Disciplina da Mamãe, Capítulo #1

Era o pior castigo possível. Eu tinha tirado notas ruins e meus pais decidiram que, como medida disciplinar, eu passaria o verão no interior com minha mãe. Fazia quase três anos que não a via. Meus pais tinham se separado quando eu era pequeno e minha mãe tinha vazado de casa, pra viajar e conhecer o mundo. Desde então, a gente se via pouco e, nos últimos anos, o único contato que tínhamos eram alguns cartões-postais e ligações por ano. Fazia uns dois anos que ela tinha se instalado num vilarejo e comprado uma casa com a pensão generosa que meu pai pagava. Meu pai tinha se casado de novo com uma mulher mais nova e pouco se importava tanto comigo quanto com minha irmã mais velha. Eu, que sempre fui bom aluno, numa clara tentativa de chamar atenção, parei de estudar, matava aula... Por isso meu pai ligou pra minha mãe, algo quase inédito, e eles combinaram que eu passaria o verão com ela no vilarejo onde ela tinha se instalado. Eu esperava passar o verão com meus amigos, organizar excursões pra praia e caçar umas turistas bêbadas pra transar. Queria curtir o mar, o sol e alguma mulher, porque, infelizmente, aos meus 18 anos, eu ainda era virgem e com certeza continuaria sendo depois do verão, já que não esperava ter muita "sorte" num povoado minúsculo do interior, com só algumas famílias. O ônibus me deixou na praça. O lugar era aquele típico vilarejo pequeno, onde no verão todo mundo vai embora de férias. Vi minha mãe de longe, me esperando. Era uma morena, de cabelo comprido e curvas bem definidas. Mesmo já chegando perto dos 50, se conservava muito bem. Quanto mais perto chegava, melhor podia observá-la. Era mais alta e corpulenta que eu (não era difícil, eu era um garoto magrinho, baixinho e meio franzino), com curvas largas, sem ser gorda. Vestia um vestido leve de verão que realçava ainda mais a figura dela. Quando já estava a poucos metros de mim, reparei nas duas peitões enormes, que lutavam pra escapar do decote. A visão daquelas duas grandes esferas presas despertou algo em mim, algo que rapidamente descartei. Eu tava muito tarado. Não podia ficar de pau duro pra minha própria mãe: uma mulher de 50 anos e, pior, minha mãe! Mas naqueles instantes, só conseguia olhar pra ela como uma mulher: a cabeleira escura, aquele jeito rebolante de andar... Quando chegou na minha frente, mal conseguia pensar direito. Minha mãe me abraçou com força. A pressão dos peitos dela contra o meu aumentou minha excitação e por um momento temi que algum volume na calça me entregasse. — Oi, Javi! Como você cresceu! E esse cabelo — disse ela acariciando meu cabelo. Eu tava com o cabelo comprido, liso e bagunçado. Fazia pelo menos três anos que não te via. — A voz dela era gostosa, sedosa, hipnotizante — Não vai dar um beijo na sua mãe? — falou com um sorriso safado enquanto beijava minha bochecha. Foi um beijo longo, molhado e quente. Eu tava ficando excitado por minha mãe me beijar na bochecha. O que tava acontecendo comigo? — Como você tá, Maria? — Chamei ela pelo nome. — Bem, filho, muito feliz que você vai passar o verão aqui comigo. — Enquanto dizia isso, acariciou meu braço — Mas acho que você não tá tão feliz assim. Olha só, repetir de ano, Javi! Com o inteligente que você sempre foi! — Foi só um ano ruim. Ano que vem eu passo. — Bom, calma. Sei que pra você isso é um castigo, mas já faz um tempo que acho que uma temporada na cidade vai te fazer bem. Vai ver que aqui a vida é tranquila e você vai ter tempo pra pensar. Em casa, só preciso que você me ajude e me faça um pouco de companhia. Sei que desde que seu pai e eu nos separamos, a gente se distanciou muito e é principalmente culpa minha, mas podemos recuperar o tempo perdido. — O que você disser, Maria — falei com desdém na voz, enquanto começávamos a andar pra casa dela. — Calma — ela falou com uma voz estranha — que você não vai ficar entediado de todo. E, por sinal, me chama de mãe, não pelo meu nome, que Isso me parece estranho. A casa da minha mãe era o típico lar de cidade pequena. Era uma casa espaçosa, situada num dos limites da cidade, de dois andares e um amplo jardim perfeitamente cuidado. A casa era cercada por um muro alto e largo. Minha mãe continuava tagarelando. De certa forma, ela me jogava na cara que eu não tivesse feito como minha irmã e a visitado. Minha irmã, Alicia, 2 anos mais velha que eu, tinha passado uma temporada com ela, mas eu, que de certa forma sempre me senti abandonado pela mamãe, tinha ignorado seus convites constantes. Agora, porém, não tinha escolha a não ser passar o verão, isolado na cidade, com ela. (…) Depois de alguns dias, percebi que o pior de tudo seria o tédio. Minhas obrigações eram acompanhar a mamãe para fazer compras na lojinha da cidade e ajudá-la nas tarefas de casa. O resto do dia passávamos vendo TV, porque na cidade a conexão de internet era ruim e a casa nem tinha computador. Nos primeiros dias, ela insistiu para sairmos à tarde para tomar algo no centro social da cidade, que funcionava como bar. Lá conheci algumas amigas dela, mulheres mais velhas, de idades variadas. De algumas delas talvez eu fale mais adiante, se continuar contando essa história. O tédio era o pior combustível para a pequena tesão que eu sentia pela minha mãe, que aumentava com o passar dos dias. Eu a observava vendo TV, deitada, com o fino roupão de casa que mal disfarçava o corpo dela. Sempre que podia, eu dava uma olhada furtiva no decote dela, perlado de suor, nas coxas grossas dela quando se