Xochi, minha mãe 3

Como toda quinta-feira com o grupo de homens da praia (incluindo meu pai, "o grande corno", e Marcos, marido da "Mena", o novo corno), tinha sido programado um barco de pesca até domingo de manhã.
Isso fez com que minha mãe e a "Mena" também organizassem seu "final de semana livre" dos maridos, então elas se revezariam para sair uma noite cada. O plano estava resolvido: a primeira a sair seria minha mãe com o Mingo, "seu jovem amante"; eles tinham decidido ir a uma balada em La Barra, umas praias depois da nossa, e passar a noite onde o jogo terminasse.

Minha mãe, mulher muito culta e atraente, com ares de cortesã refinada, disse rindo: — a partir de hoje, à noite, serei "Xochi".
A "Mena" e o Mingo se olharam sem entender; o bom corno do meu pai só falou: — mas sempre leva camisinha na sua bolsa — como se profetizasse ou sentisse os chifres na cabeça, embora não soubesse do que se tratava e muito menos suspeitasse que minha mãe já não usava camisinha com os amantes, só com ele.

A Deusa Xochiquétzal, na mitologia asteca, era a deusa da sensualidade e da beleza, o arquétipo de uma mulher jovem em pleno poder sexual. É a amante divinizada que evoca o amor, a volúpia, a sensualidade, o desejo sexual e o prazer em geral. — Essa era minha mãe, uma cortesã de mitologias, quando apareceu na porta do quarto como se estivesse emoldurada num quadro. Depilada, perfumada, erguida sobre botas pretas de salto alto, que cobriam parte de seu metro e vinte de pernas, deixando as coxas bronzeadas e tratadas com óleos aromáticos por baixo de um vestido preto justo nos quadris, que subia sobre sua escultura cobrindo o deleite dos seios desenhados e do "entre seios" por onde correria a luxúria daquela noite.

