Em 2010, conheci a "Mary" num curso de inglês que fiz. Ela tinha acabado a faculdade e tava procurando emprego. A gente não era tão amigo, mas no grupo eu sempre era atencioso com ela, dava pra perceber — como não ser, se ela era uma gostosa? Pele branca, corpo voluptuoso, um peitão bonito, cabelo pintado de loiro que caía super bem nela. Me atraía muito aqueles lábios carnudos. Mesmo vestindo jeans e roupa justa, ela sempre tava sexy.
Tentei sair com ela várias vezes, mas sempre me dava um fora. Até contou pra um amigo em comum que eu tava morrendo por ela, e ele zoou: "Já supera, mano". No fim, o curso de inglês acabou e a gente se afastou com o tempo. Sempre via ela no Facebook, até que um dia ela me excluiu. Achei que a amizade tinha morrido ali e segui com minhas outras aventuras e novas conquistas que já contei antes.
Passaram-se anos. Era setembro de 2018. Sempre lembrava do mês do aniversário dela e mandava mensagem pra cumprimentar. Sabia que ela trabalhava num escritório de advocacia no centro financeiro de San Isidro. Lembro que tava trabalhando numa obra — reforma de uns escritórios num prédio que dava pra varandas e terraços. Um lugar que virou cenário do nosso futuro encontro carnal.
Já tinha passado o aniversário dela, e eu encontrei ela por acaso nas ruas do centro financeiro de San Isidro na hora do almoço. Tava linda demais… usava uma minissaia com uma blusa de manga curta, e as pernas brancas e carnudas me deixaram excitado. Resumindo, tava maravilhosa.
😨 Mary! Depois de anos — enquanto a gente se aproximava um do outro na calçada.
M: Oi… como cê tá? Depois de anos…
😨 Bem, bem. Tô trabalhando aqui numa reforma de escritórios.
M: Ah, que legal… que bom. E aí, já tem namorada? Já casou?
😨 Não, nada ainda… e você, que nunca se decidiu, haha.
M: hahaha, que isso, doido.
😨 Vai almoçar?
M: É, sim… tava saindo.
😨 Te convido, pelo seu aniversário que já passou. passa, vamos
M: Tá bom, mas rápido que tenho outros pepinos pra resolver no escritório.
😨 Ok, bora lá.
Já no meio do almoço, criei coragem e fui com tudo, comecei a tentar convencer ela a continuarmos nos vendo, com tanta história vivida, é melhor tentar do que nunca fazer nada.
😨 Mary, e aí, curtiu seu aniversário? Saiu pra balada?
M: Sim, tudo certo, fui dançar com meus irmãos e umas amigas.
� Bem que podia ter me chamado… ah, mas é verdade, você não me adicionou no Facebook, o que houve… o que eu fiz pra você me excluir? – falei num tom de voz triste e confuso.
M: Hã… te excluí, sério? Ah, isso deve ter sido há anos, achei que você tinha me excluído, pensei que tava magoado por eu te zuar, mas fazer o que, já passou.
😨 Me passa seu número, pra pelo menos poder te mandar um salve no WhatsApp.
M: Claro! Anota aí – ditou o número.
😨 Só espero que não me bloqueie no WhatsApp também, haha.
M: Não, imagina… e me diz, tá namorando? Achei que já tivesse casado… quantos anos você fez?
😨 Trinta e seis… e você, acho que já fez 30, né?
M: Sim, já fiz trinta… ai meu deus, os anos, nada é mais como antes, a energia, o corpo.
😨 Mas pra seus trinta, você ainda parece ter 20, tem um corpão! Do que cê tá falando? Tá power, haha.
M: hahaha, bom, a gente faz o que pode, é minha beleza natural.
😨 hahaha Claro, sempre tão… hummm e seus pais, como tão?
M: Sempre tão o quê? Vamos, não fica tímido… o que foi, ainda tá obcecado por mim?
😨 Não, não é obsessão… sempre foi amor, e você nunca percebeu, acho – ri nervoso.
O olhar dela desviou pro prato e ficou um silêncio por um instante.
😨 Mary, relaxa, somos amigos e de boa… já passou. Vou te contar, tô reformando uns escritórios aqui no prédio que fica colado na via expressa, e já tamo na fase de colocar móveis e decorar.
Mudei de assunto rápido pra ela não ficar nervosa.
M: Ai que legal! Também gosto de decoração, e que estilo tem os escritórios? 😨 Eles têm um estilo industrial, e a gente também tá trabalhando num terraço que vai conectar com jardins verticais, vai ficar show demais. É pra uma empresa portuária… Se você visse, ia gostar.
M: Ah, então me chama pra inauguração.
😨 Te convido uns dias antes pra você ver, se quiser, antes do pessoal da limpeza vir deixar tudo impecável.
