olá~
vendo que o conto anterior teve boa repercussão, vou continuar
ter uma foto da minha mãe nua, além da imagem viva dela posando e esfregando a buceta, foi algo que me gerava muitas emoções, entre as quais a excitação era a mais forte...
quando voltei pro meu quarto, decidi fingir que tava dormindo até minha mãe tentar me acordar na hora do almoço.
dias depois do incidente do pano molhado, comecei a controlar meus passos pela casa e percebi algumas coisas sobre minha mãe, entre as quais consegui identificar certos momentos em que ela precisava aliviar o tesão, na maioria das vezes quando eu me trancava no quarto pra estudar ou jogar, e ela se masturbava segurando os gemidos pra não levantar suspeitas.
decidi manter minhas descobertas em segredo pra minha mãe não se sentir desconfortável com o assunto, então na maioria das vezes tentava me distrair durante as sessões secretas dela.
depois de várias semanas do início do isolamento e do incidente do pano, comecei a ter mais intimidade com a garota que meu amigo me apresentou, e às vezes trocávamos fotos íntimas, mas com a condição de que as fotos não mostrassem nossos rostos nem nada que pudesse nos causar problema no futuro. uma das coisas que a pandemia fez de bom foi que eu já não ligava muito pras datas, então quase esqueci do Dia das Mães, e se não fosse pelo meu pai...
por isso, a data do meu aniversário não foi exceção, e eu tinha esquecido que era 18 de maio. até que um dia minha mãe chegou perto de mim e perguntou o que eu queria de presente, e a conversa foi mais ou menos assim:
mãe: filho, não esquece que dia 18 de maio é seu aniversário, mas lembra que por causa do estado de emergência não podemos convidar ninguém, então esse ano vamos ser só nós dois
eu: eu sei, mãe, não se preocupa. esse ano temos que cuidar dos gastos, então não quero nada
mãe: Muito obrigado, filho, agradeço pela sua compreensão...
Mas quero te dar um presente, já que este ano você oficialmente é um adulto. Me peça o que quiser.
Eu: bom...
Já que tenho vários jogos e estou muito ocupado estudando...
Que tal algo que a gente possa compartilhar os dois nesse dia?
Mãe: Hmmm, mas é o seu presente, então seria melhor você aproveitar sozinho.
Eu: Eu sei, mãe, mas este ano não tenho nada em mente e acho mais fácil a gente curtir junto.
Mãe: Tá bom. Me peça o que quiser e a gente vê como aproveitar os dois.
Eu: Que tal a gente comprar ingredientes e você me ensinar a cozinhar? E já que nunca pude provar nenhuma bebida alcoólica, que tal me comprar uma?
Mãe: Gostei da ideia de te ensinar a cozinhar, mas a parte da bebida é meio...
Eu: Qual é, mãe, oficialmente vou ser adulto, então não vai ter problema. E se você não gostar, pode escolher a bebida. Do mesmo jeito, não entendo nada disso.
Mãe: Tá bom, vou ver o que compro.
Eu: Beleza! Vou esperar ansioso.
.
Chegou o dia do meu aniversário e, depois de voltar das compras, começamos a preparar os pratos passo a passo, conforme minha mãe me ensinava.
Só que a situação não saiu como eu queria, porque às vezes o corpo dela roçava no meu e eu conseguia sentir os peitos dela nas minhas costas. E a lembrança do pano molhado vinha à minha mente. Consegui aproveitar ao máximo o dia.
Chegou a noite e perguntei pra minha mãe sobre a bebida que pedi. Ela me disse que o único licor que tinha consumido na vida era vinho, então foi a única coisa que conseguiu comprar. E, apesar de eu achar meio refinado pra alguém com um gosto nulo por bebidas como eu, aceitei com carinho, já que minha mãe tinha se dedicado a comprar uma marca boa. Mas na hora que tentei levar o vinho pro meu quarto, minha mãe me parou e disse:
Mãe: Aonde você pensa que vai com as garrafas?
Eu: Pro meu quarto, planejei beber enquanto jogo no meu PC.
Mãe: Nada disso. Como é que É a sua primeira vez, tem que beber com supervisão.
Conheci vários caras que passaram mal com bebida por beber sem controle.
Eu: Mas, mãe...
Mãe: Nada de "mas". Você vai beber comigo, assim eu garanto que não vai acontecer nada com você.
Eu: Tá bom...
Depois dessa discussão, minha mãe pegou a garrafa, tirou a rolha, e entre copo e copa a noite foi embora.
De repente, percebi que tinha uma resistência alta aos efeitos da bebida, mas minha mãe, pelo contrário, apagou assim que terminamos a segunda garrafa. Tentei levá-la pro quarto dela pra descansar, mas quando coloquei ela na cama, ela me abraçou e, entre lágrimas, murmurou:
Mãe: N-não me deixa sozinha...
