A puta que mora na minha esposa recatada (1/2)

Capítulo 1 - Explicação de como minha mulher me fez de cornoConheci minha esposa Alice, a quem todos chamamos de Ali, no nosso terceiro ano na universidade de Indiana… Ficamos noivos um ano depois e casamos logo após nos formarmos.
Meu nome é Mark, e nós dois viemos de famílias conservadoras… Sei que Ali era virgem e que fui o primeiro homem a comer ela… E isso aconteceu na noite em que ficamos noivos.
Nossa vida sexual depois disso foi boa, apesar de eu ter um pau pequeno… Só tem 12 cm.
No começo, não era muito agradável para mim fazer sexo oral nela, mas virou rotina chupar a buceta dela, tanto antes quanto depois de transarmos… Ela nunca reclamou do meu pau pequeno, e sei que adorava quando eu chupava a buceta dela, porque era assim que ela gozava gostoso.
Uma das coisas que mais gosto em Ali é que ela é uma mulher recatada, com curvas gostosas e um rostinho bonito… Tem 1,70 m e pesava 57 kg na universidade… O cabelo dela é castanho claro, com reflexos loiros, e os olhos são castanhos claros… Os peitos dela são grandes e durinhos, e a bunda bem feita.
Depois de nos formarmos, arrumamos emprego em Columbus, Ohio, e com a ajuda de empréstimos compramos uma casa modesta num bairro legal por lá… O pessoal da nossa vizinhança é muito gente boa, muitos da nossa idade, e a gente sempre tá em festas.
Eu curto ver os outros maridos babando pela Ali, sempre procurando chance de puxar conversa ou só ficar perto dela… Acho que eles se sentiam atraídos pela beleza dela e pelo corpo maravilhoso.
Ali engravidou pouco depois do nosso segundo ano de casamento, e nosso filho nasceu quando nós dois fizemos vinte e quatro anos.
Muitos dos nossos vizinhos tinham filhos da mesma idade, então nossas reuniões passaram a focar mais nos bebês… A maioria das esposas amamentava seus bebês, e Ali começou a receber ainda mais atenção quando mostrava os peitos já voluptuosos para alimentar nosso filho.
Com três anos de casados, Ali já estava Amamentando nosso segundo filho, uma menina, e foi a primeira vez que lembro de ficar excitado quando via os outros homens olhando de boca aberta pra Ali e seus peitões cheios de leite.

Peter, que mora numa casa maior, três portas pra baixo da nossa, parecia ser o mais atraído por Ali.

Eu não entendia direito meus impulsos na época, mas tava começando a fantasiar sobre como seria pra esses outros homens comerem a Ali.

Talvez fosse por causa do meu pau pequeno e porque eu tinha visto, nos mictórios, algumas das rolas dos outros caras e todas eram muito maiores que a minha, especialmente a do Peter.

Cheguei num ponto que comecei a fazer umas coisas com a Ali, só pra ver se ela tinha algum interesse por outros homens.

Uma noite depois de uma festa na vizinhança, notei que o Peter não conseguia tirar os olhos dela e quando colocamos nossos filhos pra dormir, perguntei:

- "Amor, você notou como o Peter ficou te olhando a noite toda?... Ele não conseguia desgrudar os olhos de você e dos seus peitões lindos… Isso te excita quando os homens te olham desse jeito?"

Ela me olhou estranho e respondeu:

- "Mark, você deve estar imaginando coisas... A esposa do Peter é uma mulher gostosa e uma advogada de sucesso, por que ele estaria me olhando?"

- "Sim, a mulher dele também é gostosa, mas pelo jeito que ele te olha, acho que ele adoraria te comer. Você não percebeu como o Peter te olha?" insisti.

- "Não, Mark… Por que você tá me dizendo isso?... Isso não te incomoda que os homens fiquem me olhando desse jeito?... Ou te excita ver eles me olhando?", respondeu irritada.

