Depois daquela viagem tensa e cheia de polêmica, finalmente estávamos no terreno da tia. Era bem bonito, mas rural demais, e eu não sabia se ia aguentar um dia inteiro olhando árvores e plantas cheias de bicho. A temperatura tava bem de boa, e acho que mais de uma vez a gente ia acabar se esbaldando na piscina. Descrevendo melhor a casa, posso dizer que é térrea, toda pintada de branco e com um monte de quartos disponíveis, ou seja, mais do que a gente ia usar. A verdade é que o divórcio não foi nada fácil, mas pelo menos minha tia tem essa propriedade.
Já saindo do carro, encontramos meu tio (lembra, irmão da minha mãe e da minha tia) com o visual clássico de férias: camisas havaianas e bermudas. Minha mãe foi correndo cumprimentá-lo, um prazer ficar atrás, haha, mas quem teve o prazer foi ele, com um abraço daqueles e as mãos compridas. Depois de todos nos cumprimentarmos, era hora de organizar as malas e os quartos.
A velha me pediu pra levar a mala enquanto colocava o papo em dia com o irmão. Aproveitei pra "arrumar" a roupa dela, mas na verdade era pra ver o cardápio de vestuário que eu ia ter, e que cardápio. Minissaias, tops, shorts bombachas e até lingerie. Se ela era uma putinha na hora de se vestir pra sair, imagina agora. Decidi ir ver se ela tava na sala pra inspecionar melhor, não encontrei nem ela nem meu tio, então larguei a roupa e fui procurá-los pra ver o que estavam fazendo lá fora. Perguntei pro filho da puta do meu primo se tinha visto eles, e ele disse que saíram há 10 minutos pra caminhar. Não agradeci porque ele tava enchendo o saco da minha irmã, aí lembrei que tinha comido ela umas horas atrás, inacreditável. Mas ela parecia ter esquecido, enfim, saí em silêncio pra ver se achava os dois. Primeiro encontrei minha tia olhando umas maçãs que ela cultivava, e ela se surpreendeu ao me ver.
-Já caiu a luz?
-Nada, tia, tô procurando a velha pra ela me dizer onde colocar a mala.
-Humm, acho que vi ela mais pra frente, perto do poste de luz.
-Valeu. Obrigado.
Aí continuei procurando e consegui vê-los, sorte que não me viram. Fui me aproximando por uns arbustos pra escutá-los. Os dois estavam conversando enquanto minha mãe se apoiava no poste elétrico.
-E me diz, trouxe roupa confortável? Puta que pariu, o clima aqui não perdoa, hein.
-Sim. Trouxe uma coisinha ou outra, mas nada chique ou elegante.
-Vai usar os mesmos shortinhos que usa quando me visita?
-Haha, calma aí, vamos ver se você se comporta. Agora tenho que ir arrumar minha roupa.
-Valeu.
Só consegui ver a cara. Que ele colocou e a mão dele viajando a toda velocidade pra dar um tapa na bunda dela. O filho da puta se aproveitou que não tinha mais ninguém (ou pelo menos ele achava) e bateu tão forte que a minha velha só riu e mexeu a rabeta dela de um jeito provocante e debochado. Óbvio que outro tapa não demorou pra vir.
Já saindo do carro, encontramos meu tio (lembra, irmão da minha mãe e da minha tia) com o visual clássico de férias: camisas havaianas e bermudas. Minha mãe foi correndo cumprimentá-lo, um prazer ficar atrás, haha, mas quem teve o prazer foi ele, com um abraço daqueles e as mãos compridas. Depois de todos nos cumprimentarmos, era hora de organizar as malas e os quartos.A velha me pediu pra levar a mala enquanto colocava o papo em dia com o irmão. Aproveitei pra "arrumar" a roupa dela, mas na verdade era pra ver o cardápio de vestuário que eu ia ter, e que cardápio. Minissaias, tops, shorts bombachas e até lingerie. Se ela era uma putinha na hora de se vestir pra sair, imagina agora. Decidi ir ver se ela tava na sala pra inspecionar melhor, não encontrei nem ela nem meu tio, então larguei a roupa e fui procurá-los pra ver o que estavam fazendo lá fora. Perguntei pro filho da puta do meu primo se tinha visto eles, e ele disse que saíram há 10 minutos pra caminhar. Não agradeci porque ele tava enchendo o saco da minha irmã, aí lembrei que tinha comido ela umas horas atrás, inacreditável. Mas ela parecia ter esquecido, enfim, saí em silêncio pra ver se achava os dois. Primeiro encontrei minha tia olhando umas maçãs que ela cultivava, e ela se surpreendeu ao me ver.
-Já caiu a luz?
-Nada, tia, tô procurando a velha pra ela me dizer onde colocar a mala.
-Humm, acho que vi ela mais pra frente, perto do poste de luz.
-Valeu. Obrigado.
Aí continuei procurando e consegui vê-los, sorte que não me viram. Fui me aproximando por uns arbustos pra escutá-los. Os dois estavam conversando enquanto minha mãe se apoiava no poste elétrico.
-E me diz, trouxe roupa confortável? Puta que pariu, o clima aqui não perdoa, hein.
-Sim. Trouxe uma coisinha ou outra, mas nada chique ou elegante.
-Vai usar os mesmos shortinhos que usa quando me visita?
-Haha, calma aí, vamos ver se você se comporta. Agora tenho que ir arrumar minha roupa.
-Valeu.
Só consegui ver a cara. Que ele colocou e a mão dele viajando a toda velocidade pra dar um tapa na bunda dela. O filho da puta se aproveitou que não tinha mais ninguém (ou pelo menos ele achava) e bateu tão forte que a minha velha só riu e mexeu a rabeta dela de um jeito provocante e debochado. Óbvio que outro tapa não demorou pra vir.
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