Viagem surpresa com mamãe e tia (2)

Saímos de lá e fomos pro quarto às 4 da manhã e dormimos como crianças até o dia seguinte.....
o barco continuava no rumo e quando acordamos, o barco parou. Eu, assustado, saí pra ver o que tava rolando. Falei pra minha mãe que a gente tinha parado numa ilha, pra elas se prepararem pra descer e tomar café. Anunciaram pelo alto-falante. Nós tiramos a roupa, já não tava mais com vergonha, embora ainda um pouco com minha tia. Minha mãe e eu pelados, e minha tia também fez o mesmo, todo mundo nu. Minha tia olhou pra racha da minha mãe, que tava depiladinha, e ficou impressionada. Minha tia, ao contrário, já tinha uns pelinhos pequenos.

Elas colocaram os biquínis que eu nunca tinha visto. O da minha mãe era rosa choque, uma fio dental e duas peças; a de cima só tapava o biquinho do peito com uma florzinha minúscula. O da minha tia era verde, mas era uma tanguinha e a parte de cima um pouco maior que o da minha mãe nos peitos. Elas vestiram camisas e um shortinho. Eu coloquei uma regata e uma bermuda, e saímos. Almoçamos, minha mãe foi brincar no mar e disse que ia pro barco descansar.

Todos os velhinhos estavam se banhando num lugar na frente da ilha. Minha tia e eu caminhamos pela ilha e encontramos um poço muito lindo, onde tinha uns peixinhos, parecia um aquário. Minha tia e eu tiramos os biquínis e entramos lá. Era muito da hora, dava pra sentir os peixinhos e um monte de espécies marinhas tocando o corpo. É uma experiência única.

A gente tava conversando sobre um assunto picante, e ela acabou me perguntando se eu sabia por que minha mãe tinha se depilado. Eu fiquei vermelho e fiquei calado....... Minha tia percebeu, chegou perto, me abraçou e apertou contra os peitos dela. Ela deu um sermãozinho, falando que eu podia confiar nela, que se eu contasse não ia dar em nada............. etc.

Eu continuei calado nos peitos dela. Ela fez um movimento brusco com a cabeça e os peitos dela escaparam da roupinha minúscula que os cobria. Eu fiquei parado, mas ela disse: - Ahhhh, que nada, acho que você não vai se assustar, porque você já viu muita coisa. Às vezes, no quarto, você já me viu pelada, não é?????? — e ela tirou a parte de baixo, que era um fiozinho pequeno. E como não tinha ninguém, eu continuei com minha roupa bem no lugar e fui para a beira, enquanto minha tia continuava pelada ali com os peixinhos. Obviamente, eu fiquei duro e minha sunga foi crescendo, e eu fiquei mais envergonhado ainda.

Minha tia me chamou e disse: — Olha, Ricardo, que peixe bonito! Era um peixe pequeno, de muitas cores. Bom, ali minha tia tentou tocar nele, e ele escapou, mas eu, na verdade, estava olhando o tempo todo para as partes íntimas dela. Ela se virou e me viu, me pegou olhando para a bunda dela enquanto eu analisava bem. Depois, viu que minha sunga estava enorme, que meu pau estava a mil. Ela nadou até a beira, e eu a segui. Já estávamos lá uns 10 minutos.

Ali, eu deitado na areia com minha sunga, ela pelada, com os biquinhos durinhos, os peitos durões, ela olhou nos meus olhos, chegou perto do meu ouvido e disse: — Não conta nada disso para a sua mãe, tá? E me beijou na boca, e o corpo todo foi descendo. Quando ela ia abaixar minha sunga... Anunciam: — O barco parte em 5 minutos. Ela fez uma cara de desgosto, me beijou, se levantou, não vestiu nada, só a camisa e o short. A calcinha ela guardou. Eu vesti minha roupa e fomos para o barco. Chegamos no quarto e vimos que minha mãe estava dormindo feito um anjinho, mas sem nenhuma roupa. Eu a cobri e tranquei o quarto, tirei a chave, e fomos para a piscina.

Com minha tia na piscina, no barquinho do dia a dia, bebemos, conversamos, mas minha tia começava a cada hora a me apalpar. Fui falar com um oficial para ver se o jacuzzi estava ocupado. E estava ocupado, ou seja, que azar. Continuei na piscina por umas meia hora, e minha tia, a todo momento, enfiava a mão nas minhas partes íntimas. Estávamos bem, não tínhamos exagerado na bebida. Saíram do jacuzzi, fui pedir ele. Minha tia entrou lá dentro. Minha tia pediu champanhe, velas, e que trouxessem algo para comer, não sei mais o que pediu.

