aqui vai a terceira parte dessa história
Espero que deixe vocês tão tesudos quanto eu.
Pra seguir o fio, aqui vão os links.
VALEU PELOS PONTOS, OS COMENTÁRIOS AJUDAM PRA CARALHO A CONTINUAR
http://www.poringa.net/posts/relatos/4298103/Mi-novia-susanita.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4303843/Mi-novia-susanita-la-fiestera.htmlNaquela noite não rolou nada além de um banho bem gostoso e descanso, quase nem conversamos, só deitamos e dormimos. Na real, a Susy que dormiu, eu ainda tava todo excitado com o que tinha acontecido. De manhã, a gente tomou café e a Susy quebrou o silêncio:
— Susana, valeu a pena, mas você podia ter evitado, né?
— Evitar o quê, amor?
— Susana, evitar que me comessem do jeito que me comeram. Mas você ficou tão tesudo que até incentivou eles a fazerem, com a sua aprovação. Mesmo assim, eu gostei pra caralho e curti ainda mais quando você me limpou, corno. Me deu um tesão danado ver você comendo a porra deles do meu cu e da minha buceta. Foi uma delícia. A única coisa que não pude ver foi você chupando as picas dos caras, isso sim teria sido maravilhoso.
— Fiz só por você, amor. Esquece, não chupei pica de ninguém, não sou viado, gata.
— Susana, adoraria que você fosse. Eu não pararia de gozar, meu amor. Nunca te disseram que você tem uma bundinha de menina?
— Nem louco, céu. Isso nunca vai rolar.
— Susana, bom, é minha fantasia mais forte. Quem sabe um dia você realiza ela pra mim, amor.
— Não me pede isso, bebê. Deixa só como fantasia mesmo.
— Susana, e agora como é que fica, amor? Quarta-feira vou ver o Carlos sozinha pra ele me dar as chaves do novo quiosque.
— E sei lá, se você for sozinha, ele vai te comer de novo, com certeza.
— Susana, e indo com você também, amor, qual é a diferença?
— Se eu não tiver lá, vai ser uma bagunça, amor. E além disso, como você vai voltar? É muito mais seguro a gente ir junto. Não quero que te comam sem eu estar presente. Só quero cuidar de você, céu. Você me chama de cuck, mas eu não me sinto um cuck. Na real, eu te dou o gosto de transar à vontade. Cuck é quem é enganado, e você não me engana, amor.
— Susana, eu sei, mas adoro te chamar assim e isso te deixa mais tesudo, amor.
— Hoje à noite quero a sua bundinha. buceta, você me deve, não esquece
Susana, ah não sei, céu, me deixaram na miséria, love, e na quarta o Carlitos vai usar, vai doer muito se eu te der, você se aguenta, corno, por enquanto minha bucetinha é dos meus problemas, love
Fui trabalhar puto pela frustração de comer a bucetinha dela, mas excitado pelo que ia rolar na quarta. Seria só o Carlos que ia comer ela? Ou o filho da puta ia organizar outra festa pra minha Susy? Acho que era isso que esperava minha mulherzinha por ser tão, mas tão puta. Aquela noite foi tranquila, só carinho, afagos e uma boa chupada de buceta na minha Susy, enquanto ela depois me bateu uma punheta com muito tesão, contando o que sentiu no domingo enquanto enfiaram nela. Isso me fez gozar igual um cavalo, não conseguia parar de pensar no que ia rolar na quarta até que finalmente chegou. Liguei pro Carlos, não aguentava mais de tesão.
— Oi Carlos, como cê tá? O ponto já tá pronto pra gente ver?
— Carlos: Essa tarde terminam, amigo.
— Susy queria ver, então cê pode dar as chaves pra ela, dá?
— Carlos: Sim, sim, por mim sem problema. Deixa ela vir antes das oito pra não ficar muito tarde.
— Vou com ela, Carlos, tranquilo?
— Carlos: Ué, queria que fosse uma surpresa só pra ela.
— Já sei que cê quer comer ela de novo, e sabe que por mim não tem problema.
— Carlos: Tá bom, venham os dois mesmo. Pra você também vai ter.
Cheguei em casa e a Susy já tava pronta, dessa vez sem nada por baixo, só um vestidinho justo. Tomei um banho rápido e fomos ver o Carlos. Chegamos no negócio e ele nos levou pro novo ponto. Na descida, deu as chaves pra Susy.
— Carlos: Abre você, love. Tem uma surpresa que cê vai gostar muito.
