Esclarecimento 1: esse conto não é de minha autoria, foi escrito pelo adrianreload que já não está mais aqui no P!, estou repostando porque também curti pra caramba na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Chegamos ao segundo andar e Mili ainda sentia suas intimidades pegajosas e doloridas, então decidiu voltar ao chuveiro para se limpar e se refrescar.
Te acompanho… me ofereci diligentemente.
Não, não, obrigada… primeiro vou eu, depois vai você… ela me disse desconfiada, me parando com a mão no meu peito.
Eu a vi em seu tortuoso caminho até o chuveiro, parecia um pouco escaldada depois de todas as penetrações anais que fiz nela naquela noite.
Só me traz uma toalha limpa, mas deixa no gancho… ela me pediu.
Sorri ao ouvi-la… a entendia, Mili já não queria correr riscos. Tínhamos que parar com esses joguinhos sexuais, pelo menos por enquanto, devíamos completar nosso relatório. Também não queria que Mili terminasse enjoada do sexo anal e da pessoa que o praticava.
Fui ao quarto de lavar, peguei nossas roupas na secadora, peguei a dela e uma toalha e fui para o banheiro. Ao me ouvir, ela fechou a torneira e deslizou a porta do chuveiro. Desta vez não me deixou ver todo seu corpo provocante, só colocou a cabeça para fora e esticou o braço me pedindo a toalha. Pensar que a mesma garota que me tentou há algumas horas agora parecia muito precavida, com medo de outro encontro sexual.
Esperei ela terminar de se secar dentro do chuveiro, para depois entrar e tomar banho, como havíamos combinado. Ela finalmente saiu, novamente com a toalha sobre os seios, cobrindo até abaixo do púbis. Me ofereci cortesmente para ajudá-la a se secar.
Não, obrigada… se afaste… ela me disse com uma expressão engraçada.
Está bem… eu disse sorrindo e deixei minha toalha.
Faz ele ficar assim… ela me disse apontando para meu pau que parecia timidamente encolhido.
Vou tentar, mas não provoca… respondi e entrei no chuveiro.
Quando saí do chuveiro, Mili estava se penteando na frente do espelho da pia, ainda usava a toalha mesmo com sua roupa seca e limpa sobre a tampa do vaso sanitário.
Ainda está quente… ela me explicou em alusão à roupa.
O que ainda está caliente?... bom, vou fazer um esforço pra baixar essa sua quentura… falei de brincadeira tirando a toalha da cintura.
Não, bobo, minha roupa ainda está quente… não chega perto de mim… respondeu rindo nervosamente ao me ver me aproximando dela.
Tá bom… vou ligar o computador… falei saindo do banheiro.
Cheguei no meu quarto e enquanto o computador ligava, eu me vestia com uma camiseta (polo) e um short.
Pouco depois, já focado no relatório, não percebi que a Mili, já vestida, tinha entrado no meu quarto. Quando notei a presença dela, vi que havia um pouco de nostalgia no olhar dela. Ela percebeu que eu a observava…
Puxa… parece que faz muito tempo desde a última vez que vim aqui… disse e não conseguiu evitar olhar para a cama onde, há duas semanas, eu tinha desvirginado o ânus dela.
É, parece que sim… mas vamos… vamos trabalhar… falei.
Era quase meia-noite e desde que saímos da sala de computação da faculdade não tínhamos avançado nada. A Mili entendeu e veio se sentar ao meu lado… só que não aguentou muito sentada, teve que se deitar de lado, apoiada em uma nádega, parecia que o ânus enrugado dela a incomodava.
Não ri, que ainda arde… disse fingindo seriedade.
Trabalhamos uma hora e parecia que o sono queria nos envolver, afinal, depois de toda a agitação física, era de se esperar.
De vez em quando, quando a Mili me perguntava algo ou fazia alguma sugestão, eu virava para olhar para ela, pra prestar atenção, só que meus olhos se desviavam com frequência e acabavam no decote da blusa dela, aquela peça que ela teve que unir nas bordas, na altura do abdômen, porque eu, em um ataque de paixão, tinha quebrado todos os botões. Assim, minha vista sempre se perdia nos apetitosos peitos dela, como um bebê mamando, os contemplava com certa ansiedade.
Olha nos meus olhos… ela pedia, um pouco risonha.
Sim, sim, tô te ouvindo… respondia sem parar de admirar os melões dela.
Danny… esses não são os meus olhos!… ela dizia levantando meu queixo e fixando meu olhar nos intensos olhos negros dela.
Bem… sabe de uma? Acho que melhor preparo café… propus, queria desanuviar a vista e a mente.
Sim, que seja café carregado, bem carregado… disse bocejando um pouco.
Você está afim de comer alguma coisa… Pizza?… falei brincando.
Não… tudo menos isso, já sei como a pizza te deixa… disse enfática mas com um certo humor.
Só perguntando, vou fazer uns sanduíches… respondi rindo.
Ir para a cozinha e preparar aquele lanche me clareou. Quando voltei pro meu quarto, a Mili estava cochilando na frente do computador. Acordei ela e com o café nos reanimando conseguimos terminar nosso trabalho.
Eram quase 3 horas e nós dois estávamos meio sonolentos, presos do cansaço físico (pelos nossos encontros sexuais) e mental (pelo relatório da universidade). Resolvemos ir pra cama, aparentemente só íamos dormir, o corpo e a vontade não aguentavam mais.
Só que a Mili não queria dormir com a mesma roupa. Procuramos no meu guarda-roupa alguma coisa que ela pudesse vestir. Chamou a atenção dela uma camisa polo laranja com gola verde… sorrindo leu a inscrição que tinha com canetinha:
Então "Juancho"… ela disse.
É, foi um apelido que me deram num trabalho há um tempo… falei mentindo, não queria entrar em explicações.
Parece que você teve muitos nomes… respondeu intrigada.
Largou a camisa polo e os olhos dela fixaram em outra polo, mais pequena, mais feminina, me olhou com graça e desconfiança…
Aha!… não sabia que você tinha esses gostos…
Ei… isso é de uma prima que passou um tempo com a gente… falei, talvez com um ar melancólico.
E o que tá fazendo no seu guarda-roupa?... perguntou curiosa.
