É muito difícil explicar coisas particulares pra quem não nos conhece, mas aproveitando a intimidade da rede, vou contar a história alucinante que aconteceu comigo há um tempo.
Eu tinha 18 anos e morava em casa com meu pai (47 anos) e minha mãe (41 anos). Por ser filho único, sempre fui um pouco mais mimado que o normal. E o apego à minha mãe era muito grande. Tínhamos muita confiança em todos os assuntos, menos no sexual.
Apesar de minha mãe ainda ser jovem, esses temas sempre foram constrangedores pra ela, e as poucas perguntas que fiz ela respondia de forma superficial ou pedia pra eu perguntar ao meu pai. Mas pra falar com meu pai era uma novela. Ele tava sempre no escritório ou viajando. E quando ficava em casa, lia um pouco e depois ia dormir cedo. Essa falta de atenção com minha mãe foi o que permitiu o que acabou rolando.
O fato é que, pelo meu jeito meio reservado, passava muito do meu tempo livre em casa, e isso me dava várias oportunidades de ver minha mãe em diferentes situações. De um jeito sutil, comecei a reparar nela com olhos safados. Não sei como aconteceu, mas passei de nem notar a presença dela a reparar em mil detalhes que me excitavam muito. Minha mãe é bem alta, quase 1,80; e é toda grande. Lógico que não é uma modelo de revista, mas pra quem curte uma milf, o corpo dela é ideal.
Ela tem uma bunda grande e fantástica, que mexe loucamente debaixo do roupão de ficar em casa. Umas pernas grossas e lindas. Umas tetas enormes, sei lá, talvez um tamanho 130; sempre comprou sutiãs em lojas especializadas. Cabelo preto e cheio. Na verdade, naquela época ela usava cabelo curto, mas digo cheio porque ela é muito peluda. Eu olhava pra ela e não conseguia evitar imaginar como seria a buceta dela. Peludinha, preta e com certeza com grandes lábios.
Algumas manhãs que eu não ia pra aula, sentava no sofá da sala pra ler o periódico. Aí ela entrava pra limpar e arrumar um pouco. Eu olhava disfarçado o movimento do corpo dela, coberto só com um roupão leve. Quando ela levantava os braços, a saia deixava as coxas à mostra, e mais de uma vez a calcinha dela aparecia de leve. Meu pau ficava duro, e minha mente começava a fantasiar a mil por hora. Eu apertava o pau disfarçado e o prazer me deixava louco. Aí eu via os sovacos dela sem depilar, e isso me deixava ainda mais tarado. Porra, que gostosa que é minha mãe – pensava. Ela se abaixava pra limpar a mesinha do centro e os peitões enormes dela apareciam sem sutiã. Dava pra ver o volume dos mamilos no tecido fino do roupão. E eu não aguentava mais, tinha que ir pro meu quarto e bater uma punheta.
Fazer isso no meu quarto com minha mãe rondando pela casa aumentava o tesão. Ficar ali, subindo e descendo a mão no pau enquanto minha mãe podia entrar no meu quarto a qualquer momento, fazia eu gozar igual um louco.
Um dia, decidi limpar minha gozada com uma toalhinha de rosto da minha mãe, e deixei no chão, do lado da minha cama. Depois fui pra aula com o coração acelerado pensando no que minha mãe faria quando encontrasse a toalha cheia de porra. De noite não teve nenhum comentário sobre isso, nem minha mãe agiu diferente. Percebi que ela não tinha notado, então desde aquele dia, quando eu batia uma (o que era bem frequente), sempre me limpava com uma toalhinha de rosto da minha mãe.
Assim passaram algumas semanas em que eu achava que minha mãe me olhava de um jeito diferente. Uma manhã ela disse que ia ficar na varanda tomando um pouco de sol, que já tava esquentando bem, anunciando um verão quente. Quando ouvi ela abrir a porta da varanda, saí do meu quarto e fui pra sala pra espiar ela por entre as cortinas da janela. Ajoelhei e, sem fazer barulho, olhei. Lá estava ela estendendo a toalha no chão. Colocou um travesseiro inflável daqueles e preparou o Frasco de protetor solar. Ela começou a tirar o roupão e eu já não aguentava mais. Que gostosa. Eu a via de biquíni como tantas outras vezes, mas agora minha pica tava dura, e eu me tocava por cima da calça de moletom. Tava excitado, e quando fico excitado perco a cabeça e faço coisas que em outras ocasiões seriam impensáveis. Não conseguia tirar os olhos do corpo da minha mãe. Que peitos incríveis, que grandes eram, e com uns bicos que dava pra adivinhar grossos por baixo do tecido do biquíni. Que pernas deliciosamente carnudas, terminadas numa bunda apetitosa, que se mexia de um jeito louco. A buceta fazia um volume grande na calcinha, e isso me deixava mais tarado. Enquanto olhava ela passando o bronzeador, me levantei e fui até a varanda, eu tava completamente fora de mim. Só sentia minha pica dura e uma vontade fudida de foder com a minha mãe. Saí na varanda e comentei:
Oi, mãe. Com esse calor todo, não sei como você aguenta.
Bom, mas depois vou ficar bem moreninha – respondeu enquanto passava o bronzeador.
Se você faz isso pra ficar mais bonita, não vai ser possível. Você já é muito atraente, mãe, e não vai ser fácil superar.
