Meu nome é Pablo e já tenho 50. Sou de Córdoba Capital, República Argentina.
Isso que vou contar aconteceu lá por 1989… quando eu tinha 18.
Aos 15 perdi o cabaço e aos 16 conheci uma mulher, na verdade a gente já se conhecia há anos! E foi ela quem me reeducou na arte do bom sexo, porque até aquele momento eu achava que transar era “meter em um dos três buracos que uma mulher tem e pronto”, menos erotismo e doçura que uma pedra, qualé! pra ser sincero, um puto idiota.
Ela na época tinha 28 anos e, enquanto a gente fazia, foi me ensinando toda a vasta experiência dela. Do A ao Z… ela era bi, me mostrou a arte de lidar com a parceira da vez e nunca deixar que ela se sentisse insatisfeita.
Ela me ensinou uma coisa maravilhosa que todo homem devia saber… “o orgasmo mental”, não vou tentar explicar aqui, mas basicamente é um orgasmo sem gozar, sentir prazer sem derramar uma gota de porra, é algo espetacular quando se aprende, e mais ainda com a experiência e quando se é mais velho.
Aprendi sexo a dois e em grupo, com amigas dela ou desconhecidas, e sempre dava um jeito de curtir os melhores momentos, e foi ela quem me incentivou pra minha primeira relação gay.
Além disso, foi algo que eu mesmo busquei que acontecesse, porque queria saber como era transar com outro homem, tipo… comer… foder… fornicar… total, o amor nunca me importou… mas o sexo apaixonado e sem limites, e se for compartilhado e em grupo, melhor ainda! O fato de estar com uma pessoa do mesmo sexo, completamente pelados, se acariciando e transando é algo que me descontrola.
Minha família era e é extremamente ultra católica e tudo que isso implica (hipocrisia e tal).
Tinha um cabeleireiro pra toda a família, que ficava no centro da cidade e, na minha idade, eu já ia sozinho… vamos chamar ele de Jorge, 50 anos muito bem vividos, extremamente afeminado e viado… ele mesmo costumava falar isso pra minha mãe. Com um corpo bem miúdo e magro, mas com uma bunda de louco. Ele tinha um ajudante chamado Pepi, tão afeminado e Marica igual a ele, segundo o Jor, e que tinha a mesma idade que eu… 18 anos. Minha família costumava ter pena dos dois por causa da condição deles, essa família maluca… mas enfim.
A questão é que um dia fui cortar o cabelo e arrumar o ninho de loucas, como minha avó dizia, e enquanto o Jor, que era como todo mundo o chamava, lavava minha cabeça, eu disse que precisava falar uns minutos com ele em particular. Ele falou que não tinha problema e que, assim que terminasse, a gente conversava, até porque eu era o último cliente. Terminou em minutos, que pareceram uma eternidade, e do medo e nervosismo deu uma vontade de mijar. Enquanto ia ao banheiro, não sabia o que fazer… se saía correndo desesperado ou se desabava a chorar… no fim, quando a gente se viu, bem educado ele perguntou o que eu queria… hesitei e, quando criei coragem, falei na lata e atropeladamente:
– Quero transar com outro homem e quero que você me apresente algum amigo!!!… quase saí em disparada.
Ele me olhou como se… sei lá… me lembro que ele disse:
– Você tá maluco, moleque… como você ousa me dizer isso???!!!!???… Quem você pensa que eu sou? Além do mais, se sua família descobre, me crucificam, já que têm pena de mim porque sou viado!!!… com esses católicos que são???… e no colégio que você estudou não te ensinaram nada???… NÃO, NÃO… você tá muito doido.
– Ninguém… é… sim… olha, eu quero, me desculpa, mas não tenho a quem recorrer… e se você não fizer nada, vou pra balada perto da Coca Booty e vejo o que faço.
Pra quê!!!… pior!!!, ele se levantou do trono dele, como costumava chamar a cadeira de madeira, e me disse algo assim:
– Mas você é louco ou idiota???… Moleque… você vai lá e vão te comer vivo!!!
– Bom, não sei se me comer… o que eu quero é comer outro garoto!!!!
Passaram-se segundos… a verdade é que não sabia o que fazer… ele me olhou, se levantou e disse:
– E se for eu quem te ensina e mostra?
