Comida por cinco amigos do meu amigo

Olá, todos os leitores de contos desta página. Pra quem não me conhece, sou a Sandra, a Preguiçosa, como meu tio Frederico me chamava, que me ensinou essas artes desde cedo. Tenho 35 anos, casada, sem filhos, 1,60m de altura, 57 quilos, corpo magro, peitos médios, uma bundinha redonda e empinada. Tenho uma vida sexual muito ativa desde muito nova. Aqui vai mais uma história da minha vida real, por isso a contundência e sinceridade do meu relato dispensam muitos floreios literários, deixando algo pra imaginação do leitor.

Em setembro de 2018, eu tinha acabado de fazer 32 anos. Minha tia Enriqueta foi hospitalizada em Bogotá, na Clínica San Pedro. Falei com meu marido, que disse: "Vai lá visitar, essa tia te ama muito." Procurei uma passagem aérea de Bucaramanga pra Bogotá, mas não consegui, tudo lotado. Decidi viajar naquela noite de ônibus intermunicipal. Peguei um lugar no fundo, mas pelo menos tinha transporte. Saímos às 21h e a previsão era chegar em Bogotá por volta das 6h da manhã seguinte.

Do meu lado sentou um senhor de uns 50 anos, muito refinado, um perfume maravilhoso, másculo, traços faciais muito agradáveis, muito respeitoso e cavalheiro desde o primeiro momento em que ocupou aquele espaço. Ele apertava uma pasta preta com uma combinação de segurança. "Que desgraça", murmurou, "não achei passagem aérea, tenho que estar numa reunião urgente em Bogotá." "Eu também não achei, por isso estou aqui", respondi.

Esse foi o começo da nossa longa noite juntos naquele veículo. Conversamos sobre muitas coisas: política, religião, família, etc. No caminho, o ônibus parou pra comprar lanches. Ele me perguntou: "Quer um café? Ou um tinto, como dizemos aqui?" "Obrigada, melhor não, depois tenho que ir ao banheiro direto." "Eu te acompanho", ele disse, "assim ninguém te rouba." Sorri. Quando ele voltou, tinha uma sacola cheia de biscoitos, refrigerantes, doces, salgadinhos. etc., ele me ofereceu para que eu pegasse o que quisesse, a maioria das pessoas continuou dormindo ou fingindo que dormia.

Nossa conversa foi ficando mais íntima e pessoal, como todo mundo, ele começou me elogiando pela minha beleza, pela minha personalidade, pela minha conversa, por não deixar ele entediado naquela viagem, entre outras coisas. "Que unhas lindas você tem", ele pegou uma das minhas mãos e começou a detalhar dedo por dedo, cada cor ou decoração, apertou suavemente e me deu um beijo na mão. Isso me fez arrepiar dos pés à cabeça e vice-versa, não sei quantas vezes isso aconteceu, foi tão sensual, carinhoso e delicado, que quase desmaiei de tão inesperado. Ele envolveu minha mão com a outra dele, como um sanduíche, sem mais delongas se aproximou para me dar um beijo na boca, só senti um leve roçar nos meus lábios. "Você está com medo?"
"Claro que sim, você é um desconhecido para mim." "Olha, sou um empresário conhecido, tenho uma reunião com meus sócios no hotel (o Salto), vou dormir lá mesmo e volto para continuar viajando." Contei a ele o que ia fazer. "Se você quiser, alugo um quarto no meu hotel e a gente fica junto de novo." Não é uma má ideia, é um hotel caríssimo, falei. "Sem problema, eu assumo todos os gastos." "Em troca de quê?" perguntei. "Nada, sua amizade é muito linda, igual você, gostaria de te exibir amanhã à noite como minha namorada." "Sou casada", lembrei ele. "Fica tranquila, é só por uma noite." Não é uma má ideia, pensei, minha tia doente, pouco espaço na casa dela, entediada lá, melhor uma cama boa. "Deixa eu pensar."