Aí a gente continuou conversando e eu acompanhei ela até o prédio onde ela trabalhava, e combinamos de nos ver outro dia. Como eu tava cuidando da supervisão dos escritórios, ia direto pra lá, não pro trabalho, e via os últimos detalhes. Então me emprestaram o carro da empresa pra pegar umas compras que dava pra fazer. Como era terça e faltava uma semana pra entrega do projeto, resolvi escrever pra Mary.
😨 “Mary, a inauguração tá chegando. Quer vir ver os detalhes finais? O que me diz, topa?”
M: “Quinta ou sexta pode ser… tô cheia até o fim de semana” – respondeu depois de um tempo.
😨 “Como você quiser. Tá tudo a um passo, pode vir quando sentir vontade.”
Eu tava torcendo pra ela não desistir. Falei: tomara que dê certo, tomara. Como a sala da gerência tinha um frigobar, eu levava água e, me preparando pro dia, fui levando umas garrafas de champanhe, caso a situação pedisse uns drinks. Se me perguntassem por que a garrafa de champanhe, eu ia mentir, dizendo que era pro brinde da inauguração.
Chegou quinta-feira e ela não me avisou. Ainda tinha sexta pra ela ir, porque no fim de semana o pessoal da limpeza ia aparecer. Então só me restou esperar e torcer pela sorte.
Naquela noite, lá pelas 11 da noite, chegou uma mensagem no WhatsApp, e ela só confirmou que viria no dia seguinte.
M: “Amanhã apareço aí no teu escritório. Pedi pra sair uma hora mais cedo com uma desculpa de trabalho. Me passa o endereço pra eu cair aí.”
Vocês não têm ideia de como eu fiquei feliz. Passei o endereço e já tava contando as horas pra amanhã. Naquela meia-noite, fui tomar banho e raspei a buceta e as bolas, caso rolasse uma foda. Tem que estar preparado. sempre ficar precavido pra qualquer coisa que possa rolar.
No dia seguinte, verifiquei se os drinks estavam gelados, comprei petiscos, cigarros e umas camisinhas, sempre prevenindo; Normalmente nos escritórios, sexta-feira às 17h, os funcionários já tão de bobeira ou saindo, então esperei, esperei igual um criança ansiosa, até que chegou a mensagem dela.
M: “Já tô a duas quadras, desce pra me encontrar”
😨 “Ok, já tô descendo, a gente se vê na entrada”
Já na entrada do prédio, vi ela se aproximando, tava tão gostosa, lembro que tava com uns saltos pretos, saia xadrez vermelha e preta mini, e um top de alcinha preta, justo que apertava os peitos dela, além de um blazer casual, cabelo ao vento e uns óculos que deixavam ela muito provocante. Pensei, essa tarde eu como ela nem que seja a força, dessa vez essa novinha não me escapa, enquanto sorria e me aproximava pra cumprimentar ela e fiz ela me seguir, nisso já tinha uma desculpa pronta pra fazer ela entrar sem muito mimimi.
😨 Boa tarde, a arquiteta vai entrar pra inspecionar a entrega dos escritórios e assinar os projetos correspondentes.
Segurança: Ok, você é o responsável, a gente já tá saindo.
😨 Sim, por favor, assim que a gente entrar e terminar, a gente sai mais rápido, tamo com pressa. Valeu.
Ela só entrou no meu jogo, fomos direto pro terraço pegar um ar, ela curtiu a decoração com jardim vertical, os acabamentos e o espaço do terraço que era pra área social dos funcionários, entre risadas a gente foi ficando mais à vontade, já era quase 18h, acelerei minha tática pra seduzir ela e quem sabe aquela tarde/noite fazer ela minha.
Bem na hora que calculei que os operários já tinham ido embora, descemos pra entrar nos escritórios pra continuar conversando mais sossegados, parece que ela curtiu o ambiente, os móveis e mesas estilo industrial, convidei ela pra entrar numa sala e sentar enquanto colocava música no celular, enquanto saía disfarçadamente pra porta de entrei pra colocar o seguro, já voltei com ela, ofereci água… mas não demorei pra oferecer champanhe, ela ficou estranhada, mas eu falei relaxa, é pra inauguração, aqui tem mais garrafas. Já no brinde, papo e risada, fomos ficando mais à vontade e esquentando.
O que começou com um beijo carinhoso, terminou numa gozada inesquecível na boquinha dela, faminta de porra.
😨 Mary, sobre aquela vez que te falei que não era obsessão, era amor, bom, foi uma imprudência da minha parte, espero que me desculpe.
M: Hummm, então não era verdade.
😨 Sim, bom… mas não precisava ter te falado, acho que te desrespeitei… desculpa, somos amigos, né
M: Claro, relaxa – enquanto a gente bebia das taças
Ela me olhava tímida, as bochechas ficaram vermelhas por causa da bebida e do ar fechado do escritório talvez, tirando o blazer.
