Mudando a vida da mamãe (Parte I)

Olá, pessoal. Meu nome é Luis Javier, mas todo mundo me conhece como "Luisja". Vou contar minha história e como aconteceu algo com minha mãe que eu nunca imaginaria na vida. Agora somos mais que mãe e filho, e nossas relações sexuais são muito, muito prazerosas.
Minha família é composta pela minha mãe Pilar (54 anos), meu pai Arturo (53 anos), meu irmão Roberto (38 anos), casado com uma loira que é uma gostosa, puta que pariu, quantas punhetas já bati pensando nela.
Meu pai é muito boa pessoa, nos ama muito, e nós amamos ele. Ele é vendedor de uma multinacional, então passa fora de casa, viajando a maior parte do ano. Só vem 2 ou 3 dias a cada dois meses e volta a ir embora. Trabalha muito e tem um salário muito bom, então nunca precisou que minha mãe trabalhasse. Ele sempre diz que gostaria de mudar de emprego e ficar em casa dormindo todo dia, mas diz que na idade dele quem vai contratar? Ninguém quer velhos, só caras jovens com estudo... Então vou me aposentar assim...
Minha mãe é dona de casa, não é nenhuma mulher de tirar o fôlego, nem daquelas que você vira o pescoço quando passa. Ela é uma mulher comum. É morena clara puxando para loira. Não muito alta, peitos normais, mas ainda firmes para a idade dela. Tem uns biquinhos deliciosos e umas auréolas pequenas ao redor. Para ser mais exato, 95, copa C. Hehe. Tem uma bunda boa. Buceta peluda, bom, agora não mais, quadril estreito, entre as coxas e a buceta dela tem um buraquinho que eu amo nas mulheres. Ela nunca se arruma, sempre usa calças largas e saias bem rodadas. Então as curvas que ela tem, a gente tem que imaginar. Nunca aparecem. Sempre calcinhas feias e sem graça, "calcinhas de freira", nada de tangas, fio dental, nada... Mas isso vai mudar graças a mim.
Eu, o "Luisja", encanador de profissão, 32 anos, tenho 1,95m, peso 95 kg, um cara comum. Nunca me faltou sexo desde que perdi a virgindade, aos 17 anos, com uma colega de classe... Ainda lembro das primeiras vezes. ejaculações, eu gozava só de meter. Adoro ver vídeos x de milf e masturbação que me pegou. Costumo foder todo fim de semana, dizem que na cama não faço nada errado, principalmente chupar bucetas. Elas adoram. Mas como meus amigos falam, sempre que alguma repete, não acreditem que é pelo meu pau, já que chego na média espanhola de 14 cm, mas tenho lábia. E alguma cai… Moro sozinho na minha casa, estou felizmente solteiro e faz 4 anos que saí da casa dos meus pais.
Adoro lingerie feminina, me deixa louco. Sempre digo que não existe mulher, por mais feia que seja, por pior corpo que tenha, que com uma boa lingerie não deixe qualquer homem a mil… Quando ainda morava na casa dos meus pais, sempre que ficava sozinho em casa, colocava algum vídeo de mulheres mais velhas, ia pro quarto dos meus pais e tirava da gaveta da mesinha de cabeceira da minha mãe todas as calcinhas e sutiãs de feira que ela tinha, feios mas mesmo assim me deixavam com tesão. E punheta na certa. Mas nunca pensei na minha mãe usando eles. Nunca olhei pra minha mãe com olhos de desejo. Em casa, já nos vimos pelados, de roupa íntima, de todo jeito, mas nunca houve desejo nos nossos olhares. Nunca pensei em ter uma relação sexual com a minha mãe, não passava pela minha cabeça, mas no final aconteceu e nenhum de nós se arrepende, aliás, adoramos foder juntos.
Todo dia, depois do trabalho, passo na casa dos meus pais, fico um tempo com a minha mãe, batemos um papo e vou embora já jantado. Muitas vezes, principalmente no inverno, fico pra dormir com ela, assim não preciso ligar o aquecedor na minha casa. Mas sempre fazia isso na cama de sempre.
Um dia, ao chegar do trabalho e passar na casa dos meus pais, minha mãe estava falando ao telefone na cozinha (o lugar favorito dela na casa).
— Oi, Mãe, tudo bem?
— Oi, Luisja, meu amor, como foi o dia? — ela disse enquanto me dava um beijo casto na bochecha, como sempre fazia.
— Bem, Mãe, sem muita novidade — respondi. respondi enquanto abria uma cervejinha gelada — Quem ligou? Era o Pa? Ele tá em Almería, né? O que ele conta?
— Sim, filho, sim, em Almería — disse minha mãe com um longo suspiro. — Ele me ligou porque o primo Eduardo ligou pra ele, a Andrea, filha dele, vai casar em Madri.