Entrosados na amizade, começamos a nos beijar feito um casal de namorados apaixonados, cada vez com mais confiança, driblando o balanço do ônibus, os imprevistos e o desconforto dos bancos. Nossas mãos começaram a percorrer o corpo que tínhamos à disposição, encontrei uns braços meio fortes, pouco exercício e muito escritório, um peito largo, peludo, uma barriga pouco saliente. Quando cheguei na virilha, tinha um volume de carne, firme. grossa, querendo sair de uma prisão, se apressou pra soltar a cinta e abaixar o zíper, consegui pegar com uma mão, no começo não muito grande, provavelmente pela posição do corpo, comecei a acariciar e fiquei ali um tempão, minhas tetas eram massageadas, beliscadas de leve e acariciadas de novo, minhas costas, minha bunda, ele tinha um pouco de dificuldade pra chegar na minha entreperna, não sabia como encaixar a mão pra achar meus lábios de buceta, optei por abaixar meu jeans até os joelhos, junto com a calcinha, subi minhas pernas nas dele e me ofereço inteira, aberta e disposta de tudo a tudo, coberta só pela jaqueta dele e um cachecol que estiquei ao longo do meu corpo.
Agora sim, tudo ficou mais fácil pra ele, foi direto na minha racha que tava ensopada, enfiou os dedos sem problema, 2, 3, não sei, enfiava e tirava rápido, falei: você vai me fazer gozar e aqui não tem como me secar, tem razão, ele foi mais devagar de vez em quando voltava pras minhas tetas e levava à boca, chupava elas igual bezerro de manhã, isso é loucura falei, para, aqui é difícil por causa das pessoas que olham, o desconforto, fica assim, você não imagina como eu tô, ele dizia, eu queria ser empalada, mas meu instinto gritava pra não fazer, era o mais sensato naquele momento, deixa eu te chupar um pouco, falei, arrumei minha calça, mas não abotoei, sabia que queria ser tocada por muito mais tempo, com isso eu me contentava na hora.
Me inclinei sobre aquela pica, a escuridão ia e vinha, por causa das luzes de outros carros, pela passagem por áreas habitadas, etc., com minha língua acariciava e curtia aquela cabecinha que, mesmo não sendo nada atraente, enlouquece todas nós, saboreava os líquidos dele, tentava enfiar tudo na boca ou tentava até onde dava, sentia as mãos dele na minha nuca empurrando, acariciando minhas costas ou cabelo, não sei quanto tempo fiquei naquela posição, até ele murmurar, algo vai acontecer, não respondi nada, não podia falar nada porque tinha Minha boca cheia, com um delicioso pirulito de carne, e eu queria continuar assim, acelerei meus movimentos e começou a erupção daquela porra viscosa, com seu cheiro e gosto característico, engoli tudo, até a última gota, tudo pra não sujar a calça dele. O pau dele foi amolecendo cada vez mais e voltou pra posição de descanso.

— Obrigado — ele disse —, você é estupenda, fenomenal e muito prática pra tudo. Espero que aceite o convite pro meu hotel hoje à noite. A gente termina o que começou, te apresento pros meus sócios e passamos um tempo fenomenal, se você quiser.

Já não tinha mais o que pensar, tava decidida desde muito tempo atrás. Vou pra esse hotel, quero esse pau dentro de mim, pensei. Trocamos nossos números de telefone, comemos um pouco do que ele tinha comprado, chegamos no terminal de ônibus em Bogotá umas 5h30 da manhã. Caramba, que viagem! Ainda tava amanhecendo. Ele me convidou pra tomar café da manhã naquela hora, aceitei pra esperar o dia clarear de vez e tudo se normalizar.

— Como você vai? Vou esperar um ônibus. — Nada disso, pega isso pra você se locomover de táxi o tempo todo.

Ele tirou do bolso várias notas e colocou na minha mão, apertando de leve. Lembrei da minha avó, ela fazia assim.

Durante o dia visitei minha tia no hospital. Ela muito agradecida pelo meu esforço de viajar pra visitá-la, tava fazendo uma lista das visitas dela, pra saber com quem podia contar. À noite, falei que preferia ficar num hotel, expliquei meus motivos, ouvi os mil conselhos dela, aceitei tudo, assim ela ficaria mais tranquila.

Cheguei no hotel bem cedo. Meu amigo desconhecido e novo pra mim tava ocupado numa reunião. Peguei meu quarto, tomei banho, vesti minha melhor roupa que tinha naquele momento: um vestido vermelho, bem curtinho, uns saltos médios, uma jaqueta preta curta, sutiã e calcinha brancos, bem maquiada e pronta pra dançar ou sair pra caminhar, não sabia o que meu galã queria. Quando ele terminou a reunião, já eram quase 11 da noite. Fomos jantar. seis, ele me apresentou como namorada dele, coisa que não acreditei por causa dos olhares e sorrisos debochados deles. Depois fomos ao bar do mesmo hotel, escolhemos um lugar e nos acomodaram de um jeito espetacular, como tudo naquele hotel. Bebemos uísque, eles pareciam que tavam tomando água, eu mais na minha, um gole durava horas. Dançamos e nos divertimos pra caralho.

