Quero contar pra vocês o que rolou comigo no Dia dos Mortos. Depois que a pandemia deu uma acalmada aqui em casa, a gente decidiu fazer uma reuniãozinha, mas todo mundo tinha que ir fantasiado.
Passei a semana toda organizando um monte de coisa, arrumando tudo e, claro, minha fantasia. Eu sugeri fazer na minha casa porque, mesmo não sendo enorme, é espaçosa depois que a gente mexe uns móveis — sabe, aqueles truques que a gente tem em casa.
Pra dar um contexto: eu sou bem animada e provocante, sou assim com todo mundo, e meus sobrinhos não são exceção. Só que nesse último ano, parece que um deles, o Marco, começou a confundir as coisas. Mas o problema não é esse — é que eu tô adorando a situação, esquentando ele um pouco sem ser muito explícita. A gente troca muita mensagem, e de repente eu mando umas fotos minhas, tipo selfies comendo um picolé ou mostrando um pouco do decote, ou então mando um direct no Facebook falando que ele tá gostoso em alguma foto.
Por que eu faço isso? Não sei direito, mas me excita saber que eu chamo a atenção até de caras mais novos, e imaginar ele se tocando me deixa com o tesão lá em cima. Mesmo com esses pensamentos, até o que vou contar agora, sempre tive o limite de que ele é meu sobrinho.
Na festa, a gente tava todo mundo muito animado: música, comida e, sim, um pouco de bebida. Todos os meus sobrinhos, meus irmãos, meus cunhados e cunhadas dançando e já meio altinhos por causa do álcool, haha.
No meio da bagunça, eu sempre dava um jeito, discretamente, de provocar meu sobrinho um pouco mais do que o normal, e no final deu certo.
No auge da festa, não encontrei mais o Marco. Fiquei procurando ele em todo canto, até que fui pro jardim dos fundos da casa, longe do barulho, e lá estava ele. Não tinha reparado direito, mas a fantasia dele tinha vários detalhes: era de pirata, com uma espada, umas paradas penduradas, a camisa aberta com estampas — no fim, uma fantasia maneira. Eu, por outro lado, fui de Mulher-Gato, algo mais simples: uma legging. de pele vinil que marcava minha bunda e meus peitos; tenho que dizer que sou magra, então não tenho muita bunda nem muito peito, sou normalzinha mas magrinha.
- Que que houve, filho, por que você foi embora da festa?
- Ah, é que queria descansar um pouco do barulho, tia. Nossa, mas ficou muito bom sua fantasia
- Obrigada, filho, você também tá muito bem, não tinha reparado que você trouxe essa espadona haha
- É, né? Trouxe as duas, tia, por via das dúvidas haha
Essa última frase ele falou meio nervoso e quase se engasgou, o que me deu uma ternura
- Ai, mas pode ser faca, filho haha
- Bom, menor que essa sim, mas quem sabe se é faca
Naquele momento eu já tava muito excitada, não sei se pelo álcool, pela falta de sexo com meu marido, por todas as conversas. Só olhei se não vinha ninguém e não, porque aquela parte é mais tipo de garagem e ninguém costuma ir naquele jardim porque tá todo mal cuidado.
- Vê aí, me mostra
E ele baixou a calça com dificuldade porque não tinha zíper e tirou pra fora a rola preta e venosa, de bom tamanho, que verdade seja dita, não mentia
- É que tô meio nervoso, tia
Só consegui sorrir pra ele e ali, em pé, comecei a bater uma pra ele, sentia ela grossa, quente e dava pra perceber algumas veias na minha mão, eu já tava muito molhada e nisso senti a mão dele acariciando minha buceta por cima da legging, soltei um gemido e na hora notei que ele continuava nervoso e eu também!! Olhei de novo se via a silhueta de alguém, mas não tinha ninguém.
- Calma, filho, só relaxa, fecha os olhos
E comecei a bater melhor, apertava um pouco, puxava a pele e ela começou a crescer e crescer nas minhas mãos, meu deus, não imaginava que ele tivesse um monstro desses, tava batendo com as duas mãos e ainda sobrava a cabeça dela, a rola dele ficou muito dura e ele gemia de olhos fechados, eu tava escorrendo.
Acabei ajoelhando e foi ainda mais impressionante ter ela assim de frente, além do cheiro de rola, não fedida, mas o líquido pré-seminal e aquele cheiro me adora, a glande dele brilhava e aí percebi que era quase tão grossa quanto meu pulso, caralho! Tava uma delícia e enfiei na boca, comecei a lamber aquela cabeçona enquanto chupava e minhas mãos massageavam aquele pedaço enorme.
