Uma visita louca

Olá~
Sou eu de novo, trazendo um novo conto. Como vocês já sabem, esses dois últimos contos são fictícios, então, se quiserem, podem continuar.
Sem mais delongas, vamos ao conto.

Meu nome é Raul e sou estudante de arquitetura, moro sozinho em Lima, Peru.
Venho de uma família bem ostentosa do interior, então a maioria dos meus parentes me pede para hospedá-los quando vêm para a cidade.
Os parentes que mais pedem abrigo são minhas tias e primos, que costumam vir para as férias e passear, então minha relação com eles é bem tranquila e fraternal.
Mas, entre todos, tenho uma relação próxima com minhas primas por parte de mãe, já que fomos criados juntos e dá para dizer que somos como irmãos.

Chegando o inverno, uma das minhas primas, chamada Arleth, uma garota de 18 anos com uns peitos grandes a ponto de parecerem peitos falsos e uma bunda que faria qualquer modelo morrer de inveja. Chorando, ela me ligou pedindo para ficar no meu apartamento, porque tinha fugido de casa depois de uma briga com os pais. Aceitei, depois de contatar os pais dela em segredo e informá-los sobre a situação, e eles concordaram, sem minha prima saber.

Por causa da gravidade da briga e da fuga abrupta, minha prima não conseguiu pegar nenhuma roupa para viver na minha casa, então a única coisa que pude oferecer foram roupas que ela deixou ao longo das viagens, que estavam bem apertadas no corpo atual dela, e um pouco das minhas roupas, que poderiam servir.

A primeira noite juntos foi meio estranha, porque normalmente éramos mais de uma pessoa quando me visitavam nas férias, e geralmente não era durante o inverno por causa das estradas. Então, ambos decidimos descansar juntos na sala, pelo menos no primeiro dia, enquanto conversávamos e ela me contava por que tinha fugido.

Arleth: Me desculpa, Raul, se estou te incomodando. Sei que normalmente... Costumo vir com meus pais e meus irmãos, mas a gente briga quando começa a falar sobre a carreira que eu queria seguir.
Eu: Não se preocupa. Mas, mesmo assim, acho que você exagerou um pouco ao viajar entre províncias por causa de uma discussão.
Arleth: Eu sei, mas...
Eu: Mas o quê?
Arleth: É que ninguém da nossa família ia me receber por causa da carreira que eu contei pros meus pais. A maioria deles quer que eu fique trabalhando no campo e não quer que eu estude longe deles.
Eu: Ah, nisso eu te entendo. Fiquei sem contato com meus pais na primeira vez que cheguei, e pior ainda, não sabia o que fazer, já que nunca saímos do povoado.
Arleth: Viu? Eles não querem que a família se separe, mesmo que isso nos prenda no povoado. Quer dizer, não tem nada de errado em eles quererem ficar, mas eu não!
Eu:...
Arleth: Com certeza você tá curioso pra saber por que briguei com eles, mas eu queria tomar meu tempo pra te contar.
Eu: Tá bom, mas de qualquer forma, tenta pensar no que fazer e organiza suas ideias com cuidado. Lembra que eu não moro de graça e sustentar duas pessoas vai ser difícil.
Arleth: Eu sei... mas vou tentar te ajudar no que der.

Eu me sentia preocupado, porque dava pra ver que a discussão com meus tios foi pesada, a ponto dela sentir vergonha de me contar o que aconteceu, então resolvi deixar ela tomar o tempo dela.

Na manhã seguinte, acordei e percebi que minha prima tava fazendo café da manhã pra nós dois, já que ela costuma acordar cedo. Mas o que me surpreendeu não foi ela estar cozinhando, e sim o que ela tava vestindo. Ela tava com uns shorts que deixei no meu apartamento quando ela tava no ensino médio, então estavam bem apertados na bunda e na buceta dela, e ela tinha que deixar o zíper aberto, deixando eu ver a calcinha e a buceta dela sendo apertadas. Decidi manter minha mente longe dos shorts dela e focar no café da manhã, então fui comer. e me retirar pro meu trabalho rapidamente
ao longo do dia e durante meu trabalho e aulas, a gente trocava mensagens pra ela não se sentir sozinha
mas ela vivia me perguntando sobre minha namorada (que eu não tinha), mas pra ela não achar que podia ficar sempre na minha casa, eu disse que ela entendia tudo e que um dia ia apresentar.
mas essa conversa e o assunto da namorada me fez pensar que, apesar dos meus 29 anos, só tive umas duas namoradas, e aí, seguindo o conselho de um amigo, baixei um aplicativo chamado Tinder, criei uma conta e comecei a conversar com várias minas, mas tinha uma em especial que era bem estranha, porque assim que criei minha conta, ela já me mandou uma solicitação na hora e a gente começou a trocar ideia.
ter minha prima na minha casa me ajudando com as tarefas domésticas era algo libertador e me permitiu estudar mais pras provas, e mesmo sendo meio imoral, me deixava ver uma mulher gostosa como minha prima, de roupa justa e às vezes quase pelada.Bom, por enquanto a gente encerra a história aqui. Acho que esse capítulo ficou meio curto porque tô testando uns temas novos. Espero que vocês curtam e me contem o que acharam.
Se quiserem, podem me seguir no Twitter.
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