Eu e minha mulher moramos em Vallarta, nuns apartamentos. A gente ficou preso em casa por causa dessa quarentena, só sai pra fazer compra e vai pra sacada conversar com os vizinhos. Minha vizinha é uma senhora de 71 anos, bem conservada pra idade: pele branca, olhos verdes, cabelo castanho com uns fios brancos. Ela sempre usa roupões, não deixa ver nada. Do outro lado, tem um casal de idosos que quase não conversa.
Minha vizinha de 71 é meio safada, toda vez que a gente tá conversando com ela, ela puxa assunto de sexo e essas coisas. Minha mulher já percebeu e falou que parece que ela quer me dar, mas eu digo que acho que não, que ela já é velha e não deve pensar nisso. Uma manhã, minha mulher foi no supermercado umas 9 horas, e eu fiquei deitado. Batem na porta, eu abro, e era minha vizinha, parada na porta, toda inofensiva, me olhando, porque eu só tava de shorts que uso pra dormir.
V: Bom dia, vizinho, desculpa incomodar.
Eu: Bom dia, sem problema, fala aí como posso ajudar.
V: Bom, ajudar bastante. Ela começou a dar uma risadinha safada.
Eu: Então fala aí.
V: Vim ver se você me dava um pouco de café, porque ainda não é minha vez de ir no supermercado, e além do café, mais uma coisinha... um pouco de "cum" — e ela olhou pro meu shorts.
Eu: Pode entrar, vou pegar o café.
Quando ela entra e eu vou pra cozinha, ela me dá um tapão na bunda e começa a rir. Voltei com o pote de café e entreguei pra ela, e ela disse:
V: Já sei como vou te pagar.
Eu: Relaxa, não precisa.
Ela me dá um beijo na boca, e eu fico parado, como se tivesse travado. Ela continua me beijando e com uma mão começa a pegar no meu pau. Eu tiro o pote de café dela e coloco no sofá, e começo a beijar ela e apalpar. Levo ela até a mesa da sala, levanto ela e sento ela em cima da mesa. Começo a levantar o roupão dela e tiro a calcinha que ela tava usando. Abro as pernas dela e vejo a buceta dela, meio peluda, e começo a fazer oral nela. Ela se contorcia de prazer, gemia e... Da boca dela saía um "ahh, ahh, vizinho, continua", ela começou a ter um orgasmo, a velhinha se sentia como uma garota de quinze anos. Depois, deitei ela na mesa e comecei a meter com força, minhas bolas batendo na bunda dela.
V: Vai, vizinho, continua assim!
Y: Vou te dar seu leite pro café.
V: Sim, me dá tudo, ahh, ahh, você me faz sentir como nos meus melhores dias, vai!
Parecia que eu ia partir ela ao meio, ela segurava os peitos que estavam um pouco caídos, mas o bico bem firme, e com a outra mão se tocava no clitóris enquanto eu metia.
Y: Já vou gozar.
V: Sim, goza dentro de mim, quero sentir seu leite, ahh ahh, vai, continua.
Y: Já já, já já.
Quando comecei a despejar uma porrada de leite dentro da buceta dela, e ela teve o segundo orgasmo, ela tirou meu pau e disse: "Não podemos desperdiçar nada de leite", e começou a chupar meu pau que tava meio mole, mas depois de uns minutos endureceu de novo.
V: Ah, esse brinquedo quer a revanche.
Y: Então temos que dar pra ele.
Coloquei ela no sofá de quatro e comecei a meter com força, os peitos dela balançavam, mas isso não impediu eu de pegar neles e apertar os bicos. Fiquei um tempão assim, metendo, até que ela teve o terceiro orgasmo, parou e ficou imóvel. Depois, virou de frente pra mim e começou a me chupar, levantava meu pau e chupava minhas bolas, ficou um bom tempo me mamando até que eu falei:
Y: Já vou gozar.
V: Joga tudo na minha boca, vou engolir.
Não aguentei mais e despejei meu leite na boca dela, ela engoliu tudo, se levantou, vestiu o roupão e a calcinha que tava usando, pegou o pote de café e disse:
V: Me senti como nova, parecia que tinha 30 anos de novo e tava na minha melhor fase.
Y: Pois você se mexia e aguentava como as de 30.
V: É que madeira velha é melhor que a de hoje, vou precisar que você meta seu verme na minha caverna mais vezes, hahaha.
Y: É só a gente se acertar e as coisas rolarem.
Ela foi embora me dando um beijo. Fechei a porta e comecei a pensar no que acabei de fazer com uma senhora de 71 anos, mas não me arrependo.