Aí fiquei paralisado…
– Como é que eu vou ter certeza de que você vai ter a maior discrição e que vai ser nosso segredo?
– Como é que eu vou saber que você não vai sair falando as besteiras que os caras falam de Hoje??
Eu só olhava pra ele
e lembro que baixei a cabeça e falei que já tinha tentado umas vezes
no meu colégio antigo, um internato, mas só rolou beijo e apalpada, nada que me fizesse sentir bem, e que como ele me passava confiança, eu falei isso pra ele.
Também vi uns caras gays umas vezes, mas um me tratou mal e o outro vazou quando meu velho apareceu…
…ele se ajoelhou
e se apoiou nas minhas pernas…
— Você é doido, nene, mas me parece que você podia ser meu aluno e eu prometo te dar as melhores aulas… quer dizer… se você topa.
A verdade é que era tudo que eu queria. Ele passava a mão nas minhas pernas até desabotoar minha calça… e começou a chupar meu pau… óbvio, tava mole de medo, nervoso… afinal de contas… a verdade é que eu não sabia o que ia rolar.
Ele percebeu meu pânico, mas em um segundo já tava apontando pro teto, durasso!!!
Ele beijava e lambia, e de repente, a porta abre e ele, longe de parar, continuou com aquele boquete lindo… a verdade é que eu também não… tava no céu, era totalmente diferente do que uma mulher tinha feito comigo, mas tão lindo e gostoso.
Era a Pepi, que deixou uns papéis e notas de viagem… eu olhei pra ele e quando ele foi embora, me viu e mostrou a língua…
Jor… ele parou,
me olhou e falou: sábado, domingo e segunda-feira tô sozinho… quer vir? Levando em conta que segunda é feriado???… te convido pro meu apê… e aí você me mostra que bom aluno pode ser, enquanto se levantava…
— Não vai continuar??… perguntei
— Me responde!!!
— Sim, beleza, pai. Falei…
Então, o safado,
largou tudo e guardou… fiquei mais quente que brasa, e ele falou que me espera às 22:00 do sábado… Não tive outra opção senão me vestir bem e vazar, prometendo que não ia ter punheta nem nada…
No sábado, quando toquei a campainha, ele abriu, subi e encontrei ele enrolado num roupão e a cabeça coberta com uma toalha. Ele me fez entrar e a verdade é que eu tava a mil por hora e o nervosismo tinha me pregado uma peça, porque eu já tava duro desde que peguei O táxi na minha casa. Ele mandou eu sentar e ficar à vontade enquanto trazia um roupão e falou pra eu fazer igual… vestir ele, que a gente ia ficar igual enquanto ele terminava de tomar banho, e eu aproveitei pra preparar café…. Quando ele saiu enrolado no roupão, com o cabelo molhado, sentou no sofá do meu lado, me olhou e perguntou como eu tava, se tava me sentindo bem, e eu só respondia com sim ou não… até que ele levantou e sentou em cima de mim e falou….
— Você não sabe a putinha que vai comer, neném…
Aí, foi quando eu olhei pra ele e falei:
— Olha… eu cheguei em você porque quero e desejo loucamente ficar com outro cara, outro homem, não com um que se faz de mulher… e sim com outro homem…
— MMMMM…. Agora a gente se entende… e ele começou a me beijar… aí sim… fui… era o que eu queria e desejava… e eu respondi acariciando ele.
Ele era totalmente lisinho, nada de pelo.
Eu baixei o olhar e vi o pau dele… e fiquei tocando, enquanto passava a mão na bunda dele e a gente se beijava por todo lado.