Não me abandona igual seu pai fez.
Com um abraço e um beijo na bochecha, murmurei que não ia fazer isso e deitei do lado dela — o que já não era estranho entre a gente.
E acabei dormindo.
Umas 5 da manhã acordei, mas depois de dar uma olhada na minha mãe, percebi que ela ainda tava meio mal por causa do álcool. Levantei pra pegar um aspirina pra ela e fazer o café da manhã, mas quando cheguei na cozinha, notei que o celular dela tava do lado do fogão.
Lembrando do incidente do pano, comecei a ficar excitado e com uma vontade de bisbilhotar o celular dela — uma vontade que foi mais forte que eu. Peguei o celular, entrei na galeria e levei um baita susto.
Tava cheia de fotos da minha mãe pelada, e em algumas aparecia o mesmo pano, e ela usava uns vibradores, com cuidado pra não acordar. Mandei essas fotos pro meu telefone, sem saber bem pra quê.
Depois disso, preparei o café da manhã e levei um aspirina pra ela.
Com as fotos, o desejo ficou incontrolável. Comecei a me masturbar vendo as fotos dela e a ter fantasias com a minha mãe, e fiquei com ciúmes da pessoa pra quem ela mandava aquelas fotos — porque na hora esqueci de verificar.
As situações estranhas aumentaram, e às vezes eu mesmo provocava, tipo jogando... no chão a barra de sabão quando a gente tomava banho junto, ou abraçando ela por trás quando dividíamos a cama.
Já fazia um mês do meu aniversário e, depois de me abrir mais sobre alguns assuntos com a minha mãe, começaram a rolar umas brincadeiras picantes, tipo piadas sobre minha virgindade ou que ela estava frustrada. Às vezes ela me dava umas palmadas, que parecia até gostar, já que, segundo ela, durante os banhos a gente já tinha visto o corpo um do outro, então não devia ser nada estranho. Mas um dia tudo ficou esquisito quando, depois de eu ter dormido no sofá da sala à tarde, acordei com a minha mãe em cima de mim, me dando uns beijos na boca bem apaixonados, e colocando minha mão nos peitos dela, que pelas fotos eu já sabia que eram bem grandes, mas não imaginava que fossem tão macios.
Por engano, eu dei um leve sinal de que estava acordado, e ela se levantou na hora e saiu do quarto. Depois voltou, como se fosse uma pessoa completamente diferente, e aí veio me acordar.
vendo que o conto anterior teve boa repercussão, vou continuar
ter uma foto da minha mãe nua, além da imagem viva dela posando e esfregando a buceta, foi algo que me gerava muitas emoções, entre as quais a excitação era a mais forte...
quando voltei pro meu quarto, decidi fingir que tava dormindo até minha mãe tentar me acordar na hora do almoço.
dias depois do incidente do pano molhado, comecei a controlar meus passos pela casa e percebi algumas coisas sobre minha mãe, entre as quais consegui identificar certos momentos em que ela precisava aliviar o tesão, na maioria das vezes quando eu me trancava no quarto pra estudar ou jogar, e ela se masturbava segurando os gemidos pra não levantar suspeitas.
decidi manter minhas descobertas em segredo pra minha mãe não se sentir desconfortável com o assunto, então na maioria das vezes tentava me distrair durante as sessões secretas dela.
depois de várias semanas do início do isolamento e do incidente do pano, comecei a ter mais intimidade com a garota que meu amigo me apresentou, e às vezes trocávamos fotos íntimas, mas com a condição de que as fotos não mostrassem nossos rostos nem nada que pudesse nos causar problema no futuro. uma das coisas que a pandemia fez de bom foi que eu já não ligava muito pras datas, então quase esqueci do Dia das Mães, e se não fosse pelo meu pai...
por isso, a data do meu aniversário não foi exceção, e eu tinha esquecido que era 18 de maio. até que um dia minha mãe chegou perto de mim e perguntou o que eu queria de presente, e a conversa foi mais ou menos assim:
mãe: filho, não esquece que dia 18 de maio é seu aniversário, mas lembra que por causa do estado de emergência não podemos convidar ninguém, então esse ano vamos ser só nós dois
eu: eu sei, mãe, não se preocupa. esse ano temos que cuidar dos gastos, então não quero nada
mãe: Muito obrigado, filho, agradeço pela sua compreensão...
Mas quero te dar um presente, já que este ano você oficialmente é um adulto. Me peça o que quiser.
Eu: bom...
Já que tenho vários jogos e estou muito ocupado estudando...
Que tal algo que a gente possa compartilhar os dois nesse dia?
Mãe: Hmmm, mas é o seu presente, então seria melhor você aproveitar sozinho.
Eu: Eu sei, mãe, mas este ano não tenho nada em mente e acho mais fácil a gente curtir junto.
Mãe: Tá bom. Me peça o que quiser e a gente vê como aproveitar os dois.
