No dejes de pasar por mi mejor post
http://www.poringa.net/posts/imagenes/4084661/Mi-amada-esposa.html
No te vas a arrepentir!
CARNAVALES
Todo comenzó con esas vacaciones en las que me crucé el país de Oeste a Este, los casi mil doscientos quilómetros que separan mi querido San Juan de la provincia de Entre Ríos, para llegar en febrero a los famosos carnavales de Gualeguaychú.
Gualeguaychú es un pueblito pequeño, que parece quedado en el tiempo, con edificaciones pasadas de moda, que vive anclada a un barrio industrial donde hay empresas de diversa índole que son el motor para que todo siga en movimiento.
Pero una vez al año, Gualeguaychú se transforma en la reina del país con sus espectaculares y únicos carnavales.
Siempre me había gustado recorrer mi país para conocer culturas, gustos, tradiciones, y ese lugar, era una cita fija que tenía marcada en el almanaque.
Y el viaje valdría la pena, luces, color, alegría, fanfarria, glamour y todo el esfuerzo invertido en un año de trabajo.
Pero de esa primera visita, no solo me llevaría más que una de las mejores experiencias de mi vida, también conocería a la mujer que rompería todas mis estructuras.
Ella pasó muy cerca de donde yo estaba, danzando como poseída en una de las plataformas de una de las tantas carrozas, a un par de metros por sobre el suelo, una morocha de largos cabellos, con cara de india, tez oscura, con botas coloridas de altísimos tacos, un armado sostén que dejaban sus pechos completamente desnudos, apenas disimulados con pezoneras, y un conchero tan diminuto que no entendía como quedaba sujeto entre sus piernas, dejando un trasero enorme a mi vista. Creo que ella me hipnotizó esa noche sin saberlo, movía sus caderas y su vientre al ritmo de la música, frenética, como el mismo demonio, regalando sonrisas de lado a lado, a quien quisiera recogerlas, con su cuerpo casi como Eva en el paraíso mostrando sus curvas exultantes y una piel oscura llena de brillos.
Dos días después di con ella, como dije, Gualeguaychú es un pueblo chico y todo el mundo conoce a todo el mundo, y como preguntando se llega a Roma, se me hizo relativamente sencillo encontrar a mi musa inspiradora.
Ella no entendía mi locura, sus ojos negros sabían a peligro y sus labios a pecado, Anahí, era su nombre y pude notar que su voz de sirena haría naufragar a cualquier navegante desprevenido, es que ella era como era, en la carroza no actuaba, así era, de esas que te atropellan, que te arrastran, que te llevan a la locura.
Me aceptó una copa al verme tan rendido a sus pies y poco después terminamos en la cama y pude conocer el mejor sexo de toda mi vida, una mujer incansable, ninfómana, asesina, incontenible, como un volcán en permanente erupción.
Nació una relación de locura y placer, de disfrutar por la noche y revolcarnos de día, prolongué tres semanas mi estadía en Gualeguaychú solo para estar con ella y no me hubiera despegado de ahí, pero tenía mis obligaciones, así que volví a mi San Juan con la promesa de un nuevo encuentro.
Nos escribimos mucho, nos hablábamos, nos mandábamos fotos y nos enamoramos, aunque siendo honesto, yo solamente estaba enamorado, Anahí era demasiada mujer para mí, una perra que le gustaba el sexo como tomar agua y desde el primer encuentro supe que no sería dichoso a su lado y que no sería el único en su enorme cama.
Pero me cegué y me mentí a mí mismo, busqué la beta por donde atacar. Anahí era una chica muy pobre, sus padres eran humildes, trabajadores casi esclavos de un estado ausente, tenía muchos hermanos y a mí, me iba muy bien en mis emprendimientos personales.
Luego de un año volví a los carnavales, y conviví con toda su familia, yo tenía en esos días treinta y dos años, le llevaba doce, una enormidad, era para mí una niña.
Hablamos mucho, le dije que conociera mi linda San Juan e intenté arrancarla de su paraíso, pero no tuve suerte.
No me di por vencido, y al tercer año las cosas en el país habían empeorado, conflictos políticos y caos económico, Anahí decidió darse una oportunidad, yo sabía que se aferraba desesperada a la tabla que yo le ofrecía y no me importó cual fuera el motivo.