Sei lá, talvez quando me mudei pra este quarto minha mãe por engano colocou entre minhas roupas… expliquei, embora já tivesse percebido esse erro, guardava aquela peça como lembrança.
Ah… e como se chama sua priminha?... perguntou sem engolir a história.
O nome dela é Ana… respondi sem dar muita importância.
E você gostou muito da Anita?... perguntou com malícia.
O quê?... ei… não seja maldosa… que ela acabou de ter um filho há pouco… retruquei um pouco Mal-humorado.
Ah, sim, que gostosa… e quem é o pai?... perguntei debochado, notando que as perguntas dela me faziam corar, talvez me entregando, ela estava se divertindo às minhas custas.
Já chega, já chega… chega de perguntas insidiosas… Você vai vestir isso ou não? Se quiser, eu te trago uma camisola da minha mãe… respondi irônico.
Ah, não, não leva a mal, mas com certeza sua mamãe usa roupa de dormir estilo antigo, cobrindo até os tornozelos, igual as mulheres árabes… disse com um certo sarcasmo.
Não me ofendi porque soou engraçado e tinha um fundo de verdade.
Só me dá um minutinho, será que vai servir?… talvez seja muito apertado pra dormir… respondeu pensativa, olhando pra camiseta da minha prima.
Me vieram à mente cenas de uma história antiga, talvez nem tão distante… pelo que eu lembrava, aquela peça podia servir na Mili, as medidas da minha prima eram parecidas com as dela…
Bom, talvez a Mili fosse um pouco mais voluptuosa, mas esse julgamento era meio injusto porque a Anita era mais nova, quase uma menina, quando usou aquela camiseta. No entanto, da última vez que a vi na fazenda dela… sim, acho que dava pra dizer que os corpos da Anita e da Mili eram parecidos… sentenciei, tentando não me aprofundar na memória e nos sentimentos. Era uma lembrança boa, mas era passado… pensei com nostalgia.
Acho que aquilo de se enfiar na roupa, e talvez na história, de outra mina não chamava muito a atenção da Mili. O ego feminino dela não queria dividir ou competir com essas lembranças. Ela tinha a personalidade dela, as formas dela, e puta merda, que formas boas!
No fim, a Mili reparou numa camisa minha. Era meio velha e eu não usava muito porque tinha desbotado, mas o tecido ainda era macio e fresco.
Essa aqui acho que vai servir em mim… disse aliviada, bocejando de cansaço.
Então tá, veste ela e vamos dormir… falei, imitando o bocejo dela.
Mas… você pode me fazer um favor?... perguntou envergonhada.
Qual?... respondi curioso.
Você podia se virar enquanto eu troco de roupa… disse expressão tímida.
Ei, mas já que… afinal… tentei protestar buscando as palavras certas, não queria soar muito grosseiro ou machucar a suscetibilidade dela com aquele repentino ataque de pudor.
Faça isso por mim, sim?... ela pediu, brincalhona.
Tá bom… tá bom… respondi, ela era minha hóspede e depois de tudo que fiz com ela naquela noite, acho que devia ceder ao pedido.
Me virei sorrindo… Mulheres!, pensei. Depois de alguns minutos, ela finalmente disse:
Já pode virar…
Eu obedeci e… Uau… tentação divina… ela estava gostosa vestida só com aquela camisa. Me deixar essa impressão foi a intenção dela ao pedir que eu me virasse enquanto se trocava.
Meu olhar passeou pelas pernas bem torneadas e bronzeadas, que terminavam onde a camisa começava (logo abaixo das partes íntimas, com certeza também nuas). Mili com as mãos na cintura, me dava a entender o tamanho grande que minha camisa ficava nela, assim como o tamanho pequeno da cintura dela. Mais acima, os peitos desafiadores dela levantavam minha camisa, os mamilos indicavam a posição exata. No rosto dela, um sorriso provocante, sabia que eu a tinha devorado com os olhos e isso inflava o vaidoso ego feminino dela.
Como é que fica em mim?... perguntou se exibindo, dando uma voltinha.
Maravilhosamente… exclamei enquanto via como a bunda dela levantava a camisa, quase me permitindo ver as nádegas redondas.
Bom… acho que é hora de… disse provocativamente.
Sim?... indaguei sentindo que no meu corpo adormecido ainda podia despertar outra ereção.
Que é hora de dormir… pontuou risonha, soltando outro bocejo.
Você tem razão… respondi desanimado, realmente cansado.
Enquanto ela se dirigia para minha cama, eu procurava um sleeping (saco de dormir) no meu closet. Mili se acomodava entre meus lençóis, quando me viu desdobrar o saco de dormir, me olhou curiosa:
Ei, não seja bobo… você não vai dormir no chão, deve estar frio e duro… pode ficar doente… me disse com pena.
Pensei que você não iria querer…
Aquele ataque de pudor que ela teve ao se vestir para dormir e a forma tragicômica em que ela tinha fugido das minhas brincadeiras e insinuações enquanto terminávamos o relatório da universidade me fizeram duvidar que a Mili quisesse dividir a cama.
Nada disso… vem aqui, que tem espaço para os dois… disse se afastando, como eu não reagi, ela acrescentou com malícia e dando um tapinha no colchão: Vamos… que não vou te morder…
Tá bem… só espero que você não ronque… nem fale dormindo…
Haha… engraçadinho… se apressa que quero dormir… disse meio sem vontade.
Senti um pouco de calor e, sob o olhar atento dela, tirei a camisa e o short, fiquei só de cueca. Notei a expressão desconfiada dela.
Algum problema com eu dormir assim?... perguntei.
Não… contanto que não deixe nada escapar… ela me disse de bom humor olhando pra minha virilha. Pelo visto ela estava morrendo de sono.
Ok… me limitei a dizer, e então me aproximei da cama.
Quando ela me viu me aproximar, levantou os lençóis pra eu me acomodar entre eles. Inicialmente ela se deitou de lado, me dando as costas, enquanto eu me deitava de barriga pra cima, olhando pro teto, pensando no que tinha acontecido.