— Não vai ter convidado eu e o Roberto, né? — perguntei meio puto.
— Não, vocês não, só eu e seu pai, mas você sabe como é o trabalho do seu pai, nunca dá pra contar com ele. E sabe quem vai ser meu acompanhante então? — perguntou com aquela voz, do jeito que ela falou parecia um prêmio da TV… mas não, não era isso, era uma bucha.
— Pô, mãe, tem que ir até Madri, o hotel, o presente, a roupa, é um gasto desnecessário... Leva o Roberto — falei irritado.
— Você sabe, querido, que prefiro ir com você, é com quem tenho mais confiança e melhor sintonia… — disse com voz doce...
— Bom, a gente vê — respondi.
Sentamos pra jantar e por um bom tempo esquecemos do assunto casamento.
O tempo passou e numa sexta, quando voltei do trampo e tomei umas cervejas com os colegas, meu celular tocou enquanto eu abria a porta de casa.
— Oi, mãe — atendi.
— Que isso, já não ama mais sua mãe? — ela disse.
Num tom de brincadeira. Do outro lado da linha.
— Hoje você não veio me ver, aposto que se fosse uma amiguinha sua de vinte e poucos anos, você teria vindo correndo me ver.
Ela sempre fazia piada com as minas, sempre dizia que não entendia como eu tava solteiro...
— Qual é, mãe, tenho uns amigos que também preciso ver.
— Eu sei, filho, era só brincadeira, meu amor, não fica bravo. — disse com aquela vozinha de mãe sofrida... — Bom, vamos ao que interessa, você sabe que tem um casamento sábado, né? Vai lembrar? Não esqueceu, esqueceu?
— Merda, o casamento... Esqueci completamente…
— Minha nossa, se não fosse por mim — disse minha mãe. — Amanhã de manhã, se quiser, preparo um chocolate com churros pra gente tomar no café e vemos como fazer, te espero às 10. Até amanhã, querido, descansa.
— Tchau — só consegui falar. dizer.
No dia seguinte às 10, eu tava pontual na casa dos meus pais.
– Bom dia, mãe. Como cê descansou?
– Bom dia, meu amor. Muito bem, descansei bastante e bem. – Respondeu enquanto colocava o chocolate e os churros na mesa. – Sabe, não me animo muito com esse negócio de casamento, assim a gente passa mais tempo junto.
– É, passar mais tempo junto é a única coisa boa que tem, essa porra de casamento – falei, meio sem convicção.
– Você tem o terno que comprou há dois meses pro casamento do Luís. Tá no seu armário, trouxe da tinturaria e deixei lá. De qualquer forma, experimenta pra ver se tá certo.
Terminamos o café da manhã e fui experimentar, minha mãe veio junto. Ela tirou do armário enquanto eu tirava meu moletom. Como eu disse antes, não temos vergonha de ficar pelados um na frente do outro. Experimentei e ficou perfeito.
– Viu, como uma luva – falei pra minha mãe. – Aliás, o que cê vai vestir? Faz tempo que cê não vai a nenhum evento, falei.
– Com certeza tenho alguma coisa no armário que dê pra usar. Vamos ver – ela disse. E fomos pro quarto dela.
Sentei na cama e ela começou a tirar uns vestidos velhos, bem do jeito que ela sempre se veste.
– Esse – ela disse, no quarto que tirou. Um vestido de saia justa mas larga, e um casaco ideal pra minha avó. Ela tirou o pijama feio que tava usando e ficou de calcinha e sutiã. Feios pra caralho, pensei. Aqui os anos passam, mas tem coisa que não muda. Ela vestiu e perguntou:
– Como cê me acha?
– Pra ir num enterro, cê tá muito gostosa – respondi com muita ironia.
– Talvez você tenha razão, filho – ela disse – e eu preciso renovar um pouco meu guarda-roupa.
– Um pouco? Acho que tudo. Cê devia mudar. Anda, toma um banho e vamos comprar umas coisas, não tenho nada pra fazer até segunda.
A parada ia ser difícil, os gostos da minha mãe e os meus são bem diferentes. Ela foi tomar banho e eu me joguei no sofá pra ver as redes sociais.
15 minutos depois, a gente já tava saindo de casa.
Ela vestia uma calça social arrumada, mas larga, tava na minha frente e quando a gente ia sair pela Porta, as chaves de casa caíram. Quando ela se abaixou, me pareceu ver algo muito estranho: na calça não marcava "calcinha de vó", mas sim a silhueta de um fio-dental. "Não pode ser", pensei, "é impossível. Só pode ter sido coisa da minha cabeça." Andamos pela cidade vendo vitrines. Na terceira loja, finalmente decido entrar.