Dessa vez, fui eu. Quem colocou a música? Fui eu. Coloquei a luz baixa. Quando virei, ela já tinha tirado tudo, estava pelada. Eu ainda de bermuda. Sem falar nada. Ela entrou na jacuzzi, colocou o champanhe, deixou flutuando. Entrei também, fiquei nos degraus...
Ela me pegou, me beijou toda. Minha bermuda molhou e meu pau já estava durinho, quase aparecendo. Dava pra ver um pedaço imenso de carne por baixo do tecido molhado. Minha tia, muito gostosa, não tirou de uma vez, começou a mordiscar devagar por cima da bermuda. Muito tesão. Poucos segundos depois, gozei. Ela tirou minha bermuda e a cabecinha do meu pau apareceu brilhando, ainda duro e parecia maior porque estava bem raspadinha.
Minha tia começou a enfiar na boca. Abriu a boca como se fosse comer um cachorro-quente duplo. Era uma delícia de ver. Ela enfiou a cabeça, foi descendo, senti que tocou a garganta e só faltava um quarto do meu pau, mas não cabia mais. Claramente, coube mais do que na minha mãe.
Então ela tentou de novo, e eu senti que entrava pela garganta. Dessa vez, enfiou tudo. Senti a garganta apertadinha dela e vi que ela engasgou. Depois, ela metia e tirava, lambia tudo, enquanto passava a mão nas minhas bolas. Metia e tirava bem rápido. Quando eu ia gozar, ela abriu a boca de novo, forçou, segurou a respiração e enfiou tudo na garganta por uns 5 segundos. Gozei ali, com meu pau todo dentro da boquinha dela. Foi muito gostoso.
Depois disso, ela sentou onde eu estava, abriu as pernas. Eu beijei a boca dela, desci, mordi os pezinhos dela que estavam durinhos, quase arranquei os peitos. Depois desci mais. Ela se levantou, deixando a buceta fora da água, no degrau mais alto. Coloquei minha cabeça ali, e ela foi descendo. Minha tia abriu as pernas, e eu, com as mãos, abri a buceta dela o máximo que pude e meti minha boca ali. Estiquei a língua e comecei a procurar o grelinho dela, que já estava durinho. Comecei com... a língua a lamber ela, e ela se estremecia, depois com os lábios comecei a puxar e por dentro da boca passava a língua numa velocidade impressionante...

no jacuzzi ela sentou no degrau, me prendeu com as pernas, passou elas pela minha cintura, eu apontei a cabeça do meu pau na bucetinha dela, ela com os calcanhares colocou nas minhas nádegas e me empurrava, era ritmado. Na minha tia consegui meter mais fácil do que na minha mãe, não sei por quê. O fato é que era ritmado, eu puxava pra fora e ela cada vez mais forte com as pernas pra dentro. Sentia a buceta dela muito gostosa, dentro da água era quentinha. Eu com as mãos pegava nos peitos dela, chupava eles, ela com as mãos me pegava no peito, nas costas, até sentia que me arranhava.

Mas pra mim era muito excitante. Eu na minha tia meti uma vez e outra, ela só fazia gemer e se mexer. Se mexia como uma louca e as pernas dela cada vez me puxavam com mais força, e eu ajudava empurrando com as minhas pernas. Ela se mexia circularmente, de cima pra baixo, me gritava, dizia: - Vai, Ricardinho, mete na sua tia, rasga a buceta dela!!!!!, enfia tudo, quero sentir você!!!!!, me faz feliz!!!!!, esse é meu sobrinho!!!!!.

Terminamos, demos uma pausa breve que durou 2 minutos, nos quais nos beijávamos e eu a masturbava ela e ela a mim também.

Depois ela se levantou da água e se inclinou na borda do jacuzzi e subiu uma perna como se fosse sair do jacuzzi. Eu fiquei atrás dela e a bunda dela, que era bem grande, ficou como dividida e dava pra ver a entradinha do cu dela, mais pequena que a da minha mãe. Eu perguntei se ela já tinha feito isso, ela respondeu que era a primeira vez dela, que eu tratasse com carinho. Fiz o mesmo processo que com a minha mãe, molhei lá e mergulhei meu pau, que de novo estava a mil, me posicionei atrás dela.

