Susanita, a gostosa da festa 2

aqui vai a terceira parte dessa história
espero que eles te deixem tão tesuda quanto eu
Pra seguir o fio, aqui vão os links
VALEU PELOS PONTOS, OS COMENTÁRIOS AJUDAM PRA CARALHO A CONTINUAR












http://www.poringa.net/posts/relatos/4298103/Mi-novia-susanita.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4303843/Mi-novia-susanita-la-fiestera.htmlNaquela noite não rolou nada além de um banho bem gostoso e descanso, quase nem conversamos, só deitamos e dormimos. Na real, a Susy que dormiu, eu ainda tava todo excitado com o que tinha acontecido. De manhã, tomamos café e a Susy quebrou o silêncio:

— Susana, valeu a pena, mas você podia ter evitado, né?

— Evitar o quê, amor?

— Susana, evitar que me comessem daquele jeito. Mas você ficou tão excitado que até incentivou eles a fazerem, com a sua aprovação. Mesmo assim, eu gostei pra caralho e curti ainda mais quando você me limpou, corno. Me deixou louca ver você comendo a porra deles do meu cu e da minha buceta, foi uma delícia. A única coisa que não vi foi você chupando as picas dos caras, isso sim teria sido foda.

— Fiz só por você, amor. Esquece, não chupei pica de ninguém, não sou viado, não, gata.

— Susana, adoraria que você fosse. Eu não pararia de gozar, meu amor. Nunca te falaram que você tem uma bundinha de menina?

— Nem louco, querida. Isso nunca vai rolar.

— Susana, bom, é minha fantasia mais forte. Talvez um dia você realize ela, amor.

— Não me pede isso, bebê. Deixa só como fantasia mesmo.

— Susana, e agora como fica isso, amor? Quarta-feira vou ver o Carlos sozinha pra ele me dar as chaves do novo quiosque.

— E sei lá, se você for sozinha, ele vai te comer de novo, com certeza.

— Susana, e indo com você também, amor, qual é a diferença?

— Se eu não tiver lá, vai ser uma bagunça, amor. E além disso, como você vai voltar? É muito mais seguro a gente ir junto. Não quero que te comam sem eu estar presente, só quero cuidar de você, querida. Você me chama de corno, mas eu não me sinto um corno. Na real, eu te dou o gosto de transar à vontade. Corno é quem é enganado, e você não me engana, amor.

— Susana, eu sei, mas adoro te chamar assim e isso te deixa mais excitado, amor.

— Hoje à noite quero sua bundinha. Buceta, você me deve, não esquece
Susana, aí não dá, céu, me deixaram na miséria, love, e na quarta o Carlitos vai usar, vai doer muito se eu te der, se segura, corno, por enquanto minha tiny ass é dos meus problemas, love

Fui trabalhar puto pela frustração de comer a tiny ass dela, mas tarado pelo que ia rolar na quarta. Será que só o Carlos ia comer ela? Ou o safado ia armar outra festa pra minha Susy? Acho que era isso que esperava minha mulherzinha por ser tão, mas tão piranha. Aquela noite foi tranquila, só carinho, cafuné e uma boa chupada de pussy na minha Susy, enquanto depois ela me bateu uma com muito tesão, contando o que sentiu no domingo quando enfiaram nela. Isso me fez gozar igual um cavalo, não parava de pensar no que ia rolar na quarta até que finalmente chegou. Liguei pro Carlos, não aguentava mais de tesão.

— Fala, Carlos, beleza? Já tá pronto o ponto pra gente ir ver?
— Carlos: Essa tarde terminam, amigo.
— A Susy queria ver, então dá as chaves pra ela, pode ser?
— Carlos: Pode sim, por mim sem problema. Deixa ela vir antes das oito pra não ficar muito tarde.
— Vou com ela, Carlos, tranquilo?
— Carlos: Hmm, queria que fosse surpresa só pra ela.
— Já sei que você quer comer ela de novo, e sabe que por mim não tem problema.
— Carlos: Beleza, vem os dois mesmo. Pra você também vai ter.

