Depósito de porra (relato gay) 5ª parte

Me deita na cama de barriga pra cima, coloca minhas pernas nos ombros dele e pega de novo a cueca usada e coloca na minha mão, enquanto começava a meter o pau em mim, puxando a calcinha pro lado, ele manda eu colocar a cueca na cara de máscara. E eu obedeço enquanto ele começa a bombar cada vez mais forte. Depois de um tempo, me vira meio de lado e abaixa só uma perna, e continua metendo a todo vapor, nessa posição era muito mais doloroso. Depois, abaixa minhas duas pernas de lado e segue metendo com a mesma intensidade. Enquanto falava: — Com as pernas juntinhas sente mais pressão, não é, putinha? — diz entre gemidos, enquanto eu tentava me soltar sem sucesso. Volta pra posição inicial com as pernas nos ombros, meu cu já não aguentava mais, mas ele se ajeita pra ficar bem em cima de mim e enquanto sinto ele gozando dentro do meu cu, enchendo ele de porra. Ele começa a falar com um tom excitado e cansado, enquanto continua bombando devagar: — Sabe... que... eu tava procurando... no pornô... alguém que curtisse... — ia falando enquanto recuperava o fôlego. — Alguém que curtisse comer um submisso de dois... — uns segundos de silêncio e continua, — e pra minha surpresa, apareceu um monte. Eu tentando respirar naquela cueca e recuperando o ar, respondo arregalando os olhos: — Que isso?? Além de estar arrombando meu cu, ainda quer me arrombar em dupla, com outro? Como se não tivesse dito nada, ele continua falando sem tirar o pau do meu cu, mesmo já não estando tão duro: — É, essa semana eu falei com vários, alguns eram passivos que nem você, mas eu engatei uns que são ativos de verdade como eu. Um vem amanhã, que eu sabia que você tá de folga, então não tem como você fugir, não me faz passar vergonha. — Comentava como se eu fosse um boneco dele e eu fosse o errado se recusasse ser comido por qualquer um. E continua: — E tenho mais uns aí, que eu preciso confirmar o dia e o horário que podem vir. — Cê tá louco, passou do ponto. Que nada, minha bunda é minha. Quantos você quer que me comam? Tirei a cueca que já tava me sufocando, não sou seu passivo submisso, porra. Ele continuava me ignorando e falando, imaginando o que ia rolar: "Sabe que lindo, como você vai adorar ter ela no cu e na boca ao mesmo tempo. Além disso, assim depiladinho e com a tanga e as meias, eles vão ficar apaixonados." Enquanto eu me levantava e colocava a pica na boca. E ele continuava falando: "Limpa ela um pouquinho que não tô a fim de ir no banheiro, tô com um sono do caralho, sua bunda me esgota", enquanto dava um sorrisinho. Ainda tinha cheiro de ovo da cueca e agora tava com a pica leitada e com cheiro de cu enfiada na boca. Enquanto chupava, a única coisa que pensava era se ele tava falando sério e se tinha falado com outros caras pra virem me comer a dois, com certeza era zoação. Depois de um tempo, satisfeito com como deixou a pica, ele fala: "Agora sim... valeu, lindo. Vai se limpar e dormir um pouco." Fui pro banheiro, tomei um banho pra tirar o cheiro de pica e ovo de todo canto, tirei toda aquela roupa e fui pro meu quarto, tranquei a porta. Vejo o Walter ir pro banheiro e sinto ele colocar toda a roupa na máquina de lavar e ligar. Eu ignorei e me deitei pelado, fiquei matutando até pegar no sono umas 6 da manhã. Acordo com o despertador e vejo a hora, era 2 da tarde. Fui no banheiro, voltei e me joguei na cama ainda cansado. Daqui a pouco sinto alguém deitar em cima de mim, era o Walter. Aí percebi que não tinha trancado a porta do quarto de novo, e ele fala: "Acordou, já era hora." Enquanto apalpa minha bunda. Antes de reclamar pra tirar ele de cima de mim, ele enfia algo no meu cu e sinto encher de líquido. "Outro enema, filho da puta, deixa meu cu quieto." Morrendo de rir, porque eu começava a me cagar. Ele fala: "Fica tranquilo que você vai se cagar todo." Fico mais calmo um pouco até que a vontade de ir no banheiro me vence. Tiro ele de cima de mim, vou no banheiro, faço tudo e me limpo bem no bidê. enquanto eu xingava pra mim mesmo por não me deixar em paz, mesmo no fundo adorando. Vejo