Ele levantou, me pegou pela mão e me levou pro quarto dele, que pelo que lembro era lindo demais, com uma parede de vidro que dava pra ver tudo, e quando vi a cama… era gigante!!! Aí a gente se beijou de novo, como eu era mais baixo, ele cruzou os braços no meu pescoço, virou de costas e se apoiou em mim… na hora ele se jogou na cama de bruços e pediu pra eu fazer um massagem de beijos, e eu vi a beleza da bunda dele perfeitamente, e como bom aluno comecei até chegar na bunda dele e brincar por lá até achar o cu e começar a meter a língua e descer até as bolas, sentir ele gemendo me deixava mais louco. Quando consegui chegar no pau dele, comecei a chupar, sem frescura, na bruta, coisa que fez ele se virar e falar:
— SHHHH…. Calma, neném, assim, meu neném… é como se fosse seu, como se fosse você mesmo. E de novo começou com a boca dele a me dar um prazer gostoso, e pegando ele de exemplo, agarrei o pau dele e comecei a imitar, em minutos só existiam gemidos e loucura de prazer…. eu tava procurando Beijar e acariciar ele, minhas mãos não davam conta de tocar por todos os lados.
Chegou a hora, ele mesmo colocou a camisinha e, entre beijos e muitas carícias, sentou em cima de mim, descendo devagar, até que se jogou em cima de mim. Eu abracei ele e comecei a comer ele…. foi tão especial a sensação, o que eu desejava se tornava realidade e, entre beijos, carícias e língua, a gente se revirava igual dois animais. Eu me segurava, não queria gozar porque, dessa vez, tava muito, mas muito tarado.
Não sei quanto tempo a gente ficou transando, mas em um momento ele fala:
— Para… para… tira.
Ele se separou e levantou, me deu a mão e eu segui ele até o banheiro. Ele abriu o chuveiro, eu agarrei ele por trás e ele falou pra esperar. Quando entrou debaixo da água, me chamou e pediu pra eu fazer "upa".
— Me faz upa!!… assim… me faz upita, papai.
Passei os braços por debaixo das coxas dele e, devagar, ele foi descendo até meter de novo e começou a subir e descer….. Não lembro direito, mas era extremamente erótico e sexual a gente se ver no espelho do banheiro, ele contra a parede, no meu colo, e eu comendo ele!!
— AYYYY…. piranha divina, escapa pela minha boca… vai, pedaço de filho da puta!!!…. vou gozar. Eram as coisas que mais ou menos lembro que ele falava, e essas palavras e outras mais me excitavam, me deixavam louco!!
— Não goza!!!…. não goza, cara de merda!!!… seu gozo eu quero provar… é meu!!
De repente, ele me deu um beijo e começou a gritar, e eu vi ele gozando…
— Olha, viadinho!… esse gozo é seu! … é por você, piranha….
O gozo dele se misturava com a água do chuveiro, mas mesmo assim espirrava pra todo lado enquanto Jor continuava cavalgando. Mas ao mesmo tempo ele continuava me dizendo pra não gozar, num tom de ordem.
Devagar, eu desci ele e continuei beijando ele. Ali mesmo, ele se ajoelhou, tirou a camisinha e começou a chupar meu pau, lamber ele, e eu comecei a ficar louco…
Aí é quando eu me soltei…
— AHHHHH….. viado, cê gosta, né???... quer meu gozo??... todo??? assim… meu amor, come meu pau e toma meu gozo, viado!!!
Em instantes, tive que me apoiar na parede quando comecei a gozar, porque Caí!!...
Quando ele já não tinha mais nada, ele parou e me beijou, mais uma fantasia realizada, beijo com leitinho... delicioso.
Fomos pra cama dele de novo, mas mais tranquilos os dois, porém igualmente quentes e excitados como no começo, nos reviramos, nos acariciávamos e os beijos eram uma delícia, e aproveitei pra me colocar entre as pernas dele e, enquanto beijava ele todo, pedi pra deixar eu provar se aprendi a ter uma rola na minha boca, e parece que sim, porque ele me acariciava enquanto eu ouvia ele gemer e pedir mais, até que finalmente fiz ele gozar e pude saborear e engolir todo o leite dele... amei, é uma delícia.
Que horas paramos, não sei, mas que foi uma noite linda e louca, não tenho dúvida.
Quando acordei, ele não estava e eu comecei a pensar no que tinha acontecido durante a noite. Tinha estado com outro homem e tinha sido uma experiência maravilhosa e inesquecível, e quando me dei conta, estava excitado de novo enquanto me acariciava, e o Jor chegou justo com o café da manhã... pra tomar ao meio-dia...