— Susy: Ah não, me diz que surpresa, senão entra ele. Vindo de você, me dá... coisinha
carlos, dá pra abrir, não tem nada de estranho
realmente, o kiosque tava muito bonito, bem montado e com um monte de mercadoria, combinamos que abriríamos no sábado com muitas ofertas, tava todo mundo muito feliz, nesse sábado a susy tinha que ir cedo pra abrir e atender, aí brindamos e fomos pra casa animados, na sexta à noite aconteceu uma coisa que me chamou a atenção mas eu curti pra caralho, a susy me esperou vestida bem sexy, lanchamos e ouvimos música, até dançamos e depois jantamos, quando chegamos no quarto os dois távamos pegando fogo e aquela noite foi incrível, desmontamos a cama literalmente, dormimos profundamente exaustos a ponto de nem tomar banho, no sábado acordamos cedo, tínhamos que inaugurar o kiosque, passei o dia inteiro com ela, acompanhando e ajudando em tudo, o carlos ficou até tarde mas nós fechamos, no domingo foi a mesma coisa, embora o carlos só tenha aparecido ao meio-dia
carlos — bom, susy, vejo que já pode se virar sozinha, as coisas tão indo bem, ele por causa do trabalho não vai poder ajudar e eu por causa do meu kiosque também não, então qualquer dúvida me liga que eu venho
— fica tranquilo que quando eu terminar de trabalhar eu venho ajudar ela, além disso não é legal ela fechar sozinha
carlos — eu pensava em fechar com ela e levar ela pra casa, mas se você vier acho que é melhor, embora se um dia complicar pode me avisar
assim ficou, a susy tocaria o kiosque sozinha e eu à tarde ajudaria, ao chegar em casa jantávamos e antes de dormir conversávamos um pouco
— bom, agora você tem o que tanto queria, mas cuidado, tem que se segurar, nenhum cara vai passar a mão, nena, por favor, se controla
susana — não, love, onde se come não se caga, fica tranquilo, tudo que fiz foi por isso, agora nem Carlos tem chance comigo, isso é fato
Não sei por que, mas mesmo me custando, eu acreditava nele, sabia que ter aquele kiosque era um sonho realizado pra ela, mesmo não sendo só dela. A gente se deitou e transou de novo, uma foda incrível, e naquela noite finalmente ela me deu o cu, o que pra mim foi um baita sucesso. A semana foi passando assim, nada me fazia pensar que a Susy me traía, nosso sexo era frequente e cheio de paixão. No sábado, no kiosque, a gente teve uma conversa íntima.
— O Carlos vem direto? Acho estranho ele não te dar em cima nem te insinuar nada, love.
— Susana, nada disso, o que eu te contei?
— Que coisa, bebê?
— Susana, na terça ele esteve aqui e a gente conversou pra caralho. Você sabe, ele sempre quer me comer, não sei por que, mas é assim que ele é. Como você vê, eu não venho nada provocante, e aí eu falei pra ele que se quisesse ver lucro do kiosque, era melhor parar de encher o saco, mas ele continua insistindo, love. Só que eu não quero, adoro que ele fique excitado comigo, você já me conhece. Mas ele já teve o que queria, me usou como a putinha dele, mas isso já era.
— Mas você gostou de ser a putinha dele, love, e se fosse de novo, eu queria saber.
— Susana, claro que gostei, adorei ser a putinha dele, igual você, love. Mas não quero misturar as coisas, tá bom assim, não quero estragar o negócio, tá indo muito bem.
— Acho que se você viesse mais gostosa, ia faturar mais. Você sabe como os caras são tarados, e você sabe dizer não, só dar uma insinuada, nada mais.
— Susana, seria uma boa maneira de aumentar as vendas, mas só por isso, meu amor. Não quero perder isso. Mas pensando bem, uma festinha de vez em quando não faria mal. Eu sei que isso te excita pra caralho, love, mas não aqui. Isso sim que não, love.
— É que com o kiosque você não tem tempo, love.
— Susana, claro que... Não, mas dá pra fazer uma noite e no outro dia você me substitui, o que acha?
Não sei, bebê, do jeito que a gente tá, já tá bom demais.
Naquela noite a gente se acabou na cama e a Susy fez uma coisa que nunca tinha feito: enfiou um dedinho no meu cu e ficou batendo uma pra mim. Falei pra parar, mas ela continuou.
Susana, se eu te dei meu cu, você tem que me dar o seu também, amor. Você tem uma bunda divina, bebê. Não sabe que a gente adora a bundinha pequena dos homens? A gente sempre fantasiou com isso.
Foi difícil aceitar que eu tinha gostado daquela brincadeira, mas logo virou rotina em toda noite de sexo. E sem perceber, comecei a adorar quando ela enfiava os dedos em mim enquanto me batia uma até eu gozar, e depois limpava meu pau com devoção. As semanas passaram e um dia eu encarei o Carlos. Foi num sábado à tarde, lembro.
— Carlos, você nunca tira um dia só pra você?
— Claro que tiro, mas não o dia inteiro. Domingo é mais fraco, então trabalho só até meio-dia e depois relaxo. Mas pra isso tive que esperar crescer, ter boas vendas e os clientes se acostumarem, senão você perde eles.
— Sim, claro, te entendo. Mas olha, aqui aos domingos até as onze não entra nem o papa. Não acho que vai fazer diferença abrir mais tarde nesse dia, assim a gente descansa um pouco mais.
— Carlos, ou sair pra farra no sábado à noite também. Isso quem cuida é a Susy, por mim não tem problema. Vocês têm que viver também.
Quando o Carlos foi embora, comentei com a Susy e ela topou. Então no mesmo dia mudamos o horário. Finalmente íamos ter mais tempo em casa, já que a gente era quase visita nela. A semana passou cheia de ansiedade, não via a hora de chegar o sábado. E foi assim que aconteceu. No primeiro sábado à noite, chegamos em casa e aproveitamos de verdade. Já ninguém mais nos apressava com o relógio, jantamos gostoso, cozinhei como não fazia há tempos e depois tomamos uns drinks ouvindo música pra depois ir pra cama. Quando chegamos na cama, começamos com as brincadeiras, primeiro foram beijos pra terminar num 69 intenso. Ela não só chupava minha rola como também enfiava os dedos no meu cu e eu fazia o mesmo. A diferença dessa vez é que ela fazia com força e eu bem devagarzinho. Sentia os dedos dela brincando com meu cu até me fazer gemer de prazer, mas eu gemia em silêncio. Depois disso, ela ficava de quatro e eu comia ela do jeito que queria, pela buceta encharcada ou pelo cu aberto, até os dois ficarem exaustos. No domingo acordamos mais tarde e finalmente pudemos tomar café da manhã sem pressa.
Susana, vamos ver como vai hoje, amor. Se a gente faturar como nos outros domingos, continuamos com esse horário, senão voltamos pro de antes.
