O dia é longo, tenho muito trabalho acumulado, preciso apresentar relatórios e acho que não vou conseguir cumprir o prazo. Acordo muito cedo e termino o dia tarde demais, mal como ao meio-dia e tomo várias xícaras de café durante o dia. Recebo várias ligações perdidas da minha mãe, mas não atendo por causa da urgência das minhas tarefas. Aos 25 anos, estou lutando por uma promoção em uma empresa de renome internacional, que vai me permitir crescer profissionalmente. Ao cair da noite, chego no meu apartamento no centro de Buenos Aires, peço delivery e aproveito a espera para ligar para minha mãe. Ela atende na hora e, em poucos segundos, começa a chorar, dizendo que descobriu que meu pai estava traindo ela, que estava sustentando uma garota mais nova que eu, de uns 20 anos. No começo, não acreditei, achei que era só ciúme da minha mãe — ela sempre teve ciúme do meu pai, que tinha um pequeno depósito de materiais de construção e vivia viajando pelo interior atrás de novos clientes fixos. Minha mãe chorava sem parar e disse que tinha tomado uns comprimidos para se acalmar e dormir, que no dia seguinte a gente conversaria com mais calma. O delivery chega, pago e começo a comer. Enquanto isso, ligo para o meu pai. Ele atende e confessa que realmente estava traindo, que naquele momento estava no apartamento da amante. Não tinha me contado nada para não me preocupar. Eu queria xingar meu pai, mas fazia uns meses que eu tinha traído minha ex-namorada com uma colega de trabalho — não tinha muita moral pra isso. Os dias passam e o divórcio é resolvido rápido. Minha mãe pede metade dos bens do meu pai e eles chegam a um acordo para não ir para a justiça. Meu pai deixa as duas propriedades que a gente tinha, o carro que ela usava e paga o equivalente em dinheiro da caminhonete que ele ficaria. Além disso, 75% das economias que tinham em CDBs, dólares e contas-poupança, que não era pouco dinheiro. pois era o que estavam economizando pra montar outro depósito de materiais em outra área da província e começar a expandir o negócio.
Em pouco tempo, minha mãe ficou com a titularidade desses bens e começou a pensar em como usar o dinheiro guardado, que negócio abriria, já que não teria mais a renda do depósito.
Minha mãe tinha acabado de fazer 50 anos. Nunca fomos classe alta, mas nunca faltou nada. Ela não precisava trabalhar, só fazia isso pra ter uma ocupação. Por isso, dava aulas de inglês num colégio particular.
Isso ocupava umas 3 horas por dia, de segunda a sexta. A grana que entrava era só pelo salário, nada significativo. Não dava pra viver daquilo. Se não abrisse um negócio ou se dedicasse integralmente ao ensino, não teria como se manter.
Ela se cerca das amigas, muitas divorciadas, que dão todo tipo de conselho pra ela se virar, acompanhando ela no luto.
Vou comer na casa que agora é dela e vejo ela acabada, triste, com olheiras, largada, vestida como se fosse fazer uma faxina geral na casa — o que parecia estar mesmo fazendo, porque tava reformando os cômodos onde antes estavam as coisas do meu pai.
Ela me conta dos planos: pediu mais horas de aula, mas não sabe se vão dar. Também disse que colocou pra alugar a casa de campo que a gente tinha, esperando tirar uma grana dali pra pagar os impostos e viver junto com o salário das aulas.
Ainda não fazia ideia de que negócio abrir, porque tinha muito medo de quebrar. Já tinha sofrido demais com as hipotecas, dívidas e processos do depósito do meu pai ao longo da vida.
Passam algumas semanas, e volto a visitar ela num domingo.
Dessa vez, ela tá diferente: roupa nova, mais jovem, clareou o cabelo, maquiagem diferente. A casa tá com uma decoração totalmente renovada, não sobrou nada da casa de família nem do meu pai.
Ela tá de legging esportiva — a primeira vez que vejo minha mãe de calças, ela tem um tênis fluorescente igual os que as adolescentes usam.
Me diz que começou a academia, que vai com uma amiga. Também está mais bronzeada, diz que foi num spa e solário, coisas que minha mãe professora nunca fazia.
Ela tá usando uma camiseta mais decotada, pela primeira vez na vida vejo o decote nu da minha mãe. É estranho ver ela mexendo o molho da massa e ver os peitos dela se juntando e se separando no movimento.
