A história que vou contar aconteceu há cerca de 6 anos, embora minha lembrança do ocorrido tenha permanecido na memória em seus traços gerais. Quanto aos detalhes, também consegui preservar os fatos graças a um diário que eu costumava escrever naqueles anos da minha triste maturidade.
A história começa num verão quente, quando eu tinha apenas 37 anos. Meu filho, de 18, tinha uma namorada, com quem, no final, se casou e tem um bebê lindo. Aconteceu que meu filho insistiu em levar a então namorada para a casa dos tios dele em outra cidade, onde ela foi convidada para passar as festas da cidade, que duravam quatro dias. Mas eu me preocupava com o que iam pensar de dois jovens namorados sozinhos, e também porque meu filho tinha acabado de tirar a carteira de motorista e sua experiência era zero, algo que me preocupava especialmente.
Para tentar contornar essa situação sem causar uma tensão desnecessária entre nós, e vendo ele completamente decidido a fazer a viagem, tive a ideia de que eu poderia acompanhá-lo, de modo que minha presença servisse como um freio para suas "paixões juvenis desenfreadas". Então, tudo foi planejado e decidido em dois dias. Ele estava de férias e eu poderia pedir folga no trabalho nesses 4 dias sem problemas, então parecia que não havia nenhum empecilho. Nós nos hospedaríamos num hotel da cidade e a namorada dele, na casa dos tios. Tudo resolvido.
No dia da partida, quarta-feira, começava a festa, que iria até domingo, então partimos depois do almoço rumo ao nosso destino. A duração prevista da viagem era de aproximadamente 4 horas, pois o lugar ficava a uns 350 km da nossa cidade.
Eu anotava no meu diário que estava saindo muito feliz, embora não me desse muito bem com minha futura nora — algo que hoje está completamente superado e nossa relação é excelente. Anotava no meu diário que pretendia aproveitar ao máximo As feiras, circos, desfiles de rua, teatro... enfim, tudo o que envolve uma cidade alegre e em festa. Eu precisava superar, ou pelo menos tentar, a morte do meu marido, ocorrida num acidente de avião um ano e meio atrás, e essa era uma oportunidade para quebrar a rotina em que minha vida tinha se transformado desde então, simplesmente dedicada aos afazeres domésticos, um trabalho de escritório monótono preparando correspondência todo santo dia, e cuidar do meu filho, que ainda estava estudando.
Quando chegamos à cidade de destino, estacionamos o carro com muita dificuldade numa ruela do centro, que já estava cheia de visitantes de todo tipo e condição, e percebemos que ia ser foda achar hotel, mas já eram 21h e a gente tinha que se apressar se não quiséssemos dormir no carro.
Minha nora foi pra casa dos tios dela acalmar eles sobre nossa chegada e ligar pros pais pra ficarem tranquilos também. Enquanto isso, a gente ia cuidar de procurar hotel.
Como já tínhamos previsto, achar hotel era uma puta aventura e, quando já estávamos há mais de uma hora e meia procurando sem sucesso, fomos na casa dos tios da minha nora buscar ela pra contar o problema. Aí os tios dela nos passaram o endereço de uma senhora idosa que alugava quartos da casa dela pra gente de confiança, então vimos a solução como algo mais viável. Não era certeza que ela tivesse vaga nessa época, mas era uma possibilidade.
Nós três fomos pra essa casa e, de fato, a senhora, já de idade, nos disse que só tinha um quarto com uma cama média — mais ou menos de 1,10m — e que não teria problema a gente ocupar, já que éramos família e indicados pelos amigos dela, os tios da minha nora.
Tirando o problema da cama, a situação parecia resolvida por enquanto, e pra mim, sinceramente, tanto fazia, porque eu já tava muito preocupada em não encontrar nenhum lugar pra ficar. nos hospedar e meu filho estava tão preocupado quanto eu. A namorada do meu filho se despediu, já que eram 23h e a gente ia pro carro pegar nossa bagagem.
Por hoje, tínhamos resolvido o problema e, se a limitação de ter só uma cama fosse muito desconfortável, sempre dava pra procurar no dia seguinte uma situação mais tranquila pras próximas 3 noites...
De qualquer forma, aquela não seria a maior dificuldade que a gente ia enfrentar nessa viagem, porque, quando estávamos voltando pro carro pra pegar a bagagem, nosso verdadeiro problema começou: o veículo tinha sido arrombado e tudo que a gente levava no porta-malas foi roubado!!.
Uma vizinha da rua onde a gente estacionou nos contou que, mais ou menos meia hora antes, uns caras jovens, de etnia cigana, provavelmente feirantes, já que não eram moradores da cidade, tinham quebrado um dos vidros do carro, por onde acessaram a trava interna e, claro, o resto foi fácil.
A verdade é que o chão se abriu pra gente, porque, mesmo não sendo muito o valor econômico do que foi levado, era super útil, já que na hora que o incidente aconteceu, a gente não teria como resolver o problema. A família da namorada do meu filho foi com ela jantar, como tinham combinado pra dar as boas-vindas. A dona da pensão tinha nos dado a chave pra abrir na volta, porque ela já era mais velha e costumava dormir cedo e... bom, a gente não conhecia mais ninguém!.
Por causa da dificuldade de estacionar, decidimos deixar o carro onde estava e cuidar no dia seguinte do boletim de ocorrência e do conserto, além de comprar roupas novas. Então, voltamos pra pensão com a preocupação lógica pela má sorte que tivemos.
Uma vez no quarto frio e sem nada que nos deram, já que só Contava com a cama – agora já parecia realmente estreita pra gente –, uma mesa com sua cadeira, um armário antigo, uns quadros e um abajur em cima da mesa. O banheiro, sem porta, que era substituída por uma entrada em arco de meio ponto, se resumia a pia, vaso e box do chuveiro coberto com um vidro antitransparente… mas que também não fechava porque o trilho de deslizamento estava ruim ou a rodinha completamente gasta. Enfim, um cenário desolador. Pra piorar, a gente tinha perdido toda a roupa, inclusive os pijamas. O problema me parecia agora muito mais complicado, porque era uma situação muito constrangedora pro meu filho e pra mim, já que, por mais confiança e intimidade que tivéssemos, duvido que alguma mãe tivesse chegado a dormir pelada com o filho numa cama tão estreita… e era isso que ia acontecer inevitavelmente, se eu não arrumasse alguma solução urgente.
Como era lógico e depois do dia sufocante de calor e problemas que a gente passou, o banho era uma necessidade real, mesmo nas piores circunstâncias, como aquelas. Ah, ia esquecendo: o banheiro não tinha água quente e, apesar do rigor do verão, um banho de água fria gelava até o pensamento. Mesmo assim, a gente teve que aguentar esse último martírio e dividir a única toalha de banho do quarto, porque se supõe que era um quarto individual e essa era a dotação básica. Também foi preciso lavar a roupa que a gente tava vestindo, incluindo a roupa íntima, porque, em princípio, seria a mesma que a gente ia vestir no dia seguinte. Bom, acho que o quadro tá exposto com toda a crueza e ao alcance da compreensão do mais tapado. As consequências tavam garantidas, é só pensar um pouco. Só acrescento em nossa defesa que tudo foi completamente acidental e alheio à nossa melhor vontade.