Sabia que tinha que escolher bem as palavras, e respondi:

- "Acredita em mim, amor, eles tão te olhando sim e muito… Tenho muito orgulho de você, da mulher que você é e do seu corpo… Posso sentir um pouco de ciúme quando te olham assim, mas acima de tudo sinto uma satisfação de saber que você é minha esposa e a mãe dos meus filhos… Tudo o que eles podem fazer é só babar mesmo.”
Não falamos mais sobre isso por uma semana ou mais, mas sempre aproveitei todas as oportunidades que surgiam para puxar conversas parecidas... Até que chegou num ponto em que ela admitiu que os homens ficavam de boca aberta olhando pra ela, e continuou me sondando sobre meus sentimentos e intenções ao falar disso.
Às vezes, eu até insinuava que tinha visto o Peter e alguns outros vizinhos no banheiro, e que todos eram mais bem-dotados do que eu... Mas, toda vez que eu sugeria que eles queriam comer ela, ela dizia que era feliz comigo e com nossa vida amorosa.
Essas conversas continuaram até uns nove anos depois do nosso casamento, quando nossos filhos estavam no primeiro e segundo ano do ensino fundamental.
O Peter e a Kate tinham filhos nas mesmas séries, então a Ali e eu, às vezes, os encontrávamos nos eventos da escola... Os acontecimentos que mudariam nossas vidas pra sempre começaram nessa época, embora no começo eu não tivesse me ligado.
A empresa onde o Peter trabalhava entrou em recessão e ele foi demitido... A Kate, como advogada, ainda tinha uma renda boa o suficiente pra sustentar a família, então o Peter ficava em casa cuidando das crianças quando a escola terminava e também levava eles... As horas de trabalho dela como advogada eram muitas e ela precisava se concentrar no serviço.
Eu também tava muito ocupado com meu trabalho naquela época e não tava prestando muita atenção no que rolava na vida diária da Ali quando eu não tava em casa.
Mas ela foi bem aberta comigo, pelo menos no começo, me contando como ela e o Peter levavam as crianças juntos pra escola e buscavam elas... Também arrumaram uma babá pra cuidar dos quatro moleques pra que eles pudessem ir juntos pras reuniões da escola... Até trabalharam juntos fazendo biscoitos e depois sentaram um do lado do outro pra vender na escola.
Depois de Uns meses com o Peter em casa, comecei a notar mudanças sutis na aparência e no comportamento da Ali… Ela parecia mais feliz do que o normal, e também usava mais maquiagem e perfume do que nunca no nosso casamento, além de se arrumar de um jeito diferente… Quando perguntei o que eram aquelas mudanças, ela só soltava coisas tipo:
— "Bom, agora tenho quase trinta e quatro e decidi que precisava dar uma mudada no visual."
Não insisti mais, mas era natural eu desconfiar que ela e o Peter estavam se aproximando mais do que ela me contava, e descobri isso com certeza pouco depois.
No terceiro mês de passarem mais tempo juntos, pela primeira vez notei que a buceta dela estava mais suculenta e tinha um gosto levemente diferente quando a chupei naquela noite… Eu já tinha chupado e provado meu próprio esperma por mais de dez anos, então sabia com certeza que o gosto daquele esperma era um pouco diferente.
Ela devia ter tentado se limpar, mas a buceta dela também me pareceu um pouco mais aberta… Eu a percebia exausta e excitada, tudo ao mesmo tempo… E desconfiei que ela tinha transado com o Peter.
Na primeira noite que notei a diferença na umidade e no gosto, tentei incentivá-la a manter a buceta sempre assim porque eu adorava aquele sabor… Se a Ali estava dando pro Peter, seria a realização das minhas fantasias, e eu estava tão excitado pensando nisso que devo ter facilitado inconscientemente a chance do adultério dela.
Volto mais tarde e termino de contar tudo, mas agora é melhor a Ali contar a versão dela do que aconteceu, sem repetir muito do que já falei…Explicações da AliceMinha educação religiosa rígida me ensinou que eu deveria esperar o casamento pra transar… E mesmo tendo beijado uns caras no colégio e na faculdade, e até deixado alguns apalparem e chuparem meus peitões, foi só quando eu e Mark ficamos noivos que finalmente transei de verdade… Na noite do noivado, ele me comeu.

