Recordando o visual de cada garota e mulher que vive e trabalha na nova casa:
LIZBELLA: A mãe da Pamela, é de pele morena, cabelo curto, liso e castanho. O corpo dela é escultural, tem quase 1,70m, é magra, com uns peitos de tamanho normal e uma bunda grande e bem empinada, e uns anos a menos que eu.
PAMELA: A filha adolescente e safada da Liz. O corpo dela é pequeno, mas cheio de curvas, o cabelo é cacheado, bem comprido e preto. A jovem tem pele mulata, olhos grandes e nariz chato, com uns peitos exuberantes e grandes pra idade dela, maiores que os da mãe. A bunda dela também é bem generosa, com quadris largos e, principalmente, um rabo enorme. Ela tem pouco mais de 1,60m.
YANIRA: A que era vizinha das minhas garotas e mãe da Laliana. Agora é a nova empregada da nossa nova casa. Tem pele branca, mas morena pelo sol. O corpo dela é baixinho, mas meio cheinha, o que costumam chamar de corpo "curvy". Passa dos 30 anos e ainda mantém aquela cara de menina nova por ser gordinha.
LALIANA: É a filha da nossa empregada Yanira. Lali ou Lalita, como costumam chamar, é um pouco mais nova que a Pam, minha filha. E o corpo dela é o oposto da minha filha exuberante: é uns centímetros mais baixa, bem magrinha, com os peitos quase não desenvolvidos pra idade dela, e uma bunda bem redondinha, mas não muito grande. Pele branca, cabelo moreno e ondulado. Na nossa nova casa, bem maior, de dois andares e jardim, agora morávamos eu, minha futura esposa em poucos dias, minha nova enteada, e as vizinhas que contratamos como empregadas domésticas: a Yanira e a filha dela, Lali.
A Liz estava encantada com a nova casa e a nova vida que estava ganhando. Não só tinha aceitado que eu também amasse carnalmente a filha dela, como até achava legal que eu mantivesse uma relação incestuosa com a própria filha. Porque ela percebeu que eu amava as duas por igual, tanto emocional quanto fisicamente.
Tinha uma condição pra gente seguir em frente com o casamento em algumas semanas e comprar a casa nova, e não era outra senão... poder mostrar nosso amor de mãe e filha sem que houvesse ciúmes nisso. Tudo ficou claro numa manhã em que eu estava tomando banho e a Liz preparava o café da manhã, enquanto esperava a empregada chegar para trabalhar durante a semana.
— Oi, mamãe, bom dia — a Pam cumprimentava a mãe enquanto espreguiçava com os braços pra cima, atrás da nuca.
— Oi, meu amor, o café já tá pronto, chama seu pai que tá no chuveiro lá em cima e fala pra ele não demorar, pra não esfriar.
— Tá, mamãe — deu um beijo na bochecha da linda mãe dela, enquanto tirava a camisola jogando no chão, e subia as escadas até o banheiro, puxando a calcinha pra baixo assim que entrou no banheiro.
Eu já tava me secando com a toalha, quando vejo a jovem Pam entrar toda nua, com o cabelo bagunçado e os peitões enormes transbordando, sentar no vaso pra mijar.
— Bom dia, papiiiiiii — me cumprimentava enquanto soltava o jato matinal dela.
— Bom dia, amor — respondi. Amarrei a toalha na cintura e me aproximei da minha linda menina sentada no vaso, dando um beijo de bom dia nos lábios carnudos dela.
A adolescente continuava bocejando e levantando as mãos pro cabelo enquanto fazia isso.
— Neném, preciso mijar, falta muito? — Aiii, não me apressa — Então vou fazer junto com você sentada — Ué, pode vir, não me importo. — Tirei a toalha e apontei pro espaço entre as pernas da minha filhinha, na direção do vaso.
— Tá me respingando entre as coxas... — minha menina dizia entre bocejos e cara de sono.
— É que quase não tem espaço pra fazer isso. — Assim que falei isso, a jovem Pam abriu mais as pernas e me mostrou a língua, debochando. — Então tá tirando sarro de mim, é? — falei enquanto sorria com ironia. Peguei meu pau e comecei a apontar pra cima, molhando a barriga dela, subindo mais e molhando os peitões enormes dela, respingando tudo.
— Que porco você é com sua neném. — mostrando ainda mais a língua enquanto eu molhava ela.