Meu filho se animou primeiro a ir pro banheiro e eu disse pra ele colocar a roupa dele – a camisa e a roupa íntima – na pia do banheiro, quando fosse tomar banho. pra ir adiantando enquanto ele tomava banho. Quando ele começou a gemer de susto com a água fria, fui ao banheiro e comecei a lavar a roupa dele, tentando evitar que meus olhos desviassem o olhar para o chuveiro numa curiosidade inevitável, mas sem intenção nenhuma. Ele, muito envergonhado, estava de costas, embora eu pudesse ver, completamente sem graça, a sombra que projetava na parede pela luz do banheiro que, conforme a posição que meu filho adotava, deixava evidente uma excitação total. A situação pra mim era cada vez mais constrangedora, principalmente pensando em como íamos nos cobrir à noite e depois do banho.
Terminei de lavar a roupa dele e estendi sobre a mesa do quarto e nos travessões da cadeira, aproveitando qualquer saliência que houvesse no quarto, até que meu filho saiu do chuveiro, com a toalha enrolada na cintura e cobrindo a parte inferior do tronco até quase o joelho. Percebi que ele evitava ser visto de frente ou de perfil pra não evidenciar a excitação, então fingi que não tava vendo e falei que ele devia se deitar e se cobrir com o lençol da cama, deixando a toalha pra mim, porque eu ia tomar banho agora.
Eu, naquele momento, também tava extremamente sem graça, e ele também notava, mas não tinha como evitar aquele transe, embora Deus sabe que procurei uma solução sem sucesso. Meu filho foi pra cama, que cada vez parecia menor, e debaixo do lençol, tirou a toalha pra me dar. Eu fui pro chuveiro e, depois de avisar meu filho pra evitar ir ao banheiro durante meu banho, me preparei pra sofrer o susto da água fria. A verdade é que foi menos pior do que eu esperava, principalmente porque, além do calor do verão, minha excitação também tinha feito minha temperatura subir e eu vi no espelho do banheiro o vermelho das minhas bochechas que denunciavam o pudor que eu não sentia há tantos anos.. O banho acalmou um pouco meu corpo, mas não minha mente, que ficava girando sem parar pensando em o momento de dividir a cama com meu filho de 18 anos, na situação que eu sabia que ele estava, e nós dois completamente nus!
Depois do banho, coloquei a toalha tentando cobrir meus peitos e o resto do tronco, o que quase não conseguia por causa do tamanho limitado da toalha, mas dava pra passar se evitasse posições que descobrissem minhas partes na presença do meu filho. Também lavei minha calcinha e meu vestido e, depois de estender a roupa onde pude – no chuveiro, sobre o box do chuveiro, etc., me preparei pra aguentar um tempo acordada e sentada na cadeira do quarto, vendo o pessoal passar na rua, que tava cheia, e, principalmente, pra ver se meu filho dormia e eu podia deitar do lado dele e dormir um pouco pelo menos. Apaguei a luz e falei pro meu filho dormir, porque eu ia esperar um pouco já que ainda não tava com sono. Ele calou a boca e virou de lado, sabendo que eu tava tentando evitar uma situação que deixava nós dois sem graça. Ele só disse que se eu quisesse deitar, ele dormiria na cadeira, porque já tinha feito isso alguma vez quando o sono pegava ele estudando de noite. Agradeci de coração pela gentileza dele e falei que não.
Apesar do desconforto de ficar sentada, coberta com uma toalha completamente molhada e numa cadeira, cujo encosto também tinha roupa molhada, aguentei quase uma hora, quando o cansaço começou a aparecer e minhas pálpebras fechavam, decidi, com muito cuidado, deitar também junto com meu filho, na confiança de que ele já tinha dormido.
Me aproximei da cama e, com a luz forte da lua sobre nós, me esforcei pra garantir que meu filho já tava dormindo, então, já mais tranquila nessa confiança, tentei me enfiar debaixo do lençol, vendo meu filho de costas completamente nu, assim como eu tava depois de tirar a toalha molhada. Não consegui evitar encostar nele por causa do tamanho pequeno da cama e tentei empurrar ele um pouco pra conseguir me colocar também. Ele realmente se mexeu um pouco, esticando as pernas longas e facilitando minha posição. Eu sentia meu coração bater tão forte que pensei que ele notaria. Não tive outra escolha senão me deitar completamente esticada, bem na beirada da cama, tentando não encostar no corpo do meu filho, que me disse baixinho para chegar mais perto, senão eu ia cair da cama. Tava claro que ele tinha acordado ou ainda não tinha dormido, mas a verdade é que eu já não tinha mais vontade nenhuma de levantar de novo e mostrar que tava desconfortável com a situação, então, fingindo normalidade, me aproximei um pouco mais dele, perguntando se ele tava confortável, e ele concordou. Ele falou pra eu me deitar do jeito que ficasse mais à vontade, porque ele não ia virar a noite toda, já que não "podia". A verdade é que senti meu rosto corar de novo, porque entendi o que ele quis dizer, e tentando manter a calma, respondi que ele não precisava ficar envergonhado, porque eu era a mãe dele e já tinha visto ele centenas de vezes na infância e, além disso, era uma mulher adulta e já sabia como o corpo dos homens funcionava, então ele podia ficar tranquilo se quisesse se virar pra mim. Ele insistiu de novo que queria continuar daquele jeito e eu agradeci, embora não possa negar que fiquei um pouco frustrada por não poder confirmar se ele ainda tava excitado como antes ou se já tinha passado. Eu também fiquei de costas pra ele e assim ficamos por um bom tempo.
A situação era tão tensa que os dois mostravam isso com pequenos movimentos constantes, ficando ambos de costas, mas com um contato íntimo dos nossos corpos nus que provocava excitação natural nos dois. O calor tava pegando em nós e meu filho perguntou se a gente podia se descobrir, porque ele tava suando igual a mim, então tiramos o lençol de cima e ficamos descobertos na cama. Os movimentos nervosos do meu filho me fizeram pressentir o pior, então Me preparava pra qualquer situação, estudando um jeito de me livrar dos desejos animalescos dele, caso eles aparecessem. Devo confessar, com toda honestidade, que a cada momento eu queria mais que isso acontecesse, porque tava erotizada ao máximo nessa situação super excitante. Ele devia tar na mesma.
O momento chegou depois de quase uma hora em que nós dois sabia que o outro tava acordado, e também os dois esperava pra ver quem dava o primeiro passo e no que ia consistir. Foi meu filho que, confessando que já tava muito desconfortável naquela posição, me pediu por favor que deixasse ele virar pra mim, mas que não conseguia evitar o "estado" dele, como ele mesmo disse, e pediu também, por favor, que eu não virasse pra ele, porque tinha muita vergonha de eu vê-lo daquele jeito. Eu, entendendo exatamente o que ele tava dizendo, autorizei ele a virar pra mim e me desloquei o pouco que o espaço disponível permitia, pra evitar o contato direto do pau dele no meu corpo.
