Eu dormia no mesmo quarto dos meus pais.Olá, a primeira coisa que quero fazer é pedir desculpa se meu relato não for lá essas coisas, é a primeira vez que escrevo e pensei que o que aconteceu comigo há um bom tempo poderia excitar muita gente.
Começo meu relato dizendo que meu nome é Rafael e que quando eu tinha 20 anos, minha família era composta pelo meu pai Ramón, de 45 anos, minha mãe Luísa, de 43 anos, e minhas duas irmãs, Laura de 17 e Rocío de 19. Meu pai era um homem — digo "era" porque ele morreu há uns dois anos —, bom, voltando ao que interessa, meu pai era um cara muito bonito, forte e alto, um baita homem. As mulheres da cidade toda ficavam de olho nele. Minha mãe também é uma mulher muito gostosa, aos 43 anos tinha um corpo que não parecia de quem teve três filhos, era uma verdadeira jaca: peitos grandes e firmes, uma bunda que enlouquecia qualquer cara e um rosto lindo. E minhas irmãs, pelo que dava pra ver, tinham herdado a beleza da minha mãe e o corpo impressionante dela. Não é por estar me descrevendo, mas eu também não era nada mal: meço 1,70m, corpo magro mas forte, e uma pica de 19 cm.
Bom, minha história começa numa cidade da Andaluzia, não dou mais detalhes pelo que pode acontecer. Nós éramos uma família com pouquíssimos recursos, já que o único homem da família que trabalhava era meu pai. E mesmo passando o dia todo no campo, nunca tínhamos sorte com as colheitas. Também era um homem só pra muito trabalho, eu ajudava no que podia, mas não tinha jeito de sair do buraco. Nossa casa ficava bem afastada da cidade e era bem pequena: só tínhamos dois quartos, a sala e a cozinha, e como banheiro, o quintal. A distribuição era a seguinte: minhas duas irmãs dormiam num quarto, e meus pais e eu no outro. A ideia da minha mãe era juntar um dinheiro pra comprar um sofá-cama pra eu dormir, mas não tinha jeito de fazer grana. E agora vou direto ao ponto, como eu disse antes, eu Dormia com meus pais e, como já disse, eu sempre estava mais quente que o ferro de passar. Meus pais tinham o costume de dar duas gozadas por semana, e eu já sabia bem quando isso ia acontecer, porque no dia em que meu pai estava com vontade, ele passava o dia inteiro atrás da minha mãe com carícias e apalpadelas. Nesses dias, eu me deitava mais cedo, dizendo que estava com muito sono, pra que meus pais, quando chegassem, não perdessem tempo esperando eu dormir. A coisa sempre começava do mesmo jeito, bem devagar: meu pai ia passando a mão nela, e minha mãe ficava de olho pra ver se eu não estava acordado. Aos poucos, ela se deixava levar, parava de vigiar. Era sempre igual: meu pai começava a apalpar os peitos dela, passava a mão por cima da camisola e ia tirando tudo pra chupar com vontade aqueles dois bicos enormes que ela tinha. Meu Deus, que dois pedaços de peito, como me deixavam louco! Enquanto isso, eu, debaixo dos lençóis, batia umas punhetas do caralho. Meu pai continuava descendo a mão pela barriga dela até chegar na buceta dela. Uma buceta que, sinceramente, me deixava cego de tanta pelança, mas que meu pai ia abrindo com os dedos: primeiro um, depois dois, três... Hooooooo, Deus, como me lembro disso, como me excita, como minha mãe suspirava! Meu pai, com o pau dele esfregando por trás, que maravilha. Ela dizia: "Ramón, não para, por favor, não para, continua, você me deixa louca, que pau você tem, filho da puta! Você tá roçando minha bunda e parece que vai sair pela frente. Continua com seus dedos, não para." Eu, já com os olhos arregalados, nem disfarçava mais os movimentos debaixo dos lençóis. Quando meu pai se cansava de enfiar os dedos, ele descia e começava a chupar a buceta dela de um jeito impressionante. Foi com ele que aprendi como se deve chupar uma boa buceta. Minha mãe pegava a cabeça dele e parecia que queria enfiar ela inteira na buceta. Só dizia: "Continua, não para, que língua você tem, filho da putaaaaaaaa! Continua, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiim, siiiiiiiiiiiiiiiiiim, meeeeeee! cooooorrooooooooo segueeeeeeeeeeeeeeeeee que bom que gostoooooooooooooooooso depois meu pai subia e falava como você gozou putinha