Subi um pouco mais o jato e comecei a acertar naquela boca aberta com a Língua de fora, Cooof, coooffff, coooofffffff.....- tossia a jovem ao ser pega de surpresa com o mijo escorrendo pelos lábios grossos dela.
Você quem me obrigou.- falei enquanto zoava a reação dela.
Minha menina levantou do banco e me abraçou, enquanto eu continuava molhando ela, agora na barriga, me empurrando de volta pra banheira, me fazendo cair dentro dela.
Então é assim que você aproveita da sua filhinha?- ela dizia enquanto esfregava os peitões enormes no meu rosto.
Agora você vai sentir o que é não conseguir respirar, igual você fez comigo.- A jovem mulata tentava me segurar com os braços e me sufocar com as tetonas dela, rindo como se fosse uma brincadeira. Claro que deixei ela se aproveitar, porque adorava sentir aqueles peitos gordos apertando minha cara.
Mas não deixei ela se safar por muito tempo, então me soltei do abraço dela e puxei a longa cabeleira cacheada com uma mão, levantando o rosto dela pra olhar pro teto de boca aberta.
Agora limpa tudo que você sujou.- falei enquanto esfregava meu pau na cara dela e dava tapinhas com a quase ereção que ela tinha me causado nas bochechas dela.
Na mesma hora, ouvi um portão batendo, a porta do banheiro se abrindo, enquanto eu brincava de dar tapinhas nas bochechas da menina com a ponta do meu pau.
Mas que porra vocês tão fazendo?- soou a voz da mãe da menina ao entrar no banheiro.
Já vamos descer, mamãe... esse comedor de buceta do meu pai não me deixava mijar em paz.-
Na mesma hora, levantei a mão e dei um tapa na cara da sem-vergonha, sob o olhar da mãe dela.
Isso é por ser malcriada.- disse Lizbella antes que eu pudesse responder pra garota.
Comedor de buceta? É assim que chama seu futuro pai?- soltando o cabelo daquela juba preta e espessa.
Deixando a filha sentada debaixo do chuveiro, terminei de me secar e me joguei em cima da mãe escultural, que mesmo sabendo que eu estava brincando e passando a mão na filha dela, ficava feliz que naquele momento eu tava dando atenção pra ela.
Tomei um café fresquinho feito pela minha futura esposa, sentada no meu sofá, quando desci do banho. Onde minha preciosa Lizbella estava montada em cima de mim, enfiando minha pica na bocetinha apertada e molhada dela. DING. DONG!... DINNNG. DONNNNG. A campainha da casa tocou. Na mesma hora, Pamela descia as escadas com uma toalha cobrindo o corpo.
— Neném, vai abrir... que a gente tá ocupado. — Gritou a mãe doce pra menina abrir a porta, sem parar de subir e descer o quadril, enquanto me comia devagar, de costas pra mim, com as sentadas da bunda dela batendo nas coxas.
Com um olhar de preguiça, a morena Pam desceu as escadas enquanto, de canto de olho, via a mãe dela me dando aquelas reboladas... foi abrir a porta da entrada.
— Oi, Lali! Oi, dona Yanira. — Cumprimentou a menina na porta da entrada as recém-chegadas.
Yanira, a ex-vizinha dos meus amores, a gente tinha contratado como cuidadora da casa, até preparamos um quarto pra ela não precisar voltar pro barraco velho durante a semana, e com isso, a filhinha dela também vinha junto enquanto ela fazia os serviços de casa, que a menina também ajudava.
— Bom dia, senhor e senhora. — Nos cumprimentou ao chegar na sala acompanhada da filha dela.
— Bom dia, Yanira, já vou te atender. — Respondeu Lizbella, toda feliz de logo dar ordens pra nova empregada.
Sem nenhum pudor, sentada em cima de mim, com a minissaia cobrindo as pernas, ela se levantou, tirando meu pau ainda duro, e se virando pra mim, disse:
— Depois eu termino com você. — Me beijando na boca e, em seguida, beijando a ponta inchada do pênis, na frente de Yanira e da filha dela.
Lizbella acompanha Yanira pras tarefas necessárias da casa, enquanto a pequena Lalita senta no sofá pra ver TV.
— Oi, Lali, como foram as aulas? — Perguntei pra adolescente, filha da nova cuidadora da casa.
