.
O sutiã jogado, minhas calças no meio, o vestido da minha mãe em cima da mesinha, a calcinha cheia da minha porra... Bom, parecia um campo de batalha.
Vi que minha mãe ainda estava imersa em sono profundo.
Fui ao banheiro e esvaziei minha bexiga, que delícia.
Mas o barulho da descarga acordou minha mãe.
- Bufff, ela conseguiu dizer. Que horas são? Ela me perguntou?
Olhei meu celular: 11:10, Mãe, aliás, bom dia...
- Desculpa, meu rei, ainda tô processando se tô viva... Já não dava mais pra dormir?
- Sim, mas meu chefe me ligou e me acordou.
- O que ele queria? O que ele tinha num domingo a essa hora? Esse cara não te deixa nem descansar. Reclamou.
- Bom, Mãe, relaxa, dessa vez era pra me dar uma boa notícia.
- Vai te aumentar o salário? Riu.
- Não, Mãe, ele me deu folga a semana toda.
Os olhos da minha mãe se arregalaram. Então a gente pode ficar aqui mais uns dias. Disse toda feliz. —É, mãe, foi o que eu pensei.
—Vou ligar pra recepção pra ver se tem o quarto livre.
—Bom... Duas boas notícias logo ao acordar, o dia promete — disse minha mãe, toda contente.
—Duas? — perguntei, surpreso. — Uma é que vamos ficar mais uns dias pra conhecer Madrid, que você tanto queria, mas a outra?
—A outra é que posso mexer as pernas... Rimos os dois ao mesmo tempo.
Bom sinal, ela lembrava da noite passada, não estava muito bêbada. Mas eu precisava continuar sondando se ela tava ciente do que tinha rolado na noite anterior.
—Tá de ressaca, mãe?
—Não, querido, só cansada, mas de ressaca nada. Isso sim, vontade de mijar, muita...
E aí ela se levantou, a melhor visão do que já tivemos no dia. Pelada como eu tinha colocado na cama, depois do primeiro orgasmo dela.
Consegui ver que nos lençóis tinha uma mancha branca na altura da buceta dela. Aquilo não era creme... Acho que minha mãe lubrificou depois do orgasmo... Pensei.
Fui pegar o telefone do criado-mudo pra ligar pra recepção, queria saber se o quarto tava livre.
Ouvi minha mãe esvaziando a bexiga e um "ehh, e isso?" saindo da boca dela.
Não sabia por que ela tava falando aquilo, mas já pergunto depois, me atenderam na recepção.
—Bom dia, sou do quarto 715, gostaria de saber se podemos ficar mais 4 noites no quarto.
Me explicaram que não, que sentiam muito, tinha uma feira de turismo muito importante na cidade e o hotel tava lotado. A única coisa livre era a suíte. Que se eu quisesse ver sem compromisso. Podiam me mostrar. Deixavam reservada e se eu gostasse, fazia o check-in, senão, tudo bem.
—Tá bom. Daqui a 20 minutos desço pra recepção. Muito obrigado — falei pra moça simpática da recepção.
Minha mãe tinha voltado do banheiro e tava arrumando a bagunça da noite anterior.
—Parece o quarto de uns namorados no cio — disse ela, bem risonha.
—Mãe, o que rolou com você antes, que você falou "ehh, e isso?" — perguntei, intrigado.
—Ah, nada, filho, sei lá, enquanto eu tava fazendo xixi, soltei um... tipo um muco viscoso com um pouco de sangue, e fiquei estranhando, será que vou menstruar de novo?, disse ela hesitante.
— Vai, mãe, isso deve ser por causa de ontem à noite.
— Sobre ontem à noite, você e eu precisamos conversar, aliás, ela se apressou em dizer.
Minha nossa, já começaram os arrependimentos, pensei comigo. Adeus, acabou a brincadeira aqui.
Mas minha mãe mudou de assunto radicalmente. O que te disseram na recepção?
— Que tem uma feira na cidade e que o quarto não está disponível, mas que tem uma suíte.
— Vou tomar um banho rápido e vou dar uma olhada, respondi.
— Bom, pega ela, me ordenou. Custe o que custar, não quero voltar pra casa sem conhecer Madri. Além disso, outros hotéis também devem estar lotados.
Enquanto eu me preparava, ela começou a arrumar e fazer as malas, de um jeito ou de outro, em algumas horas teríamos que deixar aquele quarto.
Subi com a moça simpática da recepção até a suíte.
Fiquei surpreso com o tamanho quando a garota abriu a porta.