Fica tranquila, vai ver que ela se acostuma, meu anjo, tudo vai dar certo, amor.
Susana, bom, se é assim, então no sábado a gente pode fazer algo diferente, ou não?
O que você quer fazer no sábado que vem, céu? Por acaso ontem à noite não foi genial, amor?
Susana, sim, mas eu sei que você quer uma festinha tanto quanto eu, ou não?
Como você quiser, putinha, contanto que eu esteja junto.
Susana, você sabe muito bem que não faço nada sem você, meu amorzinho.
O domingo foi mais um domingo e eu sabia que ela daria um jeito de ter a festinha dela no sábado à noite. Só tinha dúvida de onde seria. Com quem, já imaginava: provavelmente com o Carlos. Um ménage ia ser bom, embora talvez tivesse outro convidado. Esse sábado finalmente chegou, a Susy estava como sempre, então eu falei:
O que a gente faz hoje à noite?
Susana, calma, já está tudo resolvido.
Fala, me conta, o que você resolveu, putinha?
Susana, hoje à noite a gente vai com o Carlos, mas não no quiosque dele, amor. vamos ficar mais à vontade
Acho que vai ser só ele, não bebe
Susana, não, amor, se for só ele não é uma festinha, e acho que depois de todo esse esforço eu mereço
Como você gosta da pica, sua putinha
Susana, eu adoro, mas mais ainda gosto de ser a putinha do Carlitos
Eu pensei que você fosse minha putinha, amorzinho
Susana, não, buceta, você é só meu corno manso, e hoje à noite vai ser meu escravo. Carlos é meu macho, ele me diz qual pica eu tenho que chupar, e eu faço, amor. Com você vai ser a mesma coisa
Como?
Susana, nada, deixa pra lá
Então quantos vão ser? Você conhece eles, amor?
Susana, vão ser o Carlos e mais dois caras que não são do bairro, mas o Carlos quer que você participe também, meu céu
Já vi que ele tá trazendo dois pausudos pra te arrebentar toda, amor
Susana, você gosta de ver como arrebentam sua namorada, não é, meu céu? Ver como dão uma fodida bem forte e deixam ela cheia, não é verdade? Se você adorou quando me desvirginaram o cuzinho, e você, como bom corno manso, nunca conseguiu fazer isso. Você gosta de ser um perdedor, amor, e que meus amigos comam com força sua mulherzinha, que ela obedeça eles em tudo, já que você não consegue. Vamos fechar tudo que o Carlos já vem, amor
Fechamos tudo e saímos ao encontro do Carlos. Chegamos numa casa de campo e, ao entrar, a mesa já estava servida. Lá ele nos apresentou dois caras, um chamado Júlio e o outro Oscar. Júlio era meio gordo, e com certeza a Susy não daria chance pra ele, já o Oscar era musculoso, por causa dos pesos que malhava. Comemos a tábua de frios, envoltos em música e álcool, até que a própria conversa levou pra dança, e os roços terminaram em apalpadas. O ar estava tomado pelo tesão de se sentir dono da esposa de um corno manso assumido. Assim começaram as provocações, e a excitação chegou ao máximo. Carlos trouxe um colchão e, já sem Nenhum descaramento, julio disse.
Julio: Preciosa, cê não quer mostrar sua tiny ass pra gente? Tem cara de ser linda.
Susana: Eu teria que pedir permissão pro meu maridinho, ver se ele me deixa.
Oscar: Mas cê quer mostrar sua tiny ass ou não, divina?
Susy, me olhando com todo o tesão, falou com a voz de menina: Me deixa mostrar a tiny ass pros meninos, amorzinho?
Como pude, respondi, por causa do meu tesão e aumentando o morbo ao máximo: Se você quer, amorzinho, faz isso, mas que não te toquem, céu.
Susy subiu no colchão e devagar virou as costas pra gente. Já tava todo mundo pelado. Ela deixou cair o vestidinho e virou a cabeça pra ver as picas que já sabia que ia comer por todos os lados. Na hora que viu, passou a linguinha sensual pelos lábios. Eu vi que o Oscar tinha uma pica normalzinha, mas o julio era um picaço, tanto de grosso quanto de comprido. Foi aí que a Susy disse:
Susana: O que vocês acham, meninos? Tá bom assim? Querem ver meu buraquinho? Olha que ele já tá meio arrombado.
Ela ainda tava de tanguinha e acho que o que mais esquentava era a voz de menina safada e inocente ao mesmo tempo.
Oscar: Daqui a gente mal te vê, nenenzinha. Pede pro seu maridinho deixar a gente chegar perto.
Susana: Amorzinho, cê não deixa os meninos chegarem perto pra ver o buraquinho da minha tiny ass? Cê me deixa mostrar pra eles?
Quase sem conseguir falar de tanto tesão, eu disse: Se você quer, love, pra mim não tem problema, mas isso sim, sem tocar.
Oscar e julio chegaram perto dela, e Carlos ficou do meu lado com a pica dura.
Carlos: Como é que vão comer ela? Viu a pica do julio? É tremenda essa pica. Será que ela aguenta?
Na verdade, acho que a parte do meio é tremenda.
Carlos: Viu o que é? Cê gostou, né?
Quem não ia gostar dessa pica?
Quando olhei de novo... A Susanita, o Carlos já tava chupando a bunda dela. Ela me olhou e falou:
"Susana, amor, me perdoa, por favor. Não consegui me segurar. Deixa eu chupar essa pica?"
Sem esperar minha resposta, ela engoliu como pôde o pauzão do Júlio, que já tava na cara dela. Tudo virou uma bagunça em segundos. O Oscar enfiou no cu dela, me olhou e disse num tom debochado:
"Ó, corno, viu? Tô te obedecendo, não tô tocando nela, só tô arrombando o cu dela."