Durante todo o domingo, conversamos muito, embora também tivesse sexo, mas mais do que tudo foi contar intimidades, especialmente sobre quando eu era estudante interno no colégio. O Jor queria saber como eu tinha me atrevido a fazer algo e como foram aqueles roços. Contei a verdade, que era muito pouco, só beijos e carícias porque os dois garotos não ousavam ir além.
E à noite veio uma surpresa linda e louca, algo como "os exames finais", segundo ele disse.
A questão é que tinha uma condição: tanto a visita quanto eu íamos participar de um trio, mas devíamos estar de olhos vendados e sem pronunciar uma palavra, absolutamente nenhuma.
O Jor veio e colocou um lenço nos meus olhos, e depois de um tempo senti que ele entrava com outra pessoa. Pra falar a verdade, eu estava com a rola dura que nem um tronco...
Ele falava com a gente e nos guiava até onde eu estava, e eu sentia as mãos dele sobre mim, e também não podíamos nos beijar, então enquanto nos acariciávamos, o Jor nos colocou em 69. Comecei a saborear aquela rola, que parecia enorme, e também beijava e lambia lostestíbooties, ele também fazia isso comigo, mas era como se estivesse faminto, e isso me excitava ainda mais.
De repente, eu também queria aquela bundinha minúscula que parecia totalmente lisinha, o corpo inteiro dele era completamente depilado, igual ao do Jor.
Consegui que ele sentasse na minha boca e eu comia e lambia aquilo encantado, enquanto sentia que o Jor e ele se dedicavam ao meu pau… algo lindo.
Em um momento, senti a camisinha deslizando pelo meu pau e, com a ajuda do Jor, ele tirou de mim e devagar começou a sentar. Sabia que ele estava de costas, porque podia sentir, e num instante ele se deitou em cima de mim e eu não aguentei mais e tirei a venda… hahaha… a surpresa foi nos vermos… era a Pepi.
Ele também me viu e, com um sorriso, começamos a nos beijar, e o Jor se juntou a nós, um beijo de três línguas.
O Jor colocava o pau dele para nós dois, e ambos lambíamos e chupávamos. Assim, trocamos de posição várias vezes, tinham beijos e lambidas, carícias, e eu os penetrava o quanto podia, até que quem gozou primeiro foi o Jor, enquanto a Pepi e eu compartilhávamos o pau e o gozo, depois a Pepi acabou, mas comigo por cima, e o Jor se dedicou a lamber ele e compartilhar comigo entre beijos e lambidas.
No final, foi a minha vez, e comecei a gozar na boca dos dois, enquanto tentava vê-los se beijando e chupando… quase morri…
Mais calmos, mas não menos excitados, nos acariciamos e beijamos, só teve mais tesão e novamente comecei a comê-los. Dessa vez, o Jor, quando sabia que estávamos gozando, me diz algo…
— Quer provar o que é a gente gozar em você ao mesmo tempo?
— Sim!!! — respondi e continuei beijando ele… uma loucura.
Levantei da cama e me ajoelhei no chão em cima de uma almofada, e eles começaram a meter o pau na minha boca até que pedi que queria o gozo deles ao mesmo tempo, e assim fizeram, ambos no mesmo instante começaram a encher minha boca de porra e eu curtindo e engolindo, que situação mais erótica… deliciosa. Descansamos e conversamos.
No domingo, me dediquei a preparar o jantar, uma linda carne assada com legumes e, de quebra, a me recuperar. forças pra continuar, porque foi um fim de semana extremamente sexual, algo incrível e maravilhoso.
Assim seguimos até que na segunda-feira tive que voltar pra casa, não sem antes prometer nos ver sempre que quiséssemos e, ao mesmo tempo, fui convidado pra daqui a quinze dias ir a um aniversário, que acabou se tornando uma orgia maravilhosa.
Tivemos esse relacionamento por quase dois anos, até que Jorge precisou voltar pro país dele e levou consigo o Pepi e os melhores momentos que vivemos.
Depois tive relações com outros caras, algumas muito satisfatórias, mas hoje em dia tudo mudou tanto que não reconheço nem códigos nem regras... mas fazer o quê. Tudo evolui, como diz o ditado.
Essa é a história do meu primeiro relacionamento gay e, a partir daí, me tornei bi.
Espero que gostem e, se o tempo me der, escrevo mais histórias assim.
