ESPOSA COMPARTILHADA 2
Pecados de Família
Quando conversei com o Emilio, ele mesmo confessou que depois daquele dia e por muito tempo, ele revivia cada detalhe do que aconteceu, prolongando a excitação que sentia e, por outro lado, aguentando as putas ressacas morais que isso causava ao me ver gozar nos braços de outro homem, transando sem tabus, ciúmes ou ressentimentos.
Como já falei antes, grande parte dessa história foi escrita pelo meu marido e não quis mudar nada. Só adicionei algumas linhas.
Não é nada fácil pra uma mulher vir aqui e escrever sobre a vida sexual sem ser chamada de puta, vagabunda, por causa de todas as barreiras de tabus sociais impostos na nossa sociedade. Ainda mais sendo casada e com família.
Realmente, meu estilo de vida não é muito aceito na sociedade – repito, não é bem visto uma mãe aceitar viver amigada com o amante e as filhas.
Muitos podem pensar que sou louca, doente ou uma pervertida – por isso mantive essa vida escondida e, de certa forma, contar tudo isso foi tipo uma válvula de escape.
Sei que muitos vão se perguntar por que o Brando e não outro homem – a gente tentou conhecer alguns outros caras e ver se conseguia dar o passo com eles, mas nunca tivemos os resultados esperados. É muito difícil confiar e abrir as portas da sua casa pra um estranho. No entanto, toda essa experiência de conhecer esses homens ajudou quando a gente tomou a decisão final de que o Brando seria o macho alfa da casa, o homem da família.
Eu tinha um passado com ele e, de certa forma, conhecia o jeito dele, e isso me ajudou a tomar a decisão final.
São muitas sensações que passam pela mente naquele momento, mas chega um ponto em que você fica cega e se entrega ao prazer sem limites.
Quando estava com o Brandon, esquecia do Emilio, não queria pensar em nada, só me sentir sendo penetrada. Nas vezes que ele me fez dele na frente do Emilio, em cima da cama conjugal – eu abria as pernas pra recebê-lo, e quando ele me penetrava, não conseguia evitar de gritar. ao sentir como minhas carnes íntimas se abriam pra dar passagem ao pau dele – soltei um gemido longo e levantei a bunda pra recebê-lo por completo, e ele me enfiou até os colhões, me causando dor e prazer ao me sentir completamente empalada.
Ele ficou dentro do meu corpo me penetrando com força – com fúria, as metidas dele me faziam gritar – e eu mexia minha bacia igual uma louca, buscando que ele me penetrasse até o fundo.
Rolamos pela cama, subi em cima dele, ele me colocou de bruços, de lado, me comeu de um jeito que me fez sentir mulher – me fez sentir viva de novo –
Senti ele gozar, começou a pulsar com força, enquanto o esperma quente inundava minha buceta – meu corpo se contorceu, percebi que estava gritando.
Só naquele momento tomei consciência do meu arroubo passional, foi a primeira vez que entendi que ele era o homem certo pra minha vida. Era o cara que eu tinha procurado pra ser mãe de novo, eu e minhas filhas.. Era o macho que eu buscava e que nos mantivesse unidas a ele por um laço de sangue.
Foi naquele instante que entendi que minha vida ia dar uma virada, Emílio me confessava que sentia ciúme e raiva, mas mesmo assim, algo dentro dele tinha mudado, ele tinha conhecido seu lado voyeur, seu lado de ser um homem cuck, apesar de ser um estigma difícil de aceitar, ele aceitava.
A história do Emílio.
Depois de permitir que minha mulher transasse com Brandon, nossa vida continuou normal. Foi uma experiência e uma excitação enorme poder vê-la gemer e gritar nos braços de outro homem.
Brandon passou a fazer parte da nossa vida, começamos a nos ver em praças e restaurantes e depois ele começou a frequentar a casa, e minha esposa começou a trepar com ele na cama de casal.
Numa ocasião, saímos pra um bar e Brandon a levou pra dançar. Então tive que ficar olhando eles, como ele a segurava pela cintura, acariciando a bunda dela e beijando-a.
Quando a música acabou, Gaby foi ao banheiro e eu fiquei com Brandon na mesa – Não sabia o que dizer até que Finalmente o gelo quebrou. — Não é fácil estar com o homem que come sua mulher na mesma mesa e não se sentir um otário ou um idiota na frente dele. — Ouvi a voz do Brandon me dizer — não se sinta mal, não te julgo, você não é um idiota, é um homem inteligente. Se você não consegue dar prazer a ela, deixa que eu aproveite ela.
