Essa história começa quando dois colegas de trabalho, do mesmo escritório, decidem passar as férias juntos, com suas respectivas esposas. O lugar escolhido é La Paloma, no Uruguai. Já estava tudo reservado para a primeira quinzena de janeiro. A questão é que, na última hora, a esposa de um dos colegas não pode ir, porque não conseguiu a licença no período combinado por causa do trabalho. É um contratempo, e o casal desiste, mesmo a mulher insistindo para o marido ir. Esse motivo faz com que Daniel e Vanessa repensem se vão ou não, por causa dos custos. Na última hora, outro colega, chamado Carlos, fica sabendo pelo Juan e decide se juntar ao grupo. É um alívio, já que Daniel e Vanessa já estavam descartando a viagem e quase cancelaram a reserva. Carlos e Daniel entram em acordo, e este último liga para a esposa para contar a novidade. Faltando três dias para a data, Carlos queria muito ir, já que no ano anterior tinha se divorciado depois de 15 anos de casamento. Resumindo: Carlos, Daniel e Vanessa partem para La Paloma de CABA, sem antes mencionar que, por mais que Carlos e Daniel fossem bons colegas de trabalho, não tinham nem de longe a mesma amizade e confiança que Daniel e Juan, e suas esposas, tinham. Foi uma viagem exaustiva de 14 horas, no estilo férias sem estresse, de carro. Carlos e Daniel dirigiam, e Vanessa ia atrás, como passageira. Vanessa era uma morena argentina, sensual, uma gostosa do caralho pelo corpo e pela pele cor de canela, resultado do bronzeado da época do ano em que estavam. O que normalmente se chama de uma MILF, 47 anos, com lábios carnudos, peitões, cintura fina e uma bunda enorme. Obviamente, quando foram apresentados, Carlos sentiu um formigamento na pica. Essa gostosa estava usando um vestido ou soltinho, daqueles de praia com duas aberturas nas pernas, bem justo no corpo, que não deixava nada para a imaginação, com um decote em V não muito profundo, mas por ser tão justo, dava para ver os bicos dos peitos marcados, sem falar na... Ela tava de sutiã e dava pra ver a calcinha fio dental vermelha enfiada no cu, já que a blusa dela era branca. Completava o look uma capelina da mesma cor que deixava ela muito elegante, com umas sandálias rasteirinhas vermelhas e uns óculos escuros, o que somado ao perfume que ela tinha passado, era uma tentação irresistível.
Chegaram, tarde, tipo umas 23h30, tomaram banho e foram dormir, essa viagem tinha acabado com eles. A cabana era bem confortável e espaçosa, no meio daquele povoado de pescadores. Passaram os primeiros dois dias com o azar de um tempo ruim, era ver um pouco de TV ou jogar cartas, cozinhar, tudo produto do mar, e tomar uma garrafinha de vinho branco e pra cama.
Na terceira noite, depois do jantar, que era bem animado, em vez de uma, tomaram duas garrafas de vinho branco, coisa que pra Vanessa, que não bebia, subiu um pouco à cabeça e deixou ela no fogo. Foram pro quarto, deixando o Carlos vendo o Super Clássico em Mar del Plata, que atrasou e tipo umas 23h15 começou o segundo tempo.
O quarto tinha uma janelona que dava pra sala, de lá dava pra ver pros dois lados. A Vane e a Dani já no quarto começam a se pegar, a Dani sussurra no ouvido dela: "Que puta você tá com essa roupa", enquanto passa a língua no pescoço dela. Ela se arrepia ao sentir as mãos da Dani no cu dela, as duas de pé, enquanto a Dani vai enfiando a língua até o fundo, é um beijo quente cheio de tesão intenso. A Vane tem a mão na pica dura da Dani, que já tinha levantado a blusa dela, amassando os peitões dela. A Vane vai batendo uma bem devagar na pica da Dani, de cima pra baixo, as duas de pé do lado da cama, totalmente vidradas uma na outra, sem lembrar e muito menos perceber que o Carlos tá na sala, que já não tava vendo o jogo, o olhar dele era pro que elas tavam fazendo.