Cheguei em casa e a Susy já tava pronta, dessa vez sem calcinha, só um vestidinho justo. Tomei um banho rápido e fomos ver o Carlos. Chegamos no negócio e ele nos levou pro novo ponto. Na descida, deu as chaves pra Susy.

— Carlos: Abre você, love. Tem uma surpresa que você vai gostar muito.
— Susy: Ah, não me fala que é surpresa, senão entra ele. Vindo de você, me dá... coisinha
carlos, vai abrir, não tem nada de estranho
na real, o mercadinho tava muito bonito, bem montado e com um monte de mercadoria, combinamos de abrir no sábado com várias promoções, todo mundo tava muito feliz, nesse sábado a susy tinha que ir cedo pra abrir e atender, aí brindamos e fomos pra casa empolgados, na sexta à noite aconteceu uma coisa que me chamou a atenção, mas curti pra caralho, a susy me esperou vestida bem gostosa, lanchamos e ouvimos música, até dançamos e depois jantamos, quando chegamos no quarto os dois tavam pegando fogo e aquela noite foi incrível, desmontamos a cama literalmente, dormimos profundamente exaustos a ponto de nem tomar banho, no sábado acordamos de madrugada, tínhamos que inaugurar o mercadinho, nesse sábado fiquei o dia todo com ela, acompanhando e ajudando em tudo, o carlos ficou até tarde mas nós fechamos, no domingo foi a mesma coisa, embora o carlos só tenha aparecido ao meio-dia

carlos — então susy, vejo que já consegue se virar sozinha, as coisas tão indo bem, ele por causa do trampo não vai poder ajudar e eu por causa do meu mercadinho também não, então qualquer dúvida me liga que eu venho

— fica tranquilo que quando eu terminar de trabalhar eu venho ajudar ela, além disso não é legal ela fechar sozinha

carlos — eu tava pensando em fechar com ela e levar ela em casa, mas se você vier acho que é melhor, embora se um dia complicar pode me avisar

assim ficou, a susy ia tocar o mercadinho sozinha e eu à tarde ajudava, quando chegava em casa jantávamos e antes de dormir a gente batia um papo

— então, já tem o que tanto queria, mas cuidado, tem que se ligar, pra nenhum cara passar dos limites, mina, por favor se controla

susana — não, amor, onde se come não se caga, fica tranquilo, tudo que fiz foi por isso, agora nem Carlos tem chance comigo, isso é fato
Não sei por que, mas mesmo me custando, eu acreditava, sabia que ter aquele kiosque era um sonho realizado pra ela, mesmo não sendo só dela, a gente se deitou e transou de novo, uma fodida incrível, e naquela noite finalmente ela me deu o cu, o que pra mim foi um puta sucesso, assim passou a semana, nada me fazia pensar que a Susy me traía, nosso sexo era com muita frequência e paixão, no sábado no kiosque a gente teve uma conversa íntima

O Carlos vem direto? Acho estranho ele não te dar em cima nem insinuar nada, love

Susana, não, nada, o que te contei?

Que coisa, bebê

Susana, terça-feira ele esteve aqui e a gente conversou pra caralho, você sabe, ele sempre quer me comer, não sei por que, mas é assim que ele é, como você vê, eu não venho nada provocante, e aí eu falei pra ele que se quisesse ver lucro do kiosque, que me deixasse em paz, embora ele continue insistindo, love, mas eu não quero, adoro que ele fique excitado comigo, você já sabe como eu sou, mas ele já teve o que queria, me usou como a putinha dele, mas isso já foi

Mas você gostou de ser a putinha dele, love, e se fosse de novo, eu queria saber

Susana, claro que gostei, adorei ser a putinha dele, igual a você, love, mas não quero misturar as coisas, tá bom assim, não quero estragar o negócio, tá indo muito bem

Acho que se você viesse mais gostosa, teria mais grana, você sabe como os caras são tarados, e você sabe dizer não, só dar uma insinuada, nada mais

Susana, seria um jeito bom de levantar mais as vendas, mas só por isso, meu amor, não quero perder isso, embora pensando bem, uma festinha de vez em quando não faria mal, eu sei que você fica com muito tesão nisso, love, mas não aqui, isso sim que não, love

É que com o kiosque você não tem tempo, love

Susana, claro que Não, mas dá pra fazer uma noite e no outro dia você me substitui, o que acha?
Não sei, bebê, do jeito que a gente tá, tá muito bom.