abaixava, na bunda grande e redonda dela toda vez que passava na minha frente,… Sempre que podia, eu me retirava pro meu quarto pra bater uma punheta pensando na minha própria mãe. Aquilo me causava sentimentos confusos. Por um lado, eu sabia que era errado, mas por outro, não conseguia controlar o desejo que aquela mulher despertava em mim. Uma tarde, com apenas uma semana na cidade, a mamãe saiu com as amigas e me Fiquei sozinho em casa. Entediado como estava, fui pro meu quarto, tirei a calça e comecei a me masturbar. Só tinha minha imaginação e a tesão que sentia pela minha mãe. Imaginava ela por cima, me comendo, me tocando, me beijando… imaginava como devia ser o corpo nu dela… tava quase gozando quando percebi que não tinha nada pra limpar a porra. Merda! – pensei. Levantei e fui pro banheiro procurar papel higiênico. No banheiro, no cesto de roupa suja, tinha várias peças de roupa íntima sujas. Aquilo me acendeu, era a calcinha da minha mãe, tinha estado em contato com a pele morena dela, com a buceta dela, os peitos e a bunda dela. Eram calcinhas brancas, rosas, cor da pele, algumas de renda, mas nada glamouroso nem extremamente sexy, mas aquela vulgaridade me excitava ainda mais. Nunca fui fetichista nem me excitei especialmente com roupa íntima, mas naquele momento aquelas calcinhas, sutiãs, camisetas de baixo… pareciam a coisa mais gostosa que já tinha acontecido na minha vida. Com uma mão, comecei a pegá-las e cheirá-las. O cheiro de mulher da minha mãe inundava minhas narinas, me embriagava de um jeito que nunca tinha sentido. Comecei a esfregar meu pau contra umas calcinhas brancas. O contato do tecido com meu pau fez com que eu não aguentasse mais e gozei com o orgasmo mais intenso da minha vida. Meu sêmen encharcou várias das peças. Nervoso, coloquei tudo na máquina de lavar e fui me vestir no meu quarto. (…) – Javi! Acorda, pervertido! – Era a manhã seguinte ao meu incidente com a roupa íntima, eu ainda dormia quando os gritos da minha mãe me acordaram. Ao abrir os olhos, vi ela, com algumas das calcinhas e sutiãs nos quais eu tinha gozado na tarde anterior. Ela estava vestida com um roupão de alcinhas, mostrando o decote generoso, que ia até os joelhos. Quando percebi o que ela tinha na mão, uma onda de vergonha me inundou e comecei a gaguejar. – Eu… desculpa… não sei o que dizer. – Você não sabe Que dizer, pervertido – ela jogou um dos sutiãs na minha cara enquanto com a outra mão balançava um punhado de calcinhas com meu esperma seco – olha só fazer isso! Com as calcinhas da sua própria mãe! Isso merece uma boa surra. Levanta. Eu levantei. Só estava vestido com uma cueca que usava pra dormir. Mamãe sentou na cama e me mandou deitar de bruços sobre o colo dela, como um menino pequeno. Comecei a reclamar, mas não tive tempo. – Cala a boca, pervertido. Você vai fazer o que eu mandar se não quiser que eu conte pro seu pai o que você fez, porco. A ameaça funcionou. Eu ainda estava atordoado com o jeito que ela me acordou e, sem pensar muito, me acomodei como ela mandou. Minha mãe ia me surrar como se eu fosse um menino pequeno! Mamãe estava sentada na cama, e eu, só de cueca, deitado de bruços sobre as pernas dela. Senti meu pau, por baixo da cueca, encostando nas coxas dela e entrei em pânico. Se eu tivesse uma ereção, ela ia perceber, e eu não sabia como ela podia reagir. Cada vez eu sentia mais aquele contato. Ela tinha arregaçado um pouco o robe, e eu sentia o calor daquelas pernas. Quando eu comecei a temer que o sangue fosse descer pro meu membro, senti mamãe colocar dois dedos por baixo da minha cueca e puxar pra baixo, deixando minha bunda de fora. Depois, senti uma palmada, com a mão dela, seguida de outra e mais outra. Não doíam muito, mas depois de algumas palmadas, minha bunda começou a arder. Mas não me incomodou tanto, porque do outro lado da minha cintura, meu pau já tinha ganhado vida própria. Ao sentir a ereção pressionando, percebi o tesão que eu tava. Mal conseguia pensar. Estar quase nu, sendo castigado como um menino pequeno, me dava vergonha, mas aquela vergonha era terrivelmente excitante, e não só isso: o castigo, as palmadas com a mão dela na minha bunda, iam pressionando e esfregando meu pau contra as coxas daquela mulher. Eram sensações que eu nunca tinha sentido. Mamãe também percebeu e parou de bater na minha bunda. Aquilo me aterrorizou. O que será que ela pensaria de mim! Mas o tom de voz dela me acalmou.
— Meu menino — disse ela, enquanto com a mesma mão que tinha me batido acariciava minha nuca e minhas costas — Você é virgem? — perguntou.
— Eu... — senti que estava prestes a chorar de vergonha enquanto ela brincava com meu cabelo. Eu apertava meu rosto contra o travesseiro.
— Calma, pode confiar em mim, querido.
— Sim. Sou.
— Perfeito, meu menino! — exclamou ela, e com uma voz suave e rouca completou — Vira de lado. Vamos ver o que você tem aí.

Obedeci como se não tivesse vontade própria. Mamãe me empurrou suavemente e se deitou ao meu lado. Antes, ela só tinha abaixado a parte de trás da minha cueca, e ela ainda cobria, mal, meu pau. Ele, totalmente duro, tentava se libertar da pressão do tecido. Mamãe colocou uma mão sobre meu pau, suavemente, acariciando por cima da roupa íntima.
— Meu pinto pequenininho — sussurrou no meu ouvido — e virgem. Isso é melhor do que eu esperava. Desde que soube que você viria, pensei em te foder, mas isso é muito melhor. — Eu mal entendia o que ela dizia. Só sentia o tom sensual da voz dela e o toque dos dedos no meu pau.