Já dava pra ouvir o tesão e os gemidos da Vane no momento em que a Dani tinha se ajoelhado, de costas pra janela, passava a língua na buceta da Vane, que apertava um peito com uma mão e com a outra segurava o cabelo dela. marido, Uggg, uggh, se ouvia a Vane. Dani percorria a buceta dela com a língua, de cima pra baixo, de baixo pra cima. Ele estendendo a mão, um dedo e depois dois, que Vane lambeu e chupou gostosa. Assim que ficou bem molhado, passou a mão por baixo da buceta, que continuou chupando obsessivamente, enquanto a mulher dele gemia, uff, uffg, "que lindo que você faz comigo", sussurrou Vane. Ele enfiou um dedo na porta do cu, e depois os dois, em círculos, foi introduzindo os dedos naquele rabo imponente. Na verdade, era Vane que, se movendo pra trás, devorava os dedos no cu infernal dela, uff uff uffg. Ela, ele com o mel da buceta de Vane na língua, que já ia pro segundo orgasmo dela. Na luz fraca do abajur da mesa de cabeceira, dava pra ver de onde Carlos estava. Naquela sala iluminada só pela luz da TV, ele não resistiu à tentação de abaixar a bermuda e tirar o pau pra fora, largado no sofá, sem perder um único detalhe, começou a punheta, com aquele desejo, aquele tesão de ver ao vivo e a cores como o colega dele tinha a mulher escultural dele gemendo e ofegante. Era um desejo reprimido do Carlos poder ver aquela gostosa pelada, já nos dias anteriores ele tinha se tocado imaginando essa MILF fudendo. Dani se levantou e Vane se ajoelhou pra devorar o pau dele, que já tinha líquido pré-seminal. Ugg, ugg, ugg, a mulher dele tinha tudo pra dentro, chupando, ele amassava os peitos dela. Carlos percorria o pau dele, fazia devagar, queria aproveitar a punheta. Do sofá, ele só conseguia imaginar de que jeito Vane chupava o pau do Dani, já que ele tava de costas pra janela e a mulher dele de joelhos, tinha perdido a visão. Num momento, Carlos se levanta e fica em silêncio do lado da janela pra ter uma visão melhor. Nem preciso dizer quando o casal sobe na cama. Vane monta no pau do marido, cavalga freneticamente, uffg, uff, uff, já não é mais sussurro, são gritos. Carlos, da posição dele, via como aquela buceta imponente A pussy dela Vane tava devorando o pau do Dani, que tava com a rola toda melada de porra da mulher dele. Chop chop chop chop, a mina era uma puta gostosa do caralho, com as tetas na boca do marido e a raba apontada pro lado onde o Carlos tava. Ele já tava batendo uma freneticamente, fazia tempo que não comia ninguém, então aguentou o que deu e gozou um puta leite na mão, na cueca e na calça de moletão. Obviamente o Dani não aguentou a pressão e uns segundos depois inundou a pussy da Vane, que nessa altura já tinha tido três orgasmos, somando com os dois do oral. Continua.
Chegaram, tarde, tipo umas 23h30, tomaram banho e foram dormir, essa viagem tinha acabado com eles. A cabana era bem confortável e espaçosa, no meio daquele povoado de pescadores. Passaram os primeiros dois dias com o azar de um tempo ruim, era ver um pouco de TV ou jogar cartas, cozinhar, tudo produto do mar, e tomar uma garrafinha de vinho branco e pra cama.
Na terceira noite, depois do jantar, que era bem animado, em vez de uma, tomaram duas garrafas de vinho branco, coisa que pra Vanessa, que não bebia, subiu um pouco à cabeça e deixou ela no fogo. Foram pro quarto, deixando o Carlos vendo o Super Clássico em Mar del Plata, que atrasou e tipo umas 23h15 começou o segundo tempo.