— Ah, foram mais ou menos. — Tentando fingir que tava difícil passar de ano. matérias. Naquele momento, Pamela descia do quarto dela, vestida com umas leggings rosa que pareciam estar pequenas e apertadas. Dava pra ver a buceta gordinha dela e um top branco também apertado, fazendo os peitões enormes vazarem por todos os lados. Oi Lali... — ela demorou uns segundos até falar... — Oi, papai... — Minha filha nunca me chamava assim, sempre era papai, ou pussy pra ela, dava pra ver que ela tava puta por causa do que aconteceu antes... Fazia tempo que eu não ficava com a garota da Laliana, quase desde a última vez que tivemos aquela noite pervertida com a minha filha... Sabe de uma coisa, Lalita? — falei, surpreendendo a jovem. Fala, senhor. — respondeu a garota com aquela carinha doce. Não consigo parar de pensar na última vez que você e minha filha passaram aquela noite. A jovem, meio corada, não soube o que responder. Talvez, se você quisesse, eu gostaria de te dar um presente pelo bem que você se comportou... De repente, sem aviso, minha filha pulou feito uma mola ao ouvir minhas palavras e imaginar minhas intenções. A porra da minha pussy!!!... você acha que não te ouvi? Então saiba que não quero saber de você, e te odeiooo!... Com um olhar ameaçador, a minha mulatinha mais gostosa se levanta da cadeira do lado onde estávamos eu e Lali e vai pro quarto dela resmungando e puta pelo suposto caso de eu não dar atenção pra ela, feito uma criança mimada que só queria minha atenção. Sinto muito, senhor, não queria ser um problema, só tô aqui pra ajudar a mamãe com o trabalho dela... — responde a doce jovem, com medo da reação da Pam e de vê-la puta. Não se preocupa, menina, logo passa. Eu sei como fazer. — Pego no braço dela e faço ela sentar do meu lado, enquanto a jovem e garota me olha envergonhada... Me diz, Lali, você quer que eu te dê aquele presente pelo bem que você se saiu na outra noite? O que o senhor quiser. — ela responde, olhando pro chão, sem conseguir me encarar. Eu sei que você adora tacos, e que te Veja, bonita e alta, a Pam me contou... Se eu te desse uns saltos lindos que você quisesse, o que você estaria disposta a fazer por mim?
— Mas, senhor! O senhor disse que queria me dar um presente pela última noite que me viu fazer tudo com a sua filha...
— E isso é verdade, mas me diga: e se, além dos saltos, eu também te der um conjunto de colar e brincos?
— A garota me olha com cara de interrogação e um gesto que denunciava que ela queria mais presentes, ao morder o lábio inferior...
— E o que eu teria que fazer para ganhar isso? — pergunta, intrigada.
Olhando para o andar de cima, ouço Lizbella resmungando com a mãe da menina, que adora mandar, então calculo que não menos de 15 minutos ela estaria ocupada dando tarefas para Yanira... E sabendo da cara de raiva e do orgulho da minha neguinha, não esperava que ela aparecesse tão cedo, enquanto o mau humor passava no quarto...
— Se você quer os saltos que gosta, tem que tirar o short e a meia-calça, e se deitar no meu colo... E sim, tem que levantar bem a sua bunda, então coloca uns travesseiros debaixo da sua barriga, pra essa raba ficar bem empinada...
— Mas... tô com vergonha... — responde a jovem Laliana.
Segurando-a pelo braço, sem deixar ela responder mais, levanto-a sobre mim, deixando-a de joelhos nas minhas coxas. A menina quase não resiste e se deixa fazer... E com os polegares, enfiando entre o elástico do short e a calcinha, consigo puxar tudo até os joelhos...
— Viu? O primeiro passo já foi dado. — sussurro no ouvido dela.
— Tá, continua... — responde a garota de pele clara, mas moreninha de sol.
Ela mal pesa 45 kg, a docinha. Levanto-a com meus braços e a deito de barriga pra baixo, com o quadril nas minhas pernas, coloco um travesseiro embaixo dela e levanto ainda mais a bunda nua dela, com a calcinha nos joelhos, e minhas mãos pousadas nas nádegas dela...