😨 Tá calor, deixa eu abrir um pouco a porta da sacada.
Abri um pouco a porta e entrou uma brisa bem suave, brisa que acho que jogou a meu favor, ela levantou e foi até a varanda, admirando o horizonte da cidade que já escurecia, e as luzes da cidade já brilhavam, ela se debruçou com um olhar perdido na cidade, acho que o ar bateu, sempre acontece quando você bebe e sai pro ar, dava pra admirar de relance a figura dela, as pernas e a bunda enquanto voltava pra servir mais champanhe, pra chegar perto dela oferecendo um novo brinde.
😨 Saúde, Mary, pelo nosso reencontro – sorrindo
M: Saúde – enquanto me olhava safada
A gente se olhou enquanto brindava e eu me atrevi a chegar perto dela pra dar um beijo carinhoso, ela aceitou sem frescura, enquanto eu timidamente pegava na cintura dela pra grudar ela em mim, tirei a taça dela e botei no chão, os beijos foram de carinhosos pra intensos, até que me atrevi a descer pelo pescoço dela e sussurrar no ouvido
😨 Você tá muito gostosa… – tirando os óculos dela, porque ia rolar o que tanto desejei
Ela aceitou, o corpo dela tremia com cada beijo, com cada carícia passando a tocar as nádegas dela pra pressionar ela com minha pélvis e sentir meu pau endurecendo, ela de olhos fechados se deixava levar, aproveitei um momento pra fechar a porta do box e levar ela pro sofá e deitar ela, entre beijo e beijo fui levantando o top dela, e admirar os peitos dela se libertando completamente quando tirei o sutiã, não fiz mais nada além de descer e começar a morder e chupar cada mamilo tão rosadinho, faltavam mãos pra aproveitar um par de belos peitos, já imaginava como seria aquela buceta; ela gemendo de prazer e entregue deixou eu tirar a saia dela, eu desesperadamente tirei a camisa e desci tudo pra ficar pelado na frente dela, voltando pra buceta dela e tirar a pequena calcinha fio dental preta que ela tava usando, que beleza foi ver aquela buceta depilada e molhada, não fiz mais nada além de colocar as pernas dela no ombro e comecei a devorar a buceta dela, esfregando com minha língua o clitóris dela, fez ela tremer de prazer… uff tava no céu, parei um momento pra subir em cima dela de novo beijando ela e assim poder ter nossos corpos se esfregando na tesão, meu pau roçava na pussy dela que tava tão molhada, parei a música do celular ficando em silêncio pra ouvir os gemidos dela… levantei ela e coloquei ela em cima de mim, e foi nesse momento que ela revelou a verdadeira personalidade dela.
M: Já sabia que você queria me comer, fazer amor comigo… né?… não me respeita mais!
😨 Você é uma mulherão, é uma gostosa pra caralho, e sim… sempre quis te ter, mas você dificultou, olha quantos anos se passaram…
M: Shiii, já sei, vamos voltar pro que a gente tava fazendo… aproveitar esse tempo
Essas palavras abriram as portas da minha morbidez, comecei a rebolar ela na bunda, tocava as pernas dela, dava tapas na bunda grande e branca dela pra excitar ela mais, ela me agarrava pelo pescoço enquanto me beijava e de vez em quando oferecia os peitos dela pra eu aproveitar, uff que delícia… ela enfiou meu pau dentro e começou a dar umas sentadas fodidas, podia ver na pouca luz como a carne do corpo dela se balançava a cada batida, ela me segurava pelo pescoço, enquanto os peitos dela pulavam na minha cara, e eu tentava morder eles.
😨 — Desce, chupa ele! — dando ordens
M: — Melhor que isso, você vai ver — com voz me provocando
Ela desceu pra dar umas chupadas, e depois esfregou os peitos no meu pau, começando a fazer um espanhol incrível. O que mais me deixava com tesão era ver a cara dela com a boquinha aberta gemendo e fazendo biquinho enquanto ofegava, e de vez em quando ela me punhetava sem parar, o que me excitava ainda mais.
M: — Você gosta, né?
😨 — Você sabe fazer, mas chupa ele sim… chupa ele!
M: — Você depilou a pica pra mim… né? — com voz gostosa
😨 — Sim, sim, pra você comer ela toda, vamos, come ela toda!
Ela começou a me dar um boquete tão bom que praticamente enfiou quase todo o meu pau até a garganta dela, e quando tirava, a saliva dela misturada com meus fluidos caía na borda do sofá de couro. Eu tava meio preocupado com as manchas, mas o tesão falou mais alto e comecei a foder a boca dela, segurando a cabeça dela, fazendo um rabo de cavalo com o cabelo e puxando pra baixo e pra cima no meu pau. Ela engolia com prazer, e com uns engasgos parava, respirava, e voltava a chupar. Fiquei surpreso: a mulher mais meiga que conheci anos atrás agora era uma puta enorme e deliciosa.
