Cara de putinha (03)

Uma semana inteira a Dora me deixou sem me arranjar homem nenhum. Eu sempre tinha algum defeito pra corrigir ou uma meta pra alcançar. Ela me ensinou a fazer poses provocantes, a dançar de um jeito sugestivo, a me maquiar, a acariciar devagar ou esfregar freneticamente uma rola — isso com o pênis de borracha que, preso num cinto, ela usava pra eu aperfeiçoar o proveito do meu cu — me ensinou coisas estranhas como beber direto de um porrão ou botijo, a receber água quente na minha buceta, mil coisas a gente praticou, das quais metade eu não via utilidade pra foder. Mas quando eu perguntava, ela me respondia com um sorriso irônico que eu ia descobrir o motivo depois. Igual quando se ensina uma criança.

Uma coisa me irritou. Mamãe colocou dentro da minha buceta um cilindro que vibrava a cada hora pra me avisar que eu tinha que colocar por dez minutos uma cápsula de vácuo no meu clitóris pra alongá-lo, já que, com os lábios tão apertados e carnudos, meu grelinho não aparecia, e ela disse que ia ficar muito bonito um clitóris comprido e grosso coroando minha racha.

Eu tava preocupada com meu filho e fui várias vezes em casa pra ver como ele estava, mentir que a avó tava indisposta e pegar a roupa dele pra lavar. Da comida e da limpeza cuidava uma empregada.

Ela me levou outras duas vezes ao salão de beleza pra sessões de raios UVA que deixassem o tom da minha pele igual no corpo inteiro, à manicure e pra controlar a depilação a laser pra ser definitiva.

Também não esqueceu uma coisa que, burra que sou, eu não tinha pensado. Ela me levou a um ginecologista amigo dela pra me receitar anticoncepcionais, já que desde a ausência do meu marido eu tinha relaxado nessa parte. Nem preciso dizer que ela contou detalhadamente pro médico, na minha frente e comigo toda vermelha, todo o meu problema e as técnicas que tava usando pra resolver.

Naqueles dias eu adquiri uma grande habilidade com a câmera de vídeo pra fazer gravações de mim mesma enquanto minha mãe me treinava o corpo. Se eu não pudesse assistir ao vivo na televisão, via depois.

- Amanhã você vai dar, querida. – Ela me disse um dia.

- Finalmente, mãe?

- Sim, filha. Mas a prova de aptidão vai ser dura. Você vai ser usada por dois dos meus amantes mais exigentes. Espero que se comporte.

- Com o treinamento que você me deu, posso aguentar qualquer pica em qualquer um dos meus buracos.

- Vamos ver. Tenho minhas dúvidas sobre você.

- Bah.

E chegou o grande dia que eu tanto ansiava. O da minha segunda desvirginada. Mamãe e eu esperávamos os amantes dela na sala. Ela com uma camisola transparente e curta, fio dental, meias pretas no meio da coxa e sutiã sem bojo, apenas umas tiras para levantar os peitos, que deixava ver através do tecido os imponentes piercings nos mamilos. Eu só vestia um fio dental minúsculo e um sutiã meia-taça que projetava minhas tetas gordas para a frente de um jeito meio insolente.

Mamãe hesitou em me fazer vestir o traje de látex, mas decidiu que seria um saco para a primeira coisa que os amigos dela iam fazer, que era examinar meus atributos físicos.

Bateram na porta e meu coração acelerou. Pela câmera de segurança, minha mãe conferiu quem era a visita e abriu a porta. Esperei na sala e, pela fresta entre a porta e o batente, vi entrar um senhor de uns 60 anos, gordo e bem calvo, e um negro um pouco mais novo, muito alto, uns 55, grisalho. Não gostei muito da aparência e pensei que eles já não teriam muita vitalidade pra foder. Mas não ia fazer cara feia. Não sei por que, eu tinha me iludido que minha mãe traria algum garanhão de uns 45 anos.

Da sala, ouvi a conversa deles no hall.

- Dora, putona, como é que você tá. Faz pelo menos um mês que não aproveito sua buceta quente.

- Bem, Ricardo, louca pra te ver e sentir você meter. Você sabe que me dediquei à família.

- Tô louco pra ver sua filha gostosa que você disse que preparou tão bem.

- Agora você vai ver. É do tipo que você gosta. Cheinha. Oi. Daniel, como está sua mangueira grande?
- Pronta pra enfiar, sua putinha. Lembranças da minha esposa.
- Dá um beijão nela por mim. A buceta dela tem a fonte dos caldos mais gostosos que já provei de mulher alguma. Temos que marcar uma suruba um dia desses.
- Fechado.
- Venham, vou apresentar vocês à minha filha.
- Vamos ver essa nova vagabunda. Você disse que ela é casada e tem um filho. Adoro casadas. Adoro botar chifre.
- Dessa vez você não vai conseguir. O marido abandonou ela. Mas é isso, ela ainda não tá separada nem abandonada.
- Antes de tudo, querida, você já sabe – interveio o tal Ricardo.
- Claro, meu garanhão, à sua disposição.