Tá me elogiando demais, hein, bandido. Certeza que você quer alguma coisa e por isso tá me puxando o saco.
O que eu vou querer, mãe. Não seja boba. Só falo o que vejo e o que sinto.
Enquanto estava de pé na frente dela, falando, sentia a pica ficando cada vez mais dura. Do jeito que ela tava, sentada no chão, dava pra ver a fenda da buceta no biquíni. Via os peitos se mexendo enquanto ela espalhava o creme: pelo peito, enfiando um pouco os dedos por dentro do sutiã, pela barriga chegando na calcinha, pelas pernas. Parecia que ela tava se acariciando. E minha pica, que embora não tivesse uma ereção completa, já tava bem dura.
Ela tava tentando passar creme nas costas, e essa foi uma boa desculpa:
Mãe, se quiser eu ajudo e passo o bronzeador nas suas costas – falei enquanto me aproximava mais dela, querendo que visse o volume que minha pica fazia.
Ha, ha, já Acho que você quer alguma coisa, filho. Toda essa gentileza não é normal em você. Mas vou aproveitar. Vem, passa nas minhas costas.
Enquanto falava, ela se virou de bruços. Lá estava a bunda linda dela na minha frente. Me ajoelhei e comecei a espalhar o bronzeador. Devagar, bem devagar, saboreando cada sensação que sentia ao acariciar a pele dela com minhas mãos. Me posicionei sobre as coxas dela, deixando a bunda dela bem na frente da minha piroca inchada, e esfregava as costas dela com as duas mãos, pra frente e pra trás, até a beirada da calcinha. Que tesão que tava me dando; agora sim, minha piroca tava dura pra caralho, e eu apertava ela contra a bunda dela, não de forma descarada, mas com certeza ela tava sentindo. Depois de um minuto:
“Vamos, filho, já chega. Não precisa caprichar tanto.”
Ela falou meio sufocada, querendo que eu parasse na hora. Com certeza o contato com a dureza da minha piroca tinha deixado ela sem graça. Me levantei enquanto ela se virava, e vi como ela olhou pro volume na minha calça de moletom. Foram só alguns segundos, mas me deixou louco. Saí e fui pro meu quarto bater uma punheta gostosa. Deitado na cama, de olhos fechados, lembrando o que tinha visto e imaginando como seria foder minha mãe, eu subia e descia a mão na minha piroca; beliscava um mamilo, ainda sentia o toque da pele da minha mãe nas minhas mãos e nas minhas pernas.
Ouvi uns barulhos no corredor que denunciavam minha mãe se aproximando. Não sabia se ela ia me espionar ou se tava indo pro quarto dela, mas o fato é que, sem parar de me masturbar, entreabri os olhos de leve e vi minha mãe olhando por uma fresta da porta. Deus, isso me esquentou ainda mais. Tava quase gozando, e me deixei levar, não quis segurar a gozada; queria que minha mãe visse. E foi assim, o prazer me invadiu e o orgasmo veio. Não parei de bater uma enquanto sujava o travesseiro, depois meu queixo, o peito. A piroca pulsava, e eu continuava me punhetando, agora mais devagar e beliscando o mamilo. E a minha mãe me vendo. Sem dúvida nenhuma, foi a melhor punheta que já bati na minha vida. Nunca tinha sentido, nem nunca mais senti nada parecido.
Fiquei uns dias pensando no que tinha acontecido, e sempre chegava à conclusão de que, achando o momento certo, poderia seduzir minha mãe. Agora tinha que decidir como faria. Comecei a ser muito atencioso com ela, tentava esbarrar nela sempre que podia. Quando a gente se encontrava na cozinha, enquanto ela lavava a louça, eu sempre precisava de um copo. Ficava atrás dela e, colado literalmente no corpo dela, pegava o copo na prateleira de cima, roçando minha braguilha na bunda dela, sentindo através do tecido fino da calça do meu pijama o calor intenso da bunda dela. Às vezes, quase sempre, colocava uma mão no lado dela, debaixo do peito dela, fingindo esforço pra pegar um copo na parte mais longe. O peito dela, sem sutiã, caía na minha mão. E enquanto isso, roçava meu pau, já bem duro, na bunda dela. Um dia ela me disse:
— Já chega, Andrés (esse é meu nome), você fica em cima de mim tendo copos limpos aqui.
— Não gosto de beber em copos recém-lavados.
— O que acontece é que você quer me apalpar, já notei você muito carinhoso ultimamente. E aliás, já queria falar com você sobre isso. Você já é um homem e tem certos assuntos que me deixam desconfortável falar — ela disse isso num tom normal, não estava nem um pouco brava.
— Mas que assuntos, mãe?
Eu não sabia o que dizer. Meu coração batia a mil por hora. Uma parte de mim estava fora de si de tesão, e outra parte não parava de me lembrar que era minha mãe, e que desejar comer ela era muito pesado.
— Não sei do que você tá falando, só peguei um copo — respondi.
— Olha, Andrés, querido, você sempre vem quando estou lavando louça, gruda em mim. Sei lá, se você tem algum problema, me conta, porque falar com seu pai é impossível.
— Não é nada, mãe — não sabia o que fazer.
— Vai, filho. Me diz o que passa pela sua cabecinha — e dizendo isso, me beijou suavemente na têmpora. Isso foi o suficiente pra mim.