— Olha, o sofá vira cama, já que só tem uma cama, e tem uma porta de correr que pode separar os ambientes, disse a jovem.
— Ah, perfeito, me sinto meio desconfortável dormindo com minha mãe, menti.
— Por isso mesmo que estou falando, senhor.
— Venha que vou mostrar o outro cômodo da suíte.
Quando a garota correu a porta, o paraíso se abriu diante de mim. O quarto tinha um jacuzzi para duas pessoas, uma cama de 2x2. Minha cabeça começou a imaginar o que eu poderia fazer ali com minha mãe, enquanto a jovem continuava o tour.
— Já entendi, mas sabe, o único problema que vejo é que a banheira não tem tampa. Tenho vergonha de tomar banho na frente da minha mãe, continuei tentando despistar a moça.
— Não se preocupe, aqui tem um chuveiro bem grande, fechado com porta, onde fica o vaso sanitário.
Era perfeita...
— Tá bom, vamos ficar com ela, afirmei, sem perguntar nem o preço.
— Passem na recepção quando quiserem e fazemos a troca.
Entrei no quarto, minha mãe já estava vestida, já tinha arrumado tudo. Tudo. As malas já estavam prontas. Ela estava com uma cara ótima, tá lindona, tinha vestido uma daquelas leggings pretas que compramos, marcando a silhueta da calcinha fio dental nova dela. Eu teria comido ela ali mesmo. Fizemos as trocas necessárias na recepção e subimos pra suíte. — Que grande, que maravilha, ainda tem jacuzzi — disse minha mãe —, e que cama enorme, vamos dormir nela como reis. Ela me deu o primeiro beijão do dia, que eu curti pra caralho. Deixamos as malas e minha mãe começou a tirar a roupa e colocar no armário. Filho, acho que é hora de falar sobre a noite passada. — Mãe, de estômago vazio, eu não consigo falar — protestei, querendo ganhar tempo. Não queria ter essa conversa com minha mãe, sabia que o arrependimento tinha batido... — Tá bom, vamos pedir algo do restaurante pra subir — ela sugeriu. Em poucos minutos, a gente tinha uns cafés e uns doces no quarto. Devoramos tudo rápido. Que fome que você tava, hein, mãe? — Tava sim — respondeu —, a noite passada abriu meu apetite. Eu sabia que não tinha mais saída e que não dava pra adiar a conversa. — Filho, o que aconteceu ontem acho que não tá certo. — O que foi, mãe, tá com remorso? Se sentindo culpada? — perguntei desanimado. — Deixa eu falar, querido — protestou. — Tô dizendo que não tá certo. Acho que não é muito bem visto um filho fazer uma punheta pra mãe, até gozar que nem uma louca. Naquela hora, o mundo caiu nas minhas costas. Acabava meu sonho ali... tchau, tchau. — Quero que você saiba que não tenho o menor remorso — disse ela, bem segura, enquanto meus olhos se arregalavam com as palavras saindo da boca da minha mãe. — Nem me sinto culpada. Foi alucinante, amei pra caralho, mesmo não sendo certo — completou. — Mãe, somos dois adultos, maiores de idade, não fazemos nada de errado. Não machucamos ninguém. Ninguém forçou a outra pessoa a fazer algo que não queria. Somos duas pessoas curtindo os corpos uma da outra. Naquele momento, a imagem do meu pai veio na minha cabeça. Bem, mãe, talvez a gente esteja machucar alguém.
— Como assim? — perguntou minha mãe, surpresa. — Não tô entendendo onde você quer chegar.
— Pô, é que talvez a gente possa fazer mal pra o papai. — falei meio triste e me sentindo culpado.
— Ô, meu filho, pra ele mais do que ninguém — disse num tom sarcástico... — Olha, Luija, seu pai passa mais de 320 dias por ano fora de casa, como eu te disse ontem. Seu pai era uma pessoa muito fogosa, tava sempre no tesão, a qualquer hora queria um rala e rola, e você vai me dizer que, depois de tantos anos fora de casa, ele não conhece todos os clubes da Espanha? Cê acha que ele sempre foi fiel pra mim? Desculpa, querido, mas não.
Papai sabe muito bem o que é um orgasmo, mesmo que nunca tenha me dado um.
Você vai me dizer, filho, que ele passava dois meses, até três, sem meter uma, só batendo punheta?
Pois é, filho, pois é.
Vou te contar uma coisa que nunca contei pra ninguém. Uma vez, na roupa dele, saiu um comprovante de pagamento com cartão de um clube na estrada N-232. Não acho que fui a primeira nem a última que ele pegou por aí.