minha, agora quero gozar dentro de você, quero afogar sua buceta de porra, ele subia em cima colocava uma perna de cada lado e metia até o fundo de uma só vez, assim aproveita vagabunda isso é o que eu quero que você aproveite com meu pau dentro de você, siiiiiiii continuaaaaaaaaa não tira, como você fode bem caralhoooooooooooooooooão como você faz tudo direito, meu pai ficava louco com isso, manuseava ela como se fosse uma pena virava ela colocava de quatro e comia o cu dela que jeito de aproveitar minha mãe siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii queeeeeeeeeeeeeeee gostooooooooooooooooooooo mete aí sua língua até o fundo continuaaaaaaaaa que gostoooooooooooooooooooo siiiiiiiiiiiiiiiiiiiii metia dois dedos na buceta e um no cu, ia deixando ela doida, acho que pra eles que estão sozinhos no quarto porque já não se seguravam mais, ela pedia mais e mais que tesuda ficava, e meu pai não se segurava metia três dedos na buceta e dois no cu siiiiiiiiiiiiiiiiii continuaaaaaaaaaaaaaaaaa me fode logo caralhoooooooooooooão e meu pai fazia charme o que você quer que eu te coma siiiiiiiiiiiiii então me pede de novo siiiiiiiiiiiii me fodeeeeeeeeee me fodeeeeeeeeeeee você me mataaaaaaaaaaaaaa caralhoooooooooooooão é isso que eu quero vagabunda te matar de prazer siiiiiiiii haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa meeeeeeeeeeeeeeeeee gooooooooooooooooooooooooooooooooooo haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que prazer você me dá querido, meu pai limpava o pau como podia e minha mãe ficava exausta um tempinho na cama, e depois pelada enxaguava a buceta numa bacia que tinha no quarto, e eles dormir e eu terminar uma masturbação fabulosa.
Isso é o que acontecia entre meus pais mas eu não queria ficar de fora, eu queria conseguir alguma coisa e consegui queria conseguir, uma daquelas noites em que eu sabia que não ia rolar nada entre eles, me deitei do lado deles e quando já tava há umas hora deitado e eu ouvia meu pai roncando, me decidi: eu queria tocar aquele corpo. minha mãe dormia com uma camisola bem curtinha e sem sutiã. com o coração na boca e a pica na mão, fui abaixando o lençol que cobria ela. que maravilha, meu deus, ali estava ela na minha frente, de barriga pra cima, com a camisola levantada, dava pra ver a calcinha e uns pelinhos saindo pela lateral. mas eu já não queria parar. comecei a tocar os peitos dela bem devagar, com muito cuidado, tirei um peito pra fora. siiiiiiiiiii, que maravilha, meu deus. passei a língua bem devagar, com medo. e o medo que me deu quando ela deu um suspiro, mas continuava dormindo. a cada passo eu ia perdendo o medo e me decidi a tirar o outro peito também. siiiii, amassei eles igual vi meu pai fazer. minha mãe cada vez respirava mais rápido e eu já não aguentava mais, não parava de bater uma pra pica até gozar nos peitos dela. acho que o gozo chegou até meu pai, que tava no outro lado da cama. do jeito que deu, limpei os peitos dela, guardei de novo e cobri ela. que gostoso dormi aquela noite, mas o que aconteceu naquele dia não parou por aí. cada vez fiquei mais audacioso e queria ir mais longe, e aconteceu o que tinha que acontecer. uma noite, enquanto tava naquela faina com os peitos dela, quis tocar a buceta dela e toquei sim, pra caralho. abaixei a calcinha dela até o meio da perna e fui enfiando um dedo. ooooooooooooo, que lindo, tava escorrendo, que maravilha. com muito cuidado, tirei a calcinha de uma perna e me deitei na frente daquela buceta maravilhosa. que linda, que gostosa, que delícia. bem devagarzinho, fui passando a língua. unnnnnnnnn, siiiiiiii, que maravilha, eu tava no céu, esfregando a pica no colchão. nisso, sinto minha mãe segurar minha cabeça e começar a querer enfiar minha cabeça mais pra dentro. siiiiiiiiiiii, continuaaaaaaaaaaaaaaaaa unnnnnnnnnnnnn mmmmmmmmmmmmmmmmm que delícia que cê tá fazendo hoje, seu filho da puuuuuuuuuuuuuuuta, o que cê tá fazendo comigo siiiiiiiiiiiiii, não tinha dúvida, minha mãe achava que eu era meu pai e eu queria morrer, continuei chupando sem parar, morrendo de medo dela ver meu rosto, o que seria, meu deus.
