Me comí a un jovencito

Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Por favor, forneça o texto que deseja que eu traduza para o português brasileiro.Antes de mais nada, sou Karina, uma senhora que conheceu o autor dos contos. Quando ele me contou que escrevia umas coisas que aconteciam, achei que era brincadeira, mas depois ele me mostrou que era verdade e eu quis escrever um. Espero que saia bem e agora vamos dividir essa conta que, pelo visto, ele deixou bem sozinha.


Eu sou casada há uns 4 anos, sou meio gordinha, branquinha e muito alegre, não sou de dar moleza, só sou animada mesmo. Meu marido e eu trabalhamos pra caramba pra conseguir algumas coisas, mas acabamos deixando de lado, como sempre acontece com os sacrifícios. A gente não transa há muito tempo, talvez uma vez por mês e olhe lá. Também tenho que dizer que meu marido não é muito bonito, ele é simpático e agradável, mas muito rigoroso com o trabalho. Enfim, por isso mesmo ele insistia tanto pra eu fazer algum curso. Como eu não sabia bem o quê, acabei escolhendo o clássico inglês.


Os primeiros dias foram meio puxados, já tinha feito alguns cursos, mas tava complicando pra mim. A gente era um grupo pequeno, umas 6 pessoas, então conversava bastante. A maioria era da minha idade, uns 38 anos, mais ou menos, pessoal de escritório, e um casal de jovens: um rapaz e uma moça. A moça era bem desanimada, daquelas que os pais pagam a escola e ela não aproveita, por isso não prestava atenção na aula. O rapaz era bonitão, moreno, magro, gato e inteligente, dava pra ver nas aulas. Um curso normal, todo mundo se dava bem. Um dia, notei que o rapaz ficava me olhando, mas não liguei, até que me toquei do meu decote. Uma blusa meio folgada que deixava ver meus peitos um pouco e um colar que se perdia no meio deles. Não quis pensar nisso e só achei que ele tava olhando pra trás de mim, onde tinha uma janela que dava pra rua.


Depois de sair daquela aula, fui com uma amiga do curso, a Carla, tomar um café ali perto e a gente conversou um monte sobre casamento, trabalho, até que o papo caiu no jovem de canela. Ela me contou que tinha visto um volume considerável na calça dele, que no começo achou que era uma broxada, mas depois percebeu que não, que era assim normal mesmo, e falou como ele era educado e gostoso. Eu disse que nem tinha reparado que ele era bonitão e só. Ela até mostrou o tamanho com os dedos, e era um belo pedaço, mas eu não acreditava porque ele era meio novo, uns 20 anos, talvez o garoto tivesse isso.


A noite inteira fiquei pensando naquele jovem e no gesto que a Carla fez com as mãos. Meu marido tinha um desse tamanho e tava dura, talvez uns 9cm, não podia acreditar, com certeza exagerou. Fiquei toda molhada só de imaginar até onde ia.podiaCrescer, nunca tinha visto uma pica daquelas, uns 15 ou 16 cm, imaginei como seria gostosa, mas afastei esses pensamentos na hora quando senti que tava me molhando e meu marido roncando.


No dia seguinte, eu tava fazendo a lição de casa e o guri da canela entrou. Sem levantar a cara, respondi o cumprimento dele, mas olhei pra calça dele — era verdade mesmo!! Dava pra ver o volume dele descendo pela virilha, e eu fiquei vermelha. Como sou muito branca, ficou na cara, e não quis olhar nos olhos dele. Depois saí correndo pro banheiro sem encarar ele e encontrei a Carla. Contei que já tinha visto o bagulho!! Ela também ficou vermelha, e a gente riu. Confessei que não acreditava nela. Voltamos pra sala e rimos com aquele sorriso de cumplicidade. Vi ela começar a conversar com o guri — Marco, o nome dele. Ele tava sério como sempre, e ela tocou a perna dele. Vi a mão dela descendo, tipo perto do joelho. Ele ficou nervoso, mas parecia desconfortável. Depois ele riu, e eu via ele olhando pra baixo. De repente, a situação acalmou, e ela virou pra trabalhar, mas tava com um sorriso idiota. Mandei uma mensagem perguntando, e ela respondeu que viu como o pau dele subiu e que tava na cara, por isso parou. Eu tava morrendo de vontade de ver, mas me segurei. Passaram uns dias e a gente não tocou no assunto, mas eu continuava pensando naquele moleque. Às vezes olhava pra ele, outras não. A gente conversava e trocava ideias — um cara sério e simpático depois que você puxava papo. Pra prova, ainda faltavam uns temas, e pedi ajuda pra ele, chamando ele pra minha casa. Quando falei, senti um calor no corpo e uma umidade maior entre as pernas, mas fiz sem pensar porque precisava mesmo passar naquela prova e não jogar dinheiro fora do curso. No fim, ele aceitou do jeito mais normal possível. Nessa época, eu já notava como ele olhava pras minhas pernas brancas ou pro meu decote avantajado, e eu olhava praquelas pernas dele e praquele volume gostoso que ele tinha ali.