A gente tinha tido mais de um encontro sexual (em mais de uma posição) naquela noite e, portanto, não deveria ter tanta tensão entre nós, deveria ter mais confiança, demonstrações de carinho e essas coisas próprias de todo casal. E esse era o problema… nossa situação não estava definida…
O que a gente era?... não éramos namorados, porque ainda seguíamos com nossos parceiros formais… também não éramos amigos carinhosos, mal éramos amigos e a gente tinha sido mais carinhoso do que devia, depois de todas as situações sexuais daquela noite, a gente tinha superado essa etapa… Amantes?, acho que essa era a palavra que mais se aproximava da nossa situação… embora duvide que a Mili gostasse de como isso soava…
Depois de alguns minutos, Mili se virou pro meu lado. Sem dizer nada, se aninhou no meu peito, me abraçando… talvez as mesmas perguntas passaram pela cabeça dela e ela queria encontrar as respostas no meu colo, ou talvez só tivesse medo de me dar as costas, ou seja, queria cuidar da sua retaguarda bem proporcionada, mas ainda dolorida…
Te incomoda se eu ficar assim?… perguntou timidamente, notando a tensão que a proximidade do corpo dela tinha me causado.
Não, de jeito nenhum… respondi, recuperando um pouco a sanidade.
Enquanto a luz da rua iluminava um pouco meu quarto escuro, acariciei os cabelos dela como um gesto de carinho e para me acostumar com a presença dela. Não me lembro de mais nada daquela semi-escuridão, estava exausto… Acabei dormindo…
Acordei com um barulhinho, o canto de um pássaro perto da minha janela, ainda não estava totalmente claro lá fora. O sol ia nascer por entre as montanhas em alguns minutos e aquele passarinho anunciava sua chegada.
Depois de alguns segundos, percebi que nossa posição tinha mudado: a Mili já não estava deitada no meu peito. Novamente estava de costas para mim, só que agora meu corpo também estava virado de lado, atrás dela.
Meu braço envolvia a cintura dela, e a mão da Mili, segurando a minha, parecia querer mantê-la ali — era um gesto fofo. Mais abaixo, meu quadril pressionava levemente as nádegas cheias dela… não era um gesto obsceno, mas ia se tornar daqui a pouco… à medida que meu corpo e minha sensibilidade iam despertando… mas a Mili e o corpinho bem dotado dela continuavam dormindo.
Quis me afastar, sentindo que uma ereção matinal estava vindo, mas a mão dela me impedia e eu não ia puxar bruscamente, não queria perturbar o sono tranquilo da Mili… o que estava me perturbando era o contato do meu pau, cada vez mais duro, com as nádegas carnudas dela…
Caramba!… tentei pensar em coisas terríveis para fazer minha excitação recuar, mas não adiantou muito… agora meu pênis semi-ereto empurrava a camisa que protegia a fenda daquela bunda preciosa, tentando se enfiar.
Eu tentava lutar contra essas sensações, não queria me aproveitar da Mili enquanto ela dormia… não era certo… mas meu pau parecia não entender, tinha reflexos próprios que eu não controlava… olha, pra vocês terem uma ideia, ele conseguiu sair, sem ajuda, do meu boxer através da sua… abertura…
Vendo que nada parecia diminuir meu desejo pela carne da Mili… tentei uma solução salomônica: roçaria meu pau suavemente ao longo da racha de suas nádegas redondas, a fim de me dar prazer, de me masturbar, tentando não acordá-la e evitando violar seu buraquinho apertado…
No início, esses movimentos começaram a surtir efeito, estavam apaziguando meu tesão. Mili mal se mexeu, produto do meu toque ou do próprio sono… Só que pouco depois, essas fricções mornas, longe de acalmar minha luxúria, começaram a aumentá-la de forma febril, nublando minha consciência… não aguentava mais… queria possuí-la…
Meus movimentos estavam cada vez mais desajeitados e evidentes, alguns gemidos escapavam da Mili entre sonhos… não tinha outra opção… se eu queria gozar com todo o desejo matinal que o corpo dela tinha despertado em mim… tinha que penetrá-la de qualquer jeito…
Aproveitei que a Mili soltou minha mão da cintura dela, talvez devido ao contínuo escavar do meu pau contra as nádegas dela… Silenciosamente liberei minha mão, usaria ela para levantar um pouco a camisa dela e abrir espaço entre as nádegas.
Assim fiz, levantar a camisa não foi tarefa difícil, o traseiro volumoso dela afastava a maior parte… o difícil era acertar no buraquinho dela com delicadeza e suavidade, evitando acordá-la, senão ela poderia reagir mal… obnubilado pelo meu tesão, cheguei a acreditar que a penetraria à vontade e ela não acordaria… afinal, estava extremamente exausta…
Lentamente fui acomodando meu pau entre as nádegas dela, alguns leves movimentos me deram a entender que a Mili estava perto de acordar. Não consegui esperar mais… assim que senti que a carne dela cedia (tinha localizado o esfíncter com a cabeça do meu pau) comecei a empurrar… Instintivamente as nádegas dela se contraíram, minha mão parou de guiar meu pau, que já tinha encontrado o caminho, e se colocou na cintura dela, para impedi-la de escapar…
O quê?... perguntou Mili entre sonhos. Não respondi, empurrei mais e inseri a cabeça do meu pau no seu sonolento corpo. Ela estremeceu, não sabia ainda se era um sonho ou um pesadelo, logo saberia…
Ayyy… auuu… reclamava enquanto eu inseria meu pau nela.
Eu estava enlouquecido pelo corpo dela, suas formas voluptuosas, seu buraco apertado… longe de recuar, continuei empurrando meu pau até que, à força, entrou quase metade…
Auuu… O que você está fazendo?… ayyy… perguntou nervosa, ainda sonolenta.
Nada… nada… dorme… me atrevi a dizer descaradamente.
Você está louco?... ayyy… reclamou, percebendo a situação.
Sim… louco por você… sussurrei no ouvido dela e, em seguida, beijei seu pescoço.
Ayyy… nãooo… ahhhh… reclamou fracamente.
A mão dela procurou a minha, que segurava sua cintura, quis afastá-la para se libertar, mas seus reflexos estavam lentos. Só conseguiu segurar minha mão e me transmitir a dor que minha penetração apressada estava causando. Já tinha mais da metade dentro e eu continuava forçando para meter o resto.
Ohhhh... auuuu… ayyyy… gritava de dor.
