Como eu contei no relato anterior, aceitei ir no apartamento do Arturo pra jogar videogame. No caminho, tava nervoso e ansioso, sentia meu peito pulsando, lembrava do que tinha rolado na volta do sábado passado, quando ele se aproveitou enquanto eu tava "dormindo". Chegamos no apartamento dele, não era muito grande, mas era agradável: uma salinha pequena e uma sala de jantar. Só tinha um quarto, mas bem maior que o meu, com uma cama king size enorme e até closet. Do lado da cama, a escrivaninha com o computador e uma cadeira executiva, sem faltar um espelho de parede gigante numa das paredes. A TV dele ficava no quarto e era de parede, então entramos no quarto e deitamos no colchão, que era de ótima qualidade, por sinal — confortável e macio. Não consegui evitar pensar em todas as mulheres que deviam ter passado por aquele colchão. "Se o colchão falasse", pensei, "com certeza já foi bem usado." Pegamos os controles e começamos a jogar. Não era muito fã de videogame, mas me virava; meus dois colegas de apartamento eram bem viciados e às vezes eu jogava com eles. Já tínhamos alguns minutos de jogo quando ele soltou: — Sabe, Ariel, tenho que fazer uma confissão pra você. — Fala, Arturo, tô ouvindo — respondi, olhando na cara dele e parando de jogar. Vi os olhos grandes e expressivos dele, cor de mel, e ele disse: — Na verdade, não sei como começar. Lembra da viagem depois do jogo de sábado? — Sim, como esquecer, ha ha — ri —, a gente riu pra caramba quando você ficou de pau duro sonhando com uma mina. Adivinhei por onde a confissão ia, mas não podia entregar que não tinha tado dormindo. — É que... acho que passei dos limites com você e preciso pedir desculpas. — Como assim, não entendi? — respondi, fingindo que não sacava. — É que você tem uma bunda muito macia e gostosa, e eu fiquei muito tarado. Não consegui evitar que meu pau ficasse duro. Fiquei acariciando sua bunda e enfiei um dedo no seu cu, aproveitando que você tava meio... Bêbado.
Eu desejava a pica do Arturo, mas não podia ser óbvio, tinha que defender minha «virilidade», também não queria que todo mundo soubesse que eu gostava de pica, então continuei ouvindo, querendo saber onde aquilo ia dar.
– O que você tá dizendo? Por que fez isso comigo? Sou seu amigo – reclamei «bravo».
– É, me desculpa, sei que não foi certo, mas o roçar da sua bunda na minha pica me deixou louco, sua bunda é muito linda e macia, sonho com ela à noite, desde que vi aquela bundinha minúscula no chuveiro e bato umas punhetas enormes pensando nela, e o que aconteceu sexta foi o auge, fiquei cheirando o dedo que enfiei no seu cu a noite toda de sábado e domingo, e bati umas punhetas do caralho, me excitou tanto, e à noite desconti na Sandra (uma das conquistas dele) e comi o cu dela mas pensando no seu.
– Porco, cheirando um dedo com cheiro de merda. – respondi, mas me excitou muito ele ter comido uma das tantas minas do harém dele pensando no meu cu, e eu conhecia a Sandra, uma mina voluptuosa e de quadril largo, com uma bunda bem grande e redonda.
– Não, Ariel, não cheirava a merda, cheirava a cu e suor, e me excitou demais, não consegui evitar, gostei do aroma do seu cu.
– Isso é coisa de viado, não pensei que você fosse um deles – reclamei pra ver a reação dele.
– Não é que seja coisa de viado, é que sou muito tarado, quero transar todo dia e toda hora, seu cu me excitou demais e, pô, um cu é um cu, não importa se é de mulher ou de homem.
Acho que eu podia simplesmente ter aceitado a desculpa dele e encerrado tudo, mas não larguei o osso, se ele gostava do meu cu, talvez eu pudesse entregar, mas tinha que parecer que o Arturo tinha me seduzido e de alguma forma me obrigado, e eu não tive escolha a não ser entregar o cu, pra ele não duvidar da minha «heterossexualidade», minha suposta hombridade e minha namorada estavam em jogo, já que pela primeira vez talvez eu pudesse dar o cu pra um conhecido que conhecia meus amigos e minha namorada, senão pensei que ele poderia contar pra alguém. e a fofoca se espalhou.
Então continuei no mesmo assunto.
– Ou seja, você já comeu alguns caras.
– Olha, não vou negar, em Sonora somos muito safados e se alguma bunda gostosa cruzar nosso caminho, a gente come. Em Sonora, eu comi um professor e um colega que claramente eram gays, e eles tinham uma bunda linda, mas com você é diferente, você tem a bunda mais gostosa que a deles e me deixa louco, mas sei que você não é gay e ainda por cima é meu amigo.
– Acho que talvez a natureza te deu essa bunda linda pra você aproveitar e fazer os outros gozarem também, seria egoísta da sua parte guardar ela só pra você – ele continuou o ataque – e eu pensei que talvez houvesse um pouco de verdade no que ele dizia.
– Olha, a natureza me deu essa piroca enorme e sinto que foi pra dar e receber prazer – ele exclamou enquanto tirava a piroca enorme do short, completamente dura. Se mole já era impressionante, dura era ainda maior.
Naquele momento, senti minha bundinha ficar molhada e pulsar, mas segurei um pouco mais, precisava ter certeza de que seria discreto e deixei ele continuar me seduzindo.
– Vamos, não vai negar que no vestiário você às vezes ficava olhando pra minha piroca – ele exclamou.
– É verdade, mas foi só curiosidade e talvez inveja de não ter uma piroca desse tamanho, imaginando como minha namorada se sentiria com um instrumento desses.
– Ha ha, pode ser, muitos olham pra minha piroca, alguns com desejo e outros como você com inveja, mas só eles sabem. E tenho que dizer que sua namorada gozaria como nunca sendo macetada com uma piroca assim, toda mulher sonha em sentir uma piroca desse tamanho dentro dela, que a deixa louca, e também, alguns homens…
– Uff, sim, mas deve ser doloroso pra caralho, ainda mais no cu – respondi, fingindo inocência e que não queria que ele desistisse da ideia de me comer.
– Não pense assim, já comi muitas mulheres e, como te confessei, alguns homens, e todos ficaram satisfeitos, ha ha – enquanto isso Balançava orgulhoso seu pauzão na minha frente, de um jeito provocante.
– Sabe, o cu é um músculo e pode dilatar até um tamanho bem considerável, se souber abrir devagar. Já viu nos filmes pornô como aquelas vadias engolem uns paus enormes pelo cu e ainda pedem mais? Um pau no cu pode ser mais intenso do que na buceta.
– Você tem razão, já vi os filmes, e seu pau é tão grande ou maior que o daqueles filhos da puta. Sempre me perguntei por que elas reclamam tanto na hora de enfiar o pau e depois pedem mais, mas achava que era fingimento, porque um pau desse tamanho deve deixar o cu todo arrebentado e aberto.
Já tava completamente excitado, meu pau tava duro e dava pra ver pelo meu short, e o Arturo percebeu, continuando o ataque.
– Não vou mentir, dói, mas como eu disse, depois que a dor passa, elas gozam como nunca. Quanto mais grosso o pau, mais elas gozam. Adoram sentir o cu bem aberto e sendo lambido por dentro. Além disso, como falei, o cu é um músculo e volta a fechar, não vai ficar aberto pra sempre. Depois de algumas horas, volta ao normal. A única diferença é que quanto mais usa, mais treina e sabe até onde deve dilatar, e cada vez dói menos. O cu tem memória, pode-se dizer. Lembra quando você vai à academia depois de dias sem ir? E todos os músculos doem por falta de exercício? Mas quando você é constante, os músculos não doem mais e você consegue fazer sessões cada vez mais longas sem dor? O cu é igual, precisa de treino, ha ha. Sério, se você decidisse usar, tenho certeza que sentiria muito prazer e não precisa se preocupar em ficar aberto ou essas besteiras. – continuou o ataque.
