Castigo do meu padrasto

O novo marido da minha mãe, Ricardo, é um daqueles caras feios, mas gostosos, tipo um homem das cavernas. Não é sujo nem nada, só é grande e musculoso, tem barba, cabelo raspado e vive andando sem camisa em casa. Além disso, ele é bem chato às vezes. Por sorte, ele é mais suave com a minha irmã Amélia. Ela é muito tranquila, obediente e vive estudando. Ele até nos faz chamá-lo de "senhor", minha mãe também faz isso. Acho que é uma coisa cultural do norte. Não é o tempo todo, mas muitas vezes ele manda uma de nós fazer algo, e se a gente só concordar com a cabeça, ele fala: "têm que responder com um 'sim, senhor'", e a gente tem que falar. No começo, reclamei disso com a minha mãe, mas ela só disse que eu não estava acostumada a ter um homem em casa, mas que ele era assim, e que eu deveria aprender a me adaptar se quisesse uma família feliz. A verdade é que as coisas melhoraram muito desde que Ricardo apareceu, então esses mudanças não me incomodavam tanto, considerando isso. Minha mãe estava sobrecarregada com as responsabilidades do trabalho e tentando cuidar de mim e da Juli o tempo todo, e agora que ele assumiu as finanças e as decisões da casa por ela, ela está muito mais relaxada e consegue rir de novo. Minha mãe vivia estressada antes dele chegar, então todo mundo é grato a ele pela ajuda. O único problema é que nada é de graça na vida. Na real, até agora Ricardo garantiu pagar as dívidas que a gente não conseguia pagar, ganhando o posto de chefe da família, e embora eu reconheça que ele fez muito por nós, também sinto que não tive outra escolha para evitar isso, e que agora minha vida está totalmente no controle dele. Pode ser irritante, mas até chegar a hora de ir pra faculdade no ano que vem (que vai ser paga por ele), não tem nada que eu possa fazer além de obedecer e esperar. Não demorou muito depois que ele se mudou foi que eu percebi a personalidade autoritária do Ricardo. Eu já falei que a Julieta é tranquila e tímida, mas eu sou o completo oposto. Adoro sair com minhas amigas, ir pra festas até tarde nos fins de semana, beber umas cervejas, fumar e ficar com os caras mais gostosos da nossa cidade, que é bem pequena, até que esse filho da puta do Ricardo se mudou e estragou tudo. Minha mãe já tinha desistido há muito tempo de me fazer chegar em casa na hora. Ela simplesmente não falava nada e nunca me castigava, então quando eu fiz dezoito anos, podia fazer o que quisesse. Eu voltava pra casa bêbada e exausta toda hora, às vezes depois do amanhecer, e francamente minhas notas na escola eram uma merda. O Ricardo tinha visto o que rolava algumas vezes quando eles estavam namorando e não falou nada, mas assim que ficaram noivos e ele começou a se preparar pra se mudar, me chamou pra uma 'conversa', onde disse que muitas coisas iam mudar "nesta casa", e meu estilo de vida seria uma delas. Eu tinha acabado de chegar, ainda estava meio bêbada, então só falei "é, tanto faz", fui pra cama e esqueci. Aí ele se mudou, e eu fiz de novo: apareci no sábado de manhã bem na hora que ele e minha mãe estavam acordando. Era começo da primavera, e todo mundo tava usando roupa de verão. Eu tava usando um vestido tomara que caia que tinha acabado de comprar e mal cobria meu corpo, e como eu tava muito bêbada e cansada, ele tinha caído pra baixo dos meus peitos também. Enfim, fui cambaleando e lá estava o Ricardo na mesa da cozinha, já vestido com jeans e a camiseta dele, tomando o café da manhã. Ele pareceu surpreso