Rosário Gostosa

Cerca de 4 anos atrás, decidimos viajar juntos pra passar um feriadão. Eu já sabia que tinha uma casa de swing naquela cidade. Chegamos no hotel de noite e no dia seguinte, falei: "E se a gente ver se tem uma casa de swing?" Ela curtiu a ideia! Vi na carinha dela. Resumindo, achamos o lugar, vimos as fotos, lemos os comentários — uma sensação estranha, mistura de nervoso, adrenalina e curiosidade. Ela mandou uma mensagem pelo perfil dela, responderam na hora explicando o conceito do lugar, como fazia a reserva e os custos. Se a gente decidisse reservar, era só mandar mensagem pro número de celular que indicavam. Era de tarde, estávamos na Florida tomando mate, de boa, começamos a fantasiar. Mandamos uma mensagem pra confirmar pelo celular dela, e na hora falaram que a gente tinha que enviar uma foto dos dois juntos, mostrando o rosto, com nossos nomes como estão no RG, pra entrar na lista de convidados, e um número de chave Pix pra depositar a reserva. Nos olhamos e falamos: "Ok, são dados lógicos, eles precisam saber quem vai e se somos um casal de verdade, e como tem que reservar, a gente paga antes. Se não gostar, vaza, não perdemos nada tentando." Mandamos a mensagem com a foto, os dados e o depósito na chave Pix. Responderam com o horário de entrada, o endereço e confirmaram que o pagamento foi aprovado. Desde o fim da tarde até a hora da festa, mil imagens e situações passaram pela minha cabeça. Senti a mesma sensação que tive quando saí pela primeira vez na adolescência. Produzidíssimos, saímos e o porteiro do hotel até perguntou se a gente tinha casamento. As batidas do coração aumentavam conforme a distância no GPS diminuía. No ponto de chegada, tivemos que parar numa sorveteria pra conversar se íamos ou não, enquanto dividíamos um quarto! Bom, criamos coragem e falamos: "Já estamos no baile, se não gostar, vazamos." Chegamos no lugar pra dar uma olhada. Demos uma volta no quarteirão pra ver qual era, e sinceramente, de fora parecia exatamente o que vimos no mapa. Uma casa normal do bairro. Estacionamos, descemos e chegamos na porta — acho que meu coração não pulou pra fora porque a camisa tava abotoada. Abriram a porta e quem nos atendeu primeiro foi um senhor de óculos escuros, super gente boa, perguntou nossos nomes. E uma minion de sobretudo, salto alto e cinta-liga por baixo olhou pra nossa cara, conferiu no celular e falou: "são eles, deixa entrar. Vocês são novatos, né?" Ela perguntou. "Sim." "Ok, fiquem aqui com todo mundo (tinha horário de entrada) que daqui a pouco a gente explica tudo." A gente ficou na sala de estar da casa, no fundo tinha um bar e dava pra ver um pátio com gente conversando e fumando. A sala tinha uma escada lateral. "Boa noite", disse a organizadora depois de um tempo (acho que fomos os últimos a entrar). Ela formou um grupinho e a gente subiu pela escada. Numa sala do tamanho de um quarto, pediu pra cada um se apresentar e falar de onde era, pra quebrar o gelo. Começou a explicar todo o esquema da casa: dava pra transar em qualquer lugar, menos na sala de entrada, no banheiro, no bar e onde a gente tava. Só podia duas casais por vez no local de troca, onde dava pra compartilhar quartos ou ficar em quartos separados. E o banheiro do andar de cima era só pra quem subiu. Se quiséssemos ir com outro casal, tinha que avisar ela e a gente tinha meia hora. Podia fazer o que quisesse, mas já tinha que estar combinado com o outro casal antes. "Não quero confusão, tem que ser claro." Explicou que na casa não podia entrar bêbado nem drogado, e se rolasse, a gente tinha que vazar. Pela experiência dela, era muito difícil achar um casal que agradasse os dois. "Geralmente as mulheres nesse meio são bi" (isso ficou marcado a ferro em mim) e que, no caso dos homens, tudo tinha que ficar claro desde o começo, porque ela não queria mal-entendidos na casa dela. O que dizer do lugar... O clima é muito bom, dava pra sentir sexo em todos os sentidos — iluminação, música, cores, móveis pra diferentes posições, tudo convidava pra "aquela brincadeira". E muita segurança, vários seguranças, garçonetes e moças pra pedir bebida. Pra começar, fomos no bar, pedimos um drink e demos uma volta completa. Como tinha acabado de abrir, o pessoal tava conversando, parecia que se conheciam. As gatinhas estavam de portaligas e os homens fantasiados, tava muito bom. A gente fez a nossa parte: fomos pra uma sala que tinha sofás em todo o perímetro e uma poltrona no centro. Já tava esquentando, tinha casais transando, adorei. A gente começou. Ela me beijou e eu fiquei muito excitado — primeiro pelos beijos, depois pelos gemidos. Cada vez que eu abria os olhos, não acreditava no que via, tava no meu paraíso. Ela desceu e começou a me fazer um boquete. Lembro que tava durasso, não tinha levado cueca pra facilitar. Eu tava encostado na parede, o lugar lotado... ela de joelhos, acho que a uns 10 cm tinha outro casal fazendo o mesmo. A verdade é que todo mundo se respeitava, até na porta tinha um segurança cuidando de tudo. Não dava pra enxergar direito por causa da luz vermelha bem fraca, mas vi entrar um dos casais de primeira viagem como a gente, o último. O segurança não deixou mais ninguém entrar na sala. Nisso, ela já tinha se levantado e, enquanto eu beijava ela, acariciava o pubis bem depilado com o dedo indicador, indo pro clitóris e além. Dava pra sentir meu dedo escorregando pela vulva até a buceta dela, enquanto ela tava de costas, só via a parede. Falei: "Olha, vira e vê como os outros tão fazendo." Nessa hora, ela virou e olhou. Perguntei: "Na poltrona?" (Tinha uma no meio.) "Sim..." Ela se apoiou como se fosse empurrar a poltrona, e na frente tinha um casal mais velho vendo como eu tava arrumando ela. Falei: "Apoia assim, fica mais confortável." E foi assim. Enquanto ela estava apoiada e eu comecei a penetrar ela devagar, senti que ela ficava cada vez mais molhada. O que mais nos excitou foi ver todo mundo fazendo ao mesmo tempo: os gemidos, o cheiro, os olhares, as luzes... tudo foi incrível! Aproveitei pra caralho. Queria voltar já com mais experiência e ficar com a organizadora, acho que nenhuma das cuties que conheci tem mais jeito pra isso. Sempre fantasio nos meus sonhos que tô fazendo lá em cima, onde ela nos levou pra explicar como era esse ambiente...

4 comentários - Rosário Gostosa

Fantasy era el boliche ?
Podría ser no lo recuerdo.... Estaba en Rosario Norte a dos cuadras de la estación
@chispita2020 si podes pasa datos del lugar
Buenas verificado ahí me fije y es así como usted dice