De repente, esperando... que ninguém descesse pra sala naquele momento, escuto Liz falando de longe com a mãe da novinha que tava me oferecendo a bunda doce e gostosa dela na minha cara. Mas que porr...? Mal conseguiu articular palavras minha mulatinha, quando sem tirar os olhos de mim, mandou um recado pra empregada... Yani, amor, começa a preparar o banho que já vou te ajudar. — Claro, dona Lizbella, já vou começar. — Responde a pequena e gordinha, mas ainda bem gostosa com as curvas bem marcadas, a nova cuidadora da casa. Lizbella desce os últimos degraus e chega perto do sofá onde a filha da empregada tá deitada, com a buceta pro ar na minha frente. Cê é um tarado que gosta de novinhas, né? — A adolescente Laliana olha assustada pra minha futura esposa, com medo, e aperta as nádegas com receio das represálias da mulher furiosa... Prefiro que seja essa menina do que a minha filha, então não me arruma confusão e se guarda pra sua mulher hoje à noite... Sabe que tem que me engravidar, não gasta seu leite nessa putinha... — Me beija na boca mordendo meus lábios, e dá um tapa bem alto na bunda da garota, enquanto se despede da gente, tirando o vestido e ficando de calcinha e sutiã pra subir as escadas e atender a mãe da menina... Laliana nem reclamou do tapa que Lizbella deu, com medo do que ela ia falar, então naquela hora eu soube que podia fazer o que quisesse entre as dobras branquinhas das nádegas dela, que não eram queimadas de biquíni... MMMmmmmMmmMm!... — gemeu meu novo brinquedinho magrinho. Cê gosta do jeito que eu te faço cócegas? — Falo alto, sem medo das mães e da minha filha ouvirem... Sim, senhor! São muito gostosas. — Responde a novinha enquanto geme de novo. Amo as bundas, os cus, as polpas das nádegas, as dobrinhas do traseiro, o buraquinho marrom da Pam e da Liz, e agora, essa rachinha mais clara que dava pra ver por trás, molhada e a um centímetro, esse furinho. rosado e apertado que era o aninho da jovem Lali.
Agora você vai ganhar bem o seu primeiro presente,...
- falo enquanto dou uns primeiros tapas nas nádegas torneadas e claras dela, marcando o bronzeado do biquíni ao redor.
fuck you, pego as mãozinhas dela e as coloco na bunda da garota, junto com as minhas mãos apoiando as dela, faço ela abrir bem esticada a racha do cu, deixando bem aberta a retaguarda dela, e fazendo com que o aninho rosado dela se estique.
vou me esbaldar, nessa bunda tão apertada,
- Deixando as mãos dela abrindo o cu, eu levanto ainda mais os quadris dela, fazendo com que a entrada da bundinha doce dela esteja a só alguns centímetros de mim....
Siiim... eu gosto disso.... é muito tasty.
- solta a dizer a garotinha com corpo e cara de menina
As mãos dela separando bem a dobra da bundinha jovem dela e minha língua passando pelas ruguinhas do cu dela.
Me dá mais, me dá, chupa ele
bem... adoro, mama meu aninho sujo, é tão gostosoooo.
- Cada vez que ela pedia para eu chupar o cu dela, eu fazia mais e mais forte, fazendo pensar que daria para ouvir no resto da casa.
Era tão delicioso o sabor do olho do cu rosado dela que nem pensei duas vezes em meter a ponta da língua dentro dele... a filha da empregada era uma preciosidade, uma bonequinha, que eu não me cansaria de lamber e chupar por horas...
Como a jovem pesava muito pouco, eu a levantei nos braços sobre o meu rosto, apoiando as coxas dela no encosto do sofá, e enfiando a cara de novo entre as pernas dela, e principalmente relamber a rachinha até meter a língua de novo no cu, o mais fundo que dava.
Eu tinha perdido a noção do tempo, lambendo as maravilhas dessa doce jovem, passando mais minutos do que eu imaginava...
A pequena Laliana ainda continuava gemendo e mordendo os lábios enquanto eu a abaixava dos meus braços para fazer com que a boquinha doce dela chupasse meu pau que estava prestes a explodir...
Mas ao deitar ela ao lado do sofá e levantar o olhar... observei três olhares atentos a mim....
Lizbella abraçando a mãe da menina que tava me comendo, com as mãos tapando o rosto e com um olhar triste e sem esperança... e bem atrás das duas mulheres, apoiada na escada, só de calcinha e com os peitões enormes de fora, a minha neném Pamela, dando um sorrisinho safado... Continua....!