— É que... Mamãe, eu gosto muito de você. Você é tão gostosa e tão doce. Adoro estar com você. Ficaria do seu lado pra sempre. Tô sempre pensando em você. Fecho os olhos e te vejo. – falei com voz suave, enquanto segurava seus ombros e colocava meu rosto na frente do dela. Muito, muito perto.
Acho que se sentir amada e desejada fez ela se deixar levar pela situação. Ela respondeu:
Espero que quando você está na sua cama de olhos fechados não pense em mim.
Por que você diz isso?
Por causa dos presentinhos que você me deixa toda manhã ao lado da sua cama. – minha mãe me disse.
Nossos rostos estavam muito perto, e eu a mantinha segurando pelos ombros. Embora suavemente começasse a acariciá-los.
Desculpa, mãe. Ultimamente tô mais excitado que o normal. Sinto muito ter te incomodado.
Não tem nada pra desculpar, Andrés. Mas ao encontrar as toalhas tão frequentemente, fiquei um pouco preocupada.
Frequentemente? – eu disse – Encontrar uma toalhinha toda manhã te parece muito? Então você ficaria mais preocupada se soubesse quantas vezes me limpo com papel higiênico.
Mas filho, você precisa se acalmar um pouco. Não pode ficar assim todo dia.
Com você na minha frente, mãe, é impossível me acalmar.
Andrés, eu não posso provocar isso em você. Primeiro porque sou sua mãe. E segundo porque na minha idade não posso te atrair.
Mãe – falei me aproximando dela. Quase roçando meus lábios nos dela – é você quem me deixa assim. Você está linda.
E eu a beijei. Peguei seus lábios, e sem poder esperar mais, abri minha boca e com minha língua forcei ela a abrir a dela. Chupei sua língua com desespero, abraçando-a forte. Empurrava o volume do meu pau contra a buceta dela e sentia ele molinho por causa dos pelos dela. Então me mexia de um lado pro outro sentindo um prazer alucinante. Desci minhas mãos até apertar a bunda linda dela. Buceta, como tava durinha e que gostoso tocar.
Empurrando meus ombros, ela separou os lábios. Mas continuou muito perto de mim. E eu continuava acariciando e apertando a bunda dela.
Acho, Andrés, que a gente tá se enganando.
Não, mãe, ninguém tá se enganando – eu disse. respondi tentando beijá-la de novo. Ela desviou o rosto de leve.
"Escuta, filho, isso não está certo."
Eu continuei acariciando a bunda dela. Aí subi uma mão e acariciei os peitos dela. Tava desesperado e minha mão ia de um pro outro rápido. Eram bem grandes, e meio caídos, do jeito que eu gosto. Era maravilhoso sentir o peso deles. Passei a mão sobre um mamilo e peguei ele entre meus dedos e o pano do roupão. Porra, como era grosso. Eu beliscava de leve e ele endurecia muito — "Deus, filho, isso não. Por favor, não faz isso comigo."
Agora ela tava com a cabeça um pouco pra trás e tinha fechado os olhos. Eu continuava acariciando os peitos e a bunda dela, e entre beijos falava:
"Você também tem um problema e devia ter me explicado, mãe."
"Que problema, filho? Além do mais, seu pai..."
"Esse é o seu problema" — interrompi — "Se ele não quis ou não soube cuidar de você, eu quero sim. Além disso, é quase como se você estivesse com o papai. E eu vou saber te fazer feliz."
"Não, filho, por favor" — desabotoei o roupão dela e tirei. Ela só tava de calcinha — "Deus, não faz isso."
Não deixei ela continuar. Sabia que tinha que aproveitar a chance, podia ser a única. Beijei ela de novo, enfiando minha língua na boca dela e chupando a saliva. Que gostosa que tava. Minhas mãos tocavam os peitos dela. Os mamilos estavam bem excitados, e as auréolas eram lindas, grandes e escuras; eram uns peitos dos sonhos. Eu tocava, beijava, mordia, tava no paraíso. Minha mãe começou a acariciar minhas costas. Eu abaixei a calça do pijama como dava e me apertei contra ela. Agora minha pica tava colada na buceta dela. E através da calcinha dela eu sentia como ela tava quente. Exalava um calor que me deixava louco. Me afastei um pouco dela e, pegando uma das mãos dela, levei até minha pica. Minha mãe segurou e ficou parada. Só dava uns apertões de leve, como se estivesse curtindo a dureza. Aí eu mexi um pouco os quadris. Ela com a outra mão me parou e começou a me masturbar. Suave e devagar. Eu Desci minha mão e acariciei a buceta dela. Enfiei os dedos por dentro do elástico e toquei nela. Era bem peluda, e eu sou louco por bucetas peludas. Cheguei na entrada da vagina dela. Acariciei os lábios dela, eram grandes, tão grandes que eu os acariciava como se fossem sininhos. Com o dedo, procurei o clitóris dela. Pronto, aqui está, duro e molhado. A buceta dela estava realmente molhada.
Minha mãe continuava me punhetando. Uma mão no meu pau e a outra acariciando minhas bolas. Ela tinha decidido ir até o fim – eu pensava.
Me ajoelhei e puxei a calcinha dela pra baixo enquanto beijava a buceta dela. Ela se apoiou no mármore da cozinha. Com minha língua, batia e chupava os lábios vaginais dela. Enfiava minha língua entre eles até a entrada da buceta dela e, subindo um pouquinho, lambia o clitóris. Minha mãe só suspirava e começava a soltar uns gemidos. Eu continuei chupando a buceta dela, enfiando a língua lá dentro o máximo que conseguia. Molhando meu rosto com os sucos dela e minha saliva. A xota dela estava encharcada. Com meus dedos, tocava o clitóris dela, enquanto continuava enfiando a língua dentro dela.