Rapidamente, Mamãe tirou a camisola e, segurando os próprios peitos por baixo, ofereceu os mamilos ao homem. Ele tirou uma correntinha do bolso e prendeu uma ponta com pequenos mosquetões nos anéis dos mamilos dela, puxando-a em seguida na direção dele. Os peitos da minha mãe esticaram exageradamente para frente, e ela, dando um pulo, agarrou o pescoço do homem com os braços e envolveu a cintura dele com as pernas.

Ricardo colocou as mãos nas nádegas dela e a carregou assim até a sala, onde a sentou na mesa. Ela abriu as pernas, inclinando-se para trás. O homem afastou a tira da minitanga que ela usava e prendeu outra correntinha no anel do clitóris.
- Amor, como eu adoro quando você estica minhas coisinhas enquanto me fode.
- Vamos ver sua menina.
- Elsa, estes são meus amigos: Ricardo e Daniel. Mostre seus dons pra eles.

Os dois homens se sentaram num sofá com Mamãe no colo do Daniel, o negro, que, por causa da posição, começou a brincar com os dedos compridos dentro da buceta dela.
Como Mamãe me ensinou, me requebrei na frente deles, girando várias vezes pra que me vissem bem.
- A senhora é bem cheinha, muito bom.
- O que eu mais gosto é da carinha redonda e safada dela.

Lá veio aquilo.
- E da sua bunda branquinha e gorda. Vou devorar ela. Bocados.

— Deixa esses presuntos enormes comigo.

Tirei o sutiã para mostrar meus peitos por completo, balançá-los, apertá-los e chupá-los fazendo cara de safada. Acho que essa cara, ensaiada no espelho, ficava bem pouco convincente, mas se todo mundo dizia que eu tinha cara de puta, talvez estivessem certos.

— Vamos, gatinha, mostra teus buracos.

Abaixei a tanga com muito pouco jeito, porque sendo tão fina, ela enroscou nas minhas coxas e eu não conseguia puxar. Depois me curvei com a bunda virada para os senhores e, com minhas tetas gordas balançando, separei minhas nádegas com os dedos para dar uma boa visão das minhas intimidades. Como minha mãe tinha me dito, comecei a me acariciar, abrir bem os buracos e enfiar dedos que depois chupava com o gesto mais lascivo que conseguia imitar.

— Bem, bem. Tá muito boa sua putinha gordinha, Dora. Bom trabalho. Tá apetitosa.

— Então ânimo e aproveita.

Os dois homens se aproximaram de mim. Ricardo se apossou das minhas tetas penduradas e começou a amassá-las com força. O outro, depois de passar a mão em toda a minha virilha lisa e depilada, enfiou dois dedos na minha buceta e os chupou, comentando o bom gosto dos meus fluidos, que já estavam escorrendo fazia um tempo. Depois avaliou o buraco do meu cu, provando também o sabor dele. Comentou algo sobre o aperto, mas minha mãe disse que não tinha dado tempo de dilatar mais, mas que mesmo assim ele engolia as picas sem escândalo nem lágrimas. Com um pouco mais de uso, estaria em condições de um desempenho perfeito.

— Dora, é uma pena que uma gostosa tão apetitosa não tenha sido explorada antes. Que perda de tempo.

— O que vamos fazer. Casou cedo demais com um inexperiente caretão e beato.

— Vejo que o clitóris não está desenvolvido como conviria a uns lábios tão carnudos.

— Estamos cuidando disso com cápsulas de vácuo. Em seis meses ela vai ter um órgão do tamanho certo para essa buceta gorda e suculenta.

— Já pensou em decorá-la?

— Bom, ela... Você vai ver mais pra frente. Isso não é prioridade. De qualquer forma, tem que esperar pra alongar o clitóris dela.

- E engravidar ela? Ela tem um corpinho bom pra engravidar. Com uma barriga de sete meses, ia ficar uma gostosa.

- Ela decide o que quiser nesse sentido.

Eu tava apavorada com a conversa. Enquanto isso, já tava com as tetas doendo e cansada de ficar inclinada enquanto os dedos fuçavam meus buracos, minhas coxas grossas, minhas nádegas enormes, minha bunda robusta, enfim, não deixaram um centímetro meu sem apalpar. Mas eles trocaram de lugar e eu tive que aguentar mais um tempão aqueles manejos.

