Depois da minha separação, entrei numa depressão profunda que, com o tempo, se tornou crônica. Meu nome é Clarisa Feldon, tenho 37 anos e estou separada há dois anos e cinco meses. Era um relacionamento doentio, brigas intermináveis com meu ex que terminavam em constantes ataques de pânico e transtornos psiquiátricos que faziam da minha vida um inferno. Mas nem tudo na vida é escuridão, sempre existe a luz que compensa.
Essa luz foi meu filho Alejandro, ou Alejo como todo mundo chama, com seus 18 anos já é um homem, sempre me defendeu do pai, é meu protetor.
O outro raio de luz na minha vida é minha amiga Letícia, nos conhecemos desde sempre, ela é uma profissional e graças a ela consegui tomar a decisão de me separar. Ela é psicóloga e me atende como paciente, mas mais como uma amiga, embora eu respeite o trabalho dela e pague a consulta semanal contra a vontade dela, mas essa era a única condição para ela me atender, eu sempre quis que ela me tratasse como uma paciente qualquer e era assim que ela fazia.
Letícia conhecia todas as minhas obsessões e quase todos os meus segredos, ela me ajudou a sair da união tóxica que eu tinha com meu marido, do abuso psicológico que ele me submetia. Depois do divórcio, após a euforia inicial da separação, fui entrando lentamente numa depressão, cada dia que passava era como a gota diária que enchia um copo de angústia diante da solidão. Letícia sabia que precisava tomar medidas extremas para que eu me afastasse rapidamente daquela situação.
Ela, durante a terapia, fazia um trabalho profissional e, embora fosse minha amiga, não se expunha diante de mim. Um dia, ela decidiu mudar a estratégia e focar meu problema de outro ângulo. Começou a me contar sobre a vida dela, sobre como tinha enfrentado uma obsessão que a frustrava no casamento. Vou detalhar como foi essa sessão.
O consultório dela é iluminado, graças a uma grande janela que dá para uma avenida, móveis de estilo em madeira escura e uma biblioteca que cobria uma parede inteira, também um sofá de couro e um divã confortável. Para a paciente, completando o jogo de móveis. Pertencia ao pai dela, ela seguiu a profissão do pai, sempre o admirou.
A consulta era toda quarta-feira às três da tarde, eu passava lá depois de terminar as aulas de yoga. Ela sempre se veste muito formal, uma camisa clara e uma minissaia escura que deixa ver as pernas longas dela, os sapatos parecem o fetiche dela, pelas cores e marcas sempre se destacam. Eu, por outro lado, não vou muito elegante, digamos, quase sempre de camiseta e jeans se eu troco na aula de yoga ou de legging quando não troco depois das aulas, como foi nesse dia. Temos confiança suficiente pra ela não se importar se eu estou um pouco suada quando isso acontece, somos amigas e ela entende que vivo na correria.
Naquele dia, enquanto do divã eu olhava o céu azul pela janela, Letícia decide quebrar o silêncio e me contar algo pessoal pra me tirar da deprê.
— Vou te contar uma coisa que aconteceu comigo no primeiro ano de casada. Eu não era feliz, não estava satisfeita com meu marido, me sentia frustrada, triste. Sempre tive uma relação especial com meu pai, era obcecada por ele, sentia uma atração física, que mesmo parecendo doentia, existia, era real e me torturava, precisava estar com ele e sentia que o casamento foi o estopim desse sentimento de abandono e depressão, porque me afastava do meu pai. A obsessão pelo meu pai começou um dia em que, por acaso, o espiei enquanto ele tomava banho, foi bem antes de eu começar a sair com meu futuro marido. Ele estava tomando banho com a porta entreaberta, porque achava que estava sozinho em casa, mas eu cheguei antes da escola e o vi. Nunca tinha visto um pênis e ali estava o do meu pai, escorrendo entre as pernas dele, brilhando pela água do chuveiro, em cima de dois ovos enormes, fiquei impressionada e foi a primeira vez que gozei.
— Pe, pe, mas, como você resolveu, era seu pai.
— Te conto como consegui superar minha obsessão. Enquanto transava com o Juan (o marido), não conseguia tirar meu pai da cabeça. Quando eu chupava o Juan, pensava que era a pica do meu pai, mas não me satisfazia, sabia que não era verdade, que o único jeito de acabar com essa obsessão era ficar com meu pai.
— Mas isso seria incesto, é doentio.
— Naquela época, eu pensava a mesma coisa, e isso só aumentava a vontade de ficar com meu pai. Meu corpo pedia, eu sentia que era necessário. Foi aí que li num livro que, nas tribos de Papua, os jovens fazem boquete nos velhos para se alimentar do "líquido vital", ou em Malawi, onde os pais pagam para as filhas terem a primeira relação, ou como era normal no antigo Egito e entre os reis da Idade Média, o incesto. Mesmo que as práticas incestuosas sejam rejeitadas em quase todas as culturas por razões biológicas ou sociais, isso não impede a atração entre um homem e uma mulher.
— Mas é errado.
— O que é o certo ou o errado? Mais do que um ponto de vista. Pior é viver uma vida de frustração, isso adoece a gente. Olha, você conhece meu pai, sabe que pra idade dele ele é gostoso, alto, atlético e uma coisa que você não sabe: ele tem uma pica gigante.
— hahaha, mas o que você fez?
— Um mês depois de casada, comecei a trabalhar no consultório dele, aqui onde estamos agora. Eu tava feliz e agradecida pelo presente dele. Ajudei ele a mudar umas coisas e ele trouxe as minhas. A gente sempre tinha conversas longas, acho que ele sempre me analisou, não conseguia evitar, uma deformação do trabalho dele. Eu tava sentada aí onde você está, e ele me perguntava da cadeira dele como eu tava nos primeiros dias de convivência. Falei a verdade, que me sentia frustrada, que achava que o casamento ia ser outra coisa.
— Ele te ajudou?
— Na verdade, foi mútuo. Quando ele perguntou se eu sabia por que me sentia assim, contei a verdade: que precisava dele, que sentia falta de senti-lo, que precisava do sexo dele. Ele ficou calado e, depois de uns segundos, tentou me convencer a não pensar nisso, que com O tempo que meu marido ia me satisfazer, mas não quis perder a oportunidade e decidi dar o primeiro passo.
– O que você fez?
– Virei pra olhar pra ele e coloquei minha mão na virilha dele, ele na hora colocou a mão gigante dele por cima da minha. Senti na hora o pauzão dele crescendo na minha mão, como ficou duro. Mas fui muito rápida, me ajoelhei e abaixei o zíper da calça dele, meti a mão e tirei aquele pedaço imenso, ele não falou nada, só deixou rolar. Comecei a chupar ele, quase não cabia na minha boca, deixei a cabeça vermelha e brilhosa, chupei os ovos dele e ele gozou na minha cara.
– Mas ele não ficou bravo?
– Por quê? É só sexo, não queria ter um filho com ele, queria chupar aquele pau, queria me libertar e foi o que fiz. Ele me entendeu e continua fazendo. Uma ou duas vezes por mês ele me visita no consultório e eu chupo ele, só isso, não quero que ele meta e ele também não, é algo quase tântrico, um segredo e um alívio pra nós dois. Mas é nosso segredo e agora seu também.