– Tô vendo que você tá de pau duro, sinal de que a conversa te excita. Vai lá, se anima. Não ia gostar de sentir toda essa carne te percorrendo por dentro? – disse enquanto se levantava e sentava na cama, encostando as costas na cabeceira, balançando o enorme. e grosso cilindro e apontando com sua enorme cabeça na direção do meu rosto, que já estava a poucos centímetros da rola dele, exibindo e oferecendo de forma bem sugestiva. A cabeça da rola dele tinha ficado mais escura, avermelhada e parecia brilhar.
Meu cu ficou salivando, senti um arrepio descendo pela espinha só de imaginar aquela rola enorme na minha boca e até o fundo do meu cu, mas ainda precisava ter certeza da discrição dele.
– E se eu resolver animar, como vou ter certeza que você não vai sair contando pra todo mundo que me arrombou e me tratar como um viadinho? Tenho namorada e amigos.
– Cê acha que eu ia contar alguma coisa? Eu seria o primeiro prejudicado, toda minha fama de pegador e sedutor ia pro saco. Te contei sobre os dois cus de homem que comi porque você é meu amigo e sei que não vai espalhar, além disso queria que soubesse que já tive outras experiências com um rabo de homem igual ao seu.
Já tinha derrubado todas as barreiras, só esperava o próximo ataque. Me levantei e sentei na mesma posição que o Arturo, coloquei minhas mãos a centímetros da perna dele, me segurando pra não agarrar aquela porra enorme, meu olhar fixo no pau dele.
Arturo viu e pensou que eu ainda tava na dúvida, então com a mão dele, pegou a minha e aproximou da rola.
– Vai, pega, sei que tá morrendo de vontade de tocar, teu olhar não mente, não resiste, se liberta.
E claro que eu não tava resistindo mesmo, mas fingi timidez e forcei um pouco o braço, bem leve, então a mão dele guiou a minha e quando eu já tava com o tronco da rola dele na mão, ele apertou pra eu fechar a mão em volta.
Era inacreditável sentir aquilo, meus dedos não conseguiam se tocar pra cobrir todo o diâmetro da rola dele. Não podia acreditar que tava segurando o pau do cara mais gato, másculo, popular e pegador da escola. Ele continuou guiando minha mão por uns segundos e depois tirou, e eu comecei o movimento de vai e vem, percorrendo aquele membro maravilhoso, um grosso cilindro de carne ardente.
Foi nisso que ele exclamou:
— Não quer dar um beijinho? Vai, sei que tá morrendo de vontade — e, me segurando pelo pescoço, foi empurrando minha cabeça pra baixo, firme, mas sem forçar demais. Mudei de posição e fiquei de joelhos na cama pra não perder o equilíbrio, enquanto a mão dele no meu pescoço continuava empurrando minha cabeça na direção do pau dele. Logo senti ele nos meus lábios, duro e ardente. Inspirei o cheiro e fechei os olhos, aquele aroma inconfundível de macho.
— Vai, abre os lábios, dá um beijinho, Ariel, não morde — ele exclamou.
Era o que eu mais queria, provar ele, mas precisava deixar ele me guiar pra não me entregar. Então abri um pouco os lábios e senti a cabeça do pau dele entrar na minha boca.
— Assim, devagar, chupa como se fosse um pirulito, mas não usa os dentes, só a língua e o céu da boca, faz uma boquinha oca — e segui as instruções dele. Logo já tava sugando suavemente a cabeça do pau dele, e minha língua percorria o tronco e o freio. Ele me fazia dar beijinhos na ponta e passar a língua por todo o comprimento do pau dele, desde as bolas até a ponta, prestando atenção especial na área do freio, enquanto Arturo acariciava meu cabelo e minhas costas.
— Ai, Ariel, que gostoso você chupa, nunca ninguém chupou assim pra mim, parece uma expert em mamar pica. Não me mente que você nunca comeu um pau?
Tirei o pau do Arturo da boca e me defendi:
— Como é que cê acha, seu filho da puta? Só tô mamando você do jeito que gosto que mamem em mim, e a verdade é que seu pau na minha boca me excita pra caralho.
— Uff, sua namorada deve ser uma mamadora do caralho, tomara que um dia eu consiga mamar ela — ele exclamou.
— Não enche o saco, seu arrombado, com minha namorada não se mete, senão paro de mamar você — respondi.
— Desculpa, Ariel, mas você mama delicioso, não consigo acreditar que é sua primeira vez. Vai, chupa minhas bolas, não fica bravo.
Assim, continuei chupando as bolas dele, passava a língua pelo saco que as cobria, era uma delícia. As bolas dele eram tão grossas e pesadas, eu amava, e comecei a chupá-los alternadamente.
– Aghhh, ayyy, que gostosa – gemeu Arturo –, mas para, para, senão você vai me fazer gozar, e ainda não é hora.
Ele se levantou e tirou toda a roupa, e também me ajudou a tirar minha camiseta. Pegou um travesseiro e me pediu para deitar de bruços, colocando o travesseiro debaixo da minha barriga. Obedeci, ainda com meu short e cueca vestidos. A mão dele acariciava minhas costas e voltou a tocar as covinhas que se formam na parte baixa das costas, onde começam as nádegas.
– Como você fica gostoso assim, Ariel, e essas covinhas nas suas costas me excitam muito, são tão sexys.
Senti os lábios dele nas minhas costas, bem na área das covinhas que ele achava sexys, e me arrepiei. Sem dúvida, era uma zona muito erógena. Ele aproveitou para pegar meu short e puxá-lo para baixo, junto com a cueca. Levantei a cintura para facilitar a ação e depois as pernas para que ele tirasse tudo completamente, ficando de bruços, completamente nu, com minha bunda empinada no travesseiro.
– Meu Deus, Ariel, como você fica gostoso assim, sua bunda é perfeita, branquinha, redondinha e macia.
Ele começou a acariciar minhas nádegas e apertá-las suavemente, e senti que as abria, deixando meu cuzinho exposto.
– Seu buraquinho é incrível, pequenininho, rosadinho e bem enrugadinho, vai ser um verdadeiro prazer abri-lo. Adoro, e fico tão duro finalmente podendo vê-lo. Desde que toquei com a ponta do meu dedo, sonhava em saber como era, e superou todas as minhas expectativas, macio e sem nenhum pelo.
Senti que ele abria um pouco mais minhas pernas e, com as duas mãos, abria minhas nádegas. Pensei que o momento esperado tinha chegado, mas, em vez disso, senti um carinho muito molhado entre minhas nádegas. A língua dele estava percorrendo minha rachinha, e eu dei um pulo e um gemido leve.
– Aghhh, o que você está fazendo? – exclamei. – Combinamos que você só ia meter, vai me transformar num viado – reclamei. Adorava sentir a língua dele entre minhas nádegas, mas tinha que continuar fingindo defender minha «virilidade».
– Desculpa, Ariel, mas é necessário, senão você não vai... Vai doer muito, antes de meter tem que dilatar bem a bucetinha, calma, você não vai virar viado, todo mundo sabe da sua namorada, é só pra ir relaxando e dilatando a rabeta, não se preocupa, só fica tranquilo, relaxa e aproveita.
A língua dele percorria todo o sulco da minha bunda, do períneo até o começo da rachinha, misturando com umas mordidinhas e chupões na minha bunda, além de apertões e umas palmadinhas que me excitavam pra caralho. Ele abriu minha bunda e senti que começou a brincar com a língua ali, que gostoso que foi, comecei a arranhar os lençóis e morder um travesseiro pra não gemer igual uma puta. A ponta da língua dele começou a abrir minha bucetinha e eu apertei um pouco, não queria que ele tirasse tudo, tinha que fingir que era virgem.