— Você gostaria de foder sua mãe, seu pervertido? — continuou com o mesmo tom sensual, mas um pouco mais brincalhão.
— Isso... é... errado — falei ofegante — você é... minha mãe.
— Shhh — respondeu enquanto deslizava a cueca, e meu pau, já livre, saltou como uma mola enquanto eu soltava outro gemido. Senti a mão dela tomar conta dele e começar um sobe e desce lentíssimo enquanto me dava beijinhos no pescoço e na bochecha. Aquilo estava me deixando louco.
— Vou repetir, meu pintinho virgem: você gostaria de foder sua mamãe?
— Sim, mamãe, por favor — Eu sentia o orgasmo chegando, mas de repente ela parou a punheta. Com um dedo, acariciava a base e o tronco do meu pau, o que me causava uma certa agonia. Eu precisava gozar, não aguentava mais.
— Muito bem. Mas você precisa me prometer que vai fazer tudo o que eu Diga. Que você vai obedecer sua querida mãe em tudo que ela disser. Sem reclamar.
—Sim… vou obedecer — falei enquanto ela me punhetava com um dedo só. Aquilo tava me deixando louco. Eu nem sabia o que tava dizendo.
—Muito bem, mas lembre-se: se não fizer o que eu mando, vou contar pra todo mundo que você fica de pau duro com as calcinhas da sua mãe.
Ela parou o dedo e começou a brincar com minhas bolas. Acariciava, beliscava a pele de leve, roçava as unhas nelas, me dando os melhores arrepios da minha vida. Eu me arqueava e gemia, com medo e ansioso.
—Você tem que ser sincero: gosta das minhas calcinhas? Gostaria de vesti-las?
Naquele momento, hesitei. Como já disse, nunca tinha tido fantasias desse tipo, eu só queria que ela me fodesse de uma vez. Ela percebeu minha dúvida. Rapidamente, se deitou em cima de mim, montada, e me beijou. A língua dela entrou na minha boca, sedenta. Senti o peso dela, a pressão dos peitos se esmagando contra os meus e a pressão das pernas dela no meu pau. Senti o hálito fresco, o cheiro de mulher: suor, o sabonete do banho e algo que nunca tinha sentido antes. Era a própria excitação dela. Senti ela afastar o corpo sem separar os lábios dos meus. Pegou minhas mãos e as colocou sobre os peitos dela. Se afastou um pouco mais e sussurrou:
—Toca eles, meu filho.
Eu, que até aquele momento tinha ficado meio paralisado, comecei a apertar de leve aqueles dois balões que me deixaram louco na última semana. Eles eram meio moles — lógico, soube depois, pra uma senhora da idade dela — mas pra mim, naquele momento, eram perfeitos. O toque daqueles dois peitões enormes, meus primeiros peitos, junto com o roçar do vestido no meu pau, me deixava cada vez mais excitado. Todo recato e toda lógica tinham sumido da minha mente. Desajeitado por inexperiência, devolvi os beijos pra minha mãe e minha língua buscou a boca dela. Ela se afastou um pouco e pegou minhas mãos de novo. Dessa vez, as levou até a cabeceira da cama, com uma mão só me imobilizou ambos os pulsos. Era muito mais forte do que eu esperava, com certeza era muito mais forte que eu. O cabelo preto dela, solto, caía sobre o meu peito. — Você gostaria que sua mamãe colocasse as calcinhas dela em você? — Ela continuou com aquele tom de brincadeira. Eu não conseguia pensar. Me surpreendi ao ouvir minha voz confirmando fracamente. Sem me soltar, ela voltou a devorar minha boca. Mordiscando meus lábios e provocando uma dor leve. Também apertava minhas mãos com força. O beijo durou uns instantes dolorosamente eternos. Da própria cama, ela pegou uns sutiãs que tinha jogado no meu rosto antes e começou a amarrar minhas mãos na cabeceira da cama com eles. Eu me deixei fazer. Ela se levantou e pegou uma das calcinhas do chão. Começou a esfregá-las no meu pau. Eu arqueei meu corpo de novo. Estar com as mãos amarradas fez com que de repente eu me sentisse indefeso diante daquela mulher. Uma certa sensação de medo se somou à minha excitação. — Você é a putinha da mamãe. A piroquinha virgem da mamãe. — Ela sussurrava enquanto colocava a calcinha em mim. Pegou minha perna e passou a calcinha, depois a outra. Com um empurrãozinho suave, puxou pra cima. Meu pau, de novo, estava aprisionado. Aquilo me levou, se é que era possível, a um novo nível de tesão. Olhei pra baixo. Meu pau lutava pra sair daquela calcinha branca de renda. Minha mãe continuava acariciando o pau, com as pontas dos dedos por cima da roupa íntima. — Fala — ela disse de repente — fala que você é a putinha da mamãe. — Sou a putinha da mamãe. — repeti na hora. Eu estava me tratando no feminino, dizendo que era uma putinha. Era absurdo, mas não me importava. Só importava a voz da minha mãe e as sensações que os dedos dela e a calcinha estavam me provocando. — Muito bem, minha menina. A partir de agora, sua piroquinha virgem é só minha. Só eu vou poder dizer quando você goza. A partir de agora, você inteiro é meu. Repete. — A última palavra ela disse com um tom autoritário. — Minha piroquinha virgem é sua. Só você vai decidir quando eu gozo. — Cada vez que ela percebia que eu Eu estava chegando no limite, ela parava e diminuía as carícias. Me levava até a beira sem deixar eu gozar. – Sou seu. – Jura. – Eu juro. Sou seu. – Você é uma putinha. Uma putinha que adora se vestir de mulher. – Sou uma putinha e adoro vestir calcinha. – Minha voz saía, mas eu quase não tinha consciência do que dizia. Era como se outra pessoa falasse as palavras. – Sou sua putinha, mamãe. – Um sorriso enorme cruzou o rosto dela. – Ah, a gente vai se divertir tanto, putinha. Você mereceu, implora pra eu te fazer gozar. – Eu imploro. Me faz gozar. Faz sua putinha gozar. – Aquelas