Não aguentei e comecei a bater uma desesperado, vendo a Susy deitada de barriga pra cima, empalada pelo cu, gemendo aos berros. O Carlos entrou na briga na hora e, em um minuto, ela já tinha duas picas dentro, destruindo ela toda.
Júlio falou: "Dá forte nessa puta, que depois eu pego ela."
Naquele momento, gozei na minha mão e, como minha cueca tinha sujado, tirei ela. Vi o Oscar voltar a comer o cu da minha Susy, que não parava de gemer e me humilhar:
"Susana, olha, amor, olha como tão arrombando meu cu e você aí, punheteiro viado. Você não sabe como essa pica é gostosa, amor. Não sabe como eu sinto, como eu gosto de ser comida assim. Essa noite sou a puta de todo mundo, menos de você, corno. Olha como tão comendo sua mulher, idiota. Eles tão comendo ela e você não, viadooooo!"
Quando finalmente soltaram ela, a coitada da Susy tava banhada de porra. Os dois tinham gozado dentro dela, e ela me chamou na hora:
"Susana, vem aqui, meu corno, vem, meu amor. Por favor, meu céu, limpa bem que eu quero continuar trepando."
Cheguei perto dela, beijei ela e, de novo, limpei o cu dela com minha língua.
Susana disse: "Olha que obediente que é meu maridinho. Não é um amor? Amo muito esse promíscuo."
Oscar falou: "Ele é viado mesmo. Sempre quis arrombar o cu de um corno."
Susana respondeu: "Arromba ele, ele merece por ser corno."
Oscar enfiou a cabeça entre minhas nádegas e começou a chupar meu cu. Isso eu gostei pra caralho, senti muito bom. e por isso comecei a mexer, mas aí senti que já tinha o pau dele encostado no meu buraquinho e falei NÃO, mas a Susy disse:
Susana, não dá bola pra ele, arrebenta, arrebenta bem o cu do cuck, love, agora você vai ver como é gostoso sentir um pau no cu.
Oscar enfiou o pau dele até o fundo de uma vez, doeu pra caralho e eu não consegui segurar o grito de dor, o Oscar tinha arrebentado meu cu e já tava me comendo enquanto todo mundo comemorava aquilo, me humilhando com as gozações. Tentei tirar ele de cima de mim, mas foi pior, acabei de quatro, indefeso, recebendo as enfiadas do pau do Oscar no meu cu. Me resignei e de repente comecei a sentir prazer, sentia aquela barra de carne quente entrando e saindo, e meu corpo já tremia de tesão. Nunca tinha sentido nada igual, agora entendia porque a Susy se entregava, era realmente lindo e gostoso ser comido, até mais do que comer. Não sei por que, mas o Oscar não gozava nunca e eu adorava que fosse assim, já rebolei minha bunda buscando que aquele pau entrasse mais fundo e gemia pedindo mais, até que finalmente o Oscar empurrou com toda a força o pau dele até o fundo, pude sentir ele pulsar dentro de mim e na hora os jatos quentes de porra.
Oscar: Toma, cuck, tomaaa, tô enchendo teu cu de leite, viado, agora você é mais uma puta.
Quando ele tirou, depois de um tempo, começou a escorrer a porra e a Susy disse:
Susana: Como você deixou o cu do meu maridinho, olha como a porra sai dele, igualzinho uma menininha, coitadinho, que lindo, vai Oscar, agora é sua vez, arrebenta ele de novo, agora ele vai gostar.
Tentei me levantar pra evitar que o Oscar me comesse de novo, mas o Carlos me obrigou a ficar daquele jeito, totalmente entregue e oferecido. Senti ele me enrabando e, já derrotado, decidi gozar, gemi que nem uma verdadeira puta.
Siiim, assim, maaais, maaais, arrebenta tudo que eu adoro, ai, assim não, assim... me dói... mais devagar, por favor
Carlos pega, viado, pega, sente meu pau te rasgando todinho, viado corno, isso você gosta, viado, gosta de sofrer, né, viado? você gosta de levar até as bolas
Susana siiiii, a putinha adora pau, essa vagabunda, comam o cu desse viado gostoso, depois a gente continua a festa
De novo senti os jatos de porra no meu cu que ardia, mas apesar de tudo queria mais pau, julio com uma toalha limpou meu cu, isso sim doeu
Não, você não, por favor, esse pau é enorme, vai me destruir
Julio cala a boca, viado
Sim, cuspiu mais no meu cu, abriu minhas nádegas e num segundo tava empurrando a pica dele pra fazer ela entrar no meu cu arrebentado, foi uma tortura sentir aquele pauzão abrindo caminho no meu cu, destruindo tudo enquanto eu gritava de dor e implorava pra ele tirar, mas no fim entrou e começou a meter e tirar aquela pica enorme, toda aquela trepada foi uma tortura, mas quando finalmente encheu meu cu de porra pura, aí veio o prazer, minhas pernas não paravam de tremer e quando ele finalmente me soltou, não consegui me segurar, caí como um saco, quando me virei a Susy já tava sendo empalada pelo Carlos enquanto o Oscar e o Julio descansavam tomando alguma coisa, no fim todos fomos pra mesa, tomamos umas cervejas e depois o Julio levou minha namorada pro colchão, pude ver ele arrebentando o cu da minha Susy, mas dessa vez com muita delicadeza, ele metia bem devagar e parava de vez em quando enquanto ela gozava aos gritos, quando finalmente terminaram, todos tomamos um banho quente e continuamos bebendo por um bom tempo, o Oscar e o Julio foram embora prometendo outra festa, o Carlos deitou num quarto, quando acordasse ia nos levar no kiosque, nos deitamos sem dizer nada, só dormimos abraçados esperando o que ia rolar amanhã
Espero que deixe vocês tão tesudos quanto eu.