– Hummm, que rabetinha gostosa, adoro, a bucetinha mais gostosa do mundo, e apertadinha, ufff, adoro, você não sabe a vontade que tenho de te foder gostoso, mas tem que abrir devagar.
– Espera, não se mexe, já volto.
Ele se levantou e me deixou com a bucetinha de fora, quase louca de tesão. Virei a cabeça e vi ele procurar numa gaveta e tirar um vidrinho de lubrificante. Ufff, pensei, o filho da puta já veio preparado.
Ele voltou e sentou do meu lado, bem perto da minha bunda. Vi ele abrir o vidrinho e, quando percebeu que eu tava olhando, falou:
– Olha, isso é lubrificante, não é nada de mais, só relaxa e não aperta. Vou passar pra não doer muito quando eu te penetrar, assim meu pau vai deslizar e não vai te machucar.
Senti ele abrir uma das minhas nádegas, e aí o líquido frio e bem viscoso caiu na rachinha da minha bunda. Com um dedo, ele espalhou por toda a superfície externa do meu cu. O líquido era extremamente pegajoso e comecei a sentir uma leve queimação e formigamento na bucetinha, diferente de tudo que já tinham passado em mim antes.
– Tô sentindo uma coisa estranha, o que você tá passando? – exclamei.
– Não se assusta, é um lubrificante anal especial pra bucetinha, tem um ingrediente que ajuda a relaxar os músculos e outro Isso é estimulante, pra você sentir mais gostoso, vai ficar quentinho e sua bunda vai ficar mais sensível, mas não vai anestesiar, pelo contrário, não tenha medo, não quero anestesiar e arrebentar seu rabo, só quero que você aproveite mais.
O desgraçado sabia o que fazia, tinha muita experiência e sabia que precisava de ajuda se quisesse meter a ferramenta enorme dele num cu, e o líquido realmente ajudava, eu sentia tão sensível e sentia delicioso o roçar do dedo dele, tava nessa, curtindo uma carícia tão íntima, quando senti ele enfiar a ponta do dedo dentro da minha bunda, entrou sem nenhuma dificuldade, o lubrificante era super viscoso e deslizou muito bem o dedo dele dentro da minha bunda, sem dor nenhuma.
– Uff, que gostoso, já tenho um dedo dentro da sua bunda, você não imagina como é lindo ver meu dedo entrando no seu buraquinho rosado e fechadinho, não doeu, né?
– Só um ardido pequeno, mas sinto quente por dentro, formiga, gosto da sensação – exclamei, mentindo um pouco sobre o ardor.
Senti ele entrar um pouco mais e girar, lubrificando minhas paredes internas, logo chegou até o fundo.
– Assim, Ariel, que gostoso que eu sinto, sua bunda é tão macia, já engoliu meu dedo inteiro, adoro seu buraquinho, tão apertadinho, quente e virgem, tá sentindo? Já tá tudo dentro. Enquanto com a outra mão me dava um tapinha leve na bunda.
Que gostoso que eu sentia, o lubrificante tava fazendo o trabalho dele mesmo, sentia a bunda muito quente, sensível e molinha, e tive que morder o travesseiro de novo pra não gemer, o dedo dele bem dentro de mim, acariciando minhas paredes internas, e aí ele começou a meter e tirar, e nessa hora não aguentei mais e comecei a gemer.
– Assim, Ariel, se solta, goza, sua bunda pode te dar muito prazer, tá sentindo?
Ele tirou o dedo e passou mais lubrificante, e agora enfiou dois dedos na minha bunda, repetindo o movimento, girar e sair, meus gemidos ficaram mais intensos,
– Mmmm, que bom, sua bunda tá dilatando Muito bem, te falei que essa bucetinha apertada foi feita e preparada pra dar prazer e transar.
Foi nisso que, quando sinto que agora são 3 dedos entrando na minha bucetinha apertada, aí sim ardeu, os dedos dele eram grossos e eu reclamei, ainda tolerável, mas fiz um pouco de teatro.
– Ai, dói, arde, exclamei, enquanto apertava a raba e me contorcia na cama, joguei o braço pra trás e segurei o dele, parando o avanço dos dedos.
– Calma, calma, relaxa, são as fibras dos músculos do cu se esticando, é só um pouco de ardência, logo passa, olha, não vou mexer os dedos até passar a ardência, que tal? Já tá quase pronto, sua bucetinha apertada dilata muito bem, acho que não vai ter problema pra te desvirgar.
Realmente, logo passou a ardência e eu sentia a raba bem quentinha, o estimulante tava fazendo efeito e eu precisava sentir os dedos do Arturo esfregando minha raba, então empurrei a bucetinha apertada pra trás e os três dedos dele entraram alguns milímetros, o suficiente pra ele entender que a ardência tinha passado.
Arturo empurrou suavemente um pouco mais os 3 dedos na minha bucetinha apertada e, vendo que não houve reclamação, começou a movê-los e tirá-los bem de leve, devagar, e eu comecei a gemer, adorava sentir eles me percorrendo por dentro, já sentia a bucetinha apertada bem dilatada, e os dedos dele entravam e saíam com certa facilidade.
– Pronto, Ariel, já tá pronta pra ser minha putinha – Pela primeira vez ele falou comigo no feminino e não me importei, pelo contrário, me fez lembrar do Roberto, meu verdadeiro desvirgador, realmente me sentia a putinha dele e me excitou ele me chamar assim.
– Sua bucetinha apertada já tá lubrificadinha, dilatada e aberta, vai ver como entra bem, não me enganei quando te falei que a natureza te deu essa bucetinha gostosa pra você aproveitar e fazer um bom macho gozar.
Ele pediu pra eu ficar de quatro e abri minhas pernas, já sabia a posição, dobrei a cintura até meu rosto encostar no colchão e fiquei com a raba empinada, oferecendo pra ele.
– Muito bem, Ariel, o Hoje você se forma como puta - enquanto me dava um tapa sonoro na bunda.
Ela se posicionou para a "desvirginada" e passou mais lubrificante no meu cuzinho e na pica dela, espalhou por toda a entrada e senti a pica monstruosa deslizando pela minha rachinha, desde o começo da minha racha até minhas bolas, e começou a me dizer:
– Sente como minha pica percorre você? Imagina quando isso tudo te percorrer por dentro, o que você vai aproveitar, vai abrir bem seu cuzinho e você vai morrer de prazer. Sente ela, como tá dura.
Cada vez que passava pela entrada do meu buraquinho, esfregava em círculos, parecia que ia empurrar, mas continuava passando, tava me torturando de ansiedade. No momento mais inesperado, senti que empurrou um pouco mais, e uma dor terrível me invadiu, soltei um grito forte de dor que não consegui segurar, mesmo já tendo recebido as picas do Roberto, Pedro e Mariano, que eram picas muito boas, a do Arturo superava em diâmetro e comprimento, então joguei a bunda pra frente e me soltei.
– Quieta, calma, relaxa, fica molinha, ele me dizia enquanto me colocava de volta na posição, doeu porque você tava tensa, não pode apertar.
Senti que apontou de novo a ponta da pica no meu buraquinho e começou a empurrar o tronco enorme de carne, minha bunda ainda resistia, até que de repente senti de novo que tava me partindo ao meio e soltei outro grito, minhas dobras se abriram e a cabeçona entrou dentro de mim, tentei me soltar de novo, mas agora ele me segurava firme pela cintura e não deixou eu escapar. Ao ouvir meu grito, exclamou.
