Fiquei viúva e meu sobrinho me apoiou

Depois que meu marido faleceu, passei muito mal e me afastei de todo mundo, até do meu filho. Foram dias ou meses em que eu não encontrava consolo, mas aos poucos fui me recuperando, ou retomando minha vida, mesmo que não fosse a mesma coisa, tentava seguir em frente depois do luto.
Aos poucos, comecei a sair pra fazer minhas coisas e prestar atenção nas minhas amigas e no meu filho.
Meu sobrinho me ajudou muito nesse período, a gente conversava sobre coisas normais e até um pouco chatas, mas estranhamente isso me ajudava, me afastava daquelas perguntas tipo "o que vou fazer agora?" ou "pra quê?", "o que quero fazer?" e toda essa questão, pra só falar de algum filme, série ou comida, coisas mundanas. E conforme fui retomando várias coisas, fui conversando mais, não só com ele, mas com minhas amigas também.
Passaram-se ainda vários meses em que comecei a sair com todo mundo, inclusive com meu sobrinho, que é muito fofo, por sinal.
Preciso dizer que conheço ele desde pequeno, desde criança no jardim de infância, e vê-lo agora como um homem foi como uma onda de coisas que eu não entendia, mas decidi não prestar atenção.
Só que comecei a reparar mais em certas coisas: o jeito dele se vestir, de falar, certas atitudes como me dar passagem, abrir a porta, me ajudar a descer do carro, me perguntar como eu estava, e quando me dei conta, já estava me arrumando e depois olhando pro corpo dele, pras costas, pra bunda, pro volume!
E foi aí que me perguntei o que estava acontecendo comigo e pensei que talvez estivesse precisando de um homem ou de sexo, e por isso comecei a reparar nele ou a ver coisas que não existiam, não conseguia lidar com essa ideia de família.
Contei pra minha amiga Karen, mas acho que não foi a melhor ideia, porque quando ela perguntou se eu tinha alguma foto dele, começou a elogiar, disse que se eu não quisesse, que apresentasse ele pra ela, e começou a perguntar coisas sobre ele. Depois virou amiga dele no Facebook, e eu me senti meio com ciúmes, mas entendia meu desconforto e tal, então decidi deixar pra lá.
Pouco depois, ou semanas depois, eu e meu sobrinho estávamos conversando e ele disse que se... podia fazer um favor? se pudesse falar pra minha amiga Karen que não ia procurar ela. Aquilo me surpreendeu pra caralho, e perguntei se tinha rolado algo de errado. Ele disse que não gostava totalmente dela, se sentia desconfortável, ainda mais porque eu conhecia ela.

E isso foi levando de uma pergunta pra outra, e começamos a falar sobre como a gente se via. Ele disse que preferia alguém mais como eu, e eu, numa outra pergunta, falei que talvez quisesse experimentar com alguém mais novo.

Passaram mais semanas e resolvi tirar uns dias de férias. Postei umas fotos e ele comentou numa que eu tava muito gata e radiante. Não sei por que, perguntei se era só aquilo, e ele disse que também me achava sexy. Consegui o que queria, mas agora não sabia o que falar. Respondi perguntando onde ele tava, e ele disse que tinha ido pra um estado perto, umas quatro horas de distância, que podia tirar uns dias no fim de semana. Falei pra ele vir, que a gente só pagava uma pessoa extra.

Pra não alongar, ele chegou e ficou no meu quarto, dormindo no sofá. Mas naquela manhã acordei antes dele e vi ele lá no sofá com uma ereção do caralho, só fiquei olhando. Aquele volume preso na cueca, um pau que parecia enorme, eu não cabia em mim de tesão. Não sei quantos centímetros, mas mais de 20 com certeza. Senti um calorão subindo pelo corpo. Fui tomar banho, mas não consegui me tocar, fiquei com muita vergonha.

De tarde fomos pra praia pegar sol e conversar coisas normais, mas o tempo todo eu só pensava em sexo. Meus bicos denunciavam, mas ele só olhava quando eu tava distraída.