— Nossa, que roupa sem graça — falei.
— Nada te agrada? — ela disse.
— Mãe, acho que você pode valorizar mais o seu corpo — falei, convicto das minhas palavras.
— Ah, esse corpo de velha — respondeu na hora.
— Qual é, mãe, não se faz de mártir. Você sabe que pra sua idade tá muito bem, mas nunca se arruma. Se você se desse ao trabalho de usar roupas mais modernas, ia ficar muito mais gata.
— Para de falar, você acha que eu tenho 30 anos como suas amigas? — respondeu meio irritada. — Além disso, pra que vou me arrumar se vou ficar em casa?
— Tá bom, mãe, não briga.

Ao passar por uma loja, me chamou a atenção a coroa que tava atendendo. Eu perco a cabeça por essas mulheres. Falei pra minha mãe:
— Olha a vendedora, tem a sua idade e olha como aquele vestido cai bem nela.
— Pois é, você tem razão.

Entramos e peguei uns modelitos muito bonitos, que ficaram nela uma maravilha, tiravam uns 10 anos de idade. Quando vi ela sair com o primeiro, parei de prestar atenção na vendedora, que já tava me deixando com muito tesão... Que punheta que vou bater quando chegar em casa...

E comecei a ver aquelas curvas tão gostosas que minha mãe tinha, e nunca mostrava.
— Gostei — falei —, experimenta o outro.