LIZBELLA: A mãe da Pamela, é de pele morena, cabelo curto, liso e castanho. O corpo dela é escultural, tem quase 1,70m, é magra, com uns peitos de tamanho normal e uma bunda grande e bem empinada, e uns anos a menos que eu.
PAMELA: A filha adolescente e safada da Liz. O corpo dela é pequeno, mas cheio de curvas, o cabelo é cacheado, bem comprido e preto. A jovem tem pele mulata, olhos grandes e nariz chato, com uns peitos exuberantes e grandes pra idade dela, maiores que os da mãe. A bunda dela também é bem generosa, com quadris largos e, principalmente, um rabo enorme. Ela tem pouco mais de 1,60m.
YANIRA: A que era vizinha das minhas garotas e mãe da Laliana. Agora é a nova empregada da nossa nova casa. Tem pele branca, mas morena pelo sol. O corpo dela é baixinho, mas meio cheinha, o que costumam chamar de corpo "curvy". Passa dos 30 anos e ainda mantém aquela cara de menina nova por ser gordinha.
LALIANA: É a filha da nossa empregada Yanira. Lali ou Lalita, como costumam chamar, é um pouco mais nova que a Pam, minha filha. E o corpo dela é o oposto da minha filha exuberante: é uns centímetros mais baixa, bem magrinha, com os peitos quase não desenvolvidos pra idade dela, e uma bunda bem redondinha, mas não muito grande. Pele branca, cabelo moreno e ondulado. Na nossa nova casa, bem maior, de dois andares e jardim, agora morávamos eu, minha futura esposa em poucos dias, minha nova enteada, e as vizinhas que contratamos como empregadas domésticas: a Yanira e a filha dela, Lali.
A Liz estava encantada com a nova casa e a nova vida que estava ganhando. Não só tinha aceitado que eu também amasse carnalmente a filha dela, como até achava legal que eu mantivesse uma relação incestuosa com a própria filha. Porque ela percebeu que eu amava as duas por igual, tanto emocional quanto fisicamente.
Tinha uma condição pra gente seguir em frente com o casamento em algumas semanas e comprar a casa nova, e não era outra senão... poder mostrar nosso amor de mãe e filha sem que houvesse ciúmes nisso. Tudo ficou claro numa manhã em que eu estava tomando banho e a Liz preparava o café da manhã, enquanto esperava a empregada chegar para trabalhar durante a semana.
— Oi, mamãe, bom dia — a Pam cumprimentava a mãe enquanto espreguiçava com os braços pra cima, atrás da nuca.
— Oi, meu amor, o café já tá pronto, chama seu pai que tá no chuveiro lá em cima e fala pra ele não demorar, pra não esfriar.
— Tá, mamãe — deu um beijo na bochecha da linda mãe dela, enquanto tirava a camisola jogando no chão, e subia as escadas até o banheiro, puxando a calcinha pra baixo assim que entrou no banheiro.
Eu já tava me secando com a toalha, quando vejo a jovem Pam entrar toda nua, com o cabelo bagunçado e os peitões enormes transbordando, sentar no vaso pra mijar.
— Bom dia, papiiiiiii — me cumprimentava enquanto soltava o jato matinal dela.
— Bom dia, amor — respondi. Amarrei a toalha na cintura e me aproximei da minha linda menina sentada no vaso, dando um beijo de bom dia nos lábios carnudos dela.
A adolescente continuava bocejando e levantando as mãos pro cabelo enquanto fazia isso.
— Neném, preciso mijar, falta muito? — Aiii, não me apressa — Então vou fazer junto com você sentada — Ué, pode vir, não me importo. — Tirei a toalha e apontei pro espaço entre as pernas da minha filhinha, na direção do vaso.
— Tá me respingando entre as coxas... — minha menina dizia entre bocejos e cara de sono.
— É que quase não tem espaço pra fazer isso. — Assim que falei isso, a jovem Pam abriu mais as pernas e me mostrou a língua, debochando. — Então tá tirando sarro de mim, é? — falei enquanto sorria com ironia. Peguei meu pau e comecei a apontar pra cima, molhando a barriga dela, subindo mais e molhando os peitões enormes dela, respingando tudo.
— Que porco você é com sua neném. — mostrando ainda mais a língua enquanto eu molhava ela.