Naquela noite a gente se acabou na cama e a Susy fez uma coisa que nunca tinha feito: enfiou um dedinho no meu cu e começou a me masturbar. Falei pra parar, mas ela continuou.

Susana, se eu te dei meu cu, você tem que me dar o seu, amor. Você tem uma bunda divina, bebê. Não sabe que a gente adora a bundinha pequena dos homens? A gente sempre fantasiou com isso.

Foi difícil aceitar que eu tinha gostado daquela brincadeira, e logo virou rotina em toda noite de sexo. Sem perceber, comecei a gostar que ela enfiasse os dedos em mim enquanto me masturbava até eu gozar, e depois limpava meu pau com devoção. As semanas passaram e um dia eu encarei o Carlos, foi num sábado à tarde, lembro.

— Carlos, você nunca tira um dia só pra você?
— Claro que tiro, mas não o dia inteiro. Os domingos são fracos, então trabalho só até meio-dia e depois relaxo. Mas pra isso tive que esperar crescer, ter boas vendas e os clientes se acostumarem, senão você perde eles.
— Sim, claro, te entendo. Mas olha, aqui aos domingos até as onze não entra nem o padre. Não acho que vai afetar muito abrir mais tarde nesse dia, assim a gente pode descansar um pouco mais.
— Carlos, ou sair pra farra no sábado à noite também. Isso quem resolve é a Susy, por mim não tem problema. Vocês têm que viver também.

Quando o Carlos foi embora, comentei com a Susy e ela topou. Então naquele mesmo dia mudamos o horário. Finalmente íamos ter mais tempo em casa, já que a gente era quase visita lá. A semana passou cheia de ansiedade, não via a hora de chegar o sábado. E foi o que aconteceu. No primeiro sábado à noite, chegamos em casa e aproveitamos de verdade. Já ninguém mais nos apressava com o relógio, jantamos gostoso, cozinhei como não fazia há tempos e depois tomamos uns drinks ouvindo música pra depois ir pra cama. Quando chegamos na cama, começamos com as brincadeiras, primeiro foram beijos pra terminar num 69 intenso. Ela não só chupava minha rola como também enfiava os dedos no meu cu, e eu fazia o mesmo. A diferença dessa vez é que ela fazia com força e eu bem suavinho, sentia os dedos dela brincando com meu cu até me fazer gemer de prazer, mas eu gemia baixinho. Depois disso, ela ficava de quatro e eu comia ela do jeito que queria, pela buceta encharcada ou pelo cu aberto, até os dois ficarem exaustos. No domingo acordamos mais tarde e finalmente pudemos tomar café da manhã sem pressa.

Susana, vamos ver como vai hoje, amor. Se a gente faturar como nos outros domingos, continuamos com esse horário, senão voltamos pro de antes.

Fica tranquila, vai ver que ele se acostuma, meu bem, tudo vai dar certo, amor.

Susana, bom, se é assim, então no sábado a gente pode fazer algo diferente, né?

O que você quer fazer no sábado que vem, céu? Por acaso ontem à noite não foi genial, amor?

Susana, sim, mas eu sei que você quer uma festinha tanto quanto eu, não é?

Como você quiser, putinha, contanto que eu esteja junto.

Susana, você sabe muito bem que não faço nada sem você, meu amorzinho.