Sei que você gosta de ver como eu como sua mulher. — Sabe, hoje à noite vou arrebentar o cu dela.
Ele tocou meu ombro com a mão e me olhou nos olhos — Emilio, ontem eu estava conversando com a Gaby sobre as meninas, quando ouvi o nome delas meu coração quase parou, e não vou te enganar, suas filhas querem sexo, estão loucas pra experimentar, e eu tenho uma vontade enorme de “descabaçá-las”.
Não soube o que responder.
Quando a Gaby voltou, me pegou pela mão pra gente ir embora — No caminho até a saída, mais de um virou pra olhar a bunda dela, que se destacava com o vestido justo que ela usava naquela noite. Coloquei minhas mãos na cintura dela, ela me puxou pra perto e murmurou: tô tesuda, não consigo evitar. —
Começamos a conversar e ela disse, baixando o olhar:
O Brandon quer me fazer amor por ali, você sabe por onde — como eu respondi: “então ele quer me fazer amor anal!” — Pelo cu, falei sem rodeios — Perguntou se você me come por ali e eu disse que não? Que nunca deixei você nem ninguém.
Sei que vai doer, mas quero tentar, é uma excitação enorme que sinto ao estar com o Brandon — sei que ele pode me machucar e que vou passar muito mal, talvez até me arrependa — mas quero tentar, não quero mentir pra você, tô excitada só de pensar nele. — Ouvir essas palavras da minha mulher me deixou louco, como um demente, preso num sentimento e numa excitação enorme.
Eu sabia que tinha que parar com aquilo, mas já não conseguia mais, o prazer que sentia ao vê-la gozar era imenso.
Chegamos, estacionei o carro e vi os dois entrarem em casa. Não teve preâmbulo, minha mulher tinha se transformado numa mulher. Desconhecida pra mim, começou a esfregar a bunda no pau dela, vendo a reação do macho. – Observei tudo passo a passo, desde quando ela desabotoou e começou a puxar o vestido dela pra baixo até deixá-la pelada. Ele se despiu rápido, olhei pro pau dele inchado, duro, ereto. Comecei a suar e tentei me acalmar, não queria que minha pressão caísse. ---Me sentia incrédulo – não conseguia acreditar que minha mulher aceitaria ser aberta do cu. Olhei pra minha mulher, ela tava disposta a tudo, Brandon pegou o pau dele com as mãos e deu pra ela chupar, quase não cabia, vi o esforço que minha mulher fazia pra abrir toda a boca e chupar – ele segurou a cabeça dela e empurrava pra dentro, fazendo ela quase tossir de tanto esforço. Levou ela pra mesa, minha mulher abriu as pernas e Brandon se colocou na frente dela, enfiou entre as pernas dela e imediatamente empurrou e começou a meter, penetrou ela com força, o prazer me cegou e comecei a bater uma, enquanto Brandon beijava minha mulher na boca. Entrava e saía da buceta dela uma vez e outra, roçando o clitóris dela e deixando ela cada vez mais louca. Pouco tempo depois, ouvi ela gritar, gemer, e ela gozou com uns gemidos tão fortes que quase gritei de prazer só de ouvir. Foi então que da boca de Brandon saíram as palavras que vou lembrar pra sempre: “Vira” – ele disse pra minha mulher, eu sabia o que aquilo significava e as consequências, então ouvi minha mulher dizer: “Tenho medo de você me machucar, mas enfia. Faz logo ou vou me arrepender.” Naquele momento, pensei nos 93 quilos dele e no pau grosso e grande dentro da bundinha pequena da minha mulher de 48 quilos, só pensava se ela aguentaria aquela penetração, além disso, sempre achei que sexo anal era algo sujo e doloroso. Olhei pra minha mulher naquele momento, parecia não pensar no sujo nem na dor, só queria gozar, ser penetrada até o fundo do intestino, sem se importar com o que sofresse, sem se importar se partisse ela no meio. Ele pegou ela pela mão e levou pro sofá. onde ele pediu que ela se deitasse de bruços, colocou uma almofada debaixo da cintura dela e ela ficou com a raba pra cima.
Ele separou as nádegas dela e deixou o cu da minha mulher exposto, passou a língua, chupou sem nojo uma vez e outra, até dilatar. Minha mulher tava de olhos fechados, de quatro, com a bunda no ar e ele atrás dela, metendo a língua naquele cu sem parar.