Subi um pouco mais o jato e comecei a acertar naquela boca aberta com a Língua de fora, Cooof, coooffff, coooofffffff.....- tossia a jovem ao ser pega de surpresa com o mijo escorrendo pelos lábios grossos dela.
Você quem me obrigou.- falei enquanto zoava a reação dela.
Minha menina levantou do banco e me abraçou, enquanto eu continuava molhando ela, agora na barriga, me empurrando de volta pra banheira, me fazendo cair dentro dela.
Então é assim que você aproveita da sua filhinha?- ela dizia enquanto esfregava os peitões enormes no meu rosto.
Agora você vai sentir o que é não conseguir respirar, igual você fez comigo.- A jovem mulata tentava me segurar com os braços e me sufocar com as tetonas dela, rindo como se fosse uma brincadeira. Claro que deixei ela se aproveitar, porque adorava sentir aqueles peitos gordos apertando minha cara.
Mas não deixei ela se safar por muito tempo, então me soltei do abraço dela e puxei a longa cabeleira cacheada com uma mão, levantando o rosto dela pra olhar pro teto de boca aberta.
Agora limpa tudo que você sujou.- falei enquanto esfregava meu pau na cara dela e dava tapinhas com a quase ereção que ela tinha me causado nas bochechas dela.
Na mesma hora, ouvi um portão batendo, a porta do banheiro se abrindo, enquanto eu brincava de dar tapinhas nas bochechas da menina com a ponta do meu pau.
Mas que porra vocês tão fazendo?- soou a voz da mãe da menina ao entrar no banheiro.
Já vamos descer, mamãe... esse comedor de buceta do meu pai não me deixava mijar em paz.-
Na mesma hora, levantei a mão e dei um tapa na cara da sem-vergonha, sob o olhar da mãe dela.
Isso é por ser malcriada.- disse Lizbella antes que eu pudesse responder pra garota.
Comedor de buceta? É assim que chama seu futuro pai?- soltando o cabelo daquela juba preta e espessa.
Deixando a filha sentada debaixo do chuveiro, terminei de me secar e me joguei em cima da mãe escultural, que mesmo sabendo que eu estava brincando e passando a mão na filha dela, ficava feliz que naquele momento eu tava dando atenção pra ela.
Tomei um café fresquinho feito pela minha futura esposa, sentada no meu sofá, quando desci do banho. Onde minha preciosa Lizbella estava montada em cima de mim, enfiando minha pica na bocetinha apertada e molhada dela. DING. DONG!... DINNNG. DONNNNG. A campainha da casa tocou. Na mesma hora, Pamela descia as escadas com uma toalha cobrindo o corpo.
— Neném, vai abrir... que a gente tá ocupado. — Gritou a mãe doce pra menina abrir a porta, sem parar de subir e descer o quadril, enquanto me comia devagar, de costas pra mim, com as sentadas da bunda dela batendo nas coxas.
Com um olhar de preguiça, a morena Pam desceu as escadas enquanto, de canto de olho, via a mãe dela me dando aquelas reboladas... foi abrir a porta da entrada.
— Oi, Lali! Oi, dona Yanira. — Cumprimentou a menina na porta da entrada as recém-chegadas.
Yanira, a ex-vizinha dos meus amores, a gente tinha contratado como cuidadora da casa, até preparamos um quarto pra ela não precisar voltar pro barraco velho durante a semana, e com isso, a filhinha dela também vinha junto enquanto ela fazia os serviços de casa, que a menina também ajudava.
— Bom dia, senhor e senhora. — Nos cumprimentou ao chegar na sala acompanhada da filha dela.
— Bom dia, Yanira, já vou te atender. — Respondeu Lizbella, toda feliz de logo dar ordens pra nova empregada.
Sem nenhum pudor, sentada em cima de mim, com a minissaia cobrindo as pernas, ela se levantou, tirando meu pau ainda duro, e se virando pra mim, disse:
— Depois eu termino com você. — Me beijando na boca e, em seguida, beijando a ponta inchada do pênis, na frente de Yanira e da filha dela.
Lizbella acompanha Yanira pras tarefas necessárias da casa, enquanto a pequena Lalita senta no sofá pra ver TV.
— Oi, Lali, como foram as aulas? — Perguntei pra adolescente, filha da nova cuidadora da casa.