A "Mena" ficou chocada ao ver uma puta tão gostosa vestida para o pecado. O Mingo passou as mãos pelos cabelos loiros e mordia os lábios.
Minha mãe me olhou (eu já estava deitado na sala me fazendo de desentendido). (o dormido) se aproximou e me deu um "selinho" com os lábios dele nos meus, acho que algo fez ele lembrar do meu pai, que já não estava em casa, mas sim pescando, quando se revelou num pensamento íntimo — "serei uma slut, uma puta de classe, com uma liga desconfortável e uma tanga que se enfia na minha carne, mas sou fiel aos meus instintos e desejos".
Mingo pegou na mão dela e a fez girar debaixo do braço dele, como se estivesse exibindo o pecado, beijando-a e borrando o batom vermelho como um ferimento de sangue na boca dela — hoje à noite, balada, sexo e gozar pelados na praia.
— Não bebe, hoje à noite não é sua, hoje você também, vai sentir os chifres que essa puta vai te meter, pegando no volume dele — Sua puta.
— Que…? disse "Mena"
— Mas…? gaguejou Mingo
A buzina de um carro que tinha parado na frente do chalé soou duas vezes…
Minha mãe corrigiu o batom vermelho, beijou ele de novo com um selinho simples — se comportem — e a porta se fechou atrás das curvas do quadril dela apertadas naquele vestido justo e na linha fina da tanga se perdendo nas coxas dela.
Eu subo na janela e mamãe se abraça com um homem que não consigo distinguir na escuridão da noite, ele passa a palma da mão dela das costas nuas até aquela raba desenhada, ela levanta a perna esquerda para trás, como se estivesse acenando pra quem estava atrás das janelas, "Mena" e Mingo da sala, e eu espectador do tesão de um beijo interminável. Dá pra ouvir dizer:
— Desde esta tarde na praia, a espera tem sido interminável.
— Desde a época da faculdade que eu desejava esse momento, Lau, e seu marido que não te larga.
— Não, pra você hoje à noite e sempre serei Xochi, a deusa, a amante divinizada, a sensualidade, seu desejo sexual e meu prazer.
Ele abre a porta do carro pra ela, ela senta com a fineza delicada de uma dama e o carro desaparece na noite.
"Mena" em silêncio e de boca aberta, fica olhando pro irmão dela, Mingo.
— Putona do caralho, mas eu amo ela. — Exclamou o amante enganado. Eu também amo ela, me excita, quero comer ela e sentir na pele aquela púbis desenhada com perfeição, esfregar meus lábios nos dela. — Mena suspira.
(...)
Amanhecia, eram sete e meia da manhã pelo meu relógio (costumo acordar com os primeiros raios de luz), quando sinto a porta de casa se abrir devagar; mamãe voltava com as botas na mão, os pés cheios de areia, o cabelo bagunçado, olheiras denunciando excesso de álcool e a saia levantada deixando ver a calcinha fio dental preta molhada de orgasmos gostosos.
— Lau… você tá uma gostosa, pelo visto aproveitou a noite até a última gota do orvalho.
— Sim, Filo, a última gota ficou na minha boca… Não viu a última punheta que eu acabei de dar com meus lábios?
— Não, mas deixa eu sentir, deixa eu saborear ela da sua boca.
“Mena” excitada, toda gostosa de biquíni, se aproximou e, na ponta dos pés, comeu a boca dela; minha mãe respondeu envolvendo ela com os braços; os peitos se encostaram e minha mãe ofereceu uma troca de cuspe que de boca em boca era pura safadeza lésbica na minha frente.
— Que porra gostosa tem aquele filho da puta, ou é o seu gosto que me deixa louca?
— Vem pro meu quarto que eu te conto. Pegou ela pela mão e levou.
Minha mãe enfiou a língua de novo nos lábios dela, “Mena” deixou escorrer um fio de saliva que foi parar no rendado do sutiã, os biquinhos num jogo lésbico do amanhecer, ficaram durinhos.
Todo mundo dormia, mas o Mingo (que tava no meu quarto) me distrai, o volume dele se mexe ereto por baixo da sunga branca — será que tá sonhando com minha mãe? — Ele não ouviu o murmúrio das cachorras no cio, mas eu ouvi.
Os beijos da minha mãe nos lábios da “Mena” acenderam ainda mais o tesão, “Mena” apertou mais a boca contra a da minha mãe e as mãos começaram a tirar o vestido justo; minha mãe não tava de sutiã, os biquinhos eram como sempre a prova, a marca certa da safadeza dela.
— Me conta, puta, agora você também vai ser minha mulher e eu sua vadiazinha!, você me deixou louca ontem à noite, me deixou muito molhada. com o chupão que você deu naquele cara.
— Ele se chama Paulo, fomos colegas de faculdade e cruzei com ele na praia uns dias atrás; é diplomata e a gente já tinha se pegado e se amassado várias vezes, mas nunca conseguimos transar.
— Uau… tesão acumulado de tempos (Mena gaguejou)
— Você não faz ideia da pika que ele tem, um garanhão gozando sem parar por toda a minha pele. Já tinha sentido ele até dançando nos ágapes nas embaixadas, mas nunca deu. Ontem à noite ele me deixou morbidamente excitada.
— Seu amante Mingo também ficou com tesão, senti ele se masturbando trancado no banheiro.
— Hmmmm. Me imagino vocês dois me comendo, cavalgando como uma puta com meus dois amantes.
— Você é capaz…
— Deixo meu filho e o amigo Eduardo me comerem, olha só se não vou me acabar com meus dois amantes! — Vou te contar…
— Ontem à noite na balada, enquanto dançava com Paulo, um amigo dele chegou, um moreno enorme, e me apertou por trás, fez eu sentir a pika, era um cano duro encostado na minha bunda, enquanto o "Pau" encostava na minha pélvis os vinte e cinco centímetros dele que depois eu engoli inteiro no Vip… Delirei ali mesmo, morbo, sexo e mais morbo.
— Você comeu os dois?… perguntava "Mena" enquanto acariciava a calcinha molhada da mãe, mordiscando os mamilos dela, pra depois beijar suavemente os lábios, uma e outra vez.
— Foi foda, Mena, dancei com um, com outro e com os dois juntos enquanto me espremiam entre eles, subindo carícias de quatro mãos na minha saia, bebi demais, depois só lembro que estávamos na praia, Paulo me penetrava, eu de joelhos enfiada nele, nos beijando sem fôlego de anos, enquanto o moreno Carlo tentava me comer abrindo minha bunda, mas era imensa, meu esfíncter ardia, mas não conseguiu me dilatar, só conseguia entrar pela minha boca, gozaram em mim por todos os lados, eu não parava de ter orgasmos, era uma "femme fontaine".
— Agora você vai gozar na minha boca, me dá esse clitóris, você ainda tá cheia de porra nessa buceta, tá grossa e ainda tá escorrendo… puta. agora você é minha.
Mamãe se deitou na cama ainda de fio dental, enquanto a “Mena” começou a enfiar a língua louca e os dedos entre os lábios dela, remexendo tudo, procurando restos de porra e fluido misturados, que depois levava à boca e à boca da minha mãe; era um fogo entre as duas. “Mena” descobriu que daquela buceta saía um fio vermelho, do qual começou a puxar devagar. Mamãe arqueou as costas, fechou os olhos e, abrindo a boca num gemido, soltou:
— Puxa… puxa devagar esse fio e você vai ver uma surpresa…
— O que você tem?
Ela começou a puxar suavemente aquele fio vermelho, e uma série de bolas vermelhas e molhadas, cada vez menores, começaram a sair da buceta da minha mãe.
— O Paulo foi colocando enquanto me beijava ontem à noite no vip da balada, depois que o preto me comeu um tempão com aquela “pica de preto” enorme que deixou gozar dentro; enquanto eu gozava a porra do Carlo, o Pau, aproveitando a lubrificação, enfiou essas bolas em mim. Tô com elas desde ontem, ele tirou na praia pra me comer de novo entre os dois e colocou de penitência porque não dei meu cuzinho pra ele; me deixam louca!
— Deixa eu limpar com meus lábios, com minha língua. (Exclamou Mena)
O beijo foi interminável entre as duas vadias, enquanto se uniram cruzando as pernas uma sobre a outra, esfregaram os lábios molhados, gemeram, gozaram mais uma vez. Mamãe se deitou sobre o corpo da “Mena”, comeu a boca dela loucamente enquanto a montava como se a outra tivesse um pau duro, ia e vinha se esfregando, até que um mesmo orgasmo tomou conta das duas de novo, restos de porra e fluidos de uma e de outra ficaram nos lençóis brancos. Voltei pra minha cama, me masturbei imaginando e sentindo a pele macia do pubis depilado da minha mãe, quando a ouvi dizer:
— Ah. Ele nos convidou pra navegar no barco dele, amanhã vem nos buscar às sete, temos uma surpresa pra você.
— Eu vou comer o moreno, insistiu “Mena”
— Isso a gente vê, respondeu minha mãe.

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