Eu tenho 1,80m, minha mãe mal chega a 1,65m, então a diferença de altura me coloca numa visão desconfortável quando ajudo ela a cozinhar e preparar as massas.
O crucifixo que sempre ficava apoiado num suéter, blusa fechada ou camiseta de algodão, agora tava descansando entre os dois peitos dela. Sumia no meio deles, que não eram pequenos, mas sim volumosos, totalmente naturais.
Enquanto me conta que com duas amigas querem abrir um negócio, uma cafeteria. Animada, me diz que cada uma colocaria um terço do investimento e dividiriam as tarefas. Que em pouco tempo estaria tudo pronto pra começar e que isso a deixava empolgada.
A comida tá quase pronta, então como boa mãe ela me manda lavar as mãos no banheiro, não importa que eu já tenha 25 anos, ela ainda me trata como um garotinho.
Obedeço rindo, e quando saio com as mãos limpas pra sala de jantar, vejo minha mãe se esticando pra pegar uns copos no armário.
Ao ficar na ponta dos pés e esticar os braços, a camiseta sobe por cima da bunda.
Isso me permite ter pela primeira vez diante dos olhos a bunda redonda e grande da minha mãe coberta pelas calças que revelam a forma e o tamanho. Minha mãe sempre usou jeans ou calças largas. Nessas calças dava pra ver como a bunda da minha mãe tava coberta por uma calcinha pequena, não era fio dental, porque o relevo mostrava a costura de uma calcinha que ia de menos a mais até a cintura dela.
Não dava pra ver nada, mas o relevo tava ali, pra imaginação.
Pra quebrar o momento, me aproximo me oferecendo pra pegar. esses peitos que estavam num lugar alto.
Sentamos pra almoçar, e ao me sentar percebo que preciso ajeitar o volume por baixo da minha calça.
Olho nos olhos da minha mãe, brindamos com vinho tinto e, depois de um sorriso, começamos a comer.
Não sei se é o uso de roupa elástica ou cinta, mas agora dá pra notar uma cintura nela, os peitos dela estão mais empinados e a bunda dela, que sempre ficou escondida na folga de um jeans ou calça social, faz sua aparição quando ela caminha de um lado pro outro.
Ao me despedir do almoço, ela pede pra gente tirar uma foto.
Trocou o celular rachado de 5 anos por um iPhone, ri porque ainda tem dificuldade de entender.
Tiramos uma selfie, bochecha com bochecha, e ela mandando um beijo pra câmera.
É a primeira vez que tiramos uma foto assim.
Nos despedimos até outra hora.
Os dias passam e continuo atolado no trabalho, cada vez tem mais coisa pra fazer pelo mesmo salário. Além disso, tenho que renovar o aluguel daqui a pouco com um aumento sem sentido.
Chego em casa, cozinho algo simples e deito pra ver uma série numa dessas plataformas da moda.
As histórias batidas que tão dando agora me entediam, me distraio, pego o celular e começo a stalkear a "namorada" do meu pai.
Era uma mina de 20 anos, corpo de modelo, mostrando bunda e peitos em todas as fotos, em nenhuma aparece meu pai, mas ela aparece em restaurantes, baladas, piscinas, praias, etc.
Tinha boca de botox, como muitas hoje em dia, talvez os pômulos também, dava pra ver que não era a cara original dela.
Não parecia estudar nem trabalhar, claramente meu pai bancava o estilo de vida dela. Fico meio puto, tanto pela minha mãe que sofreu o divórcio, quanto pelo meu pai que por uma tesãozinha joga fora o dinheiro que era da família.
Olho como sempre o perfil da minha ex, parecia estar com um novo namorado há um tempo, tava feliz.
Vejo o da mina com quem traí minha ex-namorada e vejo ela também com um colega de trabalho, obviamente eu não era o único que tinha ficado com ela da firma.
Tava quase fechando o aplicativo quando vejo uma sugestão, era minha mãe. Ela tinha criado um perfil no Instagram e tava postando fotos.
Nunca pensei que ela usaria esses aplicativos, mas lá estava ela, fiquei olhando cada uma das fotos. Mostrava ela alegre, forte, empoderada.