O corpo dela tinha se levantado um pouco da cama, suas pernas chutavam lenta e atrapalhadamente, buscava um impulso que a afastasse, mas não conseguia… num último ataque de loucura, enfiei com fúria o resto do meu pau… agora sim, estava completamente entalada… empalada…
Ayayayyyy… soltou um gritinho sofrido.
Ufff… suspirei aliviado por tê-la presa.
Primeiro um espasmo de dor percorreu ela, depois se deixou cair na cama, parou de chutar, a mão dela já não afastava a minha… ela estava se recuperando daquela violenta incursão… Mili intuía que não poderia escapar…
Apesar de ouvir seus lamentos doloridos, teimosamente me recusei a tirar meu pau do seu cu dolorido… talvez envolto por uma loucura passional ou por um pressentimento de que aquele poderia ser nosso último encontro… tínhamos terminado o último relatório… e depois disso, o quê…
Você é o pior… nunca mais vou trabalhar com você… me reprovou com sofrimento, como se lesse meus pensamentos.
Desculpa… falei, voltando um pouco à razão.
O primeiro raio de sol se filtrava pelas montanhas e me trazia um pouco de sanidade, recuei um pouco. No entanto, a lucidez mental não durou muito… enfiei novamente meu pau…
Ahhhh… Já, já basta… ayyy… ela reclamou.
Está bem… disse e beijei seu pescoço como forma de pedir desculpas.
Vi como aquele beijo doce no lugar certo a desarmava… ela suspirou profundamente, e seu corpo contraído em mostra de dor foi relaxando…
Ayyy… nãooo… Não me faça isso… Você sabe que não posso…
Não pode?
Ahhh… não consigo resistir… ela clamou acalorada.
Não consegue resistir a quê? Isso?... perguntei e voltei a beijar seu pescoço.
Novamente ela estremeceu, não de dor, mas de prazer, incipiente prazer. Sua perna tentava se afastar um pouco, talvez para se acomodar melhor, para que seu corpo saboreasse melhor meu pau enchendo seu cu.
Você é um maldito… Te odeio… disse com voz pausada, revelando sua excitação.
Não dei lugar a outra reclamação ou insulto: lentamente tirei meu pau, ela apertou minha mão, talvez não quisesse que eu tirasse, meu pênis não ficou muito tempo fora, pois violentamente se refugiou novamente em suas intimidades.
Ouuuu… Aahhh… ela exclamou enquanto apertava minha mão.
Repeti o movimento uma e outra vez… estava disposto a chegar ao clímax com ela ou à custa dela… Mili pressentia e logo se uniria ao meu trabalho…
Ahhhh… siiiim… siiiim… ohhh….
Sua perna parou de se afastar timidamente e passou a se levantar, se afastar para o lado, para me permitir perfurá-la a fundo. Sua mão já não segurava a minha, mas nervosamente desabotoava a parte superior da camisa, buscando libertar seus peitos que não podiam pular além do que o tecido permitia.
Ohhh… siiiim… mais forte… siiiiim assim… uhmmmm…
Agora ela não reclamava, só pedia, clamava por mais daquele doce sofrimento, não me neguei ao seu pedido… preso da minha própria excitação, incrementei o ritmo… suas nádegas dançavam com cada investida selvagem do meu quadril contra sua bunda avantajada. Sua mão guiava a minha para seus peitos, para que eu pudesse sentir como tremiam de prazer pelo meu vigor…
Vê?... como que você me faz sentir… ahhh… ahhhh…
Deixo minha mão apertando seus peitos vibrantes e a mão dela busca meus cabelos, retribuindo minha ação selvagem do nosso encontro anterior, puxa bruscamente minha cabeça até que nossos lábios se encontraram… agora ela também tinha uma expressão febril…
Ai… que prazer… nunca ninguém… ninguém me fez sentir assim… uhmmm…
Talvez nossos sentidos ainda não estivessem totalmente despertos. Ficamos minutos assim e meu corpo não queria soltar seu gozo, o corpo da Mili se recusava a desfalecer… estávamos aproveitando demais… encharcados de suor… ofegantes…
Já… acaba por favor… que você me mata… ayyy…
Resiste… um pouco mais…
Siiim… siim… ahhhh… ahhh…
Minhas mãos ainda nos peitos dela sentiam suas batidas aceleradas. No cansaço, os lábios dela buscaram os meus, entre gemidos a língua dela tentava provocar a minha, apressar minha excitação com beijos luxuriosos e quentes… ela estava conseguindo… meu pau apressava os movimentos lá dentro, meu quadril continuava castigando sem piedade suas bundas firmes.
Ayyy… não cheeega… não cheeega… que eu vou explodir… ahhh…
Espera… aguenta… já já… ufff…
Parecia que a Mili ia explodir de prazer, quase à beira de uma taquicardia, enfiei com ferocidade meu pau nela, ela resistiu e empurrou suas bundas carnudas contra meu quadril… sabia que eu ia gozar e queria me sentir abrindo ela ao máximo…
Jááá… ahhh… uhmmm…
Minha mão apertou seus peitos enquanto enchia sua cavidade estreita com litros de esperma fervendo… minha virilha tremia a cada rajada de porra que meu pau cuspia. Mili estremecia a cada rajada que seu corpo recebia…
Ayyy… ahhh… uhhhmmm… exclamou enquanto explodia num violento orgasmo.
Parecia que não havia mais espaço no canal anal dela. Mal conseguíamos respirar. Tentei me afastar para pegar ar, mas ela manteve minha mão nos peitos dela. Eu tinha provocado aquela manhã agitada, devia ficar junto dela e aproveitar, me recuperar ao lado dela.
Ai… depois do que aconteceu ontem à noite… não acredito que você me fez gozar assim… disse Mili surpresa, recuperando o fôlego.
Eu também não achei que acordaria assim… respondi ainda ofegante.
Te falei pra manter teu pau dentro do seu bóxer… me reclamou.
Sim, e eu te falei pra não provocar…
Mas se eu tava dormindo… exclamou surpresa.
Sim, mas você descuidou da sua retaguarda… falei brincando.
Você é um… você é um… disse com fingida raiva.
Um maldito?...
Ainda com o cock no cu dela, virou de lado… lembrou daquela bronca febril… entendi que queria encontrar meus lábios pra se reconciliar…
Não… você é um insaciável… disse com um sorriso carinhoso.
Não, acho que não… falei
Por quê?... perguntou curiosa.