Enchia minha boca e era uma sensação que nunca tinha experimentado, nem cabia tudo, e nesse pensamento senti ele pegar no meu cabelo e empurrar mais o pauzão pra dentro, e minha boca automaticamente se abria pra receber. Eu, que sou inexperiente com isso, comecei a sentir que tava me afogando, mas me forcei a relaxar e respirar pelo nariz, o que foi complicado no começo, mas depois de várias tentativas — por que não, né? — consegui controlar. Ele tentava meter mais e mais, apesar daquela sensação de sufoco que nunca tive com meu marido.
- Vai, filho, vai, goza pra mim, molha a carinha da sua tia.
- Ai, tia, tia!
- Isso, filho, goza, vai, me dá.
Eu batia uma pra ele o mais rápido que podia e abria minha boquinha.
E senti aquela mangueira, como pulsou aquele pau preto, e começou a soltar jorros grossos. O primeiro saiu meio torto e caiu na minha testa, perto do cabelo, e rápido me aproximei mais. Os outros foram num olho, nas minhas bochechas, na minha boca — recebi a maioria, que encheu tudo de porra gostosa, grossa e quente. Ainda dei um gole delicioso, e ele soltou mais uns dois jorros encaroçados, mas com menos porra. Ele gemia gostoso, e isso me deixava toda puta.
E contra toda a lógica, o pau dele continuava duro, ereto e viril na minha frente, enquanto eu tava toda melada de porra. Já tava incontrolável, levantei toda lambuzada, ele sorriu, e comecei a baixar a legging, me virei. Senti as mãos dele me segurando e a cabeça dele procurando minha buceta, mas nisso ouvimos gritos chamando pelo Marco. Com medo, subi a legging, me virei e mandei ele esconder aquilo. Eu me escondi num barraquinho onde guardamos as ferramentas, e de lá vi ele arrumar a calça e a mãe dele entrar. Ele só virou a cabeça e começaram a falar coisas que não entendi, e foram embora.
Me limpei como deu. realmente comi os restos deliciosos e fui pro meu quarto pra terminar de me limpar, pra não ficar nada. Nisso entra minha cunhada, a mãe do meu sobrinho, e a gente conversou um pouco. Falei que tinha me sentido mal e que tinha deitado um pouco. Ela me olhou estranho, mas no fim não falou nada.
O pior de tudo é que quero que meu sobrinho me coma com aquela pica, e há semanas a gente tem conversado, mas por algum motivo eu tento cair na real de que ele é meu sobrinho, mesmo já tendo dado pra ele.
Passei a semana toda organizando um monte de coisa, arrumando tudo e, claro, minha fantasia. Eu sugeri fazer na minha casa porque, mesmo não sendo enorme, é espaçosa depois que a gente mexe uns móveis — sabe, aqueles truques que a gente tem em casa.
Pra dar um contexto: eu sou bem animada e provocante, sou assim com todo mundo, e meus sobrinhos não são exceção. Só que nesse último ano, parece que um deles, o Marco, começou a confundir as coisas. Mas o problema não é esse — é que eu tô adorando a situação, esquentando ele um pouco sem ser muito explícita. A gente troca muita mensagem, e de repente eu mando umas fotos minhas, tipo selfies comendo um picolé ou mostrando um pouco do decote, ou então mando um direct no Facebook falando que ele tá gostoso em alguma foto.
Por que eu faço isso? Não sei direito, mas me excita saber que eu chamo a atenção até de caras mais novos, e imaginar ele se tocando me deixa com o tesão lá em cima. Mesmo com esses pensamentos, até o que vou contar agora, sempre tive o limite de que ele é meu sobrinho.
Na festa, a gente tava todo mundo muito animado: música, comida e, sim, um pouco de bebida. Todos os meus sobrinhos, meus irmãos, meus cunhados e cunhadas dançando e já meio altinhos por causa do álcool, haha.
No meio da bagunça, eu sempre dava um jeito, discretamente, de provocar meu sobrinho um pouco mais do que o normal, e no final deu certo.
No auge da festa, não encontrei mais o Marco. Fiquei procurando ele em todo canto, até que fui pro jardim dos fundos da casa, longe do barulho, e lá estava ele. Não tinha reparado direito, mas a fantasia dele tinha vários detalhes: era de pirata, com uma espada, umas paradas penduradas, a camisa aberta com estampas — no fim, uma fantasia maneira. Eu, por outro lado, fui de Mulher-Gato, algo mais simples: uma legging. de pele vinil que marcava minha bunda e meus peitos; tenho que dizer que sou magra, então não tenho muita bunda nem muito peito, sou normalzinha mas magrinha.
- Que que houve, filho, por que você foi embora da festa?