Nos radicamos en mi departamento, era amplio, confortable y a ella se le hizo extraño, acostumbrada a vivir en una humilde casa donde apenas tenía lo básico.
Recorrimos parajes, conoció mi provincia, sus montañas, sus ríos, sus arboledas y su gente, y tratamos de armar nuestra vida, tenía la flor más bonita, más seductora y más deseable que un hombre pudiera tener, la cuidaba como a una joya preciosa, solo que ella siempre me abrumaba, era demasiado impactante y siempre era centro de atención.
Anahí transbordava sexualidade pelos poros e eu simplesmente não conseguia satisfazê-la, era demais, sempre com um apetite sexual que me dominava, ela queria mais, e começou a comprar roupas, fantasias, brinquedos, e acabei virando sua marionete idiota, ela fazia comigo o que bem entendia, começou a me depilar por completo, a explorar fantasias, novos limites.
A primeira vez que ela enfiou um daqueles consoladores enormes no meu cu me senti estranho pra caralho, surpreso, mas não conseguia dizer não pra nada e ela me deu uma chupada de rola violenta, muito profunda, muito sexy, e tive que admitir que tinha gostado.
Com o tempo, percebi que ela começava a escorrer pelos meus dedos feito areia, era uma flor transplantada da sua Gualeguaychú natal e, apesar de tudo que San Juan oferecia, nada era como a seiva da sua terra.
E parecia que ela começava a ficar de saco cheio de mim, mensagens escondidas com grupos de amigos novos, um perfil no Instagram onde, mesmo dizendo que estava num relacionamento, as fotos dela sempre sozinhas beiravam o censurável, sempre destacando os atributos dela e sempre com aquelas lembranças de carnaval onde ela estava de matar de joelhos.
Sorrisos safados pelas minhas costas, saídas sem hora, sem justificativa, sem volta, sempre vestida pra arrasar e eu só deixava, cedia uma vez atrás da outra, e enquanto minha figura masculina encolhia cada vez mais, a dela era um furacão que ameaçava levar tudo embora.
Uma noite de maio tive certeza da primeira traição dela, uma noite com as amigas, ela disse, eu observei em silêncio, sem falar nada, com um sutiã bem estratégico debaixo de uma blusa transparente e um short de lycra super colado, com meia arrastão e saltinhos finos, ela estava radiante, linda como sempre, eu teria comido ela naquela hora, ali mesmo, mas já percebia que o interesse dela por mim estava mudando e novos alvos pareciam surgir no horizonte dela.
Ela disse que voltaria umas duas da manhã, mais ou menos.
Eu fui pra Na cama, com a intenção de dormir, o calor era sufocante, eu estava só de cueca, mas não conseguia parar de pensar nela, as imagens da beleza dela me assaltavam uma e outra vez, imaginando quem estaria tocando ela, quem seria o dono dela naquela noite, pra quem ela estaria dando a buceta depilada dela, os peitos dos sonhos e a raba de diaba.
Uma ereção insuportável ficava incômoda e dolorosa, e mais de uma vez eu evitava me tocar, mesmo morrendo de vontade.
Quando as chaves na porta indicaram o retorno dela, vi que tinha passado pouco das quatro da manhã, e pelos barulhos despreocupados que minha love fazia, notei que ela não estava nas melhores condições, ouvi ela jogar as chaves na mesa, entre risadas, arrastando alguma cadeira de jeito desengonçado.
Ela foi pro banheiro e um tempo depois veio pro quarto, só de uma tanga branca que deixava ela incrível, mas tropeçava por causa da bebedeira que dava pra sentir no quarto.
— De onde você vem a essa hora? — perguntei com raiva nos lábios
— Ahhh... de uma noite de prazer... me sinto viva!!!! — respondeu sem remorso
— Vamos transar? Tô morrendo de vontade — falei quase implorando, mas ela riu e disse
— Nãoooo... já tive o suficiente por hoje, não aguento mais...
Me deitei em silêncio, sem respostas, sem perguntas, bebedeira? tédio? fim de uma história? Ela tinha feito, tinha me chifrado e antes de dormir, como uma faca se cravando devagar no coração, ela sussurrou
— Não sou mulher de quem me tem, sou mulher de quem me merece...
Minha cabeça dali em diante viraria um verdadeiro labirinto sem saída, porque eu não conseguia viver com ela, mas também não sem ela, mal conseguia aceitar as migalhas dela.