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— Susana, valeu a pena, mas você podia ter evitado, né?
— Evitar o quê, amor?
— Susana, evitar que me comessem do jeito que me comeram. Mas você ficou tão tesudo que até incentivou eles a fazerem, com a sua aprovação. Mesmo assim, eu gostei pra caralho e curti ainda mais quando você me limpou, corno. Me deu um tesão danado ver você comendo a porra deles do meu cu e da minha buceta. Foi uma delícia. A única coisa que não pude ver foi você chupando as picas dos caras, isso sim teria sido maravilhoso.
— Fiz só por você, amor. Esquece, não chupei pica de ninguém, não sou viado, gata.
— Susana, adoraria que você fosse. Eu não pararia de gozar, meu amor. Nunca te disseram que você tem uma bundinha de menina?
— Nem louco, céu. Isso nunca vai rolar.
— Susana, bom, é minha fantasia mais forte. Quem sabe um dia você realiza ela pra mim, amor.
— Não me pede isso, bebê. Deixa só como fantasia mesmo.
— Susana, e agora como é que fica, amor? Quarta-feira vou ver o Carlos sozinha pra ele me dar as chaves do novo quiosque.
— E sei lá, se você for sozinha, ele vai te comer de novo, com certeza.
— Susana, e indo com você também, amor, qual é a diferença?
— Se eu não tiver lá, vai ser uma bagunça, amor. E além disso, como você vai voltar? É muito mais seguro a gente ir junto. Não quero que te comam sem eu estar presente. Só quero cuidar de você, céu. Você me chama de cuck, mas eu não me sinto um cuck. Na real, eu te dou o gosto de transar à vontade. Cuck é quem é enganado, e você não me engana, amor.
— Susana, eu sei, mas adoro te chamar assim e isso te deixa mais tesudo, amor.
— Hoje à noite quero a sua bundinha. buceta, você me deve, não esquece
Susana, ah não sei, céu, me deixaram na miséria, love, e na quarta o Carlitos vai usar, vai doer muito se eu te der, você se aguenta, corno, por enquanto minha bucetinha é dos meus problemas, love
Fui trabalhar puto pela frustração de comer a bucetinha dela, mas excitado pelo que ia rolar na quarta. Seria só o Carlos que ia comer ela? Ou o filho da puta ia organizar outra festa pra minha Susy? Acho que era isso que esperava minha mulherzinha por ser tão, mas tão puta. Aquela noite foi tranquila, só carinho, afagos e uma boa chupada de buceta na minha Susy, enquanto ela depois me bateu uma punheta com muito tesão, contando o que sentiu no domingo enquanto enfiaram nela. Isso me fez gozar igual um cavalo, não conseguia parar de pensar no que ia rolar na quarta até que finalmente chegou. Liguei pro Carlos, não aguentava mais de tesão.
— Oi Carlos, como cê tá? O ponto já tá pronto pra gente ver?
— Carlos: Essa tarde terminam, amigo.
— Susy queria ver, então cê pode dar as chaves pra ela, dá?
— Carlos: Sim, sim, por mim sem problema. Deixa ela vir antes das oito pra não ficar muito tarde.
— Vou com ela, Carlos, tranquilo?
— Carlos: Ué, queria que fosse uma surpresa só pra ela.
— Já sei que cê quer comer ela de novo, e sabe que por mim não tem problema.
— Carlos: Tá bom, venham os dois mesmo. Pra você também vai ter.
Cheguei em casa e a Susy já tava pronta, dessa vez sem nada por baixo, só um vestidinho justo. Tomei um banho rápido e fomos ver o Carlos. Chegamos no negócio e ele nos levou pro novo ponto. Na descida, deu as chaves pra Susy.
— Carlos: Abre você, love. Tem uma surpresa que cê vai gostar muito.
— Susy: Ah não, me diz que surpresa, senão entra ele. Vindo de você, me dá... coisinha
carlos, dá pra abrir, não tem nada de estranho
realmente, o kiosque tava muito bonito, bem montado e com um monte de mercadoria, combinamos que abriríamos no sábado com muitas ofertas, tava todo mundo muito feliz, nesse sábado a susy tinha que ir cedo pra abrir e atender, aí brindamos e fomos pra casa animados, na sexta à noite aconteceu uma coisa que me chamou a atenção mas eu curti pra caralho, a susy me esperou vestida bem sexy, lanchamos e ouvimos música, até dançamos e depois jantamos, quando chegamos no quarto os dois távamos pegando fogo e aquela noite foi incrível, desmontamos a cama literalmente, dormimos profundamente exaustos a ponto de nem tomar banho, no sábado acordamos cedo, tínhamos que inaugurar o kiosque, passei o dia inteiro com ela, acompanhando e ajudando em tudo, o carlos ficou até tarde mas nós fechamos, no domingo foi a mesma coisa, embora o carlos só tenha aparecido ao meio-dia
carlos — bom, susy, vejo que já pode se virar sozinha, as coisas tão indo bem, ele por causa do trabalho não vai poder ajudar e eu por causa do meu kiosque também não, então qualquer dúvida me liga que eu venho
— fica tranquilo que quando eu terminar de trabalhar eu venho ajudar ela, além disso não é legal ela fechar sozinha
carlos — eu pensava em fechar com ela e levar ela pra casa, mas se você vier acho que é melhor, embora se um dia complicar pode me avisar
assim ficou, a susy tocaria o kiosque sozinha e eu à tarde ajudaria, ao chegar em casa jantávamos e antes de dormir conversávamos um pouco
— bom, agora você tem o que tanto queria, mas cuidado, tem que se segurar, nenhum cara vai passar a mão, nena, por favor, se controla
susana — não, love, onde se come não se caga, fica tranquilo, tudo que fiz foi por isso, agora nem Carlos tem chance comigo, isso é fato
Não sei por que, mas mesmo me custando, eu acreditava nele, sabia que ter aquele kiosque era um sonho realizado pra ela, mesmo não sendo só dela. A gente se deitou e transou de novo, uma foda incrível, e naquela noite finalmente ela me deu o cu, o que pra mim foi um baita sucesso. A semana foi passando assim, nada me fazia pensar que a Susy me traía, nosso sexo era frequente e cheio de paixão. No sábado, no kiosque, a gente teve uma conversa íntima.
