Na semana seguinte, minha mãe me levou na casa do meu pai. Assim que desci do carro, ela arrancou. Meu pai saiu pra me receber com um café na mão. — Sua mãe ainda tá tão brava? — Ela é uma amargurada... O olhar triste dele pra onde o carro tava indo me irritou. Cheguei perto do ouvido dele e falei baixinho: — Trouxe a biquíni... Posso vestir? O rosto dele mudou completamente. O brilho nos olhos e o sorriso dele me deram permissão. Lá dentro, falei pra ele se acomodar no sofá grande e me esperar. Apareci andando sexy, apertei meus peitos e me virei. — Com a mamãe, a gente tá malhando em casa. Dá pra notar? Me espreguicei e segurei meus tornozelos, abrindo as pernas. A vista devia ser de matar. — Você tá cada dia mais gostosa! Olhei por cima do ombro, pra ele continuar vendo minha raba. Ele tava relaxado no sofá com um roupão de cetim azul. — Abre o roupão... se quiser! — Ok! Ele tava só de cueca box preta justa. Já dava pra ver que tava endurecendo. Minha cara de surpresa devia ter sido evidente. Virei as costas de novo e separei as nádegas pra provocar ele mais um pouco. Ele tava babando... Me aproximei e subi em cima dele, de joelhos na frente. Eu olhava ele de cima e ele olhava meus peitos. — Sentiu minha falta, papai? — Pra caralho! Ele me abraçou, apertando contra o peito dele. A boca dele apoiada nos meus peitos me excitou. Ele deu beijinhos suaves em cada um. — Que beijos gostosos você dá, papai! Me dá uns nas costas? Sentei, esmagando o volume dele com minha bunda. Sentia o calor e a dureza dele. Me mexi um pouco pra dar espaço pra ele percorrer com a boca. Que erótico que tudo era. Esfreguei mais a pedra dele. Sentei de frente de novo e notei que a cueca dele tinha descido, deixando a cabeça pra fora. Ele tinha se jogado com a cabeça no encosto. Ver a ponta me fez querer mais. — Papai, relaxa, quero fazer você se sentir muito bem. — Hummm... Tá bom! Desci devagar a cueca dele um pouco mais, deixando metade daquela pica linda pra fora. Agora era eu que tava babando. Era grande, dura e cheia de veias, e era do meu pai. Minha calcinha fio-dental tava ensopada. Sem esperar mais, apoiei na ponta e fiquei esfregando ele todinho. Eu me mexia pra frente e pra trás, vendo a cabeça subir e descer. Queria mais. — Pai, seu boxer tá me incomodando, posso abaixar? — Não vai ser demais? A voz dele tremia de ansiedade. Ele queria tanto quanto eu. Parti pra cima. Falei, sua gostosa: — Não. Vou deixar a biquíni... É que tá arranhando um pouco, usa a palavra: buceta! — Ook, então... Faz... como quiser! Eu tinha ele na minha mão. Puxei o boxer dele, deixando o pau dele livre e duro. Não acreditava no que tava fazendo. Mas era um pau lindo e eu precisava daquilo. Não importava que fosse do meu pai... Ou será que isso tornava ainda mais gostoso? Peguei com uma mão e fiquei passando em círculos, apertando contra a minha buceta quando passava no meio. Sem o pano da biquíni, entrava com tudo. — Mmm... Não... Não queria gozar antes da hora, então pra ele não resistir mais, comecei a bater uma devagar. — Quero que você goze pra mim! — Tá... Tá bom! Ele me sentou do lado dele e abriu minhas pernas. Com uma mão muito habilidosa, puxou a tanga e enfiou dois dedos na minha buceta. Ficava esfregando, cravando, dedilhando meu clitóris. Me deixava louca. Ele se esticou, soltou minha biquíni e chupou um peito. Gozei na hora. — Ai papai! Ai... Ai... Papai siiiim! Quase derreti na mão dele de tão molhada que fiquei. — Agora sim! Tamos em igualdade de condições. — Ahhh... Papai malvado! Vai ver só! Me ajoelhei no tapete, tirei a parte de cima da biquíni e fiz uma punheta bem feita pra ele. — Aah ufff... sim aa... filhinha, faz o papai gozar! Durou um minuto e ele gozou nos meus peitos. — Aaaaahh! Depois de garantir que tirei até a última gota, passei o leite por todo o peito. — Preciso de um banho e algo gostoso! Haha — Sorvete e jantar pizza? — Acho perfeito! À tarde, depois do "home office" dele, tomamos um café na cozinha. O sol tava lindo. Ele falou primeiro. — Não sei se passamos do limite antes. Mas tenho que admitir que gostei! — Acho que não. A gente não transou. Esse deve ser o limite. O que acha? - Tipo, sem penetração, mas todo o resto pode? - Claro. O de hoje foi bom, então! - Ah foi? Ele me olhou com um sorrisinho safado. Se aproximou, enfiou a mão dentro da minha legging e me deu um beijão. - Isso tá bom? - Tá. Eu fingia que não tava nem aí, como se não fosse grande coisa. Ele baixou minha legging com a calcinha fio-dental e amassou minha bunda com as duas mãos. Me beijou o pescoço usando a língua. - E isso? - Ahã! Eu deixava ele fazer o que quisesse comigo. Esse era meu plano de sedução. Lambeu um dedo e enfiou tudo dentro da minha pussy. Fez a mesma coisa com a outra mão no meu cu. Isso me surpreendeu. - E agora? - Nunca brincaram com minha Booty... Mas eu deixo. - Beleza, então... Me virou, separou minhas nádegas e passou a língua várias vezes. Tirou a cock pra fora e se masturbou na minha bunda. Que prazer novo pra mim! - Que rabo divino que você tem, meu amor! - Valeu, papi! Acho o mesmo da sua cock! Ele se movia como se tivesse me comendo de pé, mas a cock só passava pelo meu sulco, abrindo cada vez mais meu buraco virgem. Se naquela hora tivesse me fodido, eu teria deixado com prazer. A cock dele se movia de cima pra baixo. Se abaixou um pouco e estendeu o movimento do meu cu até minha pussy. Minhas pernas tremiam. - Ai, papi! - Isso tá bom? - Muuuito bom! Ele bateu uma punheta umas duas vezes e encheu minha Booty de porra. Ofegantes os dois, não me deu tempo de me limpar. Me sentou na mesa, se jogou no chão e comeu minha pussy. - Aaah... Papi, não paraaaa! Que boca que ele tinha. Toda uma descoberta! Me fez gozar duas vezes, sem tirar a língua nem um segundo. - Aaah... Chega, pelo amor de Deeeeus! Ele se levantou e apoiou a cock ainda pingando no meu púbis. O toque queimava. Parte de mim queria esquecer o limite e enfiar essa cock. A outra parte me mantinha quieta. - Até aí tava bom? - Até aí tava geniaaal! Sorrimos nos olhando como bobos. - Te faço feliz, papi? - Me faz muito feliz, filha!
6 comentários - Papá es el mejor - parte 2