palavras, tanto as minhas quanto as da minha mãe, pareciam distantes, mas era o que eu queria, algo que vinha de dentro de mim, tão escondido que nem sabia que existia. Naquele momento, eu só queria ser a putinha da minha mãe, mesmo sem saber exatamente o que aquilo significava. Ela colocou a mão no meu pau e segurou firme, por cima da calcinha. Se ergueu de novo sobre mim, dessa vez de joelhos. O cabelo solto dela se espalhava pelo meu peito, fazendo cócegas. Ela me olhava nos olhos com luxúria. Começou a me bater uma punheta com força e em poucos segundos eu comecei a gozar. O orgasmo foi como uma libertação. Nunca tinha sentido nada igual. Eu tinha estado à mercê da minha mãe, que tinha me dado uma punheta incrível. Além disso, aquela sensação de vulnerabilidade, a vergonha, a humilhação... Meu gozo encharcou toda a calcinha. Olhei nos olhos escuros da mamãe. Ela devolveu o olhar, o dela era de safadeza, de vício e de crueldade. Eu estava atordoado demais pelo orgasmo pra perceber aquele olhar. Se não, teria saído daquela casa na mesma hora. (...) Mamãe se levantou e pegou alguma coisa na estante. Mal percebi. Sem dizer nada, me desamarrou. Eu estava como catatônico. Ela me olhou por alguns segundos e a voz dela me trouxe de volta à realidade. – A não ser que você tenha criado apego, eu gostaria que você deixasse a calcinha no cesto de roupa suja – ela disse. Com um tom debochado. – Toma uns minutos e, quando se recuperar e estiver pronto, te espero na sala de jantar. Ainda não acreditava no que tinha acabado de acontecer. Era como se fosse a lembrança de um filme. Quando minha mãe saiu do quarto, tirei a calcinha. Estava suja e pegajosa. Limpei meu pau com um pedaço que ainda estava limpo. Joguei fora e fiquei um tempinho, nu e em silêncio, sentado na cama. Levantei e vesti um shorts e uma camiseta. Fui ao banheiro, mijei, me limpei e coloquei a cabeça debaixo da torneira. Tudo aquilo eu tinha feito como um zumbi, sem pensar em nada. O frio da água me fez, finalmente, perceber o que tinha acontecido naquele quarto. Minha mãe tinha me batido uma punheta. Não só isso, ela tinha me amarrado, colocado a calcinha dela em mim e me chamado de putinha, pinto virgem, e tinha reivindicado uma certa posse sobre mim. Fui até a sala de jantar confiante. Aquilo não devia se repetir nunca. Pediria para ela contar ao meu pai que ele precisava voltar para casa com qualquer desculpa. O que tinha acontecido era errado. Não era só por ser minha mãe, mas o jeito que ela tinha me batido uma, a calcinha, a conversa… Tudo estava errado! Eu não era assim. Toda minha confiança e todo meu discurso se desfizeram quando entrei na sala de jantar. Ela estava sentada. Vestida com aquele roupão de casa de alças que ela não tinha tirado em nenhum momento enquanto me masturbava, estava uma gostosa. Percebi aqueles peitos que lutavam para sair e dos quais eu já tinha tido um primeiro contato breve. Queria mais, queria vê-los, queria amassá-los, beijá-los, mamar neles como se fosse um bebê ou uma putinha… Os joelhos dela prometiam pernas fortes e torneadas pelas longas caminhadas pela cidade. Pensava em como seria sentir minha cabeça enfiada entre eles… Fui mais forte que meus instintos e, desviando o olhar do corpo dela enquanto me sentava, disse: – Desculpa, mãe, não sei o que deu em mim. O que eu fiz é errado, acho que… – Falava Rápido, atropelado, tentando soar convincente. -Shhhh. - Ela se levantou e colocou o dedo nos meus lábios, mandando eu calar a boca. Sentou do meu lado. Mesmo que só fazia alguns minutos que eu tinha gozado, senti uma sensação no fundo da barriga. Na mão dela estava meu celular e o player de vídeo estava ligado. Antes mesmo dela apertar o play, eu já sabia o que era. Minha mãe tinha gravado com meu próprio celular tudo o que tinha acontecido. O vídeo já estava bem avançado e dava pra ouvir minha voz perfeitamente. "Sou uma puta e adoro vestir calcinhas." Aquilo me bateu forte. Nem tentei tirar o celular dela. Era real. O que eu tinha feito e dito minutos antes parecia um sonho, tipo uma lembrança que não era minha. Me ver daquele jeito, de calcinha vestida e tão excitado, fez tudo parecer totalmente real. Não tinha como escapar disso. -Vejo que você ficou quietinho. Ótimo, me escuta porque não quero repetir. Quero que cumpra o que prometeu, vai ser meu, minha "escrava" sexual, pra gente se entender. – Ela falou aquilo de forma fria, como se fosse a coisa mais normal do mundo. -A partir de agora, vai fazer tudo o que eu mandar, ou senão... -Você não vai ter coragem. O que a gente fez, fizemos os dois – falei de repente, me levantando. – O que eu fiz é tão errado quanto o que você fez, se não pior. Me dá o celular, vou apagar o vídeo e vou embora pra minha casa hoje mesmo. – Mamãe continuava sentada, calma, como se não fosse com ela. -Olha, querido – ela continuou com a voz tranquila. – Quando seu pai te mandou pra cá, ele disse pra eu te disciplinar, e é isso que vou fazer. Ele não esperava algo assim... ou talvez, – ela ficou um instante pensativa – veja, tem muita coisa que você não sabe nem sobre mim, nem sobre minha relação com seu pai, nem sobre o que tenho feito esses anos. Também não vou te contar agora. Só precisa saber que vai fazer tudo o que eu mandar. -Não fala besteira e me dá o celular. – Ela me entregou sem se abalar. -É inútil. Já tenho uma cópia no meu, e não só isso, também uma cópia de... seus contatos. – olhei pra ela sem entender. – vai ver, querido, seu