– Shhh, cala a boca, calma, puta, já entrou a cabeça, é a parte mais grossa, relaxa, não quero te machucar, não vou me mexer até você relaxar e começar a aproveitar, que gostoso que é, adoro como você aperta a cabeça da pica, que bunda gostosa você tem.
Me deu um tapa forte na bunda e senti que me distraiu e me ajudou a relaxar, já não doía tanto e avisei ele.
– Tá ardendo, mas já diminuiu. Dói, Arturo.
– Mmmm, que delícia, você aguentou bem minha pica, agora fica tranquila que a diversão vai começar.
Ele começou a se mover, num vai e vem lento, bem suave, tirando e colocando um pouco mais a cada vez, sempre passando mais lubrificante na pica dele, abrindo minha bucetinha apertada. Era tão grossa que eu sentia igual ao dia em que me desvirgaram, as dobras das paredes do meu cu se esticando e, possivelmente, algumas fibras musculares se rompendo com o avanço daquele cilindro enorme de carne, até que ele enfiou até onde meu cu já não aguentava mais.
– Ai, Arturo, você enfiou tudo, não acredito, sou sua putinha.
– Não, gatinha, ainda falta um pouquinho, quase, mas ainda falta pra você se formar como uma puta. Uma puta come ele inteiro.
Estiquei minha mão até minhas nádegas e toquei entre a pica dele e minha bunda. Era verdade: eu tinha me empalado completamente até o fundo do meu cu e ainda faltavam uns dois ou três centímetros de pica.
– Ai, Arturo, é tão enorme que não caberia em cu nenhum, sinto que você me atravessa, de tão fundo que chega.
– Não, mamãe, claro que tem cuzinhos que conseguem comer minha pica inteira, e tenho certeza que o seu é um deles. Aguenta mais um pouco.
Ele me segurou pela cintura com uma mão e continuou com as estocadas, longas e profundas, enquanto com a outra acariciava minhas costas e nádegas. De vez em quando, dava um tapinha ou abria minha bunda pra ver como aquele tronco enorme me perfurava. Eu estava gritando de prazer, nunca tinha sentido nada igual. De fato, o roçar da pica dele nas paredes do meu cu causava ondas de prazer que começavam na minha coluna e percorriam todo o meu corpo. Às vezes, ele se movia em círculos, fazendo a ponta da pica dele dar prazer a todas as minhas paredes, e eu sentia que ele brincava com minha próstata, massageava com aquela ferramenta grande e roçava gostoso, mas passava direto e chegava até a última parede interna do meu cu.
– Ai, mamãe, que cu gostoso, você me deixa louco, é tão macio e quentinho, aperta. Meu pau envolve ela como se quisesse espremer, ufff, adoro, você vai me fazer gozar, aghhh
As batidas do pau dele na última parede interna do meu cu causavam um formigamento incrível, adorava sentir o pau dele explorando todo o comprimento do meu reto, me dando um prazer indescritível, minha mente ficava em branco e eu me contorcia de prazer, meus gemidos ecoavam por todo o quarto.
De repente, senti uma dorzinha bem profunda no meu cu e aquela última parede interna onde o pau dele batia se abriu, ao mesmo tempo que a pélvis dele bateu contra minhas nádegas, dei um pulo forte e um gemido profundo, um novo arrepio percorreu meu corpo inteiro. O pau dele tinha atravessado meu último esfíncter interno e a ponta do pau dele tinha ido além do meu reto.
– Isso, gatinha, você se formou em puta, se orgulhe, poucas conseguiram engolir meu pau inteiro, seja pelo cu ou pela buceta, ai, que gostoso, não acredito que tenho meu pau todo dentro do seu cu, não tinha certeza se você ia conseguir engolir tudo. Você se mostrou mais puta do que eu pensava, ai, sinto que a porra já vai sair, vou te engravidar.
As estocadas dele ficaram mais rápidas e profundas, meu corpo começou a convulsionar, eu me contorcia na cama aos gritos de prazer e gozei abundantemente sem nem ter tocado no meu pau, jatos de porra caíram sobre os lençóis.
– Assim, aghh, que gostoso, você gozou sem nem se tocar, só com o prazer que seu cu te dá, não só se formou em puta, mas se formou com louvor.
As investidas aceleraram, literalmente perfurando meu cu, minhas nádegas batiam na pélvis dele, meu corpo continuava convulsionando, se contorcendo e uivando de prazer, sentia o suor do Arturo caindo nas minhas costas, quando numa última estocada senti ele cravar fundo e começar a despejar a porra dentro de mim, juraria que além do reto e direto nos meus intestinos.
Ele desabou sobre meu corpo e senti a respiração ofegante dele na Minha nuca, o corpo dele sobre o meu, exaustos e suados.
Aos poucos senti minha respiração voltando ao normal e o pau dele perdendo a dureza, lembrei do encontro com minha namorada e falei pro Arturo que já era tarde e eu precisava ir.
Ele se jogou do meu lado e tentei me levantar, mas minhas pernas não obedeciam, minha buceta ardia pra caralho e o Arturo se levantou e me ajudou a ficar de pé. Minhas pernas tremiam e com muito esforço consegui me erguer.
Ele pediu pra eu me apoiar na mesa dele pra me examinar e senti ele abrindo minhas nádegas, o esperma dele escorrendo entre minhas pernas.
– Caralho, que buraco eu te fiz, tá bem aberto, mas não parece que te machuquei muito, logo você fica boa, vou te passar uma pomada e em dois dias você tá como nova, ha ha, bom, quase nova.
– Sabe, não te falei pra não te assustar, mas todas as bundas que eu desvirgei eu deixei sangrando, seu cu nasceu pra gozar e ser gozado, é muito elástico e se ajusta bem ao contorno do meu pau, foi fabuloso.
Entramos no chuveiro e ele me ajudou a lavar o corpo, foi muito gentil, saímos e ao ver minha dificuldade pra me mexer, ele ajudou a secar minhas pernas e vestir minha roupa, era complicado me abaixar, ele me deu uma latinha de pomada que guardei no bolso da calça.
Já no caminho pra escola buscar minha namorada, ele disse que esperava que não fosse a única vez, queria repetir, e eu respondi que não tinha certeza, que tinha gostado, mas foi muito doloroso.
– Da próxima não vai doer tanto – ele disse, bem seguro de que não seria a última. E realmente não foi a única vez, virei parte do harém dele e ele me comia a cada duas ou três semanas, não tão seguido quanto eu queria, mas entendi que tinha uma longa lista de mulheres pra satisfazer e agora eu era uma delas e tinha que esperar minha vez.
Doía quando eu sentava e pedi pra ele dirigir devagar. Ele só sorriu e diminuiu a velocidade.
Me perguntou se a gente não se importava se ele nos acompanhasse pra jantar e eu aceitei, mas dependendo do que minha namorada dissesse, a quem ele Mandei uma mensagem e ela não fez nenhuma objeção.
Depois que passamos pela minha namorada, ela não ficou indiferente às minhas dificuldades para andar e eu menti, dizendo que tinha me machucado no treino e estava com uma distensão na virilha, mas que o Arturo tinha me dado uma pomada, que ela não se preocupasse.
— Coitadinho, se quiser eu ajudo você a passar — ela disse.
O Arturo levou a mão à boca para disfarçar e segurou a risada, achou muita graça no comentário da minha namorada.
— Valeu, amor, não precisa — respondi, todo envergonhado, e me virando pro Arturo, ela falou:
— Obrigada, Arturo, você é gente boa, valeu por cuidar do meu namorado.
Arturo sorriu e respondeu:
— Ha ha, fica tranquila, você me deixa sem graça, é o mínimo que posso fazer por um amigo.
A noite foi divertida, no final ele insistiu em pagar a conta dos três e ainda deu uma carona até a casa da minha namorada, onde se despediu da gente.
— Sabe, Ariel, o Arturo é muito gentil, não é tão babaca quanto eu pensava.