Isso foi totalmente impossível. O pau dele bateu na minha bunda como um ferro em brasa, se esfregando de lado até meu filho se acomodar na posição que queria. Mesmo se colocando um pouco mais curvado pra evitar uma pressão violenta do pau dele contra a lombar da mãe, as dimensões dele não tinham nada a ver com as da cama, então, tremendo de tesão, ele me pediu desculpa de novo pelo estado dele. Colocou o braço dele sobre o meu corpo, porque realmente não tinha como se posicionar de outro jeito. Eu, criando coragem que tava longe de ter, falei pra ele se acalmar e tentar dormir, e que no dia seguinte a gente ia procurar outro lugar mais adequado.
Devo confessar que nunca imaginei que meu filho pudesse me causar uma excitação tão violenta, a ponto de eu mesma me mexer, quase contra minha consciência e atendendo ao chamado de uma paixão irracional, contra o pau do meu filho, pra sentir e... por que não, aproveitar esse contato gostoso. Ele não tava alheio a Esses movimentos meus, acompanhados por outros dele que provocavam uma aproximação cada vez mais perigosa da minha bunda… e da minha frente também!!
Num determinado momento, percebi que meu filho se mexia de um jeito meio descontrolado e se esfregava nas minhas costas, me apertando contra ele de forma meio anormal, quase violenta. E olha, naquela hora eu fiquei morrendo de medo, pensando que algo grave ia rolar e não teria jeito, então pedi pra ele virar de novo de costas pra mim. Mas antes de responder e me dando um apertão contra o corpo dele, ele gozou na minha bunda enquanto gemia e chorava de prazer e vergonha. Não quis deixar ele mais acuado do que já tava e rapidamente tomei conta da situação, pegando a toalha que tinha deixado perto da cama pra limpar aquela gozada tremenda do meu filho, evitando que sujasse a cama com algo difícil de explicar na nossa situação. Sinceramente, não lembrava do meu falecido marido ter uma gozada tão forte, embora minhas lembranças fossem se apagando com o tempo. O negócio é que tive que limpar meu filho, o pau dele duro e duríssimo, meu corpo e umas gotinhas de porra que caíram no lençol.
A situação já não dava mais pra frescura e nós dois vimos que era necessário mostrar sem pudor nosso corpo nu. Eu consegui reagir, como disse, com rapidez e precisão, mas meu filho caiu numa depressão profunda e, choramingando, pedia desculpas e ainda dizia que tinha namorada e amava muito ela, mas que não tinha conseguido evitar essa situação e que nunca tinha tido experiências parecidas, nem com a namorada, nem com ninguém. Eu abracei ele e acalmei até onde pude, mas duvidava que ele fosse capaz de superar o trauma na hora.
Eram umas duas da manhã e essa era a situação. Eu tive que tomar outra ducha e, depois de me secar levemente com o pouco que sobrou da toalha, que também Tive que lavar e estender pra secar.
Depois do susto que passei inicialmente com o desfecho inesperado, o nervosismo deu lugar de novo a uma paixão que me excitava, principalmente ao ver meu filho de novo na cama, com o pau dele ereto e de um tamanho mais que atraente, sem exageros, mas possivelmente um pouco maior do que o que eu lembrava do pai dele, que também era bem dotado.
Meu filho parecia estar um pouco mais calmo, embora eu lembre que ele ainda suspirava. Eu me deitei ao lado dele e passei meu braço direito sobre o torso nu dele e minha perna direita sobre a dele. Ele estava de barriga pra cima e, quando beijei a bochecha dele, ele me pediu desculpas de novo. Eu, claro, já tinha perdoado ele antes mesmo de cometer o "pecado". Depois de acariciá-lo como quando era criança, que ele gostava que eu passasse a mão no corpo dele, falei que ele devia dormir um pouco, mas ele estava muito excitado pra dormir, então conversei um pouco com ele sobre sexo. Perguntei se ele já tinha tido alguma experiência com alguma garota, e ele confirmou que não, nem com a namorada dele, embora o namoro fosse recente. Perguntei também sobre sexo sozinho, e ele admitiu que já tinha praticado algumas vezes, mas muito raramente e que fazia muito tempo que não fazia de novo. Um pouco mais calmo com a conversa, o clima foi relaxando e eu, que não conseguia evitar de olhar sem parar pro pau ereto dele apontando pro teto do quarto, perguntei se ele ainda não tinha ficado satisfeito com a gozada que teve, e ele confirmou que parecia que não, mas que me ver desse jeito, mais como mulher do que como mãe, excitava ele pra caralho sem conseguir evitar, porque me achava muito gostosa. Enfim, essa confissão me deixou corada e me lisonjeou mais do que eu esperava, porque me fez sentir ainda uma mulher atraente, apesar da minha idade, principalmente quando parecia assim pra um garoto jovem como meu filho, com apenas 18 anos e com certeza tendo qualquer garota ao alcance dele. Perguntei, por último, se ele tinha muita vergonha. Ao me ver nua e, embora com ressalvas, ele me confirmou que já estava passando.
Tentando me recompor, pedi que ele fizesse um esforço pra dormir, porque no dia seguinte não ia aguentar o pique das festas que nos esperavam, e que eu também ia tentar. Então me virei 180º e fiquei de costas pra ele, que, dada a largura apertada da cama, praticamente não tinha como se acomodar senão na mesma direção que eu e em contato total comigo. Dessa vez ele não tentou evitar colocar o pau dele diretamente entre minhas pernas, como tinha feito antes, e senti um arrepio no corpo todo que me impediu de reagir. Eu devia ter dito que aquilo era muito perigoso, que ele não devia fazer isso com a mãe dele, que podia se arrepender a vida inteira, que podia levar nós dois a uma desgraça pra sempre… devia ter dito tanta coisa… mas calei, e até abri ligeiramente as pernas, tentando disfarçar que não era um convite… que ele não desperdiçou. Ele enfiou o pau entre minhas pernas, esfregando todo o comprimento nas minhas zonas mais erógenas. Minha posição me deixou ver aparecer na frente, entre minhas pernas e abrindo caminho na moita de pelos que cobria minha buceta, a cabeça do pau do meu filho e, confesso, foi o momento de sexo mais excitante de toda a minha vida. Tentei reagir me afastando um pouco pra frente e chamando a atenção do meu filho sobre a ousadia dele, que pediu desculpas de novo e implorou pra deixar ele ficar daquele jeito, porque a gente mal conseguia se encaixar numa cama tão estreita. Surpreendentemente, tive coragem suficiente pra recusar e pedi que ele se virasse pro lado contrário, pra eu ser a que se encaixasse atrás dele, que quase não resistiu e se posicionou como eu mandei.