Anahí era um foco infeccioso, corroendo e destruindo tudo com a beleza dela, era um demônio e eu só me entregava às formas dela, aos jeitos dela, à dor torturante dela, mesmo que apodrecesse minhas entranhas.
O próximo passo na teia de aranha complexa dela não demoraria a chegar. Tempo depois, num dos seus passeios de sempre, dessa vez ela usava um vestidinho creme bem justo, marcando os peitos, com as costas de fora, ajustava bem até a cintura e depois alargava e soltava na largura dos quadris, terminando bem solto no começo das pernas, dando um balanço especial que, com certeza, de um ângulo mais baixo, teria mostrado mais do que insinuava. O tecido fino deixava ver que ela não usava sutiã e só uma fio-dental tão pequena que dava pra enlouquecer qualquer um, e como sempre, deixei ela ir embora em silêncio.
Dessa vez, pra minha surpresa, ela não chegou bêbada, só com cheiro de cigarro, mas tava lúcida, com ideias novas naquela cabeça louca.
Eu, como sempre, deitado com uma ereção odiosa, fruto da minha incapacidade de pegar o touro pelos chifres.
Ela veio pro meu lado, encostou o corpo no meu e disse:
— Hoje tô cheia de ideias loucas pra brincar com você, sabia?
Eu não respondi, mas aí ela começou a brincar com a língua no meu ouvido, sabendo que me irritava, e aí, rindo, continuou em sussurros:
— Bom, se quiser, te beijo na boca, mas sei lá, você não imagina as coisas yummy que eu chupei...
— Imagino onde você tá metendo essa boca suja — respondi sem vontade, só pra ela cair na gargalhada.
— Calma, bebê, não resiste aos seus instintos, sei que você adora esse jogo todo...
Enquanto falava, Anahí levou uma das minhas mãos até a virilha dela, pra eu apalpar por mim mesmo o quanto tava suja, meus dedos sentiram um melaço grosso onde tudo tava mais que claro, reclamei já sem forças:
— Você é uma puta qualquer — mas ela só ria e respondia:
— Vamos... se você gosta, vem, chupa a buceta da mamãe pra sentir o gosto dos amantes dela.
Ela era assim, pegar, largar, deitou e me fez ir entre as pernas dela, me fez beijar toda a frente da calcinha dela e percorrer com a língua, pelos rendados, pelos elásticos, enchendo meu nariz com um cheiro fedido, onde ainda estavam frescos os restos de porra dos caras dela. amantes, ela começou a se curvar, a ficar excitada e pedia mais e mais, arranquei sua calcinha com a força das minhas mãos, o rasgar do tecido parecia pedir clemência, e com uma ereção profunda entre minhas pernas, enterrei minha cabeça na buceta dela.
Tinha um gosto diferente de outras vezes, agora tinha gosto de porra de macho, e me dediquei a saborear tudo que ela tinha pra me oferecer.
Anahí me dizia pra aproveitar os amantes dela como ela aproveitava, pra limpar ela toda, pra lavar os pecados dela com a água benta da minha boca, e eu me perdi no jogo dela, com uma excitação sem fim, uma ereção animal, e só parei quando ela explodiu num orgasmo foda.
Anahí não perdeu tempo, ficou de quatro e me disse:
"Agora quero que você lamba minha bunda, devagarzinho, porque tá dolorida"
Porra, por que ela fazia isso comigo? Abri as nádegas enormes dela entre minhas mãos, imaginei o que ia encontrar e não me enganei, passei a língua no cu dela e parecia que eu caía num poço sem fundo, a puta tava toda aberta, com certeza tinham metido muita pica nela e ela só brincava com meus sentimentos.
"Que gostoso! Dá uns chupões na mamãe, devagar, com cuidado, porque me comeram gostoso..."
Eu odiava e amava ela, queria enforcá-la e queria cair de joelhos aos pés dela, era o palhaço dela, o boneco, o fantoche, continuei comendo o cu aberto dela com devoção, só esperando minha vez, coisa que nunca ia rolar.
Anahí disse que tinha planos novos pro mascote dela, assim, literalmente, nesses termos.