O domingo foi um domingo qualquer e eu sabia que ela daria um jeito de ter a festinha dela no sábado à noite. Só tinha dúvida de onde seria. Com quem, já imaginava: provavelmente com o Carlos. Um ménage ia ser bom, embora talvez tivesse outro convidado. Esse sábado finalmente chegou, a Susy estava como sempre, então eu falei:

O que a gente faz hoje à noite?

Susana, calma, já tá tudo resolvido.

Fala, me conta, o que você resolveu, putinha?

Susana, hoje à noite a gente vai com o Carlos, mas não pro quiosque dele, amor. vamos ficar mais à vontade
Acho que vai ser só ele, não bebe
Susana, não, amor, se for só ele não é uma festinha, e acho que depois de todo esse esforço eu mereço
Como você gosta da pica, putinha minha
Susana, eu adoro, mas mais ainda gosto de ser a putinha do Carlitos
Eu pensei que você fosse minha putinha, meu amor
Susana, não, buceta, você é só meu corno manso, e hoje à noite você vai ser meu escravo. Carlos é meu macho, ele me diz qual pica eu tenho que chupar, e eu faço, bebê. Com você vai ser a mesma coisa
Como?
Susana, nada, deixa pra lá
Então quantos vão ser? Você conhece eles, amor?
Susana, vão ser o Carlos e mais dois caras que não são do bairro, mas o Carlos quer que você participe também, meu bem
Já vi que ele tá trazendo dois pausudos pra te arrebentar toda, amor
Susana, você gosta de ver como arrebentam a sua namorada, não é, meu bem? Ver como dão uma fodida bem forte e deixam ela cheia, não é verdade? Se você adorou quando me desvirginaram o cuzinho, e você, como bom corno manso, nunca conseguiu fazer isso. Você gosta de ser um perdedor, amor, e que meus amigos comam com força a sua mulherzinha, que ela obedeça eles em tudo, do jeito que você não consegue fazer. Vamos fechar tudo que o Carlos já vem, bebê

Fechamos tudo e saímos ao encontro do Carlos. Chegamos a uma casa de campo e, ao entrar, a mesa já estava posta. Lá ele nos apresentou dois caras, um chamado Júlio e o outro Oscar. Júlio era meio gordo, e a Susy certamente não daria chance pra ele, enquanto Oscar era musculoso, por causa dos pesos que malhava. Comemos a tábua de frios, envolvidos em música e álcool, até que a própria conversa levou à dança, e os roçados terminaram em apalpadas. O ar estava tomado pelo tesão de se sentir dono da esposa de um corno manso assumido. Assim começaram as provocações, e a excitação chegou ao máximo. Carlos trouxe um colchão, e já sem Nenhum descarado, Júlio disse.
Júlio: Preciosa, não quer mostrar sua tiny ass pra gente? Tem cara de ser gostosa.
Susana: Eu teria que pedir permissão pro meu maridinho, ver se ele me deixa.
Oscar: Mas você quer mostrar sua tiny ass ou não, divina?
Susy, me olhando com toda a tesão dela, disse com a voz de menina: Me deixa mostrar a tiny ass pros meninos, amorzinho?
Como pude, respondi, por causa da minha tesão e aumentando o tesão ao máximo: Se você quer, amorzinho, faz isso, mas que não te toquem, céu.
Susy subiu no colchão e lentamente virou as costas pra gente. Já estávamos todos pelados. Ela deixou cair o vestidinho e virou a cabeça pra ver as picas que já sabia que ia comer por todos os lados. No momento em que viu, passou a língua sensual pelos lábios. Pude ver que Oscar tinha uma pica normalzinha, mas Júlio era um pica grossa, tanto de largura quanto de comprimento. Foi aí que Susy disse:
Susana: O que acham, meninos? Tá bom assim? Querem ver meu buraquinho? Olha que já tá meio arrombado.
Ela ainda estava de tanguinha, e acho que o que mais excitava era a voz dela de menina travessa e inocente ao mesmo tempo.
Oscar: Daqui a gente mal consegue te ver, neném. Pede pro seu maridinho deixar a gente chegar perto.
Susana: Amorzinho, não deixa os meninos se aproximarem pra ver o buraquinho da minha tiny ass? Você me deixa mostrar pra eles?
Quase sem conseguir falar de tanta tesão que eu tava, falei: Se você quer, love, pra mim não tem problema, mas isso sim, sem tocar.
Oscar e Júlio se aproximaram dela, e Carlos ficou do meu lado com a pica dura.
Carlos: Como vão comer ela? Viu a pica do Júlio? É tremenda essa pica. Será que ela aguenta?
Na verdade, acho que a parte do meio é tremenda.
Carlos: Viu o que é? Você gostou, né?
Quem não ia gostar dessa pica?
Quando olhei de novo... A Susanita, o Carlos já tava chupando a bunda dela. Ela me olhou e falou:

"Susana, amor, me perdoa, por favor. Não consegui me segurar. Deixa eu chupar essa pica?"

Sem esperar minha resposta, ela engoliu como pôde o pauzão do Júlio, que já tava na cara dela. Tudo virou uma bagunça em segundos. O Oscar enfiou no cu dela, me olhou e disse num tom debochado:

"Olha, corno, viu? Tô te fazendo o favor, não tô tocando nela, só tô arrombando o cu dela."

Não aguentei e comecei a bater uma desesperado, vendo a Susy deitada de barriga pra cima, empalada pelo cu, gemendo aos berros. O Carlos logo se juntou e, em um minuto, ela já tinha duas picas dentro, destruindo ela toda.

O Júlio: "Dá forte nessa puta, que depois eu pego ela."

Naquele momento, gozei na minha mão e, como minha cueca tinha sujado, tirei ela. Vi o Oscar pegar de novo o cu da minha Susy, que não parava de gemer e me humilhar:

"Susana, olha, amor, olha como tão arrombando minha bunda e você, seu punheteiro viado, não sabe como é linda essa pica, amor. Não sabe como eu sinto, como eu gosto de ser comida assim. Essa noite sou a puta de todo mundo, menos de você, corno. Olha como tão comendo sua mulher, idiota. Eles tão comendo ela e você não, viadooooo!"

Quando finalmente soltaram ela, a coitada da Susy tava banhada de porra. Os dois tinham gozado dentro dela, e ela logo me chamou:

"Susana, vem aqui, meu corno, vem, meu amor, por favor, meu céu, me limpa bem que quero continuar comendo."

Me aproximei dela, beijei ela e, de novo, limpei o cu dela com minha língua.

"Susana, olha que obediente que é meu maridinho. Não é um amor? Amo ele, o promíscuo."

O Oscar: "Sério, ele é viado. Sempre quis arrombar o cu de um corno."

Susana: "Arromba ele, ele merece por ser corno."

O Oscar enfiou a cabeça entre minhas nádegas e começou a chupar meu cu. Isso me deu muito tesão, era uma sensação muito boa. e por isso comecei a mexer, mas aí senti que já tinha a cock dele encostada no meu buraquinho e falei NÃO, mas a Susys disse:
Susana, não liga pra ele, arrebenta, arrebenta bem o cu do cuck, love, agora você vai ver como é gostoso sentir uma cock no cu.

Oscar meteu a cock dele até o fundo de uma vez, doeu pra caralho e não consegui segurar o grito de dor, Oscar tinha arrombado meu cu e já tava me comendo enquanto todo mundo comemorava, me humilhando com as piadas. Tentei tirar ele de cima de mim, mas foi pior, acabei de quatro, indefeso, recebendo as enfiadas da cock do Oscar no meu cu. Me resignei e de repente comecei a gozar, sentia aquela barra de carne quente entrando e saindo, e meu corpo já tremia de prazer. Nunca tinha sentido nada igual, agora sabia por que a Susy se entregava, era realmente lindo e prazeroso ser comido, até mais do que comer. Não sei por que, mas o Oscar não gozava nunca e eu adorava que fosse assim, já rebolei minha bunda buscando que aquela cock entrasse mais fundo e gemia pedindo mais, até que finalmente o Oscar empurrou com toda força a cock dele até o fundo, pude sentir ela pulsando dentro de mim e na hora os jatos quentes.