— Ah, buceta, porra — ela disse baixinho —, tô gozando, filho. Você tá me fazendo gozar. Nossa, que gostoso, que gostoso — e apertava meu cabelo.
Me levantei e beijei ela. Meu rosto estava molhado da buceta dela, e ela, com a língua, me lambia e me beijava…
— Eu gosto, mãe.
— Espera, me dá um segundo — ela disse, me afastando.
Ela se ajoelhou e começou a me punhetar de novo. A boca dela estava bem perto, eu sentia a respiração dela no meu pau. Aos poucos, com a ponta da língua, ela acariciava a cabeça do meu pau, cada vez mais rápido, até que enfiou ele na boca dela. Era inacreditável. Eu segurei a cabeça dela, e ela movia pra frente e pra trás, deslizando a língua no meu pau. Do jeito que ela chupava, tava me comendo com a boca, me levando pro céu, e quase perdi o controle, faltou pouco:
— Para, para, mãe, por favor, para um pouco — eu falei —. Vem.
Não queria gozar ainda. Ia aguentar ao máximo pra quando gozasse, poder dar muita porra. E além disso, na Levei um tempo pra me recuperar, não podia deixar esfriar. Era minha chance e não ia deixar passar. Queria foder ela, não só que ela me chupasse.
Deitei ela na mesa da cozinha e abri suas pernas. Acariciei a buceta dela. Tava muito molhada. Comecei a chupar ela de novo, rápido, com uma certa violência. Minha mãe, de olhos fechados, segurava minha cabeça.
— Continua, filho, que gostoso. Fazia tanto tempo… Ah, vou gozar, porra, vou gozar…
Aí me levantei e, aproximando meu pau da buceta dela, enfiei. A altura da mesa era ideal pra foder. A primeira sensação foi sentir no pau o calor danado da vagina dela, e a pressão enorme que ela fazia no meu pau. Minha mãe tava derretendo, não esperava por isso, e gozou. O calor da buceta dela era indescritível; parei uns segundos enquanto tocava o clitóris dela. Não queria gozar ainda, mas cada vez aguentava menos.
— Me fode, filho. Siiim… mete ele… não para… me come… me fode… aaaah, vou gozar de novo… tô gozando, isso, tô gozando…
— Ah, mamãe, que gostoso. Amo sua buceta. Amo seus peitos — e eu mordia os bicos duros dela — Amo sua boca, e sua língua, e sua saliva — aí beijava ela com força.
Precisava parar, só uns segundos. Ela beliscava meus mamilos, me olhando nos olhos. Buscando minhas expressões. Isso me esquentava ainda mais. Então decidi não esperar mais. Comecei a foder ela com força, beijando ela. Ela falou bem baixinho no meu ouvido:
— Não goza dentro, querido, tira quando for gozar.
— Ah, mãe, deixa eu gozar dentro…
— Aaaah, Andrés… não… aaaah, Deus, que gostoso… não… não goza dentro. Não tomo nada e você pode me engravidar.
— Vai, mãe, deixa eu te encher toda de porra. Só pra você, toda… Não vou aguentar muito…
— Não, filho, meu amor, tira. Mais pra frente sim, mas agora… não, acho que tô ovulando e você pode me engravidar…
Já não aguentava mais, precisava gozar, e sem dar ouvidos pra minha mãe, me deixei levar. Agora só pensava em gozar dentro da buceta dela. gostosa, sem ligar pras consequências
Toma mamãe, que eu vou gozar… vou gozar – e apertando meu pau bem dentro da buceta dela, comecei a gozar. Que delícia – Ooh mamãe, mamãe, que delíciaaa…toma meu leite dentro da sua buceta.
Nãooo, tira ele Andrés…ai Deus, quanto leite você tá soltando, vai me engravidar… aaaaah, por favor…que gostoso tá, meu filho…sim, você me deixou cheia. Espera, espera meu amor, agora não tem pressa de sair de dentro de mim, já não importa mais. Sente como minha buceta pulsa…Tá sentindo? É por sua causa, filho meu, você me fez gozar de verdade. Tá sentindo como tá quente? Eu gostei muito, mas escuta querido, se eu te mandar gozar fora, você tem que me obedecer, só faltava você me deixar grávida. Se me prometer que vai me obedecer, te garanto que a gente vai se divertir muito os dois. Temos muita coisa pra fazer…
Eu prometo, eu prometo, sim, eu prometo…
Ha, ha, ha, tá bom filho…UUUhmm, parece que você tá confortável dentro de mim – ela disse quando percebeu que meu pau tava duro de novo. Essas palavras dela e o calor da buceta dela foram o suficiente. Comecei a meter e tirar da boceta dela – Espera um pouco filho, tira ele e deita na mesa, assim, fica de barriga pra cima.