pai me mandou seu número PIN e suas senhas, e enquanto você dormia, eu fui coletando umas informações. Ele tava preocupado que você pudesse estar se drogando ou algo assim. A verdade é que não esperava que tudo acontecesse tão rápido, mas… – Não tô entendendo – falei, confuso. – Nem precisa entender. A única coisa que você precisa entender é que, a partir de agora, vai fazer tudo que eu mandar, vestir como eu mandar, comer o que eu disser e quando eu disser, e assim por diante. Se me desobedecer ou tentar fazer alguma besteira, tipo pegar meu celular, eu tenho cópia do vídeo e seus contatos na internet, vou mandar nosso vídeozinho pra todos os seus amigos. – Por quê? – Não se preocupa com isso. Se tiver dúvida, pensa no que a Júlia ia dizer se te visse tão gostoso de calcinha – Júlia era minha melhor amiga e eu era apaixonado por ela. Ela, porém, tava saindo com um cara mais velho, e eu era só um amigo pra ela, o melhor amigo. Tava claro que minha mãe tinha lido minhas mensagens. Naquele momento, me senti indefeso, inútil, sem saída. Imaginei a cara da Júlia, o resto dos meus amigos nem ligava, rindo de mim, me chamando de doente… – Você só tem que se preocupar em me agradar. Não vai ser tão difícil, só quero o que você me prometeu, sua piroquinha virgem – enquanto falava isso, ela se levantou bruscamente e me agarrou com força no saco, enquanto com a outra mão apertava minha nuca contra ela. O beijo foi violento. Como se estuprasse minha boca. O desejo tomou conta de mim de novo. Enquanto ela passava a mão no meu pau, ele foi crescendo. A língua dela continuava se mexendo na minha boca. Apertava meus lábios, mordia, lambia… – Por que você tá vestido? – disse ela enquanto se afastava. – A partir de agora, só pode ficar vestido se eu der permissão, entendeu? Já sabe o que acontece se desobedecer. – Sim – falei enquanto tirava a camiseta e deixava a calça cair. Pelado, com o pau duro, na frente dela, ainda vestida. Outra vez aquela sensação de vulnerabilidade, de desamparo e inferioridade diante daquela mulher. Assim de pé, percebi que ela era pelo menos um palmo mais alta que eu e muito mais corpulenta. — A partir de agora você vai me chamar de senhora e me tratar com o devido respeito. — Ela disse isso enquanto brincava com meu pau, dando batidinhas com os dedos. — Sim, senhora. — Ajoelhe-se na frente do sofá, com as pernas abertas e as mãos atrás das costas. Obedeci. Ela se sentou na minha frente. Tirou um chinelo e começou a brincar com meu pau e o pé dela. Levantou um pouco o roupão e eu entrevi a calcinha dela. Era cor da pele. Calcinha de velha, como o pessoal chama. Aquele vislumbre me excitou e quando minha mãe apertou minha glande com dois dedos do pé, eu gemi baixinho. — Você é uma putinha tarada. — ela disse rindo. — Viu minha calcinha de velha e ficou de pau duro. Aposto que tá imaginando minha buceta. Ela é peluda, sem aparar. Um mato bem grande. Espero que você goste de cuspir pelo, putinha. — Tirou o outro pé e começou uma punheta lenta com os pés. Agora que eu reparava, eram uns pés lindos. — Você ia gostar de ver minha buceta, né? — Sim, senhora, eu ia gostar de ver sua buceta. — Respondi rápido. Sim, eu queria ver uma buceta, não importava se era da minha própria mãe, na verdade naquele momento era a única que eu queria. Nunca tinha visto uma buceta além do pornô. — Mais tarde, querido. Aposto que você não ia gostar só de ver, mas de foder ela. Claro, meu putinho ainda é virgem. — ela ria, zombava. De repente parou e afastou os pés. Parar de sentir a pele dela no meu pau foi a pior tortura. — Acho que vou te manter virgem por um tempo. Você vai ter que merecer eu deixar você me foder. — Por favor, senhora — supliquei. Nem tinha visto ela nua ainda, mas desejava aquele corpo robusto. — Você aprendeu a suplicar muito rápido. É um submisso nato, querido. Não sabe a sorte que tem. — Enquanto falava, abaixou o corpo e agarrou minhas bolas. Não apertava demais, mas senti uma leve dor. Fiz menção de mexer as mãos, mas ela foi mais rápida. Com a outra mão, me deu um tapa. O golpe não doeu muito, mas naquele momento percebi que estava à mercê dela. Ela já tinha me batido duas vezes como se eu fosse um garotinho, sem nem pensar. — Quieta, minha putinha virgem. Deixa com a sua mamãe, que sabe o que é melhor pra você. — Com a mesma mão que tinha me esbofeteado, começou a me punhetar com força. Apesar da minha excitação, eu tinha gozado há pouco tempo e, embora o toque dela fosse terrivelmente prazeroso, não me deixava à beira como antes. Meus olhos caíram no decote dela. Naquela posição, tinha uma visão perfeita dos peitos dela, cheios. Via como o sutiã, também cor da pele, mal os cobria enquanto balançavam no ritmo da masturbação. — Meu menino virgem, nunca viu uns peitos tão de perto? — Minha mãe continuava me tratando tanto no masculino quanto no feminino. Aquilo deixava o jogo ainda melhor. — Não, senhora. — Se você se comportar, deixo você vê-los mais tarde. Vai se comportar pra mamãe? — disse falando comigo como se eu fosse um garotinho. — Sim, senhora, vou me comportar. — Por enquanto, pode me chamar de mamãe. Levanta. — Eu levantei. Ela soltou minhas bolas, mas não meu pau. — Quer ir brincar com a mamãe no quarto dela? — Sim, mamãe. — Então vamos — respondeu. Ela me levou até o quarto dela segurando meu pau. Atravessamos uns dois corredores e entramos no quarto. Era um quarto amplo, com uma cama de casal grande. Numa parede, ao lado da porta do banheiro, tinha uma