Minha mãe tinha razão. Que pessoa jovem e fogosa aguentaria dois meses sem enfiar o piru? Eu ia morrer. Entendi que minha mãe tava certa. Eu também acho que teria caído nas garras do prazer...
Minha consciência parou de me corroer. Com certeza ele tinha botado chifre na minha mãe mais de uma vez, e agora ela ia botar nele.
— Tá bom, filho, deixa de discursinho e, por favor, faz eu ter outro orgasmo igual ao de ontem. Por favor, tô morrendo de vontade de sentir aquela sensação de novo. Provei na minha própria pele como é um orgasmo, entendi por que as pessoas são capazes de tudo por um, entendi por que perdem a cabeça... Foi A MELHOR COISA. — disse enquanto se encostava em mim e a gente se fundia num beijo de língua...
Minha nossa, como essa mulher tinha mudado. Não conseguia acreditar.
Comecei a acariciar aquele corpo gostoso, sem parar de beijar ela, tirei a camiseta dela, apareceu um sutiã lindo que destacava os peitos maravilhosos. Tirei ele e toquei nas tetas dela pela primeira vez, estavam Duras, os mamilos dela começaram a ficar mais duros, e aproveitei pra mordiscar eles. Um gemido saiu da boca da minha mãe, ahh que gostoso, meu amor, isso também me agrada. Apertei eles com meus dedos e continuei beijando ela. Tinha que ver como ela beijava bem de língua. Desci as leggings justas dela, e ela ficou só com a calcinha fio dental de renda e transparência que a gente tinha comprado no dia anterior. Que imagem mais linda.
Ela, não sei se já tava com tesão, mas eu tava parecendo uma chaminé…
Continuei um pouco mais apalpando o corpo dela, beijei ela, voltei a chupar os mamilos dela, agora já estavam duros que nem pedra. Passei a mão na bucetinha dela por cima da calcinha fio dental e esfreguei um pouco. Meti minha mão dentro da calcinha linda, acariciei a buceta carnuda e gostosa dela, e minha surpresa foi que minha mãe tava meio lubrificada, mas pouco. Acho que ela tinha ligado a outra maquinaria sexual interna dela, que tava parada há tantos anos.
Desci a calcinha fio dental e deitei ela no sofá. Continuamos nos comendo de beijos, eu ainda brincando com os mamilos dela. Voltei a tocar a bucetinha delicada dela, e ela tinha lubrificado um pouco mais. Tava morrendo de vontade de chupar a buceta dela, mas queria esperar mais um pouco. O bom a gente faz esperar. Não podia dar tudo no primeiro dia.
Quando comecei a acariciar o clitóris dela.
Os gemidos eram a única coisa que se ouvia no quarto. Ahh não para, meu rei. Ah ah ah, você me mata, eu adoro, é a melhor sensação da minha vida ahhh ahhh. Sim, sim, sim, quero mais, continua, continua.
Pelo amor de Deus, não para, por favor, não para, ela implorava.
Mãe, você não falou que isso não era certo?
Quem não vai ficar certo é você, se parar de fazer o que tá fazendo com esses dedos mágicos.
Eu tô com tesão, ela bufou.
Enfiava meus dedos na buceta molhada dela, enquanto com a outra mão, brincava com o clitóris dela...
Depois de um bom tempo de prazer, minha mãe mandou parar... Ahh ahh, ela dizia com a respiração ofegante… Ufa, que gostoso, minha nossa, que delícia, como pude ficar 40 anos sem descobrir isso... Minha nossa, quero mais… Ela dizia com a voz agitada.
Parecia uma novinha, quando perde a virgindade e descobre o que sente, gosta tanto que quer ficar o dia inteiro transando. Mas minha mãe já tinha uma certa idade… Bom, Mãe, não adianta abusar, senão depois você não vai conseguir nem sentar… Rimos os dois.
Minhas bolas iam estourar, esperei pra ver como minha mãe reagia, mas ela não se mexia, tava nas nuvens.
Baixei minha calça e minha cueca, eu também queria ter meu orgasmo e relaxar minha rola dura.
Fiquei pelado. Minha mãe olhava pra minha rola, mas não ousava tocar. Toca nela, Mãe, não morde, falei. Eu também quero que você me faça gozar.
Ela pegou na minha rola com a mão direita, faz uma punheta pra mim, senão vou estourar, dei um beijão de língua nela. Enquanto ela acariciava minha rola duríssima.