Aí me veio na cabeça a foto do fio-dental.
— Será que ela tá usando um? — me perguntei. — Tenho que descobrir — pensei. E me aproximei do provador e vi ela tirando o vestido e pendurando no cabide. Sim senhor, ela tava de fio-dental, mas que fio-dental! Parecia uma daquelas calcinhas horrorosas, mas em versão fio-dental, cinza, sem transparência nem renda. "Nossa, que feio", pensei. Quando ela saiu com o segundo, fiquei de queixo caído... Essa é minha mãe? Com uma meia-calça e um salto, de tirar o fôlego.
— Qual fico? pergunto.
—Está muito elegante e gostosa com os dois — disse a coroa gostosa da vendedora.
—Eu compraria os dois, falei, sabe o que te disse antes.
—Seu filho tem razão, acho que tem muito bom gosto, pra ser tão novo. Ela respondeu.
—Levo os dois e assim fomos pra casa os mais contentes possíveis.
No caminho, parecia que meu pai tinha rejuvenescido. Eu a via muito feliz.
—Viu, fico feliz que você tenha mudado um pouco a chave.
Fomos pra casa e, enquanto fazíamos a comida, perguntei.
—Mãe, se você não é tão moderna, por que comprou fio dental?
Sempre tivemos muita intimidade entre nós.
—Cala a boca, disse minha mãe. Outro dia fui na feira comprar calcinhas e o vendedor me deu de brinde. Nunca tinha usado um, mas não desgosto, e como íamos comprar roupa, resolvi usar pra ser moderna como você diz…
—Mãe, isso está longe de ser moderno, um fio dental mais feio que as calcinhas que você tem.
—O que têm minhas calcinhas? — perguntou indignada.
—Mãe, são de velha, de muito velha.
—Pois é o que sou — me disse.
—Pois bem que você gostou dos vestidos que comprou, bem jovem e gostosa se sentiu, ou não? Falei.
—Sim, isso sim. Ela concordou, mas não sei como você quer que seja a roupa íntima se não aparece. Disse ela, bem convicta da resposta.
—Não sei por quê, mas desde que a vi com aqueles vestidos, algo passava pela minha mente. Eu estava começando a ficar com tesão na minha mãe, desde aquele momento comecei a olhar pra ela com outros olhos, diferentes de sempre.
Falei que, se ela quisesse, podíamos comprar roupa íntima, pra ocasião.
—Ah, claro, disse minha mãe. Vou entrar numa loja com meu filho e ele escolher minhas calcinhas. Sim, claro, filho, aqui todo mundo se conhece.
Então comecei a maquinar na minha mente. Comecei a imaginar minha mãe com uma calcinha transparente pequenininha, um sutiã combinando, uma cinta-liga e uma meia até o meio da coxa, e meu pau ficou duro como o mármore da cozinha. Pra Luisja, que é sua mãe…
—Bom, a gente vê — disse minha mãe. Mas Isso nela era um sim. A verdade é que eu tava alucinando.
Peguei o celular e em dois segundos tava numa página de uma loja famosa de lingerie. Olha, Mãe, falei.
Era um conjunto de calcinha fio dental, sem costura, preta transparente, com um sutiã combinando, também transparente, e umas meias na altura do joelho, com uns detalhes lindos e uma cinta-liga combinando.
— Isso é coisa de puta. Foi o primeiro que ela disse.
Mas eu já tava pegando o número do cartão e o endereço de entrega. O tamanho eu sabia de cor fazia tempo.
— Você é maluco, disse minha mãe. Mas sei lá, ela se deixava levar…
O dia passou e, à noite, na cama. Foi a primeira vez que vi minha mãe como mulher, imaginava ela com aquela lingerie e fiquei de pau duro. Tive que bater duas punhetas.
Na quarta-feira antes do casamento, minha mãe já tinha ido ao salão. Me mandou um WhatsApp: "Luisja, o pacote chegou, mas isso não dá, não."
Quando terminei o trabalho, passei na casa dela. A tarde toda fiquei pensando em como ficaria nela. Quando cheguei, ela tava na sala vendo TV.
— Oi, Mãe, tudo bem?
— Mal, filho, mal… não me vejo usando essa calcinha, não cobre nada, mostra tudo… Não é pra mim, devolve.
— Calma, Mãe. Experimenta e a gente vê… Vou lá, mas já te adianto que não vai dar… Ela disse enquanto entrava no quarto.
Cinco minutos depois, ela entrou na sala: "Viu como não fica bom?"
Quando vi ela entrar pela porta, alucinei e meu pau mais ainda, do jeito que subiu. A visão era surreal, minha mãe, uma coroa, com um corpo gostoso e aquele conjunto, fiquei de pau duro.
— O que foi, Mãe? Falei meio gaguejando.
— É que mostra a buceta, o cu, os peitos, tudo.
Minha nossa, eu te comia inteira agora mesmo, pensei.
Pra aliviar o clima, falei brincando: "Buceta é a única coisa que não aparece, com esse mato de pelo que você tem", e caí na risada.
— Também não gosta dos pelos da minha buceta? Ela disse, indignada.
— Não, mãe, acho que você deveria depilar. Além do mais, é anti-higiênico.
A cara dela caiu. "Só me faltava essa", ela conseguiu dizer, com mais de De 50 anos e depilando a buceta.
– Já era. O terno eu visto, mas não sonha que vou colocar essa calcinha, e muito menos depilar a xereca. – Disse ela, séria e categórica.
– Tá bom, Mãe, como você quiser. Mas foi querer mudar demais... – Ele disse, derrotado. Dei um beijo nela e fui pra casa.
Assim que cheguei, tava elétrico. Ver minha mãe daquele jeito me deixou a mil. Tive que bater três punhetas. Com a excitação que tive naquela noite, sonhei com ela, que trepada que eu dei... Minha nossa. A coisa tava escapando do meu controle.