Ele foi até a bolsa da minha mulher, pegou um pote de creme, passou num dos dedos e foi até ela. Começou a enfiar os dedos devagar, sem querer machucar — "vai, relaxa", ele dizia — "solta o corpo — tenho que te dilatar, não quero te machucar e você tem que me ajudar." Ele enfiava os dedos devagar no cu dela.
Ele aproximou o rosto da buceta dela e começou a chupar, foi como se minha mulher levasse um choque. Ela começou a se mexer, a gritar, e com a força que se agitou, tirou o dedo que ele tinha enfiado no cu dela. Ele meteu dois dedos e eu vi o cu da minha mulher se abrindo aos poucos com a pressão deles. Eu ouvi ela dizer: "Ah, para, por favor, você me mata de prazer. Mete logo. Faz isso ou vou me arrepender."
Brandon se levantou, pegou o creme e passou no pau inteiro. Levantou o olhar, sabia que eu tava olhando — "devagar, devagar", minha mulher dizia. Ele tentou uma vez e outra, sem conseguir vencer a resistência do buraco. Parecia impossível que o pau dele entrasse sem machucar ela — "não aguento mais, tenho que meter ou vou ficar louco."
Ele passou mais creme, segurou minha mulher pelos quadris com força e apontou a cabeça do pau pro furinho do cu dela. Ele dizia pra ela relaxar, e... de repente eu ouvi... O grito dela. Eu vi ela fazer força com a mão, apertar os dentes, morder os lábios, tentando aliviar a dor, mas escapou um gritinho quando sentiu ele rasgando o cu dela.
Os segundos de penetração pareciam minutos. Eu pensei: "vai rasgar o cu dela." Não reconheci minha mulher, ela tava tão tesuda que não tava nem aí. Desmaiar de dor, ela só queria que ele arrombasse a buceta dela e, pra provar, disse "Vai, não para" e ele continuou empurrando bem devagar, às vezes tirava e colocava de novo, mas cada vez um pouco mais fundo, penetrando ela com muito cuidado.
Fechei meus olhos, pra ser sincero, e ouvi um gemido da Gaby quando a cabeça da pica do BRANDON começou a entrar, vencendo a resistência do cu dela. Ele segurou firme, impedindo que minha mulher escapasse da pica dele.
Olhei minha mulher mordendo os lábios pra não gritar - chorar - não queria pensar que ela sabia que tava sendo observada e por isso evitava gritar, mas era óbvio que tava doendo, a cara dela, as feições mostravam claramente que tava doendo.
Até que ela não aguentou mais e começou a gritar com força quando Brandon começou a penetrar ela. Ela se dobrou toda - e tentou se levantar pra evitar que ele continuasse enfiando, mas não conseguiu.
Brandon tava tenso, suado, pelo esforço que fez, mas nunca deixou minha mulher escapar da pica dele. Quando conseguiu enfiar tudo, manteve ela firme, colada na pica dele.
Ficou parado, dentro do cu da minha mulher, grudado na bunda dela, sem dar chance pra ela se mexer e evitar o contato da pica dele com o reto dela.
Começou a se mover, a enfiar, e aos poucos minha mulher começou a gemer, a reclamar cada vez mais baixo. Ele acariciava a buceta dela com os dedos.
Vi a Gaby girar o quadril, rebolando a bunda, indo de encontro à pica - ela fazia isso devagar.
Foi aí que ele aproveitou pra meter tudo.
Ela arranhou o sofá ao se sentir completamente empalada - se dobrou toda e começou a falar "sinto que você tá me partindo". Ele começou o vai e vem, entrando e saindo do cu dela com força, segurando firme no quadril dela.
Cada vez que enfiava, jogava ela contra o sofá - com força.
Ele colocou ela de pé e sentou ela na pica dele, começou a furar ela, a gozar dela, e minha mulher a gemer. — Quando se cansou, deitou ela no sofá sempre de bruços – e começou de novo a meter no cu dela até o fundo do intestino – tirou bosta, mas não ligou e continuou penetrando ela.
Olhei minha mulher desfalecida – com o cu aberto – desflorado. – e banhou o intestino dela com o esperma dele pra rolar pro lado bufando igual um bicho, agitado e suado.
— Essa primeira vez da minha mulher eu nunca consegui esquecer – o difícil foi começar, uma vez que ele conseguiu pegar ela no cu e vencer a resistência dela, ele enfiava à vontade no rabo dela —
— Levantei, minhas pernas tremiam e a sala cheirava a excremento, a bosta. Olhei as almofadas do sofá manchadas, sujas de sangue, bosta e esperma. Foi uma eternidade pra mim, sentia meu coração bater num nível desproporcional, sentia minha boca seca, pastosa, e me sentei no chão respirando calmo.