Depois ela montou em cima de mim, pegou meu pau e levou até a entrada da buceta dela. A buceta peluda e preta dela. Ela começou a enfiar devagarzinho. Os bicos dos peitos dela estavam duros de tesão, e as auréolas enormes enrugadas e de um marrom escuro. Como os peitos dela balançavam, eu ficava apertando sem parar, deixando ela ainda mais excitada…
Eu tinha 18 anos e morava em casa com meu pai (47 anos) e minha mãe (41 anos). Por ser filho único, sempre fui um pouco mais mimado que o normal. E o apego à minha mãe era muito grande. Tínhamos muita confiança em todos os assuntos, menos no sexual.
Apesar de minha mãe ainda ser jovem, esses temas sempre foram constrangedores pra ela, e as poucas perguntas que fiz ela respondia de forma superficial ou pedia pra eu perguntar ao meu pai. Mas pra falar com meu pai era uma novela. Ele tava sempre no escritório ou viajando. E quando ficava em casa, lia um pouco e depois ia dormir cedo. Essa falta de atenção com minha mãe foi o que permitiu o que acabou rolando.
O fato é que, pelo meu jeito meio reservado, passava muito do meu tempo livre em casa, e isso me dava várias oportunidades de ver minha mãe em diferentes situações. De um jeito sutil, comecei a reparar nela com olhos safados. Não sei como aconteceu, mas passei de nem notar a presença dela a reparar em mil detalhes que me excitavam muito. Minha mãe é bem alta, quase 1,80; e é toda grande. Lógico que não é uma modelo de revista, mas pra quem curte uma milf, o corpo dela é ideal.
Ela tem uma bunda grande e fantástica, que mexe loucamente debaixo do roupão de ficar em casa. Umas pernas grossas e lindas. Umas tetas enormes, sei lá, talvez um tamanho 130; sempre comprou sutiãs em lojas especializadas. Cabelo preto e cheio. Na verdade, naquela época ela usava cabelo curto, mas digo cheio porque ela é muito peluda. Eu olhava pra ela e não conseguia evitar imaginar como seria a buceta dela. Peludinha, preta e com certeza com grandes lábios.
Algumas manhãs que eu não ia pra aula, sentava no sofá da sala pra ler o periódico. Aí ela entrava pra limpar e arrumar um pouco. Eu olhava disfarçado o movimento do corpo dela, coberto só com um roupão leve. Quando ela levantava os braços, a saia deixava as coxas à mostra, e mais de uma vez a calcinha dela aparecia de leve. Meu pau ficava duro, e minha mente começava a fantasiar a mil por hora. Eu apertava o pau disfarçado e o prazer me deixava louco. Aí eu via os sovacos dela sem depilar, e isso me deixava ainda mais tarado. Porra, que gostosa que é minha mãe – pensava. Ela se abaixava pra limpar a mesinha do centro e os peitões enormes dela apareciam sem sutiã. Dava pra ver o volume dos mamilos no tecido fino do roupão. E eu não aguentava mais, tinha que ir pro meu quarto e bater uma punheta.
Fazer isso no meu quarto com minha mãe rondando pela casa aumentava o tesão. Ficar ali, subindo e descendo a mão no pau enquanto minha mãe podia entrar no meu quarto a qualquer momento, fazia eu gozar igual um louco.
Um dia, decidi limpar minha gozada com uma toalhinha de rosto da minha mãe, e deixei no chão, do lado da minha cama. Depois fui pra aula com o coração acelerado pensando no que minha mãe faria quando encontrasse a toalha cheia de porra. De noite não teve nenhum comentário sobre isso, nem minha mãe agiu diferente. Percebi que ela não tinha notado, então desde aquele dia, quando eu batia uma (o que era bem frequente), sempre me limpava com uma toalhinha de rosto da minha mãe.
Assim passaram algumas semanas em que eu achava que minha mãe me olhava de um jeito diferente. Uma manhã ela disse que ia ficar na varanda tomando um pouco de sol, que já tava esquentando bem, anunciando um verão quente. Quando ouvi ela abrir a porta da varanda, saí do meu quarto e fui pra sala pra espiar ela por entre as cortinas da janela. Ajoelhei e, sem fazer barulho, olhei. Lá estava ela estendendo a toalha no chão. Colocou um travesseiro inflável daqueles e preparou o Frasco de protetor solar. Ela começou a tirar o roupão e eu já não aguentava mais. Que gostosa. Eu a via de biquíni como tantas outras vezes, mas agora minha pica tava dura, e eu me tocava por cima da calça de moletom. Tava excitado, e quando fico excitado perco a cabeça e faço coisas que em outras ocasiões seriam impensáveis. Não conseguia tirar os olhos do corpo da minha mãe. Que peitos incríveis, que grandes eram, e com uns bicos que dava pra adivinhar grossos por baixo do tecido do biquíni. Que pernas deliciosamente carnudas, terminadas numa bunda apetitosa, que se mexia de um jeito louco. A buceta fazia um volume grande na calcinha, e isso me deixava mais tarado. Enquanto olhava ela passando o bronzeador, me levantei e fui até a varanda, eu tava completamente fora de mim. Só sentia minha pica dura e uma vontade fudida de foder com a minha mãe. Saí na varanda e comentei:
Oi, mãe. Com esse calor todo, não sei como você aguenta.
Bom, mas depois vou ficar bem moreninha – respondeu enquanto passava o bronzeador.
Se você faz isso pra ficar mais bonita, não vai ser possível. Você já é muito atraente, mãe, e não vai ser fácil superar.
Tá me elogiando demais, hein, bandido. Certeza que você quer alguma coisa e por isso tá me puxando o saco.