Porque você consegue me saciar…
Ela não disse mais nada… só me beijou…
Continua...
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Chegamos ao segundo andar e Mili ainda sentia suas intimidades pegajosas e doloridas, então decidiu voltar ao chuveiro para se limpar e se refrescar.
Te acompanho… me ofereci diligentemente.
Não, não, obrigada… primeiro vou eu, depois vai você… ela me disse desconfiada, me parando com a mão no meu peito.
Eu a vi em seu tortuoso caminho até o chuveiro, parecia um pouco escaldada depois de todas as penetrações anais que fiz nela naquela noite.
Só me traz uma toalha limpa, mas deixa no gancho… ela me pediu.
Sorri ao ouvi-la… a entendia, Mili já não queria correr riscos. Tínhamos que parar com esses joguinhos sexuais, pelo menos por enquanto, devíamos completar nosso relatório. Também não queria que Mili terminasse enjoada do sexo anal e da pessoa que o praticava.
Fui ao quarto de lavar, peguei nossas roupas na secadora, peguei a dela e uma toalha e fui para o banheiro. Ao me ouvir, ela fechou a torneira e deslizou a porta do chuveiro. Desta vez não me deixou ver todo seu corpo provocante, só colocou a cabeça para fora e esticou o braço me pedindo a toalha. Pensar que a mesma garota que me tentou há algumas horas agora parecia muito precavida, com medo de outro encontro sexual.
Esperei ela terminar de se secar dentro do chuveiro, para depois entrar e tomar banho, como havíamos combinado. Ela finalmente saiu, novamente com a toalha sobre os seios, cobrindo até abaixo do púbis. Me ofereci cortesmente para ajudá-la a se secar.
Não, obrigada… se afaste… ela me disse com uma expressão engraçada.
Está bem… eu disse sorrindo e deixei minha toalha.
Faz ele ficar assim… ela me disse apontando para meu pau que parecia timidamente encolhido.
Vou tentar, mas não provoca… respondi e entrei no chuveiro.
Quando saí do chuveiro, Mili estava se penteando na frente do espelho da pia, ainda usava a toalha mesmo com sua roupa seca e limpa sobre a tampa do vaso sanitário.
Ainda está quente… ela me explicou em alusão à roupa.
O que ainda está caliente?... bom, vou fazer um esforço pra baixar essa sua quentura… falei de brincadeira tirando a toalha da cintura.
Não, bobo, minha roupa ainda está quente… não chega perto de mim… respondeu rindo nervosamente ao me ver me aproximando dela.
Tá bom… vou ligar o computador… falei saindo do banheiro.
Cheguei no meu quarto e enquanto o computador ligava, eu me vestia com uma camiseta (polo) e um short.
Pouco depois, já focado no relatório, não percebi que a Mili, já vestida, tinha entrado no meu quarto. Quando notei a presença dela, vi que havia um pouco de nostalgia no olhar dela. Ela percebeu que eu a observava…
Puxa… parece que faz muito tempo desde a última vez que vim aqui… disse e não conseguiu evitar olhar para a cama onde, há duas semanas, eu tinha desvirginado o ânus dela.
É, parece que sim… mas vamos… vamos trabalhar… falei.
Era quase meia-noite e desde que saímos da sala de computação da faculdade não tínhamos avançado nada. A Mili entendeu e veio se sentar ao meu lado… só que não aguentou muito sentada, teve que se deitar de lado, apoiada em uma nádega, parecia que o ânus enrugado dela a incomodava.
Não ri, que ainda arde… disse fingindo seriedade.
Trabalhamos uma hora e parecia que o sono queria nos envolver, afinal, depois de toda a agitação física, era de se esperar.
De vez em quando, quando a Mili me perguntava algo ou fazia alguma sugestão, eu virava para olhar para ela, pra prestar atenção, só que meus olhos se desviavam com frequência e acabavam no decote da blusa dela, aquela peça que ela teve que unir nas bordas, na altura do abdômen, porque eu, em um ataque de paixão, tinha quebrado todos os botões. Assim, minha vista sempre se perdia nos apetitosos peitos dela, como um bebê mamando, os contemplava com certa ansiedade.
Olha nos meus olhos… ela pedia, um pouco risonha.
Sim, sim, tô te ouvindo… respondia sem parar de admirar os melões dela.
Danny… esses não são os meus olhos!… ela dizia levantando meu queixo e fixando meu olhar nos intensos olhos negros dela.
Bem… sabe de uma? Acho que melhor preparo café… propus, queria desanuviar a vista e a mente.
Sim, que seja café carregado, bem carregado… disse bocejando um pouco.
Você está afim de comer alguma coisa… Pizza?… falei brincando.
Não… tudo menos isso, já sei como a pizza te deixa… disse enfática mas com um certo humor.
Só perguntando, vou fazer uns sanduíches… respondi rindo.
Ir para a cozinha e preparar aquele lanche me clareou. Quando voltei pro meu quarto, a Mili estava cochilando na frente do computador. Acordei ela e com o café nos reanimando conseguimos terminar nosso trabalho.
Eram quase 3 horas e nós dois estávamos meio sonolentos, presos do cansaço físico (pelos nossos encontros sexuais) e mental (pelo relatório da universidade). Resolvemos ir pra cama, aparentemente só íamos dormir, o corpo e a vontade não aguentavam mais.
Só que a Mili não queria dormir com a mesma roupa. Procuramos no meu guarda-roupa alguma coisa que ela pudesse vestir. Chamou a atenção dela uma camisa polo laranja com gola verde… sorrindo leu a inscrição que tinha com canetinha:
Então "Juancho"… ela disse.
É, foi um apelido que me deram num trabalho há um tempo… falei mentindo, não queria entrar em explicações.
Parece que você teve muitos nomes… respondeu intrigada.
Largou a camisa polo e os olhos dela fixaram em outra polo, mais pequena, mais feminina, me olhou com graça e desconfiança…
Aha!… não sabia que você tinha esses gostos…
Ei… isso é de uma prima que passou um tempo com a gente… falei, talvez com um ar melancólico.
E o que tá fazendo no seu guarda-roupa?... perguntou curiosa.
Sei lá, talvez quando me mudei pra este quarto minha mãe por engano colocou entre minhas roupas… expliquei, embora já tivesse percebido esse erro, guardava aquela peça como lembrança.