— O Carlos vem direto? Acho estranho ele não te dar em cima nem te insinuar nada, love.
— Susana, nada disso, o que eu te contei?
— Que coisa, bebê?
— Susana, na terça ele esteve aqui e a gente conversou pra caralho. Você sabe, ele sempre quer me comer, não sei por que, mas é assim que ele é. Como você vê, eu não venho nada provocante, e aí eu falei pra ele que se quisesse ver lucro do kiosque, era melhor parar de encher o saco, mas ele continua insistindo, love. Só que eu não quero, adoro que ele fique excitado comigo, você já me conhece. Mas ele já teve o que queria, me usou como a putinha dele, mas isso já era.
— Mas você gostou de ser a putinha dele, love, e se fosse de novo, eu queria saber.
— Susana, claro que gostei, adorei ser a putinha dele, igual você, love. Mas não quero misturar as coisas, tá bom assim, não quero estragar o negócio, tá indo muito bem.
— Acho que se você viesse mais gostosa, ia faturar mais. Você sabe como os caras são tarados, e você sabe dizer não, só dar uma insinuada, nada mais.
— Susana, seria uma boa maneira de aumentar as vendas, mas só por isso, meu amor. Não quero perder isso. Mas pensando bem, uma festinha de vez em quando não faria mal. Eu sei que isso te excita pra caralho, love, mas não aqui. Isso sim que não, love.
— É que com o kiosque você não tem tempo, love.
— Susana, claro que... Não, mas dá pra fazer uma noite e no outro dia você me substitui, o que acha?
Não sei, bebê, do jeito que a gente tá, já tá bom demais.
Naquela noite a gente se acabou na cama e a Susy fez uma coisa que nunca tinha feito: enfiou um dedinho no meu cu e ficou batendo uma pra mim. Falei pra parar, mas ela continuou.
Susana, se eu te dei meu cu, você tem que me dar o seu também, amor. Você tem uma bunda divina, bebê. Não sabe que a gente adora a bundinha pequena dos homens? A gente sempre fantasiou com isso.
Foi difícil aceitar que eu tinha gostado daquela brincadeira, mas logo virou rotina em toda noite de sexo. E sem perceber, comecei a adorar quando ela enfiava os dedos em mim enquanto me batia uma até eu gozar, e depois limpava meu pau com devoção. As semanas passaram e um dia eu encarei o Carlos. Foi num sábado à tarde, lembro.
— Carlos, você nunca tira um dia só pra você?
— Claro que tiro, mas não o dia inteiro. Domingo é mais fraco, então trabalho só até meio-dia e depois relaxo. Mas pra isso tive que esperar crescer, ter boas vendas e os clientes se acostumarem, senão você perde eles.
— Sim, claro, te entendo. Mas olha, aqui aos domingos até as onze não entra nem o papa. Não acho que vai fazer diferença abrir mais tarde nesse dia, assim a gente descansa um pouco mais.
— Carlos, ou sair pra farra no sábado à noite também. Isso quem cuida é a Susy, por mim não tem problema. Vocês têm que viver também.
Quando o Carlos foi embora, comentei com a Susy e ela topou. Então no mesmo dia mudamos o horário. Finalmente íamos ter mais tempo em casa, já que a gente era quase visita nela. A semana passou cheia de ansiedade, não via a hora de chegar o sábado. E foi assim que aconteceu. No primeiro sábado à noite, chegamos em casa e aproveitamos de verdade. Já ninguém mais nos apressava com o relógio, jantamos gostoso, cozinhei como não fazia há tempos e depois tomamos uns drinks ouvindo música pra depois ir pra cama. Quando chegamos na cama, começamos com as brincadeiras, primeiro foram beijos pra terminar num 69 intenso. Ela não só chupava minha rola como também enfiava os dedos no meu cu e eu fazia o mesmo. A diferença dessa vez é que ela fazia com força e eu bem devagarzinho. Sentia os dedos dela brincando com meu cu até me fazer gemer de prazer, mas eu gemia em silêncio. Depois disso, ela ficava de quatro e eu comia ela do jeito que queria, pela buceta encharcada ou pelo cu aberto, até os dois ficarem exaustos. No domingo acordamos mais tarde e finalmente pudemos tomar café da manhã sem pressa.
Susana, vamos ver como vai hoje, amor. Se a gente faturar como nos outros domingos, continuamos com esse horário, senão voltamos pro de antes.
Fica tranquila, vai ver que ela se acostuma, meu anjo, tudo vai dar certo, amor.
Susana, bom, se é assim, então no sábado a gente pode fazer algo diferente, ou não?
O que você quer fazer no sábado que vem, céu? Por acaso ontem à noite não foi genial, amor?
Susana, sim, mas eu sei que você quer uma festinha tanto quanto eu, ou não?
Como você quiser, putinha, contanto que eu esteja junto.