Chegou sexta, o dia que a gente ia pra Madri. Reservei um hotel pra duas noites. Mas na sexta, por causa do trampo, tive que ficar pra terminar uma obra e fui buscar minha mãe às 23h. Resumindo, às 2h da manhã a gente tá lá, falei enquanto ela entrava no banco do carona.
Durante a viagem, a gente falou de coisas bestas, trabalho e tal. Até que na rádio, tinha um programa daqueles mais picantes, e apareceu um cara que tinha comido a prima.
– Minha nossa, aonde vamos parar? – disse minha mãe. – Não tem mais gente no mundo pra dar uma trepada? Tem que comer a prima? Isso é muito moderno pra mim – ela falou.
– Caí na risada. – Pô, Mãe, você é mais antiga que andar pra trás.
– Bom, agora tô mudando – ela disse.
Não liguei. Mas uns 100 km depois, ela falou: – Ó, Luisja. Aquela parada da xereca, você tava certo, é bem mais higiênico assim, sem pelos, mas é uma sensação muito estranha. A pele gruda.
Puta merda, não pode ser, ela depilou a buceta, me deu ouvidos. Tava morrendo de vontade de chegar e ver ela, fiquei feito um touro.
– Viu, Mãe, tem que acompanhar os tempos... – falei.
– É, homem, agora a gente vai e hoje à noite a gente trepa, eu e você, pra acompanhar os tempos, porra. – Disse minha mãe, e os dois caíram na gargalhada.
Mas pra mim, aquela ideia já não me incomodava mais, eu tinha passado a barreira e agora era a única coisa que eu queria. Comer ela.
Quando subimos pro quarto, era amplo e com Duas camas. Minha mãe se deitou na cama e disse: "Estou morta."
— Então dorme, que amanhã temos um dia puxado — falei.
Nós dois nos despimos, mas a calcinha que ela estava usando era a de sempre, isso me esfriou um pouco. Ela tinha depilado a buceta, mas eu sentia que não ia ver. Amaldiçoei minha sorte.
Colocamos o pijama e fomos dormir. Esperei minha mãe pegar no sono e só de pensar em ver a buceta depilada dela, bati uma punheta de campeonato e capotei.
Umas 9 da manhã quando acordamos.
— Bom dia, amor, o senhor descansou? — ela perguntou.
— Sim, mãe, e muito bem, aliás. Vamos descer pra tomar café? — falei.
— Vale, e depois subimos, tomamos um banho e saímos pra dar uma volta, que tal? — disse minha mãe.
Depois de tomar café e subir pro quarto, minha mãe falou: "Quem toma banho primeiro?"
— Eu — respondi. Me despi na frente da minha mãe quando ela perguntou: "Filho, você também depila os ovos?" — disse, assustada.
— Ha ha — falei —, mãe, a verdade é que é mais confortável e mais fresquinho, já faz uns dois anos que faço isso... E fui pro chuveiro. Tomei um banho bem frio, não queria ficar de pau duro e deixar minha mãe constrangida.
Quando saí, ela entrou, mas fez algo que nunca tinha feito: fechou a porta do banheiro... Quase comecei a chorar, pensei que ia ser minha chance de ver aquela bucetinha depilada, mas nada... Até fiquei meio puto.
Quando ela saiu com uma toalha enrolada no corpo, disse: "Que tal se eu provar a roupa da tarde e você ver como fica, e de quebra olha os sapatos que comprei?" — falou minha mãe.
— Vale — consegui responder, meio derrotado. Pensei que ela ia colocar aquela calcinha feia de sempre, que as que comprei ficaram em casa. Mas não foi assim.
Eu, da cama, vi ela pegar algo da mala e ir ao banheiro se trocar. Agora a tia fica recatada. Justo quando depila a buceta. Enfim, pensei.
Mas em 5 minutos algo mudou pra sempre em mim, quando vi minha mãe sair com o conjunto de calcinha, sutiã e aquela meias que tínhamos comprado dias atrás.
—Como é que você me acha? —ela disse, feito uma colegial gostosa de 20 anos.
—Caralho, agora sim, Mãe, mas chega mais perto pra eu ver melhor. —falei. Quando ela foi se aproximando, pude ver aqueles lábios que nunca tinha visto e que a vida inteira estavam ali, debaixo de um matagal de pelos. Que peitos. Que rabo e que buceta, que lábios mais redondinhos e carnudos ela tinha, acho que era a melhor buceta que já vi, você tá linda, Mãe, não parece a mesma, se o Pai te visse assim.
