Ficamos sozinhos na casa do meu avô perto de Cabo Frio, ele tinha saído naquela noite para o Rio de Janeiro e não voltaria por causa dos assuntos da embaixada até uma semana depois; o pessoal doméstico tinha ido embora, mamãe e eu ficamos depois do jantar na varanda em frente à imensidão da noite, diante de nós a lagoa de Saquarema cercada por montanhas, o céu estrelado e ao longe um violão tocando "zamba", a brisa caribenha brincava com seu vestido vermelho curto de alças, mostrando de vez em quando sua tanga branca emoldurando os quadris. Na minha espreguiçadeira, continuava lendo os livros de poesia que ia e voltava buscar na biblioteca; num momento, mamãe se ofereceu para me trazer uma bebida gelada, eu disse que sim e, ao se levantar da rede, sua tanga era apenas um fio enfiado entre suas coxas douradas.
Levanto da minha rede para pedir que minha bebida fosse só um suco de guaraná gelado, quando, através da janela, a descubro apoiada na parede, levando os dedos depois de acariciar sua buceta até os lábios, a vejo excitada fechando os olhos e um dos seios escapa daquela camisola vermelha.
Será que ficou excitada pensando talvez no velho amigo Reinaldo, que veria depois de anos, no namorado Mingo, que tinha ficado em Buenos Aires, na cueca branca que eu vestia desenhando meu volume na noite? Mas acho que não é pensando no corno do meu pai, que sempre lembrava ela de levar camisinha, enquanto ficava em Buenos Aires.
Laura, minha mãe, estava pegando fogo e não era por acaso diante de um espetáculo desses na noite de Cabo Frio.
Voltei para minha rede e esperei por ela acariciando meu volume, sensualmente ela me trouxe a bebida se inclinando para mim e provocando que, aos meus olhos, seus peitos caíssem insinuando os bicos, suas pernas roçaram meu braço e, virando as costas, voltou para sua rede, sobre suas coxas bronzeadas a tanga branca e desleixada era uma careta de provocação aos meus instintos; pouco depois senti ela dormindo.
—Eu dormi, vou pra cama, até amanhã, love
—Até amanhã, mãe, vou ficar lendo mais um pouco, a noite tem poesia
—Pedi um desejo…, acabou de passar uma estrela cadente
—Hmmm, pede você. Insinuei, voltando a acariciar minha cueca.
Acho que naquele momento parei de ver pra sempre minha mãe como mãe e ela se transformou numa mulher desejável, e pela lascívia do olhar dela também deixei de ser filho pra me tornar o pecado mais furtivo dela, o desejo ardente dela, o cúmplice da vida de cortesã, de puta diante dos meus olhos e pro que há de mais perverso entre nós, desde aquela noite em Cabo Frio nada seria igual.
Já não éramos mãe e filho, éramos uma mesma intenção na noite, embora eu sonhasse com minha primeira namorada, com minhas poesias, a desejava, ela era luxúria desatada abertamente pra excitação dos desejos sexuais dela. O incesto já estava diante dos nossos instintos mais baixos.
Tinha lido em algum lugar: “que os homens traem porque tá no sistema genético deles. A mulher faz isso porque não tem dignidade suficiente, e além de entregar o corpo acaba sempre entregando um pouco do coração. Um verdadeiro crime. Um roubo. Mas assaltar um banco, porque, se um dia for descoberta (e sempre são), causa danos irreparáveis à família. Pros homens é só um ‘erro idiota’. Pras mulheres é um assassinato espiritual de todos que a cercam de carinho e que a apoiam como mãe e esposa”.
Fui pra minha cama continuar lendo, pelo corredor vi que ainda tinha luz no quarto da mãe, me aproximei e ouvi que ela tava tomando banho, voltei pensando que minha mãe já não era mais, agora o nome dela era sinônimo de transgressão, de incesto, de uma puta. Laura, o desejo do prazer proibido mas viciante. Apaguei a luz e fiquei pensando, olhando pro vazio de um apetite erótico talvez irrealizável — só se ela tivesse desejado quando aquela estrela caiu. A brisa entrava pela janela, um clarão de lua deixava ver sombras na minha quarto.
Sinto a presença dela, a respiração dela me provoca, não acredito, me masturbo de olhos fechados, penso nela, me sento na cama; adivinho a silhueta dela desenhada naquele brilho, sinto o perfume dela e abro os olhos, ela está sentada no banquinho branco, segurando uma taça, cobrindo a buceta depilada.