cadeira e um espelho com vários utensílios de maquiagem. Ela soltou meu pau, me sentou na cama e me deu um beijo na bochecha — Espera aqui, querido. Saiu do quarto. Poucos segundos depois, voltou com várias peças de roupa íntima. — Essas roupas são da Alicia, você é magrinho como ela e vão servir melhor em você do que as minhas. — Minha mãe pretendia me vestir com a roupa íntima da minha irmã. Uma onda de raiva surgiu de dentro de mim, mas lembrei do vídeo e Mordi minha língua. — Levanta, veste isso. — Ela disse me entregando uma calcinha de renda cor creme. Eu vesti. — Você tá maravilhosa! — Eu ainda tava duro e enquanto falava isso, ela dava tapinhas na minha rola, brincando com ela por cima da calcinha. — Sua piroquinha virgem adora. — Ela me deu outro beijo na bochecha, molhado e devagar. — Vamos te deixar bonita. Ela me sentou na frente do espelho. Pegou um pente e começou a escovar meu cabelo. Desembaraçava sem dó. Eu reclamei. — Quieta, se comporta, não vai querer que eu te amarre — Ela continuou. Molhava o cabelo de vez em quando com um borrifador e não parou até ficar liso. De vez em quando, passava a mão no meu peito e brincava com meu pau, tanto por cima quanto por dentro da calcinha — você vai ficar linda — sussurrava. Quando terminou de escovar meu cabelo, fez duas maria-chiquinhas. Eu me olhava no espelho e sentimentos contraditórios me invadiam. Me via horrível, humilhado e vestido de mulher, igual um travesti, mas aquilo era tão excitante quanto as carícias da minha mãe. Enquanto passava um pouco de maquiagem, pintava meus lábios e olhos, eu observava o corpo dela, sentia o cheiro e a proximidade do corpo dela com o meu. Só por um toque daquela mulher, qualquer humilhação valia a pena. — Fecha os olhos — Obedeci. Ela me levantou da cadeira e senti ela me ajudando a fechar um sutiã. Me sentou na cama e colocou umas meias até a metade da perna. Terminou de arrumar meu cabelo e me virou para o espelho grande. — Abre os olhos. — Abri. Eu vestia um conjunto de lingerie cor creme, a calcinha que já tinha visto e um sutiã combinando. Eram de renda, meio inocentes. Mais bonitos do que sexy. As meias faziam minhas pernas parecerem sedosas, como as de uma garota nova. Era impossível encher o sutiã, mas minha irmã tinha pouco peito e não dava pra notar tanto. O penteado, com duas maria-chiquinhas caindo nos ombros e a maquiagem suave, me davam um ar de mulher. Sim, eu era homem, mas certamente Minha mãe tinha feito um trabalho magnífico. Ela estava atrás de mim e eu pude ver como me abraçava e começava a mordiscar minha orelha. Com uma mão, acariciava meu peito e com a outra me punhetava suavemente por cima da calcinha. — Você é uma putinha virgem linda. Acho que vou tirar mais algumas fotos e vídeos seus. Você gostaria? — Sim — ao me ver daquele jeito enquanto sentia os carinhos da minha mãe, eu tinha entrado naquele transe de novo. Só me importava o que eu sentia, o que aquela mulher me fazia sentir, me humilhando de um lado enquanto me tocava com uma ternura maternal e uma sensualidade enorme. — Quero que minha mamãe tire fotos de mim. — Ela se afastou de mim e sentou na beira da cama com meu celular na mão. Começou a me fotografar em várias poses, ela as sugeria, me corrigia e continuava com seus comentários sobre sua pintinha virgem, sobre sua putinha, sobre sua puta. — Você é uma puta, parece que nasceu pra isso — Fica de joelhos e abre as pernas, afasta a calcinha e se masturba, gostosa — Ela disse — vou fazer um vídeo seu. — Começou a gravar — Diz seu nome e idade. — Eu disse meu nome, de onde era e minha idade. — Você é uma puta e ainda por cima é virgem. Não conseguiu comer nenhuma garota da sua idade e agora babando pela sua própria mãe, doente. — Sim — eu continuava me masturbando num ritmo bom. — Você quer foder sua mãe e por isso se vestiu assim. Você é um tarado e um doente. Deixaria fazer de tudo só porque sua mãe te deu uma punheta, né? — Sim — Sou uma putinha virgem que implora pra própria mãe comer ela. — A humilhação e os insultos, longe de me ofenderem, formavam uma parte indispensável da experiência, naquele momento eu não queria de outro jeito. — Minha mãe se levantou e de uma gaveta tirou um dildo. Era um vibrador cônico, não muito grande, cor de rosa. Jogou pra mim. — Você deixaria sua mamãe te comer pelo cu? — Sim, respondi. — Lambe ele como se fosse um pau, gostosa — Com certeza foi o pior boquete num consolo da história, porque eu nunca Eu nunca tinha nem fantasiado com algo assim, mas coloquei toda a minha vontade, como se aquele aparelho fizesse parte dela. — Implora pra eu te comer o cu, foxy. — Me come o cu, mami, por favor. — falei enquanto separava minha boca do vibrador. Em instantes, eu estava de novo chupando e lambendo aquele pedaço de plástico. Ela desligou o celular. — Para — me ordenou. — Você é o melhor submisso que eu poderia ter encontrado. Minha mãe me levantou e começou a me beijar com paixão. Os beijos dela eram como se quisesse me reivindicar. Pela primeira vez, ousei tocá-la e coloquei, quase com reverência, minhas mãos na bunda dela. — Quieto — ela disse com um sorriso. Me pegou pela mão e me deitou na cama. Tirou da mesma gaveta do vibrador uma fita de seda vermelha. Tirou o sutiã, passando a mão no meu peito e beliscando, com suavidade, um mamilo. Eu só consegui gemer fraco. — Me dá as mãos — Obedeci. Amarrou minhas mãos pelos pulsos, na frente, e depois me amarrou na cabeceira da cama. Quando terminou, se plantou na