Sempre a cunhada vinha visitar e, como nos damos bem, todo mundo gosta dela. Ela adora a casa, ainda mais porque pode comer tudo o que quiser e desejar. Eu vivo comprando doces e sorvete, que é o que eu mais gosto, e ela também. Minha esposa prefere coisas salgadas, mas também curte doces e sobremesas. Ela sempre chegava pra se encostar e se esfregar, e a gente não podia nem pensar no quanto ela é gostosa.
Mas minha mulher e eu trabalhamos, e ela sempre ficava em casa, mas eu nunca podia ficar sozinho com ela. Ela sempre estava por perto. Adorava jogar todo tipo de jogo: pular corda, amarelinha, vôlei e um jogo de enrosco onde a gente se grudava inteiro e se roçava — isso era o que ela mais gostava. A gente jogava praticamente todo dia alguma coisa e sempre comia junto.
Um dia, minha esposa estava cansada, chegou tarde e foi dormir. Me disse pra não fazer barulho. Como a gente não conseguia ficar quieto e ela queria descansar, sugeri que ela tomasse uns comprimidos e fumasse um baseado. Eu sabia que, com isso, nem o maior barulho acordava ela — já tinha testado. Então perguntei se ela queria ir comigo pra oficina me ajudar, que lá a gente podia comer. Dei a ela uma gelatina com pó. Depois de um tempo, ela se aproximou e perguntou: "No que posso ajudar?" Tive a ideia de pedir pra ela me ajudar a arrumar umas coisas, só pra ficar junto com ela. Falei pra ela me ajudar a pegar uns palitos numa prateleira. Ela disse que não alcançava, então eu levantei ela, fingindo que pesava muito pra segurar bem. Ela ria. Quando ela estava lá em cima, eu dizia: "Anda logo, não aguento mais", e descia ela devagar, esfregando o corpo todo. A pele dela era macia, uma delícia abraçar. Na última vez, virei ela e fiquei com aquela bunda na minha frente. Quase mordi uma nádega enquanto falava: "Sobe, sobe". Ela dizia: "Vou cair", e eu respondia: "Fica tranquila, seguro você". Perguntei se ela queria brincar de cavalinho, que eu levantava ela. Ela disse que sim. Montei ela e segurei as bundinhas dela por um tempinho. Depois desci. Ela ficou toda contente, sem notar nada 😃. Eu tava durasso, até duro. Falei pra irmos comer uns picolés novos, mas ela tinha que adivinhar o sabor. E eu disse: "Se você ganhar, fode". Você 5000, mas se perder, te dou uma lapada. Aí ele aceitou. Deixei ele provar, falei que eram vários e que não podia ver nem tocar. Vendei os olhos dele bem, pra não enxergar nada pra baixo. Aí ele me ajudava, amiii. Falei que eram 7, então dei de manga. Ele disse que era gostoso, mas manga. Daí, dei o de morango, chocolate, ele já sabia porque sempre comia. E como ele chupava gostoso, fiquei excitada. Tirei a minha e lá estava ela, com a pica na frente. Dei outra e falei: "Olha, faz devagar, só pode passar a língua agora." Dei outra bala e esfreguei na língua dele. Falei: "Prova" e passei o popi. Ele disse: "Mais". Aí foi quando passei a cock pela primeira vez na língua dele. Ele disse: "É outro sabor, mais um." Falei: "Abre bem" e quando ele estava assim, mandei: "Tira a língua" e passei mais duas vezes. Ele tentou tirar a venda e eu guardei. Ele olhava pra baixo pra ver se o zíper estava aberto. Me fiz de desentendido, falei que ele me ajudava a arrumar. Aí falei que se eu passasse as coisas, ele arrumava. Aproveitei. Ela sentou no meu colo e eu sentia como ela se mexia pra sentir, porque eu estava apertando pra não subir. Vi que ela fazia isso, então abri um pouco as pernas. Ela saiu e senti como ela se encostou na bunda dela e ela se mexia como se quisesse sentir. Aí me ajeitei de um jeito que ficava no meio da bunda dela. Falei pra ela se ajeitar, então dei uma chupada de buceta.