Empoleirada em umas botas de cano alto, entreabre as pernas e vejo a barriga dela quase lisa, deixando adivinhar uma trilha desenhada que desce até o clitóris, os peitos escapando do sutiã preto e uma cinta-liga presa na calcinha fio dental que se crava na carne dela.
Ela não me diz nada, me olha com tesão, eroticamente me provoca e levanta a taça na direção dos meus olhos. Fecho os olhos de novo…
Ela se levanta e se aproxima sobre as botas —vamos pra minha cama—, resisto ao convite, mas a calcinha fio dental perfumada dela me dá um tremor incontrolável, meu pau endurece ainda mais, minhas mãos acariciam as pernas dela e me atrevo a roçar com meus dedos os lábios marcados dela naquela renda. Olho pra ela e esboço um sorriso, ela me pega pela mão. Não quero, mas o que vai acontecer vai mudar nossas vidas.
Ela não fala comigo, me observa, o dedo indicador dela entra na minha boca, depois mais um que eu chupo e babo, ela me faz calar. Sei que já é inevitável e já não quero que pare enquanto desce a mão acariciando meu peito, acariciando por cima da cueca.
Ela deixa cair os braços e com eles cai o robe de renda no chão, o corpo dela aparece na minha frente quase pelado.
Quero beijar ela, mas resisto enquanto continuo acariciando as pernas dela, brinco com a seda da calcinha fio dental, roçando a buceta, adivinhando os lábios e a fenda molhada dela que aperto…
Ela quer me beijar, abre os lábios ofegante, mas suspira.
Levanto da cama, fico por cima do corpo dela com meus braços caídos, ela ergue a boca procurando meus lábios, se despe toda, pega meu pau apertando a base do meu tronco endurecendo até fazer roçar nos pelinhos desenhados da buceta dela.
Não consigo dizer palavra, inclino minha cabeça até o prazer. de sentir que ela me masturba, me entrego e os lábios dela devoram minha boca, as salivas se misturam, nossas línguas se encontram, a mão dela prende minha nuca, me aperta ainda mais contra os lábios dela e entrego minha vontade a ela.
Ouço a respiração dela acelerando sobre minha boca, enquanto continua me masturbando, ela se ajoelha e minha glande desaparece entre os lábios dela, roça com os dedos no meu cu, me eletriza e empurro meu pau até o fundo da garganta dela.
Ela me possuiu, sou dela nesta noite, a estrela que caiu no infinito, ela está de joelhos na minha frente, nua, pervertida e puta. Os bicos dos peitos dela roçam nas minhas pernas, ela não me deixa gozar na boca dela, se levanta, amarra no meu pescoço o cinto do roupão dela, vira as costas pra mim, me apoio na cintura dela, quero penetrar ela, mas ela se afasta… Ela me pega pela mão e a gente se perde no corredor em direção à cama dela.
Sou escravo do desejo dela, ela abre as pernas e eu me deito sobre ela, ela evita a penetração do meu pau, se vira, uma perna descansa sobre a minha, ela me masturba de novo, me bate uma punheta, mas não me deixa gozar, eu não ejaculo.
—Tenho algo especial pra você, meu bebê, ninguém nunca vai te tratar como eu esta noite.
Ela me olha, sorri e pisca um olho; sobe o cinto de seda e cobre meus olhos, não consigo ver nada, só sinto a respiração dela e as mãos dela rasgando os lençóis enquanto o hálito dela desce pelo meu peito, sinto ele sobre minha barriga. Espero um carinho na minha ereção, mas não.
Quero sentir ela, o silêncio é muito profundo, ela não me toca.
Não vejo nada e estou tremendo.
O dedo indicador dela roça de novo no meu cu e entra suavemente, levanto meu quadril, adoro a sensação, minha mãe está me penetrando, minha ereção sente a maciez dos lábios dela que voltam a envolver minha glande e eu gozo sem parar na boca dela que se contorce enquanto as mãos dela agitam, batem mais uma punheta chupando meu esperma.
Ela não tira a seda dos meus olhos, sinto ela deitar o corpo dela sobre o meu, a buceta dela aperta contra meu pau e ela me beija com o gosto do meu esperma que ela bebeu. A língua dela procura de novo. a minha, chupa minha boca, suga minha saliva. Minhas mãos agora percorrem ela e descubro seus quadris, encontro a racha da sua bunda e procuro o cu dela, ela me beija ainda mais fundo, mas se afasta.
