Sou muito piranha desde criança e meu marido me acha uma sa

Depois de ter terminado nas nossas mãos, mais na minha do que na dela, meu tio falou pra gente experimentar um pouco, que aquilo era muito bom, que deixava as mulheres e meninas gostosas. E aí, minha prima ficou com nojo e eu também um pouco, mas acreditei no meu tio e fiz. Chupei um pouco da minha mão, depois saímos do quarto impressionadas com o que a gente tinha feito. Minha prima me perguntou qual era o gosto daquela coisa que o pinto do meu tio tinha soltado, e eu falei que era quase sem gosto, mas que não era ruim, hehe. Daí a pouco meu tio saiu e voltou com os dois chocolates que tinha prometido, e a gente ficou satisfeita. Falei pro meu tio que quando ele quisesse eu fazia de novo se ele me desse outro chocolate. Ele sorriu porque sabia que eu ainda era muito inocente, e disse: "Tá bom, minha menina, essa semana vocês vão fazer de novo." Como meu tio viu que a gente não reclamou e aceitou que não ia contar pra ninguém, no dia seguinte ele chegou com mais dois chocolates e chamou a gente pro quarto. Ele falou: "Meninas, aqui tenho mais dois chocolates." A gente, feliz, respondeu: "Que bom, tio!" Aí ele tirou o pinto e disse: "Mas dessa vez vocês vão fazer a mesma coisa, só que com a boca e as mãos." A gente ficou calada, e eu pensei: "Não acho que seja ruim, além disso quero o chocolate." Falei: "Tá bom, tio." Peguei no pinto dele e comecei a bater uma, abri a boca e enfiei. Mal cabia de tão grosso, e a nossa boca era pequena por causa da idade, a gente só tinha 9 anos. Mas pelo menos eu chupava a ponta enquanto batia uma. Depois era a vez da minha prima. A gente se revezava, mas meu tio gostava mais do meu jeito porque eu fazia com mais vontade e enfiava mais pra dentro. Num momento, meu tio falou que ia gozar e perguntou se eu queria tomar pra ficar mais bonita. Eu disse que sim, e aí ele soltou aquele jato de porra grossa e encheu minha boca. Não dava pra segurar tudo porque minha boca era pequena, e escorria pelos lábios, mas eu colocava a mão pra não cair no chão e depois chupei tudo. Meu tio disse pra Minha prima provou o que sobrou no pênis dele, fez com um pouco de nojo e depois eu fiz, e saímos do quarto. Minha prima me disse que não tinha gostado, que quase vomitou. Eu falei: "Naye" (ela se chama Nayerin), mas meu tio disse que isso deixa as mulheres bonitas, e que não é tão feio assim. Ela me respondeu que sim, que eu era porca mesmo. E eu falei: "Ah, já não me importo, vou ser mais bonita que você porque você não toma isso, hehe." Eu falava tão inocente, mas olha só, por acaso da vida...

Um dia, já mais velhas, eu sou muito bonita: corpo bom, pernas bonitas e uma bunda grande, diferente dela, que tem um corpo largo, sem muita forma e pouca bunda. De rosto, ela até que é bonitinha.