— Cala a boca — respondi —, você tá me deixando com ciúmes.
— Ha ha, amor, ciúmes? Você me faz rir, jamais ficaria com um cara como o Arturo, esse tipo de homem me irrita demais, só brinca com as mulheres, não respeita, trata como brinquedo, só usa pra se divertir e depois descarta, e o que mais me irrita são as mulheres que caem na lábia dele, não têm amor próprio — exclamou minha namorada, tinha saído a feminista nela.
— Pelo contrário, quem devia estar preocupada sou eu, não quero que ele te engane e você me faça de corno.
— Não tem nada pra se preocupar, amor, você sabe que não curto as putarias dele, e só saí com ele pras festas na piscina que ele me convidou, mas você sempre foi comigo.
Uns minutos depois me despedi e chamei um táxi de volta pro meu apê, precisava descansar.
Minha namorada estava longe de saber que seria a próxima vítima do Arturo, mas isso eu conto no próximo relato, pela temática vou colocar na categoria de bi, caso queiram ler.
Eu desejava a pica do Arturo, mas não podia ser óbvio, tinha que defender minha «virilidade», também não queria que todo mundo soubesse que eu gostava de pica, então continuei ouvindo, querendo saber onde aquilo ia dar.
– O que você tá dizendo? Por que fez isso comigo? Sou seu amigo – reclamei «bravo».
– É, me desculpa, sei que não foi certo, mas o roçar da sua bunda na minha pica me deixou louco, sua bunda é muito linda e macia, sonho com ela à noite, desde que vi aquela bundinha minúscula no chuveiro e bato umas punhetas enormes pensando nela, e o que aconteceu sexta foi o auge, fiquei cheirando o dedo que enfiei no seu cu a noite toda de sábado e domingo, e bati umas punhetas do caralho, me excitou tanto, e à noite desconti na Sandra (uma das conquistas dele) e comi o cu dela mas pensando no seu.
– Porco, cheirando um dedo com cheiro de merda. – respondi, mas me excitou muito ele ter comido uma das tantas minas do harém dele pensando no meu cu, e eu conhecia a Sandra, uma mina voluptuosa e de quadril largo, com uma bunda bem grande e redonda.
– Não, Ariel, não cheirava a merda, cheirava a cu e suor, e me excitou demais, não consegui evitar, gostei do aroma do seu cu.
– Isso é coisa de viado, não pensei que você fosse um deles – reclamei pra ver a reação dele.
– Não é que seja coisa de viado, é que sou muito tarado, quero transar todo dia e toda hora, seu cu me excitou demais e, pô, um cu é um cu, não importa se é de mulher ou de homem.
Acho que eu podia simplesmente ter aceitado a desculpa dele e encerrado tudo, mas não larguei o osso, se ele gostava do meu cu, talvez eu pudesse entregar, mas tinha que parecer que o Arturo tinha me seduzido e de alguma forma me obrigado, e eu não tive escolha a não ser entregar o cu, pra ele não duvidar da minha «heterossexualidade», minha suposta hombridade e minha namorada estavam em jogo, já que pela primeira vez talvez eu pudesse dar o cu pra um conhecido que conhecia meus amigos e minha namorada, senão pensei que ele poderia contar pra alguém. e a fofoca se espalhou.
Então continuei no mesmo assunto.
– Ou seja, você já comeu alguns caras.
– Olha, não vou negar, em Sonora somos muito safados e se alguma bunda gostosa cruzar nosso caminho, a gente come. Em Sonora, eu comi um professor e um colega que claramente eram gays, e eles tinham uma bunda linda, mas com você é diferente, você tem a bunda mais gostosa que a deles e me deixa louco, mas sei que você não é gay e ainda por cima é meu amigo.
– Acho que talvez a natureza te deu essa bunda linda pra você aproveitar e fazer os outros gozarem também, seria egoísta da sua parte guardar ela só pra você – ele continuou o ataque – e eu pensei que talvez houvesse um pouco de verdade no que ele dizia.
– Olha, a natureza me deu essa piroca enorme e sinto que foi pra dar e receber prazer – ele exclamou enquanto tirava a piroca enorme do short, completamente dura. Se mole já era impressionante, dura era ainda maior.
Naquele momento, senti minha bundinha ficar molhada e pulsar, mas segurei um pouco mais, precisava ter certeza de que seria discreto e deixei ele continuar me seduzindo.
– Vamos, não vai negar que no vestiário você às vezes ficava olhando pra minha piroca – ele exclamou.
– É verdade, mas foi só curiosidade e talvez inveja de não ter uma piroca desse tamanho, imaginando como minha namorada se sentiria com um instrumento desses.
– Ha ha, pode ser, muitos olham pra minha piroca, alguns com desejo e outros como você com inveja, mas só eles sabem. E tenho que dizer que sua namorada gozaria como nunca sendo macetada com uma piroca assim, toda mulher sonha em sentir uma piroca desse tamanho dentro dela, que a deixa louca, e também, alguns homens…
– Uff, sim, mas deve ser doloroso pra caralho, ainda mais no cu – respondi, fingindo inocência e que não queria que ele desistisse da ideia de me comer.
– Não pense assim, já comi muitas mulheres e, como te confessei, alguns homens, e todos ficaram satisfeitos, ha ha – enquanto isso Balançava orgulhoso seu pauzão na minha frente, de um jeito provocante.
– Sabe, o cu é um músculo e pode dilatar até um tamanho bem considerável, se souber abrir devagar. Já viu nos filmes pornô como aquelas vadias engolem uns paus enormes pelo cu e ainda pedem mais? Um pau no cu pode ser mais intenso do que na buceta.
– Você tem razão, já vi os filmes, e seu pau é tão grande ou maior que o daqueles filhos da puta. Sempre me perguntei por que elas reclamam tanto na hora de enfiar o pau e depois pedem mais, mas achava que era fingimento, porque um pau desse tamanho deve deixar o cu todo arrebentado e aberto.
Já tava completamente excitado, meu pau tava duro e dava pra ver pelo meu short, e o Arturo percebeu, continuando o ataque.
– Não vou mentir, dói, mas como eu disse, depois que a dor passa, elas gozam como nunca. Quanto mais grosso o pau, mais elas gozam. Adoram sentir o cu bem aberto e sendo lambido por dentro. Além disso, como falei, o cu é um músculo e volta a fechar, não vai ficar aberto pra sempre. Depois de algumas horas, volta ao normal. A única diferença é que quanto mais usa, mais treina e sabe até onde deve dilatar, e cada vez dói menos. O cu tem memória, pode-se dizer. Lembra quando você vai à academia depois de dias sem ir? E todos os músculos doem por falta de exercício? Mas quando você é constante, os músculos não doem mais e você consegue fazer sessões cada vez mais longas sem dor? O cu é igual, precisa de treino, ha ha. Sério, se você decidisse usar, tenho certeza que sentiria muito prazer e não precisa se preocupar em ficar aberto ou essas besteiras. – continuou o ataque.
– Tô vendo que você tá de pau duro, sinal de que a conversa te excita. Vai lá, se anima. Não ia gostar de sentir toda essa carne te percorrendo por dentro? – disse enquanto se levantava e sentava na cama, encostando as costas na cabeceira, balançando o enorme. e grosso cilindro e apontando com sua enorme cabeça na direção do meu rosto, que já estava a poucos centímetros da rola dele, exibindo e oferecendo de forma bem sugestiva. A cabeça da rola dele tinha ficado mais escura, avermelhada e parecia brilhar.
Meu cu ficou salivando, senti um arrepio descendo pela espinha só de imaginar aquela rola enorme na minha boca e até o fundo do meu cu, mas ainda precisava ter certeza da discrição dele.