Parei pra colocar ela na beira do sofá, de quatro, com a bunda branca no ar, e comecei a penetrar ela enquanto dava tapas na bunda dela e brincava com um dos meus dedos roçando o cu dela.
M: — Quer me comer? Vai, dá… mas devagar, tá?
😨 — Sério… ok, devagarzinho, me fala se doer muito
Assim, com um pouco da minha saliva, fui enfiando meu pau no cu dela devagar. Ela abria a bunda com as mãos, me ajudando na parada, porque também queria pau dentro do cu dela.
Continuei devagar, e aquele cu dilatado e entregue começou a receber todas as minhas enfiadas sem parar, o que só me deixava mais selvagem. Ela, rendida e segurando no sofá, exclamava:
M: — Continua, pai, continua! ahhhh, ayyyy, vou gozar… ufff continua continua!
Papai? Vou gozar?... Que puta eu era e isso me excitava, logo em seguida ela tremeu e gemeu tão alto que pra ninguém ouvir os gemidos dela, tapei a boca dela… entre suores, gemidos não parava e a bunda dela não oferecia resistência, os dois entregues como duas feras selvagens no sexo, com a força da minha pélvis batendo na bunda dela, estralava e os glúteos dela balançavam, enquanto puxava os cabelos dela, domando uma mulherão.
😨 Ahh, ahhh vou gozar, vou gozar- ela gritava
Ela, experiente nos movimentos, ágil se deslizou descendo até meu pau rendida ao meu pau, chupando antes da ejaculação pra receber todo meu leite.
😨 Vou gozar, chupa, chupa!
E olha que ela mamava e espremia o pau como se fosse um carneiro… terminei de gozar dentro daquela boquinha faminta de porra, enquanto acariciava os cabelos dela, levantei ela e abracei, e caímos exaustos por uns minutos no sofá, enquanto ela terminava de saborear meu sêmen
M: Você me surpreende, que tiro gostoso – provocante
Enquanto beijava a bochecha dela, acariciava os peitos e a cintura
😨 E você não fica atrás – rindo
Já deviam ser umas 6:40 e no escuro, saímos rápido pro banheiro levando nossas roupas pra nos lavar e trocar, na volta acendi as luzes do escritório da gerência e limpei um pouco todos os suores e fluidos que pudessem deixar vestígio, guardei a garrafa aberta de champanhe, deixei quase tudo em ordem abrindo a porta por um tempo pra ventilar antes de ir embora.
Ela voltou pra pegar a bolsa e foi de volta ao banheiro pra se maquiar e pentear.
😨 Vamos até o subsolo, tô com o carro do escritório
Foi assim e só fui na recepção pegar meu RG, enquanto ela no carro terminava de se maquiar um pouco mais, no carro tirou os saltos e calçou umas sapatilhas que trouxe na bolsa.
Por ser fim de semana, pegamos um pouco de trânsito, levei ela obviamente até a casa dela, tinha várias mensagens de texto do escritório, perguntando se eu já estava lá Tudo certo para amanhã, os da limpeza vão. Confirmei que tinha saído mais cedo e que não ouvi o celular porque estava no vibrador, mas já resolvemos. Conversamos coisas intensas e quentes, parece que teve segundo round.
😨 Amanhã você tem tempo pra me ver?
M: Humm… acho que não, mas domingo, o que acha? Me convida pra comer um ceviche com…
😨 Com umas cervejinhas, fechou. Na cevicheria do "Meu Barrunto" domingo, ok. Passo aí pra te pegar.
M: Vou pedir um táxi, melhor. Vou falar em casa que vou encontrar umas amigas.
�H Ok, ok. Nesse dia vou tomar um cum de tigre pra ficar pronto – rindo.
M: Bom, nesse dia acho que vamos estar mais tranquilos e com mais tempo.
😨 Ok, então nesse dia você manda e me diz o que quer fazer. Sabe que eu só quero uma coisa… quero você.
M: hahaha, ok, vamos com calma, ok.
Assim a deixei na esquina da casa dela, depois de um beijo carinhoso dentro do carro. Já voltando, liguei pro meu chefe e expliquei que estava tudo certo, que amanhã mesmo ia chegar cedo no escritório porque tinha deixado uns planos assinados que eram os originais, etc., etc.
Naquela noite, antes de dormir, mandei uma mensagem:
😨 "Nos vemos domingo, não me decepciona."
M: "Vou estar lá."
Dormi feliz e com a promessa de que teria aquela segunda vez. Pois naquela tarde de domingo, depois do almoço, fomos pro meu apartamento e fodemos loucamente. Até viajávamos nos fins de semana e, onde estivéssemos, fodíamos. Mesmo sem ter nada formal, ficamos juntos por um bom tempo, encontros casuais de puro sexo. E o final… o final dessa longa história foi tão confuso e tão ou mais radical que antes.