Ela foi até a gaveta dos segredos, colocou um cinto entre as pernas e uma pica de brinquedo de tamanho considerável, me mandou deitar de barriga pra baixo, veio por trás, tirou minha cueca e me deu um tapa forte na bunda, deixei ela fazer. Ela se agachou em cima de mim e depois deitou o peito nas minhas costas.
Me segurou pelos pulsos numa posição dominante e sussurrou de novo no meu ouvido:
"Você vai ser minha putinha, vai ver que delícia..."
Eu fiquei parado, senti ela lubrificar o brinquedo e depois o meu... Esfínter, depois apoiar a ponta e começar a se deixar cair devagar, com o próprio peso. Doeu pra caralho, eu me queixei.
Aiiii! Dói... dói...
Shhhh! — ela respondeu — relaxa e aproveita, meu amor... viu como dói? Sempre te falei e você não acreditava...
Anahí só continuou forçando e minha bunda parecia se despedaçar com o avanço do intruso, e eu não conseguia, simplesmente não conseguia.
Mas chegou aquele ponto limite onde o esfínter já não consegue resistir e, feito um trem, o brinquedo se enfiou até o fundo do meu cu.
Pronto, tá vendo? agora vem a parte boa...
Anahí começou a meter com força por trás, entrando e saindo, me comendo pela buceta de trás, me segurando pelos pulsos, com meu pau duro entre minha barriga e o colchão, roçando nos lençóis, comecei a gemer de prazer, de desejo, eu gostava, não sabia como ela conseguia, mas gostava do que ela fazia comigo, arrancava um prazer infinito das minhas entranhas, tinha vontade de me masturbar, mas não tinha forças.
Ela me fez ficar de quatro e voltou com tudo, me agarrou pelos quadris como tantas vezes eu agarrei ela e meteu tão fundo que parecia chegar no centro da terra, meu cu doía, mas era aquela dor gostosa que não dá pra descrever, e ela só metia, como uma locomotiva doida, sem freio...
Ela me virou, levantou minhas pernas e mais ação, meu pau tava no limite, e nesse jogo ela teve pena de mim, sem parar de me penetrar começou a me masturbar bem devagar, como se brincasse comigo, sabendo exatamente onde me tinha.
Meu gozo quente jorrou como um vulcão, explodi e os jatos banharam todo meu peito, minha barriga, até a mão dela que continuava me masturbando num ritmo gostoso.
Ela só riu então, com seu jogo perverso terminado, tirando o brinquedo do meu cu dolorido, levando com os dedos meu esperma espalhado até minha própria boca, pra eu provar, de novo, como tantas vezes fiz com ela.
Eu não sabia naquele momento, mas essa seria a vida sexual que Anahí tinha planejado pra ela, e pra mim, nunca mais comi ela e me transformou no seu cachorro fiel, manso, cansado e domesticado.
As festas dela com amantes viraram rotina, me acostumei a esperar acordado, a ver ela sair como uma santa, voltar como uma puta, lavar noite após noite os pecados sujos que ela trazia nas entranhas, só pra receber meu pagamento, uma boa sessão de dominação pra ela meter os brinquedos no meu cu e eu só me masturbar pra agradar ela.
As coisas continuaram nessa ordem por mais uns dois anos, eu era o cavaleiro com o cu mais dilatado de San Juan, só pra agradar ela, mas também não foi suficiente, ela cansou de tudo, sempre cansava de tudo. Começou a lembrar com saudade do seu querido Gualeguaychú, dos velhos amigos, da família. Carregava o samba na pele e os carnavais sempre eram uma tentação, Anahí estava mais velha, mas mais gostosa, já não tinha vinte, mas os trinta caíam melhor nela.
Ela tava disposta a voltar, e eu não podia deixar pra trás meus lugares, minhas paisagens de montanha, minha vida.
A gente se viu pela última vez na rodoviária, ela tinha muitos planos pra vida nova, e eu tinha que fazer a minha.
Um último abraço e eu disse, beijando a testa dela:
Sempre vou te amar...
Mas ela só respondeu com um sorriso carinhoso, me deixando saber que a relação sempre foi de mão única. Fiquei parado na plataforma até o ônibus sumir no horizonte.
E hoje tô sozinho, tentando montar dia após dia o quebra-cabeça que quebrou todos meus costumes.
Às vezes, espero fevereiro com muita vontade, e tento ver as transmissões a cabo dos carnavais, com todo detalhe, porque sei que, a qualquer momento, posso ver ela de novo...
Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título 'CARNAVAIS' para dulces.placeres@live.com
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No te vas a arrepentir!
CARNAVALES
Todo comenzó con esas vacaciones en las que me crucé el país de Oeste a Este, los casi mil doscientos quilómetros que separan mi querido San Juan de la provincia de Entre Ríos, para llegar en febrero a los famosos carnavales de Gualeguaychú.
Gualeguaychú es un pueblito pequeño, que parece quedado en el tiempo, con edificaciones pasadas de moda, que vive anclada a un barrio industrial donde hay empresas de diversa índole que son el motor para que todo siga en movimiento.
Pero una vez al año, Gualeguaychú se transforma en la reina del país con sus espectaculares y únicos carnavales.
Siempre me había gustado recorrer mi país para conocer culturas, gustos, tradiciones, y ese lugar, era una cita fija que tenía marcada en el almanaque.
Y el viaje valdría la pena, luces, color, alegría, fanfarria, glamour y todo el esfuerzo invertido en un año de trabajo.
Pero de esa primera visita, no solo me llevaría más que una de las mejores experiencias de mi vida, también conocería a la mujer que rompería todas mis estructuras.
Ella pasó muy cerca de donde yo estaba, danzando como poseída en una de las plataformas de una de las tantas carrozas, a un par de metros por sobre el suelo, una morocha de largos cabellos, con cara de india, tez oscura, con botas coloridas de altísimos tacos, un armado sostén que dejaban sus pechos completamente desnudos, apenas disimulados con pezoneras, y un conchero tan diminuto que no entendía como quedaba sujeto entre sus piernas, dejando un trasero enorme a mi vista. Creo que ella me hipnotizó esa noche sin saberlo, movía sus caderas y su vientre al ritmo de la música, frenética, como el mismo demonio, regalando sonrisas de lado a lado, a quien quisiera recogerlas, con su cuerpo casi como Eva en el paraíso mostrando sus curvas exultantes y una piel oscura llena de brillos.
Dos días después di con ella, como dije, Gualeguaychú es un pueblo chico y todo el mundo conoce a todo el mundo, y como preguntando se llega a Roma, se me hizo relativamente sencillo encontrar a mi musa inspiradora.
Ella no entendía mi locura, sus ojos negros sabían a peligro y sus labios a pecado, Anahí, era su nombre y pude notar que su voz de sirena haría naufragar a cualquier navegante desprevenido, es que ella era como era, en la carroza no actuaba, así era, de esas que te atropellan, que te arrastran, que te llevan a la locura.
Me aceptó una copa al verme tan rendido a sus pies y poco después terminamos en la cama y pude conocer el mejor sexo de toda mi vida, una mujer incansable, ninfómana, asesina, incontenible, como un volcán en permanente erupción.
Nació una relación de locura y placer, de disfrutar por la noche y revolcarnos de día, prolongué tres semanas mi estadía en Gualeguaychú solo para estar con ella y no me hubiera despegado de ahí, pero tenía mis obligaciones, así que volví a mi San Juan con la promesa de un nuevo encuentro.
Nos escribimos mucho, nos hablábamos, nos mandábamos fotos y nos enamoramos, aunque siendo honesto, yo solamente estaba enamorado, Anahí era demasiada mujer para mí, una perra que le gustaba el sexo como tomar agua y desde el primer encuentro supe que no sería dichoso a su lado y que no sería el único en su enorme cama.
Pero me cegué y me mentí a mí mismo, busqué la beta por donde atacar. Anahí era una chica muy pobre, sus padres eran humildes, trabajadores casi esclavos de un estado ausente, tenía muchos hermanos y a mí, me iba muy bien en mis emprendimientos personales.
Luego de un año volví a los carnavales, y conviví con toda su familia, yo tenía en esos días treinta y dos años, le llevaba doce, una enormidad, era para mí una niña.
Hablamos mucho, le dije que conociera mi linda San Juan e intenté arrancarla de su paraíso, pero no tuve suerte.
No me di por vencido, y al tercer año las cosas en el país habían empeorado, conflictos políticos y caos económico, Anahí decidió darse una oportunidad, yo sabía que se aferraba desesperada a la tabla que yo le ofrecía y no me importó cual fuera el motivo.
Nos radicamos en mi departamento, era amplio, confortable y a ella se le hizo extraño, acostumbrada a vivir en una humilde casa donde apenas tenía lo básico.