Olhei a Gaby nua, desfalecida, cansada, deitada de bruços. Sabia que tinha sido uma experiência que seria difícil de esquecer pra ela.
Nunca imaginei ver minha mulher gozar e gritar daquele jeito, e menos ainda trepando como trepou. Ajudei ela a ir no banheiro se trocar, ficamos sentados na sala da nossa casa, ela com o cu arrombado e eu com um sentimento de desejo, tesão e culpa.
No dia seguinte ela acordou tarde. Quando entrou no banheiro pra cagar, ouvi ela gritar e ela teve que morder uma toalha pra não espalhar os gritos pela casa.
De noite, Brandon voltou e comeu o cu dela de novo na minha casa, comigo, o marido, a só alguns passos deles.
Foi assim que minha mulher virou amante do Brandon. Eu tinha aceitado meu lado voyeur, meu lado corno, e o Brandon fazia ela feliz na cama.
Minhas filhas notaram a mudança que teve em casa, conheceram o Brandon. Eu me sentia feliz, mas também sabia que tava brincando com fogo.
Conversei com minha mulher e falei que não tinha problema ela dormir com o Brandon, mas que era diferente ela estar decidindo o despertar sexual das nossas Gurias, entramos numa discussão, não quero fazer algo que vou me arrepender pelo resto da vida. Comentei com ela.
- E não sei se vou aguentar tudo o que envolve deixar elas fazerem sexo com o Brandon. - Sem me arrepender do que faço. E tenho medo que vão machucar elas, elas nunca estiveram com um homem – são mocinhas.
Aquela noite não dormi pensando, não queria aceitar que no fundo me dava tesão e excitação pensar no assunto.
Voltava de fazer umas compras e encontrei minha mulher arrumada pra sair, aonde vamos eu disse. -Volto em três ou duas horas, vou sair com as meninas, combinei de encontrar o Brandon na praça, vamos conversar.
--Quando chegaram, senti cheiro de vinho e cerveja em cada uma delas – ficaram conversando - ai, meus peitos tão doendo! ouvi a Lorena dizer, é que ele mordeu os seus, a Laura falou – bom, meninas, vão dormir, amanhã a gente vê o que faz – o importante é que vocês já estão decididas – e convencidas – disse minha mulher.
Quando ficamos a sós, ouvi a voz dela, Emílio “Quero que vocês iniciem as meninas”
--fiquei paralisado, frio, feito um idiota, Que porra é essa, mulher? Sabe o problema que a gente pode arrumar, deixa nossas gurias descobrirem o sexo sozinhas, só orienta elas.
Peguei as mãos dela e falei Gaby – as meninas são mocinhas, vamos deixar elas mesmas decidirem o caminho delas pro sexo. No fim acabei cedendo – entendi que minhas gurias sabiam que o Brandon transava com a mãe delas e era lógico que elas sentissem curiosidade de saber por que a mãe delas – gemia e gritava tanto quando o Brandon tava com ela.
Minha mulher me pegou pela mão e me levou pro quarto onde guardava umas fotos, me mostrou algumas e disse olha pra elas, tão mais que à vontade, me diz se você vê elas com vergonha, ou com medo por estarem quase peladas. - verdade, né. Fiquei calado, olhando as fotos onde elas sem nenhum pudor ou vergonha que aparecesse na cara delas. Tinham tirado uma foto delas
Mas o que mais me chamou a atenção A atenção foi ver as fotos dela, com uma dedicatória:
"Não sei o que acontece comigo, sei que vai pensar que é loucura, mas eu te desejo. Sou moça e sei que vai me machucar, mas não me importo, estou disposta a tudo com você. Que você seja o primeiro na minha vida. Do jeito que você quiser... De tudo. Laura"
Naquele momento, entendi que não havia volta. — Fiquei pensando, precisava ouvir um conselho. Mas quem procurar? Pra quem contar que você deixa outro comer sua mulher sem ser chamado de otário ou corno? Tinha as meninas prestes a perder a virgindade — uma primeira vez que eu sabia que jamais iam esquecer, porque tinha certeza de que ia comê-las anal, vaginal e oral.
Talvez seja muito simples escrever isso pra você, mas viver é como estar sentado no fio da navalha, você sente o coração bater a mil por hora, sente a garganta seca. — Como mulher e mãe, não me arrependo dessa decisão da minha vida com as meninas e o Brandon.