Tinha fotos na academia, vídeos onde um professor jovem e musculoso guiava ela pra fazer agachamento, também fotos tomando sol.
Minha mãe de biquíni? Desde quando? Agora parecia ter descoberto essas roupas, desde pequeno lembro dela ir pra praia de maiô inteiro e um short, só deixando à mostra o pescoço, ombros, braços e pernas, abaixo do short.
Ainda dá pra ver flacidez no corpo dela, faz pouco mais de um mês na academia, dá pra notar mudanças mas ainda falta bastante, mas o mais importante é que ela se sente segura de si, segura do corpo dela, de nenhum outro jeito se mostraria assim nas redes sociais.
Passam mais semanas, nesse tempo não consegui visitar minha mãe, mas fiquei de olho nas atualizações dela no Instagram.
Ela saiu com as amigas à noite, pela primeira vez desde que casou com meu pai. Tava feliz posando com drinks, um vestido de noite e música de fundo. Aparece nos stories dançando, claramente tá curtindo a nova solteirice.
Pra dormir fico mudando de canal na TV, passo pelos mesmos filmes de sempre que passam a cada duas semanas em todos os canais, paro num canal que tá passando cinema argentino.
Entediado, começo a ver um filme que não tava fazendo muito sentido, só pra me cansar e preparar pra dormir até o dia seguinte.
Do nada no filme (El bonaerense) os protagonistas começam a transar. São dois policiais, um jovem e ela mais velha.
Não esperava encontrar uma cena de sexo no filme mas lá estava, não mudei, continuei vendo. Cenas onde não se vê muito, só umas nalgas, um pezinho, muito jogo com o escuro e a luz baixa. Gemidos, suor e a ideia de que ela diz que não quer fazer, mas acaba fazendo tudo.
Não liguei pra como o filme continuava, só meti a mão dentro da minha cueca e comecei a tocar minhas bolas e meu pau, que já tava endurecendo.
Tirei ele da cueca, segurei na mão e comecei a bater uma, lembrando do que tinha acabado de ver naquela cena.
Na hora que tô no meio da punheta, minha mãe me liga.
Em outro momento eu não atenderia, mas achei estranho ela ligar naquela hora da noite.
Atendo, com a mão ainda no meu pau. Ela me conta que o carro dela pifou, não sabe por que não liga, que saiu com as amigas e que agora tá em Palermo, zona de bares de Buenos Aires, sem saber como voltar.
Visto uma roupa rápido e falo que vou buscar ela.
Quando chego no lugar, encontro ela dentro do carro com o banco reclinado, descansando.
Ela abre a porta, faço umas perguntas básicas, tento ligar o carro e não pega.
Ela tá usando um vestido meio curto, meia-calça cor de pele de nylon.
Quando ela se abaixa pra me mostrar onde tá a chave do capô, a saia sobe pra caralho, ficando tipo uma minissaia.
As pernas grossas dela já tão mais torneadas por causa da academia. A frente do vestido tá mais decotada do que nunca, muito mais do que a camiseta que ela usou naquele domingo do macarrão.
Depois de algumas tentativas, percebo que a bateria parece ter acabado, ela devia ter esquecido os faróis acesos.
Enquanto tento fazer o carro pegar, chega uma amiga dela também pro resgate, parece que ela tinha ligado pra todo mundo.
"Que gostoso veio te ajudar, Sandrinha" a amiga fala pra minha mãe.
Ela fica puta e fala que sou filho dela, e nos apresenta.
"Me desculpa, é que bebi um pouquinho, não fala nada porque tenho que chegar em casa assim" a amiga dela, que era muito gostosa, confessa rindo, com uma calça jeans apertada que marcava a bunda dela e uma blusa decotada.
Depois de confirmar pra amiga que tava tudo bem, ela se despede dizendo "depois me passa o número do seu filho, caso meu carro quebre..."
Minha mãe grita "nunca, não seja sem-vergonha" enquanto as duas riem juntas.
Ela liga o carro depois de fazer a ponte, nos despedimos combinando um encontro em breve, cada um volta pra sua casa.
Chego de madrugada no meu apê, cansado, deito e durmo na hora.
Durmo profundamente, de repente ouço um barulho chato, ignoro e continuo dormindo, mas o som persiste. Acordo meio grogue e é meu celular tocando.