Começo meu relato dizendo que meu nome é Rafael e que quando eu tinha 20 anos, minha família era composta pelo meu pai Ramón, de 45 anos, minha mãe Luísa, de 43 anos, e minhas duas irmãs, Laura de 17 e Rocío de 19. Meu pai era um homem — digo "era" porque ele morreu há uns dois anos —, bom, voltando ao que interessa, meu pai era um cara muito bonito, forte e alto, um baita homem. As mulheres da cidade toda ficavam de olho nele. Minha mãe também é uma mulher muito gostosa, aos 43 anos tinha um corpo que não parecia de quem teve três filhos, era uma verdadeira jaca: peitos grandes e firmes, uma bunda que enlouquecia qualquer cara e um rosto lindo. E minhas irmãs, pelo que dava pra ver, tinham herdado a beleza da minha mãe e o corpo impressionante dela. Não é por estar me descrevendo, mas eu também não era nada mal: meço 1,70m, corpo magro mas forte, e uma pica de 19 cm.
Bom, minha história começa numa cidade da Andaluzia, não dou mais detalhes pelo que pode acontecer. Nós éramos uma família com pouquíssimos recursos, já que o único homem da família que trabalhava era meu pai. E mesmo passando o dia todo no campo, nunca tínhamos sorte com as colheitas. Também era um homem só pra muito trabalho, eu ajudava no que podia, mas não tinha jeito de sair do buraco. Nossa casa ficava bem afastada da cidade e era bem pequena: só tínhamos dois quartos, a sala e a cozinha, e como banheiro, o quintal. A distribuição era a seguinte: minhas duas irmãs dormiam num quarto, e meus pais e eu no outro. A ideia da minha mãe era juntar um dinheiro pra comprar um sofá-cama pra eu dormir, mas não tinha jeito de fazer grana. E agora vou direto ao ponto, como eu disse antes, eu Dormia com meus pais e, como já disse, eu sempre estava mais quente que o ferro de passar. Meus pais tinham o costume de dar duas gozadas por semana, e eu já sabia bem quando isso ia acontecer, porque no dia em que meu pai estava com vontade, ele passava o dia inteiro atrás da minha mãe com carícias e apalpadelas. Nesses dias, eu me deitava mais cedo, dizendo que estava com muito sono, pra que meus pais, quando chegassem, não perdessem tempo esperando eu dormir. A coisa sempre começava do mesmo jeito, bem devagar: meu pai ia passando a mão nela, e minha mãe ficava de olho pra ver se eu não estava acordado. Aos poucos, ela se deixava levar, parava de vigiar. Era sempre igual: meu pai começava a apalpar os peitos dela, passava a mão por cima da camisola e ia tirando tudo pra chupar com vontade aqueles dois bicos enormes que ela tinha. Meu Deus, que dois pedaços de peito, como me deixavam louco! Enquanto isso, eu, debaixo dos lençóis, batia umas punhetas do caralho. Meu pai continuava descendo a mão pela barriga dela até chegar na buceta dela. Uma buceta que, sinceramente, me deixava cego de tanta pelança, mas que meu pai ia abrindo com os dedos: primeiro um, depois dois, três... Hooooooo, Deus, como me lembro disso, como me excita, como minha mãe suspirava! Meu pai, com o pau dele esfregando por trás, que maravilha. Ela dizia: "Ramón, não para, por favor, não para, continua, você me deixa louca, que pau você tem, filho da puta! Você tá roçando minha bunda e parece que vai sair pela frente. Continua com seus dedos, não para." Eu, já com os olhos arregalados, nem disfarçava mais os movimentos debaixo dos lençóis. Quando meu pai se cansava de enfiar os dedos, ele descia e começava a chupar a buceta dela de um jeito impressionante. Foi com ele que aprendi como se deve chupar uma boa buceta. Minha mãe pegava a cabeça dele e parecia que queria enfiar ela inteira na buceta. Só dizia: "Continua, não para, que língua você tem, filho da putaaaaaaaa! Continua, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiim, siiiiiiiiiiiiiiiiiim, meeeeeee! cooooorrooooooooo segueeeeeeeeeeeeeeeeee que bom que gostoooooooooooooooooso depois meu pai subia e falava como você gozou putinha minha, agora quero gozar dentro de você, quero afogar sua buceta de porra, ele subia em cima colocava uma perna de cada lado e metia até o fundo