Virei a puta secretária 2

Era uma manhã de sábado que eu não ia trabalhar, de repente, às 6h, acordo com uma mensagem do meu chefe.

Chefe: moça, por favor, se apresente para trabalhar hoje às 8h.

Eu: desculpa, doutor, preciso ir de uniforme?

Chefe: não necessariamente, mas você sabe como eu gosto que você se vista.

Eu: ok, doutor, pode contar comigo, às 8h estarei pontual.

Eu me levantei e comecei a preparar meu look: calcinha rosa transparente, vestido curto de manga 3/4 com decote cruzado e em V na frente, rosa clarinho com bolinhas brancas, e saltos altíssimos nude. Maquiagem super linda e meio comportada, sem pintar os lábios — sempre fazia isso depois de chegar no consultório, porque quase sempre meu chefe me mandava chupar o pau dele antes de começar a trabalhar.

Chamei um Uber e o app mostrou que em 5 minutos o carro estaria na minha casa para me pegar. O Uber chegou.

Eu: bom dia!

Motorista: sou Rodrigo Martínez, seu Uber.

Eu conferi no app se era ele mesmo e entrei no carro.

Eu: ah, desculpa! É que a gente tem que verificar essas coisas, nunca se sabe.

Motorista: moça, fique tranquila, é o certo a se fazer.

Meu vestido, quando sentei no carro, subiu um pouquinho, mas eu nem fiz questão de arrumar — adoro e sinto um tesão quando me olham.

Olhei de canto pro motorista e percebi que de vez em quando ele olhava pro meu decote, pras minhas pernas, e isso me excitava, meus bicos começaram a endurecer, mas eu agia na maior tranquilidade. Começou a tocar um funk no rádio — não curto muito esse tipo de música, a não ser que esteja bebendo numa balada e tentando seduzir alguém com rebolado.

Eu: você rebola? — (falei em tom de brincadeira)

Motorista: não muito, mas tento (risada)

Comecei a rebolar, parecia uma cobra, e quando olhei pro motorista, vi que começou a aparecer um volume na calça dele — isso me excitou pra caralho, minha buceta palavra: buceta molha e eu continuo com os movimentos.
Taxista: moça, vou ter que te convidar pra dançar, você se mexe muito bem.
Eu: (risadas) obrigada (tento mudar de assunto) moço, desculpa, esqueci de perguntar quando entrei no seu Uber se você tinha troco pra uma nota de 50?
Taxista: não, moça, mas não se preocupa, isso fica guardado no App e quando você usar o serviço de novo, você cancela.
Eu: ai, moço, é que não gosto de ficar devendo, posso cancelar de outro jeito? (coloco minha mão na virilha dele)
Taxista: você estaria disposta a me pagar com o que eu pedir?
Eu: sim, claro. A questão é não te dever nada.
Taxista: vamos achar um lugar mais privado.
Eu: no estacionamento do prédio onde trabalho, sempre fica vazio a essa hora e lá posso te pagar.
Chegamos no prédio, entramos no estacionamento e só tinha uma caminhonete preta estacionada. O taxista estacionou o carro dele e abaixou o zíper da calça, deixando sair aquela rola grande e grossa, as veias quase estourando e ainda era meio torta pra esquerda, adoro rolas tortas, são mais gostosas na penetração. A cabeça dela também era grande e de um tom rosa escuro, parecia deliciosa. Ele pega com a mão esquerda e balança como um chicote, eu mordo meus lábios ao ver, meus peitos estão duros, quase saindo pelo decote do meu vestido, minha buceta muito quente e molhada, muito molhada, palpita de tesão.
Taxista: paga, moça, me dá um boquete, você tem cara de quem faz muito bem.
Eu, com um sorriso safado, pego com a mão direita e sinto como ele tá duro que nem pedra, imediatamente encosto meus lábios na cabeça dele, tá delicioso, sinto aquele líquido lubrificante natural, chupo a cabeça enquanto masturbo com a mão, passo minha língua por toda a rola e tento enfiar tudo na boca, mas minha garganta não deixa entrar mais, é muito grande, tento de novo abrindo bem a boca e entra um pouco mais, mas não tudo. Como eu queria... Minha buceta palpita com mais intensidade e eu gemo entre chupada e chupada. O taxista, com a mão esquerda, me puxa pelo cabelo e com a direita toca minha buceta, enfia um dedo, depois outro, leva os dedos à boca — "Você está deliciosa, putinha" — ele fala num tom de tesão. Enfia os dedos de novo e eu começo a rebolar.