Mark foi meu primeiro namorado… Um verdadeiro cavalheiro… Ele é um cara bonito, com uns 1,85m de altura e uns 82kg… Era sarado e a gente se apaixonou rápido.

Mark me tratava com respeito e nunca me pressionou pra transar, então só fomos comer na noite do noivado… Foi a primeira rola que vi e senti… Sabia que era pequena, porque algumas amigas me contaram das picas enormes dos namorados delas, mas a gente se amava tanto que isso era superficial pra mim… Por sorte, o sexo oral salvou a parada, me satisfazia e eu gozava gostoso com isso.

Lembro que no começo eu era bem apagada… Mark queria que eu chupasse a rola dele enquanto ele chupava minha buceta… E logo aprendi a curtir isso, principalmente porque era o único jeito de eu ter orgasmos… Gozava muito gostoso… Foi difícil pra mim entender por que ele fazia uma parada tão nojenta como comer o próprio esperma que tava na minha buceta, mas logo eu também passei a curtir… Odeio admitir, mas me dá um tesão doentio ver ele entre minhas pernas, sorvendo o próprio leite.

Quando a gente se mudou pro novo bairro depois da formatura, eu percebi como os outros maridos me olhavam… Mas meus pais me ensinaram a não me exibir e a não me orgulhar demais da minha beleza, então nunca correspondi aos flertes.

Mark achava que eu não tava ligada no jeito que os vizinhos me olhavam e começou a me contar o que eu já sabia, principalmente quando eu tava amamentando nossos bebês.
Foi difícil pra mim entender por que ele falava tanto desse assunto, e foi ainda mais desconcertante que ele não parecesse incomodado com isso… Tentei descobrir qual era o motivo, mas ele sempre foi vago nas explicações… Ele insinuava que aqueles vizinhos provavelmente queriam me foder, e às vezes até fazia comentários sobre eles terem paus maiores que o dele.

Depois de muitos anos ouvindo seus comentários sobre os desejos daqueles outros caras, isso começou a mexer comigo… Talvez fosse porque eu já estava na casa dos trinta e percebia que minha juventude estava se esvaindo… Ou talvez porque Mark estava me dando menos atenção, tão ocupado com o trabalho… Seja qual fosse o motivo, me surpreendi até eu mesma ao perceber que estava começando a fantasiar um pouco sobre ficar com outro homem e me perguntar como seria sentir um pauzão dentro de mim… Nunca contei pra Mark sobre minhas fantasias, nem que o Peter era o foco delas.

Peter era o cara que Mark mais mencionava quando falava sobre homens que me desejavam, e também era o mais gostoso e simpático de todos os vizinhos.
Peter tem uns 185 cm de altura e pesa cerca de 85 kg… É sarado e atlético… É bonito e mostrou interesse por mim… Aproveitou todas as oportunidades que apareciam pra conversar comigo nos encontros sociais… Na época, não me liguei, mas uma mudança na vida pessoal do Peter ia me afetar profundamente, tanto a mim quanto ao meu casamento.

Coisas da vida, Peter foi demitido do emprego e virou um pai que ficava em casa enquanto procurava outro trampo… E aí comecei a ver muito mais dele, quando a gente levava nossos filhos pra escola juntos de manhã e depois buscava eles à tarde.