que em cima da pia estavam a calcinha fio dental e as meias limpas e secas. Com um cartaz rústico escrito "coloca isso". Visto tudo, e penso: será que ela quer me ver assim ou quer continuar fudendo? Volto pro quarto e ela não estava. E agora, pra onde foi, me pergunto, e me jogo de novo na cama de bruços. Como ela não voltava, fecho os olhos e começo a pegar no sono, mesmo ouvindo a porta da rua. E penso: caralho, ela foi embora. Mas não, ouço alguém se despindo às pressas. Um minuto depois, sinto que alguém se joga em cima de mim de novo e começa a me acariciar e beijar minha nuca, e um cheiro de suor me envolveu automaticamente e eu digo: — Achei que tinha escapado, que você tinha ido embora. E me responde outra voz, que não era do Walter, mais rouca e firme: — Não, lindo, tô com muita vontade de você desde que me mostrou aquele vídeo chupando a pica do seu amigo, diz num tom claramente paraguaio, que lindo que você me recebe assim. Fico petrificado, era real contato de um cara de Poringa, e ainda se passou por mim, como se eu estivesse procurando ele, e pra piorar, mandou o vídeo de como eu chupava a pica na primeira vez: — Vamos nos divertir muito, ele dizia enquanto não parava de me apalpar de cima a baixo, dar uns tapas de vez em quando na minha bunda. Coloca dois dedos na minha boca de lado pra eu chupar como se fosse uma pica. A mão era enorme e calejada, como de homem da construção. Enquanto continuava me beijando e apalpando, sentia a pica dele já dura, brincando entre minhas nádegas. Ouço a voz do Walter entrando no quarto: — Epa, Raul, vejo que já começaram sem mim. Ao vê-lo, também já estava pelado, mas só se masturbando pra ir endurecendo aos poucos, e o chama pelo nome pra eu saber como se chamava. — Raul me contou que acabou de sair da obra e que você disse pra ele vir assim mesmo, que você adora homem com cheiro de homem e pica com gosto de pica, não te imaginava tão promíscuo. Raul ri e completa. — É, me surpreendeu um pouco. A maioria gosta que a gente esteja bem limpinho, mas quando o cara curte a putaria, ele curte a putaria. Enquanto enfiava os dedos na minha boca até eu ter ânsia.
— Acho que ele quer a piroca — completa Walter, se referindo a eu chupar o pau do Raul.
— Cê acha? — diz Raul, se levantando de cima de mim, mas sem tirar os dedos da minha boca, brincando com minha língua. Ele se ajeita na minha frente e me levanta um pouco. Eu continuei chupando os dedos dele, e o cheiro de pau e saco já me deixava doida. Aí eu vejo: um cara de quarenta e poucos anos, meio grisalho, mas com cabelo cheio, corpo bem peludo. O pau era menor que o do Walter. E ele começa a falar:
— Bom, vamos ver como o moleque pega a mamadeira.
Ele tira os dedos e coloca o pau na minha boca. A ânsia vem na hora. Quando tento puxar a cabeça, Walter me segura pela nuca e diz:
— Você já falou que gosta, agora engole.
Enquanto me bombava em cima do pau do Raul, ele continuou:
— Segura com as duas mãos e fode a boca dele, que ele adora.
Sem pensar, ele começou a bombar com toda força no pau dele.
— Minha mulher nem deixa eu chegar perto com um cheirinho de chulé, e esse aqui come meu pau como se fosse nada — completa Raul, enquanto com uma mão segurava minha nuca e a outra procurava meu cu, começando a dedar.
— É, ele adora — acrescenta Walter, se ajeitando atrás de mim, levantando minha cintura e ajudando a mão do Raul a enfiar o dedo dele e o do Walter no meu cu, os dois brincando juntos.
Walter começa a encostar o pau, e Raul tira a mão, que já tocava os dedos dele. Walter diz:
— Olha só, ele adora sentir tudo junto, esse putinho.
Raul responde com um sorriso e aproxima a mão de novo. Então, enquanto ele começa a meter o pau, brigava pra entrar junto com o dedo do Raul. Eu morria de dor, entre uma ânsia e outra. Quando o pau entra inteiro, Raul tira a mão e, com as duas mãos, bomba minha cabeça, enquanto Walter bombava meu cu. Cu. Entre gemidos, Raul pergunta:
— Você sempre come ele no pelo, sem camisinha?
— Sim, faz meses — respondeu, e completou — esse putinho sempre faz um enema antes pra deixar o cu limpinho.

