Mais de uma vez perguntei pra minha esposa quem era a pessoa mais inesperada com quem ela já tinha transado. Ela sempre ria e não respondia. O máximo que dizia era que eu nunca imaginaria quem foi. Também não insisti muito no assunto.
Quando estávamos casados há poucos meses, já faz alguns anos, meu sogro viajou pra Lima, pra umas reuniões de trabalho. Chegou na terça à tarde e voltava pra Cuzco na quinta à tarde. Naquela terça, depois que chegou, nos convidou pra jantar. Lembro que fomos a um restaurante chique e caro, porque a situação financeira dele era (e é) bem folgada. Depois da janta, voltamos pro apartamento e ele foi dormir no quarto de hóspedes.
Na quarta cedo saí pra trabalhar, voltei umas 7 da noite. Minha esposa tava sozinha em casa e meu sogro nas reuniões dele. Fomos deitar e ele ainda não tinha chegado. Na cama, bateu uma vontade de comer ela. Minha esposa recusou e recusou. Mas insisti tanto que ela não conseguiu negar mais. Como de costume, fui direto ao que queria, lamber a buceta e o cu dela antes de possuir. Levei um susto ao sentir gosto de porra na buceta dela e descobrir o cu bem aberto. Não tínhamos transado há três dias e obviamente não fui eu o responsável.
Como se diz no Peru, me fiz de sonso e aproveitei minha esposa usada naquele mesmo dia. Meu pau entrou no cu dela sem esforço nenhum e gozamos juntos. Na hora ela dormiu e eu fiquei pensando. Por algum motivo, me veio à cabeça que meu sogro tinha comido ela. Isso me excitou e perturbou ao mesmo tempo. Lembrei que tinha uma câmera espiã escondida entre minhas coisas, conectada ao computador do meu escritório. Tinha comprado uns meses antes, pra espionar uma colega que me excitava, mas além de configurar, nunca tive coragem de instalar no escritório.
Me ocorreu que podia espionar o que minha esposa faria na manhã de quinta. Adormeci. Quando acordei, minha esposa tinha saído pra comprar pão e preparar o café. Aproveitei e instalei. A câmera, camuflada num abajur que tava numa das pontas do quarto. Olhei e reli, era imperceptível. Tomei banho, café da manhã, me despedi do meu sogro que ia viajar de tarde e da minha esposa que ficava em casa. Saí pra trampar lá pras 8h30. Cheguei no escritório umas 9h. Liguei o computador, abri o software da câmera espiã e botei na tela. Ninguém no quarto até umas 10h. Nessa hora, minha esposa entrou, deitou na cama e começou a ver TV. Lá pras 10h30, meu sogro entrou. Parou do lado dela, começaram a conversar. A câmera não deixava ouvir, só ver. Bateram um papo de uns minutos, enquanto eu olhava do escritório. O abajur tava do lado que minha esposa tinha deitado, dava pra ver a cara dela, mas não a do meu sogro quando ele parou perto. Em poucos minutos, vi meu sogro desabotoar a calça, tirar ela, tirar a cueca e deixar o pau dele no ar, bem perto do rosto da minha esposa. Assim mole, parecia bem grande, veio na minha cabeça a buceta toda arrombada que eu tinha visto na minha esposa na noite anterior. Com o boquete da minha esposa, que deu pra ver em close, o pau do meu sogro ficou duro, era enorme, ou pelo menos parecia na câmera. Depois, minha esposa sozinha, sem ajuda do meu sogro, tirou o pijama e ficou de quatro, num ângulo de 90 graus da câmera, na beirada da cama, e eu vi meu sogro começar a foder ela. Como o pauzão dele curtia a bucetinha dela. Eu tava a mil no escritório, imaginando o que eles falavam enquanto trepavam. Depois trocaram de posição, com minha esposa deitada de barriga pra cima e as pernas no ombro do meu sogro, que continuava de pé. De repente, os dois se mexeram e minha esposa ficou de quatro, com o rosto a uns 20 ou 30 cm da câmera espiã. Meu sogro subiu na cama e ficou atrás dela, comendo gostoso, pelo jeito que eu via a cara da minha esposa mostrando o prazer de mamar um pau daqueles. Aí pararam um momento e eu consegui ver meu sogro passando cuspe no cu da minha esposa e ela com cara de ansiedade.
Quando meu sogro começou a meter no cu dela, pude ver a expressão de dor da minha esposa. Como o rosto dela mostrava o sofrimento e, aos poucos, se transformava numa cara de puro prazer. Vi cara de puta, cara de vagabunda com um pau enorme dentro do cu. Pelos olhos arregalados dela, acho que gozou três vezes; na terceira, meu sogro parou, se afastou dela, pegou a roupa e foi embora.
Minha esposa ficou um tempo nua na cama. Tocando a buceta ou o cu, mas mais como um carinho do que com conotação sexual. Depois vestiu o pijama, pegou a toalha e foi tomar banho. Um pouco mais tarde, meu sogro entrou para se despedir dela e deu um beijo casto na testa dela.
Quando cheguei em casa à noite, não conseguia segurar a vontade de lamber o cu arrombado dela, e naquela noite minha esposa não recusou, acho que por pensar que na noite anterior eu não tinha percebido o cu e a buceta dela usados por um pau enorme.