O que eu vou querer, mãe. Não seja boba. Só falo o que vejo e o que sinto.
Enquanto estava de pé na frente dela, falando, sentia a pica ficando cada vez mais dura. Do jeito que ela tava, sentada no chão, dava pra ver a fenda da buceta no biquíni. Via os peitos se mexendo enquanto ela espalhava o creme: pelo peito, enfiando um pouco os dedos por dentro do sutiã, pela barriga chegando na calcinha, pelas pernas. Parecia que ela tava se acariciando. E minha pica, que embora não tivesse uma ereção completa, já tava bem dura.
Ela tava tentando passar creme nas costas, e essa foi uma boa desculpa:
Mãe, se quiser eu ajudo e passo o bronzeador nas suas costas – falei enquanto me aproximava mais dela, querendo que visse o volume que minha pica fazia.
Ha, ha, já Acho que você quer alguma coisa, filho. Toda essa gentileza não é normal em você. Mas vou aproveitar. Vem, passa nas minhas costas.
Enquanto falava, ela se virou de bruços. Lá estava a bunda linda dela na minha frente. Me ajoelhei e comecei a espalhar o bronzeador. Devagar, bem devagar, saboreando cada sensação que sentia ao acariciar a pele dela com minhas mãos. Me posicionei sobre as coxas dela, deixando a bunda dela bem na frente da minha piroca inchada, e esfregava as costas dela com as duas mãos, pra frente e pra trás, até a beirada da calcinha. Que tesão que tava me dando; agora sim, minha piroca tava dura pra caralho, e eu apertava ela contra a bunda dela, não de forma descarada, mas com certeza ela tava sentindo. Depois de um minuto:
“Vamos, filho, já chega. Não precisa caprichar tanto.”
Ela falou meio sufocada, querendo que eu parasse na hora. Com certeza o contato com a dureza da minha piroca tinha deixado ela sem graça. Me levantei enquanto ela se virava, e vi como ela olhou pro volume na minha calça de moletom. Foram só alguns segundos, mas me deixou louco. Saí e fui pro meu quarto bater uma punheta gostosa. Deitado na cama, de olhos fechados, lembrando o que tinha visto e imaginando como seria foder minha mãe, eu subia e descia a mão na minha piroca; beliscava um mamilo, ainda sentia o toque da pele da minha mãe nas minhas mãos e nas minhas pernas.
Ouvi uns barulhos no corredor que denunciavam minha mãe se aproximando. Não sabia se ela ia me espionar ou se tava indo pro quarto dela, mas o fato é que, sem parar de me masturbar, entreabri os olhos de leve e vi minha mãe olhando por uma fresta da porta. Deus, isso me esquentou ainda mais. Tava quase gozando, e me deixei levar, não quis segurar a gozada; queria que minha mãe visse. E foi assim, o prazer me invadiu e o orgasmo veio. Não parei de bater uma enquanto sujava o travesseiro, depois meu queixo, o peito. A piroca pulsava, e eu continuava me punhetando, agora mais devagar e beliscando o mamilo. E a minha mãe me vendo. Sem dúvida nenhuma, foi a melhor punheta que já bati na minha vida. Nunca tinha sentido, nem nunca mais senti nada parecido.
Fiquei uns dias pensando no que tinha acontecido, e sempre chegava à conclusão de que, achando o momento certo, poderia seduzir minha mãe. Agora tinha que decidir como faria. Comecei a ser muito atencioso com ela, tentava esbarrar nela sempre que podia. Quando a gente se encontrava na cozinha, enquanto ela lavava a louça, eu sempre precisava de um copo. Ficava atrás dela e, colado literalmente no corpo dela, pegava o copo na prateleira de cima, roçando minha braguilha na bunda dela, sentindo através do tecido fino da calça do meu pijama o calor intenso da bunda dela. Às vezes, quase sempre, colocava uma mão no lado dela, debaixo do peito dela, fingindo esforço pra pegar um copo na parte mais longe. O peito dela, sem sutiã, caía na minha mão. E enquanto isso, roçava meu pau, já bem duro, na bunda dela. Um dia ela me disse:
— Já chega, Andrés (esse é meu nome), você fica em cima de mim tendo copos limpos aqui.
— Não gosto de beber em copos recém-lavados.
— O que acontece é que você quer me apalpar, já notei você muito carinhoso ultimamente. E aliás, já queria falar com você sobre isso. Você já é um homem e tem certos assuntos que me deixam desconfortável falar — ela disse isso num tom normal, não estava nem um pouco brava.
— Mas que assuntos, mãe?
Eu não sabia o que dizer. Meu coração batia a mil por hora. Uma parte de mim estava fora de si de tesão, e outra parte não parava de me lembrar que era minha mãe, e que desejar comer ela era muito pesado.
— Não sei do que você tá falando, só peguei um copo — respondi.
— Olha, Andrés, querido, você sempre vem quando estou lavando louça, gruda em mim. Sei lá, se você tem algum problema, me conta, porque falar com seu pai é impossível.
— Não é nada, mãe — não sabia o que fazer.
— Vai, filho. Me diz o que passa pela sua cabecinha — e dizendo isso, me beijou suavemente na têmpora. Isso foi o suficiente pra mim.
— É que... Mamãe, eu gosto muito de você. Você é tão gostosa e tão doce. Adoro estar com você. Ficaria do seu lado pra sempre. Tô sempre pensando em você. Fecho os olhos e te vejo. – falei com voz suave, enquanto segurava seus ombros e colocava meu rosto na frente do dela. Muito, muito perto.