Formamos uma família, até agora difícil de viver assim numa sociedade machista e moralista.
Como já falei antes, grande parte dessa história foi escrita pelo meu marido e não quis mudar nada. Só adicionei algumas linhas.
Não é nada fácil pra uma mulher vir aqui e escrever sobre a vida sexual sem ser chamada de puta, vagabunda, por causa de todas as barreiras de tabus sociais impostos na nossa sociedade. Ainda mais sendo casada e com família.
Realmente, meu estilo de vida não é muito aceito na sociedade – repito, não é bem visto uma mãe aceitar viver amigada com o amante e as filhas.
Muitos podem pensar que sou louca, doente ou uma pervertida – por isso mantive essa vida escondida e, de certa forma, contar tudo isso foi tipo uma válvula de escape.
Sei que muitos vão se perguntar por que o Brando e não outro homem – a gente tentou conhecer alguns outros caras e ver se conseguia dar o passo com eles, mas nunca tivemos os resultados esperados. É muito difícil confiar e abrir as portas da sua casa pra um estranho. No entanto, toda essa experiência de conhecer esses homens ajudou quando a gente tomou a decisão final de que o Brando seria o macho alfa da casa, o homem da família.
Eu tinha um passado com ele e, de certa forma, conhecia o jeito dele, e isso me ajudou a tomar a decisão final.
São muitas sensações que passam pela mente naquele momento, mas chega um ponto em que você fica cega e se entrega ao prazer sem limites.
Quando estava com o Brandon, esquecia do Emilio, não queria pensar em nada, só me sentir sendo penetrada. Nas vezes que ele me fez dele na frente do Emilio, em cima da cama conjugal – eu abria as pernas pra recebê-lo, e quando ele me penetrava, não conseguia evitar de gritar. ao sentir como minhas carnes íntimas se abriam pra dar passagem ao pau dele – soltei um gemido longo e levantei a bunda pra recebê-lo por completo, e ele me enfiou até os colhões, me causando dor e prazer ao me sentir completamente empalada.
Ele ficou dentro do meu corpo me penetrando com força – com fúria, as metidas dele me faziam gritar – e eu mexia minha bacia igual uma louca, buscando que ele me penetrasse até o fundo.
Rolamos pela cama, subi em cima dele, ele me colocou de bruços, de lado, me comeu de um jeito que me fez sentir mulher – me fez sentir viva de novo –
Senti ele gozar, começou a pulsar com força, enquanto o esperma quente inundava minha buceta – meu corpo se contorceu, percebi que estava gritando.
Só naquele momento tomei consciência do meu arroubo passional, foi a primeira vez que entendi que ele era o homem certo pra minha vida. Era o cara que eu tinha procurado pra ser mãe de novo, eu e minhas filhas.. Era o macho que eu buscava e que nos mantivesse unidas a ele por um laço de sangue.
Foi naquele instante que entendi que minha vida ia dar uma virada, Emílio me confessava que sentia ciúme e raiva, mas mesmo assim, algo dentro dele tinha mudado, ele tinha conhecido seu lado voyeur, seu lado de ser um homem cuck, apesar de ser um estigma difícil de aceitar, ele aceitava.
A história do Emílio.
Depois de permitir que minha mulher transasse com Brandon, nossa vida continuou normal. Foi uma experiência e uma excitação enorme poder vê-la gemer e gritar nos braços de outro homem.
Brandon passou a fazer parte da nossa vida, começamos a nos ver em praças e restaurantes e depois ele começou a frequentar a casa, e minha esposa começou a trepar com ele na cama de casal.
Numa ocasião, saímos pra um bar e Brandon a levou pra dançar. Então tive que ficar olhando eles, como ele a segurava pela cintura, acariciando a bunda dela e beijando-a.
Quando a música acabou, Gaby foi ao banheiro e eu fiquei com Brandon na mesa – Não sabia o que dizer até que Finalmente o gelo quebrou. — Não é fácil estar com o homem que come sua mulher na mesma mesa e não se sentir um otário ou um idiota na frente dele. — Ouvi a voz do Brandon me dizer — não se sinta mal, não te julgo, você não é um idiota, é um homem inteligente. Se você não consegue dar prazer a ela, deixa que eu aproveite ela.
Sei que você gosta de ver como eu como sua mulher. — Sabe, hoje à noite vou arrebentar o cu dela.