É minha mãe de novo, ainda com os olhos tentando focar e se acostumar com a luz, atendo. Ela diz que o carro dela morreu de novo.
Mas não entendo porquê, já que ela só precisava ir pra casa, o que será que aconteceu pra morrer de novo. Deve ser a bateria ou o alternador que carrega ela.
Levanto rápido de novo, me visto com o que tenho à mão e vou pro local onde minha mãe está.
Chego numa rua deserta com árvores e um poste de luz amarela que não ilumina muito. Lá encontro o carro da minha mãe.
Pergunto e questiono por que ela deixou o carro morrer e não foi direto pra casa. Tento ligar o veículo numa área bonitinha pra sermos assaltados, já que não tem ninguém passando.
Tiro minha camiseta pra não sujar, porque tento tirar a bateria e trocar pela minha, e eu viria buscar meu carro no dia seguinte.
A ideia também não funciona, termino com o corpo manchado de óleo e graxa.
Exausto, sentamos dentro do carro chamando um guincho que viria em 2 horas.
Sentados no carro com a luz fraca, vejo o vestido da minha mãe mais acima do normal por causa da posição, quase dá pra ver a calcinha dela. O decote dela fica nítido com a luz da rua.
De repente, ela diz que não aguenta mais e monta em cima de mim, uma perna de cada lado, e enfia o decote dela na minha cara. na altura dos meus olhos.
Ela senta em cima de mim e sinto o calor das pernas dela, ela sente meu volume crescendo rápido. As mãos dela percorrem meu pescoço e descem pelo meu peito.
"Tá gostando do que vê?" ela pergunta, ronronando.
Eu aceno com a cabeça sem dizer nada, só curtindo ver aqueles peitos e aquele crucifixo que hipnotiza ao balançar de um seio pro outro.
A mão dela desce até o zíper da minha calça e, com aquela mão só, tira da minha cueca meu membro quente e duro, massageia ele com suavidade, só me olha, a gente não se beija.
Minhas mãos percorrem as pernas milf torneadas dela, chego a tocar aquele rabo de nádegas generosas.
"Rasga a meia" ela sussurra no meu ouvido.
Eu obedeço e ouve o barulho da meia rasgada tão alto que parece que a vizinhança inteira ia ouvir o que a gente tava prestes a fazer.
Ela levanta um pouco, tá tirando a calcinha de lado e posicionando meu pau na direção certa pra dentro dela.
Sinto a cabeça do meu pau fazer contato com os lábios vaginais maduros dela.
Tô prestes a entrar dentro da minha mãe.
Ela me olha e abre a boca e solta um gemido audível que ecoa dentro do carro.
O despertador toca.
Eu tinha sonhado, minha cueca tá úmida, tive um sonho molhado e acabei sujando minha roupa íntima.
Ontem à noite eu tinha ajudado minha mãe, a parte da bateria aconteceu, mas o segundo resgate só rolou na minha mente adormecida.
Tomei banho com culpa, nem tive coragem de me masturbar, mesmo estando muito excitado.
Não queria nem pensar na perversão que tinha sonhado.
Mas era só um sonho, não tem sentido literal segundo a psicologia, então com esse consolo me preparei pra viver minha rotina.
Em pouco tempo, minha mãe ficou com a titularidade desses bens e começou a pensar em como usar o dinheiro guardado, que negócio abriria, já que não teria mais a renda do depósito.
Minha mãe tinha acabado de fazer 50 anos. Nunca fomos classe alta, mas nunca faltou nada. Ela não precisava trabalhar, só fazia isso pra ter uma ocupação. Por isso, dava aulas de inglês num colégio particular.
Isso ocupava umas 3 horas por dia, de segunda a sexta. A grana que entrava era só pelo salário, nada significativo. Não dava pra viver daquilo. Se não abrisse um negócio ou se dedicasse integralmente ao ensino, não teria como se manter.
Ela se cerca das amigas, muitas divorciadas, que dão todo tipo de conselho pra ela se virar, acompanhando ela no luto.
Vou comer na casa que agora é dela e vejo ela acabada, triste, com olheiras, largada, vestida como se fosse fazer uma faxina geral na casa — o que parecia estar mesmo fazendo, porque tava reformando os cômodos onde antes estavam as coisas do meu pai.