Fico imóvel entre seus lençóis, a cegueira e o afastamento dela sugerem suas brincadeiras sexuais. Não sinto ela, não escuto sua voz, nem percebo sua respiração, seu toque, seu perfume, permaneço em silêncio.
Depois de um tempo que parece uma eternidade, volto a sentir suas pernas montadas sobre minha barriga, sua buceta se esfrega no meu pau que endurece e se enterra nos lábios dela, seus fluidos me molham, mas ela não deixa eu penetrar. Me seguro na cabeceira da cama e deixo ela me montar, ela se esfrega na minha barriga, sinto nos meus lábios os bicos dos peitos dela, que me obriga a morder; vou mordiscando, chupando e eles ficam maiores na minha boca.
—Ninguém nunca vai te tratar como eu esta noite. —Ela repete.
Penetro ela ainda mais, até meu pau sumir no gemido dela e gozo de novo, fundo no intestino dela e caio sobre o corpo dela, estamos suando de prazer, escorrego do corpo dela e um jato de porra cai do cu ensanguentado de tanta tesão e do tamanho da minha fúria.
Comi minha mãe, rasguei o cu dela, mais de um teria desejado aquele momento, mas era só meu, o cu dela estava reservado pra mim.
Sinto entre os lábios da buceta dela que meu pau inchou de novo, mas ela não deixa eu penetrar; ela se levanta e tira a venda de seda dos meus olhos, o quarto está iluminado só pela luz da noite que entra pela janela.
—Vira. —Ela ordena.
Fico do lado da cama e ela se deita, o corpo dela se dobra e flexiona as pernas até meus ombros, os peitos dela se coroam com duas auréolas de um rosa profundo e os bicos apontam pro meu olhar tarado. Seguro as pernas dela por debaixo dos joelhos e minha cabeça se aproxima dos lábios dela, suspiramos!
—Não, pelo meu grelo ainda não, primeiro "faz meu cuzinho", guardei ele virgem pra você, nenhum macho dilatou meu cu, é meu presente pros teus dezoito.
—Encaixo minha glande no cu dela e pressiono, já tinha lubrificado e minha ereção vai entrando, com as mãos dela separando ainda mais as cadeiras e eu meto, o clitóris dela é minha tentação, quero chupar ele, mas ela não deixa eu parar de meter mais fundo, até atravessar os intestinos dela.
—Não para, me come, me come mais forte; arrebenta minha bunda, tá queimando; assim que eu queria sentir você, assim, assim ninguém se atreve a ser o primeiro, só você, bebê.
Vejo ela arquear o corpo sem soltar meu pau, e apertar o esfíncter ainda mais…
—Me atravessa, você tem um pau enorme, filho, me abre, me alarga, me encula do seu jeito e no seu ritmo.
As silhuetas se desenham no vidro da janela com fundo de mar. Ela se ajoelha na minha frente, me masturba, me devora… gozar ou não, já não é opção, inundo os lábios dela e o sêmen escorre pelo abismo dos peitos dela. Já não é nada além da minha amante, minha luxúria, meu pecado final, a noite é profunda entre os lábios dela, fico duro sobre os peitos dela e espalho meu sêmen de novo sobre as auréolas roçadas e os mamilos eretos.
Ela apoia as mãos numa mesa, os peitos escapam do body preto, eu puxo a tanga pra baixo, meto mais uma vez, ela vira a cabeça, os cabelos pretos cheiram a “Savage”, roçam meu peito, ela me sente, geme e empurra as cadeiras contra minha ereção que pulsa gozando dentro da barriga dela; ela se curva num orgasmo intenso, a cabeça cai pra frente e ela geme de novo.
O tempo se desfaz em idades mitológicas, consumado o incesto desejado se repete uma e outra vez entre as penumbras que incitam o pecado. Édipo e Jocasta se reencarnam nela e em mim. Jantamos no quarto do hotel, nos olhamos, sorrimos enquanto saboreamos o gosto fatal numa fondue de chocolate, na frente de quem nos serve em silêncio, já brincamos incontroláveis o prazer lascivo do mitológico.
