Enquanto eu dizia que não ia colocar a tanga, custe o que custar. Ouço baterem na porta do banheiro, e eu, ajoelhado como estava, fico em silêncio. Sabendo que era a gatinha que estava comigo no quarto, Walter pergunta:
- Sim, quem é? Tá ocupado.
- Sou a Vanesa, tava dormindo com seu colega de apê, mas ele sumiu. Sabe onde ele tá?
Morrendo de rir, Walter me olha e fala baixinho:
- Quer que eu diga que o garanhão dela tá comendo minha rola?
Enquanto continua rindo baixinho. Eu balanço a cabeça dizendo que não, e ele continua:
- Então coloca a tanga.
- Sim, ok, mas não fala nada.
Me levanto como dava, já que o box do chuveiro não é muito grande. Enquanto termino de colocar a tanga de costas pro Walter, ouço ele abrir a porta do banheiro só um pouquinho e falar:
- Desculpa, mas tô apertada pra mijar. Te incomoda se eu usar o banheiro?
- Não, não, responde Walter. Se você não se incomoda de um desconhecido estar tomando banho, e ri abertamente.
Eu, mudo que nem uma estátua. Ele me pressiona contra a parede, puxa a tanga de lado e começa a meter no meu cu enquanto continuava falando com a gatinha, que entrava tímida no banheiro.
- Esse cara deve estar no terraço. Às vezes ele surta e vai tomar um ar.
- Mas podia avisar, responde a gatinha.
- É um desligado, tem que dar um jeito nele, ele fala chegando perto do meu ouvido e enfiando com força pra meter tudo de uma vez no meu cu.
Enquanto começava a bombar devagar, embora cada estocada fosse bem forte, tirando a rola toda e enfiando de novo, pra me forçar a soltar um gemido que eu segurava como podia. Ele continua falando com a gatinha.
- E onde vocês se conheceram?
- Na balada Ramos, responde ela.
- Ah, legal. Daí vieram pra cá? E você curtiu? enquanto metia fundo, e continuava, ele te tratou bem? enquanto tirava e enfiava de novo, respirando pesado no meu ouvido.
- Sim, curti sim, responde ela, mas com um tom envergonhado, e continua, você é sem noção, hein!
- Nada. desculpa, linda, mas com ele a gente é super unido, ele me alivia o estresse sempre e sabe todo meu rolê, se aproximando do meu ouvido de novo enquanto me penetrava com força e continua falando, e eu sempre que posso dou meu apoio: - que bom que vocês são tão amigos, responde inocentemente enquanto terminava o que tava fazendo e continua, vou pro quarto esperar ele voltar. Walter responde rápido: - termino aqui e saio, e a gente toma um café, que tal pra esperar ele? Ela fica pensando e responde: - bora, e sai do banheiro. Assim que ela fecha a porta, ele começa a bombar muito mais forte e rápido, me fazendo gemer de dor enquanto eu pedia pra ele aliviar um pouco, ele me responde: - que delícia, agora vou encher teu cu de porra e vou pegar sua mina e vou fuder ela no teu quarto, tudo entre gemidos e uma bombada constante. E continua, assim fica claro que o Alfa sou eu e que tudo passa pelo meu pau. Depois de um tempo que ele continuava bombando e me chamando de "seu putinho pessoal", algo que não tinha feito até agora. Que adorava que eu fosse submisso. Ele arruma a tanga no lugar e me fala enquanto lavava o pau no jato do chuveiro, embora não tivesse gozado: - agora vou comer essa gostosa e você se depila toda a raba, as bolas e as pernas até o joelho pelo menos, a barriga. - que isso??? nem fodendo! Respondo indignado. Me ignorando completamente: - mas não sou eu que quero, você também quer, ali no quarto tenho o aparador elétrico. Espera um pouco aqui que quando eu levar a gostosa pro teu quarto, você vai pro meu. Depois coloca a tanga de novo, enquanto amassa um pouco minha bunda e termina falando, você vai ser meu putinho, depilado, de tanga e vai adorar. Ele