– E sua mãe?
– Não sabe de nada, óbvio, ela teria nos matado, literalmente, mas faz mais de vinte anos que ela come esse pau, tem que aprender a dividir.
– hahaha você é maluca.
– Muitas vezes as soluções estão ao nosso alcance e a gente não percebe ou não tem coragem de pegar. Ainda não entendo como você aguentou aquele filho da puta por tanto tempo.
– É que somos diferentes. Por isso venho pedir sua ajuda, te respeito e sei que pode me ajudar.
– Vou te ajudar, mas só se você me obedecer, deixar os preconceitos de lado. Você topa?
– Sim, mas quero decidir.
– Não, eu vou ter o controle, sou a profissional e se aceitar, não tem volta.
– Tá bom, é um trato.
– Então primeiro vou te dizer o que causa sua depressão e o que falta pra você superar.
– Já sei, você vai dizer: um homem. Já te falei que não quero saber de ter outro relacionamento com homem, não quero passar por aquele ritual de conhecer alguém e depois me decepcionar.
– Não vou te dizer um homem, e sim sexo.
Ela se levanta. do sofá e fica ao meu lado, eu continuo deitada no divã. Ele leva a mão até minha barriga e desliza por baixo da minha legging até tocar minha buceta. Quase como um reflexo, seguro o pulso dele, mas deixo que me toque. Ele enfia um dedo e tira a mão.
— Viu como minha confissão te deixou.
Ele me diz mostrando um fio de baba entre os dedos indicador e polegar. Leva os dedos à boca e chupa.
— Ahh, não seja porca.
— Até tem um gostinho gostoso, olha, toca, eu tô igual.
Ele levanta a saia e abaixa uma diminuta calcinha fio dental de renda branca, deixando exposta a buceta lisinha e rosada. Sem hesitar, obedeço e enfio um dedo, e realmente, estava muito molhada. Faço o mesmo que ele, chupo meus dedos e posso sentir o gosto do néctar salgado dela.
— Também tem um gostinho gostoso.
Ela se veste de novo e volta para o sofá.
— Você nunca desejou seu filho?
— Não, de que jeito?
— Você sabe do que estou falando.
— No sexo? Claro que não.
— Mas ele é jovem, atlético, tem quase um metro e noventa, você nunca olhou pra ele como um homem?
— Não.
— Sou sua psicóloga e também sua amiga, não mente pra mim.
— Bem, alguma vez, quando ele está com o torso nu, mas tento não pensar, é meu filho.
— Você já viu ele nu.
— Quando era criança.
— Se visse agora, te pergunto.
— Não.
— Bom, isso é a primeira coisa que vamos ter que mudar.
— Não, não, não, é impossível.
— Clarisa, temos um trato e você ia me obedecer, se não consegue cumprir sua palavra, não vou poder te tratar mais.
— Não, não, mas…
— Sem mas. Clarisa, você é uma mulher linda, gostosa e seu filho com certeza não é cego. Quero que hoje saia daqui com um objetivo: vê-lo completamente nu, ele com certeza vai gostar que você o veja, os homens sempre têm um lado exibicionista, agrade ele, dê esse gosto. Olha, um dia quando ele estiver tomando banho, bate no banheiro, diz pra ele deixar você entrar pra urinar, insiste, vai ver que ele vai deixar, semana que vem você me conta.
Saí da sessão, me sentindo excitada como há muito tempo não ficava, mais ainda como quase nunca. A proposta da Letícia não saía da minha cabeça durante toda a viagem. Sabia que meu filho ia estar em casa, ele fica lá quase o dia inteiro porque terminou os estudos, mas naquele dia não tive coragem de fazer nada.
Passaram-se três dias e eu continuei na minha rotina, mas não conseguia tirar da cabeça o que Letícia me disse, foi como um vírus que entrou na minha mente e me corroía o dia todo. Também sabia que o tempo estava se encurtando e a próxima sessão ia chegar, então eu precisava criar coragem e decidir o que fazer.
No sábado de manhã, saí pra correr cedo no parque como sempre faço, sabia que o Alejo acorda lá pelas 9h e toma banho, ele sabe que vou correr mas sempre chego antes do almoço. Crio coragem e decido executar um plano.
Chego de correr às 8h45 e entro sem fazer barulho na cozinha e espero meu filho levantar e ir tomar banho, ele sempre tem a mesma rotina, quase um robô de manhã.
Espero até ouvir o som da água correndo no chuveiro. Quando isso acontece, crio coragem e subo as escadas até a porta do banheiro.
-Toc, toc, toc. Alejo
-Toc, toc, toc, Ale
-SIM, MÃE, O QUE FOI?
-Vai demorar muito?
-ACABEI DE ENTRAR.
-Posso entrar?
-AGORA?
-Tô apertada pra fazer xixi, vai, olho pro outro lado.
-TÁ BOM, ENTRA LOGO
Abro a porta e entro, o banheiro tem um box de vidro transparente, então assim que entro vejo ele pelado com a água escorrendo pelo corpo. Ele não me olha, continua tomando banho como se nada, a Letícia tinha razão, ele gosta de se exibir ou pelo menos não tem vergonha. Tava de costas, vejo a bunda dele mais branca que o resto do corpo, redondinha e firme. Enquanto me aproximo do vaso, vejo ele de lado, ele continua sem olhar, eu não consigo evitar. Abaixo a legging e me sento, ele vira um pouco enquanto lava o cabelo. Agora consigo ver pendurado entre as pernas dele o pau num saco que segurava dois ovos grandes, não consigo tirar os olhos desses ovos, ele como se nada. Solto um jato de xixi e ele me pergunta alguma coisa.
-Foi correr? —Sim, agora tenho que ir comprar algo pra comer.
Me seco, levanto e saio do banheiro. Ele continuou como se nada, tomando banho. Fiquei muito excitada, não consigo me segurar e tenho que me masturbar no quarto antes de me trocar pra sair. Foi algo incrível ver o corpo dele ensaboado e saber que não se importava que eu o visse pelado.
Depois de uma hora, volto pra preparar o almoço, sentamos pra comer e peço desculpas.
— Desculpa por entrar no banheiro, tava me mijando.
— Por quê?
— Você tava tomando banho.
— Por que eu tava pelado? Kkkk, sem problema, no vestiário do clube todo mundo fica nu e tenho que ver cada velho que fica olhando minhas bolas, é pra isso que servem alguns velhos viados.
Isso me deixou mais tranquila, não era a única que ficava louca pelos ovos dele. Os dias pareciam passar mais devagar, eu morria de vontade de contar pra Letícia que tinha cumprido a promessa, mas não foi só isso. Dois dias depois de vê-lo no banheiro, era quase meio-dia e Alejo não levantava. Vou até o quarto dele, bato e ele não responde, então abro a porta e vejo ele dormindo profundamente e pelado, com o pau pendendo pro lado apontando pra cama.
— Ué, desculpa, tá acontecendo algo?