– E se eu resolver animar, como vou ter certeza que você não vai sair contando pra todo mundo que me arrombou e me tratar como um viadinho? Tenho namorada e amigos.
– Cê acha que eu ia contar alguma coisa? Eu seria o primeiro prejudicado, toda minha fama de pegador e sedutor ia pro saco. Te contei sobre os dois cus de homem que comi porque você é meu amigo e sei que não vai espalhar, além disso queria que soubesse que já tive outras experiências com um rabo de homem igual ao seu.
Já tinha derrubado todas as barreiras, só esperava o próximo ataque. Me levantei e sentei na mesma posição que o Arturo, coloquei minhas mãos a centímetros da perna dele, me segurando pra não agarrar aquela porra enorme, meu olhar fixo no pau dele.
Arturo viu e pensou que eu ainda tava na dúvida, então com a mão dele, pegou a minha e aproximou da rola.
– Vai, pega, sei que tá morrendo de vontade de tocar, teu olhar não mente, não resiste, se liberta.
E claro que eu não tava resistindo mesmo, mas fingi timidez e forcei um pouco o braço, bem leve, então a mão dele guiou a minha e quando eu já tava com o tronco da rola dele na mão, ele apertou pra eu fechar a mão em volta.
Era inacreditável sentir aquilo, meus dedos não conseguiam se tocar pra cobrir todo o diâmetro da rola dele. Não podia acreditar que tava segurando o pau do cara mais gato, másculo, popular e pegador da escola. Ele continuou guiando minha mão por uns segundos e depois tirou, e eu comecei o movimento de vai e vem, percorrendo aquele membro maravilhoso, um grosso cilindro de carne ardente.
Foi nisso que ele exclamou:
— Não quer dar um beijinho? Vai, sei que tá morrendo de vontade — e, me segurando pelo pescoço, foi empurrando minha cabeça pra baixo, firme, mas sem forçar demais. Mudei de posição e fiquei de joelhos na cama pra não perder o equilíbrio, enquanto a mão dele no meu pescoço continuava empurrando minha cabeça na direção do pau dele. Logo senti ele nos meus lábios, duro e ardente. Inspirei o cheiro e fechei os olhos, aquele aroma inconfundível de macho.
— Vai, abre os lábios, dá um beijinho, Ariel, não morde — ele exclamou.
Era o que eu mais queria, provar ele, mas precisava deixar ele me guiar pra não me entregar. Então abri um pouco os lábios e senti a cabeça do pau dele entrar na minha boca.
— Assim, devagar, chupa como se fosse um pirulito, mas não usa os dentes, só a língua e o céu da boca, faz uma boquinha oca — e segui as instruções dele. Logo já tava sugando suavemente a cabeça do pau dele, e minha língua percorria o tronco e o freio. Ele me fazia dar beijinhos na ponta e passar a língua por todo o comprimento do pau dele, desde as bolas até a ponta, prestando atenção especial na área do freio, enquanto Arturo acariciava meu cabelo e minhas costas.
— Ai, Ariel, que gostoso você chupa, nunca ninguém chupou assim pra mim, parece uma expert em mamar pica. Não me mente que você nunca comeu um pau?
Tirei o pau do Arturo da boca e me defendi:
— Como é que cê acha, seu filho da puta? Só tô mamando você do jeito que gosto que mamem em mim, e a verdade é que seu pau na minha boca me excita pra caralho.
— Uff, sua namorada deve ser uma mamadora do caralho, tomara que um dia eu consiga mamar ela — ele exclamou.
— Não enche o saco, seu arrombado, com minha namorada não se mete, senão paro de mamar você — respondi.
— Desculpa, Ariel, mas você mama delicioso, não consigo acreditar que é sua primeira vez. Vai, chupa minhas bolas, não fica bravo.
Assim, continuei chupando as bolas dele, passava a língua pelo saco que as cobria, era uma delícia. As bolas dele eram tão grossas e pesadas, eu amava, e comecei a chupá-los alternadamente.
– Aghhh, ayyy, que gostosa – gemeu Arturo –, mas para, para, senão você vai me fazer gozar, e ainda não é hora.
Ele se levantou e tirou toda a roupa, e também me ajudou a tirar minha camiseta. Pegou um travesseiro e me pediu para deitar de bruços, colocando o travesseiro debaixo da minha barriga. Obedeci, ainda com meu short e cueca vestidos. A mão dele acariciava minhas costas e voltou a tocar as covinhas que se formam na parte baixa das costas, onde começam as nádegas.
– Como você fica gostoso assim, Ariel, e essas covinhas nas suas costas me excitam muito, são tão sexys.
Senti os lábios dele nas minhas costas, bem na área das covinhas que ele achava sexys, e me arrepiei. Sem dúvida, era uma zona muito erógena. Ele aproveitou para pegar meu short e puxá-lo para baixo, junto com a cueca. Levantei a cintura para facilitar a ação e depois as pernas para que ele tirasse tudo completamente, ficando de bruços, completamente nu, com minha bunda empinada no travesseiro.
– Meu Deus, Ariel, como você fica gostoso assim, sua bunda é perfeita, branquinha, redondinha e macia.
Ele começou a acariciar minhas nádegas e apertá-las suavemente, e senti que as abria, deixando meu cuzinho exposto.
– Seu buraquinho é incrível, pequenininho, rosadinho e bem enrugadinho, vai ser um verdadeiro prazer abri-lo. Adoro, e fico tão duro finalmente podendo vê-lo. Desde que toquei com a ponta do meu dedo, sonhava em saber como era, e superou todas as minhas expectativas, macio e sem nenhum pelo.
Senti que ele abria um pouco mais minhas pernas e, com as duas mãos, abria minhas nádegas. Pensei que o momento esperado tinha chegado, mas, em vez disso, senti um carinho muito molhado entre minhas nádegas. A língua dele estava percorrendo minha rachinha, e eu dei um pulo e um gemido leve.
– Aghhh, o que você está fazendo? – exclamei. – Combinamos que você só ia meter, vai me transformar num viado – reclamei. Adorava sentir a língua dele entre minhas nádegas, mas tinha que continuar fingindo defender minha «virilidade».
– Desculpa, Ariel, mas é necessário, senão você não vai... Vai doer muito, antes de meter tem que dilatar bem a bucetinha, calma, você não vai virar viado, todo mundo sabe da sua namorada, é só pra ir relaxando e dilatando a rabeta, não se preocupa, só fica tranquilo, relaxa e aproveita.
A língua dele percorria todo o sulco da minha bunda, do períneo até o começo da rachinha, misturando com umas mordidinhas e chupões na minha bunda, além de apertões e umas palmadinhas que me excitavam pra caralho. Ele abriu minha bunda e senti que começou a brincar com a língua ali, que gostoso que foi, comecei a arranhar os lençóis e morder um travesseiro pra não gemer igual uma puta. A ponta da língua dele começou a abrir minha bucetinha e eu apertei um pouco, não queria que ele tirasse tudo, tinha que fingir que era virgem.
– Hummm, que rabetinha gostosa, adoro, a bucetinha mais gostosa do mundo, e apertadinha, ufff, adoro, você não sabe a vontade que tenho de te foder gostoso, mas tem que abrir devagar.
– Espera, não se mexe, já volto.
Ele se levantou e me deixou com a bucetinha de fora, quase louca de tesão. Virei a cabeça e vi ele procurar numa gaveta e tirar um vidrinho de lubrificante. Ufff, pensei, o filho da puta já veio preparado.
Ele voltou e sentou do meu lado, bem perto da minha bunda. Vi ele abrir o vidrinho e, quando percebeu que eu tava olhando, falou:
– Olha, isso é lubrificante, não é nada de mais, só relaxa e não aperta. Vou passar pra não doer muito quando eu te penetrar, assim meu pau vai deslizar e não vai te machucar.
