Buscava um sugar daddy e achei muito mais

Tenho 22 anos e, como não tenho interesse em parecer humilde, vou admitir que sou uma gostosa. Tenho cabelo loiro, liso e comprido, que chega até a metade das minhas costas. Gosto de deixá-lo solto, acho que é uma grande arma de sedução. Tenho 1,65m, uns peitões grandes que gosto de deixar bem à mostra, cintura fina, abdômen definido de academia, pernas firmes e treinadas, e uma raba espetacular. Quanto ao meu rosto, tenho lábios carnudos, um nariz pequeno e bonito, e olhos grandes e verdes, emoldurados por cílios naturalmente curvados.

Não gosto de falsa modéstia, então prefiro falar com sinceridade. Homens e mulheres viram na rua para me olhar passar. E eu, que tenho consciência do meu grande poder de atração, ando com altivez, olhando fixamente e de forma provocante para quem me admira com desejo.

Dá pra imaginar que sempre me dei muito bem com os homens, praticamente tive todos que quis. Sexualmente, fiz tudo o que queria, embora não tenha tido tanto sucesso nos relacionamentos, seja por ciúmes da minha parte, seja por não querer parar de flertar com qualquer um que cruzasse meu caminho.

Na minha pouca idade, já experimentei sexualmente mais do que muita gente mais velha, e acabei ficando um pouco entediada. Geralmente crio altas expectativas para os encontros e saio decepcionada e nada satisfeita.

Por outro lado, depois de terminar o ensino médio, entrei na faculdade de Direito e comecei a trabalhar num escritório de advocacia, onde meus atributos me trouxeram benefícios e também prejuízos, já que num ambiente tão machista costumam achar que, se você é bonita, não pode ser inteligente, e que conseguiu tudo dando pra algum superior. E profissionalmente não foi assim. Sou uma pessoa responsável e estudiosa, e me considero muito boa no meu trabalho.