Quando resolveu me fazer a punheta merecida, apertava minha rola dura com muita força, tive que pedir pra ela aliviar a pressão da mão, tava doendo. Peguei a mão dela com a minha e comecei a subir e descer a pele. Soltei minha mão e deixei ela fazer, mas minha mãe não tinha experiência com punheta. Não acompanhava o ritmo, as descidas eram muito bruscas, tive que mandar ela parar senão ia me machucar.
Minha pobre mãe ficou desanimada. Queria me ver aproveitar igual eu tinha feito com ela.
Espera, Mãe, olha como eu faço e aprende.
Olha, Mãe, não precisa apertar muito, tem que subir devagar. Pra cima e pra baixo, pra baixo e pra cima, e cada vez você vai aumentando o ritmo… Viu? De vez em quando tem que girar ela, com suavidade…
Deixa eu tentar de novo, querido, quero que você tenha um orgasmo pela minha mão. Ela pegou minha rola duríssima de novo, dessa vez sem apertar tanto, e começou os movimentos lentos. Foi aumentando o ritmo até que senti uns agulhadas nas minhas bolas e saiu da minha rola uma quantidade imensa de porra, que espirrou pra todo lado. No final, gostei da punheta que minha mãe fez. Ela aprende rápido.
Ficamos os dois relaxados no sofá da suíte, que tantas alegrias ia me dar. Isso aí, não tinha feito mais que começar. Após alguns minutos de silêncio e relaxamento, nos entregamos a um belo beijo, enquanto minha mãe brincava com os pelos do meu peito, eu fazia o mesmo com seus bicos duros.
Sabe, filho? Eu vi minha buceta sair da seca de novo, voltei a lubrificar, não como quando tinha 20 anos, mas minha buceta voltou a ter vida. Acho que não vou precisar mais de lubrificante...
Lubrificante? Perguntei surpreso. Mãe, você não disse que eu e você nunca íamos foder?
O rosto dela mudou... Peguei ela desprevenida...
É, vamos ver, ela conseguiu dizer. Nós não vamos foder. Eu tava falando pra quando eu fizer com seu pai.
Mas, mãe, se você disse que com o papai não rola nada. Então como fica? Com minhas perguntas, ela ficou encurralada, igual um rato entre duas paredes...
Filho, vamos nos preparar e sair pra conhecer Madri. É isso que eu quero.
Sim, mãe, mas você não respondeu minhas perguntas. Não podia deixar o rato escapar agora, hehe
Olha, filho, eu falei sem pensar, mas o que eu
Pensei é que você e eu nunca, e digo nunca, vamos foder.
Eu sabia que sim, conhecia ela...
A propósito, meu rei, você podia me fazer um cunnilingus.
Me pegou totalmente de surpresa...
Agora, mãe? Perguntei.
Sim. Respondeu rápido demais.
Ia fazer ela esperar, sabia que ela queria experimentar porque já tinha certeza, então deixei ela com água na boca...
Mãe, amadurece, toma um banho e se prepara que são 14h e eu tô com fome de novo.
Vamos conhecer Madri que já teremos tempo pra cunnilingus... Você é uma impaciente. Paciência.
Ela aceitou, não muito convencida com minha resposta, mas obedeceu.
Enquanto ela tomava banho, fui no armário escolher a roupa dela. Adoro...
Pra ocasião, preparei uma minissaia que tínhamos comprado no dia anterior, com uma meia-calça preta com lacinhos e detalhes vermelhos, cinta-liga. Uma calcinha pequena, branca com rendas e transparências, um sutiã combinando, uma blusa branca semi transparente e um blazer. Ela ia ficar linda.
Olha só que boa compra a gente fez ontem... pensei.
Ela saiu do banho, enrolada na toalha... Roupão. Viu a roupa em cima da cama e perguntou. E isso, amor?
É a roupa que eu queria que você vestisse hoje.
Aceitou sem hesitar um segundo.
Me perguntou se eu ia de moletom.
Não, mãe, também vou me arrumar. Com uma gostosa dessas, a gente não pode sair de qualquer jeito...
Fui tomar banho.
Continua...
- Alô? - respondi com uma voz de outro mundo.
- Nossa senhora, que voz, - reclamaram do outro lado. Como você se acabou ontem no casamento, hein. Disse Rafa, meu chefe.
- Bom, nem tanto, respondi.
- O que você precisa de mim? Não me faz pensar que não sou capaz, reclamei.
- Nada, cara, só te falar que como na sexta você ficou até tarde pra terminar a obra, e eles ficaram muito satisfeitos, fuck you, festa a semana toda.
- Porra, muito obrigado, verdade que você me deu vida, assim já não volto hoje.