— Não, nada, é que tô com sono, já vou levantar.
Fecho a porta e percebo que ele gostava que eu o visse nu. Eu não acreditava que minha cabeça já não tava mais ocupada pelo meu ex-marido, agora pensava no pau do meu filho o dia inteiro.
Na quarta-feira, como toda quarta depois das aulas de yoga, vou na casa da Letícia. Agora com novidades.
— Então, como foi a semana?
— Consegui cumprir, vi ele pelado.
— Legal, e ele falou algo?
— Parece que não se importa.
— Kkkk, sabia.
— Você tava certa.
— Como é que ele tem?
— O quê?
— Já sabe, a rola. É grande?
— Sim, é comprida, os ovos pareciam grandes.
— Você gostou? Te excitou?
— Sim.
— Bom, agora temos que ir mais longe, o objetivo é fazer aquela rola sua.
— Não, não consigo.
— Já combinamos que temos um trato e vejo que você já tá deixando a depressão pra trás. Não tem nada de errado em sentir desejo sexual por um homem, que ele seja teu filho é só um detalhe.
- Beleza, o que eu tenho que fazer?
- O segundo objetivo é seduzir ele.
- Mas como ele vai reparar em mim? Sou a mãe dele.
- Acredita em mim, ele morre de vontade de te comer, como todo filho com a mãe, eu só vou te ensinar a provocar ele, esquentar ele igual um motor pra funcionar. Quero que um dia, quando você for correr, ligue pra ele e diga que caiu no parque e se machucou feio, que ele vá te buscar. Você vai ver que ele vai sair voando pra te achar, o instinto protetor dele com a mãe vai deixar a adrenalina no talo nas veias dele, ele vai estar no ponto certo pra você montar toda a sua encenação.
- Mas e se ele quiser me levar pro médico?
- Melhor ainda, ele vai sentir que tá no controle da situação e a gente vai poder mexer com ele como uma peça de xadrez. Tenho uma amiga no andar de baixo que tem um consultório, é pediatra, mas é mais minha amiga e me deve um favor, vou falar pra ela o que tem que fazer. Só seu filho precisa te levar no consultório dela, você só tem que fingir uma dor forte, me avisa o dia que você for que eu arrumo tudo. Atua o melhor que puder.
Não quis me adiantar nada do que falou pra doutora que tinha que fazer.
Sexta-feira seria o dia, saio pra correr cedo e lá pelas 8 da manhã decido ligar pro meu filho, sento num banco da praça e disco o número do celular dele, toca várias vezes e cai na caixa postal, tenho que insistir, já tinha avisado a Letícia pra ela avisar a amiga dela, a doutora. Ligo de novo, toca umas cinco vezes até ele atender.
- Oi Ale, é sua mãe.
- Sim, sim, o que foi?
- Não se preocupa, mas caí no parque, pode vir me buscar?
- Você tá bem?
- Tô, tô, não foi nada, me machuquei, mas não é grave.
- Onde você tá?
- Perto da fonte, debaixo de uma árvore.
- Ok, já tô indo pra aí.
Me senti um lixo, não queria assustar meu filho, mas a ideia da Letícia era mais forte e me obrigava a seguir com o plano.
Não passam 20 minutos e vejo que vem correndo de uma trilha de pó de tijolo.
—O que aconteceu? Tá doendo? Consegue andar?
—Caí sentada, pisei numa pedra e perdi o equilíbrio. Tô com muita dor na cintura.
—Vou chamar uma ambulância.
—Não precisa, consigo andar, me ajuda a chegar no carro e a gente vai no consultório de uma médica amiga.
Alejandro tava assustado, me pega com o braço por baixo do meu e me ajuda a chegar no carro. Eu dramatizo um estado de dor e faço questão de ter dificuldade pra sentar no banco por causa da dor. Ele liga o carro e a gente vai pra médica.
Chegamos no consultório, ele desce do carro e sai correndo pro porteiro eletrônico da entrada do prédio, volta e me ajuda a sair do carro. Subimos de elevador até a porta do consultório. Batemos e a médica abre. Eu não conhecia ela, era uma mulher grande, uns 60 anos, gordinha. A gente segue ela até uma sala que era o consultório. Tinha coisas de qualquer consultório, mas muitas fotos de crianças e uma balança de bebê, mas meu filho não ia reparar nesses detalhes, só via ela com um jaleco branco e um estetoscópio pendurado no pescoço.
—Podem entrar.
—Com licença.
—O que aconteceu?
—Caí no parque, caí sentada e tô com muita dor na cintura e na coluna.
Meu filho tava olhando pro lado.
—Bom, vou ter que te examinar, quem é ele?
—Meu filho, quer que ele saia?
—Não, não precisa, melhor ele ficar, pode ser que precise me ajudar. Por favor, tira a camiseta.
Eu obedeço e fico de sutiã, uso daqueles esportivos cruzados nas costas, com outros não consigo correr, é muito desconfortável quando as tetas pulam pra todo lado. Eu tava de pé e ela senta atrás de mim. Começa a apertar as vértebras da coluna enquanto perguntava se eu sentia dor. Chega na cintura e abaixa minha legging e a calcinha fio dental, fico com a bunda de fora e ela começa a apalpar igual fazia na coluna. Eu finjo dor quando ela toca.
—Dói?
—Ai, sim, sim.
—Aqui?
Ela desceu mais e tocava meu cóccix com o dedo e apertava. não conseguia ver meu filho, mas imaginava o show lésbico que ele tava vendo, uma médica enfiando o dedo no meu cu.
– Sim, sim, dói.
– Bom, deixa eu te aplicar um calmante e te falo o que fazer.
Eu não imaginava que a entrevista seria tão realista, mas parecia que as instruções da Letícia foram bem precisas. Eu obedeço ela em tudo. Ela me aplica na bunda um suposto calmante, quase não sinto a picada, mas tomei.
Sento, fingindo dificuldade, numa cadeira ao lado do meu filho em frente à escrivaninha, do outro lado tava a médica anotando umas coisas em planilhas e fazendo receitas. A gente ficou em silêncio, dava pra ouvir o barulho da caneta no papel enquanto ela escrevia.
– Bom, por sorte foi só um baita tombo, não senti nada quebrado, mas vai doer uns dias, você vai precisar de ajuda. Olha, aqui te receito uns calmantes e um creme analgésico que você tem que passar a cada 6 horas. Também isso caso doa quando você for no banheiro. Tem alguém pra te ajudar?
– Não, moro sozinha com meu filho.
– Então, ele vai ter que te ajudar a se locomover ou se higienizar, tô falando porque vai começar a doer mais amanhã. Você não pode cair de novo.
– Vou tentar fazer sozinha.
– Não, qual é seu nome?
– Alejandro.
– Olha, ela não pode se mexer, então você vai ter que ajudar com as coisas de casa e a se locomover pela casa, vai ter que ajudar ela a ir ao banheiro ou trocar de roupa, é perigoso ela cair, a coluna precisa desinflamar, passa um monte de terminações nervosas. Ela vai te dizer o que precisa, depende dela. Consegue ajudar?