—Ah, para, que seu pai já não me toca nem com uma vara, nem quando chega em casa me come mais. —disse num tom irritado.
Sempre tivemos intimidade, mas nunca tinha ouvido minha mãe falar assim, muito menos contar os segredos de alcova.
—Bom, fecha a boca. —ela disse. —Você não queria vir no casamento. E fez isso por mim, então eu por você fiz o que pediu. Coloquei o que você disse que ficava bem em mim. E verdade, me sinto bem. Parece que tirei 20 anos das costas. —disse toda orgulhosa.
—Ou mais, Mãe, você parece minha namorada. —falei. —Cala a boca, puxa-saco, não sei como você faz, mas sempre consegue o que quer. —disse sorrindo.
—Bom, vamos ver se é verdade e você me come, que é o que eu quero. —pensei.
—Vamos, vamos nos vestir e dar uma volta. Acabou a passarela. —disse minha mãe.
Mas eu não podia ir a lugar nenhum daquele jeito, ver minha mãe com aquela roupa tava me matando de tesão. Aí me veio uma ideia: ir ao banheiro da recepção e bater uma.
—Mãe, vou no carro pegar a carteira, deixei lá, te espero na recepção.
—Tá bem, tesouro, já desço. —disse ela do banheiro.
Desci igual um louco pro banheiro da recepção, tranquei a porta e quase sem me tocar gozei, me lembrou das minhas primeiras punhetas… Tava muito excitado, verdade, então como não baixou, bati outra…
Me limpei e saí pra esperar minha mãe. Chegamos ao mesmo tempo.
—Vamos, amor —e ela se agarrou no meu braço feito namorada.
—Sabe, querido, não sei, me sinto muito bem assim com você, sabe que Sempre fomos muito unidos, mas agora pareço uma pessoa nova. Mais jovem, sei lá, você aumentou muito minha autoestima, querido, e eu te mandei um beijo na boca.
Pensei que estava num sonho, mas não era. Isso não pode estar acontecendo.
— Aonde a gente vai? — perguntei.
— Ao Corte Inglés, meu consultor de imagem — disse ela, animada. — Quero renovar tudo, e quando digo tudo, é tudo: meu guarda-roupa.
— Mas você não dizia que não conseguia ir a uma loja e deixar seu filho escolher suas calcinhas? — falei com um certo tom de provocação.
— Sim, filho, mas isso é em casa, onde todo mundo se conhece. Aqui é diferente, ninguém nos conhece. — Disse bem segura, sem soltar do meu braço.
Lá estava eu na seção de lingerie, meu lugar favorito, com minha mãe. Compramos vários conjuntos: de calcinha e sutiã, e de fio dental e sutiã. Ela disse: "Por que não uns tangas?" Já que ia se modernizar...
Eu estava ficando louco, não sei como minha mãe não percebia o quanto eu estava duro. Bom, ela estava como criança com sapato novo. Toda empolgada.
— Preciso comprar uma calcinha para as saias que vou comprar — disse ela.
— Mãe — protestei na hora...
— Tá bom, vamos comprar meias, o que meu estilista mandar... — Nós dois caímos na risada.
Compramos três jogos de meia-calça, e eu estava ficando doido. E quando você pensa que vai acabar seu sofrimento, ela vai e diz que vai comprar um par de saias, umas calças, ah, e umas leggings, porque estava com vontade de ter umas...
Pegamos umas saias acima do joelho, justas, mas não curtas. Umas saias bem elegantes para uma mulher como minha mãe. Depois, umas calças jeans e duas calças brancas.
— Que tal estas? — disse ela, e eu espiei pela cortina. — Ruim, mãe, acho que precisa de um número menor. — Mas vão ficar muito apertadas — protestou.
— Bom, experimenta — falei. E... de fato, como ficaram nela, que bundão marcou. Como essa mulher pôde ficar tão largada assim, sem valorizar esse corpo, por tantos anos? Um pouco de atenção era tudo que ela precisava.
As leggings, pra quê? contar pra você... Comprou dois conjuntos. Falei: "Viu, mãe, por que tem que comprar fio dental? Com essa legging, marca aquela calcinha feia e grandona que você tá usando."
— Assim que chegarmos no hotel, vou jogar fora todas que trouxe. — Disse convicta.
— Beleza, então tá pronto. — Falei enquanto pagava 350 euros que tinha gastado em roupa.
— Vai ver quando o pai ver o extrato do banco... — Falei brincando.
— Ele não vai ficar sabendo, seu pai só se preocupa com as vendas e os clientes dele…

