Editado. Desculpa.
Oi! Sou a Britanny, uma universitária, jovem, gostosa e meio safada.
Eu estudo no melhor colégio do meu país, mas pra mim e minhas amigas ele é militar, frio e sem graça, então decidimos aprontar uma no banheiro feminino, fizemos um auê, pra quê? bom...
Sou bem brincalhona.
A subdiretora nos pegou e, como consequência, nos mandou pro módulo 1 da escola, o mais baixo e inseguro. Esse colégio tinha fama de ser perigoso pra mulher.
Primeiro dia no módulo 1.
Éramos as minas mais populares da escola, então todos os olhos estavam em cima da gente.
Não só os olhos, também parecia que queriam enfiar outra coisa em nós...
Me despedi das minas e comecei minha vida acadêmica naquele lugar.
A fama parecia ser uma mentira, os dias iam e vinham. Tudo seguia normal, eu ia pras aulas, fazia meus trabalhos, o de sempre.
As professoras se vestiam como putas
Depois de algumas semanas, quase não via minhas amigas na escola, não sabia o que era delas.
Perguntei por telefone e elas me falaram que tinham feito umas amizades.
Me contaram que se davam super bem com o cozinheiro da escola, um tal de Jeff.
Disseram que o prato principal dele se chamava
"O Rompe Gargantas" — falaram que levava carne, porra e sei lá mais o quê. Diziam que era uma delícia.
Também ficaram amigas do professor de educação física, apelidaram ele de "Chocolate Duro", falavam que era gente boa, um cara foda, FODA mesmo.
Sendo as ajudantes do cozinheiro, o chocolate passava pra cumprimentá-las.
Bom, enquanto eles estivessem bem, eu ficava tranquila.
Os dias passavam, nada de especial acontecia comigo, tudo era normal.
Os olhares em cima de mim eram constantes, eu sabia que era a mina mais desejada do colégio inteiro.
Saiu um boato dizendo que eu era o alvo de alguém, que eu tava marcada.
Pra mim, tanto fazia.
Eu tava na minha, não incomodava ninguém.
Um dia, ao sair do vestiário depois da aula de educação física, esqueci meu celular na prateleira. Quando entrei, me deparei com o professor metendo numa das garotas.
Fiquei chocada e saí correndo.
Uma mina me contou sobre um caso de uma amiga dela, disse que um dos malandros da escola comeu ela sem piedade dentro do carro dele.
Pra ser sincera, aquele boato já tava começando a me assustar, me sentia em perigo. Diziam que eu tava marcada por um tal de Alex.
Era o dia 22 no colégio, e naquele dia eu tinha que ficar até tarde porque precisava terminar um projeto de História que tava bem atrasado, então acabei saindo bem tarde.
Na saída, o colégio tava totalmente vazio, não tinha nem uma alma, então aproveitei pra me ajeitar e ficar confortável.
Ao sair do colégio, tava tudo muito escuro.
De soslaio, vi o jardineiro fazendo o trabalho dele, sendo a única pessoa na escola além de mim.
Tava a uns 50 metros de chegar na saída, quando senti alguém correndo na minha direção por trás. Era o jardineiro da escola, com uma mão ele se masturbava e com a outra me pegou pelo pescoço.
Ele me disse: "Então é você o bombom mais desejado, hein? Aposto que quer sair desse inferno de escola, não quer?"
Eu assenti.
"Então vai ter que me ajudar com uma coisa."
Em seguida, me colocou de joelhos com um tapa, encostou o pau na minha bochecha e se vangloriou, todo orgulhoso.
Depois enfiou ele na minha boca com muita força. Fiquei em choque, a situação foi imediata e explosiva.
Minha boca não era muito espaçosa, o pau dele era grosso, tava bem no limite.
Mesmo ele me abusando, o pau dele era delicioso, amei como ele arrombou minha boca.
Depois de chupar ele igual uma puta, ele me virou violentamente e meteu o pau fervendo dentro.
O cara era um animal nojento.
Enquanto me penetrava com toda a pica dele, ele me chamava de putinha, dizia que eu era o desejo da escola inteira, uma vadia insolente que nasceu pra drenar bolas.
As palavras dele me excitaram pra caralho.
Ele percebeu que eu já estava aos pés dele, me jogou no chão e começou a me atropelar por cima, a sensação era incrível, sentia como se a carne dele fosse uma com a minha.
Me tendo de quatro em um dos estacionamentos da escola, me pegou pelo pescoço e me levou pro depósito de jardineiro dele.