Acho que se sentir amada e desejada fez ela se deixar levar pela situação. Ela respondeu:
Espero que quando você está na sua cama de olhos fechados não pense em mim.
Por que você diz isso?
Por causa dos presentinhos que você me deixa toda manhã ao lado da sua cama. – minha mãe me disse.
Nossos rostos estavam muito perto, e eu a mantinha segurando pelos ombros. Embora suavemente começasse a acariciá-los.
Desculpa, mãe. Ultimamente tô mais excitado que o normal. Sinto muito ter te incomodado.
Não tem nada pra desculpar, Andrés. Mas ao encontrar as toalhas tão frequentemente, fiquei um pouco preocupada.
Frequentemente? – eu disse – Encontrar uma toalhinha toda manhã te parece muito? Então você ficaria mais preocupada se soubesse quantas vezes me limpo com papel higiênico.
Mas filho, você precisa se acalmar um pouco. Não pode ficar assim todo dia.
Com você na minha frente, mãe, é impossível me acalmar.
Andrés, eu não posso provocar isso em você. Primeiro porque sou sua mãe. E segundo porque na minha idade não posso te atrair.
Mãe – falei me aproximando dela. Quase roçando meus lábios nos dela – é você quem me deixa assim. Você está linda.
E eu a beijei. Peguei seus lábios, e sem poder esperar mais, abri minha boca e com minha língua forcei ela a abrir a dela. Chupei sua língua com desespero, abraçando-a forte. Empurrava o volume do meu pau contra a buceta dela e sentia ele molinho por causa dos pelos dela. Então me mexia de um lado pro outro sentindo um prazer alucinante. Desci minhas mãos até apertar a bunda linda dela. Buceta, como tava durinha e que gostoso tocar.
Empurrando meus ombros, ela separou os lábios. Mas continuou muito perto de mim. E eu continuava acariciando e apertando a bunda dela.
Acho, Andrés, que a gente tá se enganando.
Não, mãe, ninguém tá se enganando – eu disse. respondi tentando beijá-la de novo. Ela desviou o rosto de leve.
"Escuta, filho, isso não está certo."
Eu continuei acariciando a bunda dela. Aí subi uma mão e acariciei os peitos dela. Tava desesperado e minha mão ia de um pro outro rápido. Eram bem grandes, e meio caídos, do jeito que eu gosto. Era maravilhoso sentir o peso deles. Passei a mão sobre um mamilo e peguei ele entre meus dedos e o pano do roupão. Porra, como era grosso. Eu beliscava de leve e ele endurecia muito — "Deus, filho, isso não. Por favor, não faz isso comigo."
Agora ela tava com a cabeça um pouco pra trás e tinha fechado os olhos. Eu continuava acariciando os peitos e a bunda dela, e entre beijos falava:
"Você também tem um problema e devia ter me explicado, mãe."
"Que problema, filho? Além do mais, seu pai..."
"Esse é o seu problema" — interrompi — "Se ele não quis ou não soube cuidar de você, eu quero sim. Além disso, é quase como se você estivesse com o papai. E eu vou saber te fazer feliz."
"Não, filho, por favor" — desabotoei o roupão dela e tirei. Ela só tava de calcinha — "Deus, não faz isso."
Não deixei ela continuar. Sabia que tinha que aproveitar a chance, podia ser a única. Beijei ela de novo, enfiando minha língua na boca dela e chupando a saliva. Que gostosa que tava. Minhas mãos tocavam os peitos dela. Os mamilos estavam bem excitados, e as auréolas eram lindas, grandes e escuras; eram uns peitos dos sonhos. Eu tocava, beijava, mordia, tava no paraíso. Minha mãe começou a acariciar minhas costas. Eu abaixei a calça do pijama como dava e me apertei contra ela. Agora minha pica tava colada na buceta dela. E através da calcinha dela eu sentia como ela tava quente. Exalava um calor que me deixava louco. Me afastei um pouco dela e, pegando uma das mãos dela, levei até minha pica. Minha mãe segurou e ficou parada. Só dava uns apertões de leve, como se estivesse curtindo a dureza. Aí eu mexi um pouco os quadris. Ela com a outra mão me parou e começou a me masturbar. Suave e devagar. Eu Desci minha mão e acariciei a buceta dela. Enfiei os dedos por dentro do elástico e toquei nela. Era bem peluda, e eu sou louco por bucetas peludas. Cheguei na entrada da vagina dela. Acariciei os lábios dela, eram grandes, tão grandes que eu os acariciava como se fossem sininhos. Com o dedo, procurei o clitóris dela. Pronto, aqui está, duro e molhado. A buceta dela estava realmente molhada.
Minha mãe continuava me punhetando. Uma mão no meu pau e a outra acariciando minhas bolas. Ela tinha decidido ir até o fim – eu pensava.
Me ajoelhei e puxei a calcinha dela pra baixo enquanto beijava a buceta dela. Ela se apoiou no mármore da cozinha. Com minha língua, batia e chupava os lábios vaginais dela. Enfiava minha língua entre eles até a entrada da buceta dela e, subindo um pouquinho, lambia o clitóris. Minha mãe só suspirava e começava a soltar uns gemidos. Eu continuei chupando a buceta dela, enfiando a língua lá dentro o máximo que conseguia. Molhando meu rosto com os sucos dela e minha saliva. A xota dela estava encharcada. Com meus dedos, tocava o clitóris dela, enquanto continuava enfiando a língua dentro dela.