- Acho que não vou conseguir nem dirigir. Falei como pude.
- Vai, Luisja, dormir de novo, belo adormecido. Tchau. Aproveita.
- Valeu, Rafi. Desliguei.
Abri os olhos e processei a volta à vida, foi quando percebi que minha bexiga ia explodir a qualquer momento. Amaldiçoei a quantidade de líquido que bebi na noite anterior.
Quando me levantei e pude ver o quarto, com a pouca luz que entrava pela janela, notei que mais parecia o quarto de uns amantes no cio do que de mãe e filho.
O sutiã jogado, minhas calças no meio, o vestido da minha mãe em cima da mesinha, a calcinha cheia da minha porra... Bom, parecia um campo de batalha.
Vi que minha mãe ainda estava imersa em sono profundo.
Fui ao banheiro e esvaziei minha bexiga, que delícia.
Mas o barulho da descarga acordou minha mãe.
- Bufff, ela conseguiu dizer. Que horas são? Ela me perguntou?
Olhei meu celular: 11:10, Mãe, aliás, bom dia...
- Desculpa, meu rei, ainda tô processando se tô viva... Já não dava mais pra dormir?
- Sim, mas meu chefe me ligou e me acordou.
- O que ele queria? O que ele tinha num domingo a essa hora? Esse cara não te deixa nem descansar. Reclamou.
- Bom, Mãe, relaxa, dessa vez era pra me dar uma boa notícia.
- Vai te aumentar o salário? Riu.
- Não, Mãe, ele me deu folga a semana toda.
Os olhos da minha mãe se arregalaram. Então a gente pode ficar aqui mais uns dias. Disse toda feliz. —É, mãe, foi o que eu pensei.
—Vou ligar pra recepção pra ver se tem o quarto livre.
—Bom... Duas boas notícias logo ao acordar, o dia promete — disse minha mãe, toda contente.
—Duas? — perguntei, surpreso. — Uma é que vamos ficar mais uns dias pra conhecer Madrid, que você tanto queria, mas a outra?
—A outra é que posso mexer as pernas... Rimos os dois ao mesmo tempo.
Bom sinal, ela lembrava da noite passada, não estava muito bêbada. Mas eu precisava continuar sondando se ela tava ciente do que tinha rolado na noite anterior.
—Tá de ressaca, mãe?
—Não, querido, só cansada, mas de ressaca nada. Isso sim, vontade de mijar, muita...
E aí ela se levantou, a melhor visão do que já tivemos no dia. Pelada como eu tinha colocado na cama, depois do primeiro orgasmo dela.
Consegui ver que nos lençóis tinha uma mancha branca na altura da buceta dela. Aquilo não era creme... Acho que minha mãe lubrificou depois do orgasmo... Pensei.
Fui pegar o telefone do criado-mudo pra ligar pra recepção, queria saber se o quarto tava livre.
Ouvi minha mãe esvaziando a bexiga e um "ehh, e isso?" saindo da boca dela.
Não sabia por que ela tava falando aquilo, mas já pergunto depois, me atenderam na recepção.
—Bom dia, sou do quarto 715, gostaria de saber se podemos ficar mais 4 noites no quarto.
Me explicaram que não, que sentiam muito, tinha uma feira de turismo muito importante na cidade e o hotel tava lotado. A única coisa livre era a suíte. Que se eu quisesse ver sem compromisso. Podiam me mostrar. Deixavam reservada e se eu gostasse, fazia o check-in, senão, tudo bem.
—Tá bom. Daqui a 20 minutos desço pra recepção. Muito obrigado — falei pra moça simpática da recepção.
Minha mãe tinha voltado do banheiro e tava arrumando a bagunça da noite anterior.
—Parece o quarto de uns namorados no cio — disse ela, bem risonha.
—Mãe, o que rolou com você antes, que você falou "ehh, e isso?" — perguntei, intrigado.
—Ah, nada, filho, sei lá, enquanto eu tava fazendo xixi, soltei um... tipo um muco viscoso com um pouco de sangue, e fiquei estranhando, será que vou menstruar de novo?, disse ela hesitante.
— Vai, mãe, isso deve ser por causa de ontem à noite.
— Sobre ontem à noite, você e eu precisamos conversar, aliás, ela se apressou em dizer.
Minha nossa, já começaram os arrependimentos, pensei comigo. Adeus, acabou a brincadeira aqui.
Mas minha mãe mudou de assunto radicalmente. O que te disseram na recepção?
— Que tem uma feira na cidade e que o quarto não está disponível, mas que tem uma suíte.