Enquanto isso, eu pensava: "que filho da puta, se é a terceira vez que ele me come e a primeira foi semana passada".
— Uff, que gostoso — disse Raul — vamos trocar, que tô morrendo de vontade de te comer.

Eles diminuíram o ritmo e trocaram de lugar. Mal deu tempo de eu respirar, já tava com a pica do Walter na boca e a pica do Raul entrando no meu cu enquanto ele puxava a tanga. Até que ele começou a bombar. Era claramente mais forte que o Walter, então, mesmo tendo uma pica menor, a bombada era tão forte que eu tinha que tirar a pica da boca de tanta dor. Mas o Walter colocava de volta quase na hora e mantinha minhas mãos presas na minha nuca pra eu não parar o ritmo daquela foda que tava me matando.

Depois de um tempão, quando eu já não aguentava mais, o Walter, que ficava metendo e tirando a pica, me fez chupar as bolas dele e começou a se masturbar. E falou pro Raul, entre gemidos:
— Olha como o putinho engole a porra.

Enquanto isso, o Raul não parava de bombar e bombar. Ele gozou na minha cara, mas com o vai e vem não conseguiu gozar na minha boca. Mesmo assim, continuei chupando ele como sempre faço quando ele goza, pra limpar. E o Raul comentou:
— Desculpa, é que eu demoro pra gozar.

E continuou bombando, entre gemidos e comentários como "que cu lindo", "ficaria o dia inteiro aqui", "você gosta, putinho?", entre muitos outros.

Quando terminei de chupar a pica do Walter do jeito que dava, ele saiu pro lado e disse:
— Vou deixar você terminar.

Ao mesmo tempo, pegou o celular e começou a filmar. Isso pareceu motivar o Raul, porque ele começou a bombar com mais força. Tirava, me virava de lado, colocava uma perna no ombro, as duas. Até que, depois de um tempo que pra mim foi eterno, senti ele gozar e senti o cu cheio, lotado de porra quente. Enquanto eu tava de barriga pra cima, ele deitou em cima de mim e o cheiro de suor era forte. Invencível, Walter percebe a cara de nojo que eu faço e comenta:

— Ele adora chupar axilas.

— Sério? — Raul se recompõe e levanta o braço.

E antes que eu recuse, Walter continua:

— É o que ele mais gosta.

E ajeitando o braço dele com a axila em cima da minha boca, ele fala:

— Vai, lambe tudo.

Lambo duas ou três vezes, e entre o cheiro e o gosto de chulé, quase vomitei de ânsia. E Raul meio que achava graça das lambidas, mas diz:

— Nada, não gosta, trouxa — fala pro Walter, e continua: — Mas já que lambeu uma, lambe a outra.

E troca o braço, morrendo de rir. Enquanto eu lambia, ele ainda fala pro Walter:

— Ele é submisso, submisso mesmo, o promíscuo. Embora seja mais quietinho do que no chat.

E tirando o braço, ele pega minha cara e começa a me beijar de boca aberta, me forçando a abrir bem a boca enquanto enfiava a língua com violência. E ao se separar, diz:

— Adoraria um segundo round, mas minha mulher vai desconfiar.

Então se levanta, se veste. Walter acompanha ele até a porta enquanto vão comentando como curtiram e organizando pra repetir. Depois de marcar um segundo encontro, ele se despede e volta pro quarto. Assim que entra, eu ainda estava deitado de barriga pra cima, e ele diz:

— Você adorou, né? — esboçando um sorriso. — Essa semana tenho que marcar com mais dois, e o Raul falou que tem um colega que com certeza quer te conhecer. Então você vai ficar ocupado de agora em diante.

Eu não conseguia acreditar em tudo que tinha acontecido e o quanto tinha gostado, mas não ia dar o braço a torcer. Ia bancar o durão e só respondi:

— Vai tomar no cu!

Fim.

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