Não ganhava mal no escritório, mas o salário ia embora rápido entre o aluguel do meu apartamento, os cursos pagos que fazia, o Academia, o terapeuta, e mais umas coisinhas. Tinha tanta coisa que eu não conseguia fazer e tantos desejos que deixava de lado por não ter grana, que minhas amigas me recomendaram arrumar um sugar daddy.
Tudo começou como uma brincadeira, uma piada interna onde elas diziam que eu devia usar meus dotes chamativos pra algo útil. De qualquer jeito, já tava entediada da minha vida sexual de sempre, só com caras lindos e jovens, fortes, mas que no fim não me davam nada de novo.
- Você vai fazer feliz um coitado que não vai acreditar que tá comendo aquela bunda, e ainda vai conseguir todas as coisas que quer. Todo mundo ganha. - me disse um dia minha amiga
Depois que a ideia ficou rondando na minha cabeça por um tempo, eu me decidi. Mas como fazia? Onde encontrava? Eu sabia que a única coisa que precisava fazer era achar o homem certo, escolher ele, e seduzir. As chances de levar um fora eram bem pequenas, ainda mais num cara da idade do meu pai.
Quanto mais eu pensava em ter um sugar, mais a ideia me excitava. Me animava. Queria fazer aquilo. Já não era só pelo material que podia ganhar, mas pela experiência de um senhor me desejar, me despir, me aproveitar. Já queria fazer gozar meu sugar ainda inexistente.
Um dia, meu chefe no escritório de advocacia me deu umas pastas que eu devia levar logo cedo no dia seguinte pro juiz de um caso que a gente tava trabalhando.
- Isso, leva pro Juiz Torres amanhã antes de vir pro escritório. É super importante que você entregue pessoalmente. Sabe onde fica o fórum? - disse meu chefe
- Claro, já fui várias vezes. Fica tranquilo. Até amanhã.
Fui pra casa com as pastas, e fiquei pensando no juiz. Já tinha visto ele alguma vez quando levei papelada pro escritório dele, embora nunca tivesse falado com ele diretamente. Comecei a pensar que talvez ele pudesse ser meu tão desejado sugar daddy. Era um homem respeitado, com muitos anos de experiência, com poder, e obviamente com muita dinheiro. Tinha entre 55 e 60 anos, era uma pessoa que andava sempre muito arrumada. Tinha uma seriedade intimidadora, mas um certo charme. Talvez fosse a importância da pessoa dele que o tornava atraente.
Na manhã seguinte, me vesti como normalmente me visto para ir ao escritório, mas caprichei para ficar especialmente provocante. Coloquei uma saia lápis preta, acima do joelho, que marcava bem minha bunda e meus quadris. Na parte de cima, uma camisa branca, com o primeiro botão aberto, pra deixar ver sutilmente meu decolado imponente, e uns saltos altos. Por baixo da roupa, usava um conjunto de renda vermelha. Não sabia se teria a oportunidade de mostrar pra ele, mas sempre tinha que ir preparada.
Peguei um táxi e fui pro fórum. O taxista não parava de olhar pras minhas tetas pelo retrovisor, e eu me ajeitava pra ele poder observar bem. Adorava imaginar a ereção dele dentro da roupa. Ele me cobrou na chegada e disse:
- São 157 pesos. Pra você, 150.
Paguei e desci, pensando que minha vida era uma constante sequência de sugar daddys me dando vantagens por deixar eles me admirarem. Que vidas tristes eles deviam ter na intimidade.
Entrei no fórum, mostrei minha identificação e esperei me chamarem.
- Vim entregar uns documentos pro Juiz Torres - anunciei.
- Ele tá ocupado. Pode deixar com a secretária dele.
- Vou esperar. Prefiro entregar pessoalmente.
- Tá bom, a gente te chama quando ele estiver livre.
Sentei num sofá e fiquei esperando ali, trocando olhares com cada pessoa que passava na minha frente. Essa era minha diversão enquanto esperava. Um tempo depois, uma mulher muito simpática me fez entrar no gabinete.
- Bom dia, Sr. Juiz. Meu nome é Eva e trabalho no escritório de advocacia Peretti. Vim trazer umas pastas do caso Polok. Desculpe incomodar, mas me pediram expressamente pra entregar em mãos.
O homem não se levantou da cadeira e me olhou de cima a baixo quando eu cruzei a porta.
- Entra, fica à vontade. E Fecha a porta. — A voz dele carregava seriedade e estresse.
Me aproximei e entreguei os papéis. Fiquei parada esperando enquanto ele folheava.
— Falta um anexo dos exames aqui. — disse ele