Ela me conta dos planos: pediu mais horas de aula, mas não sabe se vão dar. Também disse que colocou pra alugar a casa de campo que a gente tinha, esperando tirar uma grana dali pra pagar os impostos e viver junto com o salário das aulas.
Ainda não fazia ideia de que negócio abrir, porque tinha muito medo de quebrar. Já tinha sofrido demais com as hipotecas, dívidas e processos do depósito do meu pai ao longo da vida.
Passam algumas semanas, e volto a visitar ela num domingo.
Dessa vez, ela tá diferente: roupa nova, mais jovem, clareou o cabelo, maquiagem diferente. A casa tá com uma decoração totalmente renovada, não sobrou nada da casa de família nem do meu pai.
Ela tá de legging esportiva — a primeira vez que vejo minha mãe de calças, ela tem um tênis fluorescente igual os que as adolescentes usam.
Me diz que começou a academia, que vai com uma amiga. Também está mais bronzeada, diz que foi num spa e solário, coisas que minha mãe professora nunca fazia.
Ela tá usando uma camiseta mais decotada, pela primeira vez na vida vejo o decote nu da minha mãe. É estranho ver ela mexendo o molho da massa e ver os peitos dela se juntando e se separando no movimento.
Eu tenho 1,80m, minha mãe mal chega a 1,65m, então a diferença de altura me coloca numa visão desconfortável quando ajudo ela a cozinhar e preparar as massas.
O crucifixo que sempre ficava apoiado num suéter, blusa fechada ou camiseta de algodão, agora tava descansando entre os dois peitos dela. Sumia no meio deles, que não eram pequenos, mas sim volumosos, totalmente naturais.
Enquanto me conta que com duas amigas querem abrir um negócio, uma cafeteria. Animada, me diz que cada uma colocaria um terço do investimento e dividiriam as tarefas. Que em pouco tempo estaria tudo pronto pra começar e que isso a deixava empolgada.
A comida tá quase pronta, então como boa mãe ela me manda lavar as mãos no banheiro, não importa que eu já tenha 25 anos, ela ainda me trata como um garotinho.
Obedeço rindo, e quando saio com as mãos limpas pra sala de jantar, vejo minha mãe se esticando pra pegar uns copos no armário.
Ao ficar na ponta dos pés e esticar os braços, a camiseta sobe por cima da bunda.
Isso me permite ter pela primeira vez diante dos olhos a bunda redonda e grande da minha mãe coberta pelas calças que revelam a forma e o tamanho. Minha mãe sempre usou jeans ou calças largas. Nessas calças dava pra ver como a bunda da minha mãe tava coberta por uma calcinha pequena, não era fio dental, porque o relevo mostrava a costura de uma calcinha que ia de menos a mais até a cintura dela.
Não dava pra ver nada, mas o relevo tava ali, pra imaginação.
Pra quebrar o momento, me aproximo me oferecendo pra pegar. esses peitos que estavam num lugar alto.
Sentamos pra almoçar, e ao me sentar percebo que preciso ajeitar o volume por baixo da minha calça.
Olho nos olhos da minha mãe, brindamos com vinho tinto e, depois de um sorriso, começamos a comer.
Não sei se é o uso de roupa elástica ou cinta, mas agora dá pra notar uma cintura nela, os peitos dela estão mais empinados e a bunda dela, que sempre ficou escondida na folga de um jeans ou calça social, faz sua aparição quando ela caminha de um lado pro outro.
Ao me despedir do almoço, ela pede pra gente tirar uma foto.
Trocou o celular rachado de 5 anos por um iPhone, ri porque ainda tem dificuldade de entender.
Tiramos uma selfie, bochecha com bochecha, e ela mandando um beijo pra câmera.
É a primeira vez que tiramos uma foto assim.
Nos despedimos até outra hora.
Os dias passam e continuo atolado no trabalho, cada vez tem mais coisa pra fazer pelo mesmo salário. Além disso, tenho que renovar o aluguel daqui a pouco com um aumento sem sentido.
Chego em casa, cozinho algo simples e deito pra ver uma série numa dessas plataformas da moda.
As histórias batidas que tão dando agora me entediam, me distraio, pego o celular e começo a stalkear a "namorada" do meu pai.
Era uma mina de 20 anos, corpo de modelo, mostrando bunda e peitos em todas as fotos, em nenhuma aparece meu pai, mas ela aparece em restaurantes, baladas, piscinas, praias, etc.