Apesar do desconforto, tenho que admitir que tava soltando uma quantidade imensa de sucos pela minha buceta. Minha tendência masoquista ignorada tava aparecendo de novo, e me dava prazer expor meu corpo humilhantemente pra aqueles homens e ser tratada como um animal. Eles falavam de mim como se eu fosse uma vaca exposta numa feira de gado. E, misteriosamente, aquela situação me deixava louca de tesão.

- A puta tá escorrendo, Dora. Ela é muito safada.

- Isso ela descobriu comigo, a mãe dela. Até agora era uma analfabeta sobre os prazeres do sexo.

Os dois homens finalmente me deixaram ficar de pé e, enquanto se despiam, eu sentei no sofá ao lado da minha mãe.

- Nunca comi uma mãe e a filha juntas. Isso me fascina. Tô com a pica dura igual a uma estaca.

- Você já comeu uma mãe e a filha separadas?

- Sim, tive um rolo com uma senhora de 35 anos de manhã, enquanto à tarde eu comia a filha dela de 14. Tentei convencer a menina, que sabia da mãe, a comer as duas juntas, mas ela sempre recusou.

- Senhoras, estamos prontos. Dora, quem você escolhe primeiro?

- Deixa a Elsa escolher. É o batismo de esperma dela.

- (EU) Prefiro começar com o Daniel.

Daniel, o negro, tinha uma pica comprida pra caralho e bem grossa, mas o diâmetro descomunal da do Ricardo, o careca barrigudo, me repeliu um pouco, além de que ele usava uma espécie de argola de metal bem firme. atrás do escroto que me dava má impressão.

Daniel se aproximou de mim enquanto Ricardo cuidava da minha mãe. Ambos apresentaram suas respectivas ferramentas já prontas pra uso imediato. Minha mãe pegou com seus dedos delicados o cacete de Ricardo e começou a acariciá-lo suavemente por todo o comprimento. Eu fiquei uns instantes olhando as amadas mãos da minha mãe naquela pica bestial que imaginei invadindo o buraco por onde eu nasci. Saí da minha distração pra seguir o exemplo da mamãe e pegar a interminável rola de Daniel. Então percebi o acerto da minha mãe ao pintar minhas unhas de madrepérola. Elas destacavam deliciosamente naquela pele venosa de ébano. Me senti feliz com o efeito e, olhando pro negro, vi que ele também gostava da imagem dos meus dedos branquinhos, gordinhos e macios na rola dele.

Aos poucos, acelerei a fricção na rola dele até que Daniel, de repente, a tirou das minhas mãos, me pegou pelo pescoço e a apresentou na minha boca. Abri e ele a introduziu, começando a foder minha boca. Sim, eu não chupava, era literalmente ser comida pela boca. Eu era absolutamente passiva, ele dominava minha boca metendo o pau até minha garganta. Mamãe tinha me ensinado a controlar a respiração pra alojar uma pica até o esôfago, mas com a colaboração do invasor. Nesse caso, Daniel só tirava o membro quando me via prestes a engasgar.

Deduzi que ele fazia de propósito pra me testar, porque logo abandonou o jogo de me engasgar pra foder minha garganta num ritmo mais normal.

De repente, percebi que a outra pica também estava na minha cara e a ausência da minha mãe, o que me encheu de pavor, pensando numa armadilha. Peguei a pica grossa do Ricardo e comecei a punhetar ela. Expulsei da minha boca a preta do Daniel e dei o mesmo tratamento com a outra mão. Não era capaz de usar minha boca numa e sincronizar minha mão na outra. Suponho que isso significaria pontos negativos na minha avaliação como puta.

Mamãe voltou com a cesta dos brinquedos do sex shop. E mais uma com vários dos seus. Ela passou um creme na bunda e espalhou em mim também. Ela se posicionou de quatro, levantando tanto a bunda que parecia impossível tanta flexibilidade na idade dela. Ela separou as nádegas com as mãos e o Ricardo enfiou o pau nos intestinos dela de uma só vez. Sem começar o vai e vem, ele pegou a corrente do clitóris da Dora e prendeu tensa num brinco que tinha no ferrinho do saco dele, de um jeito que quando ele puxava o pau pra trás enquanto comia o cu dela, esticava sem piedade o clitóris da mulher dele. Eu não tinha o mesmo destino por enquanto. O Daniel me pegou pela mão e me colocou de pernas abertas na frente da minha mãe pra ela chupar minha buceta enquanto ele continuava na missão de foder minha boca.

Quando minha mãe encostou a boca na minha xota, percebi que ela tinha tido o primeiro orgasmo dela. O Ricardo não parecia estar perto e continuava no metesaca.

Trocaram a gente de posição: a Mamãe ficou de quatro e eu também, mas por cima dela, apoiada nas costas dela. Aí o Daniel, por trás, começou a foder nossa buceta alternadamente enquanto o pau do Ricardo passava de uma boca pra outra.