ao me ver, como se não soubessem que eu não estava lá, e aí eu vi ele puto. Isso me assustou, porque eu sabia que ele tinha um pavio curto, e ele nunca tinha ficado bravo comigo diretamente, pelo menos não demonstrava. Eu não fazia ideia de como é que ela ia se comportar. Pois é, foi assim que ela se comportou, e não é exagero o quanto me surpreendeu. Eu cambaleei e parei por um instante, e ficamos nos encarando por um bom tempo, tempo suficiente pra virar um teste de quem desviava o olhar primeiro. Perdi, claro, e na hora ela me perguntou se eu sabia que horas eram. Pensei um pouco e respondi "não", com uma risada despreocupada. Não fazia ideia mesmo. "É de manhã?" brinquei, tentando aliviar a tensão. Não funcionou. "Sim. São oito da manhã. O que te faz pensar que essa é uma hora aceitável pra uma mocinha chegar em casa?" "Acho que não é?" respondi, rindo nervosa, e foi um puta erro. "Não." Ela se levantou e veio na minha direção, me forçando a levantar a cabeça pra ver o rosto dela. Na real, foi bem intimidador, e perdi todo o senso de humor que o álcool me dava. Tava enrascada. Meu coração disparou, era outro nível, senti uma euforia estranha. Finalmente alguém ia se importar se eu tava ferrando minha vida ou não! Sabia que minha mãe se preocupava comigo no fundo, mas não o suficiente pra tentar me segurar. Mas, pra ser justa, ela não era uma pessoa tão forte quanto o Ricardo, nem mental nem fisicamente. Olhei pra ele com uma certa gratidão, apesar do medo do castigo. Mas sabia que merecia ser punida e encarei ele com alívio. "Você nunca mais vai voltar pra casa tão tarde", ele disse, "ou tão cedo, melhor dizendo. Você é da minha família, e eu proíbo isso. Tá claro? Não me importa se você tem dezoito anos ou não. Enquanto morar na minha casa, vive pelas minhas regras, entendeu?" Engoli seco e concordei com a cabeça. Ele ainda estava a uns dois palmos de distância, me forçando a olhar pra ele, e de repente veio por trás de mim e me agarrou pela parte de trás do meu moletom com a mão dele. "Agora vamos subir pro seu quarto", ele disse depois, e habilmente Viro pra escada e começamos a subir. "Meu quarto?" perguntei, mas ele me ignorou, já subindo. Chegamos rápido, em segundos estávamos lá dentro e ele tinha fechado a porta. Ficamos em silêncio, nos olhando, e o olhar dele deslizava devagar pelo meu corpo inteiro. Meu estômago começou a revirar de ansiedade. O que ele tava fazendo? Pelo que eu lembrava, nunca tinha me olhado assim antes. O olhar era malvado e perversamente safado, e eu me perguntava o que ele tava pensando sobre mim.

Descobri quando ele se aproximou, agarrou a nuca e me empurrou de bruços na cama, me segurando com uma perna pesada esticada sobre minhas omoplatas. Nem tentei empurrar. Aquela perna pesava quase o mesmo que eu, e não tinha jeito de escapar. Mas isso não me impediu de chorar, porque no momento em que ele me colocou naquela posição, percebi o que ia rolar, e fiquei com medo.

Ele levantou devagar a barra do meu vestido de verão e expôs meu corpo, coberto só por uma fio dental vermelha. Enfiou um dedo por dentro e puxou pra baixo, deixando minha metade de baixo nua. Aí, como marcando território, a mão dele deslizou por baixo da minha barriga e se aninhou entre minhas pernas, apertando de leve ali. Eu soltei um gemido e comecei a chorar. Minha mãe não fazia ideia do que tava rolando, e eu não tinha a menor ideia de como parar.

"Por favor, para", sussurrei. "Pelo amor de Deus, o que minha mãe vai pensar!"