– Sim, consigo.
– Bom, tô pegando sua palavra, agora você é responsável pela saúde dela.
Ela conseguiu o que queria, preocupou meu filho com a minha saúde, deixou ele na mão, agora dependia de mim até onde eu queria ir. Até me receitou, sem meu filho ver, uns supositórios de glicerina, parece que as instruções da Letícia eram pra ir bem longe.
A gente saiu do consultório. eu ia andando pendurada no ombro do Alejo. Ele me ajudava com todo cuidado, enquanto eu fingia dor ao caminhar. Ele faz a mesma coisa quando chegamos em casa, me acompanha até meu quarto e me deixa na cama, onde eu me deito exausta.
Tava desesperada pra falar com a Letícia, pelo horário sabia que ela devia estar com algum paciente, decido mandar uma mensagem pra contar como foi com a médica, sabia que ela ia responder, ela me disse que se não se distrai com alguma coisa com alguns pacientes, dorme, então ia me responder.
– Oi Leti.
– (mãozinha acenando)
– Fui na médica, Alejo acreditou em tudo.
– (joinha pra cima) (joinha pra cima)
– Mas ela receitou uns supositórios, foi ideia tua?
– (Joinha pra cima) (cara sorrindo e gota de suor)
– Acho que não vou tão longe assim.
– (cara brava) (cara brava)
– Não sei o que fazer, te prometi, mas tô com medo, o que eu faço?
– (sinal ok) (dedo indicador apontando pra esquerda)
– hahaha vou te obedecer. Depois te conto.
– (joinha pra cima) (joinha pra cima) (cara sorrindo)
Foi uma promessa e o empurrão da Letícia que me levaram ao que vou contar.
Da cama, chamo o Alejo pra me ajudar. Ele bate na porta e entra no quarto.
– Ale, me ajuda a ir pro banheiro, quero tomar um banho e trocar essa roupa.
– Sim, vamos.
Vou andando devagar pendurada no Alejo e entramos no banheiro.
– Valeu, filho.
– Consegue sozinha?
– Pode me ajudar?
– Sim.
Fico imóvel pra ele me ajudar a tirar a roupa, eu tava decidida a tudo. Primeiro ele tira minha camiseta e fico de sutiã, depois abaixa minha legging e fico com minha calcinha fio dental, que percebo que tava molhada. Eu pensava que ele ia parar por aí, mas não, continuou, pegou o sutiã pelas laterais e tirou pela minha cabeça, depois, sem dizer nada, tirou minha calcinha. Fico completamente pelada, sinto um pouco de vergonha, mas tava mais excitada do que nunca. Ele pega minha mão e me ajuda a entrar no chuveiro e fecha a porta de vidro.
– Levo essa roupa pro lavanderia?
Com a mão dele A mão esquerda segurava a legging e a camiseta, e na direita o sutiã e a tanga.
—Sim, por favor.
Percebi que a intenção dele era saborear minha roupa íntima, no lugar dele eu faria o mesmo.
—Quando terminar, me chama que eu te ajudo a ir pro quarto.
Assim que ele saiu do banheiro, eu me masturbo debaixo da água do chuveiro, acho que ele devia estar fazendo o mesmo com minha calcinha. Não consigo evitar o barulho que minha mão faz na buceta enquanto eu me masturbo, plaf, plaf, plaf, tentava não deixar escapar nenhum gemido, embora não saiba se algum saiu da minha boca.
Termino de tomar banho e tô tonta, não sei quantos orgasmos tive enquanto me lavava, mas foram vários, tava exausta. Me seco com uma toalha, visto um roupão de tecido felpudo e chamo meu filho.
—Ale, pode me ajudar?
Não passou nem dez segundos e ele bate na porta e entra. Me olha com cara de decepcionado por não me ver pelada, mas eu sei que o desejo nos homens é mais forte.
Repetindo a cena anterior, ele me leva andando até meu quarto e me deixa sentada na cama. Ele pergunta:
—Tá doendo?
—Sim, espero que seja só uns dias, essa dor é chata, tomara que o creme que a médica passou adiante alguma coisa. Você pode me ajudar com o creme?
—Sim.
Com toda naturalidade, eu me deito de bruços na cama e levanto o roupão até uns vinte centímetros acima da cintura. Fico com a bunda de fora e entrego o pote de creme na mão dele. Ele coloca um pouco de creme bem em cima da minha cintura e começa a espalhar com as duas mãos, massageando a área. As mãos dele deslizam de um lado pro outro da cintura, mas aos poucos vão descendo até minha bunda. Sei que tenho uma bunda gostosa, grande na medida certa, meu marido beijava e chupava ela por horas, mas com o tempo foi descontando a raiva nela, me sodomizava quando queria me dominar, não parava até eu chorar e mostrar submissão. Na real, eu gostava, mas nunca dei o gosto de ele sentir prazer em me comer pelo cu, eu odiava ele. Com meu filho, era diferente. diferente quando ele começa a tocar, eu sinto que faz com carinho e medo, sinto que posso dominar ele com a bunda. Enquanto com o movimento das mãos dele, percebo que ele tenta separar e abrir pra ver o ânus, ele pergunta.
— São analgésicos o que você deu?
— Quais?
— A caixa azul.
— Ah isso, não.
— O que são?
— Supositórios, me deram pra não doer quando vou ao banheiro, facilitam o trabalho.
— Quer que eu coloque?
— Você faria?
— Sim, se te ajudar.
— Obrigada. Tão naquela gaveta.
Não imaginei chegar tão longe, superou todas as minhas expectativas, morria de vontade de contar pra Leticia.
Ele tira um supositório do blister e me mostra.
— Deixa eu chupar um pouco, assim você consegue enfiar mais fácil.
Ele me dá, passo a língua pra molhar com saliva e devolvo. Levanto a bunda e fico de joelhos na cama com a cabeça no travesseiro. Sinto ele começar a tocar o ânus com o supositório pequeno e ir introduzindo aos poucos.
— Enfia o dedo bem fundo pra não sair.
Como um escravo fiel, ele obedece e enfia o dedo até a mão bater, depois tira o dedo devagar. Me deito de novo e abaixo o roupão.
Foram alguns segundos em que pensei, por que não ir mais longe. Então me viro e falo.
— Quer enfiar mais fundo?
— Como?
— Vem.
Pego ele pela cintura e abaixo a calça, o pau salta pra fora, seguro com as duas mãos e levo à boca, começo a chupar. Não queria que gozasse na minha boca, então tiro e falo.
— Mete no meu cu, bem fundo.
Fico de quatro, ele me pega pela cintura e encosta o pau no ânus. Já tava com o buraco tão lubrificado e dilatado que não precisei de muito esforço pra enfiar, empurro e empurro até ter ele bem dentro, entrava e saía, até gozar dentro do cu, sinto ele me encher de porra quente.
Fodemos o dia inteiro e a semana toda. Quando na quarta-feira fui na Leticia, contei todos os detalhes do que fizemos e como não conseguimos parar. fazer isso.