de uma só vez, assim aproveita vagabunda isso é o que eu quero que você aproveite com meu pau dentro de você, siiiiiiii continuaaaaaaaaa não tira, como você fode bem caralhoooooooooooooooooão como você faz tudo direito, meu pai ficava louco com isso, manuseava ela como se fosse uma pena virava ela colocava de quatro e comia o cu dela que jeito de aproveitar minha mãe siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii queeeeeeeeeeeeeeee gostooooooooooooooooooooo mete aí sua língua até o fundo continuaaaaaaaaa que gostoooooooooooooooooooo siiiiiiiiiiiiiiiiiiiii metia dois dedos na buceta e um no cu, ia deixando ela doida, acho que pra eles que estão sozinhos no quarto porque já não se seguravam mais, ela pedia mais e mais que tesuda ficava, e meu pai não se segurava metia três dedos na buceta e dois no cu siiiiiiiiiiiiiiiiii continuaaaaaaaaaaaaaaaaa me fode logo caralhoooooooooooooão e meu pai fazia charme o que você quer que eu te coma siiiiiiiiiiiiii então me pede de novo siiiiiiiiiiiii me fodeeeeeeeeee me fodeeeeeeeeeeee você me mataaaaaaaaaaaaaa caralhoooooooooooooão é isso que eu quero vagabunda te matar de prazer siiiiiiiii haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa meeeeeeeeeeeeeeeeee gooooooooooooooooooooooooooooooooooo haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que prazer você me dá querido, meu pai limpava o pau como podia e minha mãe ficava exausta um tempinho na cama, e depois pelada enxaguava a buceta numa bacia que tinha no quarto, e eles dormir e eu terminar uma masturbação fabulosa.
Isso é o que acontecia entre meus pais mas eu não queria ficar de fora, eu queria conseguir alguma coisa e consegui queria conseguir, uma daquelas noites em que eu sabia que não ia rolar nada entre eles, me deitei do lado deles e quando já tava há umas hora deitado e eu ouvia meu pai roncando, me decidi: eu queria tocar aquele corpo. minha mãe dormia com uma camisola bem curtinha e sem sutiã. com o coração na boca e a pica na mão, fui abaixando o lençol que cobria ela. que maravilha, meu deus, ali estava ela na minha frente, de barriga pra cima, com a camisola levantada, dava pra ver a calcinha e uns pelinhos saindo pela lateral. mas eu já não queria parar. comecei a tocar os peitos dela bem devagar, com muito cuidado, tirei um peito pra fora. siiiiiiiiiii, que maravilha, meu deus. passei a língua bem devagar, com medo. e o medo que me deu quando ela deu um suspiro, mas continuava dormindo. a cada passo eu ia perdendo o medo e me decidi a tirar o outro peito também. siiiii, amassei eles igual vi meu pai fazer. minha mãe cada vez respirava mais rápido e eu já não aguentava mais, não parava de bater uma pra pica até gozar nos peitos dela. acho que o gozo chegou até meu pai, que tava no outro lado da cama. do jeito que deu, limpei os peitos dela, guardei de novo e cobri ela. que gostoso dormi aquela noite, mas o que aconteceu naquele dia não parou por aí. cada vez fiquei mais audacioso e queria ir mais longe, e aconteceu o que tinha que acontecer. uma noite, enquanto tava naquela faina com os peitos dela, quis tocar a buceta dela e toquei sim, pra caralho. abaixei a calcinha dela até o meio da perna e fui enfiando um dedo. ooooooooooooo, que lindo, tava escorrendo, que maravilha. com muito cuidado, tirei a calcinha de uma perna e me deitei na frente daquela buceta maravilhosa. que linda, que gostosa, que delícia. bem devagarzinho, fui passando a língua. unnnnnnnnn, siiiiiiii, que maravilha, eu tava no céu, esfregando a pica no colchão. nisso, sinto minha mãe segurar minha cabeça e começar a querer enfiar minha cabeça mais pra dentro. siiiiiiiiiiii, continuaaaaaaaaaaaaaaaaa unnnnnnnnnnnnn mmmmmmmmmmmmmmmmm que delícia que cê tá fazendo hoje, seu filho da puuuuuuuuuuuuuuuta, o que cê tá fazendo comigo siiiiiiiiiiiiii, não tinha dúvida, minha mãe achava que eu era meu pai e eu queria morrer, continuei chupando sem parar, morrendo de medo dela ver meu rosto, o que seria, meu deus.
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