Recorrimos parajes, conoció mi provincia, sus montañas, sus ríos, sus arboledas y su gente, y tratamos de armar nuestra vida, tenía la flor más bonita, más seductora y más deseable que un hombre pudiera tener, la cuidaba como a una joya preciosa, solo que ella siempre me abrumaba, era demasiado impactante y siempre era centro de atención.
Anahí transbordava sexualidade pelos poros e eu simplesmente não conseguia satisfazê-la, era demais, sempre com um apetite sexual que me dominava, ela queria mais, e começou a comprar roupas, fantasias, brinquedos, e acabei virando sua marionete idiota, ela fazia comigo o que bem entendia, começou a me depilar por completo, a explorar fantasias, novos limites. A primeira vez que ela enfiou um daqueles consoladores enormes no meu cu me senti estranho pra caralho, surpreso, mas não conseguia dizer não pra nada e ela me deu uma chupada de rola violenta, muito profunda, muito sexy, e tive que admitir que tinha gostado.
Com o tempo, percebi que ela começava a escorrer pelos meus dedos feito areia, era uma flor transplantada da sua Gualeguaychú natal e, apesar de tudo que San Juan oferecia, nada era como a seiva da sua terra.
E parecia que ela começava a ficar de saco cheio de mim, mensagens escondidas com grupos de amigos novos, um perfil no Instagram onde, mesmo dizendo que estava num relacionamento, as fotos dela sempre sozinhas beiravam o censurável, sempre destacando os atributos dela e sempre com aquelas lembranças de carnaval onde ela estava de matar de joelhos.
Sorrisos safados pelas minhas costas, saídas sem hora, sem justificativa, sem volta, sempre vestida pra arrasar e eu só deixava, cedia uma vez atrás da outra, e enquanto minha figura masculina encolhia cada vez mais, a dela era um furacão que ameaçava levar tudo embora.
Uma noite de maio tive certeza da primeira traição dela, uma noite com as amigas, ela disse, eu observei em silêncio, sem falar nada, com um sutiã bem estratégico debaixo de uma blusa transparente e um short de lycra super colado, com meia arrastão e saltinhos finos, ela estava radiante, linda como sempre, eu teria comido ela naquela hora, ali mesmo, mas já percebia que o interesse dela por mim estava mudando e novos alvos pareciam surgir no horizonte dela.
Ela disse que voltaria umas duas da manhã, mais ou menos.
Eu fui pra Na cama, com a intenção de dormir, o calor era sufocante, eu estava só de cueca, mas não conseguia parar de pensar nela, as imagens da beleza dela me assaltavam uma e outra vez, imaginando quem estaria tocando ela, quem seria o dono dela naquela noite, pra quem ela estaria dando a buceta depilada dela, os peitos dos sonhos e a raba de diaba.
Uma ereção insuportável ficava incômoda e dolorosa, e mais de uma vez eu evitava me tocar, mesmo morrendo de vontade.
Quando as chaves na porta indicaram o retorno dela, vi que tinha passado pouco das quatro da manhã, e pelos barulhos despreocupados que minha love fazia, notei que ela não estava nas melhores condições, ouvi ela jogar as chaves na mesa, entre risadas, arrastando alguma cadeira de jeito desengonçado.
Ela foi pro banheiro e um tempo depois veio pro quarto, só de uma tanga branca que deixava ela incrível, mas tropeçava por causa da bebedeira que dava pra sentir no quarto.
— De onde você vem a essa hora? — perguntei com raiva nos lábios
— Ahhh... de uma noite de prazer... me sinto viva!!!! — respondeu sem remorso
— Vamos transar? Tô morrendo de vontade — falei quase implorando, mas ela riu e disse
— Nãoooo... já tive o suficiente por hoje, não aguento mais...
Me deitei em silêncio, sem respostas, sem perguntas, bebedeira? tédio? fim de uma história? Ela tinha feito, tinha me chifrado e antes de dormir, como uma faca se cravando devagar no coração, ela sussurrou
— Não sou mulher de quem me tem, sou mulher de quem me merece...
Minha cabeça dali em diante viraria um verdadeiro labirinto sem saída, porque eu não conseguia viver com ela, mas também não sem ela, mal conseguia aceitar as migalhas dela.