A Letícia me tirou da depressão, disse que queria participar e foi o que fez. Agora somos um trio que nunca esgota o apetite sexual. Meu filho nos fode como duas adolescentes, arrebenta nossa buceta toda vez que a gente se encontra. Ficamos viciadas em sexo e não conseguimos parar.
Essa luz foi meu filho Alejandro, ou Alejo como todo mundo chama, com seus 18 anos já é um homem, sempre me defendeu do pai, é meu protetor.
O outro raio de luz na minha vida é minha amiga Letícia, nos conhecemos desde sempre, ela é uma profissional e graças a ela consegui tomar a decisão de me separar. Ela é psicóloga e me atende como paciente, mas mais como uma amiga, embora eu respeite o trabalho dela e pague a consulta semanal contra a vontade dela, mas essa era a única condição para ela me atender, eu sempre quis que ela me tratasse como uma paciente qualquer e era assim que ela fazia.
Letícia conhecia todas as minhas obsessões e quase todos os meus segredos, ela me ajudou a sair da união tóxica que eu tinha com meu marido, do abuso psicológico que ele me submetia. Depois do divórcio, após a euforia inicial da separação, fui entrando lentamente numa depressão, cada dia que passava era como a gota diária que enchia um copo de angústia diante da solidão. Letícia sabia que precisava tomar medidas extremas para que eu me afastasse rapidamente daquela situação.
Ela, durante a terapia, fazia um trabalho profissional e, embora fosse minha amiga, não se expunha diante de mim. Um dia, ela decidiu mudar a estratégia e focar meu problema de outro ângulo. Começou a me contar sobre a vida dela, sobre como tinha enfrentado uma obsessão que a frustrava no casamento. Vou detalhar como foi essa sessão.
O consultório dela é iluminado, graças a uma grande janela que dá para uma avenida, móveis de estilo em madeira escura e uma biblioteca que cobria uma parede inteira, também um sofá de couro e um divã confortável. Para a paciente, completando o jogo de móveis. Pertencia ao pai dela, ela seguiu a profissão do pai, sempre o admirou.
A consulta era toda quarta-feira às três da tarde, eu passava lá depois de terminar as aulas de yoga. Ela sempre se veste muito formal, uma camisa clara e uma minissaia escura que deixa ver as pernas longas dela, os sapatos parecem o fetiche dela, pelas cores e marcas sempre se destacam. Eu, por outro lado, não vou muito elegante, digamos, quase sempre de camiseta e jeans se eu troco na aula de yoga ou de legging quando não troco depois das aulas, como foi nesse dia. Temos confiança suficiente pra ela não se importar se eu estou um pouco suada quando isso acontece, somos amigas e ela entende que vivo na correria.
Naquele dia, enquanto do divã eu olhava o céu azul pela janela, Letícia decide quebrar o silêncio e me contar algo pessoal pra me tirar da deprê.
— Vou te contar uma coisa que aconteceu comigo no primeiro ano de casada. Eu não era feliz, não estava satisfeita com meu marido, me sentia frustrada, triste. Sempre tive uma relação especial com meu pai, era obcecada por ele, sentia uma atração física, que mesmo parecendo doentia, existia, era real e me torturava, precisava estar com ele e sentia que o casamento foi o estopim desse sentimento de abandono e depressão, porque me afastava do meu pai. A obsessão pelo meu pai começou um dia em que, por acaso, o espiei enquanto ele tomava banho, foi bem antes de eu começar a sair com meu futuro marido. Ele estava tomando banho com a porta entreaberta, porque achava que estava sozinho em casa, mas eu cheguei antes da escola e o vi. Nunca tinha visto um pênis e ali estava o do meu pai, escorrendo entre as pernas dele, brilhando pela água do chuveiro, em cima de dois ovos enormes, fiquei impressionada e foi a primeira vez que gozei.
— Pe, pe, mas, como você resolveu, era seu pai.
— Te conto como consegui superar minha obsessão. Enquanto transava com o Juan (o marido), não conseguia tirar meu pai da cabeça. Quando eu chupava o Juan, pensava que era a pica do meu pai, mas não me satisfazia, sabia que não era verdade, que o único jeito de acabar com essa obsessão era ficar com meu pai.
— Mas isso seria incesto, é doentio.
— Naquela época, eu pensava a mesma coisa, e isso só aumentava a vontade de ficar com meu pai. Meu corpo pedia, eu sentia que era necessário. Foi aí que li num livro que, nas tribos de Papua, os jovens fazem boquete nos velhos para se alimentar do "líquido vital", ou em Malawi, onde os pais pagam para as filhas terem a primeira relação, ou como era normal no antigo Egito e entre os reis da Idade Média, o incesto. Mesmo que as práticas incestuosas sejam rejeitadas em quase todas as culturas por razões biológicas ou sociais, isso não impede a atração entre um homem e uma mulher.
— Mas é errado.
— O que é o certo ou o errado? Mais do que um ponto de vista. Pior é viver uma vida de frustração, isso adoece a gente. Olha, você conhece meu pai, sabe que pra idade dele ele é gostoso, alto, atlético e uma coisa que você não sabe: ele tem uma pica gigante.
— hahaha, mas o que você fez?
— Um mês depois de casada, comecei a trabalhar no consultório dele, aqui onde estamos agora. Eu tava feliz e agradecida pelo presente dele. Ajudei ele a mudar umas coisas e ele trouxe as minhas. A gente sempre tinha conversas longas, acho que ele sempre me analisou, não conseguia evitar, uma deformação do trabalho dele. Eu tava sentada aí onde você está, e ele me perguntava da cadeira dele como eu tava nos primeiros dias de convivência. Falei a verdade, que me sentia frustrada, que achava que o casamento ia ser outra coisa.
— Ele te ajudou?
— Na verdade, foi mútuo. Quando ele perguntou se eu sabia por que me sentia assim, contei a verdade: que precisava dele, que sentia falta de senti-lo, que precisava do sexo dele. Ele ficou calado e, depois de uns segundos, tentou me convencer a não pensar nisso, que com O tempo que meu marido ia me satisfazer, mas não quis perder a oportunidade e decidi dar o primeiro passo.
– O que você fez?
– Virei pra olhar pra ele e coloquei minha mão na virilha dele, ele na hora colocou a mão gigante dele por cima da minha. Senti na hora o pauzão dele crescendo na minha mão, como ficou duro. Mas fui muito rápida, me ajoelhei e abaixei o zíper da calça dele, meti a mão e tirei aquele pedaço imenso, ele não falou nada, só deixou rolar. Comecei a chupar ele, quase não cabia na minha boca, deixei a cabeça vermelha e brilhosa, chupei os ovos dele e ele gozou na minha cara.
– Mas ele não ficou bravo?
– Por quê? É só sexo, não queria ter um filho com ele, queria chupar aquele pau, queria me libertar e foi o que fiz. Ele me entendeu e continua fazendo. Uma ou duas vezes por mês ele me visita no consultório e eu chupo ele, só isso, não quero que ele meta e ele também não, é algo quase tântrico, um segredo e um alívio pra nós dois. Mas é nosso segredo e agora seu também.
– E sua mãe?