Susana, você sabe muito bem que não faço nada sem você, meu amorzinho.
O domingo foi mais um domingo e eu sabia que ela daria um jeito de ter a festinha dela no sábado à noite. Só tinha dúvida de onde seria. Com quem, já imaginava: provavelmente com o Carlos. Um ménage ia ser bom, embora talvez tivesse outro convidado. Esse sábado finalmente chegou, a Susy estava como sempre, então eu falei:
O que a gente faz hoje à noite?
Susana, calma, já está tudo resolvido.
Fala, me conta, o que você resolveu, putinha?
Susana, hoje à noite a gente vai com o Carlos, mas não no quiosque dele, amor. vamos ficar mais à vontade
Acho que vai ser só ele, não bebe
Susana, não, amor, se for só ele não é uma festinha, e acho que depois de todo esse esforço eu mereço
Como você gosta da pica, sua putinha
Susana, eu adoro, mas mais ainda gosto de ser a putinha do Carlitos
Eu pensei que você fosse minha putinha, amorzinho
Susana, não, buceta, você é só meu corno manso, e hoje à noite vai ser meu escravo. Carlos é meu macho, ele me diz qual pica eu tenho que chupar, e eu faço, amor. Com você vai ser a mesma coisa
Como?
Susana, nada, deixa pra lá
Então quantos vão ser? Você conhece eles, amor?
Susana, vão ser o Carlos e mais dois caras que não são do bairro, mas o Carlos quer que você participe também, meu céu
Já vi que ele tá trazendo dois pausudos pra te arrebentar toda, amor
Susana, você gosta de ver como arrebentam sua namorada, não é, meu céu? Ver como dão uma fodida bem forte e deixam ela cheia, não é verdade? Se você adorou quando me desvirginaram o cuzinho, e você, como bom corno manso, nunca conseguiu fazer isso. Você gosta de ser um perdedor, amor, e que meus amigos comam com força sua mulherzinha, que ela obedeça eles em tudo, já que você não consegue. Vamos fechar tudo que o Carlos já vem, amor
Fechamos tudo e saímos ao encontro do Carlos. Chegamos numa casa de campo e, ao entrar, a mesa já estava servida. Lá ele nos apresentou dois caras, um chamado Júlio e o outro Oscar. Júlio era meio gordo, e com certeza a Susy não daria chance pra ele, já o Oscar era musculoso, por causa dos pesos que malhava. Comemos a tábua de frios, envoltos em música e álcool, até que a própria conversa levou pra dança, e os roços terminaram em apalpadas. O ar estava tomado pelo tesão de se sentir dono da esposa de um corno manso assumido. Assim começaram as provocações, e a excitação chegou ao máximo. Carlos trouxe um colchão e, já sem Nenhum descaramento, julio disse.
Julio: Preciosa, cê não quer mostrar sua tiny ass pra gente? Tem cara de ser linda.
Susana: Eu teria que pedir permissão pro meu maridinho, ver se ele me deixa.
Oscar: Mas cê quer mostrar sua tiny ass ou não, divina?
Susy, me olhando com todo o tesão, falou com a voz de menina: Me deixa mostrar a tiny ass pros meninos, amorzinho?
Como pude, respondi, por causa do meu tesão e aumentando o morbo ao máximo: Se você quer, amorzinho, faz isso, mas que não te toquem, céu.
Susy subiu no colchão e devagar virou as costas pra gente. Já tava todo mundo pelado. Ela deixou cair o vestidinho e virou a cabeça pra ver as picas que já sabia que ia comer por todos os lados. Na hora que viu, passou a linguinha sensual pelos lábios. Eu vi que o Oscar tinha uma pica normalzinha, mas o julio era um picaço, tanto de grosso quanto de comprido. Foi aí que a Susy disse:
Susana: O que vocês acham, meninos? Tá bom assim? Querem ver meu buraquinho? Olha que ele já tá meio arrombado.
Ela ainda tava de tanguinha e acho que o que mais esquentava era a voz de menina safada e inocente ao mesmo tempo.
Oscar: Daqui a gente mal te vê, nenenzinha. Pede pro seu maridinho deixar a gente chegar perto.
Susana: Amorzinho, cê não deixa os meninos chegarem perto pra ver o buraquinho da minha tiny ass? Cê me deixa mostrar pra eles?
Quase sem conseguir falar de tanto tesão, eu disse: Se você quer, love, pra mim não tem problema, mas isso sim, sem tocar.
Oscar e julio chegaram perto dela, e Carlos ficou do meu lado com a pica dura.
Carlos: Como é que vão comer ela? Viu a pica do julio? É tremenda essa pica. Será que ela aguenta?
Na verdade, acho que a parte do meio é tremenda.
Carlos: Viu o que é? Cê gostou, né?
Quem não ia gostar dessa pica?
Quando olhei de novo... A Susanita, o Carlos já tava chupando a bunda dela. Ela me olhou e falou:
"Susana, amor, me perdoa, por favor. Não consegui me segurar. Deixa eu chupar essa pica?"
Sem esperar minha resposta, ela engoliu como pôde o pauzão do Júlio, que já tava na cara dela. Tudo virou uma bagunça em segundos. O Oscar enfiou no cu dela, me olhou e disse num tom debochado:
"Ó, corno, viu? Tô te obedecendo, não tô tocando nela, só tô arrombando o cu dela."
Não aguentei e comecei a bater uma desesperado, vendo a Susy deitada de barriga pra cima, empalada pelo cu, gemendo aos berros. O Carlos entrou na briga na hora e, em um minuto, ela já tinha duas picas dentro, destruindo ela toda.
Júlio falou: "Dá forte nessa puta, que depois eu pego ela."