arruma o cabelo e sai do banheiro apagando as luzes mas deixando a porta entreaberta, só com a toalha na cintura e com o pau claramente duro. Walter não é muito atraente, mas o papo dele é de outro nível. E apesar de ter minhas dúvidas, depois de 15 minutos, eu espio e não tinha ninguém na sala. Vou No quarto, agora tudo estava no lugar, a cama arrumada, e eu notei que na primeira gaveta do armário estava a máquina. Quase não fazia barulho, muito menos com a porta fechada, e funcionava perfeitamente. Mas eu não entendia por que ele tinha aquilo, já que ele era bem peludo e só raspava o rosto, e nem sempre. Mesmo assim, não acreditava que estava obedecendo ele em tudo. Quando quase terminei, depois de poucos minutos, a porta do quarto se abre e meu coração foi pra garganta. Era o Walter entrando peladão. Ele fecha a porta e comenta: — Assim que eu gosto, viu que você é promíscua, promíscua, toma. E tira da mesma gaveta um pote de creme hidratante e continua: — Passa isso aqui, não quero que você me fure todo. E segue: — E coloca a tanga e essas meias. E tira de outra gaveta umas meias 3/4 também rosa. — Que filho da puta, quer que eu seja toda uma puta pra você, né? Ele se caga de rir enquanto se massageia o pau e responde: — Nada, puta não. Desde que você veio chupar meu pau, te transformei na minha promíscua, pra poder descarregar no seu cu todas as minhas fantasias. Pega o notebook e coloca o vídeo da primeira chupada de pau que eu dei nele. Enquanto eu colocava as meias e a tanga: — Você não apagou. Respondo: — Não vou apagar, sabe quantas punhetas eu já bati até agora? Mais ainda, assim como você está, bate uma até gozar vendo sua própria chupada. — E a novinha, como é que fica? Pergunto: — Ah, despachei ela, então tenho que descontar em você. Então vai, bate rápido, que eu quero você bem submisso. Ele ordena, com uma cara de tesão. Eu tiro o pau pela lateral da tanga e começo a me sacudir. Mas tinha transado tanto naquela noite que demorei pra endurecer. Continuei um pouco mais até conseguir gozar. Assim que terminei, ele me joga um rolo de papel toalha pra eu limpar o pau. Pega uma cueca do chão, se aproxima e coloca na minha cabeça. A cueca era daquelas com abertura. Então ele coloca até minha boca ficar na altura da abertura. Mas ele O calção tinha um cheiro de ovo que não dava pra aguentar, e antes que eu reclamasse, ele me pega pelo braço e me joga na cama de barriga pra cima, com a cabeça pendurada, e enfia a pica na minha boca, me engasgando de uma vez. Ele fica na posição 69, mas não toca na minha pica e, puxando minha tanga, começa a enfiar os dedos um por um até conseguir colocar dois de cada mão, enquanto bombava minha boca. Eu não sabia o que me fodia mais: a pica que me sufocava, o cheiro da cueca ou o cu se abrindo. Enquanto isso, ele falava: — Olha como sua bunda pequena vai se abrindo, quer pica no cu, não quer? Se você tá morrendo de vontade. Ele falava e respondia sozinho, e continuava: — O senhor come as minas, e já que você não pode, tenho que te foder de novo. De repente, ele sai de cima de mim e vai pro armário, me vira de barriga pra baixo e manda aquele mesmo líquido da outra vez. Ou seja, ia me dar outro enema. Depois de alguns minutos, vou ao banheiro, descarrego tudo e me vejo depilada, de tanga e meia três-quartos. Quando volto pro quarto dele, ele estava largado na cama com aquele vídeo maldito em loop, e me pede pra desfilar um pouco enquanto ele não parava de se masturbar. E assim eu fiz, mesmo muito desengonçada e brusca. Quando cheguei perto dele, ele diz: — Já tá com o cu vazio, agora vamos encher ele. Continua na parte 5.