Taxista: "Você tá querendo pica, né? Quer pica, putinha?"
Eu: "Sim, sim, sim, quero pica."

O taxista recosta o banco um pouco mais para trás, abaixa o encosto. Eu, sem pensar duas vezes, subi em cima dele, puxei a calcinha para o lado e comecei a rebolar que nem cobra. O taxista puxa meus peitos para fora do vestido e percebe que não estou de sutiã, aperta eles com frenesi e chupa, terminando cada chupada com uma mordidinha que eu sentia no clitóris — e ainda não sei por quê. Meus movimentos começam a ficar mais fortes, mais violentos, tanto que o carro balançava para frente e para trás. Eu ofegava e gemia alto, quase gritando. Que delícia aquela pica grossa, grande, venosa e dura como pedra. Sentia os espasmos dela dentro de mim. Eu digo: "Por favor, não goza ainda." Ele responde: "Não vou, pode ficar tranquila." Meus peitos balançam no ritmo dos meus movimentos.

Taxista: "Quero te ver de quatro, putinha!"
Eu: "Ah, é? Quer continuar me comendo? Dá para ver que você gosta de cachorrinhas que nem eu, seu safado."

A verdade é que eu não quero tirar ele de dentro, é gostoso demais para isso, mas preciso. O taxista levanta o encosto, eu saio de cima e ele recoloca o banco para frente.

Taxista: "Vai para o banco de trás, putinha gostosa. Agora você vai saber o que é um homem de verdade."

Eu, sem reclamar e cheia de tesão, vou para o banco de trás. Espero ansiosa, de quatro, pela investida daquele safado que teve o dia de sorte. O taxista, sem pensar, sem medir, me penetrou com força. Eu soltei um gemido de prazer que até do lado de fora do prédio deve ter sido ouvido. Ele me segura pelos quadris e bombeia com força. Sinto como as veias da pica dele estão mais inchadas, gemo com mais prazer, meus fluidos vaginais escorrem entre minhas pernas, quero mais forte, quero mais duro, gozo de novo e continuo sentindo mais prazer, quero mais, mais, mais...
Eu: ah, ah, ai papai, me dá mais duro, quero mais duro, sou uma puta que adora levar pica, ah, maldito, filho da puta, que pica gostosa você tem, me dá mais duro, filho da puta, me parte no meio.
Taxista: desde que você entrou, sabia que era uma puta, toma, puta, toma, puta, toma, toma, na próxima vez vou arrebentar seu cu... Filha da puta, vou gozar assim, aaaah, puta, que gostosa, desce logo, põe a boca na minha buceta e chupa meu gozo, pega meu rosto com sua mão e enfia na sua boca. Isso pra mim foi uma surpresa, mas adorei, me deu um tapinha, começou a subir a cueca, depois a calça, e passou pra frente. Minhas pernas tremem um pouco, mas ainda assim tento me arrumar o máximo que posso, pra me preparar pra descer do carro.
Eu: muito obrigada, senhor, pelo seu serviço!
Taxista: obrigado a você por um pagamento tão delicioso, aqui está meu cartão, caso precise dos meus serviços de novo.
Eu só concordei com a cabeça e desci do carro...
A caminhonete preta que estava estacionada era a do meu chefe, e ele estava observando tudo o que estava acontecendo de dentro dela. Quando desci do Uber, ele piscou os faróis da caminhonete, e eu fingi que não era comigo e fui pro elevador...

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