Era um lugar abandonado, velho e horrível, mas suficiente pra abusar de umas putinhas.
Acendeu a luz, me jogou contra uma mesa, me agarrou pelos ombros e me penetrou com aquela pica deliciosa dele.
Depois de quase gozar nessa posição, ele disse que ia me arrebentar na cama, me pegou pelo pescoço e me jogou, se atirou em cima de mim e de um jeito bem agressivo começou a me foder.
Não tinha limites, era um touro, um animal de ferro.
O pau dele batia na minha buceta como um pássaro batendo as asas, era uma sensação digna dos deuses.
Enquanto me comia sem piedade, eu pedia pra ele ser meu marido, tava sedenta pelo pau dele naquele dia e ia ficar pra toda a eternidade. Queria que me abusasse pra sempre, era uma delícia.
Era uma bombada contínua, como uma bola quicando, o cara sabia fazer aquilo, provavelmente não era a primeira submissa no pau dele.
Tão violento, tão mau, era um homem que transformava meninas em mulheres.
As patricinha metida como você são tudo igual, tudo se achando na rua, mas com um pau dentro, vira umas puta barata, daquelas que não fazem por dinheiro, mas porque gosta de ser abusada.
Ele já estava começando a gozar dentro de mim, pedi pra ele não fazer isso, não queria ter problemas. Ele continuou, tava muito tarado.
Não aguentava mais
Ele parou e me disse que, por ser a primeira vez que metia em mim, me perdoaria e deixaria que gozasse na minha boca. Aceitei sem hesitar.
Não queria perder o ritmo, então ele estourou o pau e as bolas na minha boca, sem medo de me machucar. Machucado que eu estava disposto a receber do meu macho. Ele podia me bater e abusar à vontade.
Depois de uma batida constante, consegui, drenei os ovos dele na minha boca feito uma puta barata.
Gozou muito, e a cara dele foi de satisfação. Minha boca ficou cheia do leite dele, gozou sem piedade, esvaziei meu homem.
Queria que aquela porra toda fosse minha.
Ele se levantou e me bateu, dizendo que eu tava mais perto de sair da escola.
Só faltava encarar o diretor...
Agradeceria um apoio pra segunda parte com o diretor.
Valeu pela atenção.
Oi! Sou a Britanny, uma universitária, jovem, gostosa e meio safada.
Eu estudo no melhor colégio do meu país, mas pra mim e minhas amigas ele é militar, frio e sem graça, então decidimos aprontar uma no banheiro feminino, fizemos um auê, pra quê? bom...
Sou bem brincalhona.
A subdiretora nos pegou e, como consequência, nos mandou pro módulo 1 da escola, o mais baixo e inseguro. Esse colégio tinha fama de ser perigoso pra mulher.
Primeiro dia no módulo 1. Éramos as minas mais populares da escola, então todos os olhos estavam em cima da gente.
Não só os olhos, também parecia que queriam enfiar outra coisa em nós...
Me despedi das minas e comecei minha vida acadêmica naquele lugar. A fama parecia ser uma mentira, os dias iam e vinham. Tudo seguia normal, eu ia pras aulas, fazia meus trabalhos, o de sempre.
As professoras se vestiam como putas
Depois de algumas semanas, quase não via minhas amigas na escola, não sabia o que era delas. Perguntei por telefone e elas me falaram que tinham feito umas amizades.
Me contaram que se davam super bem com o cozinheiro da escola, um tal de Jeff.
Disseram que o prato principal dele se chamava
"O Rompe Gargantas" — falaram que levava carne, porra e sei lá mais o quê. Diziam que era uma delícia.

Também ficaram amigas do professor de educação física, apelidaram ele de "Chocolate Duro", falavam que era gente boa, um cara foda, FODA mesmo.
Sendo as ajudantes do cozinheiro, o chocolate passava pra cumprimentá-las.
Bom, enquanto eles estivessem bem, eu ficava tranquila. Os dias passavam, nada de especial acontecia comigo, tudo era normal.
Os olhares em cima de mim eram constantes, eu sabia que era a mina mais desejada do colégio inteiro.

Saiu um boato dizendo que eu era o alvo de alguém, que eu tava marcada. Pra mim, tanto fazia.
Eu tava na minha, não incomodava ninguém.
Um dia, ao sair do vestiário depois da aula de educação física, esqueci meu celular na prateleira. Quando entrei, me deparei com o professor metendo numa das garotas.