No começo, me senti estranha por estar com ele nessas situações pessoais, andando dez minutos de volta pra casa depois de deixar as crianças na escola, e no caminho pra buscá-las… Nunca tinha tido tanto tempo privado com um homem Desde que Mark e eu começamos a namorar na faculdade.
Tenho certeza de que nossos vizinhos, que nos viram Peter e eu passando tanto tempo juntos, podem ter desconfiado que tinha algo entre nós... Preciso admitir que me sinto desconfortável com isso também… A gente até passava tempo junto nas reuniões da escola, e foi aí que comecei a me sentir à vontade com ele, como amigo, ou pelo menos era o que eu pensava… Tentei aliviar minha culpa contando pro Mark todo o tempo que passava com o Peter, mas ele parecia ocupado demais com o trabalho pra me dar muita atenção.
Sabia que estava me sentindo atraída pelo Peter como algo mais que um amigo do bairro, quando senti vontade de prestar mais atenção em arrumar meu cabelo, passar maquiagem e perfume.
Antes, eu quase não usava maquiagem ou perfume, mas de um jeito estranho, quase parecia que eu estava me preparando pra encontros com o Peter… Na época, não tava pensando que algo sexual fosse rolar com ele, mas intuitivamente senti que precisava ficar de boca fechada... Foi quando parei de contar pro Mark o tempo que passava com o Peter.
A maioria das minhas conversas com o Peter era sobre as crianças, a escola e as atividades dos nossos cônjuges... Aí, no começo do terceiro mês, a gente já tava tão familiarizado e à vontade um com o outro, que começamos a falar mais sobre nós mesmos, nossos gostos e nossas vidas antes do casamento… Era quase como se a gente tivesse saindo, e não me sentia desconfortável quando o Peter às vezes me abraçava o ombro ou tocava meu braço ou joelho... Mas nosso primeiro contato físico mais sério aconteceu de um jeito surpreendente e sensual.
Ficou claro que o Peter tava procurando uma chance de dar em cima de mim… E foi assim que aconteceu uma manhã, quando a gente tava na minha casa, depois de levar as crianças pra escola.
Lembro que a gente tava na minha cozinha e ele tava me ajudando a preparar vários lotes grandes de biscoitos pro seu Venda na escola... Eu estava de pé na bancada da minha cozinha, vestindo shorts e uma camiseta, amassando a massa de biscoitos com a mão... Ele se aproximou por trás de mim e roçou as mãos nas laterais dos meus peitos volumosos, antes de enfiá-las na massa sobre as minhas mãos.
Senti o calor e a pressão do corpo dele atrás de mim, e a cabeça dele encostada na minha... Fiquei parada por alguns segundos, sem saber como lidar com aquela intimidade repentina, mas curtindo a proximidade e a sensação dele massageando suavemente minhas mãos na massa.
Ele deve ter se encorajado quando não tentei afastá-lo ou empurrá-lo para trás, enquanto sussurrava estas palavras, com os lábios pressionados na minha orelha:
- "Você é muito gostosa e uma mulher encantadora, Ali... Desde o momento em que te conheci, quis te ter nos meus braços... Você não sabe como me senti com você, depois de todos esses anos."
Virei a cabeça um pouco para o lado, esfregando minha orelha contra os lábios dele, enquanto pressionava suavemente minha bunda contra as coxas e a virilha dele, e respondi:
- "Mark vem me dizendo há anos como os homens da vizinhança sempre me olham, e especialmente você... No começo não acreditei, mas depois percebi por mim mesma com o passar dos anos."
Peter pressionou a virilha ainda mais forte contra minha bunda enquanto me perguntava:
- "Como você se sente sabendo que tantos homens te desejam?... Mark fica incomodado com isso?"
- "Não, Mark não parece incomodado... Tenho a sensação de que ele está buscando algum tipo de reação minha sobre isso... Parece que sou motivo de orgulho para ele que tantos homens me achem atraente... Nunca consegui descobrir quais são os motivos dele, se é que existem", respondi.
- "Eu me importo com você, Ali, e curto estar com você... Já que até agora você não me afastou, isso significa que você topa a gente ficar mais íntimo?", disse Peter.