Agora era eu que abraçava ele por trás, colando meu corpo inteiro no dele, o que me enchia de uma paixão contida. Meus peitos se apertavam contra as costas dele e minha buceta também buscava contato com o pau dele. traseiro. Mais ousado do que eu esperava, ele me pediu com carinho que o abraçasse forte, envolvendo seu corpo com meus braços, porque isso o fazia lembrar quando era criança. Eu também queria, embora por um motivo diferente do que meu filho expressou, como sem dúvida era sua intenção oculta, mas ambos aproveitamos a iniciativa para nos esfregar voluptuosamente. Em um determinado momento, fruto da intimidade que estávamos desfrutando, meu filho pegou minha mão e a levou até o pau dele, para chamar minha atenção sobre a tensão que ele tinha, e eu retirei a mão instintivamente com rapidez, mas sem me sentir ofendida, pelo contrário, brincando, repreendi sua ousadia. Ele, controlando habilmente a situação, me perguntou se eu achava normais o tamanho e a ereção tensa e prolongada dele, já que ele não tinha nenhuma experiência nesse sentido. Eu fingi aceitar a consulta "honesta" dele e expliquei que minha experiência se limitava ao que vivi com o pai dele e que, até onde eu lembrava, aquela situação era parecida com a dele. Ele, um pouco mais ousado, me perguntou se eu não tinha transado com mais ninguém desde a morte do meu marido e, se fosse assim, se eu sentia tanto desejo quanto ele... A pergunta beirava o limite da intimidade mãe-filho e pretendia descobrir meus desejos mais íntimos, sem dúvida para aproveitar minhas fraquezas. Aceitei o desafio e respondi com sinceridade, encarando as consequências da minha confissão, e disse que, de fato, não tinha tido contato algum com homens desde a morte do pai dele e que, muitas vezes, sentia tanto desejo carnal quanto ele naquele momento. Também disse que tinha me masturbado, como ele, em algumas ocasiões, quando já não aguentava mais o desejo.
Meu filho, naquele momento, sentindo-se dono da situação, deu um passo à frente e, virando-se para mim, pediu que eu o masturbasse, oferecendo-se para fazer o mesmo comigo. Novamente, minha recusa mais fingida do que real, confiando que a insistência dele no pedido me "obrigasse" a atender ao pedido dele. Ele insistiu de novo e me pediu que, pelo menos, "tocasse" as partes dele suavemente por um tempinho... Eu, fingindo reprovar o pedido inadequado e mostrando uma rejeição que estava longe de sentir, escondendo meus verdadeiros desejos de apalpar aquele exemplar magnífico que meu filho exibia entre as pernas, aproximei com cuidado e discrição minhas mãos do pau dele que, ao ser tocado, provocou um suspiro do meu filho que me fez pensar que ele ia gozar de novo sem conseguir evitar.
Rapidamente lembrei da experiência anterior e corri pra pegar a toalha, mas ela estava tão molhada que usei papel higiênico pra cobrir qualquer eventualidade.
De novo fui até a cama onde meu filho esperava ansioso por aquelas carícias, deitado de barriga pra cima com as mãos atrás da cabeça e, deitada de lado junto com ele, comecei a masturbá-lo claramente e sem nenhum preconceito, nem da parte dele nem da minha, tenho que confessar. Eu adorava aquele contato com um membro viril com o qual tantas vezes tinha sonhado, embora nunca tivesse imaginado que seria finalmente o do meu filho. Passava a mão pra cima e pra baixo e nas bolas dele, duras como não lembrava as do pai dele, e ele já começava a arquear a cada fricção que eu dava, sentindo a respiração dele cada vez mais ofegante, quando ele pediu pra eu esperar um pouco e deixar ele me tocar um pouco nos peitos e na minha buceta, "sem mais pretensões, juro, mãe", como ele disse literalmente. Eu, com minha paixão e desejo ardentes, já sem conseguir controlar, disse que tudo bem, mas só nos peitos. Meu filho não só colocou as mãos neles, como aproximou a boca até meus mamilos que ficaram durinhos pra caralho e, da minha parte, a excitação estava me levando a um abandono total da minha vontade e entrega total ao rumo dos acontecimentos.
Quando meu filho já estava chupando com gosto meus mamilos por um tempo, senti ele tentar jogar a perna esquerda sobre meu corpo, o que despertou minha Sentidos entorpecidos e novamente o impedi de conseguir o que queria, lembrando-o do compromisso. Como todo um cavalheiro, ele desmontou a iniciativa e ficou novamente esperando que eu continuasse com meu trabalho, o que fiz de imediato.
Meu filho estava num estado de excitação tão grande que o pau e os colhões dele pareciam que iam explodir, quando me deu na telha exigir uma promessa firme se ele quisesse que eu fizesse um boquete nele, algo que deixava o pai dele louco, embora eu, confesso, nunca tenha gostado, especialmente quando gozava na minha boca, mas acabei superando minha aversão ao fato inevitável e como justa reciprocidade quando eu era a beneficiada da mesma experiência. Pedi discrição absoluta e que ele não tentasse ir além do que eu levasse, então com esse compromisso – e até agora meu filho tinha se mostrado um homem de palavra –, aproximei meus lábios do pau dele e comecei a passar minha língua por toda a extensão, e meu filho começou a gemer mais que discretamente, o que me deixou preocupada se alguém nos ouvia; corrigido esse pequeno problema, continuei com meu trabalho, levando o pau do meu filho até a garganta, e agora percebia que ele era realmente maior que o do pai, o que me excitou pra caralho.
Logo ele começou a segurar minha cabeça naquela posição, igual o pai dele fazia, tentando sincronizar meus movimentos com o desejo dele, e eu me deixava levar, até que depois de alguns segundos, em que meu filho tentava alcançar meus peitos e eu me posicionei pra ele conseguir, enquanto ele acariciava meus peitos com uma mão e segurava minha cabeça com a outra, eu chupava e lambia o pau dele, a cabeça e os colhões que começavam a endurecer, enquanto meu filho apertava sem controle meu peito a ponto de doer, mas eu deixei, sabendo que eram os últimos segundos dele pra chegar ao êxtase, e foi o que aconteceu...!! Um gosto conhecido de porra quente e convulsões violentas chegaram na minha garganta, enchendo toda a minha boca daquele líquido grosso que segurei dentro de mim até meu filho relaxar os músculos, em completa tensão, e soltar aquele suspiro longo e conhecido que anunciava o fim de um prazer infinito. Ele ainda segurava minha cabeça contra o pênis dele, sem me deixar me afastar, mesmo que eu mal conseguisse manter a boca com o pau ainda ereto e o esperma abundante lá dentro, porque nunca gostei de engolir, embora sempre soubesse fingir que não sentia nojo nenhum, já que não queria estragar o momento do meu parceiro. Aos poucos, ele foi afrouxando a pressão na minha cabeça e, com cuidado, fui tirando a boca do pênis dele, tentando alcançar o papel higiênico que tinha trazido para a ocasião, do qual cortei um pedaço para enrolar no tronco do pau do meu filho e cobrir minha boca para quando pudesse cuspir o conteúdo no papel.
Meu filho tinha ficado exausto na cama, com o coração batendo a mais de 120 pulsações e o pau dele, meio duro, caía sobre a perna esquerda. As bolas pendiam agora entre as pernas dele, relaxadas e soltas. O problema era eu mesma, meu desejo ardente de também gozar do sexo, mas depois do que tinha vivido. Naquele momento, meu filho virou a cabeça para mim e, sorrindo, disse: "Mãe, e você?" Eu, entendendo o que ele queria dizer, falei que ele não devia se preocupar, porque as mulheres estavam mais acostumadas a dar do que a receber e que, muitas vezes, a gente não chegava ao orgasmo, sem que isso fosse uma frustração como a que o homem sofre na mesma situação.
Minha explicação não pareceu convencê-lo muito, e ele estendeu o braço forte para o meu lado da cama, me oferecendo deitar sobre ele num abraço mais paternal que filial. Aceitei o gesto que mostrava gratidão, e ele disse: "Desculpa, mas desta vez não vai ser como você diz, embora você também tenha que se comprometer comigo no que eu pedir. Combinado?" A verdade é que a resolução e a decisão dele me confundiram, e eu concordei com a cabeça. sem saber direito o que estava aceitando... Logo descobriria.