O quarto tinha uma janelona que dava pra sala, de lá dava pra ver pros dois lados. A Vane e a Dani já no quarto começam a se pegar, a Dani sussurra no ouvido dela: "Que puta você tá com essa roupa", enquanto passa a língua no pescoço dela. Ela se arrepia ao sentir as mãos da Dani no cu dela, as duas de pé, enquanto a Dani vai enfiando a língua até o fundo, é um beijo quente cheio de tesão intenso. A Vane tem a mão na pica dura da Dani, que já tinha levantado a blusa dela, amassando os peitões dela. A Vane vai batendo uma bem devagar na pica da Dani, de cima pra baixo, as duas de pé do lado da cama, totalmente vidradas uma na outra, sem lembrar e muito menos perceber que o Carlos tá na sala, que já não tava vendo o jogo, o olhar dele era pro que elas tavam fazendo.
Já dava pra ouvir o tesão e os gemidos da Vane no momento em que a Dani tinha se ajoelhado, de costas pra janela, passava a língua na buceta da Vane, que apertava um peito com uma mão e com a outra segurava o cabelo dela. marido, Uggg, uggh, se ouvia a Vane. Dani percorria a buceta dela com a língua, de cima pra baixo, de baixo pra cima. Ele estendendo a mão, um dedo e depois dois, que Vane lambeu e chupou gostosa. Assim que ficou bem molhado, passou a mão por baixo da buceta, que continuou chupando obsessivamente, enquanto a mulher dele gemia, uff, uffg, "que lindo que você faz comigo", sussurrou Vane. Ele enfiou um dedo na porta do cu, e depois os dois, em círculos, foi introduzindo os dedos naquele rabo imponente. Na verdade, era Vane que, se movendo pra trás, devorava os dedos no cu infernal dela, uff uff uffg. Ela, ele com o mel da buceta de Vane na língua, que já ia pro segundo orgasmo dela. Na luz fraca do abajur da mesa de cabeceira, dava pra ver de onde Carlos estava. Naquela sala iluminada só pela luz da TV, ele não resistiu à tentação de abaixar a bermuda e tirar o pau pra fora, largado no sofá, sem perder um único detalhe, começou a punheta, com aquele desejo, aquele tesão de ver ao vivo e a cores como o colega dele tinha a mulher escultural dele gemendo e ofegante. Era um desejo reprimido do Carlos poder ver aquela gostosa pelada, já nos dias anteriores ele tinha se tocado imaginando essa MILF fudendo. Dani se levantou e Vane se ajoelhou pra devorar o pau dele, que já tinha líquido pré-seminal. Ugg, ugg, ugg, a mulher dele tinha tudo pra dentro, chupando, ele amassava os peitos dela. Carlos percorria o pau dele, fazia devagar, queria aproveitar a punheta. Do sofá, ele só conseguia imaginar de que jeito Vane chupava o pau do Dani, já que ele tava de costas pra janela e a mulher dele de joelhos, tinha perdido a visão. Num momento, Carlos se levanta e fica em silêncio do lado da janela pra ter uma visão melhor. Nem preciso dizer quando o casal sobe na cama. Vane monta no pau do marido, cavalga freneticamente, uffg, uff, uff, já não é mais sussurro, são gritos. Carlos, da posição dele, via como aquela buceta imponente A pussy dela Vane tava devorando o pau do Dani, que tava com a rola toda melada de porra da mulher dele. Chop chop chop chop, a mina era uma puta gostosa do caralho, com as tetas na boca do marido e a raba apontada pro lado onde o Carlos tava. Ele já tava batendo uma freneticamente, fazia tempo que não comia ninguém, então aguentou o que deu e gozou um puta leite na mão, na cueca e na calça de moletão. Obviamente o Dani não aguentou a pressão e uns segundos depois inundou a pussy da Vane, que nessa altura já tinha tido três orgasmos, somando com os dois do oral. Continua.
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