— Ah, foram mais ou menos. — Tentando fingir que tava difícil passar de ano. matérias. Naquele momento, Pamela descia do quarto dela, vestida com umas leggings rosa que pareciam estar pequenas e apertadas. Dava pra ver a buceta gordinha dela e um top branco também apertado, fazendo os peitões enormes vazarem por todos os lados. Oi Lali... — ela demorou uns segundos até falar... — Oi, papai... — Minha filha nunca me chamava assim, sempre era papai, ou pussy pra ela, dava pra ver que ela tava puta por causa do que aconteceu antes... Fazia tempo que eu não ficava com a garota da Laliana, quase desde a última vez que tivemos aquela noite pervertida com a minha filha... Sabe de uma coisa, Lalita? — falei, surpreendendo a jovem. Fala, senhor. — respondeu a garota com aquela carinha doce. Não consigo parar de pensar na última vez que você e minha filha passaram aquela noite. A jovem, meio corada, não soube o que responder. Talvez, se você quisesse, eu gostaria de te dar um presente pelo bem que você se comportou... De repente, sem aviso, minha filha pulou feito uma mola ao ouvir minhas palavras e imaginar minhas intenções. A porra da minha pussy!!!... você acha que não te ouvi? Então saiba que não quero saber de você, e te odeiooo!... Com um olhar ameaçador, a minha mulatinha mais gostosa se levanta da cadeira do lado onde estávamos eu e Lali e vai pro quarto dela resmungando e puta pelo suposto caso de eu não dar atenção pra ela, feito uma criança mimada que só queria minha atenção. Sinto muito, senhor, não queria ser um problema, só tô aqui pra ajudar a mamãe com o trabalho dela... — responde a doce jovem, com medo da reação da Pam e de vê-la puta. Não se preocupa, menina, logo passa. Eu sei como fazer. — Pego no braço dela e faço ela sentar do meu lado, enquanto a jovem e garota me olha envergonhada... Me diz, Lali, você quer que eu te dê aquele presente pelo bem que você se saiu na outra noite? O que o senhor quiser. — ela responde, olhando pro chão, sem conseguir me encarar. Eu sei que você adora tacos, e que te Veja, bonita e alta, a Pam me contou... Se eu te desse uns saltos lindos que você quisesse, o que você estaria disposta a fazer por mim?
— Mas, senhor! O senhor disse que queria me dar um presente pela última noite que me viu fazer tudo com a sua filha...
— E isso é verdade, mas me diga: e se, além dos saltos, eu também te der um conjunto de colar e brincos?
— A garota me olha com cara de interrogação e um gesto que denunciava que ela queria mais presentes, ao morder o lábio inferior...
— E o que eu teria que fazer para ganhar isso? — pergunta, intrigada.
Olhando para o andar de cima, ouço Lizbella resmungando com a mãe da menina, que adora mandar, então calculo que não menos de 15 minutos ela estaria ocupada dando tarefas para Yanira... E sabendo da cara de raiva e do orgulho da minha neguinha, não esperava que ela aparecesse tão cedo, enquanto o mau humor passava no quarto...
— Se você quer os saltos que gosta, tem que tirar o short e a meia-calça, e se deitar no meu colo... E sim, tem que levantar bem a sua bunda, então coloca uns travesseiros debaixo da sua barriga, pra essa raba ficar bem empinada...
— Mas... tô com vergonha... — responde a jovem Laliana.
Segurando-a pelo braço, sem deixar ela responder mais, levanto-a sobre mim, deixando-a de joelhos nas minhas coxas. A menina quase não resiste e se deixa fazer... E com os polegares, enfiando entre o elástico do short e a calcinha, consigo puxar tudo até os joelhos...
— Viu? O primeiro passo já foi dado. — sussurro no ouvido dela.
— Tá, continua... — responde a garota de pele clara, mas moreninha de sol.
Ela mal pesa 45 kg, a docinha. Levanto-a com meus braços e a deito de barriga pra baixo, com o quadril nas minhas pernas, coloco um travesseiro embaixo dela e levanto ainda mais a bunda nua dela, com a calcinha nos joelhos, e minhas mãos pousadas nas nádegas dela...