minha frente e, com um sorriso safado, disse — você mereceu — Tirou o roupão pela cabeça. Naquele momento, qualquer dúvida que eu pudesse ter tido se dissipou. Pude ver o corpo da minha mãe, só coberto por aquela calcinha e aquele sutiã cor da pele. A barriga dela ainda era lisa, quase sem rugas. As pernas dela, firmes e fortes, eram uma visão magnífica. Das bordas da calcinha escapavam alguns pelos pretos que lembravam que, debaixo daquele pedaço de pano, tinha uma buceta pela qual eu começava a ficar obcecado. Os peitos enormes dela transbordavam o sutiã, que os mantinha apertados. Ela se aproximou e se ajoelhou em cima de mim, apoiando as mãos dos dois lados da cama. Com uma mão, voltou a acariciar meu pau por cima da calcinha enquanto aproximava a boca da minha e me presenteava de novo com um beijo longo. Separou os lábios dela dos meus, e eu os vi manchados do meu próprio batom. Ela os aproximou do meu pescoço, beijando e lambendo devagar. Desceu ainda mais e parou num dos meus mamilos. mordendo e chupando ele. Com a outra mão, beliscava e brincava com meu outro mamilo enquanto eu gaguejava. Ela alternava a boca de um mamilo para o outro. Continuou assim por uns minutos que pareceram uma eternidade. Desceu lambendo e beijando minha barriga e meu umbigo até chegar na minha piroca. Ela continuava pressionando a calcinha, mostrando o volume enorme da minha ereção. Sem tirá-las, minha mãe começou a me beijar por cima delas. Lambeu seguindo o tronco, e a saliva dela rapidamente encharcou a calcinha. Por baixo do tecido, eu sentia aquela umidade. De repente, ela colocou na boca o volume onde estava minha glande, e eu me arqueei buscando aquela cavidade quente e molhada. De novo, ela me deixou à beira do orgasmo e, de novo, se afastou, sorrindo. "Calma, lembra que você só pode gozar se eu der permissão, lembra que seus orgasmos são meus." – Eu nem consegui responder. Ela se levantou e começou a tirar minha meia-calça enquanto acariciava minhas pernas. "Se desobedecer ou fizer qualquer coisa que me desagrade, vou te castigar, e pode ter certeza de que você não vai gostar. Está claro?" – Ela tinha usado aquele tom autoritário de novo. "Sim, senhora." – Respondi. Depois que tirou a meia-calça, ela a afastou e começou a baixar minha calcinha. Não se preocupou em tirá-la completamente e deixou na altura dos meus tornozelos. Sentou em cima de mim, de pernas abertas, com a calcinha dela apertando meu pau. Começou a se mover devagar, como se estivesse me fodendo. Eu ainda estava com as mãos amarradas na cabeceira da cama. Era desesperador ver aquele corpo se mexendo em cima de mim sem poder tocá-lo. Queria apertar aqueles peitos, queria espremer aquela bunda, queria despir minha mãe e poder ver aquela buceta peluda que ela mesma tinha me prometido. Ela, insensível ao meu olhar suplicante, aproximou as mãos da minha boca e enfiou os dedos nela. Era como se estivesse examinando a dentição de um animal. Com dois dedos, manteve minha boca aberta e cuspiu dentro dela, deixando cair uma boa quantidade de saliva na minha boca. Só consegui engolir e ouvir. —Você é uma gostosa. Gosta que cuspam em você? —Sim — respondi quando ela liberou minha boca dos dedos. Mantive a boca aberta, como se implorasse por mais daquela saliva. Ela cuspiu em mim de novo, mas dessa vez um pouco de saliva ficou na minha bochecha. Mamãe continuava brincando e beliscando meus mamilos enquanto mantinha aquele ritmo lento que estava enlouquecendo meu pau. Ela estava me masturbando, mas não com as mãos ou os pés, e sim roçando a buceta dela, ainda de calcinha, contra meu pênis. Ela aumentava e diminuía o ritmo conforme minhas reações. Quando via que eu estava perto ou que minha respiração ficava mais ofegante, parava e me dava um beliscão, mais forte, em um dos meus mamilos enquanto repetia: —Você ainda não tem permissão para gozar. Só vai poder quando mamãe mandar. Seu pau não é seu, é da mamãe, lembra? — A dor se misturava e aumentava a excitação. Quando já estávamos assim há um tempo, mamãe se levantou. Pegou do chão o mesmo vibrador que eu tinha chupado na frente da câmera. Pude ver uma manchinha de umidade na calcinha dela. Ela se deitou ao meu lado e sussurrou: —Eu também quero gozar, pequenininho. — Ela se deitou ao meu lado e, por cima da calcinha, começou a se acariciar. Ela levantou as pernas. Eu mal conseguia ver direito. A mão que segurava o vibrador se aproximou do meu rosto e o enfiou na minha boca. Fez isso bruscamente, até o fundo da minha garganta. Evitei um engasgo enquanto ouvia a risada dela. Era uma risada cruel e debochada. —Fica tranquila, putinha. Você vai ter tempo de sobra pra chupar quantas rolas quiser. — Aquele comentário me assustou, eu não queria aquilo, só queria ela. Podia ser doente por gostar que minha própria mãe me tratasse daquele jeito, mas não gostava de homens. —Fica tranquilo, é brincadeira — disse enquanto tirava o vibrador da minha boca, afastava um pouco a calcinha e o enfiava dentro dela. Da minha posição, só consegui ver como minha mãe afastava a calcinha e aparecia uma moita abundante de pelo escuro. Ouvi quando ela ligou o vibrador, mas já não conseguia mais ver, estava completamente dentro dela. Só conseguia ver minha mãe se contorcendo, deitada ao meu lado, movendo a mão que segurava o brinquedo enquanto gemia. De repente, ela apoiou uma das pernas em cima de mim, com o joelho sobre meu pau, prendendo-o contra ela e minha barriga. Nessa posição, aproveitando os movimentos