Anahí era um foco infeccioso, corroendo e destruindo tudo com a beleza dela, era um demônio e eu só me entregava às formas dela, aos jeitos dela, à dor torturante dela, mesmo que apodrecesse minhas entranhas.
O próximo passo na teia de aranha complexa dela não demoraria a chegar. Tempo depois, num dos seus passeios de sempre, dessa vez ela usava um vestidinho creme bem justo, marcando os peitos, com as costas de fora, ajustava bem até a cintura e depois alargava e soltava na largura dos quadris, terminando bem solto no começo das pernas, dando um balanço especial que, com certeza, de um ângulo mais baixo, teria mostrado mais do que insinuava. O tecido fino deixava ver que ela não usava sutiã e só uma fio-dental tão pequena que dava pra enlouquecer qualquer um, e como sempre, deixei ela ir embora em silêncio.
Dessa vez, pra minha surpresa, ela não chegou bêbada, só com cheiro de cigarro, mas tava lúcida, com ideias novas naquela cabeça louca.
Eu, como sempre, deitado com uma ereção odiosa, fruto da minha incapacidade de pegar o touro pelos chifres.
Ela veio pro meu lado, encostou o corpo no meu e disse:
— Hoje tô cheia de ideias loucas pra brincar com você, sabia?
Eu não respondi, mas aí ela começou a brincar com a língua no meu ouvido, sabendo que me irritava, e aí, rindo, continuou em sussurros:
— Bom, se quiser, te beijo na boca, mas sei lá, você não imagina as coisas yummy que eu chupei...
— Imagino onde você tá metendo essa boca suja — respondi sem vontade, só pra ela cair na gargalhada.
— Calma, bebê, não resiste aos seus instintos, sei que você adora esse jogo todo...
Enquanto falava, Anahí levou uma das minhas mãos até a virilha dela, pra eu apalpar por mim mesmo o quanto tava suja, meus dedos sentiram um melaço grosso onde tudo tava mais que claro, reclamei já sem forças:
— Você é uma puta qualquer — mas ela só ria e respondia:
— Vamos... se você gosta, vem, chupa a buceta da mamãe pra sentir o gosto dos amantes dela.
Ela era assim, pegar, largar, deitou e me fez ir entre as pernas dela, me fez beijar toda a frente da calcinha dela e percorrer com a língua, pelos rendados, pelos elásticos, enchendo meu nariz com um cheiro fedido, onde ainda estavam frescos os restos de porra dos caras dela. amantes, ela começou a se curvar, a ficar excitada e pedia mais e mais, arranquei sua calcinha com a força das minhas mãos, o rasgar do tecido parecia pedir clemência, e com uma ereção profunda entre minhas pernas, enterrei minha cabeça na buceta dela.
Tinha um gosto diferente de outras vezes, agora tinha gosto de porra de macho, e me dediquei a saborear tudo que ela tinha pra me oferecer.
Anahí me dizia pra aproveitar os amantes dela como ela aproveitava, pra limpar ela toda, pra lavar os pecados dela com a água benta da minha boca, e eu me perdi no jogo dela, com uma excitação sem fim, uma ereção animal, e só parei quando ela explodiu num orgasmo foda.
Anahí não perdeu tempo, ficou de quatro e me disse:
"Agora quero que você lamba minha bunda, devagarzinho, porque tá dolorida"
Porra, por que ela fazia isso comigo? Abri as nádegas enormes dela entre minhas mãos, imaginei o que ia encontrar e não me enganei, passei a língua no cu dela e parecia que eu caía num poço sem fundo, a puta tava toda aberta, com certeza tinham metido muita pica nela e ela só brincava com meus sentimentos.
"Que gostoso! Dá uns chupões na mamãe, devagar, com cuidado, porque me comeram gostoso..."
Eu odiava e amava ela, queria enforcá-la e queria cair de joelhos aos pés dela, era o palhaço dela, o boneco, o fantoche, continuei comendo o cu aberto dela com devoção, só esperando minha vez, coisa que nunca ia rolar.
Anahí disse que tinha planos novos pro mascote dela, assim, literalmente, nesses termos.
Ela foi até a gaveta dos segredos, colocou um cinto entre as pernas e uma pica de brinquedo de tamanho considerável, me mandou deitar de barriga pra baixo, veio por trás, tirou minha cueca e me deu um tapa forte na bunda, deixei ela fazer. Ela se agachou em cima de mim e depois deitou o peito nas minhas costas.