Com meu amigo, que não vou mencionar o nome, ele dançava bem devagar comigo, sempre abraçados, muitos beijos, palavras carinhosas e amorosas, o namorado ideal pra qualquer mina. De vez em quando, eu dançava com os outros sócios e recebia elogios de carinho, apreço e educação. Ninguém passou dos limites nem falou nada que pudesse ser mal interpretado, todos muito respeitosos.

Cada vez eles iam ficando mais alterados pelo álcool, pelas conversas e paradas deles. Decidimos ir dormir. "Tá bem acomodada no seu quarto?" "Sim, é perfeito", eu falei. "Podemos conhecer?" "Vamos, sem problema." Entramos no meu quarto, serviram mais bebida, me fizeram tomar um copão. "Lá você não bebeu nada, aqui você tá na sua cama, pode dormir o dia inteiro se quiser." Sentei na minha cama, sem me ligar no vestido, ele subiu e deixou a maior parte da minha calcinha à mostra. "Ah, que beleza, muito linda essa vista", ouvi, enquanto me ajeitava um pouco. Meu amigo, o suposto namorado, me abraçou com força, caímos de costas juntos. Agora sim o show foi completo, mostraram até o que não devia. Eu esperneava pra me soltar dos braços dele, mas era impossível. Ouvi uns aplausos. "Simplesmente lindo", diziam. A gente já tava meio alterado pelo álcool.