— Não, senhor, está tudo. Com licença… — falei e me aproximei da mesa dele
Me inclinei levemente sobre a escrivaninha e comecei a procurar as folhas perdidas. Fiz isso demorando de propósito, já que meus peitos tinham ficado na frente dele, aparecendo pelo meu decote, e de canto de olho via como ele me observava. Dava pra ver também a lateral da minha roupa de renda vermelha, e eu sabia que quando eu fosse embora, ele ficaria pensando naquilo. Talvez até batesse uma no escritório dele. Isso me excitou.
— Aqui estão.
Ele olhou e, vendo que estava tudo certo, me disse:
— Tudo perfeito, Eva. Muito obrigado por trazer pessoalmente. — disse ele e, pela primeira vez, deixou escapar um leve sorriso.
— Sem problema, bom dia. — falei sorrindo de forma sedutora.
Me dirigi devagar até a porta, rebolando minha bunda na cara dele. Sabia que ele estaria me olhando. Antes que eu conseguisse sair de vez, ele me chamou de novo, e eu sorri por dentro.
— Eva.
— Sim, senhor. — falei entrando de volta no escritório
— Qual é o seu sobrenome? Vejo que você é muito eficiente, e não é comum encontrar assistentes assim nos escritórios de advocacia.
— Meu nome é Eva Suarez. E muito obrigada.
Pensei por um segundo que devia aproveitar aquela situação sem parecer sem noção. Me aproximei de novo da escrivaninha dele e perguntei:
— O senhor tem um papel onde eu possa escrever?
Ele me passou um papel e uma caneta. Escrevi meu número de telefone, com meu nome embaixo.
— Deixo meu número pessoal caso algum dia precise resolver algo com urgência. Às vezes os prazos do escritório podem se estender. Prometo tentar agilizar o trabalho.
— Muito obrigado. Bom dia. — disse ele
Eu me afastei e saí do escritório. Fui embora me sentindo vitoriosa. Agora só restava esperar uma mensagem dele.
Passaram-se vários dias e eu já tinha deixado de pensar no juiz, ele tinha ido para um segundo plano nos meus pensamentos, já que tava estudando e trabalhando pra caramba.
Na semana seguinte ao nosso encontro, recebi uma ligação quando cheguei em casa. Era um número desconhecido, e nem por um segundo passou pela minha cabeça que podia ser o Torres.
— Alô? — falei
— Alô, Eva. Sou o juiz Torres, espero não estar incomodando.
— Ah, oi, senhor. Não tá incomodando não, acabei de chegar em casa. Fala aí como posso te ajudar.
— Não preciso de nada do escritório dessa vez, mas queria me encontrar com você pra fazer uma proposta.
— É só me falar o dia e o horário que eu tô lá.
— Que tal hoje à noite no bar do Hilton? Umas 8 da noite?
— Claro, a gente se vê lá.
Eram 6 da tarde. Entrei no banho, arrumei o cabelo, me maquiei sutil mas gostosa, e escolhi um vestido justinho vermelho bem sensual. O Hilton era bem chique e era minha desculpa pra ir vestida daquele jeito.
Às 8 em ponto entrei e a recepcionista me perguntou pela reserva. Fiquei muda por um segundo, mas por sorte o Torres levantou a mão de uma mesa e fez um sinal pra mulher, indicando que eu tava com ele.
O juiz se levantou pra me cumprimentar e me ajudou a tirar o casaco. Era um senhor bem tradicional, formal, de outra época.
— Ia pedir uma bebida. O que você quer tomar?
— Um gin tônica pra mim — falei
Quando a garçonete veio, ele pediu meu drink e um uísque pra ele. Antes mesmo da gente começar a conversar, já tinha trazido nosso pedido.
— Fico feliz que você veio. Queria falar com você porque tenho interesse em conseguir um cargo pra você no tribunal.
Eu fiquei paralisada e nenhuma palavra saiu da minha boca. Uns segundos depois consegui responder.
— Ehhh, não sei o que dizer. Tô muito lisonjeada com a proposta.
— Aceita então. Sei reconhecer um profissional quando vejo um, tô nessa há muitos anos. E queria que você trabalhasse pro tribunal. Seria muito útil ter você trabalhando pra gente.
— A verdade é que seria um prazer, é um puta avanço profissional pra mim.
— Então tá fechado. Agora Me conta sobre você.
- Tenho 22 anos, minha família mora em outra cidade, estudo direito desde que terminei o ensino médio e sou apaixonada por isso. Adoraria seguir carreira na área penal no futuro. Trabalho, como você sabe, no escritório de advocacia, e com esse dinheiro pago cursos pra continuar me formando e estar à altura do que me pedirem.
- Adoro sua dedicação.