Via que minha mãe estava desabafando comigo, e que cada vez mais se sentia à vontade do meu lado, e eu mais tesudo. Não sei quanto tempo ia aguentar esse suplício.

Quando saímos de lá, minha mãe me abraçou e disse: "Obrigada, querido, por se preocupar comigo." Aí me deu outro beijo na boca, dessa vez mais longo.
— Mãe, o que cê tá fazendo? — Consegui falar.
— Desculpa, — disse assustada — não era minha intenção te deixar desconfortável, mas é que sai de dentro, nunca ninguém se preocupou tanto comigo.
— Não tem problema, fica tranquila, mãe, mas aqui na frente de todo mundo — falei com medo.
— Aqui ninguém nos conhece, vê, todo mundo tá na sua. E me deu outro beijo na boca, mais longo ainda. Eu, verdade seja dita, não conseguia me afastar, a sensação era gostosa demais, das mais agradáveis.
— Viu, ninguém percebeu, que sou uma mãe dando um beijo na boca do meu filho… — disse rindo.
— É, mas eu não sou de pedra, mãe, sou homem e muito fogoso, e tô começando a ficar de pau duro. — Consegui falar.
— Kkkk — riu minha mãe — agora vai me dizer que porque viu sua mãe de lingerie e comprando umas roupas "arrumadas", como você diz, ficou de pau duro?... Não, se no final vamos virar como os primos do rádio.
— Vou me modernizar tanto que a gente acaba transando. — Disse no tom sarcástico dela. "Ah, cala a boca, Luisja", disse minha mãe, "não é pra tanto."

Comemos algo rápido e voltamos pro hotel pra descansar um pouco. Bom, ou era essa a intenção. Bem do lado do hotel tinha um salão de beleza, minha mãe entrou pra ver se podiam maquiar e preparar ela. Puxa o cabelo.
— O que te disseram? — perguntei quando ela saiu.
— Pra descer daqui a 1 hora mais ou menos — respondeu toda contente.

Já no quarto, minha mãe disse que queria provar de novo as roupas que a gente tinha comprado. E assim fez. Quando já tinha experimentado tudo, incluindo a calcinha, eu soube que não aguentava mais: ou batia uma ou explodia.

Quando minha mãe jogou toda a calcinha de feira no lixo e ficou pelada no quarto, pensei: agora ou nunca. Tirei a roupa na frente dela. Assim que ela viu como eu tava de pau duro, só conseguiu falar:
— Mas vai acabar estourando. Minha nossa, menino, como você tá.
— Já te falei, Mãe, que ninguém é de ferro e que tanto beijo e ver esse corpaço pelado tá me cobrando o preço — falei todo tarado.
— Mas filho, isso é por minha causa? — disse minha mãe. — Como é que o corpo de uma velha vai te deixar com tesão? Bom, deve ser que os modernos são assim — falou entre risadas.
— Mãe, para de besteira. Já peguei mina da minha idade que era muito pior que você, e elas não me deixavam nem metade do tesão que você me deixa.
— Para o carro — disse ela, séria e cortante. — Filho, não esquece que sou sua mãe, e não vai rolar nada entre nós.
— Sou mulher, fui por 35 anos e vou continuar sendo só pro seu pai...
— Vou tomar um banho — e foi pro banheiro.

Mas o que ela não sabia é que, da minha posição e graças aos espelhos, eu tava vendo o corpo pelado dela, a buceta depilada e a bunda redondinha. Que punheta eu bati naquela cadeira, enquanto via ela se ensaboar aquele corpaço. Aliás, acho que foi a melhor de longe que já lembro.

Quando ela saiu, eu nem tinha percebido, mas minha cueca preta tava cheia de porra, cheia de manchas brancas.
— Mas filho, essas manchas são as mesmas que sempre apareciam quando eu lavava suas cuecas — disse ela, meio surpresa. — Não vai me dizer que você se tocou, né? E espero que muito menos pensando em mim — falou meio brava. — Sou sua mãe, filho, lembra disso. Você não pode... Olhar com olhos de desejo, nem eu pretendo provocar isso.
Já mais calma.
Ela começou a vestir o conjunto de lingerie que eu escolhi pra ela. Aquela calcinha e aquele sutiã que não deixavam nada pra imaginação, aquelas meias lindas com seu cinta-liga.

— Vai, prende o gancho do cinta-liga atrás pra mim — disse minha mãe, me tirando do devaneio.