Prometo contar esse final, onde quase virei pai.
Continua…
Tentei sair com ela várias vezes, mas sempre me dava um fora. Até contou pra um amigo em comum que eu tava morrendo por ela, e ele zoou: "Já supera, mano". No fim, o curso de inglês acabou e a gente se afastou com o tempo. Sempre via ela no Facebook, até que um dia ela me excluiu. Achei que a amizade tinha morrido ali e segui com minhas outras aventuras e novas conquistas que já contei antes.
Passaram-se anos. Era setembro de 2018. Sempre lembrava do mês do aniversário dela e mandava mensagem pra cumprimentar. Sabia que ela trabalhava num escritório de advocacia no centro financeiro de San Isidro. Lembro que tava trabalhando numa obra — reforma de uns escritórios num prédio que dava pra varandas e terraços. Um lugar que virou cenário do nosso futuro encontro carnal.
Já tinha passado o aniversário dela, e eu encontrei ela por acaso nas ruas do centro financeiro de San Isidro na hora do almoço. Tava linda demais… usava uma minissaia com uma blusa de manga curta, e as pernas brancas e carnudas me deixaram excitado. Resumindo, tava maravilhosa.
😨 Mary! Depois de anos — enquanto a gente se aproximava um do outro na calçada.
M: Oi… como cê tá? Depois de anos…
😨 Bem, bem. Tô trabalhando aqui numa reforma de escritórios.
M: Ah, que legal… que bom. E aí, já tem namorada? Já casou?
😨 Não, nada ainda… e você, que nunca se decidiu, haha.
M: hahaha, que isso, doido.
😨 Vai almoçar?
M: É, sim… tava saindo.
😨 Te convido, pelo seu aniversário que já passou. passa, vamos
M: Tá bom, mas rápido que tenho outros pepinos pra resolver no escritório.
😨 Ok, bora lá.
Já no meio do almoço, criei coragem e fui com tudo, comecei a tentar convencer ela a continuarmos nos vendo, com tanta história vivida, é melhor tentar do que nunca fazer nada.
😨 Mary, e aí, curtiu seu aniversário? Saiu pra balada?
M: Sim, tudo certo, fui dançar com meus irmãos e umas amigas.
� Bem que podia ter me chamado… ah, mas é verdade, você não me adicionou no Facebook, o que houve… o que eu fiz pra você me excluir? – falei num tom de voz triste e confuso.
M: Hã… te excluí, sério? Ah, isso deve ter sido há anos, achei que você tinha me excluído, pensei que tava magoado por eu te zuar, mas fazer o que, já passou.
😨 Me passa seu número, pra pelo menos poder te mandar um salve no WhatsApp.
M: Claro! Anota aí – ditou o número.
😨 Só espero que não me bloqueie no WhatsApp também, haha.
M: Não, imagina… e me diz, tá namorando? Achei que já tivesse casado… quantos anos você fez?
😨 Trinta e seis… e você, acho que já fez 30, né?
M: Sim, já fiz trinta… ai meu deus, os anos, nada é mais como antes, a energia, o corpo.
😨 Mas pra seus trinta, você ainda parece ter 20, tem um corpão! Do que cê tá falando? Tá power, haha.
M: hahaha, bom, a gente faz o que pode, é minha beleza natural.
😨 hahaha Claro, sempre tão… hummm e seus pais, como tão?
M: Sempre tão o quê? Vamos, não fica tímido… o que foi, ainda tá obcecado por mim?
😨 Não, não é obsessão… sempre foi amor, e você nunca percebeu, acho – ri nervoso.
O olhar dela desviou pro prato e ficou um silêncio por um instante.
😨 Mary, relaxa, somos amigos e de boa… já passou. Vou te contar, tô reformando uns escritórios aqui no prédio que fica colado na via expressa, e já tamo na fase de colocar móveis e decorar.
Mudei de assunto rápido pra ela não ficar nervosa.
M: Ai que legal! Também gosto de decoração, e que estilo tem os escritórios? 😨 Eles têm um estilo industrial, e a gente também tá trabalhando num terraço que vai conectar com jardins verticais, vai ficar show demais. É pra uma empresa portuária… Se você visse, ia gostar.
M: Ah, então me chama pra inauguração.
😨 Te convido uns dias antes pra você ver, se quiser, antes do pessoal da limpeza vir deixar tudo impecável.
Aí a gente continuou conversando e eu acompanhei ela até o prédio onde ela trabalhava, e combinamos de nos ver outro dia. Como eu tava cuidando da supervisão dos escritórios, ia direto pra lá, não pro trabalho, e via os últimos detalhes. Então me emprestaram o carro da empresa pra pegar umas compras que dava pra fazer. Como era terça e faltava uma semana pra entrega do projeto, resolvi escrever pra Mary.