Umas horas depois, minha mulher chegou e eu falei: "vou tomar banho, quer me acompanhar?" Aproveitei pra lavar meu pau e, ao mesmo tempo, meter forte na minha mulher.
Minha vizinha de 71 é meio safada, toda vez que a gente tá conversando com ela, ela puxa assunto de sexo e essas coisas. Minha mulher já percebeu e falou que parece que ela quer me dar, mas eu digo que acho que não, que ela já é velha e não deve pensar nisso. Uma manhã, minha mulher foi no supermercado umas 9 horas, e eu fiquei deitado. Batem na porta, eu abro, e era minha vizinha, parada na porta, toda inofensiva, me olhando, porque eu só tava de shorts que uso pra dormir.
V: Bom dia, vizinho, desculpa incomodar.
Eu: Bom dia, sem problema, fala aí como posso ajudar.
V: Bom, ajudar bastante. Ela começou a dar uma risadinha safada.
Eu: Então fala aí.
V: Vim ver se você me dava um pouco de café, porque ainda não é minha vez de ir no supermercado, e além do café, mais uma coisinha... um pouco de "cum" — e ela olhou pro meu shorts.
Eu: Pode entrar, vou pegar o café.
Quando ela entra e eu vou pra cozinha, ela me dá um tapão na bunda e começa a rir. Voltei com o pote de café e entreguei pra ela, e ela disse:
V: Já sei como vou te pagar.
Eu: Relaxa, não precisa.
Ela me dá um beijo na boca, e eu fico parado, como se tivesse travado. Ela continua me beijando e com uma mão começa a pegar no meu pau. Eu tiro o pote de café dela e coloco no sofá, e começo a beijar ela e apalpar. Levo ela até a mesa da sala, levanto ela e sento ela em cima da mesa. Começo a levantar o roupão dela e tiro a calcinha que ela tava usando. Abro as pernas dela e vejo a buceta dela, meio peluda, e começo a fazer oral nela. Ela se contorcia de prazer, gemia e... Da boca dela saía um "ahh, ahh, vizinho, continua", ela começou a ter um orgasmo, a velhinha se sentia como uma garota de quinze anos. Depois, deitei ela na mesa e comecei a meter com força, minhas bolas batendo na bunda dela.
V: Vai, vizinho, continua assim!
Y: Vou te dar seu leite pro café.
V: Sim, me dá tudo, ahh, ahh, você me faz sentir como nos meus melhores dias, vai!
Parecia que eu ia partir ela ao meio, ela segurava os peitos que estavam um pouco caídos, mas o bico bem firme, e com a outra mão se tocava no clitóris enquanto eu metia.
Y: Já vou gozar.
V: Sim, goza dentro de mim, quero sentir seu leite, ahh ahh, vai, continua.
Y: Já já, já já.
Quando comecei a despejar uma porrada de leite dentro da buceta dela, e ela teve o segundo orgasmo, ela tirou meu pau e disse: "Não podemos desperdiçar nada de leite", e começou a chupar meu pau que tava meio mole, mas depois de uns minutos endureceu de novo.
V: Ah, esse brinquedo quer a revanche.
Y: Então temos que dar pra ele.
Coloquei ela no sofá de quatro e comecei a meter com força, os peitos dela balançavam, mas isso não impediu eu de pegar neles e apertar os bicos. Fiquei um tempão assim, metendo, até que ela teve o terceiro orgasmo, parou e ficou imóvel. Depois, virou de frente pra mim e começou a me chupar, levantava meu pau e chupava minhas bolas, ficou um bom tempo me mamando até que eu falei:
Y: Já vou gozar.
V: Joga tudo na minha boca, vou engolir.
Não aguentei mais e despejei meu leite na boca dela, ela engoliu tudo, se levantou, vestiu o roupão e a calcinha que tava usando, pegou o pote de café e disse:
V: Me senti como nova, parecia que tinha 30 anos de novo e tava na minha melhor fase.
Y: Pois você se mexia e aguentava como as de 30.
V: É que madeira velha é melhor que a de hoje, vou precisar que você meta seu verme na minha caverna mais vezes, hahaha.
Y: É só a gente se acertar e as coisas rolarem.
Ela foi embora me dando um beijo. Fechei a porta e comecei a pensar no que acabei de fazer com uma senhora de 71 anos, mas não me arrependo.
Umas horas depois, minha mulher chegou e eu falei: "vou tomar banho, quer me acompanhar?" Aproveitei pra lavar meu pau e, ao mesmo tempo, meter forte na minha mulher.
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