– Não sabe de nada, óbvio, ela teria nos matado, literalmente, mas faz mais de vinte anos que ela come esse pau, tem que aprender a dividir.
– hahaha você é maluca.
– Muitas vezes as soluções estão ao nosso alcance e a gente não percebe ou não tem coragem de pegar. Ainda não entendo como você aguentou aquele filho da puta por tanto tempo.
– É que somos diferentes. Por isso venho pedir sua ajuda, te respeito e sei que pode me ajudar.
– Vou te ajudar, mas só se você me obedecer, deixar os preconceitos de lado. Você topa?
– Sim, mas quero decidir.
– Não, eu vou ter o controle, sou a profissional e se aceitar, não tem volta.
– Tá bom, é um trato.
– Então primeiro vou te dizer o que causa sua depressão e o que falta pra você superar.
– Já sei, você vai dizer: um homem. Já te falei que não quero saber de ter outro relacionamento com homem, não quero passar por aquele ritual de conhecer alguém e depois me decepcionar.
– Não vou te dizer um homem, e sim sexo.
Ela se levanta. do sofá e fica ao meu lado, eu continuo deitada no divã. Ele leva a mão até minha barriga e desliza por baixo da minha legging até tocar minha buceta. Quase como um reflexo, seguro o pulso dele, mas deixo que me toque. Ele enfia um dedo e tira a mão.
— Viu como minha confissão te deixou.
Ele me diz mostrando um fio de baba entre os dedos indicador e polegar. Leva os dedos à boca e chupa.
— Ahh, não seja porca.
— Até tem um gostinho gostoso, olha, toca, eu tô igual.
Ele levanta a saia e abaixa uma diminuta calcinha fio dental de renda branca, deixando exposta a buceta lisinha e rosada. Sem hesitar, obedeço e enfio um dedo, e realmente, estava muito molhada. Faço o mesmo que ele, chupo meus dedos e posso sentir o gosto do néctar salgado dela.
— Também tem um gostinho gostoso.
Ela se veste de novo e volta para o sofá.
— Você nunca desejou seu filho?
— Não, de que jeito?
— Você sabe do que estou falando.
— No sexo? Claro que não.
— Mas ele é jovem, atlético, tem quase um metro e noventa, você nunca olhou pra ele como um homem?
— Não.
— Sou sua psicóloga e também sua amiga, não mente pra mim.
— Bem, alguma vez, quando ele está com o torso nu, mas tento não pensar, é meu filho.
— Você já viu ele nu.
— Quando era criança.
— Se visse agora, te pergunto.
— Não.
— Bom, isso é a primeira coisa que vamos ter que mudar.
— Não, não, não, é impossível.
— Clarisa, temos um trato e você ia me obedecer, se não consegue cumprir sua palavra, não vou poder te tratar mais.
— Não, não, mas…
— Sem mas. Clarisa, você é uma mulher linda, gostosa e seu filho com certeza não é cego. Quero que hoje saia daqui com um objetivo: vê-lo completamente nu, ele com certeza vai gostar que você o veja, os homens sempre têm um lado exibicionista, agrade ele, dê esse gosto. Olha, um dia quando ele estiver tomando banho, bate no banheiro, diz pra ele deixar você entrar pra urinar, insiste, vai ver que ele vai deixar, semana que vem você me conta.
Saí da sessão, me sentindo excitada como há muito tempo não ficava, mais ainda como quase nunca. A proposta da Letícia não saía da minha cabeça durante toda a viagem. Sabia que meu filho ia estar em casa, ele fica lá quase o dia inteiro porque terminou os estudos, mas naquele dia não tive coragem de fazer nada.
Passaram-se três dias e eu continuei na minha rotina, mas não conseguia tirar da cabeça o que Letícia me disse, foi como um vírus que entrou na minha mente e me corroía o dia todo. Também sabia que o tempo estava se encurtando e a próxima sessão ia chegar, então eu precisava criar coragem e decidir o que fazer.
No sábado de manhã, saí pra correr cedo no parque como sempre faço, sabia que o Alejo acorda lá pelas 9h e toma banho, ele sabe que vou correr mas sempre chego antes do almoço. Crio coragem e decido executar um plano.
Chego de correr às 8h45 e entro sem fazer barulho na cozinha e espero meu filho levantar e ir tomar banho, ele sempre tem a mesma rotina, quase um robô de manhã.
Espero até ouvir o som da água correndo no chuveiro. Quando isso acontece, crio coragem e subo as escadas até a porta do banheiro.
-Toc, toc, toc. Alejo
-Toc, toc, toc, Ale
-SIM, MÃE, O QUE FOI?
-Vai demorar muito?
-ACABEI DE ENTRAR.
-Posso entrar?
-AGORA?
-Tô apertada pra fazer xixi, vai, olho pro outro lado.
-TÁ BOM, ENTRA LOGO
Abro a porta e entro, o banheiro tem um box de vidro transparente, então assim que entro vejo ele pelado com a água escorrendo pelo corpo. Ele não me olha, continua tomando banho como se nada, a Letícia tinha razão, ele gosta de se exibir ou pelo menos não tem vergonha. Tava de costas, vejo a bunda dele mais branca que o resto do corpo, redondinha e firme. Enquanto me aproximo do vaso, vejo ele de lado, ele continua sem olhar, eu não consigo evitar. Abaixo a legging e me sento, ele vira um pouco enquanto lava o cabelo. Agora consigo ver pendurado entre as pernas dele o pau num saco que segurava dois ovos grandes, não consigo tirar os olhos desses ovos, ele como se nada. Solto um jato de xixi e ele me pergunta alguma coisa.
-Foi correr? —Sim, agora tenho que ir comprar algo pra comer.
Me seco, levanto e saio do banheiro. Ele continuou como se nada, tomando banho. Fiquei muito excitada, não consigo me segurar e tenho que me masturbar no quarto antes de me trocar pra sair. Foi algo incrível ver o corpo dele ensaboado e saber que não se importava que eu o visse pelado.
Depois de uma hora, volto pra preparar o almoço, sentamos pra comer e peço desculpas.
— Desculpa por entrar no banheiro, tava me mijando.
— Por quê?
— Você tava tomando banho.
— Por que eu tava pelado? Kkkk, sem problema, no vestiário do clube todo mundo fica nu e tenho que ver cada velho que fica olhando minhas bolas, é pra isso que servem alguns velhos viados.
Isso me deixou mais tranquila, não era a única que ficava louca pelos ovos dele. Os dias pareciam passar mais devagar, eu morria de vontade de contar pra Letícia que tinha cumprido a promessa, mas não foi só isso. Dois dias depois de vê-lo no banheiro, era quase meio-dia e Alejo não levantava. Vou até o quarto dele, bato e ele não responde, então abro a porta e vejo ele dormindo profundamente e pelado, com o pau pendendo pro lado apontando pra cama.
— Ué, desculpa, tá acontecendo algo?
— Não, nada, é que tô com sono, já vou levantar.
Fecho a porta e percebo que ele gostava que eu o visse nu. Eu não acreditava que minha cabeça já não tava mais ocupada pelo meu ex-marido, agora pensava no pau do meu filho o dia inteiro.