De repente, senti minha calcinha sendo arrancada do lugar, ajudada pela mão do meu amigo. Minha excitação subia a mil por segundo. Meus sapatos também foram tirados. Entendi qual era a dessa visita: iam me cobrar a noite naquele hotel de luxo. "O que vocês pretendem?" "Ontem à noite no ônibus a gente começou algo bonito e temos que terminar da melhor forma." Mas não foi esse o Compromisso, eu disse, sim, mas já estamos aqui, não podemos voltar atrás. Tá bom, mas não quero porrada, hematomas, chupões, nada de brusquidão, não quero chegar no meu marido toda judiada ou que ele vá ter problemas.
É quase um juramento, afirmou meu amigo-namorado. Rasgaram meu vestido com um certo cuidado, soltaram meu sutiã e fiquei totalmente nua na frente de cinco caras, bem vestidos, cheirosos de perfume e bebida, as idades deles eram por volta, acho, dos 45 anos, pra não entrar em detalhes, fui passando de mão em mão, cada um me beijava e apalpava meu corpo à vontade, eu curtia o melhor que podia, de vez em quando lembrava do meu marido, sozinho em casa e eu aproveitando uma noite de sexo, lembrei da minha primeira vez com vários caras, isso foi no colégio, meu namorado e quatro amigos dele, a história se repete em mim, agora com adultos, mas todos desconhecidos.
Nesse momento entrou uma ligação do meu marido, oi, meu amor, ele disse, cadê você? Aqui num hotel, minha tia recomendou e me deu dinheiro pra eu não passar aperto na casa dela, com quem você tá? Sozinha, com quem mais eu estaria, é que eu ouço umas pessoas falando, claro, tô num hotel, tem gente acordada o tempo todo, você com quem tá? Por que me liga a essa hora? Não te deixam dormir e quer me acordar? Ou é o pecado de estar com uma guria do seu lado? Cê tá me traindo? Fiz um interrogatório de mulher ciumenta, ele não teve escolha senão se despedir e me deixar na minha.
Já todos nus, fizeram isso enquanto eu falava no telefone, pude começar a apreciar de verdade os paus deles, todos de tamanho médio, nada de especial, embora de bom tamanho, já vi e tive melhores, me abaixei, comecei a chupar meu amigo-namorado e esfregar outros dois, um com cada mão, enquanto os outros se tocavam pra se manterem duros, quando acabou a rodada de boquetes me deitaram na cama de barriga pra cima, senti uma língua na minha buceta, que tá sempre bem depilada, em contraste com aquelas rolas peludas dos meus problemas daquela noite, senti que acariciavam meus peitinhos, apertavam, chupavam, uma rola chegou no meu rosto e comecei a chupar, aquilo tampava toda minha visão das coisas, senti que começava a ser empalada, uma rola entrava e saía da minha boca e garganta, outra da minha buceta molhada, insaciável, a que estava recebendo era uma boa dose pros meus gostos, sentia que iam se revezando entre eles pra ocupar o buraco da minha racha, porque cada estilo é diferente.
Sentei pra galopar numa rola e senti que outro dos meus buracos era preenchido, o cu começava a receber outra rola, dura, com bom ritmo se moviam, na minha boca iam se revezando um a um, pareciam dar a volta, trocando e se movendo entre eles.
Me fizeram levantar ao lado da cama, me abaixar e me apoiar no colchão, pra deixar minha raba exposta pra eles, fizeram uma fila, começaram a atacar minha bucetinha e meu cu nessa posição, fizemos várias variantes de cada uma dessas posições, alternadas com boquetes, goles de licor e água, nossos corpos estavam todos suados, observava a expressão dos rostos deles, felizes, sorrindo, que puta namorada gostosa você tem, meu caro… sim, é isso que eu gosto nela, linda e disposta a tudo pra me agradar, muitas expressões sobre minhas habilidades recebi naquela noite, muitas vezes suas rolas entraram na minha boca, cu e buceta que ficava ensopada o tempo todo, até pelas minhas pernas escorria líquido da minha buceta, já que eles usavam camisinha o tempo todo, fico curta ao expressar esse momento.
Quando se aproximava o momento ápice do evento, um deles se aproximou apressado e bem quieto, colocou a rola na minha boca, comecei a chupar e de repente um jato de porra invadiu minha boca, engoli tudo que pude, outra parte escorreu pelo canto dos meus lábios, chupei até deixar tão flácido como começou. Ahh, obrigado, que boquete gostoso, que buceta gostosa e que tudo delicioso. Daí a pouco chegaram dois ao mesmo tempo pra repetir a primeira. Ação, não consegui beber todo aquele leite, assim como eles não conseguiram se acomodar juntos. Meu rosto e peito ficaram salpicados de gotas de porra, eu as espalhei com as mãos, acariciando minha pele com aquele creme de leite humano que ia deixando uma camada pelo meu corpo. Também espremi eles até não sobrar nenhum vestígio de recuperação. Meu amigo-namorado chegou, peguei o pau dele com as duas mãos, aproximei dos meus peitos e comecei a massagear, enquanto beijava a pélvis dele, o umbigo e os pelos pubianos. Quando ele começou a gozar em cima de mim, o pau dele parecia um cano com ar, jorrava e jorrava leite em jatos. Quando ele conseguiu respirar, levei à boca, comecei a chupar com carinho, amor e gratidão, com certeza, até que ficou totalmente limpa e murcha. O último me fez ficar de quatro e começou a perfurar meu cu, sentia aquele pau entrando e saindo rápido, a respiração dele era forte, senti ele se cravar no meu corpo, ele estava gozando dentro de mim, dentro do meu cu, ali depositou toda a carga de leite dele, ficou um tempo parado, colado em mim. Quando se levantou, já estava murcho e bem escorrido, nessa hora não usou camisinha, por isso não chupei. Sentei no chão, meio desnorteada, desorientada e como em choque, ouvi outra salva de palmas naquele momento. "Vão continuar a festa?" perguntou meu amigo. "Vamos descansar, precisamos todos voar para nossos destinos." "Ok, vamos descansar um pouco, depois nos reunimos de novo para nos despedir." Eles se vestiram e saíram, só ficou meu amigo-namorado. "Você gostou da noite?" "Sinceramente, não esperava, nunca imaginei essa situação", respondi. "Mas você gostou? É isso que quero que responda." "Adorei, vai ser inesquecível para mim", respondi. "As coisas sem planejar às vezes saem melhores." "É verdade", respondi. "Vamos tomar um banho." No banheiro, nos abraçamos, nos beijamos debaixo do chuveiro de água morna, aproveitamos um momento de intimidade, limpamos até o último canto ou dobra dos nossos corpos, tirando vestígios dos outros corpos. Gozei e apaguei as evidências pra nós dois. Fomos pra cama, nos deitamos abraçados, nossas bocas grudadas pareciam se fundir numa só carne. Senti o pau dele crescer de novo com a excitação. Ele se acomodou por cima de mim e começou a meter na minha buceta, bem limpinha depois do banho. Quando ia gozar, ele perguntou: "Quer dentro?" "Sim, me dá tudo", respondi, enquanto apertava ele contra meu peito, contraindo também as paredes da minha buceta pra aumentar a sensação dele. Ele se esforçou pra encher minha xota com o máximo de porra que conseguiu espremer naquele momento. Nossas bocas não paravam de se beijar, nossos braços não queriam deixar o outro se mexer. Assim dormimos.