(…) Acordo suando com uma ereção, ela tá do meu lado, levanto e fico olhando, é minha mãe, entregue a Morfeu, dormindo entre espumas de renda, almofadas de penas de ganso e lençóis coloridos destacando o preto das rendas dela. Me enfeitiça vê-la dormir, indefesa, a pele morena dela, as pernas cor de ocre me perturbam, a desejo, me aproximo e acaricio as pernas dela, ela não acorda, roço de leve com um dedo a buceta dela, beijo os lábios dela, me masturbo e deixo meu gozo cair delicadamente sobre a boca entreaberta dela.
Levanto da minha rede para pedir que minha bebida fosse só um suco de guaraná gelado, quando, através da janela, a descubro apoiada na parede, levando os dedos depois de acariciar sua buceta até os lábios, a vejo excitada fechando os olhos e um dos seios escapa daquela camisola vermelha.
Será que ficou excitada pensando talvez no velho amigo Reinaldo, que veria depois de anos, no namorado Mingo, que tinha ficado em Buenos Aires, na cueca branca que eu vestia desenhando meu volume na noite? Mas acho que não é pensando no corno do meu pai, que sempre lembrava ela de levar camisinha, enquanto ficava em Buenos Aires.
Laura, minha mãe, estava pegando fogo e não era por acaso diante de um espetáculo desses na noite de Cabo Frio.
Voltei para minha rede e esperei por ela acariciando meu volume, sensualmente ela me trouxe a bebida se inclinando para mim e provocando que, aos meus olhos, seus peitos caíssem insinuando os bicos, suas pernas roçaram meu braço e, virando as costas, voltou para sua rede, sobre suas coxas bronzeadas a tanga branca e desleixada era uma careta de provocação aos meus instintos; pouco depois senti ela dormindo.
—Eu dormi, vou pra cama, até amanhã, love
—Até amanhã, mãe, vou ficar lendo mais um pouco, a noite tem poesia
—Pedi um desejo…, acabou de passar uma estrela cadente
—Hmmm, pede você. Insinuei, voltando a acariciar minha cueca.
Acho que naquele momento parei de ver pra sempre minha mãe como mãe e ela se transformou numa mulher desejável, e pela lascívia do olhar dela também deixei de ser filho pra me tornar o pecado mais furtivo dela, o desejo ardente dela, o cúmplice da vida de cortesã, de puta diante dos meus olhos e pro que há de mais perverso entre nós, desde aquela noite em Cabo Frio nada seria igual.
Já não éramos mãe e filho, éramos uma mesma intenção na noite, embora eu sonhasse com minha primeira namorada, com minhas poesias, a desejava, ela era luxúria desatada abertamente pra excitação dos desejos sexuais dela. O incesto já estava diante dos nossos instintos mais baixos.
Tinha lido em algum lugar: “que os homens traem porque tá no sistema genético deles. A mulher faz isso porque não tem dignidade suficiente, e além de entregar o corpo acaba sempre entregando um pouco do coração. Um verdadeiro crime. Um roubo. Mas assaltar um banco, porque, se um dia for descoberta (e sempre são), causa danos irreparáveis à família. Pros homens é só um ‘erro idiota’. Pras mulheres é um assassinato espiritual de todos que a cercam de carinho e que a apoiam como mãe e esposa”.
Fui pra minha cama continuar lendo, pelo corredor vi que ainda tinha luz no quarto da mãe, me aproximei e ouvi que ela tava tomando banho, voltei pensando que minha mãe já não era mais, agora o nome dela era sinônimo de transgressão, de incesto, de uma puta. Laura, o desejo do prazer proibido mas viciante. Apaguei a luz e fiquei pensando, olhando pro vazio de um apetite erótico talvez irrealizável — só se ela tivesse desejado quando aquela estrela caiu. A brisa entrava pela janela, um clarão de lua deixava ver sombras na minha quarto.
Sinto a presença dela, a respiração dela me provoca, não acredito, me masturbo de olhos fechados, penso nela, me sento na cama; adivinho a silhueta dela desenhada naquele brilho, sinto o perfume dela e abro os olhos, ela está sentada no banquinho branco, segurando uma taça, cobrindo a buceta depilada.
Empoleirada em umas botas de cano alto, entreabre as pernas e vejo a barriga dela quase lisa, deixando adivinhar uma trilha desenhada que desce até o clitóris, os peitos escapando do sutiã preto e uma cinta-liga presa na calcinha fio dental que se crava na carne dela.