Fiquei chocada e saí correndo. Uma mina me contou sobre um caso de uma amiga dela, disse que um dos malandros da escola comeu ela sem piedade dentro do carro dele.
Pra ser sincera, aquele boato já tava começando a me assustar, me sentia em perigo. Diziam que eu tava marcada por um tal de Alex. Era o dia 22 no colégio, e naquele dia eu tinha que ficar até tarde porque precisava terminar um projeto de História que tava bem atrasado, então acabei saindo bem tarde.
Na saída, o colégio tava totalmente vazio, não tinha nem uma alma, então aproveitei pra me ajeitar e ficar confortável.
Ao sair do colégio, tava tudo muito escuro.
De soslaio, vi o jardineiro fazendo o trabalho dele, sendo a única pessoa na escola além de mim.
Tava a uns 50 metros de chegar na saída, quando senti alguém correndo na minha direção por trás. Era o jardineiro da escola, com uma mão ele se masturbava e com a outra me pegou pelo pescoço.
Ele me disse: "Então é você o bombom mais desejado, hein? Aposto que quer sair desse inferno de escola, não quer?"Eu assenti.
"Então vai ter que me ajudar com uma coisa."
Em seguida, me colocou de joelhos com um tapa, encostou o pau na minha bochecha e se vangloriou, todo orgulhoso.
Depois enfiou ele na minha boca com muita força. Fiquei em choque, a situação foi imediata e explosiva.
Minha boca não era muito espaçosa, o pau dele era grosso, tava bem no limite. Mesmo ele me abusando, o pau dele era delicioso, amei como ele arrombou minha boca.

Depois de chupar ele igual uma puta, ele me virou violentamente e meteu o pau fervendo dentro. O cara era um animal nojento.
Enquanto me penetrava com toda a pica dele, ele me chamava de putinha, dizia que eu era o desejo da escola inteira, uma vadia insolente que nasceu pra drenar bolas. As palavras dele me excitaram pra caralho.

Ele percebeu que eu já estava aos pés dele, me jogou no chão e começou a me atropelar por cima, a sensação era incrível, sentia como se a carne dele fosse uma com a minha.
Me tendo de quatro em um dos estacionamentos da escola, me pegou pelo pescoço e me levou pro depósito de jardineiro dele.
Era um lugar abandonado, velho e horrível, mas suficiente pra abusar de umas putinhas.
Acendeu a luz, me jogou contra uma mesa, me agarrou pelos ombros e me penetrou com aquela pica deliciosa dele.
Depois de quase gozar nessa posição, ele disse que ia me arrebentar na cama, me pegou pelo pescoço e me jogou, se atirou em cima de mim e de um jeito bem agressivo começou a me foder.
Não tinha limites, era um touro, um animal de ferro.
O pau dele batia na minha buceta como um pássaro batendo as asas, era uma sensação digna dos deuses.
Enquanto me comia sem piedade, eu pedia pra ele ser meu marido, tava sedenta pelo pau dele naquele dia e ia ficar pra toda a eternidade. Queria que me abusasse pra sempre, era uma delícia.
Era uma bombada contínua, como uma bola quicando, o cara sabia fazer aquilo, provavelmente não era a primeira submissa no pau dele.
Tão violento, tão mau, era um homem que transformava meninas em mulheres.
As patricinha metida como você são tudo igual, tudo se achando na rua, mas com um pau dentro, vira umas puta barata, daquelas que não fazem por dinheiro, mas porque gosta de ser abusada.
Ele já estava começando a gozar dentro de mim, pedi pra ele não fazer isso, não queria ter problemas. Ele continuou, tava muito tarado.
Não aguentava mais
Ele parou e me disse que, por ser a primeira vez que metia em mim, me perdoaria e deixaria que gozasse na minha boca. Aceitei sem hesitar.Não queria perder o ritmo, então ele estourou o pau e as bolas na minha boca, sem medo de me machucar. Machucado que eu estava disposto a receber do meu macho. Ele podia me bater e abusar à vontade.
Depois de uma batida constante, consegui, drenei os ovos dele na minha boca feito uma puta barata.
Gozou muito, e a cara dele foi de satisfação. Minha boca ficou cheia do leite dele, gozou sem piedade, esvaziei meu homem.
Queria que aquela porra toda fosse minha. Ele se levantou e me bateu, dizendo que eu tava mais perto de sair da escola.
Só faltava encarar o diretor...
Agradeceria um apoio pra segunda parte com o diretor.
Valeu pela atenção.
2 comentários - Jardineiro Gostoso da Escola