Perto do meio-dia, acordamos com um camareiro que veio arrumar o quarto e nos encontrou completamente pelados. Rimos que nem crianças. "Quer mais?", perguntei. "Não dá tempo, mesmo querendo, não posso, preciso sair." Nos arrumamos e ele saiu apressado, mas com a promessa de muitos encontros. Depois a gente falaria sobre isso.

Ao revisar minhas coisas pra sair do hotel, encontrei um envelope que não era meu. Quando vi o conteúdo, tinha muitas notas e um bilhete escrito à mão: "Obrigado, Sandrinha linda, pela sua compreensão, amizade e carinho. Aceita esse detalhe, é com respeito, gratidão e afeto." Era mais dinheiro do que meu marido ganhava num mês de trabalho.

Cheguei no hospital pra me despedir da minha querida tia. "Como foi sua noite, minha filha?", ela perguntou. "Vim tão cansada que não abri os olhos a noite toda", falei. "Não será que não te deixaram dormir?" "Ai, tia, como você fala essas coisas?" Ela sorriu e disse: "Eu passei pela sua idade." Fiquei calada, mas meu rosto parecia ficar vermelho. "Não se envergonhe, o que tá feito, tá feito."

Naquela noite, voltei de avião pra Bucaramanga. O avião saiu às 7:15 da noite. Meu marido me esperava no aeroporto de Palo Negro. Jantamos lá, eu paguei um jantar bom — tinha dinheiro e merecia. Pra ele, falei que era convite de Minha tia, que me obrigou a aceitar um dinheiro.
Lá pelas 10 da noite, a gente tava indo pra casa, e eu falei pro meu marido: "vamos ficar um pouco no mirante". Tinha um monte de carro, moto e casal vendo as luzes da cidade ao longe, um espetáculo lindo. De um carro com o porta-malas aberto, vendiam cerveja. Comprei um six pack e fiquei tomando aquela cerveja gelada, que delícia. O clima tava perfeito, sem frio, sem ameaça de chuva, era o ideal. Meu marido não quis beber com medo da blitz, eu aceitei a desculpa dele.

Quando comecei a reparar ao redor, vi umas coisas que me chamaram a atenção. Um carro parecia que tava sendo balançado por um fantasma. Mostrei pro meu marido: "hahaha, isso é um casal transando". "Ai, que boba eu sou", respondi. Outro casal tava no sexo oral, uma mina de joelhos engolindo o pauzão do parceiro. Outra tava deitada no chão perto das árvores, cada um no seu mundo. Aquilo foi me deixando com tesão. Fazia duas noites que eu não via meu marido. "Quer que eu te faça um boquete aqui mesmo?" "Não, como é que você pensa uma coisa dessas? Vamos pra casa, só nós dois." Que tédio, pensei. Seguimos viagem. No caminho, tem várias casas e baladas. "Vamos entrar num lugar desses?" "No fim de semana a gente vem sem falta, e eu te satisfaço em tudo que você quiser." Ficou assim, e daí nasce uma nova história que vou contar mais pra frente.

Com meu amigo/namorado, a gente se fala de vez em quando. Embora não tenhamos nos encontrado de novo, a gente fantasia sobre o que rolou. Quem sabe as coisas se ajeitam pra um novo encontro.

Aqui termina essa história da minha vida real, sem imaginação ou fantasia. Tudo que escrevo é pra tirar da mente e do coração algo que me atormenta, e eu quero curar minha alma, descansar ao confessar meu pecado, sabendo que alguém vai se identificar ou se emocionar como eu ao lembrar desses momentos.

Agradeço seu voto e comentários. Vou tentar responder cada um. amiga Sandra, a Zangona.

2 comentários - Comida por cinco amigos do meu amigo

Excelente relato sos muy putita y me encanta