Naquele momento, gozei na minha mão e, como minha cueca tinha sujado, tirei ela. Vi o Oscar voltar a comer o cu da minha Susy, que não parava de gemer e me humilhar:
"Susana, olha, amor, olha como tão arrombando meu cu e você aí, punheteiro viado. Você não sabe como essa pica é gostosa, amor. Não sabe como eu sinto, como eu gosto de ser comida assim. Essa noite sou a puta de todo mundo, menos de você, corno. Olha como tão comendo sua mulher, idiota. Eles tão comendo ela e você não, viadooooo!"
Quando finalmente soltaram ela, a coitada da Susy tava banhada de porra. Os dois tinham gozado dentro dela, e ela me chamou na hora:
"Susana, vem aqui, meu corno, vem, meu amor. Por favor, meu céu, limpa bem que eu quero continuar trepando."
Cheguei perto dela, beijei ela e, de novo, limpei o cu dela com minha língua.
Susana disse: "Olha que obediente que é meu maridinho. Não é um amor? Amo muito esse promíscuo."
Oscar falou: "Ele é viado mesmo. Sempre quis arrombar o cu de um corno."
Susana respondeu: "Arromba ele, ele merece por ser corno."
Oscar enfiou a cabeça entre minhas nádegas e começou a chupar meu cu. Isso eu gostei pra caralho, senti muito bom. e por isso comecei a mexer, mas aí senti que já tinha o pau dele encostado no meu buraquinho e falei NÃO, mas a Susy disse:
Susana, não dá bola pra ele, arrebenta, arrebenta bem o cu do cuck, love, agora você vai ver como é gostoso sentir um pau no cu.
Oscar enfiou o pau dele até o fundo de uma vez, doeu pra caralho e eu não consegui segurar o grito de dor, o Oscar tinha arrebentado meu cu e já tava me comendo enquanto todo mundo comemorava aquilo, me humilhando com as gozações. Tentei tirar ele de cima de mim, mas foi pior, acabei de quatro, indefeso, recebendo as enfiadas do pau do Oscar no meu cu. Me resignei e de repente comecei a sentir prazer, sentia aquela barra de carne quente entrando e saindo, e meu corpo já tremia de tesão. Nunca tinha sentido nada igual, agora entendia porque a Susy se entregava, era realmente lindo e gostoso ser comido, até mais do que comer. Não sei por que, mas o Oscar não gozava nunca e eu adorava que fosse assim, já rebolei minha bunda buscando que aquele pau entrasse mais fundo e gemia pedindo mais, até que finalmente o Oscar empurrou com toda a força o pau dele até o fundo, pude sentir ele pulsar dentro de mim e na hora os jatos quentes de porra.
Oscar: Toma, cuck, tomaaa, tô enchendo teu cu de leite, viado, agora você é mais uma puta.
Quando ele tirou, depois de um tempo, começou a escorrer a porra e a Susy disse:
Susana: Como você deixou o cu do meu maridinho, olha como a porra sai dele, igualzinho uma menininha, coitadinho, que lindo, vai Oscar, agora é sua vez, arrebenta ele de novo, agora ele vai gostar.
Tentei me levantar pra evitar que o Oscar me comesse de novo, mas o Carlos me obrigou a ficar daquele jeito, totalmente entregue e oferecido. Senti ele me enrabando e, já derrotado, decidi gozar, gemi que nem uma verdadeira puta.
Siiim, assim, maaais, maaais, arrebenta tudo que eu adoro, ai, assim não, assim... me dói... mais devagar, por favor
Carlos pega, viado, pega, sente meu pau te rasgando todinho, viado corno, isso você gosta, viado, gosta de sofrer, né, viado? você gosta de levar até as bolas
Susana siiiii, a putinha adora pau, essa vagabunda, comam o cu desse viado gostoso, depois a gente continua a festa
De novo senti os jatos de porra no meu cu que ardia, mas apesar de tudo queria mais pau, julio com uma toalha limpou meu cu, isso sim doeu
Não, você não, por favor, esse pau é enorme, vai me destruir
Julio cala a boca, viado
Sim, cuspiu mais no meu cu, abriu minhas nádegas e num segundo tava empurrando a pica dele pra fazer ela entrar no meu cu arrebentado, foi uma tortura sentir aquele pauzão abrindo caminho no meu cu, destruindo tudo enquanto eu gritava de dor e implorava pra ele tirar, mas no fim entrou e começou a meter e tirar aquela pica enorme, toda aquela trepada foi uma tortura, mas quando finalmente encheu meu cu de porra pura, aí veio o prazer, minhas pernas não paravam de tremer e quando ele finalmente me soltou, não consegui me segurar, caí como um saco, quando me virei a Susy já tava sendo empalada pelo Carlos enquanto o Oscar e o Julio descansavam tomando alguma coisa, no fim todos fomos pra mesa, tomamos umas cervejas e depois o Julio levou minha namorada pro colchão, pude ver ele arrebentando o cu da minha Susy, mas dessa vez com muita delicadeza, ele metia bem devagar e parava de vez em quando enquanto ela gozava aos gritos, quando finalmente terminaram, todos tomamos um banho quente e continuamos bebendo por um bom tempo, o Oscar e o Julio foram embora prometendo outra festa, o Carlos deitou num quarto, quando acordasse ia nos levar no kiosque, nos deitamos sem dizer nada, só dormimos abraçados esperando o que ia rolar amanhã
3 comentários - Susanita, a gostosa da festa 2
ya casi lo estoy terminando
GRACIAS X COMENTAR AMIGO
gracias x comentar
me alegra mucho que te haya calentado tanto
estoy terminando el cuarto
muchas gracias x comentar