— Vou tomar um banho rápido e vou dar uma olhada, respondi.
— Bom, pega ela, me ordenou. Custe o que custar, não quero voltar pra casa sem conhecer Madri. Além disso, outros hotéis também devem estar lotados.
Enquanto eu me preparava, ela começou a arrumar e fazer as malas, de um jeito ou de outro, em algumas horas teríamos que deixar aquele quarto.
Subi com a moça simpática da recepção até a suíte.
Fiquei surpreso com o tamanho quando a garota abriu a porta.
— Olha, o sofá vira cama, já que só tem uma cama, e tem uma porta de correr que pode separar os ambientes, disse a jovem.
— Ah, perfeito, me sinto meio desconfortável dormindo com minha mãe, menti.
— Por isso mesmo que estou falando, senhor.
— Venha que vou mostrar o outro cômodo da suíte.
Quando a garota correu a porta, o paraíso se abriu diante de mim. O quarto tinha um jacuzzi para duas pessoas, uma cama de 2x2. Minha cabeça começou a imaginar o que eu poderia fazer ali com minha mãe, enquanto a jovem continuava o tour.
— Já entendi, mas sabe, o único problema que vejo é que a banheira não tem tampa. Tenho vergonha de tomar banho na frente da minha mãe, continuei tentando despistar a moça.
— Não se preocupe, aqui tem um chuveiro bem grande, fechado com porta, onde fica o vaso sanitário.
Era perfeita...
— Tá bom, vamos ficar com ela, afirmei, sem perguntar nem o preço.
— Passem na recepção quando quiserem e fazemos a troca.
Entrei no quarto, minha mãe já estava vestida, já tinha arrumado tudo. Tudo. As malas já estavam prontas. Ela estava com uma cara ótima, tá lindona, tinha vestido uma daquelas leggings pretas que compramos, marcando a silhueta da calcinha fio dental nova dela. Eu teria comido ela ali mesmo. Fizemos as trocas necessárias na recepção e subimos pra suíte. — Que grande, que maravilha, ainda tem jacuzzi — disse minha mãe —, e que cama enorme, vamos dormir nela como reis. Ela me deu o primeiro beijão do dia, que eu curti pra caralho. Deixamos as malas e minha mãe começou a tirar a roupa e colocar no armário. Filho, acho que é hora de falar sobre a noite passada. — Mãe, de estômago vazio, eu não consigo falar — protestei, querendo ganhar tempo. Não queria ter essa conversa com minha mãe, sabia que o arrependimento tinha batido... — Tá bom, vamos pedir algo do restaurante pra subir — ela sugeriu. Em poucos minutos, a gente tinha uns cafés e uns doces no quarto. Devoramos tudo rápido. Que fome que você tava, hein, mãe? — Tava sim — respondeu —, a noite passada abriu meu apetite. Eu sabia que não tinha mais saída e que não dava pra adiar a conversa. — Filho, o que aconteceu ontem acho que não tá certo. — O que foi, mãe, tá com remorso? Se sentindo culpada? — perguntei desanimado. — Deixa eu falar, querido — protestou. — Tô dizendo que não tá certo. Acho que não é muito bem visto um filho fazer uma punheta pra mãe, até gozar que nem uma louca. Naquela hora, o mundo caiu nas minhas costas. Acabava meu sonho ali... tchau, tchau. — Quero que você saiba que não tenho o menor remorso — disse ela, bem segura, enquanto meus olhos se arregalavam com as palavras saindo da boca da minha mãe. — Nem me sinto culpada. Foi alucinante, amei pra caralho, mesmo não sendo certo — completou. — Mãe, somos dois adultos, maiores de idade, não fazemos nada de errado. Não machucamos ninguém. Ninguém forçou a outra pessoa a fazer algo que não queria. Somos duas pessoas curtindo os corpos uma da outra. Naquele momento, a imagem do meu pai veio na minha cabeça. Bem, mãe, talvez a gente esteja machucar alguém.
— Como assim? — perguntou minha mãe, surpresa. — Não tô entendendo onde você quer chegar.
— Pô, é que talvez a gente possa fazer mal pra o papai. — falei meio triste e me sentindo culpado.
— Ô, meu filho, pra ele mais do que ninguém — disse num tom sarcástico... — Olha, Luija, seu pai passa mais de 320 dias por ano fora de casa, como eu te disse ontem. Seu pai era uma pessoa muito fogosa, tava sempre no tesão, a qualquer hora queria um rala e rola, e você vai me dizer que, depois de tantos anos fora de casa, ele não conhece todos os clubes da Espanha? Cê acha que ele sempre foi fiel pra mim? Desculpa, querido, mas não.