Conversamos por um bom tempo, tomamos mais alguns drinks. Ele me contou um pouco sobre a vida dele, sobre os filhos. Mencionou que era divorciado há alguns anos, porque o trabalho não deixava ele se dedicar à família como gostaria. Enfim, compartilhamos um pouco das nossas vidas, e algumas horas depois começamos a nos despedir. Torres pagou a conta e disse:
- Como você veio até aqui?
- De táxi.
- Vamos, te levo.

Quando trouxeram o carro dele, vi que o rapaz que entregou a chave olhou pra gente, provavelmente pensando na gostosa que o senhor estava pegando. Mas não... ainda não.

Entrei no carro dele, era uma BMW preta, com vidro fumê, brilhante e lustrosa. Falei meu endereço e continuamos conversando no caminho. Eu tava meio bêbada, porque fazia tempo que não bebia, e tinha tomado três gintônicas sentada naquele bar.
- Chegamos. Obrigado pela companhia - disse ele, educadamente.
- Muito obrigada pelos drinks e pela oferta. Amanhã mesmo vou pedir demissão do escritório.
- Toma o tempo que precisar. Vão te ligar do fórum pra acertar tudo.
- Obrigada.

Me aproximei pra dar um beijo no rosto dele (embora não soubesse se era certo), e quando fiquei perto, travei por um momento e beijei ele na boca.

Ele não me afastou, mas também não reagiu. Depois de alguns segundos, me afastou gentilmente com a mão.
- Espera. O que cê tá fazendo? Não pense que te ofereci o emprego pra isso.
- Não, me desculpa. Não quis te deixar desconfortável. Não tinha nada a ver com o trabalho. Foi só um impulso, eu quis fazer. Perdão.
- Não se desculpe, sou um homem solteiro e você é uma mulher gostosa. Mas não gostaria que Você interpretou mal minha oferta.
— De jeito nenhum.
Ele me olhou com uns olhos quase paternais, mas vi como o olhar dele mudou e, segurando meu rosto, me beijou, agora sim com vontade. A gente se beijou com firmeza, eu adorava sentir a barba grisalha dele raspando no meu rosto, colocar minha mão no pescoço dele. Pousei a mão na perna dele devagar, medindo meus movimentos, via de canto o volume inchado dele. Ele acariciou o contorno do meu quadril, dos meus peitos. Mas nenhum dos dois foi além. Era muita ousadia pegar no pau dele no primeiro encontro, embora admita que teria adorado. A gente se despediu e eu desci em casa. Antes de dormir, me masturbei pensando no Torres.

Dias depois, me apresentei no fórum pro meu primeiro dia de trabalho. Uma funcionária me apresentou pra minha chefe, e agradeci por não ser o juiz. Eu queria ele como amante, mas não como chefe. Queria fazer minha carreira pelos meus méritos e não por transar com meu superior. Também por isso fiquei feliz que minha chefe fosse uma mulher hétero, já que não ia decidir nada estando com tesão por mim.

No meio da manhã, cruzei com o Torres no corredor e ele perguntou como tava meu primeiro dia. Falei que muito bem, que todo mundo era muito simpático.
— Mais tarde passa no meu gabinete que te atualizo sobre algumas coisas.
— Claro, falei. — e por dentro desejei que dessa vez ele me comesse.

Fui trabalhar e mais tarde passei no escritório dele como ele tinha pedido.
— Com licença.
— Entra, entra, tava terminando umas coisas.
— Se atrapalho, posso voltar depois.
— Não atrapalha, pelo contrário.