da própria masturbação, começou um lento sobe e desce com a perna. Ela se mexia e se arqueava enquanto continuava sussurrando: — Vamos nos divertir tanto, vou te transformar no filhinho da mamãe, no brinquedinho dela... — De repente, ela acelerou o ritmo do vibrador, gemeu longamente e deixou o rosto cair no meu peito — Meu Deus! Fazia tempo que não tinha um orgasmo assim. Mamãe se sentou depois de alguns instantes de descanso, recuperando o fôlego. Me desamarrou da cabeceira, mas minhas mãos ainda estavam presas. Com um movimento, mostrando mais uma vez sua força, me colocou de joelhos, com a cabeça encostada na cama e as pernas abertas. Senti ela cuspir, dessa vez na minha racha do cu, e passar dois dedos no meu ânus. Eu gemi e fui reclamar: — Mamãe, pelo amor de Deus, pelo cu não... — Ela reagiu com uma violência que eu ainda não tinha visto e, com a mesma mão, me pegou pelas duas marias-chiquinhas e puxou com força. Meu corpo todo se arqueou e soltei um gemido de dor. — Shhh, não esquece que aqui quem manda sou eu e posso fazer o que quiser com você. — Sem soltar meu cabelo, me deu vários tapas fortes nas nádegas, muito mais fortes do que os que já tinha me dado naquela manhã. — Com força, me virou de novo e me deixou deitado. A visão daquele corpo de calcinha e sutiã valia qualquer porrada. Naquele momento, temi que minha mãe parasse a brincadeira e comecei a pensar em implorar para ela continuar brincando com meu cu, mas antes que as palavras saíssem da minha boca, ela sentou em cima de mim, com as pernas envolvendo meu pescoço, e senti ela apertar a calcinha contra minha boca e meu nariz. Senti o... umidade da buceta dela, senti o cheiro do orgasmo anterior enquanto a ouvia falar – Talvez eu queira te fazer gozar e você mal começou a andar. Mas não esperava que reagisse assim, que tivesse um submisso dentro de você. Calma, vamos ter tempo pra brincar com seu cu. Agora, já que você tá sendo um bom menino da mamãe, vai ganhar o prêmio de cheirar minha buceta. Você gosta, né? – Eu não conseguia falar. Lutava pra saborear e sentir o cheiro da mancha molhada na calcinha da mamãe. Os pelinhos da buceta dela, que escapavam da calcinha, faziam cócegas no meu rosto. Arqueando um pouco o corpo pra trás, a mamãe segurou minhas bolas com uma mão. Não apertava muito, mas amassava sem cuidado, misturando de novo a dor com o prazer. Ela gemia e, com as coxas fortes e grossas que me prendiam, aumentava o ritmo. Não sei quanto tempo passou minha mãe se esfregando na minha cara, no meu nariz e nos meus lábios. De repente, ela gozou e senti uma nova onda de umidade encharcando a calcinha dela. O gosto e o cheiro eram a melhor coisa que já tinha provado. Mal conseguia respirar, mas não ligava. As duas gozadas da minha mãe faziam a calcinha ficar transparente e eu já conseguia enxergar, bem na minha frente, o tufo peludo que era a buceta da minha mãe. Percebi que tinha dado o primeiro orgasmo a uma mulher. Nunca imaginei que seria daquele jeito e com a minha própria mãe, e na verdade, mais do que eu ter provocado, foi ela quem arrancou isso de mim se esfregando na minha cara. Mas ela parecia satisfeita com o filhinho. Soltou a prisão das coxas e se deitou enquanto me beijava de novo, sem se importar que minha boca estivesse encharcada com os próprios fluidos dela. – Esse é o primeiro orgasmo que você me dá – disse com voz melosa e satisfeita – você vai ser o melhor menino da mamãe. Merece um prêmio. Quer gozar na boca da mamãe? – Eu não acreditava e mal consegui confirmar. Ela desceu pelo meu corpo e, sem pensar duas vezes, começou a lamber meu pau. pau. Ela engolia tudo, brincava com a glande, lambia de cima a baixo enquanto brincava com minhas bolas. Era o primeiro boquete que eu ganhava e era algo magnífico. De repente, quando eu já estava no limite de novo, ela parou e me olhou nos olhos – Pede pra mamãe tirar seu leite, pede pra mamãe deixar você gozar na boca dela. – Mamãe, por favor – eu gemi – deixa eu gozar na sua boca. E ela me concedeu o favor. Sem usar as mãos, ela engoliu e começou um boquete alucinante. Aquela boca quente e molhada era demais pra mim e rapidamente senti um orgasmo intenso. Mamãe não diminuiu o ritmo e continuou até meu pau começar a perder um pouco da dureza. Sem abrir a boca, ela se afastou do pau e, sem me dar tempo de reagir, cuspiu a porra na minha cara. Com a mão, começou a espalhar o sêmen pelo meu rosto enquanto seus dedos abriam minha boca e me obrigavam a sentir o gosto. Era nojento. Tentei protestar, me debater, mas rapidamente senti a outra mão da minha mãe apertando com força meu pau meio mole e minhas bolas. Fiquei quieto e deixei ela continuar brincando com meu sêmen, seus dedos e minha boca e cara. – Calma, é só um pouco de porra. Não fica com nojo. – Me relaxei completamente e uma sensação nova me invadiu. Não era excitação, era outra coisa. Agora eu reconheço. Era que, aos poucos, eu entendia que era o submisso da minha mãe, que ela faria comigo o que quisesse, quer eu gostasse ou não. Isso, longe de me alarmar, me trouxe uma felicidade intensa. Continua… Extra:Disciplina da Mamãe, Capítulo #1
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Incesto Familiar
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Disciplina da Mamãe, Capítulo #1
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3 comentários - Disciplina da Mamãe, Capítulo #1

Lo leí hace años en otro lado,lo dejaron abandonado en el capítulo 27,tenés los restantes?