Ele tocou meu ombro com a mão e me olhou nos olhos — Emilio, ontem eu estava conversando com a Gaby sobre as meninas, quando ouvi o nome delas meu coração quase parou, e não vou te enganar, suas filhas querem sexo, estão loucas pra experimentar, e eu tenho uma vontade enorme de “descabaçá-las”.
Não soube o que responder.
Quando a Gaby voltou, me pegou pela mão pra gente ir embora — No caminho até a saída, mais de um virou pra olhar a bunda dela, que se destacava com o vestido justo que ela usava naquela noite. Coloquei minhas mãos na cintura dela, ela me puxou pra perto e murmurou: tô tesuda, não consigo evitar. —
Começamos a conversar e ela disse, baixando o olhar:
O Brandon quer me fazer amor por ali, você sabe por onde — como eu respondi: “então ele quer me fazer amor anal!” — Pelo cu, falei sem rodeios — Perguntou se você me come por ali e eu disse que não? Que nunca deixei você nem ninguém.
Sei que vai doer, mas quero tentar, é uma excitação enorme que sinto ao estar com o Brandon — sei que ele pode me machucar e que vou passar muito mal, talvez até me arrependa — mas quero tentar, não quero mentir pra você, tô excitada só de pensar nele. — Ouvir essas palavras da minha mulher me deixou louco, como um demente, preso num sentimento e numa excitação enorme.
Eu sabia que tinha que parar com aquilo, mas já não conseguia mais, o prazer que sentia ao vê-la gozar era imenso.
Chegamos, estacionei o carro e vi os dois entrarem em casa. Não teve preâmbulo, minha mulher tinha se transformado numa mulher. Desconhecida pra mim, começou a esfregar a bunda no pau dela, vendo a reação do macho. – Observei tudo passo a passo, desde quando ela desabotoou e começou a puxar o vestido dela pra baixo até deixá-la pelada. Ele se despiu rápido, olhei pro pau dele inchado, duro, ereto. Comecei a suar e tentei me acalmar, não queria que minha pressão caísse. ---Me sentia incrédulo – não conseguia acreditar que minha mulher aceitaria ser aberta do cu. Olhei pra minha mulher, ela tava disposta a tudo, Brandon pegou o pau dele com as mãos e deu pra ela chupar, quase não cabia, vi o esforço que minha mulher fazia pra abrir toda a boca e chupar – ele segurou a cabeça dela e empurrava pra dentro, fazendo ela quase tossir de tanto esforço. Levou ela pra mesa, minha mulher abriu as pernas e Brandon se colocou na frente dela, enfiou entre as pernas dela e imediatamente empurrou e começou a meter, penetrou ela com força, o prazer me cegou e comecei a bater uma, enquanto Brandon beijava minha mulher na boca. Entrava e saía da buceta dela uma vez e outra, roçando o clitóris dela e deixando ela cada vez mais louca. Pouco tempo depois, ouvi ela gritar, gemer, e ela gozou com uns gemidos tão fortes que quase gritei de prazer só de ouvir. Foi então que da boca de Brandon saíram as palavras que vou lembrar pra sempre: “Vira” – ele disse pra minha mulher, eu sabia o que aquilo significava e as consequências, então ouvi minha mulher dizer: “Tenho medo de você me machucar, mas enfia. Faz logo ou vou me arrepender.” Naquele momento, pensei nos 93 quilos dele e no pau grosso e grande dentro da bundinha pequena da minha mulher de 48 quilos, só pensava se ela aguentaria aquela penetração, além disso, sempre achei que sexo anal era algo sujo e doloroso. Olhei pra minha mulher naquele momento, parecia não pensar no sujo nem na dor, só queria gozar, ser penetrada até o fundo do intestino, sem se importar com o que sofresse, sem se importar se partisse ela no meio. Ele pegou ela pela mão e levou pro sofá. onde ele pediu que ela se deitasse de bruços, colocou uma almofada debaixo da cintura dela e ela ficou com a raba pra cima.
Ele separou as nádegas dela e deixou o cu da minha mulher exposto, passou a língua, chupou sem nojo uma vez e outra, até dilatar. Minha mulher tava de olhos fechados, de quatro, com a bunda no ar e ele atrás dela, metendo a língua naquele cu sem parar.
Ele foi até a bolsa da minha mulher, pegou um pote de creme, passou num dos dedos e foi até ela. Começou a enfiar os dedos devagar, sem querer machucar — "vai, relaxa", ele dizia — "solta o corpo — tenho que te dilatar, não quero te machucar e você tem que me ajudar." Ele enfiava os dedos devagar no cu dela.