Fomos pro mar, caminhamos perto e fomos entrando cada vez mais. As ondas nos jogavam e a gente voltava, até que de repente uma onda forte nos pegou e jogou na areia. Caímos juntos, rolando um do lado do outro. Tentei me levantar, sentei, e enquanto ele limpava os olhos cheios de areia, vi que o short dele tinha descido até o tornozelo. E, puta merda, vi aquele membro: moreno, cheio de veias, grosso, coberto de areia e comprido, acho que uns 15 centímetros. cm em repouso entre as pernas fortes dela e só consegui falar "minha nossa", me levantei e fui tomar banho. O resto do dia fiquei me escondendo, andando e pensando que aquilo não podia ter acontecido, que era meu sobrinho, que eu estava confundindo as coisas e que ele realmente não tinha tentado nada. No final, me acalmei, pensei que tinha tudo sob controle, liguei pra ele e jantamos juntos, uma conversa tranquila, não tinha rolado nada nem insinuações, e eu me disse que estava tudo bem. Já no quarto, falei pra ele dormir na cama, que a gente podia colocar um travesseiro, agora eu acho que talvez já estivesse buscando aquilo. Assistimos uma série e ainda conversamos de noite, mas eu tava com medo dele ouvir as batidas do meu coração, e de repente não senti o travesseiro, ele só me abraçou por trás, pude sentir o pau dele encostar na minha bunda e eu me derreti toda entre as pernas, minha respiração falhava e eu não conseguia falar, só passei a mão pra trás e toquei naquele pau por cima da cueca dele, que já tava crescendo e tomando um tamanho enorme que eu nunca tinha tido nem visto, e eu falava "não, filho, não, filho", mas não soltava o pau dele, e ele passou a mão e colocou nos meus peitos, começou a massagear enquanto beijava meu pescoço e meus ombros, era toda dele, já não aguentei mais, me virei e a gente começou a se beijar como eu nunca tinha beijado desde que era adolescente, apaixonadamente, desesperados, tiramos tudo até ficar pelados. Eu sentia as mãos dele percorrendo meu corpo, com vontade mas sem pressa pro sexo, enquanto eu tocava o rosto dele, depois o peito, e depois punhetava ele firme, apertando, sentia como minha mão não conseguia fechar em volta do pau quente dele e como eu tinha que percorrer um caminho da base até a ponta e decidi descer. Falei pra ele acender o abajur e na meia-luz vi aquele pau do tamanho do meu rosto e minhas mãos passando por ele, ele tava ali. Cheirava a sexo e eu comecei a engolir o máximo que podia, mas não cabia, eu tava escorrendo, nunca tinha ficado tão molhada, mas continuei dando linguadas, chupadas, queria comer tudo, mas não podia, depois passei minha língua toda nele e mordia de lado igual uma putinha com seu osso, ele dava pulinhos ao sentir minhas mordidinhas e falava tia bem baixinho e isso me deixava mais puta. Comecei a masturbar ele e chupar com mais força, quase desesperada por não dar conta, e minha mandíbula já tava começando a incomodar de tanto meter e ficar de boca aberta quando de repente entre minhas mãos senti convulsões daquele monstro e jatos e jatos começaram a sair e eu comecei a engolir, mas fui pega de surpresa e uns dois ou três caíram na minha cara e cabelo. Eu me deitei na barriga dele, limpando a pica dele, tirando o que sobrava, os dois respirando cansados e percebi que o pau dele não tinha perdido a ereção porque me aproximei mais, tipo perto do umbigo dele, e ele começou a bater em mim com a pica. Me surpreendeu e me irritou, mas depois de duas ou três vezes que quase me levantei, senti o peso da pica dele como se tivesse me dando tapas e só deixei ele fazer. A pica dele batia e se apoiava na minha bochecha e lambuzava do que sobrava. Peguei ela e me encostei um pouco mais, mas ao sentir ela ainda duríssima, me levantei, montei nele pegando o mastro dele pela base e me empalei. A pica dele me abria cada vez mais e, apesar de estar molhada, ardia mesmo indo devagar. Doía e cravei minhas unhas no peito dele onde me apoiava para não enfiar tudo e pude ver o rosto dele entre sombras, uma mistura de dor e prazer, e isso me esquentou mais e enfiei o resto, que doeu muito, mas mesmo assim levantei meu quadril e desci devagar até que parou de doer e só me dava prazer que eu não aguentava. Aquela pica me preenchia toda e um instinto me fez me mexer mais rápido em círculos, tocava partes que eu nem sabia que tinha e depois só mexi meu quadril rápido pra cima e pra baixo e sentia ele e gozei, e ele também. Ele apertou minhas nádegas e eu juntei minhas pernas, ou tentei, mas apertei a pica dele dentro de mim e sentia como se a pica dele cuspisse jatos quentes e me enchesse enquanto eu sentia que tava mijando. Naqueles segundos, a pica dele saiu de mim com uns dois jatos que Caíram nas minhas costas e eu me sujava toda lá embaixo, eu tremia e minhas pernas fraquejaram, caí em cima dele, não sentia nada e só tive uma tontura que me desorientou, minha visão ficou turva e quando recuperei um pouco o sentido segundos depois, estava deitada de barriga pra cima com as pernas abertas e ele começava a lamber aquele orgasmo recém-gozado, a língua dele percorria meu clitóris e dava pra ouvir a boca dele devorando aquela mistura de sucos, ele me comia igual um porco, literalmente, mas meus lábios e meu clitóris agradeceram. Peguei no cabelo dele e ele pareceu entender, porque a língua dele fazia mais pressão no meu clitóris, mas a boca também se espremia mais nos meus lábios e aí, minutos depois, tive outro orgasmo e apertei a cabeça dele com minhas coxas.
Dormimos quase na hora. No dia seguinte, comprei uma pílula do dia seguinte. Já na farmácia, tamanha era minha pressa que senti que estava toda melada e percebi o cheiro de sexo.
Não falamos nada sobre o assunto e fomos cada um pra sua casa. Já fazem treze dias e eu quero repetir aquilo, aproveitar ao máximo, só largar os preconceitos e tudo mais e gozar, e por mais que eu tenha me tocado, quero ele dentro de mim.
Não aguento mais isso, até comecei a sair sem calcinha ou, quando uso, deixo um pouco da fio-dental de fora, ou mostro mais os peitos, tô virando uma putinha.
E só sinto essa ansiedade, essa necessidade.

2 comentários - Fiquei viúva e meu sobrinho me apoiou

Tienes que llamar al sobri ya te urge, si sale algo a relatar, Saludos gente 👍 Excélsior 👏👍