Ah… e como se chama sua priminha?... perguntou sem engolir a história.
O nome dela é Ana… respondi sem dar muita importância.
E você gostou muito da Anita?... perguntou com malícia.
O quê?... ei… não seja maldosa… que ela acabou de ter um filho há pouco… retruquei um pouco Mal-humorado.
Ah, sim, que gostosa… e quem é o pai?... perguntei debochado, notando que as perguntas dela me faziam corar, talvez me entregando, ela estava se divertindo às minhas custas.
Já chega, já chega… chega de perguntas insidiosas… Você vai vestir isso ou não? Se quiser, eu te trago uma camisola da minha mãe… respondi irônico.
Ah, não, não leva a mal, mas com certeza sua mamãe usa roupa de dormir estilo antigo, cobrindo até os tornozelos, igual as mulheres árabes… disse com um certo sarcasmo.
Não me ofendi porque soou engraçado e tinha um fundo de verdade.
Só me dá um minutinho, será que vai servir?… talvez seja muito apertado pra dormir… respondeu pensativa, olhando pra camiseta da minha prima.
Me vieram à mente cenas de uma história antiga, talvez nem tão distante… pelo que eu lembrava, aquela peça podia servir na Mili, as medidas da minha prima eram parecidas com as dela…
Bom, talvez a Mili fosse um pouco mais voluptuosa, mas esse julgamento era meio injusto porque a Anita era mais nova, quase uma menina, quando usou aquela camiseta. No entanto, da última vez que a vi na fazenda dela… sim, acho que dava pra dizer que os corpos da Anita e da Mili eram parecidos… sentenciei, tentando não me aprofundar na memória e nos sentimentos. Era uma lembrança boa, mas era passado… pensei com nostalgia.
Acho que aquilo de se enfiar na roupa, e talvez na história, de outra mina não chamava muito a atenção da Mili. O ego feminino dela não queria dividir ou competir com essas lembranças. Ela tinha a personalidade dela, as formas dela, e puta merda, que formas boas!
No fim, a Mili reparou numa camisa minha. Era meio velha e eu não usava muito porque tinha desbotado, mas o tecido ainda era macio e fresco.
Essa aqui acho que vai servir em mim… disse aliviada, bocejando de cansaço.
Então tá, veste ela e vamos dormir… falei, imitando o bocejo dela.
Mas… você pode me fazer um favor?... perguntou envergonhada.
Qual?... respondi curioso.
Você podia se virar enquanto eu troco de roupa… disse expressão tímida.
Ei, mas já que… afinal… tentei protestar buscando as palavras certas, não queria soar muito grosseiro ou machucar a suscetibilidade dela com aquele repentino ataque de pudor.
Faça isso por mim, sim?... ela pediu, brincalhona.
Tá bom… tá bom… respondi, ela era minha hóspede e depois de tudo que fiz com ela naquela noite, acho que devia ceder ao pedido.
Me virei sorrindo… Mulheres!, pensei. Depois de alguns minutos, ela finalmente disse:
Já pode virar…
Eu obedeci e… Uau… tentação divina… ela estava gostosa vestida só com aquela camisa. Me deixar essa impressão foi a intenção dela ao pedir que eu me virasse enquanto se trocava.
Meu olhar passeou pelas pernas bem torneadas e bronzeadas, que terminavam onde a camisa começava (logo abaixo das partes íntimas, com certeza também nuas). Mili com as mãos na cintura, me dava a entender o tamanho grande que minha camisa ficava nela, assim como o tamanho pequeno da cintura dela. Mais acima, os peitos desafiadores dela levantavam minha camisa, os mamilos indicavam a posição exata. No rosto dela, um sorriso provocante, sabia que eu a tinha devorado com os olhos e isso inflava o vaidoso ego feminino dela.
Como é que fica em mim?... perguntou se exibindo, dando uma voltinha.
Maravilhosamente… exclamei enquanto via como a bunda dela levantava a camisa, quase me permitindo ver as nádegas redondas.
Bom… acho que é hora de… disse provocativamente.
Sim?... indaguei sentindo que no meu corpo adormecido ainda podia despertar outra ereção.
Que é hora de dormir… pontuou risonha, soltando outro bocejo.
Você tem razão… respondi desanimado, realmente cansado.
Enquanto ela se dirigia para minha cama, eu procurava um sleeping (saco de dormir) no meu closet. Mili se acomodava entre meus lençóis, quando me viu desdobrar o saco de dormir, me olhou curiosa:
Ei, não seja bobo… você não vai dormir no chão, deve estar frio e duro… pode ficar doente… me disse com pena.
Pensei que você não iria querer…
Aquele ataque de pudor que ela teve ao se vestir para dormir e a forma tragicômica em que ela tinha fugido das minhas brincadeiras e insinuações enquanto terminávamos o relatório da universidade me fizeram duvidar que a Mili quisesse dividir a cama.
Nada disso… vem aqui, que tem espaço para os dois… disse se afastando, como eu não reagi, ela acrescentou com malícia e dando um tapinha no colchão: Vamos… que não vou te morder…
Tá bem… só espero que você não ronque… nem fale dormindo…
Haha… engraçadinho… se apressa que quero dormir… disse meio sem vontade.
Senti um pouco de calor e, sob o olhar atento dela, tirei a camisa e o short, fiquei só de cueca. Notei a expressão desconfiada dela.
Algum problema com eu dormir assim?... perguntei.
Não… contanto que não deixe nada escapar… ela me disse de bom humor olhando pra minha virilha. Pelo visto ela estava morrendo de sono.
Ok… me limitei a dizer, e então me aproximei da cama.
Quando ela me viu me aproximar, levantou os lençóis pra eu me acomodar entre eles. Inicialmente ela se deitou de lado, me dando as costas, enquanto eu me deitava de barriga pra cima, olhando pro teto, pensando no que tinha acontecido.