Me segurou pelos pulsos numa posição dominante e sussurrou de novo no meu ouvido:
"Você vai ser minha putinha, vai ver que delícia..."
Eu fiquei parado, senti ela lubrificar o brinquedo e depois o meu... Esfínter, depois apoiar a ponta e começar a se deixar cair devagar, com o próprio peso. Doeu pra caralho, eu me queixei.
Aiiii! Dói... dói...
Shhhh! — ela respondeu — relaxa e aproveita, meu amor... viu como dói? Sempre te falei e você não acreditava...
Anahí só continuou forçando e minha bunda parecia se despedaçar com o avanço do intruso, e eu não conseguia, simplesmente não conseguia.
Mas chegou aquele ponto limite onde o esfínter já não consegue resistir e, feito um trem, o brinquedo se enfiou até o fundo do meu cu.
Pronto, tá vendo? agora vem a parte boa...Anahí começou a meter com força por trás, entrando e saindo, me comendo pela buceta de trás, me segurando pelos pulsos, com meu pau duro entre minha barriga e o colchão, roçando nos lençóis, comecei a gemer de prazer, de desejo, eu gostava, não sabia como ela conseguia, mas gostava do que ela fazia comigo, arrancava um prazer infinito das minhas entranhas, tinha vontade de me masturbar, mas não tinha forças.
Ela me fez ficar de quatro e voltou com tudo, me agarrou pelos quadris como tantas vezes eu agarrei ela e meteu tão fundo que parecia chegar no centro da terra, meu cu doía, mas era aquela dor gostosa que não dá pra descrever, e ela só metia, como uma locomotiva doida, sem freio...
Ela me virou, levantou minhas pernas e mais ação, meu pau tava no limite, e nesse jogo ela teve pena de mim, sem parar de me penetrar começou a me masturbar bem devagar, como se brincasse comigo, sabendo exatamente onde me tinha.
Meu gozo quente jorrou como um vulcão, explodi e os jatos banharam todo meu peito, minha barriga, até a mão dela que continuava me masturbando num ritmo gostoso.
Ela só riu então, com seu jogo perverso terminado, tirando o brinquedo do meu cu dolorido, levando com os dedos meu esperma espalhado até minha própria boca, pra eu provar, de novo, como tantas vezes fiz com ela.
Eu não sabia naquele momento, mas essa seria a vida sexual que Anahí tinha planejado pra ela, e pra mim, nunca mais comi ela e me transformou no seu cachorro fiel, manso, cansado e domesticado.
As festas dela com amantes viraram rotina, me acostumei a esperar acordado, a ver ela sair como uma santa, voltar como uma puta, lavar noite após noite os pecados sujos que ela trazia nas entranhas, só pra receber meu pagamento, uma boa sessão de dominação pra ela meter os brinquedos no meu cu e eu só me masturbar pra agradar ela.
As coisas continuaram nessa ordem por mais uns dois anos, eu era o cavaleiro com o cu mais dilatado de San Juan, só pra agradar ela, mas também não foi suficiente, ela cansou de tudo, sempre cansava de tudo. Começou a lembrar com saudade do seu querido Gualeguaychú, dos velhos amigos, da família. Carregava o samba na pele e os carnavais sempre eram uma tentação, Anahí estava mais velha, mas mais gostosa, já não tinha vinte, mas os trinta caíam melhor nela.
Ela tava disposta a voltar, e eu não podia deixar pra trás meus lugares, minhas paisagens de montanha, minha vida.
A gente se viu pela última vez na rodoviária, ela tinha muitos planos pra vida nova, e eu tinha que fazer a minha.
Um último abraço e eu disse, beijando a testa dela:
Sempre vou te amar...
Mas ela só respondeu com um sorriso carinhoso, me deixando saber que a relação sempre foi de mão única. Fiquei parado na plataforma até o ônibus sumir no horizonte.
E hoje tô sozinho, tentando montar dia após dia o quebra-cabeça que quebrou todos meus costumes.
Às vezes, espero fevereiro com muita vontade, e tento ver as transmissões a cabo dos carnavais, com todo detalhe, porque sei que, a qualquer momento, posso ver ela de novo...
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1 comentários - Carnaval na putaria