Senti ele abrir uma das minhas nádegas, e aí o líquido frio e bem viscoso caiu na rachinha da minha bunda. Com um dedo, ele espalhou por toda a superfície externa do meu cu. O líquido era extremamente pegajoso e comecei a sentir uma leve queimação e formigamento na bucetinha, diferente de tudo que já tinham passado em mim antes.
– Tô sentindo uma coisa estranha, o que você tá passando? – exclamei.
– Não se assusta, é um lubrificante anal especial pra bucetinha, tem um ingrediente que ajuda a relaxar os músculos e outro Isso é estimulante, pra você sentir mais gostoso, vai ficar quentinho e sua bunda vai ficar mais sensível, mas não vai anestesiar, pelo contrário, não tenha medo, não quero anestesiar e arrebentar seu rabo, só quero que você aproveite mais.
O desgraçado sabia o que fazia, tinha muita experiência e sabia que precisava de ajuda se quisesse meter a ferramenta enorme dele num cu, e o líquido realmente ajudava, eu sentia tão sensível e sentia delicioso o roçar do dedo dele, tava nessa, curtindo uma carícia tão íntima, quando senti ele enfiar a ponta do dedo dentro da minha bunda, entrou sem nenhuma dificuldade, o lubrificante era super viscoso e deslizou muito bem o dedo dele dentro da minha bunda, sem dor nenhuma.
– Uff, que gostoso, já tenho um dedo dentro da sua bunda, você não imagina como é lindo ver meu dedo entrando no seu buraquinho rosado e fechadinho, não doeu, né?
– Só um ardido pequeno, mas sinto quente por dentro, formiga, gosto da sensação – exclamei, mentindo um pouco sobre o ardor.
Senti ele entrar um pouco mais e girar, lubrificando minhas paredes internas, logo chegou até o fundo.
– Assim, Ariel, que gostoso que eu sinto, sua bunda é tão macia, já engoliu meu dedo inteiro, adoro seu buraquinho, tão apertadinho, quente e virgem, tá sentindo? Já tá tudo dentro. Enquanto com a outra mão me dava um tapinha leve na bunda.
Que gostoso que eu sentia, o lubrificante tava fazendo o trabalho dele mesmo, sentia a bunda muito quente, sensível e molinha, e tive que morder o travesseiro de novo pra não gemer, o dedo dele bem dentro de mim, acariciando minhas paredes internas, e aí ele começou a meter e tirar, e nessa hora não aguentei mais e comecei a gemer.
– Assim, Ariel, se solta, goza, sua bunda pode te dar muito prazer, tá sentindo?
Ele tirou o dedo e passou mais lubrificante, e agora enfiou dois dedos na minha bunda, repetindo o movimento, girar e sair, meus gemidos ficaram mais intensos,
– Mmmm, que bom, sua bunda tá dilatando Muito bem, te falei que essa bucetinha apertada foi feita e preparada pra dar prazer e transar.
Foi nisso que, quando sinto que agora são 3 dedos entrando na minha bucetinha apertada, aí sim ardeu, os dedos dele eram grossos e eu reclamei, ainda tolerável, mas fiz um pouco de teatro.
– Ai, dói, arde, exclamei, enquanto apertava a raba e me contorcia na cama, joguei o braço pra trás e segurei o dele, parando o avanço dos dedos.
– Calma, calma, relaxa, são as fibras dos músculos do cu se esticando, é só um pouco de ardência, logo passa, olha, não vou mexer os dedos até passar a ardência, que tal? Já tá quase pronto, sua bucetinha apertada dilata muito bem, acho que não vai ter problema pra te desvirgar.
Realmente, logo passou a ardência e eu sentia a raba bem quentinha, o estimulante tava fazendo efeito e eu precisava sentir os dedos do Arturo esfregando minha raba, então empurrei a bucetinha apertada pra trás e os três dedos dele entraram alguns milímetros, o suficiente pra ele entender que a ardência tinha passado.
Arturo empurrou suavemente um pouco mais os 3 dedos na minha bucetinha apertada e, vendo que não houve reclamação, começou a movê-los e tirá-los bem de leve, devagar, e eu comecei a gemer, adorava sentir eles me percorrendo por dentro, já sentia a bucetinha apertada bem dilatada, e os dedos dele entravam e saíam com certa facilidade.
– Pronto, Ariel, já tá pronta pra ser minha putinha – Pela primeira vez ele falou comigo no feminino e não me importei, pelo contrário, me fez lembrar do Roberto, meu verdadeiro desvirgador, realmente me sentia a putinha dele e me excitou ele me chamar assim.
– Sua bucetinha apertada já tá lubrificadinha, dilatada e aberta, vai ver como entra bem, não me enganei quando te falei que a natureza te deu essa bucetinha gostosa pra você aproveitar e fazer um bom macho gozar.
Ele pediu pra eu ficar de quatro e abri minhas pernas, já sabia a posição, dobrei a cintura até meu rosto encostar no colchão e fiquei com a raba empinada, oferecendo pra ele.
– Muito bem, Ariel, o Hoje você se forma como puta - enquanto me dava um tapa sonoro na bunda.
Ela se posicionou para a "desvirginada" e passou mais lubrificante no meu cuzinho e na pica dela, espalhou por toda a entrada e senti a pica monstruosa deslizando pela minha rachinha, desde o começo da minha racha até minhas bolas, e começou a me dizer:
– Sente como minha pica percorre você? Imagina quando isso tudo te percorrer por dentro, o que você vai aproveitar, vai abrir bem seu cuzinho e você vai morrer de prazer. Sente ela, como tá dura.
Cada vez que passava pela entrada do meu buraquinho, esfregava em círculos, parecia que ia empurrar, mas continuava passando, tava me torturando de ansiedade. No momento mais inesperado, senti que empurrou um pouco mais, e uma dor terrível me invadiu, soltei um grito forte de dor que não consegui segurar, mesmo já tendo recebido as picas do Roberto, Pedro e Mariano, que eram picas muito boas, a do Arturo superava em diâmetro e comprimento, então joguei a bunda pra frente e me soltei.
– Quieta, calma, relaxa, fica molinha, ele me dizia enquanto me colocava de volta na posição, doeu porque você tava tensa, não pode apertar.
Senti que apontou de novo a ponta da pica no meu buraquinho e começou a empurrar o tronco enorme de carne, minha bunda ainda resistia, até que de repente senti de novo que tava me partindo ao meio e soltei outro grito, minhas dobras se abriram e a cabeçona entrou dentro de mim, tentei me soltar de novo, mas agora ele me segurava firme pela cintura e não deixou eu escapar. Ao ouvir meu grito, exclamou.
– Shhh, cala a boca, calma, puta, já entrou a cabeça, é a parte mais grossa, relaxa, não quero te machucar, não vou me mexer até você relaxar e começar a aproveitar, que gostoso que é, adoro como você aperta a cabeça da pica, que bunda gostosa você tem.
Me deu um tapa forte na bunda e senti que me distraiu e me ajudou a relaxar, já não doía tanto e avisei ele.
– Tá ardendo, mas já diminuiu. Dói, Arturo.
– Mmmm, que delícia, você aguentou bem minha pica, agora fica tranquila que a diversão vai começar.
Ele começou a se mover, num vai e vem lento, bem suave, tirando e colocando um pouco mais a cada vez, sempre passando mais lubrificante na pica dele, abrindo minha bucetinha apertada. Era tão grossa que eu sentia igual ao dia em que me desvirgaram, as dobras das paredes do meu cu se esticando e, possivelmente, algumas fibras musculares se rompendo com o avanço daquele cilindro enorme de carne, até que ele enfiou até onde meu cu já não aguentava mais.
– Ai, Arturo, você enfiou tudo, não acredito, sou sua putinha.