Minha tesão estava aumentando, mas não queria parecer muito fácil. ansiosa, e também me preocupava em engravidar… Respondi:
— "Peter, nunca estive com nenhum outro homem além do Mark, e me sentiria muito mal comigo mesma e muito culpada por traí-lo… Não estou tomando anticoncepcionais agora, então temos que tomar muito cuidado… E você?... A Kate é uma mulher gostosa… Como você consegue enganá-la?"
Peter recuou um pouco e me virou de frente para ele, respondendo:
— "Eu sei, eu sei, Ali… Eu também me sentiria péssimo… Mas a Kate está tão focada na carreira dela que mal se importa em cuidar das minhas necessidades sexuais… E pelo que você disse sobre o Mark, ele também está ocupado o tempo todo… Além disso, já vi ele no banheiro e sei que o sexo com ele não deve ser muito satisfatório pra você… Mas por que você não tá tomando anticoncepcionais?... Vocês quase não tão transando, né?"
Ele tava falando a verdade sobre a piroca pequena do Mark, mas me senti na obrigação de defendê-lo e respondi:
— "Você tem razão sobre o tamanho da piroca dele, mas ele consegue me satisfazer de outras formas… Na verdade, eu já vi vizinhos mais bem-dotados que ele no banheiro… E sobre o anticoncepcional, a gente não tem transado muito, e quando fazemos, usamos o método de gozar fora."
Peter pensou por um segundo e disse:
— "Com o Mark te contando sobre os vizinhos que te olham de boca aberta, e ele não ligando pra isso, e ainda te falando que todos são mais bem-dotados que ele, não me surpreenderia se ele secretamente quisesse que você transasse com outros caras… Senão, por que ele te contaria essas coisas?... Pensa nisso?"
— "Eu te desejo pra caralho, Ali, e se o sentimento for recíproco e você estiver disposta a correr o risco de engravidar, adoraria te foder sem proteção e sentir sua buceta apertada envolvendo minha piroca nua."
Eu tava olhando pro Peter, sem conseguir pensar numa resposta rápida, quando ele se inclinou e pressionou os lábios dele contra os meus… Esse foi o momento da verdade pra mim, e em vez de me afastar, correspondi ao beijo enquanto ele provava minha boca com a língua, no beijo mais apaixonado que eu tinha experimentado em anos. Nos abraçamos e continuamos com nosso beijo muito erótico, enquanto ele descia as mãos para me agarrar e massagear minha bunda.
Por causa da diferença nas nossas alturas, senti o grande volume do pau dele endurecido contra minha barriga, e soube naquele momento que queria que ele me comesse… Sabia que ele também queria me comer desesperadamente, e apreciei como ele não tinha apressado as coisas… Esperou a gente se conhecer melhor, em vez de fazer uma jogada idiota pra me seduzir quando tivemos tempo particular juntos… Ele esperou o momento e a situação perfeitos pra chamar minha atenção, e eu fui receptiva a ele.
Quebramos nosso beijo e sorri pra ele enquanto dizia:
— "Posso sentir seu volume grande na minha barriga me dizendo que você me deseja… Eu também te desejo... Vamos pro meu quarto, mas temos que ir com calma, porque vou me tornar uma adúltera do meu marido pela primeira vez."
Parei aos pés da cama e nos beijamos de novo, enquanto ele levantava minha camisola pra cima e sobre meus peitos, enquanto eu me esticava pra esfregar o volume do pau nos shorts dele. Depois nos separamos, e ele tirou minha camisa.
Peter pegou meus dois peitos nas mãos, olhou pra eles e disse:
— "Lindos, realmente lindos... Não conseguia tirar os olhos dos seus peitos quando você estava amamentando, e agora eles ainda estão tão grandes, firmes e cheios como naquela época… Queria chupá-los há anos."
Nos deitamos na cama e desabotoei os shorts dele enquanto ele desabotoava os meus... Logo estávamos com todas as nossas roupas no chão e vi pela primeira vez o pau grande e não circuncidado dele.
Ele estava meio duro e já devia ter uns 15 cm de comprimento, com veias proeminentes correndo pela superfície… Também era grosso e carnudo, e meus dedos mal se tocavam quando abracei o tronco dele... O pau dele não estava completamente duro e fazia o pau do Mark, Em comparação, ela parecia bem pequena.