A história começa num verão quente, quando eu tinha apenas 37 anos. Meu filho, de 18, tinha uma namorada, com quem, no final, se casou e tem um bebê lindo. Aconteceu que meu filho insistiu em levar a então namorada para a casa dos tios dele em outra cidade, onde ela foi convidada para passar as festas da cidade, que duravam quatro dias. Mas eu me preocupava com o que iam pensar de dois jovens namorados sozinhos, e também porque meu filho tinha acabado de tirar a carteira de motorista e sua experiência era zero, algo que me preocupava especialmente.
Para tentar contornar essa situação sem causar uma tensão desnecessária entre nós, e vendo ele completamente decidido a fazer a viagem, tive a ideia de que eu poderia acompanhá-lo, de modo que minha presença servisse como um freio para suas "paixões juvenis desenfreadas". Então, tudo foi planejado e decidido em dois dias. Ele estava de férias e eu poderia pedir folga no trabalho nesses 4 dias sem problemas, então parecia que não havia nenhum empecilho. Nós nos hospedaríamos num hotel da cidade e a namorada dele, na casa dos tios. Tudo resolvido.
No dia da partida, quarta-feira, começava a festa, que iria até domingo, então partimos depois do almoço rumo ao nosso destino. A duração prevista da viagem era de aproximadamente 4 horas, pois o lugar ficava a uns 350 km da nossa cidade.
Eu anotava no meu diário que estava saindo muito feliz, embora não me desse muito bem com minha futura nora — algo que hoje está completamente superado e nossa relação é excelente. Anotava no meu diário que pretendia aproveitar ao máximo As feiras, circos, desfiles de rua, teatro... enfim, tudo o que envolve uma cidade alegre e em festa. Eu precisava superar, ou pelo menos tentar, a morte do meu marido, ocorrida num acidente de avião um ano e meio atrás, e essa era uma oportunidade para quebrar a rotina em que minha vida tinha se transformado desde então, simplesmente dedicada aos afazeres domésticos, um trabalho de escritório monótono preparando correspondência todo santo dia, e cuidar do meu filho, que ainda estava estudando.
Quando chegamos à cidade de destino, estacionamos o carro com muita dificuldade numa ruela do centro, que já estava cheia de visitantes de todo tipo e condição, e percebemos que ia ser foda achar hotel, mas já eram 21h e a gente tinha que se apressar se não quiséssemos dormir no carro.
Minha nora foi pra casa dos tios dela acalmar eles sobre nossa chegada e ligar pros pais pra ficarem tranquilos também. Enquanto isso, a gente ia cuidar de procurar hotel.
Como já tínhamos previsto, achar hotel era uma puta aventura e, quando já estávamos há mais de uma hora e meia procurando sem sucesso, fomos na casa dos tios da minha nora buscar ela pra contar o problema. Aí os tios dela nos passaram o endereço de uma senhora idosa que alugava quartos da casa dela pra gente de confiança, então vimos a solução como algo mais viável. Não era certeza que ela tivesse vaga nessa época, mas era uma possibilidade.
Nós três fomos pra essa casa e, de fato, a senhora, já de idade, nos disse que só tinha um quarto com uma cama média — mais ou menos de 1,10m — e que não teria problema a gente ocupar, já que éramos família e indicados pelos amigos dela, os tios da minha nora.
Tirando o problema da cama, a situação parecia resolvida por enquanto, e pra mim, sinceramente, tanto fazia, porque eu já tava muito preocupada em não encontrar nenhum lugar pra ficar. nos hospedar e meu filho estava tão preocupado quanto eu. A namorada do meu filho se despediu, já que eram 23h e a gente ia pro carro pegar nossa bagagem.
Por hoje, tínhamos resolvido o problema e, se a limitação de ter só uma cama fosse muito desconfortável, sempre dava pra procurar no dia seguinte uma situação mais tranquila pras próximas 3 noites...
De qualquer forma, aquela não seria a maior dificuldade que a gente ia enfrentar nessa viagem, porque, quando estávamos voltando pro carro pra pegar a bagagem, nosso verdadeiro problema começou: o veículo tinha sido arrombado e tudo que a gente levava no porta-malas foi roubado!!.
Uma vizinha da rua onde a gente estacionou nos contou que, mais ou menos meia hora antes, uns caras jovens, de etnia cigana, provavelmente feirantes, já que não eram moradores da cidade, tinham quebrado um dos vidros do carro, por onde acessaram a trava interna e, claro, o resto foi fácil.
A verdade é que o chão se abriu pra gente, porque, mesmo não sendo muito o valor econômico do que foi levado, era super útil, já que na hora que o incidente aconteceu, a gente não teria como resolver o problema. A família da namorada do meu filho foi com ela jantar, como tinham combinado pra dar as boas-vindas. A dona da pensão tinha nos dado a chave pra abrir na volta, porque ela já era mais velha e costumava dormir cedo e... bom, a gente não conhecia mais ninguém!.
Por causa da dificuldade de estacionar, decidimos deixar o carro onde estava e cuidar no dia seguinte do boletim de ocorrência e do conserto, além de comprar roupas novas. Então, voltamos pra pensão com a preocupação lógica pela má sorte que tivemos.
Uma vez no quarto frio e sem nada que nos deram, já que só Contava com a cama – agora já parecia realmente estreita pra gente –, uma mesa com sua cadeira, um armário antigo, uns quadros e um abajur em cima da mesa. O banheiro, sem porta, que era substituída por uma entrada em arco de meio ponto, se resumia a pia, vaso e box do chuveiro coberto com um vidro antitransparente… mas que também não fechava porque o trilho de deslizamento estava ruim ou a rodinha completamente gasta. Enfim, um cenário desolador. Pra piorar, a gente tinha perdido toda a roupa, inclusive os pijamas. O problema me parecia agora muito mais complicado, porque era uma situação muito constrangedora pro meu filho e pra mim, já que, por mais confiança e intimidade que tivéssemos, duvido que alguma mãe tivesse chegado a dormir pelada com o filho numa cama tão estreita… e era isso que ia acontecer inevitavelmente, se eu não arrumasse alguma solução urgente.
Como era lógico e depois do dia sufocante de calor e problemas que a gente passou, o banho era uma necessidade real, mesmo nas piores circunstâncias, como aquelas. Ah, ia esquecendo: o banheiro não tinha água quente e, apesar do rigor do verão, um banho de água fria gelava até o pensamento. Mesmo assim, a gente teve que aguentar esse último martírio e dividir a única toalha de banho do quarto, porque se supõe que era um quarto individual e essa era a dotação básica. Também foi preciso lavar a roupa que a gente tava vestindo, incluindo a roupa íntima, porque, em princípio, seria a mesma que a gente ia vestir no dia seguinte. Bom, acho que o quadro tá exposto com toda a crueza e ao alcance da compreensão do mais tapado. As consequências tavam garantidas, é só pensar um pouco. Só acrescento em nossa defesa que tudo foi completamente acidental e alheio à nossa melhor vontade.