- Sim, quem é? Tá ocupado.
- Sou a Vanesa, tava dormindo com seu colega de apê, mas ele sumiu. Sabe onde ele tá?
Morrendo de rir, Walter me olha e fala baixinho:
- Quer que eu diga que o garanhão dela tá comendo minha rola?
Enquanto continua rindo baixinho. Eu balanço a cabeça dizendo que não, e ele continua:
- Então coloca a tanga.
- Sim, ok, mas não fala nada.
Me levanto como dava, já que o box do chuveiro não é muito grande. Enquanto termino de colocar a tanga de costas pro Walter, ouço ele abrir a porta do banheiro só um pouquinho e falar:
- Desculpa, mas tô apertada pra mijar. Te incomoda se eu usar o banheiro?
- Não, não, responde Walter. Se você não se incomoda de um desconhecido estar tomando banho, e ri abertamente.
Eu, mudo que nem uma estátua. Ele me pressiona contra a parede, puxa a tanga de lado e começa a meter no meu cu enquanto continuava falando com a gatinha, que entrava tímida no banheiro.
- Esse cara deve estar no terraço. Às vezes ele surta e vai tomar um ar.
- Mas podia avisar, responde a gatinha.
- É um desligado, tem que dar um jeito nele, ele fala chegando perto do meu ouvido e enfiando com força pra meter tudo de uma vez no meu cu.
Enquanto começava a bombar devagar, embora cada estocada fosse bem forte, tirando a rola toda e enfiando de novo, pra me forçar a soltar um gemido que eu segurava como podia. Ele continua falando com a gatinha.
- E onde vocês se conheceram?
- Na balada Ramos, responde ela.
- Ah, legal. Daí vieram pra cá? E você curtiu? enquanto metia fundo, e continuava, ele te tratou bem? enquanto tirava e enfiava de novo, respirando pesado no meu ouvido.
- Sim, curti sim, responde ela, mas com um tom envergonhado, e continua, você é sem noção, hein!
- Nada. desculpa, linda, mas com ele a gente é super unido, ele me alivia o estresse sempre e sabe todo meu rolê, se aproximando do meu ouvido de novo enquanto me penetrava com força e continua falando, e eu sempre que posso dou meu apoio: - que bom que vocês são tão amigos, responde inocentemente enquanto terminava o que tava fazendo e continua, vou pro quarto esperar ele voltar. Walter responde rápido: - termino aqui e saio, e a gente toma um café, que tal pra esperar ele? Ela fica pensando e responde: - bora, e sai do banheiro. Assim que ela fecha a porta, ele começa a bombar muito mais forte e rápido, me fazendo gemer de dor enquanto eu pedia pra ele aliviar um pouco, ele me responde: - que delícia, agora vou encher teu cu de porra e vou pegar sua mina e vou fuder ela no teu quarto, tudo entre gemidos e uma bombada constante. E continua, assim fica claro que o Alfa sou eu e que tudo passa pelo meu pau. Depois de um tempo que ele continuava bombando e me chamando de "seu putinho pessoal", algo que não tinha feito até agora. Que adorava que eu fosse submisso. Ele arruma a tanga no lugar e me fala enquanto lavava o pau no jato do chuveiro, embora não tivesse gozado: - agora vou comer essa gostosa e você se depila toda a raba, as bolas e as pernas até o joelho pelo menos, a barriga. - que isso??? nem fodendo! Respondo indignado. Me ignorando completamente: - mas não sou eu que quero, você também quer, ali no quarto tenho o aparador elétrico. Espera um pouco aqui que quando eu levar a gostosa pro teu quarto, você vai pro meu. Depois coloca a tanga de novo, enquanto amassa um pouco minha bunda e termina falando, você vai ser meu putinho, depilado, de tanga e vai adorar. Ele arruma o cabelo e sai do banheiro apagando as luzes mas deixando a porta entreaberta, só com a toalha na cintura e com o pau claramente