😨 “Mary, a inauguração tá chegando. Quer vir ver os detalhes finais? O que me diz, topa?”
M: “Quinta ou sexta pode ser… tô cheia até o fim de semana” – respondeu depois de um tempo.
😨 “Como você quiser. Tá tudo a um passo, pode vir quando sentir vontade.”
Eu tava torcendo pra ela não desistir. Falei: tomara que dê certo, tomara. Como a sala da gerência tinha um frigobar, eu levava água e, me preparando pro dia, fui levando umas garrafas de champanhe, caso a situação pedisse uns drinks. Se me perguntassem por que a garrafa de champanhe, eu ia mentir, dizendo que era pro brinde da inauguração.
Chegou quinta-feira e ela não me avisou. Ainda tinha sexta pra ela ir, porque no fim de semana o pessoal da limpeza ia aparecer. Então só me restou esperar e torcer pela sorte.
Naquela noite, lá pelas 11 da noite, chegou uma mensagem no WhatsApp, e ela só confirmou que viria no dia seguinte.
M: “Amanhã apareço aí no teu escritório. Pedi pra sair uma hora mais cedo com uma desculpa de trabalho. Me passa o endereço pra eu cair aí.”
Vocês não têm ideia de como eu fiquei feliz. Passei o endereço e já tava contando as horas pra amanhã. Naquela meia-noite, fui tomar banho e raspei a buceta e as bolas, caso rolasse uma foda. Tem que estar preparado. sempre ficar precavido pra qualquer coisa que possa rolar.
No dia seguinte, verifiquei se os drinks estavam gelados, comprei petiscos, cigarros e umas camisinhas, sempre prevenindo; Normalmente nos escritórios, sexta-feira às 17h, os funcionários já tão de bobeira ou saindo, então esperei, esperei igual um criança ansiosa, até que chegou a mensagem dela.
M: “Já tô a duas quadras, desce pra me encontrar”
😨 “Ok, já tô descendo, a gente se vê na entrada”
Já na entrada do prédio, vi ela se aproximando, tava tão gostosa, lembro que tava com uns saltos pretos, saia xadrez vermelha e preta mini, e um top de alcinha preta, justo que apertava os peitos dela, além de um blazer casual, cabelo ao vento e uns óculos que deixavam ela muito provocante. Pensei, essa tarde eu como ela nem que seja a força, dessa vez essa novinha não me escapa, enquanto sorria e me aproximava pra cumprimentar ela e fiz ela me seguir, nisso já tinha uma desculpa pronta pra fazer ela entrar sem muito mimimi.
😨 Boa tarde, a arquiteta vai entrar pra inspecionar a entrega dos escritórios e assinar os projetos correspondentes.
Segurança: Ok, você é o responsável, a gente já tá saindo.
😨 Sim, por favor, assim que a gente entrar e terminar, a gente sai mais rápido, tamo com pressa. Valeu.
Ela só entrou no meu jogo, fomos direto pro terraço pegar um ar, ela curtiu a decoração com jardim vertical, os acabamentos e o espaço do terraço que era pra área social dos funcionários, entre risadas a gente foi ficando mais à vontade, já era quase 18h, acelerei minha tática pra seduzir ela e quem sabe aquela tarde/noite fazer ela minha.
Bem na hora que calculei que os operários já tinham ido embora, descemos pra entrar nos escritórios pra continuar conversando mais sossegados, parece que ela curtiu o ambiente, os móveis e mesas estilo industrial, convidei ela pra entrar numa sala e sentar enquanto colocava música no celular, enquanto saía disfarçadamente pra porta de entrei pra colocar o seguro, já voltei com ela, ofereci água… mas não demorei pra oferecer champanhe, ela ficou estranhada, mas eu falei relaxa, é pra inauguração, aqui tem mais garrafas. Já no brinde, papo e risada, fomos ficando mais à vontade e esquentando.
O que começou com um beijo carinhoso, terminou numa gozada inesquecível na boquinha dela, faminta de porra.
😨 Mary, sobre aquela vez que te falei que não era obsessão, era amor, bom, foi uma imprudência da minha parte, espero que me desculpe.
M: Hummm, então não era verdade.
😨 Sim, bom… mas não precisava ter te falado, acho que te desrespeitei… desculpa, somos amigos, né
M: Claro, relaxa – enquanto a gente bebia das taças
Ela me olhava tímida, as bochechas ficaram vermelhas por causa da bebida e do ar fechado do escritório talvez, tirando o blazer.
😨 Tá calor, deixa eu abrir um pouco a porta da sacada.