"Sou seu padrasto", ele sussurrou de volta, apertando de novo. "Tenho que te manter na linha." Com isso, me deu um tapa violento na bunda, que com certeza deixou uma marca vermelha, senão roxa, e depois veio outro, e outro, e outro, e outro, cada um tão forte quanto o primeiro, sem parar. A única pausa foi quando ele percebeu que eu tava gritando alto demais, porque tirou um pano do bolso e enfiou na minha boca. Enfiou na minha boca pra eu morder e parar de gritar. O pano tinha um gosto horrível e eu queria cuspir, mas se fizesse, seria pior pra mim. Os tapas dele estavam no limite da brutalidade, e a crueza da minha situação me afundou, e nenhum pano me importou mais com o tempo. Eu tava furiosa e, num momento oportuno, consegui me soltar do aperto dele e correr pro quarto da minha mãe, onde ela tava sentada na cama lendo. "Mãe, manda ele parar!" gritei. "Ricardo tá me dando palmadas, faz ele parar! Eu tenho dezoito anos e ele nem é meu pai!" Desabei a chorar e me joguei na cama do lado dela. Ouvi a porta abrir de novo atrás de mim e Ricardo entrou, mas não disse nada. Senti minha mãe se aproximar e começar a acariciar meu cabelo. Foi tão gostoso e quentinho depois da brutalidade daquelas palmadas que eu não disse nada, só me aninhei perto dela e continuei chorando, esperando ele falar alguma coisa. Ela continuou acariciando meu cabelo, e ele ficou em silêncio por quase um minuto. Quando alguém finalmente começou a falar, foi minha mãe, e as palavras dela gelaram meu sangue. Ela disse: "Querida, o Ricardo é quem manda nesta casa, e você tem que fazer o que ele mandar, tá bem? Isso inclui aceitar os castigos dele quando ele decide que você precisa, entendeu? Se você achar que algo não é justo, a gente pode conversar sobre isso depois, mas você não pode decidir seus próprios castigos. Esse é o trabalho do Ricardo, e eu quero que ele faça isso. Tá bem?" Olhei pra ela com horror, mas ela tava olhando pra ele, com aquele olhar sonhador e carinhoso no rosto que só posso descrever como amor. Amor que tava prestes a me jogar pros lobos. Tá bom. Não respondi nada e então senti a mão do Ricardo no meu cotovelo, ele me levantou e eu segui ele mansamente pelo corredor sem olhar pra minha mãe de novo. Queria vomitar, mas em vez disso, segui ele de volta pro meu quarto, me inclinei sobre a cama pra ele de novo e levantei o vestido sozinha pra ele terminar o que queria. fazer. Ele sorriu enquanto me via fazer isso, e logo senti ele de pé bem perto de mim de novo. Dessa vez, passou as duas mãos pelas laterais da minha bunda e coxas, depois afastou meus pés pra eu ficar aberta pra ele, e fiquei horrorizada ao perceber que minha buceta e meu cu estavam ali, bem na vista dele. Ouvi ele murmurar "isso aí, seja uma boa garota e fica assim", e então o som do cinto dele desafivelando, passando pelas argolas da calça jeans. Ofeguei, sentindo não o cinto na minha bunda, mas os dedos dele nos meus lábios da buceta, separando-os devagar e sondando lá dentro. Uma hora atrás eu teria gritado, ou chutado ele e fugido, mas agora a lembrança do rosto feliz e tranquilo da minha mãe e a voz dela dizendo "você tem que fazer o que ele mandar" me manteve quieta. Engoli seco e deixei ele continuar. "Boa garota", repetiu baixinho, apoiando a outra mão nas minhas costas. "Achei que conseguiria te deixar molhada, e consegui." Não tive resposta pra isso, porque era verdade, e porque, mesmo sendo a última coisa que eu queria sentir, o que quer que ele estivesse fazendo com os dedos era incrível, e eu sabia que não ia demorar muito pra ele me fazer gozar. O toque dele mandou um arrepio pelo meu corpo, uma mistura estranha de nojo e prazer que fez ele parar o que tava fazendo e dar um tapinha leve na minha bunda com uma risada. "Ah, não", disse ele, "isso tá só começando." Logo ele pegou o cinto e marcou umas linhas vermelhas na minha bunda, deixando minha buceta molhada. Gritei e esperneei e até soltei uns berros algumas vezes, mas ele não parou até eu ficar sem energia e só gemer na colcha. Finalmente ele parou, e me deixou desabar e descansar assim por um tempo enquanto eu chorava. Meus pés ainda estavam abertos no chão quando senti duas mãos grandes e fortes pegarem minha cintura e me virarem, de modo que eu ficasse deitada debaixo dele na cama, olhando nos olhos dele. Ele me encarava com um expressão que eu achava difícil de ler. Já não estava mais com raiva, mas também não havia carinho. Ele estava inspecionando meu corpo, mas de um jeito frio, como se procurasse qualquer sinal físico de desafio restante para