Mi sobrino maleducado (II)

Antes, minha esposa fica toda excitada com o sobrinho dela e, depois de um dia inteiro se apalpando, vão pro quarto dele, enquanto eu preparo um churrasco pra família toda.
Agora tô com o sobrinho dele numa praia deserta na base da porrada pra ele me contar todos os detalhes do que rolou naquelas duas horas.
Foi isso que ela me contou:
Subimos pro meu quarto porque eu queria mostrar todos os troféus e medalhas que ganhei jogando futebol. Quando fechei a porta, mostrei o que consegui, e ela pegou o celular dela e me mostrou meu Facebook. Lá, ela procurou uma foto onde eu tô de sunga, todo molhado, porque era a foto que tiraram quando a gente foi campeão. Ela me perguntou se eu ainda tinha aquela sunga, eu falei que sim, e ela disse que não precisava ter editado a foto pra parecer que eu tinha volume, que já era bonito do jeito que era. Falei que não era edição, que era assim mesmo, aí ela me desafiou a provar. Peguei minha sunga esportiva e me mostrei pra ela ver que não era edição. Ela disse que podia ser pelo efeito de estar molhado. Então mandou eu tomar banho de sunga. Em uns minutos, fui pro chuveiro dos meus pais e voltei todo molhado. Ela tava me esperando sentada na cama, quando me viu, disse que claramente a foto era editada. Aí eu falei que não tava ereto, e que na foto tava. Que se eu fizesse algo parecido com o que rolou na praia, podia provar que não era editada. Ela se levantou, se aproximou rebolando, colocou os dedos nos meus peitorais e começou a descer, me olhando nos olhos enquanto chegava no meu umbigo, onde parou pra brincar. A boca dela se perdeu no meu pescoço, e ela não deixou eu responder do mesmo jeito, continuou chupando e descendo a boca pelos meus peitorais, as mãos dela já estavam na borda da minha sunga molhada. A língua dela parecia sedenta, querendo lamber toda a umidade do meu corpo. Desceu até meus abdominais, e cada um deles foi mordido e saboreado pela boca dela. Já de joelhos, a boca dela pulou a parte da minha sunga e se enfiou na minha entreperna, o rosto dela se esfregou depois na minha sunga, e naquele momento meu pau se libertou da roupa e apareceu a cabeça, igual na praia. Na hora, ela se afastou até a cama pra observar o que tinha provocado. Então disse, colocando um dedo na boca:
ai, sobrinho, de verdade não tava editada
Então ela se levantou, pegou minha rola por cima da calcinha, enfiou a outra mão por dentro e envolveu com a mãozinha dela. Arrancou minha cueca de uma vez, e, ajoelhando, passou a língua desde a base dos ovos até a cabeça do glande, numa velocidade incrivelmente lenta. A língua dela percorreu cada pedaço da pele do meu pau. E quando ia meter na boca, só parou pra admirar o líquido pré-gozo que saía da ponta — aquelas gotas do lubrificante natural hipnotizaram ela. Fechando os olhos, recolheu tudo com a língua, sem querer desperdiçar nada.
Então ela olhou nos meus olhos, se levantou, e com a calcinha toda amassada na mão me deu um beijo na bochecha. Enquanto ia embora de costas pra mim, disse
Até aqui podemos chegar, sobrinho. Espero que te sirva na hora de bater uma punheta.
Então naquele momento eu corri, peguei ela pelo braço, virei ela e enfiei contra a parede, com violência arranquei aquela camisetinha de puta que ela tava usando e obviamente ela não tinha sutiã. Chupei o pescoço dela e chupei os peitos dela como um desesperado, ela gemia baixinho me dizendo pra parar mas sem fazer barulho, não queria fazer escândalo e vocês descobrirem o que tava rolando. Ali mesmo virei ela, coloquei ela de cabeça pra baixo, as pernas dela nos meus ombros, a minissaia dela foi pra cintura, a calcinha fio-dental dela de renda tava toda molhada, minha boca comeu a buceta dela ainda com a calcinha. Ela se contorcia e apertava as pernas prendendo minha cabeça. Meu pau de 22 centímetros batia na cara dela, toda depilada parecia maior, ela se apoiava com os braços nas minhas pernas e eu senti a boca dela finalmente envolver meu membro. Sentia a língua e a boca dela descendo até onde a garganta permitia. Como uma expert, ela tava me fazendo gozar, minhas pernas tremiam, eu já não sabia mais como continuar chupando a buceta dela porque tava extasiado curtindo o sexo oral da minha tia. Caminhei até a cama, lá caí de costas, e ela não parou de chupar meu pau, eu provei o cu dela, me embriagava com o cheiro dos sucos dela. Afastando a calcinha, provei os lábios dela, enfiei minha língua até onde deu, mordi aquelas nádegas lindas, apertei elas com minhas mãos, percorri com minha língua toda a racha do cu dela, e quis me perder no buraco do cu dela. Ela começou a engatinhar naquela posição, ali na cama ficou de quatro, com o cu dela me encarando.
Esse convite eu não ia deixar passar.
Eu subi em cima dela, sem camisinha, no pelo. Meu pau de 22 centímetros começou a entrar na buceta molhada dela. Entrou e ela gemeu, fiquei bombando cadenciosamente, curtindo cada estocada como se fosse a última vez. Agarrei os peitos dela com força quando chegava no fundo, ela abria a boca com um gemido abafado. Nessa hora, ela me diz que gosta contra a parede, então ela vai até a porta do quarto. Lá vou eu com o pau erguido apontando pra ela, ela me dando a bunda, me provoca pra dar uns tapas que ecoam estrondeando. Depois de chupar o cu dela com a boca de novo e morder as nádegas, subo beijando as costas dela, e com meu pau já na entrada da buceta dela, sussurro no ouvido:
tia, daqui você não sai sem leite
Então comecei a meter nela por trás, entrava e saía com violência, minha barriga batendo na bunda dela, fazendo um barulhão, misturado com o som dos líquidos da fricção no sexo. Em cada metida, o corpo dela batia na porta. Aí a gente ouviu minha mãe bater na porta. E com uma voz trêmula, ela perguntou se tava tudo bem, que o churrasco já tava pronto. Dava pra sentir minha mãe do outro lado, com o ouvido colado na porta. Desse lado, já bombando com mais cuidado, eu e minha tia. Minha tia, entre gemidos, disse:
já tô quase gozando... já saímos
Minha mãe não saía da porta e perguntou de novo se tava tudo bem. Naquele instante, eu gozo tudo dentro da minha tia, e ela tem um orgasmo incontrolável, que faz ela perder a firmeza das pernas, batendo contra a porta e gemendo um:
siiiii aaaahhh
Minutos depois, nos vestimos como dá e saímos pra jantar.
Foi isso que meu sobrinho me contou, depois que ele me falou isso, não aguentei a raiva e bati nele.
Minha esposa nunca me confessou o que aconteceu, nunca perguntei, continuamos casados, temos um filho de 3 anos, e ele promete ser bom de bola... Tem os olhos do nosso sobrinho.

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