Ela não me diz nada, me olha com tesão, eroticamente me provoca e levanta a taça na direção dos meus olhos. Fecho os olhos de novo…
Ela se levanta e se aproxima sobre as botas —vamos pra minha cama—, resisto ao convite, mas a calcinha fio dental perfumada dela me dá um tremor incontrolável, meu pau endurece ainda mais, minhas mãos acariciam as pernas dela e me atrevo a roçar com meus dedos os lábios marcados dela naquela renda. Olho pra ela e esboço um sorriso, ela me pega pela mão. Não quero, mas o que vai acontecer vai mudar nossas vidas.
Ela não fala comigo, me observa, o dedo indicador dela entra na minha boca, depois mais um que eu chupo e babo, ela me faz calar. Sei que já é inevitável e já não quero que pare enquanto desce a mão acariciando meu peito, acariciando por cima da cueca.
Ela deixa cair os braços e com eles cai o robe de renda no chão, o corpo dela aparece na minha frente quase pelado.
Quero beijar ela, mas resisto enquanto continuo acariciando as pernas dela, brinco com a seda da calcinha fio dental, roçando a buceta, adivinhando os lábios e a fenda molhada dela que aperto…
Ela quer me beijar, abre os lábios ofegante, mas suspira.
Levanto da cama, fico por cima do corpo dela com meus braços caídos, ela ergue a boca procurando meus lábios, se despe toda, pega meu pau apertando a base do meu tronco endurecendo até fazer roçar nos pelinhos desenhados da buceta dela.
Não consigo dizer palavra, inclino minha cabeça até o prazer. de sentir que ela me masturba, me entrego e os lábios dela devoram minha boca, as salivas se misturam, nossas línguas se encontram, a mão dela prende minha nuca, me aperta ainda mais contra os lábios dela e entrego minha vontade a ela.
Ouço a respiração dela acelerando sobre minha boca, enquanto continua me masturbando, ela se ajoelha e minha glande desaparece entre os lábios dela, roça com os dedos no meu cu, me eletriza e empurro meu pau até o fundo da garganta dela.
Ela me possuiu, sou dela nesta noite, a estrela que caiu no infinito, ela está de joelhos na minha frente, nua, pervertida e puta. Os bicos dos peitos dela roçam nas minhas pernas, ela não me deixa gozar na boca dela, se levanta, amarra no meu pescoço o cinto do roupão dela, vira as costas pra mim, me apoio na cintura dela, quero penetrar ela, mas ela se afasta… Ela me pega pela mão e a gente se perde no corredor em direção à cama dela.
Sou escravo do desejo dela, ela abre as pernas e eu me deito sobre ela, ela evita a penetração do meu pau, se vira, uma perna descansa sobre a minha, ela me masturba de novo, me bate uma punheta, mas não me deixa gozar, eu não ejaculo.
—Tenho algo especial pra você, meu bebê, ninguém nunca vai te tratar como eu esta noite.
Ela me olha, sorri e pisca um olho; sobe o cinto de seda e cobre meus olhos, não consigo ver nada, só sinto a respiração dela e as mãos dela rasgando os lençóis enquanto o hálito dela desce pelo meu peito, sinto ele sobre minha barriga. Espero um carinho na minha ereção, mas não.
Quero sentir ela, o silêncio é muito profundo, ela não me toca.
Não vejo nada e estou tremendo.
O dedo indicador dela roça de novo no meu cu e entra suavemente, levanto meu quadril, adoro a sensação, minha mãe está me penetrando, minha ereção sente a maciez dos lábios dela que voltam a envolver minha glande e eu gozo sem parar na boca dela que se contorce enquanto as mãos dela agitam, batem mais uma punheta chupando meu esperma.
Ela não tira a seda dos meus olhos, sinto ela deitar o corpo dela sobre o meu, a buceta dela aperta contra meu pau e ela me beija com o gosto do meu esperma que ela bebeu. A língua dela procura de novo. a minha, chupa minha boca, suga minha saliva. Minhas mãos agora percorrem ela e descubro seus quadris, encontro a racha da sua bunda e procuro o cu dela, ela me beija ainda mais fundo, mas se afasta.
Fico imóvel entre seus lençóis, a cegueira e o afastamento dela sugerem suas brincadeiras sexuais. Não sinto ela, não escuto sua voz, nem percebo sua respiração, seu toque, seu perfume, permaneço em silêncio.