Meu filho se animou primeiro a ir pro banheiro e eu disse pra ele colocar a roupa dele – a camisa e a roupa íntima – na pia do banheiro, quando fosse tomar banho. pra ir adiantando enquanto ele tomava banho. Quando ele começou a gemer de susto com a água fria, fui ao banheiro e comecei a lavar a roupa dele, tentando evitar que meus olhos desviassem o olhar para o chuveiro numa curiosidade inevitável, mas sem intenção nenhuma. Ele, muito envergonhado, estava de costas, embora eu pudesse ver, completamente sem graça, a sombra que projetava na parede pela luz do banheiro que, conforme a posição que meu filho adotava, deixava evidente uma excitação total. A situação pra mim era cada vez mais constrangedora, principalmente pensando em como íamos nos cobrir à noite e depois do banho.
Terminei de lavar a roupa dele e estendi sobre a mesa do quarto e nos travessões da cadeira, aproveitando qualquer saliência que houvesse no quarto, até que meu filho saiu do chuveiro, com a toalha enrolada na cintura e cobrindo a parte inferior do tronco até quase o joelho. Percebi que ele evitava ser visto de frente ou de perfil pra não evidenciar a excitação, então fingi que não tava vendo e falei que ele devia se deitar e se cobrir com o lençol da cama, deixando a toalha pra mim, porque eu ia tomar banho agora.
Eu, naquele momento, também tava extremamente sem graça, e ele também notava, mas não tinha como evitar aquele transe, embora Deus sabe que procurei uma solução sem sucesso. Meu filho foi pra cama, que cada vez parecia menor, e debaixo do lençol, tirou a toalha pra me dar. Eu fui pro chuveiro e, depois de avisar meu filho pra evitar ir ao banheiro durante meu banho, me preparei pra sofrer o susto da água fria. A verdade é que foi menos pior do que eu esperava, principalmente porque, além do calor do verão, minha excitação também tinha feito minha temperatura subir e eu vi no espelho do banheiro o vermelho das minhas bochechas que denunciavam o pudor que eu não sentia há tantos anos.. O banho acalmou um pouco meu corpo, mas não minha mente, que ficava girando sem parar pensando em o momento de dividir a cama com meu filho de 18 anos, na situação que eu sabia que ele estava, e nós dois completamente nus!
Depois do banho, coloquei a toalha tentando cobrir meus peitos e o resto do tronco, o que quase não conseguia por causa do tamanho limitado da toalha, mas dava pra passar se evitasse posições que descobrissem minhas partes na presença do meu filho. Também lavei minha calcinha e meu vestido e, depois de estender a roupa onde pude – no chuveiro, sobre o box do chuveiro, etc., me preparei pra aguentar um tempo acordada e sentada na cadeira do quarto, vendo o pessoal passar na rua, que tava cheia, e, principalmente, pra ver se meu filho dormia e eu podia deitar do lado dele e dormir um pouco pelo menos. Apaguei a luz e falei pro meu filho dormir, porque eu ia esperar um pouco já que ainda não tava com sono. Ele calou a boca e virou de lado, sabendo que eu tava tentando evitar uma situação que deixava nós dois sem graça. Ele só disse que se eu quisesse deitar, ele dormiria na cadeira, porque já tinha feito isso alguma vez quando o sono pegava ele estudando de noite. Agradeci de coração pela gentileza dele e falei que não.
Apesar do desconforto de ficar sentada, coberta com uma toalha completamente molhada e numa cadeira, cujo encosto também tinha roupa molhada, aguentei quase uma hora, quando o cansaço começou a aparecer e minhas pálpebras fechavam, decidi, com muito cuidado, deitar também junto com meu filho, na confiança de que ele já tinha dormido.
Me aproximei da cama e, com a luz forte da lua sobre nós, me esforcei pra garantir que meu filho já tava dormindo, então, já mais tranquila nessa confiança, tentei me enfiar debaixo do lençol, vendo meu filho de costas completamente nu, assim como eu tava depois de tirar a toalha molhada. Não consegui evitar encostar nele por causa do tamanho pequeno da cama e tentei empurrar ele um pouco pra conseguir me colocar também. Ele realmente se mexeu um pouco, esticando as pernas longas e facilitando minha posição. Eu sentia meu coração bater tão forte que pensei que ele notaria. Não tive outra escolha senão me deitar completamente esticada, bem na beirada da cama, tentando não encostar no corpo do meu filho, que me disse baixinho para chegar mais perto, senão eu ia cair da cama. Tava claro que ele tinha acordado ou ainda não tinha dormido, mas a verdade é que eu já não tinha mais vontade nenhuma de levantar de novo e mostrar que tava desconfortável com a situação, então, fingindo normalidade, me aproximei um pouco mais dele, perguntando se ele tava confortável, e ele concordou. Ele falou pra eu me deitar do jeito que ficasse mais à vontade, porque ele não ia virar a noite toda, já que não "podia". A verdade é que senti meu rosto corar de novo, porque entendi o que ele quis dizer, e tentando manter a calma, respondi que ele não precisava ficar envergonhado, porque eu era a mãe dele e já tinha visto ele centenas de vezes na infância e, além disso, era uma mulher adulta e já sabia como o corpo dos homens funcionava, então ele podia ficar tranquilo se quisesse se virar pra mim. Ele insistiu de novo que queria continuar daquele jeito e eu agradeci, embora não possa negar que fiquei um pouco frustrada por não poder confirmar se ele ainda tava excitado como antes ou se já tinha passado. Eu também fiquei de costas pra ele e assim ficamos por um bom tempo.
A situação era tão tensa que os dois mostravam isso com pequenos movimentos constantes, ficando ambos de costas, mas com um contato íntimo dos nossos corpos nus que provocava excitação natural nos dois. O calor tava pegando em nós e meu filho perguntou se a gente podia se descobrir, porque ele tava suando igual a mim, então tiramos o lençol de cima e ficamos descobertos na cama. Os movimentos nervosos do meu filho me fizeram pressentir o pior, então Me preparava pra qualquer situação, estudando um jeito de me livrar dos desejos animalescos dele, caso eles aparecessem. Devo confessar, com toda honestidade, que a cada momento eu queria mais que isso acontecesse, porque tava erotizada ao máximo nessa situação super excitante. Ele devia tar na mesma.
O momento chegou depois de quase uma hora em que nós dois sabia que o outro tava acordado, e também os dois esperava pra ver quem dava o primeiro passo e no que ia consistir. Foi meu filho que, confessando que já tava muito desconfortável naquela posição, me pediu por favor que deixasse ele virar pra mim, mas que não conseguia evitar o "estado" dele, como ele mesmo disse, e pediu também, por favor, que eu não virasse pra ele, porque tinha muita vergonha de eu vê-lo daquele jeito. Eu, entendendo exatamente o que ele tava dizendo, autorizei ele a virar pra mim e me desloquei o pouco que o espaço disponível permitia, pra evitar o contato direto do pau dele no meu corpo.
Isso foi totalmente impossível. O pau dele bateu na minha bunda como um ferro em brasa, se esfregando de lado até meu filho se acomodar na posição que queria. Mesmo se colocando um pouco mais curvado pra evitar uma pressão violenta do pau dele contra a lombar da mãe, as dimensões dele não tinham nada a ver com as da cama, então, tremendo de tesão, ele me pediu desculpa de novo pelo estado dele. Colocou o braço dele sobre o meu corpo, porque realmente não tinha como se posicionar de outro jeito. Eu, criando coragem que tava longe de ter, falei pra ele se acalmar e tentar dormir, e que no dia seguinte a gente ia procurar outro lugar mais adequado.