De repente, esperando... que ninguém descesse pra sala naquele momento, escuto Liz falando de longe com a mãe da novinha que tava me oferecendo a bunda doce e gostosa dela na minha cara. Mas que porr...? Mal conseguiu articular palavras minha mulatinha, quando sem tirar os olhos de mim, mandou um recado pra empregada... Yani, amor, começa a preparar o banho que já vou te ajudar. — Claro, dona Lizbella, já vou começar. — Responde a pequena e gordinha, mas ainda bem gostosa com as curvas bem marcadas, a nova cuidadora da casa. Lizbella desce os últimos degraus e chega perto do sofá onde a filha da empregada tá deitada, com a buceta pro ar na minha frente. Cê é um tarado que gosta de novinhas, né? — A adolescente Laliana olha assustada pra minha futura esposa, com medo, e aperta as nádegas com receio das represálias da mulher furiosa... Prefiro que seja essa menina do que a minha filha, então não me arruma confusão e se guarda pra sua mulher hoje à noite... Sabe que tem que me engravidar, não gasta seu leite nessa putinha... — Me beija na boca mordendo meus lábios, e dá um tapa bem alto na bunda da garota, enquanto se despede da gente, tirando o vestido e ficando de calcinha e sutiã pra subir as escadas e atender a mãe da menina... Laliana nem reclamou do tapa que Lizbella deu, com medo do que ela ia falar, então naquela hora eu soube que podia fazer o que quisesse entre as dobras branquinhas das nádegas dela, que não eram queimadas de biquíni... MMMmmmmMmmMm!... — gemeu meu novo brinquedinho magrinho. Cê gosta do jeito que eu te faço cócegas? — Falo alto, sem medo das mães e da minha filha ouvirem... Sim, senhor! São muito gostosas. — Responde a novinha enquanto geme de novo. Amo as bundas, os cus, as polpas das nádegas, as dobrinhas do traseiro, o buraquinho marrom da Pam e da Liz, e agora, essa rachinha mais clara que dava pra ver por trás, molhada e a um centímetro, esse furinho. rosado e apertado que era o aninho da jovem Lali.
Agora você vai ganhar bem o seu primeiro presente,...
- falo enquanto dou uns primeiros tapas nas nádegas torneadas e claras dela, marcando o bronzeado do biquíni ao redor.
fuck you, pego as mãozinhas dela e as coloco na bunda da garota, junto com as minhas mãos apoiando as dela, faço ela abrir bem esticada a racha do cu, deixando bem aberta a retaguarda dela, e fazendo com que o aninho rosado dela se estique.
vou me esbaldar, nessa bunda tão apertada,
- Deixando as mãos dela abrindo o cu, eu levanto ainda mais os quadris dela, fazendo com que a entrada da bundinha doce dela esteja a só alguns centímetros de mim....
Siiim... eu gosto disso.... é muito tasty.
- solta a dizer a garotinha com corpo e cara de menina
As mãos dela separando bem a dobra da bundinha jovem dela e minha língua passando pelas ruguinhas do cu dela.
Me dá mais, me dá, chupa ele
bem... adoro, mama meu aninho sujo, é tão gostosoooo.
- Cada vez que ela pedia para eu chupar o cu dela, eu fazia mais e mais forte, fazendo pensar que daria para ouvir no resto da casa.
Era tão delicioso o sabor do olho do cu rosado dela que nem pensei duas vezes em meter a ponta da língua dentro dele... a filha da empregada era uma preciosidade, uma bonequinha, que eu não me cansaria de lamber e chupar por horas...
Como a jovem pesava muito pouco, eu a levantei nos braços sobre o meu rosto, apoiando as coxas dela no encosto do sofá, e enfiando a cara de novo entre as pernas dela, e principalmente relamber a rachinha até meter a língua de novo no cu, o mais fundo que dava.
Eu tinha perdido a noção do tempo, lambendo as maravilhas dessa doce jovem, passando mais minutos do que eu imaginava...
A pequena Laliana ainda continuava gemendo e mordendo os lábios enquanto eu a abaixava dos meus braços para fazer com que a boquinha doce dela chupasse meu pau que estava prestes a explodir...
Mas ao deitar ela ao lado do sofá e levantar o olhar... observei três olhares atentos a mim....
Lizbella abraçando a mãe da menina que tava me comendo, com as mãos tapando o rosto e com um olhar triste e sem esperança... e bem atrás das duas mulheres, apoiada na escada, só de calcinha e com os peitões enormes de fora, a minha neném Pamela, dando um sorrisinho safado... Continua....!
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