Abri um pouco a porta e entrou uma brisa bem suave, brisa que acho que jogou a meu favor, ela levantou e foi até a varanda, admirando o horizonte da cidade que já escurecia, e as luzes da cidade já brilhavam, ela se debruçou com um olhar perdido na cidade, acho que o ar bateu, sempre acontece quando você bebe e sai pro ar, dava pra admirar de relance a figura dela, as pernas e a bunda enquanto voltava pra servir mais champanhe, pra chegar perto dela oferecendo um novo brinde.
😨 Saúde, Mary, pelo nosso reencontro – sorrindo
M: Saúde – enquanto me olhava safada
A gente se olhou enquanto brindava e eu me atrevi a chegar perto dela pra dar um beijo carinhoso, ela aceitou sem frescura, enquanto eu timidamente pegava na cintura dela pra grudar ela em mim, tirei a taça dela e botei no chão, os beijos foram de carinhosos pra intensos, até que me atrevi a descer pelo pescoço dela e sussurrar no ouvido
😨 Você tá muito gostosa… – tirando os óculos dela, porque ia rolar o que tanto desejei
Ela aceitou, o corpo dela tremia com cada beijo, com cada carícia passando a tocar as nádegas dela pra pressionar ela com minha pélvis e sentir meu pau endurecendo, ela de olhos fechados se deixava levar, aproveitei um momento pra fechar a porta do box e levar ela pro sofá e deitar ela, entre beijo e beijo fui levantando o top dela, e admirar os peitos dela se libertando completamente quando tirei o sutiã, não fiz mais nada além de descer e começar a morder e chupar cada mamilo tão rosadinho, faltavam mãos pra aproveitar um par de belos peitos, já imaginava como seria aquela buceta; ela gemendo de prazer e entregue deixou eu tirar a saia dela, eu desesperadamente tirei a camisa e desci tudo pra ficar pelado na frente dela, voltando pra buceta dela e tirar a pequena calcinha fio dental preta que ela tava usando, que beleza foi ver aquela buceta depilada e molhada, não fiz mais nada além de colocar as pernas dela no ombro e comecei a devorar a buceta dela, esfregando com minha língua o clitóris dela, fez ela tremer de prazer… uff tava no céu, parei um momento pra subir em cima dela de novo beijando ela e assim poder ter nossos corpos se esfregando na tesão, meu pau roçava na pussy dela que tava tão molhada, parei a música do celular ficando em silêncio pra ouvir os gemidos dela… levantei ela e coloquei ela em cima de mim, e foi nesse momento que ela revelou a verdadeira personalidade dela.
M: Já sabia que você queria me comer, fazer amor comigo… né?… não me respeita mais!
😨 Você é uma mulherão, é uma gostosa pra caralho, e sim… sempre quis te ter, mas você dificultou, olha quantos anos se passaram…
M: Shiii, já sei, vamos voltar pro que a gente tava fazendo… aproveitar esse tempo
Essas palavras abriram as portas da minha morbidez, comecei a rebolar ela na bunda, tocava as pernas dela, dava tapas na bunda grande e branca dela pra excitar ela mais, ela me agarrava pelo pescoço enquanto me beijava e de vez em quando oferecia os peitos dela pra eu aproveitar, uff que delícia… ela enfiou meu pau dentro e começou a dar umas sentadas fodidas, podia ver na pouca luz como a carne do corpo dela se balançava a cada batida, ela me segurava pelo pescoço, enquanto os peitos dela pulavam na minha cara, e eu tentava morder eles.
😨 — Desce, chupa ele! — dando ordens
M: — Melhor que isso, você vai ver — com voz me provocando
Ela desceu pra dar umas chupadas, e depois esfregou os peitos no meu pau, começando a fazer um espanhol incrível. O que mais me deixava com tesão era ver a cara dela com a boquinha aberta gemendo e fazendo biquinho enquanto ofegava, e de vez em quando ela me punhetava sem parar, o que me excitava ainda mais.
M: — Você gosta, né?
😨 — Você sabe fazer, mas chupa ele sim… chupa ele!
M: — Você depilou a pica pra mim… né? — com voz gostosa
😨 — Sim, sim, pra você comer ela toda, vamos, come ela toda!
Ela começou a me dar um boquete tão bom que praticamente enfiou quase todo o meu pau até a garganta dela, e quando tirava, a saliva dela misturada com meus fluidos caía na borda do sofá de couro. Eu tava meio preocupado com as manchas, mas o tesão falou mais alto e comecei a foder a boca dela, segurando a cabeça dela, fazendo um rabo de cavalo com o cabelo e puxando pra baixo e pra cima no meu pau. Ela engolia com prazer, e com uns engasgos parava, respirava, e voltava a chupar. Fiquei surpreso: a mulher mais meiga que conheci anos atrás agora era uma puta enorme e deliciosa.