A gente tinha tido mais de um encontro sexual (em mais de uma posição) naquela noite e, portanto, não deveria ter tanta tensão entre nós, deveria ter mais confiança, demonstrações de carinho e essas coisas próprias de todo casal. E esse era o problema… nossa situação não estava definida…
O que a gente era?... não éramos namorados, porque ainda seguíamos com nossos parceiros formais… também não éramos amigos carinhosos, mal éramos amigos e a gente tinha sido mais carinhoso do que devia, depois de todas as situações sexuais daquela noite, a gente tinha superado essa etapa… Amantes?, acho que essa era a palavra que mais se aproximava da nossa situação… embora duvide que a Mili gostasse de como isso soava…
Depois de alguns minutos, Mili se virou pro meu lado. Sem dizer nada, se aninhou no meu peito, me abraçando… talvez as mesmas perguntas passaram pela cabeça dela e ela queria encontrar as respostas no meu colo, ou talvez só tivesse medo de me dar as costas, ou seja, queria cuidar da sua retaguarda bem proporcionada, mas ainda dolorida…
Te incomoda se eu ficar assim?… perguntou timidamente, notando a tensão que a proximidade do corpo dela tinha me causado.
Não, de jeito nenhum… respondi, recuperando um pouco a sanidade.
Enquanto a luz da rua iluminava um pouco meu quarto escuro, acariciei os cabelos dela como um gesto de carinho e para me acostumar com a presença dela. Não me lembro de mais nada daquela semi-escuridão, estava exausto… Acabei dormindo…
Acordei com um barulhinho, o canto de um pássaro perto da minha janela, ainda não estava totalmente claro lá fora. O sol ia nascer por entre as montanhas em alguns minutos e aquele passarinho anunciava sua chegada.
Depois de alguns segundos, percebi que nossa posição tinha mudado: a Mili já não estava deitada no meu peito. Novamente estava de costas para mim, só que agora meu corpo também estava virado de lado, atrás dela.
Meu braço envolvia a cintura dela, e a mão da Mili, segurando a minha, parecia querer mantê-la ali — era um gesto fofo. Mais abaixo, meu quadril pressionava levemente as nádegas cheias dela… não era um gesto obsceno, mas ia se tornar daqui a pouco… à medida que meu corpo e minha sensibilidade iam despertando… mas a Mili e o corpinho bem dotado dela continuavam dormindo.
Quis me afastar, sentindo que uma ereção matinal estava vindo, mas a mão dela me impedia e eu não ia puxar bruscamente, não queria perturbar o sono tranquilo da Mili… o que estava me perturbando era o contato do meu pau, cada vez mais duro, com as nádegas carnudas dela…
Caramba!… tentei pensar em coisas terríveis para fazer minha excitação recuar, mas não adiantou muito… agora meu pênis semi-ereto empurrava a camisa que protegia a fenda daquela bunda preciosa, tentando se enfiar.
Eu tentava lutar contra essas sensações, não queria me aproveitar da Mili enquanto ela dormia… não era certo… mas meu pau parecia não entender, tinha reflexos próprios que eu não controlava… olha, pra vocês terem uma ideia, ele conseguiu sair, sem ajuda, do meu boxer através da sua… abertura…
Vendo que nada parecia diminuir meu desejo pela carne da Mili… tentei uma solução salomônica: roçaria meu pau suavemente ao longo da racha de suas nádegas redondas, a fim de me dar prazer, de me masturbar, tentando não acordá-la e evitando violar seu buraquinho apertado…
No início, esses movimentos começaram a surtir efeito, estavam apaziguando meu tesão. Mili mal se mexeu, produto do meu toque ou do próprio sono… Só que pouco depois, essas fricções mornas, longe de acalmar minha luxúria, começaram a aumentá-la de forma febril, nublando minha consciência… não aguentava mais… queria possuí-la…
Meus movimentos estavam cada vez mais desajeitados e evidentes, alguns gemidos escapavam da Mili entre sonhos… não tinha outra opção… se eu queria gozar com todo o desejo matinal que o corpo dela tinha despertado em mim… tinha que penetrá-la de qualquer jeito…
Aproveitei que a Mili soltou minha mão da cintura dela, talvez devido ao contínuo escavar do meu pau contra as nádegas dela… Silenciosamente liberei minha mão, usaria ela para levantar um pouco a camisa dela e abrir espaço entre as nádegas.
Assim fiz, levantar a camisa não foi tarefa difícil, o traseiro volumoso dela afastava a maior parte… o difícil era acertar no buraquinho dela com delicadeza e suavidade, evitando acordá-la, senão ela poderia reagir mal… obnubilado pelo meu tesão, cheguei a acreditar que a penetraria à vontade e ela não acordaria… afinal, estava extremamente exausta…
Lentamente fui acomodando meu pau entre as nádegas dela, alguns leves movimentos me deram a entender que a Mili estava perto de acordar. Não consegui esperar mais… assim que senti que a carne dela cedia (tinha localizado o esfíncter com a cabeça do meu pau) comecei a empurrar… Instintivamente as nádegas dela se contraíram, minha mão parou de guiar meu pau, que já tinha encontrado o caminho, e se colocou na cintura dela, para impedi-la de escapar…
O quê?... perguntou Mili entre sonhos. Não respondi, empurrei mais e inseri a cabeça do meu pau no seu sonolento corpo. Ela estremeceu, não sabia ainda se era um sonho ou um pesadelo, logo saberia…
Ayyy… auuu… reclamava enquanto eu inseria meu pau nela.
Eu estava enlouquecido pelo corpo dela, suas formas voluptuosas, seu buraco apertado… longe de recuar, continuei empurrando meu pau até que, à força, entrou quase metade…
Auuu… O que você está fazendo?… ayyy… perguntou nervosa, ainda sonolenta.
Nada… nada… dorme… me atrevi a dizer descaradamente.
Você está louco?... ayyy… reclamou, percebendo a situação.
Sim… louco por você… sussurrei no ouvido dela e, em seguida, beijei seu pescoço.
Ayyy… nãooo… ahhhh… reclamou fracamente.
A mão dela procurou a minha, que segurava sua cintura, quis afastá-la para se libertar, mas seus reflexos estavam lentos. Só conseguiu segurar minha mão e me transmitir a dor que minha penetração apressada estava causando. Já tinha mais da metade dentro e eu continuava forçando para meter o resto.
Ohhhh... auuuu… ayyyy… gritava de dor.
O corpo dela tinha se levantado um pouco da cama, suas pernas chutavam lenta e atrapalhadamente, buscava um impulso que a afastasse, mas não conseguia… num último ataque de loucura, enfiei com fúria o resto do meu pau… agora sim, estava completamente entalada… empalada…
Ayayayyyy… soltou um gritinho sofrido.