Ele aproximou o rosto da buceta dela e começou a chupar, foi como se minha mulher levasse um choque. Ela começou a se mexer, a gritar, e com a força que se agitou, tirou o dedo que ele tinha enfiado no cu dela. Ele meteu dois dedos e eu vi o cu da minha mulher se abrindo aos poucos com a pressão deles. Eu ouvi ela dizer: "Ah, para, por favor, você me mata de prazer. Mete logo. Faz isso ou vou me arrepender."
Brandon se levantou, pegou o creme e passou no pau inteiro. Levantou o olhar, sabia que eu tava olhando — "devagar, devagar", minha mulher dizia. Ele tentou uma vez e outra, sem conseguir vencer a resistência do buraco. Parecia impossível que o pau dele entrasse sem machucar ela — "não aguento mais, tenho que meter ou vou ficar louco."
Ele passou mais creme, segurou minha mulher pelos quadris com força e apontou a cabeça do pau pro furinho do cu dela. Ele dizia pra ela relaxar, e... de repente eu ouvi... O grito dela. Eu vi ela fazer força com a mão, apertar os dentes, morder os lábios, tentando aliviar a dor, mas escapou um gritinho quando sentiu ele rasgando o cu dela.
Os segundos de penetração pareciam minutos. Eu pensei: "vai rasgar o cu dela." Não reconheci minha mulher, ela tava tão tesuda que não tava nem aí. Desmaiar de dor, ela só queria que ele arrombasse a buceta dela e, pra provar, disse "Vai, não para" e ele continuou empurrando bem devagar, às vezes tirava e colocava de novo, mas cada vez um pouco mais fundo, penetrando ela com muito cuidado.
Fechei meus olhos, pra ser sincero, e ouvi um gemido da Gaby quando a cabeça da pica do BRANDON começou a entrar, vencendo a resistência do cu dela. Ele segurou firme, impedindo que minha mulher escapasse da pica dele.
Olhei minha mulher mordendo os lábios pra não gritar - chorar - não queria pensar que ela sabia que tava sendo observada e por isso evitava gritar, mas era óbvio que tava doendo, a cara dela, as feições mostravam claramente que tava doendo.
Até que ela não aguentou mais e começou a gritar com força quando Brandon começou a penetrar ela. Ela se dobrou toda - e tentou se levantar pra evitar que ele continuasse enfiando, mas não conseguiu.
Brandon tava tenso, suado, pelo esforço que fez, mas nunca deixou minha mulher escapar da pica dele. Quando conseguiu enfiar tudo, manteve ela firme, colada na pica dele.
Ficou parado, dentro do cu da minha mulher, grudado na bunda dela, sem dar chance pra ela se mexer e evitar o contato da pica dele com o reto dela.
Começou a se mover, a enfiar, e aos poucos minha mulher começou a gemer, a reclamar cada vez mais baixo. Ele acariciava a buceta dela com os dedos.
Vi a Gaby girar o quadril, rebolando a bunda, indo de encontro à pica - ela fazia isso devagar.
Foi aí que ele aproveitou pra meter tudo.
Ela arranhou o sofá ao se sentir completamente empalada - se dobrou toda e começou a falar "sinto que você tá me partindo". Ele começou o vai e vem, entrando e saindo do cu dela com força, segurando firme no quadril dela.
Cada vez que enfiava, jogava ela contra o sofá - com força.
Ele colocou ela de pé e sentou ela na pica dele, começou a furar ela, a gozar dela, e minha mulher a gemer. — Quando se cansou, deitou ela no sofá sempre de bruços – e começou de novo a meter no cu dela até o fundo do intestino – tirou bosta, mas não ligou e continuou penetrando ela.
Olhei minha mulher desfalecida – com o cu aberto – desflorado. – e banhou o intestino dela com o esperma dele pra rolar pro lado bufando igual um bicho, agitado e suado.
— Essa primeira vez da minha mulher eu nunca consegui esquecer – o difícil foi começar, uma vez que ele conseguiu pegar ela no cu e vencer a resistência dela, ele enfiava à vontade no rabo dela —
— Levantei, minhas pernas tremiam e a sala cheirava a excremento, a bosta. Olhei as almofadas do sofá manchadas, sujas de sangue, bosta e esperma. Foi uma eternidade pra mim, sentia meu coração bater num nível desproporcional, sentia minha boca seca, pastosa, e me sentei no chão respirando calmo.