Papai sabe muito bem o que é um orgasmo, mesmo que nunca tenha me dado um.
Você vai me dizer, filho, que ele passava dois meses, até três, sem meter uma, só batendo punheta?
Pois é, filho, pois é.
Vou te contar uma coisa que nunca contei pra ninguém. Uma vez, na roupa dele, saiu um comprovante de pagamento com cartão de um clube na estrada N-232. Não acho que fui a primeira nem a última que ele pegou por aí.
Minha mãe tinha razão. Que pessoa jovem e fogosa aguentaria dois meses sem enfiar o piru? Eu ia morrer. Entendi que minha mãe tava certa. Eu também acho que teria caído nas garras do prazer...
Minha consciência parou de me corroer. Com certeza ele tinha botado chifre na minha mãe mais de uma vez, e agora ela ia botar nele.
— Tá bom, filho, deixa de discursinho e, por favor, faz eu ter outro orgasmo igual ao de ontem. Por favor, tô morrendo de vontade de sentir aquela sensação de novo. Provei na minha própria pele como é um orgasmo, entendi por que as pessoas são capazes de tudo por um, entendi por que perdem a cabeça... Foi A MELHOR COISA. — disse enquanto se encostava em mim e a gente se fundia num beijo de língua...
Minha nossa, como essa mulher tinha mudado. Não conseguia acreditar.
Comecei a acariciar aquele corpo gostoso, sem parar de beijar ela, tirei a camiseta dela, apareceu um sutiã lindo que destacava os peitos maravilhosos. Tirei ele e toquei nas tetas dela pela primeira vez, estavam Duras, os mamilos dela começaram a ficar mais duros, e aproveitei pra mordiscar eles. Um gemido saiu da boca da minha mãe, ahh que gostoso, meu amor, isso também me agrada. Apertei eles com meus dedos e continuei beijando ela. Tinha que ver como ela beijava bem de língua. Desci as leggings justas dela, e ela ficou só com a calcinha fio dental de renda e transparência que a gente tinha comprado no dia anterior. Que imagem mais linda.
Ela, não sei se já tava com tesão, mas eu tava parecendo uma chaminé…
Continuei um pouco mais apalpando o corpo dela, beijei ela, voltei a chupar os mamilos dela, agora já estavam duros que nem pedra. Passei a mão na bucetinha dela por cima da calcinha fio dental e esfreguei um pouco. Meti minha mão dentro da calcinha linda, acariciei a buceta carnuda e gostosa dela, e minha surpresa foi que minha mãe tava meio lubrificada, mas pouco. Acho que ela tinha ligado a outra maquinaria sexual interna dela, que tava parada há tantos anos.
Desci a calcinha fio dental e deitei ela no sofá. Continuamos nos comendo de beijos, eu ainda brincando com os mamilos dela. Voltei a tocar a bucetinha delicada dela, e ela tinha lubrificado um pouco mais. Tava morrendo de vontade de chupar a buceta dela, mas queria esperar mais um pouco. O bom a gente faz esperar. Não podia dar tudo no primeiro dia.
Quando comecei a acariciar o clitóris dela.
Os gemidos eram a única coisa que se ouvia no quarto. Ahh não para, meu rei. Ah ah ah, você me mata, eu adoro, é a melhor sensação da minha vida ahhh ahhh. Sim, sim, sim, quero mais, continua, continua.
Pelo amor de Deus, não para, por favor, não para, ela implorava.
Mãe, você não falou que isso não era certo?
Quem não vai ficar certo é você, se parar de fazer o que tá fazendo com esses dedos mágicos.
Eu tô com tesão, ela bufou.
Enfiava meus dedos na buceta molhada dela, enquanto com a outra mão, brincava com o clitóris dela...
Depois de um bom tempo de prazer, minha mãe mandou parar... Ahh ahh, ela dizia com a respiração ofegante… Ufa, que gostoso, minha nossa, que delícia, como pude ficar 40 anos sem descobrir isso... Minha nossa, quero mais… Ela dizia com a voz agitada.
Parecia uma novinha, quando perde a virgindade e descobre o que sente, gosta tanto que quer ficar o dia inteiro transando. Mas minha mãe já tinha uma certa idade… Bom, Mãe, não adianta abusar, senão depois você não vai conseguir nem sentar… Rimos os dois.
Minhas bolas iam estourar, esperei pra ver como minha mãe reagia, mas ela não se mexia, tava nas nuvens.
Baixei minha calça e minha cueca, eu também queria ter meu orgasmo e relaxar minha rola dura.