duro. Walter não é muito atraente, mas o papo dele é de outro nível. E apesar de ter minhas dúvidas, depois de 15 minutos, eu espio e não tinha ninguém na sala. Vou No quarto, agora tudo estava no lugar, a cama arrumada, e eu notei que na primeira gaveta do armário estava a máquina. Quase não fazia barulho, muito menos com a porta fechada, e funcionava perfeitamente. Mas eu não entendia por que ele tinha aquilo, já que ele era bem peludo e só raspava o rosto, e nem sempre. Mesmo assim, não acreditava que estava obedecendo ele em tudo. Quando quase terminei, depois de poucos minutos, a porta do quarto se abre e meu coração foi pra garganta. Era o Walter entrando peladão. Ele fecha a porta e comenta: — Assim que eu gosto, viu que você é promíscua, promíscua, toma. E tira da mesma gaveta um pote de creme hidratante e continua: — Passa isso aqui, não quero que você me fure todo. E segue: — E coloca a tanga e essas meias. E tira de outra gaveta umas meias 3/4 também rosa. — Que filho da puta, quer que eu seja toda uma puta pra você, né? Ele se caga de rir enquanto se massageia o pau e responde: — Nada, puta não. Desde que você veio chupar meu pau, te transformei na minha promíscua, pra poder descarregar no seu cu todas as minhas fantasias. Pega o notebook e coloca o vídeo da primeira chupada de pau que eu dei nele. Enquanto eu colocava as meias e a tanga: — Você não apagou. Respondo: — Não vou apagar, sabe quantas punhetas eu já bati até agora? Mais ainda, assim como você está, bate uma até gozar vendo sua própria chupada. — E a novinha, como é que fica? Pergunto: — Ah, despachei ela, então tenho que descontar em você. Então vai, bate rápido, que eu quero você bem submisso. Ele ordena, com uma cara de tesão. Eu tiro o pau pela lateral da tanga e começo a me sacudir. Mas tinha transado tanto naquela noite que demorei pra endurecer. Continuei um pouco mais até conseguir gozar. Assim que terminei, ele me joga um rolo de papel toalha pra eu limpar o pau. Pega uma cueca do chão, se aproxima e coloca na minha cabeça. A cueca era daquelas com abertura. Então ele coloca até minha boca ficar na altura da abertura. Mas ele O calção tinha um cheiro de ovo que não dava pra aguentar, e antes que eu reclamasse, ele me pega pelo braço e me joga na cama de barriga pra cima, com a cabeça pendurada, e enfia a pica na minha boca, me engasgando de uma vez. Ele fica na posição 69, mas não toca na minha pica e, puxando minha tanga, começa a enfiar os dedos um por um até conseguir colocar dois de cada mão, enquanto bombava minha boca. Eu não sabia o que me fodia mais: a pica que me sufocava, o cheiro da cueca ou o cu se abrindo. Enquanto isso, ele falava: — Olha como sua bunda pequena vai se abrindo, quer pica no cu, não quer? Se você tá morrendo de vontade. Ele falava e respondia sozinho, e continuava: — O senhor come as minas, e já que você não pode, tenho que te foder de novo. De repente, ele sai de cima de mim e vai pro armário, me vira de barriga pra baixo e manda aquele mesmo líquido da outra vez. Ou seja, ia me dar outro enema. Depois de alguns minutos, vou ao banheiro, descarrego tudo e me vejo depilada, de tanga e meia três-quartos. Quando volto pro quarto dele, ele estava largado na cama com aquele vídeo maldito em loop, e me pede pra desfilar um pouco enquanto ele não parava de se masturbar. E assim eu fiz, mesmo muito desengonçada e brusca. Quando cheguei perto dele, ele diz: — Já tá com o cu vazio, agora vamos encher ele. Continua na parte 5.
0 comentários - Depósito de porra (relato gay) 4ª parte