ser apagado na mão ou no cinto. Eu poderia ter garantido que não tinha nenhum, mas minha aparência parecia dizer isso, porque depois de ficar me encarando nos olhos por um tempo, ele desabotoou a calça e liberou uma grande ereção, e sem dizer uma palavra, enfiou na minha buceta de uma vez. Meu corpo estava apertado contra o dele, e enquanto eu descansava meus pés nos ombros dele, de repente senti que estava derretendo de prazer. Deus, foi tão gostoso. Ele enfiava e tirava sem parar, e a cada estocada mergulhava ainda mais fundo nas profundezas do meu corpo. Com uma mão em cada perna, ele se meteu em mim numa longa e constante série de investidas suaves, e quando colocou o polegar no meu clitóris, me levou a um orgasmo lento e duradouro, o mais intenso de toda a minha vida. Eu esperava que ele gozasse também, como meu namorado da época sempre fazia logo depois de mim, mas em vez disso ele continuou, tirando o polegar do meu clitóris sensível e colocando os dois polegares de cada lado da abertura do meu cu, pressionando contra ela enquanto me estocava uma e outra vez, grunhindo e gemendo de vez em quando, nunca olhando na minha cara. Se tivesse olhado, teria me visto balançar a cabeça horrorizada com a ideia de que ele poderia querer tirar minha virgindade anal. "É direito dele", pensei, sentindo uma sensação percorrer minha espinha e acompanhando com o olhar seus braços poderosos e bem musculosos. Ele colocou as mãos de volta na minha cintura e apertou com força enquanto aumentava o ritmo. O pau dele estava muito duro, e eu podia sentir que estava me esticando e tensionando, sem falar que doía pra caralho. *É direito dele*, repeti em silêncio, focando em manter uma respiração profunda e regular, no ritmo das estocadas longas e duras dele. embestidas, e tentei relaxar meus quadris pra permitir que ele tivesse controle total. Ele respondeu me puxando de novo pra borda da cama, e se inclinou pra me dar um beijo rápido. "Boazinha", sussurrou, acariciando meus peitos e depois beijando eles suavemente, mantendo a penetração, "essa é minha mina". De repente, ele se retirou e me levantou no colo como se eu fosse um bebê, e me colocou no centro da cama, com a cabeça apoiada nos travesseiros, como se eu fosse a mulher dele, e abriu minhas pernas. Ele se ajoelhou do meu lado e me deu uma lambida rápida e surpreendente no clitóris antes de se posicionar por cima de mim, me cobrindo completamente com o corpo enorme dele. Mais uma vez, com uma precisão perfeita, ele me penetrou com uma estocada forte e rápida, e dessa vez nós dois gememos alto. O pau dele tava tão duro e quente que parecia que eu tava fodendo com um ferro em brasa, e por reflexo enrolei minhas pernas em volta dele, ou até onde dava, pra puxar ele ainda mais pra perto. Logo nossos corpos se moviam juntos como se fossem um só, e eu quase levantava da cama com a força das estocadas dele. Nunca na minha vida senti tanta força física, e senti ela fluindo no meu próprio corpo, por todo o meu corpo, e por um breve momento senti que era eu que era forte, que era poderosa, e que era livre. Nunca antes tinha sentido uma sensação de adrenalina assim, e ainda assim nunca antes me senti tão segura e protegida. Logo algo mudou no Ricardo, e senti os músculos dele começarem a se fechar ao meu redor, e então me senti pequena e fraca de novo, presa mais uma vez como uma tartaruga na casca. "Ah, merda, gostosa", murmurou, e um "ah, merda, ah, Deus..." Ele me soltou, me deixou cair na cama, e se ajoelhou e tirou o pau de mim bem na hora de jorrar um esperma branco e pegajoso por todo o meu corpo magrinho. Quando ele abriu os olhos, eu não tinha me mexido. Ele me olhou com satisfação e sorriu, passando os dedos pelas minhas coxas, e depois subindo pra Dar um apertão carinhoso nos meus peitos, depois se deitou ao meu lado e ficou calado por um tempo. "Agora, filha", disse no final, colocando uma mão na minha buceta, "da próxima vez que eu te ver desrespeitando minha autoridade nesta casa, você tem algumas lembranças que vão te ajudar a lembrar o que vai acontecer, né?". "Sim", sussurrei, com um nó na garganta. "Bom. Sabe que, claro, não vou me importar de te lembrar todas as vezes que precisar". Ele riu disso. "Mas acredite em mim", acrescentou, "os castigos não vão ficar mais leves. Entendeu?" Assenti com a cabeça. "Sim, Senhor", forcei. Ele sorriu e beliscou meu mamilo, depois se levantou. "Se limpa", disse, jogando uma caixa de lenços para mim. "Sua mãe está terminando de cozinhar".

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