Xochi, minha mãe 7

—Vem mais tarde, que os meninos ainda estão aqui.
Essas foram as palavras que minha mãe disse pro Mingo naquela manhã, antes das nove, e quase nua na porta de casa, ela se agarrava no amante enquanto ele devorava a boca dela num beijo profundo, enquanto as mãos dele deslizavam pela tanga, acariciando as costas e o quadril da minha mãe. Ela, apoiando os peitos no peito do amante, gemia um desejo que se molhava entre aqueles lábios, sujos de beijo.
— Quero te comer, Laura, ontem à noite bati uma pensando em você, sua puta.
— Vem mais tarde que vou estar sozinha, faz uma semana que você não aparece e também tô com vontade de você, tô muito tesuda.
Eu, que tinha acabado de acordar, ouvi toda aquela conversa safada, cheia de sexo e prazer que ela compartilhava em segredo comigo. Ela fechou a porta atrás do amante, que voltaria à tarde; sensual, voltou pra cozinha preparar o café com aquela tanga branca e ousada, com a camisola curta, a que ela preferia pra receber os ficantes e amantes.
Minha mãe era uma ninfomaníaca e os prazeres dela sempre foram meu tesão.
Naquela manhã começou um jogo que terminava, como sempre, no incesto desejado, enquanto eu ia provocando aos poucos as travessuras que ela não recusava e que, aos poucos, fomos assumindo como um jogo de cumplicidade. Embora minha mãe tivesse suas amigas e, entre elas, a "Mena", irmã do Mingo, seu amante oficial e pai de dois abortos da minha mãe, entre outros que ela teve; eu não era só um brinquedo dos desejos dela, mas cúmplice das aventuras dela.
Eram os primeiros tempos dos celulares com câmera e eu já tinha o meu; brincar com minha mãe de descobri-la com minha câmera era, pra ela também, um desejo de posar erótica, se mostrar sensual e refletir a beleza dela pra compartilhar com os amigos. Uma tarde, enquanto arrumava as plantas no jardim, a regata dela molhada desenhava os mamilos, os peitos dela iluminados por gotas caprichosas de suor pareciam querer escapar. enquanto rolavam pelo decote; ela me olha e sorri, brinca de me excitar sem culpa, enquanto eu mordo meus lábios na frente dos olhos dela e ela sorri de novo.
—Vou tirar uma foto sua, mãe... sorri pra mim.
Ela me olha, sorri de novo com um olhar lascivo e joga o cabelo sobre o ombro, a figura de uma puta em pose se revela na minha câmera e a gente sorri um pro outro de novo, quando ela tira a regata por cima da cabeça e os peitos dela cheios de sardas se mostram pra mim; as auréolas roçadas e os bicos durinhos.
—Ouviu que o Mingo veio hoje de manhã?
—Sim, mãe, ouvi e te vi como você se entrega pra ele com tanta safadeza.
—Entre nós, isso não pode sair do nosso segredo, mas tô grávida do Mingo.
—Já sei, te ouvi uns dias atrás quando a “Mena” e a “Eve” falavam pra você ficar com ele.
—Mas você sabe que é impossível… ainda mais que o único com quem eu me cuido é com seu pai.
—Sim, mas o Mingo é loiro demais pra você ter um filho dele, seria muito na cara.
—Não é o primeiro que tenho com ele, seria o segundo e com outros dois amigos mais dois também, acho que vou ter que amarrar as trompas, pra não engravidar e correr mais riscos com eles.
—É que você tem amantes muito jovens, mãe, e eles te engravidam só de te penetrar.
—Sim, por isso já fiz quatro raspagens e não quero outra; além disso, o médico que faz isso também me submete sexualmente, me obriga a transar com ele, ameaçando que contaria pro seu pai e não consigo parar.
—Quantos amantes você teve ou tem? — perguntei pra minha mãe.
—Tantos que já perdi a conta, mas nos últimos dois anos levei sete.
—Mas o Mingo…
—O Mingo é meu brinquedo favorito, me deixa louca na cama, mas me deixa com tesão, por isso procuro mais.
Enquanto a gente brincava sensualmente, eu continuava tirando fotos dela no jardim quando a campainha tocou, não era o Mingo, mas outro amigo do grupo da minha mãe, José, mecânico também do carro do meu pai. Mamãe ajeitou a regata ainda molhada e sexy, esticando até cobrir parte da Cavado desleixado que mal cobria a buceta macia e depilada dela, quando os mamilos e as auréolas voltaram a ser o baixo relevo no pano branco de algodão.
—Abro pra senhora?...
—Não, deixa que eu atendo ele, você continua com as plantas.
De costas, deixava ver as cadeiras latinas e a pele bronzeada, mal coberta por aquela cavado branca, bem enfiada na racha da bunda dela, feito duas peras descendo da cintura até as pernas. Não conseguia parar de ficar excitado ao ver ela andar descalça; era uma puta, era uma puta; era minha mãe quando deixou José entrar, que ficou paralisado ao ver ela rebolando com um aceno sensual, mandando ele entrar na garagem. Eu sabia quais eram as intenções da minha mãe, enquanto ela continuava passando a mão no cabelo e explicando os problemas do carro.
—Como vai, Richard —me cumprimentou José.
—Bem, José. —respondi, enquanto me aproximava pra cumprimentar ele e vi que ele já ajustava com a mão o volume que marcava na calça jeans; minha mãe mordeu os lábios e, me olhando, piscou um olho, na hora entendi os apetites dela.
—Mãe, vou sair uns minutos.