Enquanto eu fazia isso, fiquei duro que nem uma moto. Ela vestiu o vestido elegante e pediu pra eu fechar o zíper. E eu fiz, mas não calculei bem a distância, e meu pau tava esfregando na bunda dela.

— Luisja — falou num tom seco —, você tá igualzinho ao seu pai quando a gente namorava, o dia inteiro com o pau duro — disse minha mãe. — Depois de tudo que ele foi, agora nem me olha, nem repara em mim — falou derrotada.

— Vai, mãe, não desanima que você tava tão animada. O que foi? Com o pai não rola mais nada? Vocês não transam?

— Olha, filho, vou te falar uma coisa. Antigamente, transar sem ser casado era pecado. Seu pai até a noite de núpcias não tinha tocado nem num fio de cabelo dos que eu tinha lá embaixo. Depois de 35 anos casada com ele, sempre na posição do papai e mamãe, e olha que não duravam mais de 15 minutos. Já cheguei a pensar que nunca descobri o sexo, que nunca aproveitei ele. Que nunca tive nem um orgasmo — disse quase soluçando.

— Mãe, o que cê tá me dizendo? Nunca teve um orgasmo? Meu Deus, não dava pra acreditar. Dois dias atrás você me fala que ia ficar com a minha mãe, num hotel, no mesmo quarto, pelada, me deixando mais tarado do que nunca na vida, e contando sua vida íntima... e eu não acredito.

— Não sei, querido. O povo fala que tem um orgasmo e é capaz de se pendurar num lustre de tanto prazer. Ouço gente que perde a cabeça por transar. E aí eu penso: não é pra tanto. Se você sente um calorzinho e um gostinho, mas daí a morrer de prazer... — disse minha mãe.

— Mãe, acho que você nunca teve um orgasmo de verdade, senão saberia. Acho que papai não soube te fazer gozar na cama. ela não soube tirar faísca desse corpanzil que você tem, falei, me fazendo de entendido.
—Pode, filho, vou ficar assim mesmo, pra vida toda. Nunca vou trair seu pai. —disse ela, bem categórica.
—Já, mãe, mas você pode se tocar…
Vi como suas bochechas coraram, enquanto ela me dizia: desde pequena, na escola, e na igreja falavam que era pecado, e por isso nunca, ou quase nunca, coloquei em prática. Na verdade, as três ou quatro vezes que fiz, nunca senti o prazer que o pessoal fala… —disse ela.
Pô, aqui tem muito trabalho pra fazer, Luisja, tem que ralar muito pra levar ela pra cama. Pensei na minha cabeça. Aos poucos, ela também não ia colocar aquela calcinha, e colocou; também não ia depilar a buceta, e depilou. Diz que entre nós não vai rolar nada, mas vai. Vai sim… Pensei.
—Ufa, é tarde pra caralho, não vou dar tempo de ir ao salão. Tchau, meu rei, depois a gente continua essa conversa. —mamãe preparando pra quando eu subir. Não quero chegar atrasada, —disse ela enquanto corria pelo quarto e ia pra porta. Aí me deu outro beijão na boca, dessa vez apertando bem os lábios.
Quando ela saiu, bati uma punheta de campeão, que gozada, sendo que já tinha batido uma há 20 minutos. Isso ia me matar. Depois da punheta, não descia, tive que bater outra. Depois dessa, fui tomar um banho bem gelado.
Me vesti, penteie o cabelo e passei colônia. Nesse momento, a porta do quarto se abriu, como se fosse um filme, e por ela apareceu a mulher que me deu à luz, a mulher que tanto se preocupou comigo quando eu era criança, a mulher que passava noites em claro esperando eu voltar da balada… Mas linda como nunca tinha visto. Estava radiante, elegante…
—Pilar —falei sem querer—, você não precisa invejar nenhuma gostosa de 18 a 40. Você é de tirar o fôlego… —falei, todo puxa-saco.— Se você não fosse minha mãe e se deixasse, eu te ensinaria a ter um orgasmo dos bons.
—Cala a boca. Porco, não seja tão puxa-saco, que eu vejo suas intenções, e esse não é o caminho. Tarado.
Não deixei ele continuar, plantei um beijão na boca dele, e falei:
—Vamos embora. Você pode passar perfeitamente por minha namorada em vez de minha mãe.
Continua...

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