Tinha boca de botox, como muitas hoje em dia, talvez os pômulos também, dava pra ver que não era a cara original dela.
Não parecia estudar nem trabalhar, claramente meu pai bancava o estilo de vida dela. Fico meio puto, tanto pela minha mãe que sofreu o divórcio, quanto pelo meu pai que por uma tesãozinha joga fora o dinheiro que era da família.
Olho como sempre o perfil da minha ex, parecia estar com um novo namorado há um tempo, tava feliz.
Vejo o da mina com quem traí minha ex-namorada e vejo ela também com um colega de trabalho, obviamente eu não era o único que tinha ficado com ela da firma.
Tava quase fechando o aplicativo quando vejo uma sugestão, era minha mãe. Ela tinha criado um perfil no Instagram e tava postando fotos.
Nunca pensei que ela usaria esses aplicativos, mas lá estava ela, fiquei olhando cada uma das fotos. Mostrava ela alegre, forte, empoderada.
Tinha fotos na academia, vídeos onde um professor jovem e musculoso guiava ela pra fazer agachamento, também fotos tomando sol.
Minha mãe de biquíni? Desde quando? Agora parecia ter descoberto essas roupas, desde pequeno lembro dela ir pra praia de maiô inteiro e um short, só deixando à mostra o pescoço, ombros, braços e pernas, abaixo do short.
Ainda dá pra ver flacidez no corpo dela, faz pouco mais de um mês na academia, dá pra notar mudanças mas ainda falta bastante, mas o mais importante é que ela se sente segura de si, segura do corpo dela, de nenhum outro jeito se mostraria assim nas redes sociais.
Passam mais semanas, nesse tempo não consegui visitar minha mãe, mas fiquei de olho nas atualizações dela no Instagram.
Ela saiu com as amigas à noite, pela primeira vez desde que casou com meu pai. Tava feliz posando com drinks, um vestido de noite e música de fundo. Aparece nos stories dançando, claramente tá curtindo a nova solteirice.
Pra dormir fico mudando de canal na TV, passo pelos mesmos filmes de sempre que passam a cada duas semanas em todos os canais, paro num canal que tá passando cinema argentino.
Entediado, começo a ver um filme que não tava fazendo muito sentido, só pra me cansar e preparar pra dormir até o dia seguinte.
Do nada no filme (El bonaerense) os protagonistas começam a transar. São dois policiais, um jovem e ela mais velha.
Não esperava encontrar uma cena de sexo no filme mas lá estava, não mudei, continuei vendo. Cenas onde não se vê muito, só umas nalgas, um pezinho, muito jogo com o escuro e a luz baixa. Gemidos, suor e a ideia de que ela diz que não quer fazer, mas acaba fazendo tudo.
Não liguei pra como o filme continuava, só meti a mão dentro da minha cueca e comecei a tocar minhas bolas e meu pau, que já tava endurecendo.
Tirei ele da cueca, segurei na mão e comecei a bater uma, lembrando do que tinha acabado de ver naquela cena.
Na hora que tô no meio da punheta, minha mãe me liga.
Em outro momento eu não atenderia, mas achei estranho ela ligar naquela hora da noite.
Atendo, com a mão ainda no meu pau. Ela me conta que o carro dela pifou, não sabe por que não liga, que saiu com as amigas e que agora tá em Palermo, zona de bares de Buenos Aires, sem saber como voltar.
Visto uma roupa rápido e falo que vou buscar ela.
Quando chego no lugar, encontro ela dentro do carro com o banco reclinado, descansando.
Ela abre a porta, faço umas perguntas básicas, tento ligar o carro e não pega.
Ela tá usando um vestido meio curto, meia-calça cor de pele de nylon.
Quando ela se abaixa pra me mostrar onde tá a chave do capô, a saia sobe pra caralho, ficando tipo uma minissaia.
As pernas grossas dela já tão mais torneadas por causa da academia. A frente do vestido tá mais decotada do que nunca, muito mais do que a camiseta que ela usou naquele domingo do macarrão.
Depois de algumas tentativas, percebo que a bateria parece ter acabado, ela devia ter esquecido os faróis acesos.
Enquanto tento fazer o carro pegar, chega uma amiga dela também pro resgate, parece que ela tinha ligado pra todo mundo.