Sorri e fechei a porta atrás de mim. Quando me virei pra ele, vi ele bem perto de mim.
Sorri pra ele e me aproximei, beijei ele na boca, já que sabia que ainda era eu quem devia dar esses passos. Ele me beijou com luxúria, passou as mãos pelo meu corpo, pegou na minha bunda dessa vez e apertou, fez o mesmo com meus peitos.
— Adoro que você se soltou um pouco desde a última vez — falei sorrindo, e sem querer tava tratando ele por "você".
— É que não conseguia parar de pensar em você esses dias.
— Comigo aconteceu o mesmo. Ele me beijou de novo, cada vez mais quente. E aí sim, levei minha mão até a virilha dele. Passei suavemente por cima do volume, medindo as reações dele. Como vi que ele continuava me beijando e que a respiração dele ficava mais profunda e pesada, continuei tocando ele, com mais pressão a cada vez, passando a mão por todo o pau dele.
- Uffa, bom dia… - falei rindo, me referindo à ereção dele
- Nunca pensei que estaria fazendo isso no meu escritório, e muito menos com uma mulher jovem e gostosa como você.
- Não pensa tanto. - falei
As mãos do juiz estavam desesperadas pra apertar minha bunda. Comecei a desabotoar o cinto dele e abaixei a calça social e a cueca. Guiei ele suavemente pra sentar num dos sofás que tinha no escritório (era de dois lugares). Tirei o pau dele, duro como pedra, o que me tranquilizou, porque nunca tinha ficado com ninguém da idade dele, e comecei a chupar ele com dedicação.
- Ahhh, que gostosa você é, meu Deus.
O juiz enfiava os dedos no meu cabelo loiro, enquanto me segurava e olhava minha boca subir e descer no pau dele. Depois de chupar por um bom tempo, me levantei na frente dele e comecei a tirar a saia, deixando minha bunda enorme livre. Tirei também a blusa, e fiquei só de conjunto de renda preta.
- Tá gostando do que vê? - falei
- Tô amando o que vejo - ele disse, recostado no encosto
Tirei o sutiã, deixando ele admirar meus peitos lindos. Toquei eles pra ele, apertei. Ele continuava sentado e começou a se masturbar devagar, me olhando. Tirei a calcinha fio-dental também, chupei um dos meus dedos e levei até minha virilha, passando no meu clitóris. Ele me olhava com faíscas nos olhos.
Me virei e peguei minha bunda com as duas mãos, me inclinei um pouco pra frente, deixando ela apontada pra ele, e abri minhas nádegas, pra ele ver tanto minha bunda quanto meu cu. Passei a mão suavemente por ele.
- E isso, você gosta?
Ele se esticou e agarrou meus quadris, me puxando pra perto dele, ainda eu de costas. Sentado no sofá e eu de pé, começou a comer meu cu como há muito tempo não faziam. Eu gemia e ele segurava minhas nádegas abertas, enfiando a cabeça inteira entre elas, passando a língua com profissionalismo. Eu estava ficando muito excitada. Comecei a me masturbar enquanto ele cuidava do meu cu.
De repente, me virei, ficando de frente para ele, e passando uma perna de cada lado, me posicionei em cima dele. Meus peitos ficaram na altura da boca dele, e ele começou a beijá-los, lamber, chupar, morder. Tudo enquanto os apertava com força nas mãos. Eu me mexia sobre o pau dele, mas sem enfiar ainda. Quando vi que o juiz estava a mil, peguei o membro dele e comecei a enfiar dentro de mim. Nós dois gememos, e eu comecei a pular no pau dele como uma mola, com velocidade, com vontade. Ele me segurava pela cintura, ofegante, e de vez em quando voltava a chupar meus peitos.
Ele levou uma das mãos ao meu cu, apertou, deu um tapa, e depois começou a aproximar o dedo do meu ânus. Começou a acariciar, cada vez com mais pressão, e isso me levava ao céu.
- Coloca - falei, olhando nos olhos dele
E quando eu dei a aprovação, ele enfiou o dedo no meu cu e começou a mexer em círculos. Entre o dedo dele ali e o pau entrando e saindo da minha buceta, meus gemidos aumentavam em intensidade e volume. Com a mão que não estava no meu cu, o juiz tapou minha boca, para ninguém ouvir. Continuei cavalgando ele já com dois dedos no meu cu e tive um orgasmo impressionante, onde um grito abafado saiu da minha boca, impedido pela mão do juiz.
Parei um segundo para recuperar o fôlego e continuei me mexendo, já que ele ainda não tinha gozado.
- Onde você quer gozar em mim? - perguntei
- Quero gozar nesse cu enorme e lindo
Eu saí de cima dele e me abaixei no sofá, de costas para o Torres. Ele se levantou e começou a meter na minha buceta por trás, enquanto com os dois dedos lubrificados com meus fluidos, penetrava meu cu. Ele meteu com força até que senti na respiração dele que ia gozar. Ele tirou o pau de dentro de mim e encheu meu cu inteiro com o leite dele, enquanto gemia bem alto.
O juiz me limpou com um lenço de pano que ele carregava, e a gente se jogou no sofá, exaustos, por uns minutos.
— Quanto pensei nisso na última semana… — ele disse.
— Quanto vou pensar nisso na próxima semana… — respondi brincando.
— Quando pensar, vem me visitar.
— Aceito a proposta. — falei enquanto me vestia de novo pra voltar ao trabalho.
Depois daquele encontro, a gente começou a se encontrar escondido no escritório dele, ou na minha casa, ou em algum hotel chique. Torres começou a pagar cursos pra mim, me levou pra viajar escondido várias vezes, e me deu montes de presentes. Ele cumpriu direitinho o papel de sugar daddy, mas principalmente me deu algo que eu não esperava encontrar num senhor da idade dele: muito prazer.

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