Valeu, Pablo
Isso que vou contar aconteceu lá por 1989… quando eu tinha 18.
Aos 15 perdi o cabaço e aos 16 conheci uma mulher, na verdade a gente já se conhecia há anos! E foi ela quem me reeducou na arte do bom sexo, porque até aquele momento eu achava que transar era “meter em um dos três buracos que uma mulher tem e pronto”, menos erotismo e doçura que uma pedra, qualé! pra ser sincero, um puto idiota.
Ela na época tinha 28 anos e, enquanto a gente fazia, foi me ensinando toda a vasta experiência dela. Do A ao Z… ela era bi, me mostrou a arte de lidar com a parceira da vez e nunca deixar que ela se sentisse insatisfeita.
Ela me ensinou uma coisa maravilhosa que todo homem devia saber… “o orgasmo mental”, não vou tentar explicar aqui, mas basicamente é um orgasmo sem gozar, sentir prazer sem derramar uma gota de porra, é algo espetacular quando se aprende, e mais ainda com a experiência e quando se é mais velho.
Aprendi sexo a dois e em grupo, com amigas dela ou desconhecidas, e sempre dava um jeito de curtir os melhores momentos, e foi ela quem me incentivou pra minha primeira relação gay.
Além disso, foi algo que eu mesmo busquei que acontecesse, porque queria saber como era transar com outro homem, tipo… comer… foder… fornicar… total, o amor nunca me importou… mas o sexo apaixonado e sem limites, e se for compartilhado e em grupo, melhor ainda! O fato de estar com uma pessoa do mesmo sexo, completamente pelados, se acariciando e transando é algo que me descontrola.
Minha família era e é extremamente ultra católica e tudo que isso implica (hipocrisia e tal).
Tinha um cabeleireiro pra toda a família, que ficava no centro da cidade e, na minha idade, eu já ia sozinho… vamos chamar ele de Jorge, 50 anos muito bem vividos, extremamente afeminado e viado… ele mesmo costumava falar isso pra minha mãe. Com um corpo bem miúdo e magro, mas com uma bunda de louco. Ele tinha um ajudante chamado Pepi, tão afeminado e Marica igual a ele, segundo o Jor, e que tinha a mesma idade que eu… 18 anos. Minha família costumava ter pena dos dois por causa da condição deles, essa família maluca… mas enfim.
A questão é que um dia fui cortar o cabelo e arrumar o ninho de loucas, como minha avó dizia, e enquanto o Jor, que era como todo mundo o chamava, lavava minha cabeça, eu disse que precisava falar uns minutos com ele em particular. Ele falou que não tinha problema e que, assim que terminasse, a gente conversava, até porque eu era o último cliente. Terminou em minutos, que pareceram uma eternidade, e do medo e nervosismo deu uma vontade de mijar. Enquanto ia ao banheiro, não sabia o que fazer… se saía correndo desesperado ou se desabava a chorar… no fim, quando a gente se viu, bem educado ele perguntou o que eu queria… hesitei e, quando criei coragem, falei na lata e atropeladamente:
– Quero transar com outro homem e quero que você me apresente algum amigo!!!… quase saí em disparada.
Ele me olhou como se… sei lá… me lembro que ele disse:
– Você tá maluco, moleque… como você ousa me dizer isso???!!!!???… Quem você pensa que eu sou? Além do mais, se sua família descobre, me crucificam, já que têm pena de mim porque sou viado!!!… com esses católicos que são???… e no colégio que você estudou não te ensinaram nada???… NÃO, NÃO… você tá muito doido.
– Ninguém… é… sim… olha, eu quero, me desculpa, mas não tenho a quem recorrer… e se você não fizer nada, vou pra balada perto da Coca Booty e vejo o que faço.
Pra quê!!!… pior!!!, ele se levantou do trono dele, como costumava chamar a cadeira de madeira, e me disse algo assim:
– Mas você é louco ou idiota???… Moleque… você vai lá e vão te comer vivo!!!
– Bom, não sei se me comer… o que eu quero é comer outro garoto!!!!
Passaram-se segundos… a verdade é que não sabia o que fazer… ele me olhou, se levantou e disse:
– E se for eu quem te ensina e mostra?