"Que gostoso veio te ajudar, Sandrinha" a amiga fala pra minha mãe.
Ela fica puta e fala que sou filho dela, e nos apresenta.
"Me desculpa, é que bebi um pouquinho, não fala nada porque tenho que chegar em casa assim" a amiga dela, que era muito gostosa, confessa rindo, com uma calça jeans apertada que marcava a bunda dela e uma blusa decotada.
Depois de confirmar pra amiga que tava tudo bem, ela se despede dizendo "depois me passa o número do seu filho, caso meu carro quebre..."
Minha mãe grita "nunca, não seja sem-vergonha" enquanto as duas riem juntas.
Ela liga o carro depois de fazer a ponte, nos despedimos combinando um encontro em breve, cada um volta pra sua casa.
Chego de madrugada no meu apê, cansado, deito e durmo na hora.
Durmo profundamente, de repente ouço um barulho chato, ignoro e continuo dormindo, mas o som persiste. Acordo meio grogue e é meu celular tocando.
É minha mãe de novo, ainda com os olhos tentando focar e se acostumar com a luz, atendo. Ela diz que o carro dela morreu de novo.
Mas não entendo porquê, já que ela só precisava ir pra casa, o que será que aconteceu pra morrer de novo. Deve ser a bateria ou o alternador que carrega ela.
Levanto rápido de novo, me visto com o que tenho à mão e vou pro local onde minha mãe está.
Chego numa rua deserta com árvores e um poste de luz amarela que não ilumina muito. Lá encontro o carro da minha mãe.
Pergunto e questiono por que ela deixou o carro morrer e não foi direto pra casa. Tento ligar o veículo numa área bonitinha pra sermos assaltados, já que não tem ninguém passando.
Tiro minha camiseta pra não sujar, porque tento tirar a bateria e trocar pela minha, e eu viria buscar meu carro no dia seguinte.
A ideia também não funciona, termino com o corpo manchado de óleo e graxa.
Exausto, sentamos dentro do carro chamando um guincho que viria em 2 horas.
Sentados no carro com a luz fraca, vejo o vestido da minha mãe mais acima do normal por causa da posição, quase dá pra ver a calcinha dela. O decote dela fica nítido com a luz da rua.
De repente, ela diz que não aguenta mais e monta em cima de mim, uma perna de cada lado, e enfia o decote dela na minha cara. na altura dos meus olhos.
Ela senta em cima de mim e sinto o calor das pernas dela, ela sente meu volume crescendo rápido. As mãos dela percorrem meu pescoço e descem pelo meu peito.
"Tá gostando do que vê?" ela pergunta, ronronando.
Eu aceno com a cabeça sem dizer nada, só curtindo ver aqueles peitos e aquele crucifixo que hipnotiza ao balançar de um seio pro outro.
A mão dela desce até o zíper da minha calça e, com aquela mão só, tira da minha cueca meu membro quente e duro, massageia ele com suavidade, só me olha, a gente não se beija.
Minhas mãos percorrem as pernas milf torneadas dela, chego a tocar aquele rabo de nádegas generosas.
"Rasga a meia" ela sussurra no meu ouvido.
Eu obedeço e ouve o barulho da meia rasgada tão alto que parece que a vizinhança inteira ia ouvir o que a gente tava prestes a fazer.
Ela levanta um pouco, tá tirando a calcinha de lado e posicionando meu pau na direção certa pra dentro dela.
Sinto a cabeça do meu pau fazer contato com os lábios vaginais maduros dela.
Tô prestes a entrar dentro da minha mãe.
Ela me olha e abre a boca e solta um gemido audível que ecoa dentro do carro.
O despertador toca.
Eu tinha sonhado, minha cueca tá úmida, tive um sonho molhado e acabei sujando minha roupa íntima.
Ontem à noite eu tinha ajudado minha mãe, a parte da bateria aconteceu, mas o segundo resgate só rolou na minha mente adormecida.
Tomei banho com culpa, nem tive coragem de me masturbar, mesmo estando muito excitado.
Não queria nem pensar na perversão que tinha sonhado.
Mas era só um sonho, não tem sentido literal segundo a psicologia, então com esse consolo me preparei pra viver minha rotina.
1 comentários - A rebelião da minha mãe
Muy buen relato quede al palo