Depois de um tempo que parece uma eternidade, volto a sentir suas pernas montadas sobre minha barriga, sua buceta se esfrega no meu pau que endurece e se enterra nos lábios dela, seus fluidos me molham, mas ela não deixa eu penetrar. Me seguro na cabeceira da cama e deixo ela me montar, ela se esfrega na minha barriga, sinto nos meus lábios os bicos dos peitos dela, que me obriga a morder; vou mordiscando, chupando e eles ficam maiores na minha boca.
—Ninguém nunca vai te tratar como eu esta noite. —Ela repete.
Penetro ela ainda mais, até meu pau sumir no gemido dela e gozo de novo, fundo no intestino dela e caio sobre o corpo dela, estamos suando de prazer, escorrego do corpo dela e um jato de porra cai do cu ensanguentado de tanta tesão e do tamanho da minha fúria.
Comi minha mãe, rasguei o cu dela, mais de um teria desejado aquele momento, mas era só meu, o cu dela estava reservado pra mim.
Sinto entre os lábios da buceta dela que meu pau inchou de novo, mas ela não deixa eu penetrar; ela se levanta e tira a venda de seda dos meus olhos, o quarto está iluminado só pela luz da noite que entra pela janela.
—Vira. —Ela ordena.
Fico do lado da cama e ela se deita, o corpo dela se dobra e flexiona as pernas até meus ombros, os peitos dela se coroam com duas auréolas de um rosa profundo e os bicos apontam pro meu olhar tarado. Seguro as pernas dela por debaixo dos joelhos e minha cabeça se aproxima dos lábios dela, suspiramos!
—Não, pelo meu grelo ainda não, primeiro "faz meu cuzinho", guardei ele virgem pra você, nenhum macho dilatou meu cu, é meu presente pros teus dezoito.
—Encaixo minha glande no cu dela e pressiono, já tinha lubrificado e minha ereção vai entrando, com as mãos dela separando ainda mais as cadeiras e eu meto, o clitóris dela é minha tentação, quero chupar ele, mas ela não deixa eu parar de meter mais fundo, até atravessar os intestinos dela.
—Não para, me come, me come mais forte; arrebenta minha bunda, tá queimando; assim que eu queria sentir você, assim, assim ninguém se atreve a ser o primeiro, só você, bebê.
Vejo ela arquear o corpo sem soltar meu pau, e apertar o esfíncter ainda mais…
—Me atravessa, você tem um pau enorme, filho, me abre, me alarga, me encula do seu jeito e no seu ritmo.
As silhuetas se desenham no vidro da janela com fundo de mar. Ela se ajoelha na minha frente, me masturba, me devora… gozar ou não, já não é opção, inundo os lábios dela e o sêmen escorre pelo abismo dos peitos dela. Já não é nada além da minha amante, minha luxúria, meu pecado final, a noite é profunda entre os lábios dela, fico duro sobre os peitos dela e espalho meu sêmen de novo sobre as auréolas roçadas e os mamilos eretos.
Ela apoia as mãos numa mesa, os peitos escapam do body preto, eu puxo a tanga pra baixo, meto mais uma vez, ela vira a cabeça, os cabelos pretos cheiram a “Savage”, roçam meu peito, ela me sente, geme e empurra as cadeiras contra minha ereção que pulsa gozando dentro da barriga dela; ela se curva num orgasmo intenso, a cabeça cai pra frente e ela geme de novo.
O tempo se desfaz em idades mitológicas, consumado o incesto desejado se repete uma e outra vez entre as penumbras que incitam o pecado. Édipo e Jocasta se reencarnam nela e em mim. Jantamos no quarto do hotel, nos olhamos, sorrimos enquanto saboreamos o gosto fatal numa fondue de chocolate, na frente de quem nos serve em silêncio, já brincamos incontroláveis o prazer lascivo do mitológico.
(…) Acordo suando com uma ereção, ela tá do meu lado, levanto e fico olhando, é minha mãe, entregue a Morfeu, dormindo entre espumas de renda, almofadas de penas de ganso e lençóis coloridos destacando o preto das rendas dela. Me enfeitiça vê-la dormir, indefesa, a pele morena dela, as pernas cor de ocre me perturbam, a desejo, me aproximo e acaricio as pernas dela, ela não acorda, roço de leve com um dedo a buceta dela, beijo os lábios dela, me masturbo e deixo meu gozo cair delicadamente sobre a boca entreaberta dela.
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