– Não, gatinha, ainda falta um pouquinho, quase, mas ainda falta pra você se formar como uma puta. Uma puta come ele inteiro.
Estiquei minha mão até minhas nádegas e toquei entre a pica dele e minha bunda. Era verdade: eu tinha me empalado completamente até o fundo do meu cu e ainda faltavam uns dois ou três centímetros de pica.
– Ai, Arturo, é tão enorme que não caberia em cu nenhum, sinto que você me atravessa, de tão fundo que chega.
– Não, mamãe, claro que tem cuzinhos que conseguem comer minha pica inteira, e tenho certeza que o seu é um deles. Aguenta mais um pouco.
Ele me segurou pela cintura com uma mão e continuou com as estocadas, longas e profundas, enquanto com a outra acariciava minhas costas e nádegas. De vez em quando, dava um tapinha ou abria minha bunda pra ver como aquele tronco enorme me perfurava. Eu estava gritando de prazer, nunca tinha sentido nada igual. De fato, o roçar da pica dele nas paredes do meu cu causava ondas de prazer que começavam na minha coluna e percorriam todo o meu corpo. Às vezes, ele se movia em círculos, fazendo a ponta da pica dele dar prazer a todas as minhas paredes, e eu sentia que ele brincava com minha próstata, massageava com aquela ferramenta grande e roçava gostoso, mas passava direto e chegava até a última parede interna do meu cu.
– Ai, mamãe, que cu gostoso, você me deixa louco, é tão macio e quentinho, aperta. Meu pau envolve ela como se quisesse espremer, ufff, adoro, você vai me fazer gozar, aghhh
As batidas do pau dele na última parede interna do meu cu causavam um formigamento incrível, adorava sentir o pau dele explorando todo o comprimento do meu reto, me dando um prazer indescritível, minha mente ficava em branco e eu me contorcia de prazer, meus gemidos ecoavam por todo o quarto.
De repente, senti uma dorzinha bem profunda no meu cu e aquela última parede interna onde o pau dele batia se abriu, ao mesmo tempo que a pélvis dele bateu contra minhas nádegas, dei um pulo forte e um gemido profundo, um novo arrepio percorreu meu corpo inteiro. O pau dele tinha atravessado meu último esfíncter interno e a ponta do pau dele tinha ido além do meu reto.
– Isso, gatinha, você se formou em puta, se orgulhe, poucas conseguiram engolir meu pau inteiro, seja pelo cu ou pela buceta, ai, que gostoso, não acredito que tenho meu pau todo dentro do seu cu, não tinha certeza se você ia conseguir engolir tudo. Você se mostrou mais puta do que eu pensava, ai, sinto que a porra já vai sair, vou te engravidar.
As estocadas dele ficaram mais rápidas e profundas, meu corpo começou a convulsionar, eu me contorcia na cama aos gritos de prazer e gozei abundantemente sem nem ter tocado no meu pau, jatos de porra caíram sobre os lençóis.
– Assim, aghh, que gostoso, você gozou sem nem se tocar, só com o prazer que seu cu te dá, não só se formou em puta, mas se formou com louvor.
As investidas aceleraram, literalmente perfurando meu cu, minhas nádegas batiam na pélvis dele, meu corpo continuava convulsionando, se contorcendo e uivando de prazer, sentia o suor do Arturo caindo nas minhas costas, quando numa última estocada senti ele cravar fundo e começar a despejar a porra dentro de mim, juraria que além do reto e direto nos meus intestinos.
Ele desabou sobre meu corpo e senti a respiração ofegante dele na Minha nuca, o corpo dele sobre o meu, exaustos e suados.
Aos poucos senti minha respiração voltando ao normal e o pau dele perdendo a dureza, lembrei do encontro com minha namorada e falei pro Arturo que já era tarde e eu precisava ir.
Ele se jogou do meu lado e tentei me levantar, mas minhas pernas não obedeciam, minha buceta ardia pra caralho e o Arturo se levantou e me ajudou a ficar de pé. Minhas pernas tremiam e com muito esforço consegui me erguer.
Ele pediu pra eu me apoiar na mesa dele pra me examinar e senti ele abrindo minhas nádegas, o esperma dele escorrendo entre minhas pernas.
– Caralho, que buraco eu te fiz, tá bem aberto, mas não parece que te machuquei muito, logo você fica boa, vou te passar uma pomada e em dois dias você tá como nova, ha ha, bom, quase nova.
– Sabe, não te falei pra não te assustar, mas todas as bundas que eu desvirgei eu deixei sangrando, seu cu nasceu pra gozar e ser gozado, é muito elástico e se ajusta bem ao contorno do meu pau, foi fabuloso.
Entramos no chuveiro e ele me ajudou a lavar o corpo, foi muito gentil, saímos e ao ver minha dificuldade pra me mexer, ele ajudou a secar minhas pernas e vestir minha roupa, era complicado me abaixar, ele me deu uma latinha de pomada que guardei no bolso da calça.
Já no caminho pra escola buscar minha namorada, ele disse que esperava que não fosse a única vez, queria repetir, e eu respondi que não tinha certeza, que tinha gostado, mas foi muito doloroso.
– Da próxima não vai doer tanto – ele disse, bem seguro de que não seria a última. E realmente não foi a única vez, virei parte do harém dele e ele me comia a cada duas ou três semanas, não tão seguido quanto eu queria, mas entendi que tinha uma longa lista de mulheres pra satisfazer e agora eu era uma delas e tinha que esperar minha vez.
Doía quando eu sentava e pedi pra ele dirigir devagar. Ele só sorriu e diminuiu a velocidade.
Me perguntou se a gente não se importava se ele nos acompanhasse pra jantar e eu aceitei, mas dependendo do que minha namorada dissesse, a quem ele Mandei uma mensagem e ela não fez nenhuma objeção.
Depois que passamos pela minha namorada, ela não ficou indiferente às minhas dificuldades para andar e eu menti, dizendo que tinha me machucado no treino e estava com uma distensão na virilha, mas que o Arturo tinha me dado uma pomada, que ela não se preocupasse.
— Coitadinho, se quiser eu ajudo você a passar — ela disse.
O Arturo levou a mão à boca para disfarçar e segurou a risada, achou muita graça no comentário da minha namorada.
— Valeu, amor, não precisa — respondi, todo envergonhado, e me virando pro Arturo, ela falou:
— Obrigada, Arturo, você é gente boa, valeu por cuidar do meu namorado.
Arturo sorriu e respondeu:
— Ha ha, fica tranquila, você me deixa sem graça, é o mínimo que posso fazer por um amigo.
A noite foi divertida, no final ele insistiu em pagar a conta dos três e ainda deu uma carona até a casa da minha namorada, onde se despediu da gente.
— Sabe, Ariel, o Arturo é muito gentil, não é tão babaca quanto eu pensava.
— Cala a boca — respondi —, você tá me deixando com ciúmes.
— Ha ha, amor, ciúmes? Você me faz rir, jamais ficaria com um cara como o Arturo, esse tipo de homem me irrita demais, só brinca com as mulheres, não respeita, trata como brinquedo, só usa pra se divertir e depois descarta, e o que mais me irrita são as mulheres que caem na lábia dele, não têm amor próprio — exclamou minha namorada, tinha saído a feminista nela.
— Pelo contrário, quem devia estar preocupada sou eu, não quero que ele te engane e você me faça de corno.
— Não tem nada pra se preocupar, amor, você sabe que não curto as putarias dele, e só saí com ele pras festas na piscina que ele me convidou, mas você sempre foi comigo.
Uns minutos depois me despedi e chamei um táxi de volta pro meu apê, precisava descansar.
Minha namorada estava longe de saber que seria a próxima vítima do Arturo, mas isso eu conto no próximo relato, pela temática vou colocar na categoria de bi, caso queiram ler.
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