Quando estávamos casados há poucos meses, já faz alguns anos, meu sogro viajou pra Lima, pra umas reuniões de trabalho. Chegou na terça à tarde e voltava pra Cuzco na quinta à tarde. Naquela terça, depois que chegou, nos convidou pra jantar. Lembro que fomos a um restaurante chique e caro, porque a situação financeira dele era (e é) bem folgada. Depois da janta, voltamos pro apartamento e ele foi dormir no quarto de hóspedes.
Na quarta cedo saí pra trabalhar, voltei umas 7 da noite. Minha esposa tava sozinha em casa e meu sogro nas reuniões dele. Fomos deitar e ele ainda não tinha chegado. Na cama, bateu uma vontade de comer ela. Minha esposa recusou e recusou. Mas insisti tanto que ela não conseguiu negar mais. Como de costume, fui direto ao que queria, lamber a buceta e o cu dela antes de possuir. Levei um susto ao sentir gosto de porra na buceta dela e descobrir o cu bem aberto. Não tínhamos transado há três dias e obviamente não fui eu o responsável.
Como se diz no Peru, me fiz de sonso e aproveitei minha esposa usada naquele mesmo dia. Meu pau entrou no cu dela sem esforço nenhum e gozamos juntos. Na hora ela dormiu e eu fiquei pensando. Por algum motivo, me veio à cabeça que meu sogro tinha comido ela. Isso me excitou e perturbou ao mesmo tempo. Lembrei que tinha uma câmera espiã escondida entre minhas coisas, conectada ao computador do meu escritório. Tinha comprado uns meses antes, pra espionar uma colega que me excitava, mas além de configurar, nunca tive coragem de instalar no escritório.
Me ocorreu que podia espionar o que minha esposa faria na manhã de quinta. Adormeci. Quando acordei, minha esposa tinha saído pra comprar pão e preparar o café. Aproveitei e instalei. A câmera, camuflada num abajur que tava numa das pontas do quarto. Olhei e reli, era imperceptível. Tomei banho, café da manhã, me despedi do meu sogro que ia viajar de tarde e da minha esposa que ficava em casa. Saí pra trampar lá pras 8h30. Cheguei no escritório umas 9h. Liguei o computador, abri o software da câmera espiã e botei na tela. Ninguém no quarto até umas 10h. Nessa hora, minha esposa entrou, deitou na cama e começou a ver TV. Lá pras 10h30, meu sogro entrou. Parou do lado dela, começaram a conversar. A câmera não deixava ouvir, só ver. Bateram um papo de uns minutos, enquanto eu olhava do escritório. O abajur tava do lado que minha esposa tinha deitado, dava pra ver a cara dela, mas não a do meu sogro quando ele parou perto. Em poucos minutos, vi meu sogro desabotoar a calça, tirar ela, tirar a cueca e deixar o pau dele no ar, bem perto do rosto da minha esposa. Assim mole, parecia bem grande, veio na minha cabeça a buceta toda arrombada que eu tinha visto na minha esposa na noite anterior. Com o boquete da minha esposa, que deu pra ver em close, o pau do meu sogro ficou duro, era enorme, ou pelo menos parecia na câmera. Depois, minha esposa sozinha, sem ajuda do meu sogro, tirou o pijama e ficou de quatro, num ângulo de 90 graus da câmera, na beirada da cama, e eu vi meu sogro começar a foder ela. Como o pauzão dele curtia a bucetinha dela. Eu tava a mil no escritório, imaginando o que eles falavam enquanto trepavam. Depois trocaram de posição, com minha esposa deitada de barriga pra cima e as pernas no ombro do meu sogro, que continuava de pé. De repente, os dois se mexeram e minha esposa ficou de quatro, com o rosto a uns 20 ou 30 cm da câmera espiã. Meu sogro subiu na cama e ficou atrás dela, comendo gostoso, pelo jeito que eu via a cara da minha esposa mostrando o prazer de mamar um pau daqueles. Aí pararam um momento e eu consegui ver meu sogro passando cuspe no cu da minha esposa e ela com cara de ansiedade.
Quando meu sogro começou a meter no cu dela, pude ver a expressão de dor da minha esposa. Como o rosto dela mostrava o sofrimento e, aos poucos, se transformava numa cara de puro prazer. Vi cara de puta, cara de vagabunda com um pau enorme dentro do cu. Pelos olhos arregalados dela, acho que gozou três vezes; na terceira, meu sogro parou, se afastou dela, pegou a roupa e foi embora.
Minha esposa ficou um tempo nua na cama. Tocando a buceta ou o cu, mas mais como um carinho do que com conotação sexual. Depois vestiu o pijama, pegou a toalha e foi tomar banho. Um pouco mais tarde, meu sogro entrou para se despedir dela e deu um beijo casto na testa dela.
Quando cheguei em casa à noite, não conseguia segurar a vontade de lamber o cu arrombado dela, e naquela noite minha esposa não recusou, acho que por pensar que na noite anterior eu não tinha percebido o cu e a buceta dela usados por um pau enorme.
3 comentários - Minha esposa e meu sogrão