Ufff… suspirei aliviado por tê-la presa.
Primeiro um espasmo de dor percorreu ela, depois se deixou cair na cama, parou de chutar, a mão dela já não afastava a minha… ela estava se recuperando daquela violenta incursão… Mili intuía que não poderia escapar…
Apesar de ouvir seus lamentos doloridos, teimosamente me recusei a tirar meu pau do seu cu dolorido… talvez envolto por uma loucura passional ou por um pressentimento de que aquele poderia ser nosso último encontro… tínhamos terminado o último relatório… e depois disso, o quê…
Você é o pior… nunca mais vou trabalhar com você… me reprovou com sofrimento, como se lesse meus pensamentos.
Desculpa… falei, voltando um pouco à razão.
O primeiro raio de sol se filtrava pelas montanhas e me trazia um pouco de sanidade, recuei um pouco. No entanto, a lucidez mental não durou muito… enfiei novamente meu pau…
Ahhhh… Já, já basta… ayyy… ela reclamou.
Está bem… disse e beijei seu pescoço como forma de pedir desculpas.
Vi como aquele beijo doce no lugar certo a desarmava… ela suspirou profundamente, e seu corpo contraído em mostra de dor foi relaxando…
Ayyy… nãooo… Não me faça isso… Você sabe que não posso…
Não pode?
Ahhh… não consigo resistir… ela clamou acalorada.
Não consegue resistir a quê? Isso?... perguntei e voltei a beijar seu pescoço.
Novamente ela estremeceu, não de dor, mas de prazer, incipiente prazer. Sua perna tentava se afastar um pouco, talvez para se acomodar melhor, para que seu corpo saboreasse melhor meu pau enchendo seu cu.
Você é um maldito… Te odeio… disse com voz pausada, revelando sua excitação.
Não dei lugar a outra reclamação ou insulto: lentamente tirei meu pau, ela apertou minha mão, talvez não quisesse que eu tirasse, meu pênis não ficou muito tempo fora, pois violentamente se refugiou novamente em suas intimidades.
Ouuuu… Aahhh… ela exclamou enquanto apertava minha mão.
Repeti o movimento uma e outra vez… estava disposto a chegar ao clímax com ela ou à custa dela… Mili pressentia e logo se uniria ao meu trabalho…
Ahhhh… siiiim… siiiim… ohhh….
Sua perna parou de se afastar timidamente e passou a se levantar, se afastar para o lado, para me permitir perfurá-la a fundo. Sua mão já não segurava a minha, mas nervosamente desabotoava a parte superior da camisa, buscando libertar seus peitos que não podiam pular além do que o tecido permitia.
Ohhh… siiiim… mais forte… siiiiim assim… uhmmmm…
Agora ela não reclamava, só pedia, clamava por mais daquele doce sofrimento, não me neguei ao seu pedido… preso da minha própria excitação, incrementei o ritmo… suas nádegas dançavam com cada investida selvagem do meu quadril contra sua bunda avantajada. Sua mão guiava a minha para seus peitos, para que eu pudesse sentir como tremiam de prazer pelo meu vigor…
Vê?... como que você me faz sentir… ahhh… ahhhh…
Deixo minha mão apertando seus peitos vibrantes e a mão dela busca meus cabelos, retribuindo minha ação selvagem do nosso encontro anterior, puxa bruscamente minha cabeça até que nossos lábios se encontraram… agora ela também tinha uma expressão febril…
Ai… que prazer… nunca ninguém… ninguém me fez sentir assim… uhmmm…
Talvez nossos sentidos ainda não estivessem totalmente despertos. Ficamos minutos assim e meu corpo não queria soltar seu gozo, o corpo da Mili se recusava a desfalecer… estávamos aproveitando demais… encharcados de suor… ofegantes…
Já… acaba por favor… que você me mata… ayyy…
Resiste… um pouco mais…
Siiim… siim… ahhhh… ahhh…
Minhas mãos ainda nos peitos dela sentiam suas batidas aceleradas. No cansaço, os lábios dela buscaram os meus, entre gemidos a língua dela tentava provocar a minha, apressar minha excitação com beijos luxuriosos e quentes… ela estava conseguindo… meu pau apressava os movimentos lá dentro, meu quadril continuava castigando sem piedade suas bundas firmes.
Ayyy… não cheeega… não cheeega… que eu vou explodir… ahhh…
Espera… aguenta… já já… ufff…
Parecia que a Mili ia explodir de prazer, quase à beira de uma taquicardia, enfiei com ferocidade meu pau nela, ela resistiu e empurrou suas bundas carnudas contra meu quadril… sabia que eu ia gozar e queria me sentir abrindo ela ao máximo…
Jááá… ahhh… uhmmm…
Minha mão apertou seus peitos enquanto enchia sua cavidade estreita com litros de esperma fervendo… minha virilha tremia a cada rajada de porra que meu pau cuspia. Mili estremecia a cada rajada que seu corpo recebia…
Ayyy… ahhh… uhhhmmm… exclamou enquanto explodia num violento orgasmo.
Parecia que não havia mais espaço no canal anal dela. Mal conseguíamos respirar. Tentei me afastar para pegar ar, mas ela manteve minha mão nos peitos dela. Eu tinha provocado aquela manhã agitada, devia ficar junto dela e aproveitar, me recuperar ao lado dela.
Ai… depois do que aconteceu ontem à noite… não acredito que você me fez gozar assim… disse Mili surpresa, recuperando o fôlego.
Eu também não achei que acordaria assim… respondi ainda ofegante.
Te falei pra manter teu pau dentro do seu bóxer… me reclamou.
Sim, e eu te falei pra não provocar…
Mas se eu tava dormindo… exclamou surpresa.
Sim, mas você descuidou da sua retaguarda… falei brincando.
Você é um… você é um… disse com fingida raiva.
Um maldito?...
Ainda com o cock no cu dela, virou de lado… lembrou daquela bronca febril… entendi que queria encontrar meus lábios pra se reconciliar…
Não… você é um insaciável… disse com um sorriso carinhoso.
Não, acho que não… falei
Por quê?... perguntou curiosa.
Porque você consegue me saciar…
Ela não disse mais nada… só me beijou…
Continua...
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