Devo confessar que nunca imaginei que meu filho pudesse me causar uma excitação tão violenta, a ponto de eu mesma me mexer, quase contra minha consciência e atendendo ao chamado de uma paixão irracional, contra o pau do meu filho, pra sentir e... por que não, aproveitar esse contato gostoso. Ele não tava alheio a Esses movimentos meus, acompanhados por outros dele que provocavam uma aproximação cada vez mais perigosa da minha bunda… e da minha frente também!!
Num determinado momento, percebi que meu filho se mexia de um jeito meio descontrolado e se esfregava nas minhas costas, me apertando contra ele de forma meio anormal, quase violenta. E olha, naquela hora eu fiquei morrendo de medo, pensando que algo grave ia rolar e não teria jeito, então pedi pra ele virar de novo de costas pra mim. Mas antes de responder e me dando um apertão contra o corpo dele, ele gozou na minha bunda enquanto gemia e chorava de prazer e vergonha. Não quis deixar ele mais acuado do que já tava e rapidamente tomei conta da situação, pegando a toalha que tinha deixado perto da cama pra limpar aquela gozada tremenda do meu filho, evitando que sujasse a cama com algo difícil de explicar na nossa situação. Sinceramente, não lembrava do meu falecido marido ter uma gozada tão forte, embora minhas lembranças fossem se apagando com o tempo. O negócio é que tive que limpar meu filho, o pau dele duro e duríssimo, meu corpo e umas gotinhas de porra que caíram no lençol.
A situação já não dava mais pra frescura e nós dois vimos que era necessário mostrar sem pudor nosso corpo nu. Eu consegui reagir, como disse, com rapidez e precisão, mas meu filho caiu numa depressão profunda e, choramingando, pedia desculpas e ainda dizia que tinha namorada e amava muito ela, mas que não tinha conseguido evitar essa situação e que nunca tinha tido experiências parecidas, nem com a namorada, nem com ninguém. Eu abracei ele e acalmei até onde pude, mas duvidava que ele fosse capaz de superar o trauma na hora.
Eram umas duas da manhã e essa era a situação. Eu tive que tomar outra ducha e, depois de me secar levemente com o pouco que sobrou da toalha, que também Tive que lavar e estender pra secar.
Depois do susto que passei inicialmente com o desfecho inesperado, o nervosismo deu lugar de novo a uma paixão que me excitava, principalmente ao ver meu filho de novo na cama, com o pau dele ereto e de um tamanho mais que atraente, sem exageros, mas possivelmente um pouco maior do que o que eu lembrava do pai dele, que também era bem dotado.
Meu filho parecia estar um pouco mais calmo, embora eu lembre que ele ainda suspirava. Eu me deitei ao lado dele e passei meu braço direito sobre o torso nu dele e minha perna direita sobre a dele. Ele estava de barriga pra cima e, quando beijei a bochecha dele, ele me pediu desculpas de novo. Eu, claro, já tinha perdoado ele antes mesmo de cometer o "pecado". Depois de acariciá-lo como quando era criança, que ele gostava que eu passasse a mão no corpo dele, falei que ele devia dormir um pouco, mas ele estava muito excitado pra dormir, então conversei um pouco com ele sobre sexo. Perguntei se ele já tinha tido alguma experiência com alguma garota, e ele confirmou que não, nem com a namorada dele, embora o namoro fosse recente. Perguntei também sobre sexo sozinho, e ele admitiu que já tinha praticado algumas vezes, mas muito raramente e que fazia muito tempo que não fazia de novo. Um pouco mais calmo com a conversa, o clima foi relaxando e eu, que não conseguia evitar de olhar sem parar pro pau ereto dele apontando pro teto do quarto, perguntei se ele ainda não tinha ficado satisfeito com a gozada que teve, e ele confirmou que parecia que não, mas que me ver desse jeito, mais como mulher do que como mãe, excitava ele pra caralho sem conseguir evitar, porque me achava muito gostosa. Enfim, essa confissão me deixou corada e me lisonjeou mais do que eu esperava, porque me fez sentir ainda uma mulher atraente, apesar da minha idade, principalmente quando parecia assim pra um garoto jovem como meu filho, com apenas 18 anos e com certeza tendo qualquer garota ao alcance dele. Perguntei, por último, se ele tinha muita vergonha. Ao me ver nua e, embora com ressalvas, ele me confirmou que já estava passando.
Tentando me recompor, pedi que ele fizesse um esforço pra dormir, porque no dia seguinte não ia aguentar o pique das festas que nos esperavam, e que eu também ia tentar. Então me virei 180º e fiquei de costas pra ele, que, dada a largura apertada da cama, praticamente não tinha como se acomodar senão na mesma direção que eu e em contato total comigo. Dessa vez ele não tentou evitar colocar o pau dele diretamente entre minhas pernas, como tinha feito antes, e senti um arrepio no corpo todo que me impediu de reagir. Eu devia ter dito que aquilo era muito perigoso, que ele não devia fazer isso com a mãe dele, que podia se arrepender a vida inteira, que podia levar nós dois a uma desgraça pra sempre… devia ter dito tanta coisa… mas calei, e até abri ligeiramente as pernas, tentando disfarçar que não era um convite… que ele não desperdiçou. Ele enfiou o pau entre minhas pernas, esfregando todo o comprimento nas minhas zonas mais erógenas. Minha posição me deixou ver aparecer na frente, entre minhas pernas e abrindo caminho na moita de pelos que cobria minha buceta, a cabeça do pau do meu filho e, confesso, foi o momento de sexo mais excitante de toda a minha vida. Tentei reagir me afastando um pouco pra frente e chamando a atenção do meu filho sobre a ousadia dele, que pediu desculpas de novo e implorou pra deixar ele ficar daquele jeito, porque a gente mal conseguia se encaixar numa cama tão estreita. Surpreendentemente, tive coragem suficiente pra recusar e pedi que ele se virasse pro lado contrário, pra eu ser a que se encaixasse atrás dele, que quase não resistiu e se posicionou como eu mandei.
Agora era eu que abraçava ele por trás, colando meu corpo inteiro no dele, o que me enchia de uma paixão contida. Meus peitos se apertavam contra as costas dele e minha buceta também buscava contato com o pau dele. traseiro. Mais ousado do que eu esperava, ele me pediu com carinho que o abraçasse forte, envolvendo seu corpo com meus braços, porque isso o fazia lembrar quando era criança. Eu também queria, embora por um motivo diferente do que meu filho expressou, como sem dúvida era sua intenção oculta, mas ambos aproveitamos a iniciativa para nos esfregar voluptuosamente. Em um determinado momento, fruto da intimidade que estávamos desfrutando, meu filho pegou minha mão e a levou até o pau dele, para chamar minha atenção sobre a tensão que ele tinha, e eu retirei a mão instintivamente com rapidez, mas sem me sentir ofendida, pelo contrário, brincando, repreendi sua ousadia. Ele, controlando habilmente a situação, me perguntou se eu achava normais o tamanho e a ereção tensa e prolongada dele, já que ele não tinha nenhuma experiência nesse sentido. Eu fingi aceitar a consulta "honesta" dele e expliquei que minha experiência se limitava ao que vivi com o pai dele e que, até onde eu lembrava, aquela situação era parecida com a dele. Ele, um pouco mais ousado, me perguntou se eu não tinha transado com mais ninguém desde a morte do meu marido e, se fosse assim, se eu sentia tanto desejo quanto ele... A pergunta beirava o limite da intimidade mãe-filho e pretendia descobrir meus desejos mais íntimos, sem dúvida para aproveitar minhas fraquezas. Aceitei o desafio e respondi com sinceridade, encarando as consequências da minha confissão, e disse que, de fato, não tinha tido contato algum com homens desde a morte do pai dele e que, muitas vezes, sentia tanto desejo carnal quanto ele naquele momento. Também disse que tinha me masturbado, como ele, em algumas ocasiões, quando já não aguentava mais o desejo.