Nunca imaginei que minha primeira penetração em dois anos seria dividida com minha própria mãe. Eu tava adorando essa ideia quando o pau grosso do Ricardo quis invadir minha boca. Minhas mandíbulas não aguentavam, mas o homem insistiu, tentando forçar minha abertura com os dedos. Como não conseguiu, foi até o cesto de brinquedos e voltou com um dos aparelhos que eu não tinha entendido a utilidade.

Não precisei entender intelectualmente, experimentei na prática. Ele colocou o aparelho na minha boca e começou a apertar umas alavancas que forçaram minhas mandíbulas a um ponto que achei que iam deslocar.

Ele tentou enfiar o pau e ainda não entrava. Apertou mais as alavancas e finalmente enfiou a salsicha na minha boca, começando a foder ela.. toda essa manobra no meio da minha apreensão. Pela integridade das minhas mandíbulas, eu tinha me distraído do doce prazer da longa pica do Daniel na minha buceta. Prazer que se interrompia quando eu me esvaziava pra jogar pra minha mãe.

Eles se cansaram da posição e o Ricardo sentou a mamãe no sofá pra chupar a buceta dela enquanto ela se puxava pela corrente do clitóris e a dos mamilos. Ninguém se preocupou em tirar aquela coisa chata da minha boca quando o Daniel decidiu me sentar do lado da mamãe e furar meu cu colocando minhas pernas sobre os ombros dele. Mamãe me entregou o controle das correntes dela e se dedicou a acariciar e chupar meus peitos, mordendo de leve os mamilos enquanto com uma mão esfregava meu projetinho de clitóris gordo.

Nós duas gozamos ao mesmo tempo, quase, enquanto os dois velhos continuavam intactos. Depois de alguns minutos em que o Ricardo continuou trabalhando com a língua na buceta da mamãe e o Daniel sugava meus sucos do clímax, o Ricardo sentou, me obrigou a sentar no pau dele que se alojou no meu cu de costas pra ele e o Daniel tampou minha vagina.

Foi o primeiro sanduíche da minha vida e me senti no paraíso. E mais ainda quando a mamãe ofereceu à minha boca a doce buceta dela sem parar de puxar o clitóris com a maldita corrente. Depois de eu gozar, a mamãe recebeu o mesmo tratamento pra, no final, as duas ajoelhadas na frente dos homens, receber nas nossas bocas o esperma deles, que trocamos num beijo pra cada uma ter um pouco de cada garanhão.

Eram velhos, mas tinham se comportado como verdadeiros touros.

Ficamos descansando os quatro amontoados no carpete enquanto comentavam a magnífica façanha. Digo comentavam porque eu ainda estava com o abridor de boca até que, uivando, consegui a atenção deles e tiraram. Quando passou a dor na mandíbula, eu sugeri que da próxima vez colocássemos uma câmera pra gravar as fodas e todos concordaram.

— Olha só a pacata dona de casa com o que nos aparece. — comentou minha mãe.

— É mesmo uma viciada, a bocetinha. ésta.
- Sem dúvida, Dora, você fez um trabalho magnífico. Seria uma grande cafetina num puteiro de luxo.
- Não pense que não considerei que essa era minha vocação.

Depois de tomar uns drinks, voltamos ao sexo mais relaxados e brincando com os brinquedos da sex shop. Aprendi e testei para que servia cada um, me maravilhando com a capacidade de invenção humana para extrair prazer de cada parte do corpo. Também aprendi a infinidade de utilidades que têm uns mamilos e um clitóris ou uns lábios anelados e acorrentados. E isso que, segundo elas disseram, ainda tinha muito mais.

Dora, com um amor maternal desapegado, abriu mão das pirocas, cedendo-as para mim, enquanto ela se contentava com os brinquedos e assistia eu receber um novo sanduíche, onde a grossa vara do Ricardo se esvaziou nos meus intestinos e a longa do Daniel, na minha buceta. Mas ela não abriu mão de chupar o esperma que depois escorreu dos meus dois buracos.

Mamãe e os homens combinaram uma orgia com outras pessoas, para a qual fui convidada e onde aprendi coisas novas e recebi surpresas prazerosas, mas contarei isso em outra ocasião.

Me afundei no mundo devasso da minha mãe a tal ponto que já não me assustou minha próxima depravação.

Uma tarde, na casa dela, depois de termos fodido outro amigo dela, quando ele pediu um uísque e não tinha, mamãe me mandou comprar, me dando a chave da casa para que eu não precisasse bater na volta, porque os dois iam tomar banho juntos enquanto isso.

Voltei com a garrafa e, sem querer, guardei as chaves na bolsa. Tomamos os drinks, e o homem e eu fomos para nossas casas.

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