Não tinha certeza de como o Peter começaria e me surpreendi quando ele se virou na cama, colocando a gente numa posição de sessenta e nove lado a lado... Ele olhou pra minha buceta, coberta por uma camada de pelos castanhos cuidadosamente aparados... Sorriu e então começou a me dar prazer com a boca.
Ele começou a lamber e chupar minha buceta, enquanto eu pegava no pau dele e levava à boca a cabeça coberta pelo prepúcio... O pau grosso dele encheu minha boca, como o pau pequeno do Mark nunca conseguiria, e adorei o gosto do precum abundante dele.
O pau do Peter ficou durasso, o que eu imaginei ter uns 20 cm de comprimento, e tão grosso quanto meu pulso. Tava lutando pra chupar além da cabeça, mais alguns centímetros, e me preocupava se seria longo ou grosso demais pra minha buceta, que só tinha sido fodida pelo pau pequeno do Mark até aquele dia... Logo descobriria, porque o Peter se afastou e me virou de costas.
Provei minha buceta na boca dele, enquanto ele se movia por cima de mim e me beijava... Então se inclinou pra chupar meus peitos, enquanto pressionava a cabeça inchada do pau dele contra meus lábios.
Gemi e enrolei minhas pernas na cintura dele, quando senti o pau grosso dele me empurrando... Ele foi devagar, com estocadas curtas e depois recuando, até sentir que tinha quase tudo dentro de mim e pressionou de novo... Senti a pressão da grossura, mas não doeu, e eu queria ele todo dentro de mim.
Ele começou a me foder com estocadas mais rápidas e profundas, e eu girei meus quadris até ter ele todo dentro de mim, batendo com as bolas... Ele gemeu quando sentiu tudo lá dentro, e falou:
- "Ali, enterrei meu pau até as bolas na sua buceta apertada... Porra, adoraria ver a cara do Mark se pudesse nos ver agora."
O Peter me fodeu forte e rápido por uns cinco minutos, e eu tava tendo um orgasmo atrás do outro com o pauzão dele dentro da minha buceta... Essa é a primeira vez que Já tive orgasmos vaginais, e não queria que parasse… Peter estava ofegante e respirando com dificuldade quando chegou nas metidas curtas, mas teve presença de espírito suficiente pra perguntar:
— "Tô perto, Ali, quer que eu tire, já que você não tá tomando anticoncepcional?"
Eu apertei ele mais forte com as pernas e respondi:
— "Nem ouse se afastar de mim… Quero sentir seu leite jorrando no fundo da minha buceta… Nunca pensei que ia me sentir tão bem sendo fodida por um pauzão."
Depois disso, Peter chegou no ponto sem volta e enfiou o pau dentro de mim, batendo as bolas… Foi quando senti ele começar a pulsar e esguichar… Senti o esperma dele enchendo o interior da minha buceta, uma sensação que eu raramente tinha sentido.
Ele tava chupando minha aréola e meu mamilo, e gemendo quando me soltou:
— "Ugh, ugh, ugh… Sua buceta tá chupando meu leite… É melhor você não estar fértil agora, ou vou te deixar prenha com certeza!"
Ele ficou por cima de mim pelo que pareceram mais uns dez minutos, me beijando e me fodendo devagar com o pau grosso mas macio dele… Adorei a sensação de ter minha buceta cheia daquele pauzão e do leite dele… Ele não parecia muito preocupado em me engravidar… Peter finalmente se afastou de mim, e instintivamente fiz algo que nunca tinha feito com Mark.
Me inclinei e peguei o pau mole e melado dele na minha boca, e comecei a chupar, limpando ele… Ele ficou surpreso e soltou:
— "A Kate nunca fez isso comigo… Desculpa não poder retribuir o favor, mas não como o que eu fodi."
O pau dele tava endurecendo de novo quando terminei de limpar e lamber as bolas dele… Ele me virou pra me foder de novo… Nossa trepada foi bem menos frenética que a segunda vez… Ele me fodia devagar, mas metia fundo toda vez que empurrava.
A gente conversou um pouco enquanto fodíamos, e respondi ao comentário anterior dele, dizendo:
— "Acho que entendo por que você não ia querer me chupar… buceta depois que você me fodeu e entendo como isso pode ser nojento pra você, mas talvez te interesse saber que o Mark sempre come minha buceta depois que ele me fodeu... O que você acha disso?"
Peter franziu o nariz, como se estivesse enojado, e respondeu:
- "Saber agora que ele come o próprio esperma, junto com as coisas que você me disse antes, quase me faz pensar que ele tá tendo fantasias de corno e quer te ver sendo fodida por outros caras... Não sei muito sobre isso, e não posso ter certeza, mas suspeito... Espero não estar errado porque isso vai permitir a gente se encontrar mais fácil depois que eu arrumar um novo emprego."
A gente ficou junto na cama por mais uma hora, se beijando e ele chupando meus peitos, enquanto a vara gasta dele encharcava minha buceta com nossos sucos que a gente expeliu.
Depois disso a gente terminou de fazer os biscoitos, mas demorou muito por causa das nossas pausas frequentes pra nos beijar e abraçar... Aí fomos vender eles no fim do dia pros pais enquanto pegavam os filhos.
Me senti muito suja e promíscua sentada ali com o Peter, com nossos filhos atrás da gente, sabendo que nós dois tínhamos cometido adultério.
Mas essa culpa foi dissipada pela sensação de satisfação de ter sido fodida tendo orgasmos múltiplos nas três fodas que ele me deu naquela manhã... Não conseguia parar de pensar em como me sentia bem com a vara grossa dele dentro de mim, e a sensação de poder ser engravidada por alguém que não era meu marido.
Mark chegou tarde em casa, como de costume... A gente jantou com as crianças antes de colocá-las pra dormir e eu falei que juntei duzentos dólares pra escola com a venda dos biscoitos.
Sabia que ele ia querer comer minha buceta como era o costume dele, e de alguma forma me agradou saber que sem saber ele ia engolir os restos do esperma do Peter... Por falta de tempo não tomei banho depois que eu e o Peter fodemos, embora tenha limpado minha buceta com água e sabão, mas ainda assim ficou muito esperma dentro.
Naquela noite parecia estar Vorazmente faminto da minha buceta e me deu dois orgasmos incríveis… Saber que provavelmente estava provando um pouco da ejaculação do Peter me excitou mais do que nunca.
Quando terminou, e estávamos conversando, Alijo:
- "Adorei comer sua buceta esta noite, querida, porque estava mais suculenta, gostosa e cheirosa do que o normal."
Não tinha certeza se ele suspeitava de algo, mas sorri e beijei ele nos lábios antes de dizer:
- "Desculpa não ter tido tempo de tomar banho antes de você chegar em casa… Depois de um longo dia fazendo biscoitos, e depois sentada e suando naquelas cadeiras desconfortáveis na venda de bolos, acho que foi isso que deixou minha buceta um pouco mais aromática do que o normal… Vou tentar tomar banho daqui pra frente."
- "Não, querida, não estou reclamando… É difícil explicar, mas eu gosto de te comer quando você está assim, então não mude nada… Quanto mais suculenta e cheirosa você está, mais eu gosto… Então, não faça nada especial pra se limpar", respondeu Mark.
Conversamos mais alguns minutos e ele perguntou:
- "Se você ganhou tanto dinheiro pra escola, é porque deve ter assado muitos biscoitos, né?... Fez tudo isso sozinha?"
Não sabia se ele estava sondando ou desconfiando, mas achei melhor falar a verdade… Então, respondi:
- "Sim, fiz oito bandejas grandes, e o Peter me ajudou, e depois fomos levá-las pra escola… Ele está sendo um bom amigo enquanto procura emprego, e me sinto muito mais segura andando com ele pra lá e pra cá da escola."
Não seria incomum um marido ficar com ciúmes ou irritado ao ouvir a esposa falar sobre passar tempo com outro homem, mas Mark simplesmente deu de ombros e virou pra dormir, e Alijo:
- "É, o Peter é um cara legal… E é bom saber que ele te dá suporte quando não estou por perto… Mas lembra que ele sempre foi o principal vizinho que te deseja."
A atitude liberal do Mark sobre mim passando tempo com o Peter, junto com o quanto eu adorei transar com ele, me deu a liberdade de continuar fodendo com o Peter em toda oportunidade… E com base nos comentários do Mark sobre mim, achando minha buceta mais gostosa e suculenta, tive a premonição de que ele podia até estar pensando que eu e o Peter estávamos transando.Continua...

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