- Ah, é que queria descansar um pouco do barulho, tia. Nossa, mas ficou muito bom sua fantasia
- Obrigada, filho, você também tá muito bem, não tinha reparado que você trouxe essa espadona haha
- É, né? Trouxe as duas, tia, por via das dúvidas haha
Essa última frase ele falou meio nervoso e quase se engasgou, o que me deu uma ternura
- Ai, mas pode ser faca, filho haha
- Bom, menor que essa sim, mas quem sabe se é faca
Naquele momento eu já tava muito excitada, não sei se pelo álcool, pela falta de sexo com meu marido, por todas as conversas. Só olhei se não vinha ninguém e não, porque aquela parte é mais tipo de garagem e ninguém costuma ir naquele jardim porque tá todo mal cuidado.
- Vê aí, me mostra
E ele baixou a calça com dificuldade porque não tinha zíper e tirou pra fora a rola preta e venosa, de bom tamanho, que verdade seja dita, não mentia
- É que tô meio nervoso, tia
Só consegui sorrir pra ele e ali, em pé, comecei a bater uma pra ele, sentia ela grossa, quente e dava pra perceber algumas veias na minha mão, eu já tava muito molhada e nisso senti a mão dele acariciando minha buceta por cima da legging, soltei um gemido e na hora notei que ele continuava nervoso e eu também!! Olhei de novo se via a silhueta de alguém, mas não tinha ninguém.
- Calma, filho, só relaxa, fecha os olhos
E comecei a bater melhor, apertava um pouco, puxava a pele e ela começou a crescer e crescer nas minhas mãos, meu deus, não imaginava que ele tivesse um monstro desses, tava batendo com as duas mãos e ainda sobrava a cabeça dela, a rola dele ficou muito dura e ele gemia de olhos fechados, eu tava escorrendo.
Acabei ajoelhando e foi ainda mais impressionante ter ela assim de frente, além do cheiro de rola, não fedida, mas o líquido pré-seminal e aquele cheiro me adora, a glande dele brilhava e aí percebi que era quase tão grossa quanto meu pulso, caralho! Tava uma delícia e enfiei na boca, comecei a lamber aquela cabeçona enquanto chupava e minhas mãos massageavam aquele pedaço enorme.
Enchia minha boca e era uma sensação que nunca tinha experimentado, nem cabia tudo, e nesse pensamento senti ele pegar no meu cabelo e empurrar mais o pauzão pra dentro, e minha boca automaticamente se abria pra receber. Eu, que sou inexperiente com isso, comecei a sentir que tava me afogando, mas me forcei a relaxar e respirar pelo nariz, o que foi complicado no começo, mas depois de várias tentativas — por que não, né? — consegui controlar. Ele tentava meter mais e mais, apesar daquela sensação de sufoco que nunca tive com meu marido.
- Vai, filho, vai, goza pra mim, molha a carinha da sua tia.
- Ai, tia, tia!
- Isso, filho, goza, vai, me dá.
Eu batia uma pra ele o mais rápido que podia e abria minha boquinha.
E senti aquela mangueira, como pulsou aquele pau preto, e começou a soltar jorros grossos. O primeiro saiu meio torto e caiu na minha testa, perto do cabelo, e rápido me aproximei mais. Os outros foram num olho, nas minhas bochechas, na minha boca — recebi a maioria, que encheu tudo de porra gostosa, grossa e quente. Ainda dei um gole delicioso, e ele soltou mais uns dois jorros encaroçados, mas com menos porra. Ele gemia gostoso, e isso me deixava toda puta.
E contra toda a lógica, o pau dele continuava duro, ereto e viril na minha frente, enquanto eu tava toda melada de porra. Já tava incontrolável, levantei toda lambuzada, ele sorriu, e comecei a baixar a legging, me virei. Senti as mãos dele me segurando e a cabeça dele procurando minha buceta, mas nisso ouvimos gritos chamando pelo Marco. Com medo, subi a legging, me virei e mandei ele esconder aquilo. Eu me escondi num barraquinho onde guardamos as ferramentas, e de lá vi ele arrumar a calça e a mãe dele entrar. Ele só virou a cabeça e começaram a falar coisas que não entendi, e foram embora.
Me limpei como deu. realmente comi os restos deliciosos e fui pro meu quarto pra terminar de me limpar, pra não ficar nada. Nisso entra minha cunhada, a mãe do meu sobrinho, e a gente conversou um pouco. Falei que tinha me sentido mal e que tinha deitado um pouco. Ela me olhou estranho, mas no fim não falou nada.
O pior de tudo é que quero que meu sobrinho me coma com aquela pica, e há semanas a gente tem conversado, mas por algum motivo eu tento cair na real de que ele é meu sobrinho, mesmo já tendo dado pra ele.
2 comentários - Halloween com meu sobrinho