Olhei a Gaby nua, desfalecida, cansada, deitada de bruços. Sabia que tinha sido uma experiência que seria difícil de esquecer pra ela.
Nunca imaginei ver minha mulher gozar e gritar daquele jeito, e menos ainda trepando como trepou. Ajudei ela a ir no banheiro se trocar, ficamos sentados na sala da nossa casa, ela com o cu arrombado e eu com um sentimento de desejo, tesão e culpa.
No dia seguinte ela acordou tarde. Quando entrou no banheiro pra cagar, ouvi ela gritar e ela teve que morder uma toalha pra não espalhar os gritos pela casa.
De noite, Brandon voltou e comeu o cu dela de novo na minha casa, comigo, o marido, a só alguns passos deles.
Foi assim que minha mulher virou amante do Brandon. Eu tinha aceitado meu lado voyeur, meu lado corno, e o Brandon fazia ela feliz na cama.
Minhas filhas notaram a mudança que teve em casa, conheceram o Brandon. Eu me sentia feliz, mas também sabia que tava brincando com fogo.
Conversei com minha mulher e falei que não tinha problema ela dormir com o Brandon, mas que era diferente ela estar decidindo o despertar sexual das nossas Gurias, entramos numa discussão, não quero fazer algo que vou me arrepender pelo resto da vida. Comentei com ela.
- E não sei se vou aguentar tudo o que envolve deixar elas fazerem sexo com o Brandon. - Sem me arrepender do que faço. E tenho medo que vão machucar elas, elas nunca estiveram com um homem – são mocinhas.
Aquela noite não dormi pensando, não queria aceitar que no fundo me dava tesão e excitação pensar no assunto.
Voltava de fazer umas compras e encontrei minha mulher arrumada pra sair, aonde vamos eu disse. -Volto em três ou duas horas, vou sair com as meninas, combinei de encontrar o Brandon na praça, vamos conversar.
--Quando chegaram, senti cheiro de vinho e cerveja em cada uma delas – ficaram conversando - ai, meus peitos tão doendo! ouvi a Lorena dizer, é que ele mordeu os seus, a Laura falou – bom, meninas, vão dormir, amanhã a gente vê o que faz – o importante é que vocês já estão decididas – e convencidas – disse minha mulher.
Quando ficamos a sós, ouvi a voz dela, Emílio “Quero que vocês iniciem as meninas”
--fiquei paralisado, frio, feito um idiota, Que porra é essa, mulher? Sabe o problema que a gente pode arrumar, deixa nossas gurias descobrirem o sexo sozinhas, só orienta elas.
Peguei as mãos dela e falei Gaby – as meninas são mocinhas, vamos deixar elas mesmas decidirem o caminho delas pro sexo. No fim acabei cedendo – entendi que minhas gurias sabiam que o Brandon transava com a mãe delas e era lógico que elas sentissem curiosidade de saber por que a mãe delas – gemia e gritava tanto quando o Brandon tava com ela.
Minha mulher me pegou pela mão e me levou pro quarto onde guardava umas fotos, me mostrou algumas e disse olha pra elas, tão mais que à vontade, me diz se você vê elas com vergonha, ou com medo por estarem quase peladas. - verdade, né. Fiquei calado, olhando as fotos onde elas sem nenhum pudor ou vergonha que aparecesse na cara delas. Tinham tirado uma foto delas
Mas o que mais me chamou a atenção A atenção foi ver as fotos dela, com uma dedicatória:
"Não sei o que acontece comigo, sei que vai pensar que é loucura, mas eu te desejo. Sou moça e sei que vai me machucar, mas não me importo, estou disposta a tudo com você. Que você seja o primeiro na minha vida. Do jeito que você quiser... De tudo. Laura"
Naquele momento, entendi que não havia volta. — Fiquei pensando, precisava ouvir um conselho. Mas quem procurar? Pra quem contar que você deixa outro comer sua mulher sem ser chamado de otário ou corno? Tinha as meninas prestes a perder a virgindade — uma primeira vez que eu sabia que jamais iam esquecer, porque tinha certeza de que ia comê-las anal, vaginal e oral.
Talvez seja muito simples escrever isso pra você, mas viver é como estar sentado no fio da navalha, você sente o coração bater a mil por hora, sente a garganta seca. — Como mulher e mãe, não me arrependo dessa decisão da minha vida com as meninas e o Brandon.
Formamos uma família, até agora difícil de viver assim numa sociedade machista e moralista.


2 comentários - Esposa Dividida 2
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