Meu compadre me dominou e eu gostei

Combinamos de nos ver no parque. Quando cheguei, ele já estava me esperando. Era cedo da manhã e meu marido já tinha ido trabalhar. Quando me viu, cumprimentei ele com um beijo na bochecha, porque não sabia como reagir depois daquilo. Mas ele me surpreendeu com um beijo na boca, a mão na minha cintura e a língua invadindo minha boca. Eu não soube reagir, e ele enfiou a língua à vontade enquanto eu me recuperava da surpresa gostosa.

— Que isso! Vão nos ver! — falei, segurando ele, olhando em volta pra ver se alguém tinha visto.

— Fica tranquila, ninguém tá olhando — ele disse sem me soltar do abraço.

Me afastei e comecei a aquecer enquanto ele me olhava com cara de safado. Quando fiquei pronta e me coloquei do lado dele pra começar a corrida, a mão dele agarrou minha bunda por cima da calça legging.

— Chega! — falei e comecei a correr, mas tava excitada. As lembranças daquela transa, o corpo forte dele e a vontade que ele tinha de mim, vieram na minha cabeça enquanto eu corria.

Meu compadre corre mais que eu, então, nos primeiros metros, ele manteve a mão na minha bunda enquanto corria.

Eu comecei a ficar molhada.

Cada vez que meu compadre me alcançava (aconteceu três vezes), ele dava um apertão na minha bunda e depois voltava ao ritmo dele.

Meu coração tava a mil, não por causa da corrida, mas pela excitação. Naquele dia, corri 5 km sem cansar muito, acho que a adrenalina da libido me manteve ativa.

Quando terminei, fui alongar.

Quando ele terminou, veio até mim e me envolveu num abraço, me beijando sem vergonha na frente de todo mundo. A mão dele tomou conta da minha bunda, apalpando e apertando à vontade.

— Chega! — falei de novo.

— Quero te comer — ele disse sem hesitar, olhando firme nos meus olhos.

Eu tava muito excitada, mas não falei nada na hora. Me afastei dele e fui pra minha casa. Ele apressou o passo pra ficar do meu lado, mas mantendo uma distância prudente e normal.

Chegamos na minha casa e, sem pedir permissão, ele entrou atrás de mim. Sabendo que a casa estava vazia, como de costume naquela hora.
Mal cruzamos o pátio e entramos na minha casa quando ela me virou 180 graus e me abraçou enquanto me beijava e passava as mãos como um polvo por todo o meu corpo. Eu estava excitadíssima, então correspondi acariciando e beijando ele. Nós dois tínhamos suado muito, então a boca dele tinha um gosto amargamente salgado. Suponho que a minha também, então não falei nada.
Envolvidos na troca de carícias, fomos nos adentrando pela casa. Éramos uns animais no cio.
Quando chegamos na sala, ele já tinha tirado minha blusa e eu estava tirando minha calça legging. Chegamos ao sofá nos beijando e nos despindo, e caímos, ele por cima de mim.
Eu o abracei com minhas pernas enquanto ele ajustava o pau dele para me penetrar. Tudo foi muito rápido.
Sem perceber, eu já estava com minhas pernas enlaçando a cintura dele e ele com o pau dentro de mim, me penetrando com força e paixão. Lembro dos lábios dele sugando meus mamilos enquanto eu gemia de prazer.
Num instante, ele me virou no sofá e começou a me penetrar com paixão de costas até que gozou dentro de mim sem me avisar.
Eu ainda estava com tesão, mas muito satisfeita com a experiência. Nós dois suávamos horrores depois daquilo, então fomos tomar banho juntos.
Ele ficou excitado o tempo todo, com o pau duro, mas não me penetrou enquanto tomávamos banho; pelo contrário, foi carinhoso e passava as mãos no meu corpo. Eu quis chupar o pau dele, mas ele não deixou. Ao sair do banho, fui pro meu quarto pensando que a gente ia transar de novo, mas, em vez disso, ele foi até meu guarda-roupa escolher um vestido pra mim e jogou na cama. Depois perguntou onde eu guardava minha roupa íntima e, quando eu disse, ele pegou um body roxo que tenho e umas meias finas, que também jogou na cama do mesmo jeito.
— Coloca isso — ele disse.
Obedeci, esperando a aprovação dele.
— Penteia o cabelo e se maquia — ele disse enquanto me oferecia umas botas pretas que tenho, enquanto continuava remexendo na minha gaveta de... roupa íntima. Não falei nada e terminei de me vestir. Levantei pra ele me olhar e busquei a aprovação dele sem adivinhar o que ele tinha na cabeça.
— Você é uma gostosa. Fecha os olhos e vira de costas.
Estranhando, obedeci. Ele me vendeu os olhos e amarrou minhas mãos nas costas, depois me jogou de bruços na cama. Me sentir indefesa me deu um tesão danado. Ele agia com violência e eu me imaginei sendo vítima de um maluco. Tava excitadíssima, então deixei ele fazer o que meu compadre queria.
Ele me empurrou na cama. A cama onde eu dormia com meu marido, onde meu esposo satisfazia os desejos dele comigo na intimidade.
Na minha escuridão, senti a mão dele no meu pescoço, empurrando minha cabeça pra baixo no colchão. A mão dele, assim que minha cabeça ficou enterrada no colchão, deslizou pelas minhas costas até chegar na minha bunda.
Com as duas mãos, ele levantou meu quadril e eu ajustei meus joelhos pra manter minha bunda pra cima, pronta pro prazer pessoal dele. Ele levantou meu vestido, revelando minha bunda, e puxou minha meia-calça pra baixo. A mão dele entrou na minha racha, por baixo do body, e eu senti um choque elétrico que me fez gemer.
Senti o pau dele querendo entrar pelo meu body, que ele afastou, e o pau dele penetrando à força na minha buceta já lubrificada.
Ele me penetrou com força: minha cabeça no colchão, minhas mãos amarradas nas costas, meus olhos vendados e minha bunda levantada. Gemi que nem uma possessa enquanto ele ofegava no esforço de me penetrar com força.
Depois de um tempo, ele me virou de costas e empurrou minhas pernas contra meu tronco, me penetrando de novo violentamente.
A cama rangia e batia na parede com as investidas, enquanto meus gemidos enchiam o silêncio do quarto. A investida dele era brutal.
Comecei a sentir um tesão doentio em pensar que os vizinhos ouviam o barulho e meus gemidos através da parede.
Ajudada por esses pensamentos, cheguei rápido ao orgasmo, soltando um grito longo e profundo, enquanto meu compadre me forçava a continuar recebendo o pau dele. Dura.
Meu compadre não demorou muito pra gozar dentro de mim e cair exausto nas minhas costas.
Meu compadre me dominou e eu gostei

2 comentários - Meu compadre me dominou e eu gostei

Parece que te gusto lo que te hizo en el bautismo de su hijo y quisiste repetir. Van puntitos