Depósito de porra (relato gay) 3ª parte

Depois de me limpar bem, fui pro meu quarto e capotei. Quando acordei, não tinha ninguém no apê, sorte a minha. Comi alguma coisa e passei a tarde toda pensando na pica que o Walter tinha me dado. E convencido de que precisava pegar uma gostosa pra reafirmar minha masculinidade — e eu curtia as gostosas e a foda. Saí pra dar uma volta e correr um pouco pra espairecer e não pensar mais naquela rola e na possibilidade de aquilo rolar de novo. Quando voltei, já era tarde. Cheguei em casa e o Walter já tava lá, fazendo uns hambúrgueres. Ele se virou e, como se nada tivesse acontecido, me cumprimentou com um sorriso e perguntou se eu queria comer algo. Aceitei, ele não tocou no assunto e eu também não. A semana passou sem sustos, mesmo a gente se esbarrando o tempo todo. Na real, até peguei ele se masturbando de novo e calculei que ele tinha caído na real de que tinha comido o amigo e que aquilo era errado. Sexta-feira saí pra dançar, peguei uma gostosa, levei pro apê e passamos uma noite boa. Despedi ela no sábado de manhã e, à noite, saí de novo, mas pra outra balada. Por sorte, peguei outra gatinha, a Sabrina. Fomos pra casa e fodemos várias vezes naquela noite. Eu tava me sentindo eu mesmo de novo. A gente dormiu junto, e acordei porque, por algum motivo, sonhei de novo com a pica que eu tinha levado. Levantei e fui pro banheiro tomar um banho pra clarear a mente. Sinto a porta abrir e pergunto: — É você, bebê? Precisa de algo ou só ficou com vontade? Tudo com a cortina fechada. Enquanto enxáguo a cabeça, sinto alguém entrar no chuveiro e me pegar pela cintura. Por um instante, relaxei, mesmo pensando que eu tava com a rola bem cansada de tanto que a gente tinha fodido. Mas quando a pessoa falou, percebi que era o Walter, e ele diz: — Ouvi dizer que você deu pica a noite toda, tava quentinho e com muita vontade, né? Eu, petrificado, tentando levar na maior naturalidade, viro e pergunto: — O que cê tá fazendo aqui, cara? Não conseguia dormir? Como se nada tivesse rolado, e ele completa: — Se você Você queria tomar banho, avisa que já ia sair. Com a intenção de ir embora tranquilo, sem sustos e sem papas na língua, Walter responde: — Sim, mas não, tava com mó vontade de te comer, e se você tá com o pau cansado, melhor, porque me broxa se você tá de pau duro. Com um sorrisinho no canto da boca: — Falo não, para, nem em p... começo a dizer. Ele me interrompe, pegando na minha mão e colocando no pau dele, e se masturba com a minha mão. — Já foi, falo, não dá... E ele me corta seco: — Que que te incomoda? Se ninguém fica sabendo e nós dois nos divertimos, dá uns beijinhos que ela não te vê desde o fim de semana passado. Ele me pega pela cabeça e me abaixa até o pau dele, e mesmo eu não oferecendo resistência nenhuma, ele enfia o pau na minha boca. O gosto de bode e ovo me dá uma ânsia automática. Saio pra trás e pergunto: — Uff, quando foi que você não tomou banho, filho da puta? — Um dia, mas fui jogar futebol, sem dar importância, e ele arrasta minha cabeça de volta pro pau e enfia de novo na minha boca, e continua. — Você chupa que depois de um tempo passa, mas ajoelha. Sem entender por que obedeço, continuo chupando enquanto sinto ele ir endurecendo, enquanto ele diz: — Sentiu falta, né? Esperava que você viesse me chupar durante a semana, mas vejo que você gosta de ser procurada, não é? Enquanto continuo chupando ele embaixo do chuveiro, ele levava minha cabeça do pau pros ovos, mandando eu limpar bem, parecia curtir minhas ânsias de tanto chupar ele todo suado. — Vejo que você adora ovo de bode. Comenta, e antes que eu possa responder que não, que tava com nojo, ele enfia o pau na minha boca de novo e me bombeia, me comendo a toda velocidade. Eu tentando parar a investida, ele me pega pelas mãos e as prende na minha nuca e continua bombando, me dando ânsia atrás de ânsia, enquanto ele se regozija e repete sem parar "que gostoso, que gostoso, assim, dá pra ver que você adora" e continua por um tempão. E ele fala entre gemidos: — Me masturba você, bem forte e rápido. Ele me afasta. a cabeça e se inclina pra levantar minha mão e colocar no pau dele, e eu começo a bater uma como um louco, e ele completa, abre bem a boquinha e põe a língua pra fora, mas não tira o olho de mim. – não vou engolir seu... tento reclamar. – shhhh vai vai, enquanto com a mão abre minha boca e continua. Se você adora, termina. Antes de gozar, segura o pau pra apontar a porra na minha boca e assim que começa a encher minha boca e cara de porra, mete o pau na minha boca e agarra minha nuca de novo e bombeia, enquanto termina de gozar, dando a ordem: – isso assim, que gostoso, mas engole tudo, tudo. Não quero que desperdice uma gota. Sem poder recusar, continuo chupando e engolindo, entre ânsia e ânsia. Depois de uns minutos, ele solta minha nuca satisfeito. Eu fico ajoelhado e com um gosto de porra e suor na boca toda. Depois estica a mão puxando a cortina e pegando algo da pia que parece que deixou de propósito, e enquanto acaricia minha cabeça com uma mão, com a outra mostra uma calcinha rosa e diz: – olha o que arrumei pra você pra me inspirar. – quer que eu vista essa calcinha? Falo confuso. – não é questão de querer, você vai vestir e vai adorar, responde. – você quer ser minha putinha? Respondo irritado: – Não, nada a ver, só sou depósito de porra, responde com um sorriso debochado. Continua na parte 4.

2 comentários - Depósito de porra (relato gay) 3ª parte

que ricooo, una vez que pruebas la verga ya no la puedes dejar!!!