Fiquei pelado. Minha mãe olhava pra minha rola, mas não ousava tocar. Toca nela, Mãe, não morde, falei. Eu também quero que você me faça gozar.
Ela pegou na minha rola com a mão direita, faz uma punheta pra mim, senão vou estourar, dei um beijão de língua nela. Enquanto ela acariciava minha rola duríssima.
Quando resolveu me fazer a punheta merecida, apertava minha rola dura com muita força, tive que pedir pra ela aliviar a pressão da mão, tava doendo. Peguei a mão dela com a minha e comecei a subir e descer a pele. Soltei minha mão e deixei ela fazer, mas minha mãe não tinha experiência com punheta. Não acompanhava o ritmo, as descidas eram muito bruscas, tive que mandar ela parar senão ia me machucar.
Minha pobre mãe ficou desanimada. Queria me ver aproveitar igual eu tinha feito com ela.
Espera, Mãe, olha como eu faço e aprende.
Olha, Mãe, não precisa apertar muito, tem que subir devagar. Pra cima e pra baixo, pra baixo e pra cima, e cada vez você vai aumentando o ritmo… Viu? De vez em quando tem que girar ela, com suavidade…
Deixa eu tentar de novo, querido, quero que você tenha um orgasmo pela minha mão. Ela pegou minha rola duríssima de novo, dessa vez sem apertar tanto, e começou os movimentos lentos. Foi aumentando o ritmo até que senti uns agulhadas nas minhas bolas e saiu da minha rola uma quantidade imensa de porra, que espirrou pra todo lado. No final, gostei da punheta que minha mãe fez. Ela aprende rápido.
Ficamos os dois relaxados no sofá da suíte, que tantas alegrias ia me dar. Isso aí, não tinha feito mais que começar. Após alguns minutos de silêncio e relaxamento, nos entregamos a um belo beijo, enquanto minha mãe brincava com os pelos do meu peito, eu fazia o mesmo com seus bicos duros.
Sabe, filho? Eu vi minha buceta sair da seca de novo, voltei a lubrificar, não como quando tinha 20 anos, mas minha buceta voltou a ter vida. Acho que não vou precisar mais de lubrificante...
Lubrificante? Perguntei surpreso. Mãe, você não disse que eu e você nunca íamos foder?
O rosto dela mudou... Peguei ela desprevenida...
É, vamos ver, ela conseguiu dizer. Nós não vamos foder. Eu tava falando pra quando eu fizer com seu pai.
Mas, mãe, se você disse que com o papai não rola nada. Então como fica? Com minhas perguntas, ela ficou encurralada, igual um rato entre duas paredes...
Filho, vamos nos preparar e sair pra conhecer Madri. É isso que eu quero.
Sim, mãe, mas você não respondeu minhas perguntas. Não podia deixar o rato escapar agora, hehe
Olha, filho, eu falei sem pensar, mas o que eu
Pensei é que você e eu nunca, e digo nunca, vamos foder.
Eu sabia que sim, conhecia ela...
A propósito, meu rei, você podia me fazer um cunnilingus.
Me pegou totalmente de surpresa...
Agora, mãe? Perguntei.
Sim. Respondeu rápido demais.
Ia fazer ela esperar, sabia que ela queria experimentar porque já tinha certeza, então deixei ela com água na boca...
Mãe, amadurece, toma um banho e se prepara que são 14h e eu tô com fome de novo.
Vamos conhecer Madri que já teremos tempo pra cunnilingus... Você é uma impaciente. Paciência.
Ela aceitou, não muito convencida com minha resposta, mas obedeceu.
Enquanto ela tomava banho, fui no armário escolher a roupa dela. Adoro...
Pra ocasião, preparei uma minissaia que tínhamos comprado no dia anterior, com uma meia-calça preta com lacinhos e detalhes vermelhos, cinta-liga. Uma calcinha pequena, branca com rendas e transparências, um sutiã combinando, uma blusa branca semi transparente e um blazer. Ela ia ficar linda.
Olha só que boa compra a gente fez ontem... pensei.
Ela saiu do banho, enrolada na toalha... Roupão. Viu a roupa em cima da cama e perguntou. E isso, amor?
É a roupa que eu queria que você vestisse hoje.
Aceitou sem hesitar um segundo.
Me perguntou se eu ia de moletom.
Não, mãe, também vou me arrumar. Com uma gostosa dessas, a gente não pode sair de qualquer jeito...
Fui tomar banho.
Continua...
0 comentários - Mudando a vida da mamãe (Parte III)