Oscar: Toma, cuck, tomaaa, tô enchendo teu cu de porra, viado, agora você é mais uma slut.

Quando ele tirou, depois de um tempo, começou a escorrer a cum e a Susy disse:
Susana: Como você deixou o cu do meu maridinho, olha como sai a porra dele, igualzinho uma menininha, coitado, que lindo, vai, Oscar, agora é sua vez, arrebenta ele de novo, agora ele vai gostar.

Tentei me levantar pra evitar que o Oscar me comesse de novo, mas o Carlos me obrigou a ficar ali, totalmente entregue e oferecido. Senti ele me enrabando e, já derrotado, decidi gozar, gemi que nem uma verdadeira slut.

Siiiiim, assim, maaais, maaais, arrebenta tudo que eu gosto, aí, assim não, assim... me dói... mas mais devagar, por favor
Carlos pega, viado, pega, senti meu pau te rasgando tudo, seu corno manso, isso você gosta, viado, gosta de sofrer, né? não, viado, você gosta de levar até as bolas
Susana siiiii, a putinha adora pau, essa vagabunda, fode esse viado até o talo, depois a gente continua a festa
De novo senti os jatos de porra no meu cu que ardia, mas apesar de tudo queria mais pau, julio com uma toalha limpou meu cu, isso sim doeu
Não, você não, por favor, esse pau é enorme, vai me destruir
Julio cala a boca, viado
Ele cuspiu mais no meu cu, abriu minhas nádegas e num segundo tava empurrando a pica dele pra fazer ela entrar no meu cu arrebentado, foi uma tortura sentir aquele pauzão abrindo caminho no meu cu, destruindo tudo enquanto eu gritava de dor e implorava pra ele tirar, mas no fim entrou e começou aquela metida e tirada violenta, toda aquela fodida foi uma tortura, mas quando finalmente encheu meu cu de porra pura, aí veio o prazer, minhas pernas não paravam de tremer e quando ele finalmente me soltou, não consegui me segurar, caí como um saco, quando me virei a Susy já tava sendo empalada pelo Carlos enquanto o Oscar e o Julio descansavam bebendo algo, no fim todos fomos pra mesa, tomamos umas cervejas e depois o Julio levou minha namorada pro colchão, pude ver ele arrebentando o cu da minha Susy, mas dessa vez com muito cuidado, ele metia bem devagar e parava de vez em quando enquanto ela gozava aos gritos, quando finalmente terminaram, todos tomamos um banho quente e continuamos bebendo por um bom tempo, o Oscar e o Julio foram embora prometendo outra festa, o Carlos deitou num quarto, quando acordasse nos levaria ao quiosque, nos deitamos sem dizer nada, só dormimos abraçados esperando o que viria no dia seguinte

3 comentários - Susanita, a gostosa da festa 2

Cada vez mejor y mejor!!
se viene lo mejor realmente en un ratito, va a ser un poco largo
ya casi lo estoy terminando
GRACIAS X COMENTAR AMIGO
Ya los lei todos de nuevo! no aguanto mas!jaja que venga la continuacion!!Please!😄
esta tarde la subo
la Susi le estaba preparando el orto a su marido mientra ella hacia los preparativo de la fiesta junto con carlos para destrosar el culo de su marido que tanto deseaba ella y parese que le gusto. Pense que no iba a ceder pero lo hizo. Me encanto y me tube que hacer una paja ya que no aguantaba tanta calentura. Van puntos
estoy terminando otro capitulo en cualquiert momento lo subo
gracias x comentar
me alegra mucho que te haya calentado tanto
Cada ves que lo leo me hago una paja. Dios ! Sos un genio leo tus capitulos una y otra ves me encanta
ya suboo el tercero
estoy terminando el cuarto
muchas gracias x comentar