Aí fiquei paralisado…
– Como é que eu vou ter certeza de que você vai ter a maior discrição e que vai ser nosso segredo?
– Como é que eu vou saber que você não vai sair falando as besteiras que os caras falam de Hoje??
Eu só olhava pra ele
e lembro que baixei a cabeça e falei que já tinha tentado umas vezes
no meu colégio antigo, um internato, mas só rolou beijo e apalpada, nada que me fizesse sentir bem, e que como ele me passava confiança, eu falei isso pra ele.
Também vi uns caras gays umas vezes, mas um me tratou mal e o outro vazou quando meu velho apareceu…
…ele se ajoelhou
e se apoiou nas minhas pernas…
— Você é doido, nene, mas me parece que você podia ser meu aluno e eu prometo te dar as melhores aulas… quer dizer… se você topa.
A verdade é que era tudo que eu queria. Ele passava a mão nas minhas pernas até desabotoar minha calça… e começou a chupar meu pau… óbvio, tava mole de medo, nervoso… afinal de contas… a verdade é que eu não sabia o que ia rolar.
Ele percebeu meu pânico, mas em um segundo já tava apontando pro teto, durasso!!!
Ele beijava e lambia, e de repente, a porta abre e ele, longe de parar, continuou com aquele boquete lindo… a verdade é que eu também não… tava no céu, era totalmente diferente do que uma mulher tinha feito comigo, mas tão lindo e gostoso.
Era a Pepi, que deixou uns papéis e notas de viagem… eu olhei pra ele e quando ele foi embora, me viu e mostrou a língua…
Jor… ele parou,
me olhou e falou: sábado, domingo e segunda-feira tô sozinho… quer vir? Levando em conta que segunda é feriado???… te convido pro meu apê… e aí você me mostra que bom aluno pode ser, enquanto se levantava…
— Não vai continuar??… perguntei
— Me responde!!!
— Sim, beleza, pai. Falei…
Então, o safado,
largou tudo e guardou… fiquei mais quente que brasa, e ele falou que me espera às 22:00 do sábado… Não tive outra opção senão me vestir bem e vazar, prometendo que não ia ter punheta nem nada…
No sábado, quando toquei a campainha, ele abriu, subi e encontrei ele enrolado num roupão e a cabeça coberta com uma toalha. Ele me fez entrar e a verdade é que eu tava a mil por hora e o nervosismo tinha me pregado uma peça, porque eu já tava duro desde que peguei O táxi na minha casa. Ele mandou eu sentar e ficar à vontade enquanto trazia um roupão e falou pra eu fazer igual… vestir ele, que a gente ia ficar igual enquanto ele terminava de tomar banho, e eu aproveitei pra preparar café…. Quando ele saiu enrolado no roupão, com o cabelo molhado, sentou no sofá do meu lado, me olhou e perguntou como eu tava, se tava me sentindo bem, e eu só respondia com sim ou não… até que ele levantou e sentou em cima de mim e falou….
— Você não sabe a putinha que vai comer, neném…
Aí, foi quando eu olhei pra ele e falei:
— Olha… eu cheguei em você porque quero e desejo loucamente ficar com outro cara, outro homem, não com um que se faz de mulher… e sim com outro homem…
— MMMMM…. Agora a gente se entende… e ele começou a me beijar… aí sim… fui… era o que eu queria e desejava… e eu respondi acariciando ele.
Ele era totalmente lisinho, nada de pelo.
Eu baixei o olhar e vi o pau dele… e fiquei tocando, enquanto passava a mão na bunda dele e a gente se beijava por todo lado.
Ele levantou, me pegou pela mão e me levou pro quarto dele, que pelo que lembro era lindo demais, com uma parede de vidro que dava pra ver tudo, e quando vi a cama… era gigante!!! Aí a gente se beijou de novo, como eu era mais baixo, ele cruzou os braços no meu pescoço, virou de costas e se apoiou em mim… na hora ele se jogou na cama de bruços e pediu pra eu fazer um massagem de beijos, e eu vi a beleza da bunda dele perfeitamente, e como bom aluno comecei até chegar na bunda dele e brincar por lá até achar o cu e começar a meter a língua e descer até as bolas, sentir ele gemendo me deixava mais louco. Quando consegui chegar no pau dele, comecei a chupar, sem frescura, na bruta, coisa que fez ele se virar e falar:
— SHHHH…. Calma, neném, assim, meu neném… é como se fosse seu, como se fosse você mesmo. E de novo começou com a boca dele a me dar um prazer gostoso, e pegando ele de exemplo, agarrei o pau dele e comecei a imitar, em minutos só existiam gemidos e loucura de prazer…. eu tava procurando Beijar e acariciar ele, minhas mãos não davam conta de tocar por todos os lados.