Foi minha reação pra deixar os dois a sós, enquanto me afastava sem parar de ouvir a conversa entre minha mãe e José, que ficava cada vez mais sensual no tom das vozes, igual no jogo de mãos que começaram a trocar entre carícias ousadas. Não deu tempo de nada quando um olhar da minha mãe foi suficiente pra José abraçar ela, encurralando ela na parede, e começaram um jogo de luxúria e sexo sem freio; a boca da minha mãe se confundia safadamente na boca de José, que percorria ela desde os lábios até os mamilos marcados naquela regata suada de tesão e vício. Num giro brusco, minha mãe se virou eroticamente contra a parede, dando as costas pro macho dela, deixando a bunda à mercê dele enquanto se elevava na ponta dos pés, com as mãos separando os glúteos, e José começou a descer com os beijos por aquela espinha até enfiar a cara toda lá dentro. Um frenético jogo de saliva na bunda da minha mãe, que ia fechando os olhos, abrindo mais a boca e arranhando a parede a cada orgasmo que desabava nela quanto mais ela também se tocava no clitóris.
José deixou cair a calça quando a ereção explodiu por cima da cueca e aquela pica longa e bem carnuda se esfregou na racha do cu da minha mãe, subindo e descendo, fazendo ela sentir aquela ereção, enquanto ela ofegava o hálito na parede, o jogo ficava mais intenso, e a siririca só aumentava a temperatura.
—Deixa eu enfiar nessa sua bucetinha apertada —disse José pra minha mãe.
—Devagar, devagar, mas não para. —respondeu minha mãe, que se masturbava ainda mais no clitóris, deixando a mão molhada de sucos perolados que escorriam no prazer dela.
O sufoco intenso da minha mãe e os olhos dela que se abriram sem fôlego denunciaram a penetração profunda no esfíncter dela, José apertou mais minha mãe contra a parede e os peitos dela explodiram pelos lados da regata encharcada de suor, a foda era tão profunda quanto a longa ereção de José, que a dominava com mais e mais estocadas fortes no cu.
—Por favor, não para (suplicou minha mãe), mas não goza ainda.
—Não, putinha, vamos deixar seu filho também nos ver fodendo desse jeito; você gosta assim?
—Meu Deus, não para, que me excita mais ele estar nos espiando, mas não vira, deixa ele aproveitar.
—Que apertadinho você tem esse cu, juro que vou continuar arrombando você por um bom tempo, putinha.
—Não para… Enterra fundo.
Voltando com as mãos a abrir as ancas dela, José deu uma estocada que fez minha mãe revirar os olhos de novo pro infinito; mas antes que ela gozasse, ela se virou e beijou ele de novo, apertando o rosto de José contra a boca dela, devorando um chupão mais que um beijo; se ajoelhou e começou a enfiar na garganta a pica que continuava fodendo ela com fúria, José batia as bolas depiladas no rosto da minha mãe.
—Ai, putinha, finalmente você é minha, Laura, ou como te chamam. Xochi, depois de tanto ouvir sobre suas virtudes e o quão puta você é.
— Você nunca vai esquecer a chupada que vou te dar. — dizia minha mãe enquanto enfiava e saboreava aquela pica dura e carnuda na boca dela.
As pernas e os glúteos de José se tensionavam, sem querer gozar na sua puta no cio, enquanto segurando ela pelo cabelo a empurrava sem parar, fazendo minha mãe deixar escapar pelo canto dos lábios a baba dela, quando os engasgos denunciavam que ela estava sem fôlego.
— Agora me fode, filho da puta — ordenou minha mãe.
— Não, puta, não vou encostar nessa buceta, você é muito puta pra me prender sem camisinha.
— Não se preocupa, já tô grávida do Mingo. — soltou minha mãe.
— Também dá pro Mingo, desde quando, puta ninfomaníaca?
— Desde que eu gosto de picas grandes, compridas e cheias de porra igual à sua.
Naquele momento, um jato de gozo foi parar nos olhos da minha mãe, que apertando a pica com as duas mãos e batendo uma punheta, voltou a saboreá-la na boca, espremendo até a última gota que deixou escorrer pela garganta funda dela. Os olhares de uma puta e do seu macho se saborearam em silêncio, minha mãe se levantou sem soltar de uma das mãos a ereção ainda firme que encaixou entre as pernas dela e, querendo beijar os lábios de José, ele desviou a boca. Minha mãe ficou humilhada, limpando com a mão o gozo que ainda escorria sobre os lábios dela, ajoelhou-se de novo e voltou a beijar a glande flácida do novo amante, quando a campainha tocou, eu que estava disfarçado na sala espiei e vi que era o Mingo, olhei pra onde estavam minha mãe e José, quando pude ver eles se apressando pra se arrumar…
— Que a minha porra a Mingo chupe, você vai me satisfazer; vou vir só pra te “comer”, entendeu, gata?
— Todas as vezes que quiser, tô aqui pra tirar até a última gota, garanhão, agora sou sua puta também.
— Richard, você tá aí?…
— Tô, mãe, acabei de entrar.
— Então seu filho é cúmplice? — perguntou José pra minha mãe. —Não só cúmplice, mas muito mais, ela respondeu, dando um selinho nos lábios dele.
—Abre pra Mingo, vai. —Minha mãe me disse.

José pediu pra minha mãe levantar o capô do carro, enquanto ela, sentando no banco do motorista, deixou cair uma alça da regata, expondo o ombro e parte dos peitos grandes e sardentos dela. Quando abri a porta da entrada, José já estava debruçado sobre o motor e minha mãe sentada no volante, mas com os vestígios da foda que tinha levado minutos antes: cabelo bagunçado, suor marcando o meio dos peitos e os bicos durinhos aparecendo por baixo da regata branca, agora manchada de porra.

Mingo entrou e me perguntou: —E sua mãe?
—Na garagem com o Paulo, —pisquei um olho.
—Que puta… —murmurou Mingo.

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