Bom, enfim, continuávamos assim uma ou duas vezes por semana. Meu tio me elogiava porque eu engolia o leite. Ele dizia: "Você sim vai ser muito bonita", e eu ficava feliz, hehe. E quando eu ouvia meus primos mais velhos falando "chupa minha rola", eu ria, porque pensava que eu já fazia aquilo. Assim o tempo passou, eu fiz 10 anos e minha prima também, nos desenvolvemos. Eu comecei a sentir sensações, a ficar excitada, e meu tio já sabia que eu tinha me desenvolvido. Ele colocava filmes pornô e começou a tocar minha buceta e a da minha prima, e a gente tinha orgasmos. Já não éramos tão inocentes, já sabíamos muitas coisas que ele nos ensinava, até que um dia meu tio se decidiu e disse que ia meter em nós, que já estava na hora. Eu fiquei em silêncio, pensando que não estava certo, assim como minha prima, e dissemos ao meu tio que nossas mães tinham falado sobre isso, que só podia acontecer quando fôssemos mais velhas. E ele disse: "Ninguém vai saber." E eu, ao mesmo tempo, queria, porque já tinha curiosidade por tudo que tinha visto e como era gostoso quando meu tio me tocava, e quando eu beijava um namoradinho que morava perto da fazenda da minha avó, chamado José Gregório, mas chamavam de Gollo. Ele tinha 13 e eu 10, mas éramos quase do mesmo tamanho, porque desde criança fui muito desenvolvida. Passaram alguns dias e um dia... Perdi a vergonha com meu namorado e, quando a gente tava se beijando, eu toquei no pau dele e ele ficou surpreso, mas não falou nada. A gente tava longe de casa, escondido por umas árvores. Continuei tocando no pau dele e perguntei se ele podia me mostrar. Ele ficou ainda mais surpreso, mas disse que sim, desabotoou a calça e tirou pra fora. Tava duro e era comprido, uns 14 centímetros. Pra idade dele, era grande, mas não muito grosso — ele ainda tava na fase de desenvolvimento. Bom, resumindo, comecei a bater uma pra ele, me abaixei e comecei a chupar. Esse dava pra enfiar bem na boca. Ele ficou louco com o que eu tava fazendo, porque me via como inocente, eu era bem novinha. Continuei chupando e ele não aguentou muito. Tentou tirar pra gozar fora, com vergonha, achando que eu ia sentir nojo, mas eu não deixei. Ele encheu minha boca de porra, que era mais aguada porque ele ainda não tava bem desenvolvido. Engoli tudo, levantei e perguntei: "Gostou?" Ele, ainda surpreso, disse que sim, mas perguntou por que eu tinha feito aquilo e onde eu tinha aprendido. Falei que foi num filme pornô que eu tinha visto. Ele entendeu e acreditou. A gente se despediu, e eu contei pra minha prima Naye o que tinha feito. Ela disse: "Puta que pariu, que piranha você é, hein? Kkkk, eu tenho vergonha de fazer isso com o namoradinho, não sou capaz de fazer nada." No dia seguinte, meu primo Jorgito, filho do meu tio Jorge — que era o mesmo nome do tio que nos ensinou sobre sexo —, bom, meu primo me chamou pra perto de uma árvore longe de casa, onde ninguém pudesse ver. Lá ele disse: "Prima, você é uma putinha mesmo, quem te vê tão inocente." Fiquei surpresa e falei: "Jorgito, respeita, para de falar besteira." Ele sorriu e disse que era brincadeira, prima, e me deu um abraço, um beijo no rosto e depois na boca. Perguntei por que ele tava fazendo aquilo, e ele fez de novo, mas dessa vez colocou a língua. Não consegui dizer não e me deixei levar. Ele tirou o pau pra fora e disse: "Toma, Lucy." E eu falei: "Jorgito, o que você tá fazendo?" E ele respondeu: "Lucy, faz, eu sei que você gosta." Não aguentei e comecei a chupar ele. Jorgito tinha maior, tipo uns 17 cm, porque já tinha se desenvolvido, e com o tempo descobri que ele comia umas burras com outros primos. Continuei ali chupando ele bastante até que ele gozou na minha boca, enchendo ela de porra. Engoli tudo, e ele falou: "Ah, ah, Lucyta, você faz isso gostoso. Quem diria que você, tão pequenininha, já sabe mamar tão bem e até engole." Eu só sorri, e ele disse: "Não vai contar nada, hein." E completou: "Viu por que eu te chamava de putinha?" Eu não falei nada, mas pensei: ou foi minha prima Naye que contou, ou foi meu namorado Gollito, que era amigo dele e de todos os meus primos. Fui perguntar pra minha prima, e ela disse: "Tá louca? Eu não contaria nada." E me perguntou por quê, o que o Jorgito tinha dito. Falei que contava depois e fui até meu namorado. Perguntei por que ele tinha contado aquilo pro Jorgito. Ele não teve escolha e confessou que foi ele, porque são amigos, mas que não achou que o Jorgito fosse me falar nada. Fui até minha prima Naye e contei tudo, já que sabia que não tinha sido ela. Ela ficou chocada e disse: "Isso é loucura! Tá maluca? Como você fez isso com o Jorgito?" Eu falei que tinha medo dele contar algo, mas que tinha gostado. No dia seguinte, meu tio Jorge voltou de viagem, e voltamos à rotina. Dessa vez, meu tio começou a roçar o pau na minha buceta, e na minha prima ele só tocava com a mão, porque ela tinha medo. Ele continuou roçando até começar a forçar o pau pra dentro, tentando meter. Eu não falei nada de tão excitada que tava. De repente, a pontinha começou a entrar, e doeu muito, porque era grosso e comprido. Falei: "Tio, não faz isso, tá doendo." Ele não parou, continuou. Comecei a chorar, e minha prima ficou preocupada e pediu pra ele me deixar quieta, que tava me machucando. Ele olhou pra ela e disse que não. Ela insistiu: "Claro que sim, tio. Olha, a Lucy tá chorando, tio. Vou contar pra minha avó. Nisso, meu tio me soltou e a gente saiu. A Naye me disse que ia falar com minha avó, e eu implorei pra ela não fazer isso, porque tava com medo de levar bronca e de descobrirem o que a gente fazia. Por enquanto, consegui convencê-la. O tempo passou e eu continuei chupando meu namorado e meu primo Jorgito, mas meu primo Jorgito sim, ele mexia na minha buceta. Um dia, ele me deitou na grama debaixo de uma árvore e começou a empurrar o pau em mim. Eu aguentei a dor e, de repente, o pau entrou. Doeu pra caralho, eu soltei um gemido de dor e um pouco de prazer, e ele começou a tirar e botar. Ardia um pouco, mas depois de um tempo já não incomodava tanto, e eu fiquei muito excitada. Jorgito, de repente, tirou o pau e começou a gozar nos meus peitinhos, que ainda eram pequenos, e respingou no meu rosto e na minha boca. Ele disse: "Uuuf... que gostosa, agora você é minha, Lucyta." Eu levantei calada e pensativa, fui pro quarto e chorei um pouco, mas depois pensei que não tava nem aí, porque era o que eu queria e tinha gostado. Pensei no meu namorado e no meu tio e desejei fazer com eles também. Aí me decidi: no dia seguinte, ia fazer com meu namorado, e depois ia procurar meu tio... Continua...

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Ignoremos el hecho de que el tío era un pederasta