A pandemia mudou minha família 4

olá~
Sem esclarecimento hoje, então vamos direto pra história.

A pandemia foi um evento mundial que, ao mesmo tempo que destruiu famílias e foi um marco histórico, pra mim foi algo que acabou com meu relacionamento com minha mãe e nos levou a uma relação diferente.
Embora não pudéssemos nos chamar de mãe e filho normais, nós dois decidimos manter o título, apesar das nossas brincadeiras e constantes apalpadinhas.
Aos olhos dos nossos vizinhos e da nossa família, a gente era uma mãe solteira que, aos 40, continuava sozinha, e o filho dela, um estudante aplicado, meio tímido com as mulheres. Mas o que ninguém podia imaginar é que nós dois tínhamos uma relação imoral, onde a gente transava todas as noites. Mesmo assim, nem sempre dava pra manter essa farsa...
então, conversando com minha mãe, a gente concordou que eu tinha que tentar me relacionar com garotas da minha idade, mas que, se eu quisesse, a gente podia continuar com o nosso rolo em segredo
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Tendo em mente nosso acordo, comecei a falar mais seguido com a mina que meu amigo me apresentou. Mesmo que tudo indicasse que não ia ser nada sério e que era só uma relação de consolo por causa do isolamento, eu não tava nem aí, já que eu tinha o amor da minha mãe de mais de um jeito.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Os dias foram passando e as restrições foram afrouxando um pouco, me permitindo fazer algumas atividades, como fazer as compras por conta própria pra minha mãe ter mais tempo pra ela. E ultimamente a gente tava recebendo visitas dos meus tios e tias, que achavam que a gente tava se sentindo sozinho — o que era o contrário total. Aproveitando as visitas, a gente levou a sacanagem pra outro nível, onde eu roçava meu pau na bunda da minha mãe às vezes quando cozinhavam juntos, ou metia a mão na calça dela quando a gente via filmes com minhas tias. Embora às vezes minha mãe ficasse brava, porque não queria que o assunto saísse de nós dois.
Comecei a suspeitar que uma das irmãs da minha mãe (a mais nova, já que só tinha 25 anos, solteira e com um corpo igual ao da minha mãe, mas com menos carne) percebeu algumas das apalpadas, porque quando a gente fazia, ela acabava desviando o olhar pra outras coisas, como se quisesse ignorar o assunto. Mas isso não mudava o fato de que eu percebia, só que não tinha nada que eu pudesse fazer — do contrário, só estaria confirmando a parada e entregando a gente. Então esperei pra ver o que ela ia fazer.Passaram-se os meses e o Natal já estava chegando, quem diria que essa pandemia ia nos roubar um ano inteiro... E como a data tava se aproximando, minha tia pediu pra mim e pra minha mãe passarmos juntos, já que ela não tinha pra onde ir e não queria ficar sozinha. Minha mãe mal ouviu isso e aceitou na hora, sem pensar, e na mesma hora eu já sabia que não ia rolar transar enquanto minha tia estivesse com a gente, então tive que aceitar na marra.

Na véspera de Natal, minha mãe me pediu pra acompanhar minha tia até a casa dela, porque ela precisava pegar umas coisas que a gente ia usar na ceia e, supostamente, também tinha presentes, o que não me importava nada — eu só queria que o Natal passasse logo pra eu poder voltar às sessões de sexo, aos banhos juntos e ver minha mãe andar pelada pela casa. Mas teve algo estranho no caminho pra casa da minha tia: ela não falava uma palavra comigo, e eu tinha a sensação de que ela tava sorrindo por baixo da máscara, o que me deixava inquieto e com medo. Quando entrei na casa da minha tia e fechei a porta, senti meu corpo cair de costas e um peso em cima de mim — era o peso da minha tia, com as mãos na minha boca e as pernas imobilizando meu corpo, como se eu fosse um criminoso sendo pego pela polícia.

No meu desespero, só consegui ficar parado, esperando pra ver o que ela ia fazer comigo. Quando ela percebeu que eu tava colaborando, aliviou um pouco a força e falou:

Tia: Moleque safado. Eu sei o que você faz com a minha irmã!
Eu: !!!
Tia: Eu sei que você tem uns amassos indevidos com ela e que não deixa ela em paz!

Depois de morder a mão dela, consegui soltar as mãos da minha boca, porque queria dar minha versão — pensei que minha mãe, se sentindo incomodada, tinha recorrido à minha tia pra me dar um toque. Mas na indignação dela, ela acabou me culpando pelo que rolou.

Eu: Tia, eu sei como isso parece, mas não é contra a vontade dela, e eu sei que é errado. per...
tia: cala a boca, não tem desculpa, mas eu te entendo. na pandemia eu também me senti sozinha a ponto de recorrer a conversar com adolescentes e às vezes troquei fotos com alguns deles, mas o que você faz é algo que ultrapassa todo limite!
eu: eu sei, tia...
tia: parece que você já aceita que o que faz é errado, isso é bom...
eu: sim...
tia: quero te oferecer um trato
eu: qual, tia?
tia: quero que você faça comigo o mesmo que faz com sua mãe e não vou contar pro seu pai o que você faz
eu: o que for, mas não conta nada pro meu pai!!
respondi assim que ela terminou a frase, sem me dar tempo de analisar o que minha tia acabava de dizer, porque não queria me afastar da minha mãe e muito menos daquele homem que se dizia meu pai
tia: parece que toquei num ponto sensível, me desculpa.
eu: .....
tia: e então?
eu: o quê?
tia: vai fazer comigo o que faz com sua mãe ou não?
eu: c-claro
assim que dei minha resposta afirmativa, minha tia, com toda delicadeza, me soltou, me pegou pelas mãos e me levou até a sala dela, onde me obrigou a deitar no chão e aproximou a buceta do meu rosto, e eu percebi que ela não estava de calcinha e que o caminho todo até a casa dela ela veio assim, só com a saia tampando.
a situação já não era nada estranha, porque se eu já tinha feito com minha mãe, fazer com minha tia era algo que já tinha passado pela minha cabeça mais de uma vez, mas nunca é a mesma coisa uma fantasia e a realidade.
assim que ela sentou em cima de mim, começou a baixar minha calça e, pra não ficar pra trás, lembrando de tudo que fiz com minha mãe, comecei a esfregar a bunda dela no meu rosto, lambendo a buceta dela e estimulando o clitóris enquanto ela chupava minha pica e rebolava em cima de mim. o tempo era algo que não podíamos perder, porque tínhamos que chegar antes da noite de Natal, então decidimos parar de brincadeira e partir pra penetração. mas diferente da minha mãe, ela era bem agressiva e dominante, a ponto de me pegar pelas pernas e, depois de umas investidas, a buceta dela e minha pica... Atingiram o limite e gozamos, não sem antes ela me abraçar com toda força pra eu não gozar fora.
A imagem era clara. Minha tia queria que eu fosse o brinquedo sexual dela, mas às custas da relação que eu tinha com minha mãe,
o que era algo que eu não estava disposto a aceitar totalmente. Por enquanto, só me restava aceitar o trato pra ganhar tempo.Bom, por aqui a gente encerra a história por enquanto. Espero que vocês tenham curtido e me contem o que acharam, e também quais temas vocês gostariam que eu usasse nas próximas histórias.
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