— Ah, buceta, porra — ela disse baixinho —, tô gozando, filho. Você tá me fazendo gozar. Nossa, que gostoso, que gostoso — e apertava meu cabelo.
Me levantei e beijei ela. Meu rosto estava molhado da buceta dela, e ela, com a língua, me lambia e me beijava…
— Eu gosto, mãe.
— Espera, me dá um segundo — ela disse, me afastando.
Ela se ajoelhou e começou a me punhetar de novo. A boca dela estava bem perto, eu sentia a respiração dela no meu pau. Aos poucos, com a ponta da língua, ela acariciava a cabeça do meu pau, cada vez mais rápido, até que enfiou ele na boca dela. Era inacreditável. Eu segurei a cabeça dela, e ela movia pra frente e pra trás, deslizando a língua no meu pau. Do jeito que ela chupava, tava me comendo com a boca, me levando pro céu, e quase perdi o controle, faltou pouco:
— Para, para, mãe, por favor, para um pouco — eu falei —. Vem.
Não queria gozar ainda. Ia aguentar ao máximo pra quando gozasse, poder dar muita porra. E além disso, na Levei um tempo pra me recuperar, não podia deixar esfriar. Era minha chance e não ia deixar passar. Queria foder ela, não só que ela me chupasse.
Deitei ela na mesa da cozinha e abri suas pernas. Acariciei a buceta dela. Tava muito molhada. Comecei a chupar ela de novo, rápido, com uma certa violência. Minha mãe, de olhos fechados, segurava minha cabeça.
— Continua, filho, que gostoso. Fazia tanto tempo… Ah, vou gozar, porra, vou gozar…
Aí me levantei e, aproximando meu pau da buceta dela, enfiei. A altura da mesa era ideal pra foder. A primeira sensação foi sentir no pau o calor danado da vagina dela, e a pressão enorme que ela fazia no meu pau. Minha mãe tava derretendo, não esperava por isso, e gozou. O calor da buceta dela era indescritível; parei uns segundos enquanto tocava o clitóris dela. Não queria gozar ainda, mas cada vez aguentava menos.
— Me fode, filho. Siiim… mete ele… não para… me come… me fode… aaaah, vou gozar de novo… tô gozando, isso, tô gozando…
— Ah, mamãe, que gostoso. Amo sua buceta. Amo seus peitos — e eu mordia os bicos duros dela — Amo sua boca, e sua língua, e sua saliva — aí beijava ela com força.
Precisava parar, só uns segundos. Ela beliscava meus mamilos, me olhando nos olhos. Buscando minhas expressões. Isso me esquentava ainda mais. Então decidi não esperar mais. Comecei a foder ela com força, beijando ela. Ela falou bem baixinho no meu ouvido:
— Não goza dentro, querido, tira quando for gozar.
— Ah, mãe, deixa eu gozar dentro…
— Aaaah, Andrés… não… aaaah, Deus, que gostoso… não… não goza dentro. Não tomo nada e você pode me engravidar.
— Vai, mãe, deixa eu te encher toda de porra. Só pra você, toda… Não vou aguentar muito…
— Não, filho, meu amor, tira. Mais pra frente sim, mas agora… não, acho que tô ovulando e você pode me engravidar…
Já não aguentava mais, precisava gozar, e sem dar ouvidos pra minha mãe, me deixei levar. Agora só pensava em gozar dentro da buceta dela. gostosa, sem ligar pras consequências
Toma mamãe, que eu vou gozar… vou gozar – e apertando meu pau bem dentro da buceta dela, comecei a gozar. Que delícia – Ooh mamãe, mamãe, que delíciaaa…toma meu leite dentro da sua buceta.
Nãooo, tira ele Andrés…ai Deus, quanto leite você tá soltando, vai me engravidar… aaaaah, por favor…que gostoso tá, meu filho…sim, você me deixou cheia. Espera, espera meu amor, agora não tem pressa de sair de dentro de mim, já não importa mais. Sente como minha buceta pulsa…Tá sentindo? É por sua causa, filho meu, você me fez gozar de verdade. Tá sentindo como tá quente? Eu gostei muito, mas escuta querido, se eu te mandar gozar fora, você tem que me obedecer, só faltava você me deixar grávida. Se me prometer que vai me obedecer, te garanto que a gente vai se divertir muito os dois. Temos muita coisa pra fazer…
Eu prometo, eu prometo, sim, eu prometo…
Ha, ha, ha, tá bom filho…UUUhmm, parece que você tá confortável dentro de mim – ela disse quando percebeu que meu pau tava duro de novo. Essas palavras dela e o calor da buceta dela foram o suficiente. Comecei a meter e tirar da boceta dela – Espera um pouco filho, tira ele e deita na mesa, assim, fica de barriga pra cima.
Depois ela montou em cima de mim, pegou meu pau e levou até a entrada da buceta dela. A buceta peluda e preta dela. Ela começou a enfiar devagarzinho. Os bicos dos peitos dela estavam duros de tesão, e as auréolas enormes enrugadas e de um marrom escuro. Como os peitos dela balançavam, eu ficava apertando sem parar, deixando ela ainda mais excitada…
1 comentários - Confissão alucinante