Chegou a hora, ele mesmo colocou a camisinha e, entre beijos e muitas carícias, sentou em cima de mim, descendo devagar, até que se jogou em cima de mim. Eu abracei ele e comecei a comer ele…. foi tão especial a sensação, o que eu desejava se tornava realidade e, entre beijos, carícias e língua, a gente se revirava igual dois animais. Eu me segurava, não queria gozar porque, dessa vez, tava muito, mas muito tarado.
Não sei quanto tempo a gente ficou transando, mas em um momento ele fala:
— Para… para… tira.
Ele se separou e levantou, me deu a mão e eu segui ele até o banheiro. Ele abriu o chuveiro, eu agarrei ele por trás e ele falou pra esperar. Quando entrou debaixo da água, me chamou e pediu pra eu fazer "upa".
— Me faz upa!!… assim… me faz upita, papai.
Passei os braços por debaixo das coxas dele e, devagar, ele foi descendo até meter de novo e começou a subir e descer….. Não lembro direito, mas era extremamente erótico e sexual a gente se ver no espelho do banheiro, ele contra a parede, no meu colo, e eu comendo ele!!
— AYYYY…. piranha divina, escapa pela minha boca… vai, pedaço de filho da puta!!!…. vou gozar. Eram as coisas que mais ou menos lembro que ele falava, e essas palavras e outras mais me excitavam, me deixavam louco!!
— Não goza!!!…. não goza, cara de merda!!!… seu gozo eu quero provar… é meu!!
De repente, ele me deu um beijo e começou a gritar, e eu vi ele gozando…
— Olha, viadinho!… esse gozo é seu! … é por você, piranha….
O gozo dele se misturava com a água do chuveiro, mas mesmo assim espirrava pra todo lado enquanto Jor continuava cavalgando. Mas ao mesmo tempo ele continuava me dizendo pra não gozar, num tom de ordem.
Devagar, eu desci ele e continuei beijando ele. Ali mesmo, ele se ajoelhou, tirou a camisinha e começou a chupar meu pau, lamber ele, e eu comecei a ficar louco…
Aí é quando eu me soltei…
— AHHHHH….. viado, cê gosta, né???... quer meu gozo??... todo??? assim… meu amor, come meu pau e toma meu gozo, viado!!!
Em instantes, tive que me apoiar na parede quando comecei a gozar, porque Caí!!...
Quando ele já não tinha mais nada, ele parou e me beijou, mais uma fantasia realizada, beijo com leitinho... delicioso.
Fomos pra cama dele de novo, mas mais tranquilos os dois, porém igualmente quentes e excitados como no começo, nos reviramos, nos acariciávamos e os beijos eram uma delícia, e aproveitei pra me colocar entre as pernas dele e, enquanto beijava ele todo, pedi pra deixar eu provar se aprendi a ter uma rola na minha boca, e parece que sim, porque ele me acariciava enquanto eu ouvia ele gemer e pedir mais, até que finalmente fiz ele gozar e pude saborear e engolir todo o leite dele... amei, é uma delícia.
Que horas paramos, não sei, mas que foi uma noite linda e louca, não tenho dúvida.
Quando acordei, ele não estava e eu comecei a pensar no que tinha acontecido durante a noite. Tinha estado com outro homem e tinha sido uma experiência maravilhosa e inesquecível, e quando me dei conta, estava excitado de novo enquanto me acariciava, e o Jor chegou justo com o café da manhã... pra tomar ao meio-dia...
Durante todo o domingo, conversamos muito, embora também tivesse sexo, mas mais do que tudo foi contar intimidades, especialmente sobre quando eu era estudante interno no colégio. O Jor queria saber como eu tinha me atrevido a fazer algo e como foram aqueles roços. Contei a verdade, que era muito pouco, só beijos e carícias porque os dois garotos não ousavam ir além.