Mas minha mulher e eu trabalhamos, e ela sempre ficava em casa, mas eu nunca podia ficar sozinho com ela. Ela sempre estava por perto. Adorava jogar todo tipo de jogo: pular corda, amarelinha, vôlei e um jogo de enrosco onde a gente se grudava inteiro e se roçava — isso era o que ela mais gostava. A gente jogava praticamente todo dia alguma coisa e sempre comia junto.
Um dia, minha esposa estava cansada, chegou tarde e foi dormir. Me disse pra não fazer barulho. Como a gente não conseguia ficar quieto e ela queria descansar, sugeri que ela tomasse uns comprimidos e fumasse um baseado. Eu sabia que, com isso, nem o maior barulho acordava ela — já tinha testado. Então perguntei se ela queria ir comigo pra oficina me ajudar, que lá a gente podia comer. Dei a ela uma gelatina com pó. Depois de um tempo, ela se aproximou e perguntou: "No que posso ajudar?" Tive a ideia de pedir pra ela me ajudar a arrumar umas coisas, só pra ficar junto com ela. Falei pra ela me ajudar a pegar uns palitos numa prateleira. Ela disse que não alcançava, então eu levantei ela, fingindo que pesava muito pra segurar bem. Ela ria. Quando ela estava lá em cima, eu dizia: "Anda logo, não aguento mais", e descia ela devagar, esfregando o corpo todo. A pele dela era macia, uma delícia abraçar. Na última vez, virei ela e fiquei com aquela bunda na minha frente. Quase mordi uma nádega enquanto falava: "Sobe, sobe". Ela dizia: "Vou cair", e eu respondia: "Fica tranquila, seguro você". Perguntei se ela queria brincar de cavalinho, que eu levantava ela. Ela disse que sim. Montei ela e segurei as bundinhas dela por um tempinho. Depois desci. Ela ficou toda contente, sem notar nada 😃. Eu tava durasso, até duro. Falei pra irmos comer uns picolés novos, mas ela tinha que adivinhar o sabor. E eu disse: "Se você ganhar, fode". Você 5000, mas se perder, te dou uma lapada. Aí ele aceitou. Deixei ele provar, falei que eram vários e que não podia ver nem tocar. Vendei os olhos dele bem, pra não enxergar nada pra baixo. Aí ele me ajudava, amiii. Falei que eram 7, então dei de manga. Ele disse que era gostoso, mas manga. Daí, dei o de morango, chocolate, ele já sabia porque sempre comia. E como ele chupava gostoso, fiquei excitada. Tirei a minha e lá estava ela, com a pica na frente. Dei outra e falei: "Olha, faz devagar, só pode passar a língua agora." Dei outra bala e esfreguei na língua dele. Falei: "Prova" e passei o popi. Ele disse: "Mais". Aí foi quando passei a cock pela primeira vez na língua dele. Ele disse: "É outro sabor, mais um." Falei: "Abre bem" e quando ele estava assim, mandei: "Tira a língua" e passei mais duas vezes. Ele tentou tirar a venda e eu guardei. Ele olhava pra baixo pra ver se o zíper estava aberto. Me fiz de desentendido, falei que ele me ajudava a arrumar. Aí falei que se eu passasse as coisas, ele arrumava. Aproveitei. Ela sentou no meu colo e eu sentia como ela se mexia pra sentir, porque eu estava apertando pra não subir. Vi que ela fazia isso, então abri um pouco as pernas. Ela saiu e senti como ela se encostou na bunda dela e ela se mexia como se quisesse sentir. Aí me ajeitei de um jeito que ficava no meio da bunda dela. Falei pra ela se ajeitar, então dei uma chupada de buceta.
2 comentários - A visita da cunhada gostosa