Naquele dia, por pura coincidência, meu marido só ia chegar tarde da noite, mas não importava muito porque eu ia me encontrar com o Marco lá pelo meio-dia. Ele estava muito gostoso, com a camisa para fora da calça. Começamos com as aulas e os temas, depois ofereci algo pra ele beber e, como nos filmes, nem sei como aconteceu — talvez foi quando entreguei o copo e virei pra olhar a virilha dele, acabei derramando o líquido nas pernas dele. Fiquei bem envergonhada, mas mais ainda ao ver como aquele volume dele ficou molhado e marcou ainda mais aquele pedaço de carne gordinho. Fiquei tão sem graça que dei algo pra ele se secar. Queria fazer eu mesma, mas me segurei. Como ele ficou bem molhado, falei pra ele tirar a roupa e que no banheiro tinha uma toalha que ele podia usar. Ele não queria, mas eu insisti porque queria pelo menos uma chance de ver ele. Pensei em ir ao banheiro e dar uma espiada, mas não tive coragem. Fui melhor pra cozinha e recolhi as coisas. Por baixo da minha saia, me toquei na buceta e já tinha molhado um pouco a calcinha. Depois, afastei ela e enfiei os dedos, que entraram fácil de tão molhada e gostosa que eu tava. Fiquei louca, me masturbei um pouco e parei, pensando que o Marco podia entrar a qualquer momento.


Lambi meus dedos e fui pra sala, ele já tava lá sentado, não sei se me viu ou não. Quando vi ele, tava de frente e dava pra ver as pernas dele, mais gostosas ainda. Ele sentou e a toalha ficou meio curta, o bobinho segurou ela com as mãos e mal cobria, já passando vergonha e essas coisas, a gente continuou conversando, o papo subiu de tom e eu tava ficando mais excitada, até que numa risada ele levantou um pouco as pernas e eu vi o pedaço dele mexer um pouco e cair no meu sofá. Não consegui evitar, naquela hora eu me desmanchei, fiquei olhando pra ele e ele ficou sem graça, percebeu e se desculpou várias vezes, mas eu só via as pernas dele e a escuridão onde ainda achava que via o pau dele. Lembro que tava há mais de um mês sem fazer nada e me sentia muito excitada e molhada. Não consegui evitar e perguntei se ele deixava eu ver, que nunca tinha visto um assim. Ele ficou sem graça, não dava pra voltar atrás e eu falei: sim, um pau de cor, e acho que você tem ele grande, deixa eu ver. Fui uma puta naquele momento. Me aproximei e ele levantou e deixou a toalha cair. Não tava de cueca, tinha tirado também. Vi o pau dele, um pedaço delicioso, ainda mole, balançando um pouco. Fiquei muito excitada e peguei ele com a minha mão, sobrava um pedaço, era do tamanho do pau do meu marido e ainda não tava duro. Comecei a bater uma, era só aquele pau e eu. Senti o pau dele crescendo na minha mão e abrindo ela aos poucos. Apertei e depois peguei com as duas mãos e ainda sobrava um pedaço. Agora já sei que ele tem 20cm e é grosso, tão gostoso. Me ajoelhei quando notei ele no máximo esplendor e levei ele até minha boca, tão delicioso. Abracei ele com meus lábios e senti as veias dele, e aquela carne gostosa. Não cabia inteiro na minha boca, mas masturbava o que faltava daquele pedaço. Ele gemia e eu lambia e babava, falava que era gostoso.



Me comí a un jovencito


Ahhhh Marco, que pau gostoso, que delícia, eu puxava o pau dele, passava a mão, olha que maravilha de carne, peguei nas pernas dele e apertei, e depois aquela bunda que delícia, e o que mais me molha é sentir toda essa carne na minha boca enchendo ela, só ouvia os gemidos dele e os meus, me afogava com essa pica e ele pegou no meu rosto e começou a me penetrar, mesentiaComo uma raposa gostosa, é assim que a gente gosta de se sentir na cama, como as putas de quem a gente chupa. E eu me sentia assim, toda molhada, comecei a me tocar enquanto chupava ele. Nessa hora, meu marido ligou. Não queria saber de nada, mas também sabia que ele ia ficar muito puto se eu não atendesse, porque ele é muito ciumento. Ele não disse nada, parecia que tinha gostado da ideia. Peguei o telefone e, toda excitada, atendi.


-Meu amor?
—Como é que vai? — respondeu meu marido.
E eu chupando ela não pude evitar ser uma safada com aquele pedaço na boca, respondi.
-Comendo amor
Marco deu uma risadinha, tirou ela da minha boca e passou no meu rosto, tão gostosa.
—Mas é meio cedo, você não come cedo?
Eu não tinha percebido que era verdade, tava no horário de aula naquela hora. Marco meteu de novo, eu tirei, mas fiquei lambendo ela.
É que cancelaram o love pra gente estudar pra prova de amanhã e eu vim comer.
Essa última frase eu falei com a pica na boca, com essa cabeçuda.
-Tá bom, amor, bom apetite. Depois a gente se vê, do Marcos.


Naquele momento, Marco soltou toda aquela porra quente que escorreu da minha boca até meus peitos, e eu sentia aqueles jatos de leite no meu rosto. Enfiei o pau dele na boca, sentia ele esguichando aquela porra e o pau pulsando dentro da minha boca. Engoli aquela porra e tirei na hora a blusa e o sutiã. Meus peitos caíram um pouco e comecei a espalhar a porra dele neles.


Corações, se vocês estão gostando até agora, por favor me avisem, vou ficar de olho pra continuar escrevendo.

3 comentários - Me comí a un jovencito

Ed1914
Buen relato 👌
Te deja con ganas de más
Por Dios!!!
Me puso al palo tu relato nena!!!