Apontei a cabeça no buraquinho pequeno dela e comecei a pressionar. Eu sentia que tudo estava perdido, não queria entrar e minha tia já não aguentava mais, embora me dissesse... que não importava que ela fosse resistir, mas ela já estava com os olhos marejados. Eu continuei pressionando e a cabeça entrou. Minha tia não gemeu, gritou igual uma louca. Ela começou a se mexer em círculos pequenos pra se dilatar, mas eu sentia que estava apertadíssimo, também tava doendo em mim.
Depois de um tempo, pressionei de novo e entrou uma parte do tronco. Minha tia continuou se mexendo em círculos pequenos, foi forçando e já tava doendo em mim. Consegui entrar tudo. Minha tia foi aumentando os círculos e dava um gritinho a cada volta, mexia aquela caderona de um jeito impressionante. Tentei tirar, mas quase não conseguia. Fui tirando devagar e depois metia de leve. Ela fazia como se estivesse passando choques, já não gritava, só gemia, e aos poucos foi se animando. No fim, meu pau atravessava uma e outra vez aquele buraquinho que já não era tão pequeno, e ela começou a falar:
— Vai, sobrinho, arrebenta o cu da sua tia! Quero que sangre! Vai, meu amor, com força! Na sua tia cabe mais! Abre ele como sua titia merece!
Assim ficamos um tempão até que finalmente fomos beber, mas não normal. Ela derramou champanhe no corpo todo e eu comecei a beijar ela. Depois ela derramou champanhe em mim também. Ela abriu a boca e enfiou a garrafa de champanhe na boca, se esforçando pra caralho, aí eu tirei a garrafa da boca dela e sentei na frente dela. Ela pegou meu pau e enfiou na boca, mas o surpreendente foi que dessa vez ela enfiou tudo uma e outra vez, e me masturbava muito bem.
Depois saímos e já eram umas 8 ou 9 da noite, não sei. Fomos pro quarto, exaustos. Minha mãe não tava lá. A gente tava no quarto e minha mãe disse que tinha saído há 5 minutos pra nos procurar, que era pra jantar. Então comemos, tomamos banho um pouco e fomos dormir. Minha mãe deitou dessa vez só de camisola, minha tia de fio dental, e eu de bermuda.
As camas já estavam separadas, eram duas e separadas. Eu deitei com minha tia, mas minha mãe me pediu pra dormir com ela. acendi o abajur e minha tia tava dormindo profundão. fui mexer nela pra ver se acordava, mas nada. minha mãe também tava dormindo. já era umas 11 da noite e eu não tava com sono, então tinha opção pra escolher.
pensei: minha tia não, ela deve tá cansada. minha mãe? aí deitei de novo na cama dela. minha mãe tava dormindo, eu mexi nela, beijei, enfiei três dedos e nada. entediado, tirei o cobertor que cobria a gente. já era 11:30 da noite e eu tava desesperado.

minha mãe tinha deitado sem nada, então aproveitei. levantei a camisola dela e me meti entre as pernas dela e comecei a chupar. como tava depiladinha, chupei por um bom tempo e ela começou a soltar os sucos. eu chupava com mais vontade ainda. aí levantei, peguei as pernas dela, juntei as coxas e levantei até a altura dos ombros. a buceta dela ficou apertada e o cu então, nem se fala.

então, com ela assim, apontei meu pau pra buceta dela e comecei a pressionar. foi entrando, entrou de novo com dificuldade. tirei e comecei um vai e vem rápido. minha mãe mal se mexia e fazia cara de prazer. não soube se tava acordada ou dormindo. eu sentia que a buceta dela apertava mais meu pau, o que me excitava mais, e eu metia mais forte até minhas bolas baterem no cu dela.

depois, terminei. pressionei a cabeça dela contra o encosto da cama, juntei os peitos dela e comecei a meter meu pau, que sumia entre os peitões dela, uma vez e outra. ao mesmo tempo, enfiava a cabeça na boca dela. claro que doía porque a boca dela não tava aberta o suficiente e os dentes dela me davam uma sensação de dor e excitação. já ia gozar e enfiei na boca dela e gozei lá. minha mãe fez uma careta amarga, mas engoliu tudo.

deitei pra dormir.

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