Na quarta-feira, como toda quarta depois das aulas de yoga, vou na casa da Letícia. Agora com novidades.
— Então, como foi a semana?
— Consegui cumprir, vi ele pelado.
— Legal, e ele falou algo?
— Parece que não se importa.
— Kkkk, sabia.
— Você tava certa.
— Como é que ele tem?
— O quê?
— Já sabe, a rola. É grande?
— Sim, é comprida, os ovos pareciam grandes.
— Você gostou? Te excitou?
— Sim.
— Bom, agora temos que ir mais longe, o objetivo é fazer aquela rola sua.
— Não, não consigo.
— Já combinamos que temos um trato e vejo que você já tá deixando a depressão pra trás. Não tem nada de errado em sentir desejo sexual por um homem, que ele seja teu filho é só um detalhe.
- Beleza, o que eu tenho que fazer?
- O segundo objetivo é seduzir ele.
- Mas como ele vai reparar em mim? Sou a mãe dele.
- Acredita em mim, ele morre de vontade de te comer, como todo filho com a mãe, eu só vou te ensinar a provocar ele, esquentar ele igual um motor pra funcionar. Quero que um dia, quando você for correr, ligue pra ele e diga que caiu no parque e se machucou feio, que ele vá te buscar. Você vai ver que ele vai sair voando pra te achar, o instinto protetor dele com a mãe vai deixar a adrenalina no talo nas veias dele, ele vai estar no ponto certo pra você montar toda a sua encenação.
- Mas e se ele quiser me levar pro médico?
- Melhor ainda, ele vai sentir que tá no controle da situação e a gente vai poder mexer com ele como uma peça de xadrez. Tenho uma amiga no andar de baixo que tem um consultório, é pediatra, mas é mais minha amiga e me deve um favor, vou falar pra ela o que tem que fazer. Só seu filho precisa te levar no consultório dela, você só tem que fingir uma dor forte, me avisa o dia que você for que eu arrumo tudo. Atua o melhor que puder.
Não quis me adiantar nada do que falou pra doutora que tinha que fazer.
Sexta-feira seria o dia, saio pra correr cedo e lá pelas 8 da manhã decido ligar pro meu filho, sento num banco da praça e disco o número do celular dele, toca várias vezes e cai na caixa postal, tenho que insistir, já tinha avisado a Letícia pra ela avisar a amiga dela, a doutora. Ligo de novo, toca umas cinco vezes até ele atender.
- Oi Ale, é sua mãe.
- Sim, sim, o que foi?
- Não se preocupa, mas caí no parque, pode vir me buscar?
- Você tá bem?
- Tô, tô, não foi nada, me machuquei, mas não é grave.
- Onde você tá?
- Perto da fonte, debaixo de uma árvore.
- Ok, já tô indo pra aí.
Me senti um lixo, não queria assustar meu filho, mas a ideia da Letícia era mais forte e me obrigava a seguir com o plano.
Não passam 20 minutos e vejo que vem correndo de uma trilha de pó de tijolo.
—O que aconteceu? Tá doendo? Consegue andar?
—Caí sentada, pisei numa pedra e perdi o equilíbrio. Tô com muita dor na cintura.
—Vou chamar uma ambulância.
—Não precisa, consigo andar, me ajuda a chegar no carro e a gente vai no consultório de uma médica amiga.
Alejandro tava assustado, me pega com o braço por baixo do meu e me ajuda a chegar no carro. Eu dramatizo um estado de dor e faço questão de ter dificuldade pra sentar no banco por causa da dor. Ele liga o carro e a gente vai pra médica.
Chegamos no consultório, ele desce do carro e sai correndo pro porteiro eletrônico da entrada do prédio, volta e me ajuda a sair do carro. Subimos de elevador até a porta do consultório. Batemos e a médica abre. Eu não conhecia ela, era uma mulher grande, uns 60 anos, gordinha. A gente segue ela até uma sala que era o consultório. Tinha coisas de qualquer consultório, mas muitas fotos de crianças e uma balança de bebê, mas meu filho não ia reparar nesses detalhes, só via ela com um jaleco branco e um estetoscópio pendurado no pescoço.
—Podem entrar.
—Com licença.
—O que aconteceu?
—Caí no parque, caí sentada e tô com muita dor na cintura e na coluna.
Meu filho tava olhando pro lado.
—Bom, vou ter que te examinar, quem é ele?
—Meu filho, quer que ele saia?
—Não, não precisa, melhor ele ficar, pode ser que precise me ajudar. Por favor, tira a camiseta.
Eu obedeço e fico de sutiã, uso daqueles esportivos cruzados nas costas, com outros não consigo correr, é muito desconfortável quando as tetas pulam pra todo lado. Eu tava de pé e ela senta atrás de mim. Começa a apertar as vértebras da coluna enquanto perguntava se eu sentia dor. Chega na cintura e abaixa minha legging e a calcinha fio dental, fico com a bunda de fora e ela começa a apalpar igual fazia na coluna. Eu finjo dor quando ela toca.
—Dói?
—Ai, sim, sim.
—Aqui?
Ela desceu mais e tocava meu cóccix com o dedo e apertava. não conseguia ver meu filho, mas imaginava o show lésbico que ele tava vendo, uma médica enfiando o dedo no meu cu.
– Sim, sim, dói.
– Bom, deixa eu te aplicar um calmante e te falo o que fazer.
Eu não imaginava que a entrevista seria tão realista, mas parecia que as instruções da Letícia foram bem precisas. Eu obedeço ela em tudo. Ela me aplica na bunda um suposto calmante, quase não sinto a picada, mas tomei.
Sento, fingindo dificuldade, numa cadeira ao lado do meu filho em frente à escrivaninha, do outro lado tava a médica anotando umas coisas em planilhas e fazendo receitas. A gente ficou em silêncio, dava pra ouvir o barulho da caneta no papel enquanto ela escrevia.
– Bom, por sorte foi só um baita tombo, não senti nada quebrado, mas vai doer uns dias, você vai precisar de ajuda. Olha, aqui te receito uns calmantes e um creme analgésico que você tem que passar a cada 6 horas. Também isso caso doa quando você for no banheiro. Tem alguém pra te ajudar?
– Não, moro sozinha com meu filho.
– Então, ele vai ter que te ajudar a se locomover ou se higienizar, tô falando porque vai começar a doer mais amanhã. Você não pode cair de novo.
– Vou tentar fazer sozinha.
– Não, qual é seu nome?
– Alejandro.
– Olha, ela não pode se mexer, então você vai ter que ajudar com as coisas de casa e a se locomover pela casa, vai ter que ajudar ela a ir ao banheiro ou trocar de roupa, é perigoso ela cair, a coluna precisa desinflamar, passa um monte de terminações nervosas. Ela vai te dizer o que precisa, depende dela. Consegue ajudar?
– Sim, consigo.
– Bom, tô pegando sua palavra, agora você é responsável pela saúde dela.
Ela conseguiu o que queria, preocupou meu filho com a minha saúde, deixou ele na mão, agora dependia de mim até onde eu queria ir. Até me receitou, sem meu filho ver, uns supositórios de glicerina, parece que as instruções da Letícia eram pra ir bem longe.