E à noite veio uma surpresa linda e louca, algo como "os exames finais", segundo ele disse.
A questão é que tinha uma condição: tanto a visita quanto eu íamos participar de um trio, mas devíamos estar de olhos vendados e sem pronunciar uma palavra, absolutamente nenhuma.
O Jor veio e colocou um lenço nos meus olhos, e depois de um tempo senti que ele entrava com outra pessoa. Pra falar a verdade, eu estava com a rola dura que nem um tronco...
Ele falava com a gente e nos guiava até onde eu estava, e eu sentia as mãos dele sobre mim, e também não podíamos nos beijar, então enquanto nos acariciávamos, o Jor nos colocou em 69. Comecei a saborear aquela rola, que parecia enorme, e também beijava e lambia lostestíbooties, ele também fazia isso comigo, mas era como se estivesse faminto, e isso me excitava ainda mais.
De repente, eu também queria aquela bundinha minúscula que parecia totalmente lisinha, o corpo inteiro dele era completamente depilado, igual ao do Jor.
Consegui que ele sentasse na minha boca e eu comia e lambia aquilo encantado, enquanto sentia que o Jor e ele se dedicavam ao meu pau… algo lindo.
Em um momento, senti a camisinha deslizando pelo meu pau e, com a ajuda do Jor, ele tirou de mim e devagar começou a sentar. Sabia que ele estava de costas, porque podia sentir, e num instante ele se deitou em cima de mim e eu não aguentei mais e tirei a venda… hahaha… a surpresa foi nos vermos… era a Pepi.
Ele também me viu e, com um sorriso, começamos a nos beijar, e o Jor se juntou a nós, um beijo de três línguas.
O Jor colocava o pau dele para nós dois, e ambos lambíamos e chupávamos. Assim, trocamos de posição várias vezes, tinham beijos e lambidas, carícias, e eu os penetrava o quanto podia, até que quem gozou primeiro foi o Jor, enquanto a Pepi e eu compartilhávamos o pau e o gozo, depois a Pepi acabou, mas comigo por cima, e o Jor se dedicou a lamber ele e compartilhar comigo entre beijos e lambidas.
No final, foi a minha vez, e comecei a gozar na boca dos dois, enquanto tentava vê-los se beijando e chupando… quase morri…
Mais calmos, mas não menos excitados, nos acariciamos e beijamos, só teve mais tesão e novamente comecei a comê-los. Dessa vez, o Jor, quando sabia que estávamos gozando, me diz algo…
— Quer provar o que é a gente gozar em você ao mesmo tempo?
— Sim!!! — respondi e continuei beijando ele… uma loucura.
Levantei da cama e me ajoelhei no chão em cima de uma almofada, e eles começaram a meter o pau na minha boca até que pedi que queria o gozo deles ao mesmo tempo, e assim fizeram, ambos no mesmo instante começaram a encher minha boca de porra e eu curtindo e engolindo, que situação mais erótica… deliciosa. Descansamos e conversamos.
No domingo, me dediquei a preparar o jantar, uma linda carne assada com legumes e, de quebra, a me recuperar. forças pra continuar, porque foi um fim de semana extremamente sexual, algo incrível e maravilhoso.
Assim seguimos até que na segunda-feira tive que voltar pra casa, não sem antes prometer nos ver sempre que quiséssemos e, ao mesmo tempo, fui convidado pra daqui a quinze dias ir a um aniversário, que acabou se tornando uma orgia maravilhosa.
Tivemos esse relacionamento por quase dois anos, até que Jorge precisou voltar pro país dele e levou consigo o Pepi e os melhores momentos que vivemos.
Depois tive relações com outros caras, algumas muito satisfatórias, mas hoje em dia tudo mudou tanto que não reconheço nem códigos nem regras... mas fazer o quê. Tudo evolui, como diz o ditado.
Essa é a história do meu primeiro relacionamento gay e, a partir daí, me tornei bi.
Espero que gostem e, se o tempo me der, escrevo mais histórias assim.
Valeu, Pablo
0 comentários - Minha primeira vez com um homem