Eu: Que tal a gente comprar ingredientes e você me ensinar a cozinhar? E já que nunca pude provar nenhuma bebida alcoólica, que tal me comprar uma?
Mãe: Gostei da ideia de te ensinar a cozinhar, mas a parte da bebida é meio...
Eu: Qual é, mãe, oficialmente vou ser adulto, então não vai ter problema. E se você não gostar, pode escolher a bebida. Do mesmo jeito, não entendo nada disso.
Mãe: Tá bom, vou ver o que compro.
Eu: Beleza! Vou esperar ansioso.
.
Chegou o dia do meu aniversário e, depois de voltar das compras, começamos a preparar os pratos passo a passo, conforme minha mãe me ensinava.
Só que a situação não saiu como eu queria, porque às vezes o corpo dela roçava no meu e eu conseguia sentir os peitos dela nas minhas costas. E a lembrança do pano molhado vinha à minha mente. Consegui aproveitar ao máximo o dia.
Chegou a noite e perguntei pra minha mãe sobre a bebida que pedi. Ela me disse que o único licor que tinha consumido na vida era vinho, então foi a única coisa que conseguiu comprar. E, apesar de eu achar meio refinado pra alguém com um gosto nulo por bebidas como eu, aceitei com carinho, já que minha mãe tinha se dedicado a comprar uma marca boa. Mas na hora que tentei levar o vinho pro meu quarto, minha mãe me parou e disse:
Mãe: Aonde você pensa que vai com as garrafas?
Eu: Pro meu quarto, planejei beber enquanto jogo no meu PC.
Mãe: Nada disso. Como é que É a sua primeira vez, tem que beber com supervisão.
Conheci vários caras que passaram mal com bebida por beber sem controle.
Eu: Mas, mãe...
Mãe: Nada de "mas". Você vai beber comigo, assim eu garanto que não vai acontecer nada com você.
Eu: Tá bom...
Depois dessa discussão, minha mãe pegou a garrafa, tirou a rolha, e entre copo e copa a noite foi embora.
De repente, percebi que tinha uma resistência alta aos efeitos da bebida, mas minha mãe, pelo contrário, apagou assim que terminamos a segunda garrafa. Tentei levá-la pro quarto dela pra descansar, mas quando coloquei ela na cama, ela me abraçou e, entre lágrimas, murmurou:
Mãe: N-não me deixa sozinha...
Não me abandona igual seu pai fez.
Com um abraço e um beijo na bochecha, murmurei que não ia fazer isso e deitei do lado dela — o que já não era estranho entre a gente.
E acabei dormindo.
Umas 5 da manhã acordei, mas depois de dar uma olhada na minha mãe, percebi que ela ainda tava meio mal por causa do álcool. Levantei pra pegar um aspirina pra ela e fazer o café da manhã, mas quando cheguei na cozinha, notei que o celular dela tava do lado do fogão.
Lembrando do incidente do pano, comecei a ficar excitado e com uma vontade de bisbilhotar o celular dela — uma vontade que foi mais forte que eu. Peguei o celular, entrei na galeria e levei um baita susto.
Tava cheia de fotos da minha mãe pelada, e em algumas aparecia o mesmo pano, e ela usava uns vibradores, com cuidado pra não acordar. Mandei essas fotos pro meu telefone, sem saber bem pra quê.
Depois disso, preparei o café da manhã e levei um aspirina pra ela.
Com as fotos, o desejo ficou incontrolável. Comecei a me masturbar vendo as fotos dela e a ter fantasias com a minha mãe, e fiquei com ciúmes da pessoa pra quem ela mandava aquelas fotos — porque na hora esqueci de verificar.
As situações estranhas aumentaram, e às vezes eu mesmo provocava, tipo jogando... no chão a barra de sabão quando a gente tomava banho junto, ou abraçando ela por trás quando dividíamos a cama.
Já fazia um mês do meu aniversário e, depois de me abrir mais sobre alguns assuntos com a minha mãe, começaram a rolar umas brincadeiras picantes, tipo piadas sobre minha virgindade ou que ela estava frustrada. Às vezes ela me dava umas palmadas, que parecia até gostar, já que, segundo ela, durante os banhos a gente já tinha visto o corpo um do outro, então não devia ser nada estranho. Mas um dia tudo ficou esquisito quando, depois de eu ter dormido no sofá da sala à tarde, acordei com a minha mãe em cima de mim, me dando uns beijos na boca bem apaixonados, e colocando minha mão nos peitos dela, que pelas fotos eu já sabia que eram bem grandes, mas não imaginava que fossem tão macios.
Por engano, eu dei um leve sinal de que estava acordado, e ela se levantou na hora e saiu do quarto. Depois voltou, como se fosse uma pessoa completamente diferente, e aí veio me acordar.
2 comentários - A pandemia mudou minha família 2
Y gracias por el comentario