A gente saiu do consultório. eu ia andando pendurada no ombro do Alejo. Ele me ajudava com todo cuidado, enquanto eu fingia dor ao caminhar. Ele faz a mesma coisa quando chegamos em casa, me acompanha até meu quarto e me deixa na cama, onde eu me deito exausta.
Tava desesperada pra falar com a Letícia, pelo horário sabia que ela devia estar com algum paciente, decido mandar uma mensagem pra contar como foi com a médica, sabia que ela ia responder, ela me disse que se não se distrai com alguma coisa com alguns pacientes, dorme, então ia me responder.
– Oi Leti.
– (mãozinha acenando)
– Fui na médica, Alejo acreditou em tudo.
– (joinha pra cima) (joinha pra cima)
– Mas ela receitou uns supositórios, foi ideia tua?
– (Joinha pra cima) (cara sorrindo e gota de suor)
– Acho que não vou tão longe assim.
– (cara brava) (cara brava)
– Não sei o que fazer, te prometi, mas tô com medo, o que eu faço?
– (sinal ok) (dedo indicador apontando pra esquerda)
– hahaha vou te obedecer. Depois te conto.
– (joinha pra cima) (joinha pra cima) (cara sorrindo)
Foi uma promessa e o empurrão da Letícia que me levaram ao que vou contar.
Da cama, chamo o Alejo pra me ajudar. Ele bate na porta e entra no quarto.
– Ale, me ajuda a ir pro banheiro, quero tomar um banho e trocar essa roupa.
– Sim, vamos.
Vou andando devagar pendurada no Alejo e entramos no banheiro.
– Valeu, filho.
– Consegue sozinha?
– Pode me ajudar?
– Sim.
Fico imóvel pra ele me ajudar a tirar a roupa, eu tava decidida a tudo. Primeiro ele tira minha camiseta e fico de sutiã, depois abaixa minha legging e fico com minha calcinha fio dental, que percebo que tava molhada. Eu pensava que ele ia parar por aí, mas não, continuou, pegou o sutiã pelas laterais e tirou pela minha cabeça, depois, sem dizer nada, tirou minha calcinha. Fico completamente pelada, sinto um pouco de vergonha, mas tava mais excitada do que nunca. Ele pega minha mão e me ajuda a entrar no chuveiro e fecha a porta de vidro.
– Levo essa roupa pro lavanderia?
Com a mão dele A mão esquerda segurava a legging e a camiseta, e na direita o sutiã e a tanga.
—Sim, por favor.
Percebi que a intenção dele era saborear minha roupa íntima, no lugar dele eu faria o mesmo.
—Quando terminar, me chama que eu te ajudo a ir pro quarto.
Assim que ele saiu do banheiro, eu me masturbo debaixo da água do chuveiro, acho que ele devia estar fazendo o mesmo com minha calcinha. Não consigo evitar o barulho que minha mão faz na buceta enquanto eu me masturbo, plaf, plaf, plaf, tentava não deixar escapar nenhum gemido, embora não saiba se algum saiu da minha boca.
Termino de tomar banho e tô tonta, não sei quantos orgasmos tive enquanto me lavava, mas foram vários, tava exausta. Me seco com uma toalha, visto um roupão de tecido felpudo e chamo meu filho.
—Ale, pode me ajudar?
Não passou nem dez segundos e ele bate na porta e entra. Me olha com cara de decepcionado por não me ver pelada, mas eu sei que o desejo nos homens é mais forte.
Repetindo a cena anterior, ele me leva andando até meu quarto e me deixa sentada na cama. Ele pergunta:
—Tá doendo?
—Sim, espero que seja só uns dias, essa dor é chata, tomara que o creme que a médica passou adiante alguma coisa. Você pode me ajudar com o creme?
—Sim.
Com toda naturalidade, eu me deito de bruços na cama e levanto o roupão até uns vinte centímetros acima da cintura. Fico com a bunda de fora e entrego o pote de creme na mão dele. Ele coloca um pouco de creme bem em cima da minha cintura e começa a espalhar com as duas mãos, massageando a área. As mãos dele deslizam de um lado pro outro da cintura, mas aos poucos vão descendo até minha bunda. Sei que tenho uma bunda gostosa, grande na medida certa, meu marido beijava e chupava ela por horas, mas com o tempo foi descontando a raiva nela, me sodomizava quando queria me dominar, não parava até eu chorar e mostrar submissão. Na real, eu gostava, mas nunca dei o gosto de ele sentir prazer em me comer pelo cu, eu odiava ele. Com meu filho, era diferente. diferente quando ele começa a tocar, eu sinto que faz com carinho e medo, sinto que posso dominar ele com a bunda. Enquanto com o movimento das mãos dele, percebo que ele tenta separar e abrir pra ver o ânus, ele pergunta.
— São analgésicos o que você deu?
— Quais?
— A caixa azul.
— Ah isso, não.
— O que são?
— Supositórios, me deram pra não doer quando vou ao banheiro, facilitam o trabalho.
— Quer que eu coloque?
— Você faria?
— Sim, se te ajudar.
— Obrigada. Tão naquela gaveta.
Não imaginei chegar tão longe, superou todas as minhas expectativas, morria de vontade de contar pra Leticia.
Ele tira um supositório do blister e me mostra.
— Deixa eu chupar um pouco, assim você consegue enfiar mais fácil.
Ele me dá, passo a língua pra molhar com saliva e devolvo. Levanto a bunda e fico de joelhos na cama com a cabeça no travesseiro. Sinto ele começar a tocar o ânus com o supositório pequeno e ir introduzindo aos poucos.
— Enfia o dedo bem fundo pra não sair.
Como um escravo fiel, ele obedece e enfia o dedo até a mão bater, depois tira o dedo devagar. Me deito de novo e abaixo o roupão.
Foram alguns segundos em que pensei, por que não ir mais longe. Então me viro e falo.
— Quer enfiar mais fundo?
— Como?
— Vem.
Pego ele pela cintura e abaixo a calça, o pau salta pra fora, seguro com as duas mãos e levo à boca, começo a chupar. Não queria que gozasse na minha boca, então tiro e falo.
— Mete no meu cu, bem fundo.
Fico de quatro, ele me pega pela cintura e encosta o pau no ânus. Já tava com o buraco tão lubrificado e dilatado que não precisei de muito esforço pra enfiar, empurro e empurro até ter ele bem dentro, entrava e saía, até gozar dentro do cu, sinto ele me encher de porra quente.
Fodemos o dia inteiro e a semana toda. Quando na quarta-feira fui na Leticia, contei todos os detalhes do que fizemos e como não conseguimos parar. fazer isso.
A Letícia me tirou da depressão, disse que queria participar e foi o que fez. Agora somos um trio que nunca esgota o apetite sexual. Meu filho nos fode como duas adolescentes, arrebenta nossa buceta toda vez que a gente se encontra. Ficamos viciadas em sexo e não conseguimos parar.
2 comentários - Graças ao meu filho, saí da depressão