Meu filho, naquele momento, sentindo-se dono da situação, deu um passo à frente e, virando-se para mim, pediu que eu o masturbasse, oferecendo-se para fazer o mesmo comigo. Novamente, minha recusa mais fingida do que real, confiando que a insistência dele no pedido me "obrigasse" a atender ao pedido dele. Ele insistiu de novo e me pediu que, pelo menos, "tocasse" as partes dele suavemente por um tempinho... Eu, fingindo reprovar o pedido inadequado e mostrando uma rejeição que estava longe de sentir, escondendo meus verdadeiros desejos de apalpar aquele exemplar magnífico que meu filho exibia entre as pernas, aproximei com cuidado e discrição minhas mãos do pau dele que, ao ser tocado, provocou um suspiro do meu filho que me fez pensar que ele ia gozar de novo sem conseguir evitar.
Rapidamente lembrei da experiência anterior e corri pra pegar a toalha, mas ela estava tão molhada que usei papel higiênico pra cobrir qualquer eventualidade.
De novo fui até a cama onde meu filho esperava ansioso por aquelas carícias, deitado de barriga pra cima com as mãos atrás da cabeça e, deitada de lado junto com ele, comecei a masturbá-lo claramente e sem nenhum preconceito, nem da parte dele nem da minha, tenho que confessar. Eu adorava aquele contato com um membro viril com o qual tantas vezes tinha sonhado, embora nunca tivesse imaginado que seria finalmente o do meu filho. Passava a mão pra cima e pra baixo e nas bolas dele, duras como não lembrava as do pai dele, e ele já começava a arquear a cada fricção que eu dava, sentindo a respiração dele cada vez mais ofegante, quando ele pediu pra eu esperar um pouco e deixar ele me tocar um pouco nos peitos e na minha buceta, "sem mais pretensões, juro, mãe", como ele disse literalmente. Eu, com minha paixão e desejo ardentes, já sem conseguir controlar, disse que tudo bem, mas só nos peitos. Meu filho não só colocou as mãos neles, como aproximou a boca até meus mamilos que ficaram durinhos pra caralho e, da minha parte, a excitação estava me levando a um abandono total da minha vontade e entrega total ao rumo dos acontecimentos.
Quando meu filho já estava chupando com gosto meus mamilos por um tempo, senti ele tentar jogar a perna esquerda sobre meu corpo, o que despertou minha Sentidos entorpecidos e novamente o impedi de conseguir o que queria, lembrando-o do compromisso. Como todo um cavalheiro, ele desmontou a iniciativa e ficou novamente esperando que eu continuasse com meu trabalho, o que fiz de imediato.
Meu filho estava num estado de excitação tão grande que o pau e os colhões dele pareciam que iam explodir, quando me deu na telha exigir uma promessa firme se ele quisesse que eu fizesse um boquete nele, algo que deixava o pai dele louco, embora eu, confesso, nunca tenha gostado, especialmente quando gozava na minha boca, mas acabei superando minha aversão ao fato inevitável e como justa reciprocidade quando eu era a beneficiada da mesma experiência. Pedi discrição absoluta e que ele não tentasse ir além do que eu levasse, então com esse compromisso – e até agora meu filho tinha se mostrado um homem de palavra –, aproximei meus lábios do pau dele e comecei a passar minha língua por toda a extensão, e meu filho começou a gemer mais que discretamente, o que me deixou preocupada se alguém nos ouvia; corrigido esse pequeno problema, continuei com meu trabalho, levando o pau do meu filho até a garganta, e agora percebia que ele era realmente maior que o do pai, o que me excitou pra caralho.
Logo ele começou a segurar minha cabeça naquela posição, igual o pai dele fazia, tentando sincronizar meus movimentos com o desejo dele, e eu me deixava levar, até que depois de alguns segundos, em que meu filho tentava alcançar meus peitos e eu me posicionei pra ele conseguir, enquanto ele acariciava meus peitos com uma mão e segurava minha cabeça com a outra, eu chupava e lambia o pau dele, a cabeça e os colhões que começavam a endurecer, enquanto meu filho apertava sem controle meu peito a ponto de doer, mas eu deixei, sabendo que eram os últimos segundos dele pra chegar ao êxtase, e foi o que aconteceu...!! Um gosto conhecido de porra quente e convulsões violentas chegaram na minha garganta, enchendo toda a minha boca daquele líquido grosso que segurei dentro de mim até meu filho relaxar os músculos, em completa tensão, e soltar aquele suspiro longo e conhecido que anunciava o fim de um prazer infinito. Ele ainda segurava minha cabeça contra o pênis dele, sem me deixar me afastar, mesmo que eu mal conseguisse manter a boca com o pau ainda ereto e o esperma abundante lá dentro, porque nunca gostei de engolir, embora sempre soubesse fingir que não sentia nojo nenhum, já que não queria estragar o momento do meu parceiro. Aos poucos, ele foi afrouxando a pressão na minha cabeça e, com cuidado, fui tirando a boca do pênis dele, tentando alcançar o papel higiênico que tinha trazido para a ocasião, do qual cortei um pedaço para enrolar no tronco do pau do meu filho e cobrir minha boca para quando pudesse cuspir o conteúdo no papel.
Meu filho tinha ficado exausto na cama, com o coração batendo a mais de 120 pulsações e o pau dele, meio duro, caía sobre a perna esquerda. As bolas pendiam agora entre as pernas dele, relaxadas e soltas. O problema era eu mesma, meu desejo ardente de também gozar do sexo, mas depois do que tinha vivido. Naquele momento, meu filho virou a cabeça para mim e, sorrindo, disse: "Mãe, e você?" Eu, entendendo o que ele queria dizer, falei que ele não devia se preocupar, porque as mulheres estavam mais acostumadas a dar do que a receber e que, muitas vezes, a gente não chegava ao orgasmo, sem que isso fosse uma frustração como a que o homem sofre na mesma situação.
Minha explicação não pareceu convencê-lo muito, e ele estendeu o braço forte para o meu lado da cama, me oferecendo deitar sobre ele num abraço mais paternal que filial. Aceitei o gesto que mostrava gratidão, e ele disse: "Desculpa, mas desta vez não vai ser como você diz, embora você também tenha que se comprometer comigo no que eu pedir. Combinado?" A verdade é que a resolução e a decisão dele me confundiram, e eu concordei com a cabeça. sem saber direito o que estava aceitando... Logo descobriria.
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