Parei pra colocar ela na beira do sofá, de quatro, com a bunda branca no ar, e comecei a penetrar ela enquanto dava tapas na bunda dela e brincava com um dos meus dedos roçando o cu dela.
M: — Quer me comer? Vai, dá… mas devagar, tá?
😨 — Sério… ok, devagarzinho, me fala se doer muito
Assim, com um pouco da minha saliva, fui enfiando meu pau no cu dela devagar. Ela abria a bunda com as mãos, me ajudando na parada, porque também queria pau dentro do cu dela.
Continuei devagar, e aquele cu dilatado e entregue começou a receber todas as minhas enfiadas sem parar, o que só me deixava mais selvagem. Ela, rendida e segurando no sofá, exclamava:
M: — Continua, pai, continua! ahhhh, ayyyy, vou gozar… ufff continua continua!
Papai? Vou gozar?... Que puta eu era e isso me excitava, logo em seguida ela tremeu e gemeu tão alto que pra ninguém ouvir os gemidos dela, tapei a boca dela… entre suores, gemidos não parava e a bunda dela não oferecia resistência, os dois entregues como duas feras selvagens no sexo, com a força da minha pélvis batendo na bunda dela, estralava e os glúteos dela balançavam, enquanto puxava os cabelos dela, domando uma mulherão.
😨 Ahh, ahhh vou gozar, vou gozar- ela gritava
Ela, experiente nos movimentos, ágil se deslizou descendo até meu pau rendida ao meu pau, chupando antes da ejaculação pra receber todo meu leite.
😨 Vou gozar, chupa, chupa!
E olha que ela mamava e espremia o pau como se fosse um carneiro… terminei de gozar dentro daquela boquinha faminta de porra, enquanto acariciava os cabelos dela, levantei ela e abracei, e caímos exaustos por uns minutos no sofá, enquanto ela terminava de saborear meu sêmen
M: Você me surpreende, que tiro gostoso – provocante
Enquanto beijava a bochecha dela, acariciava os peitos e a cintura
😨 E você não fica atrás – rindo
Já deviam ser umas 6:40 e no escuro, saímos rápido pro banheiro levando nossas roupas pra nos lavar e trocar, na volta acendi as luzes do escritório da gerência e limpei um pouco todos os suores e fluidos que pudessem deixar vestígio, guardei a garrafa aberta de champanhe, deixei quase tudo em ordem abrindo a porta por um tempo pra ventilar antes de ir embora.
Ela voltou pra pegar a bolsa e foi de volta ao banheiro pra se maquiar e pentear.
😨 Vamos até o subsolo, tô com o carro do escritório
Foi assim e só fui na recepção pegar meu RG, enquanto ela no carro terminava de se maquiar um pouco mais, no carro tirou os saltos e calçou umas sapatilhas que trouxe na bolsa.
Por ser fim de semana, pegamos um pouco de trânsito, levei ela obviamente até a casa dela, tinha várias mensagens de texto do escritório, perguntando se eu já estava lá Tudo certo para amanhã, os da limpeza vão. Confirmei que tinha saído mais cedo e que não ouvi o celular porque estava no vibrador, mas já resolvemos. Conversamos coisas intensas e quentes, parece que teve segundo round.
😨 Amanhã você tem tempo pra me ver?
M: Humm… acho que não, mas domingo, o que acha? Me convida pra comer um ceviche com…
😨 Com umas cervejinhas, fechou. Na cevicheria do "Meu Barrunto" domingo, ok. Passo aí pra te pegar.
M: Vou pedir um táxi, melhor. Vou falar em casa que vou encontrar umas amigas.
�H Ok, ok. Nesse dia vou tomar um cum de tigre pra ficar pronto – rindo.
M: Bom, nesse dia acho que vamos estar mais tranquilos e com mais tempo.
😨 Ok, então nesse dia você manda e me diz o que quer fazer. Sabe que eu só quero uma coisa… quero você.
M: hahaha, ok, vamos com calma, ok.
Assim a deixei na esquina da casa dela, depois de um beijo carinhoso dentro do carro. Já voltando, liguei pro meu chefe e expliquei que estava tudo certo, que amanhã mesmo ia chegar cedo no escritório porque tinha deixado uns planos assinados que eram os originais, etc., etc.
Naquela noite, antes de dormir, mandei uma mensagem:
😨 "Nos vemos domingo, não me decepciona."
M: "Vou estar lá."
Dormi feliz e com a promessa de que teria aquela segunda vez. Pois naquela tarde de domingo, depois do almoço, fomos pro meu apartamento e fodemos loucamente. Até viajávamos nos fins de semana e, onde estivéssemos, fodíamos. Mesmo sem ter nada formal, ficamos juntos por um bom tempo, encontros casuais de puro sexo. E o final… o final dessa longa história foi tão confuso e tão ou mais radical que antes.
Prometo contar esse final, onde quase virei pai.
Continua…
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